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sábado, 31 de maio de 2014

O Sombrio Jogo de Joaquim Barbosa para proteger seus aliados e a Globo

31.05.2014
Do BLOG DO SARAIVA
Por  Blog do Nassif

Barbosa protagonizou falso moralismo que comprometeu o Conselho Nacional de Justiça

O ANÚNCIO DA APOSENTADORIA DO MINISTRO JOAQUIM BARBOSA LIVRA O SISTEMA JUDICIAL DE UMA DAS DUAS PIORES MANCHAS DA SUA HISTÓRIA MODERNA.

O pedido de aposentadoria surge no momento em que Barbosa se queima com os principais atores jurídicos do país, devido à sua posição no caso do regime semi-aberto dos condenados da AP 470. E quando expõe o próprio CNJ (Conselho Nacional de Justiça) a manobras pouco republicanas. E também no dia em que é anunciada uma megamanifestação contra seu estilo ditatorial na frente do STF.

A gota d’água parece ter sido a PEC 63 – que dispõe sobre o aumento do teto salarial da magistratura.

Já havia entendimento no STF que corregedor não poderia substituir presidente do CNJ na sua ausência. Não caso da PEC 63 – que aumenta o teto dos magistrados – Barbosa retirou-se estrategicamente da sessão e colocou o corregedor Francisco Falcão na presidência. Não apenas isso: assumiu publicamente a defesa da PEC e enviou nota ao Senado argumentando que a medida seria “uma forma de garantir a permanência e estimular o crescimento profissional na carreira” (http://tinyurl.com/mf2t6jl).

O Estadão foi o primeiro a dar a notícia, no dia 21. À noite, Barbosa procurou outros veículos desmentindo a autoria da nota enviada ao Senado ou o aval à proposta do CNJ (http://tinyurl.com/m5ueezb).

Ontem, o site do CNJ publicou uma nota de Barbosa, eximindo-se da responsabilidade sobre a PEC.

O ministro ressalta que não participou da redação do documento, não estava presente na 187ª Sessão Ordinária do CNJ no momento da aprovação da nota técnica, tampouco assinou ofício de encaminhamento do material ao Congresso Nacional.

A manipulação política do CNJ


Não colou a tentativa de Barbosa de tirar o corpo do episódio. É conhecido no CNJ – e no meio jurídico de Brasília – a parceria estreita entre ele e o corregedor Francisco Falcão.

É apenas o último capítulo de um jogo político que vem comprometendo a imagem e os ventos de esperança trazidos pelo CNJ.


Para evitar surpresas como ocorreu no STF – no curto período em que Ricardo Lewandowski assumiu interinamente a presidência -, Barbosa montou aliança com Falcão. Em sua ausência, era Falcão quem assumia a presidência do órgão, embora a Constituição fosse clara que, na ausência do presidente do CNJ (e do STF) o cargo deveria ser ocupado pelo vice-presidente – no caso Ricardo Lewandowski.


Muitas das sessões presididas por Falcão, aliás, poderão ser anuladas.

Com o tempo, um terceiro elemento veio se somar ao grupo, o conselheiro Gilberto Valente, promotor do Pará indicado para o cargo pelo ex-Procurador Geral da República Roberto Gurgel.

Com o controle da máquina do CNJ, da presidência e da corregedoria, ocorreram vários abusos contra desafetos. Os presos da AP 470 não foram os únicos a experimentar o espírito de vingança de Barbosa.

Felix Fischer

Por exemplo, o presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Félix Fischer é desafeto de Falcão e se candidatará ao cargo de Corregdor Geral quando este assumir a presidência do STJ. De repente, Fischer é alvejado por uma denúncia anônima feita diretamente a Joaquim Barbosa, de suposto uso de passagens aéreas para levar a esposa em viagens internacionais. O caso torna-se um escândalo público e o conselheiro Gilberto Martins é incumbido de investigar, na condição de corregedor interino (http://tinyurl.com/qg6cjx3) .

Passa a exigir, então, o detalhamento de todas as viagens oferecidas pelo STJ a ministros, mulheres de ministros e assessores (http://tinyurl.com/l6ezw3k). A investigação é arquivada por falta de fundamentos mas, àquela altura, o nome de Fischer já estava lançado na lista de escândalos.

A contrapartida de Falcão foi abrir uma série de sindicâncias contra desembargadores do Pará, provavelmente adversários de Gilberto Martins.

Nesse jogo de sombras e manobras, Barbosa foi se enredando em alianças e abandonando uma a uma suas bandeiras moralizadoras.

Sua principal agenda era combater o “filhotismo”, os escritórios de advocacias formado por filhos de ministros.

Deixou de lado porque Falcão, ao mesmo tempo em que fazia nome investindo-se na função de justiceiro contra as mazelas do judiciário, tem um filho – o advogado Djaci Falcão Neto – que atua ostensivamente junto ao STJ (mesmo quando seu pai era Ministro) e junto ao CNJ (http://tinyurl.com/ku5kdl5), inclusive representando tribunais estaduais. Além de ser advogado da TelexFree, organização criminosa que conseguiu excepcional blindagem no país, a partir da falta de ação do Ministro da Justiça.

Por aí se entende a razão de Falcão ter engavetado parte do inquérito sobre o Tribunal de Justiça da Bahia que envolvia os contratos com o IDEP (Instituto Brasiliense de Direito Público), de Gilmar Mendes.

E, por essas estratégias do baixo mundo da política do Judiciário, compreende-se porque Barbosa e Falcão crucificaram o adversário Fischer, mas mantiveram engavetado processo disciplinar aberto contra o todo-poderoso comandante da magistratura fluminense, Luiz Sveiter, protegido da Rede Globo.

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Fonte:http://saraiva13.blogspot.com.br/2014/05/o-sombrio-jogo-de-joaquim-barbosa-para.html

O Estadão contra a participação .

31.05.2014
Do portal da Agência Carta Maior, 30.05.14

O veículo que tem uma longa folha de serviços prestados ao País está pronto para defender a democracia de seu principal algoz: o povo


Perigo vermelho

A turma do editorial do Estadão está em pânico. Apelou e perdeu a razão. Também, não era para menos. O jornal que ajudou a derrubar os governos Vargas, em 1954, e João Goulart, em 1964, não dorme em serviço.  Dilma que se cuide, pois estamos, de novo, em um ano de quatro.

Mais uma vez, e antes que seja tarde, o veículo que tem uma longa folha de serviços prestados ao País está pronto para defender a democracia de seu principal algoz: o povo.

O jornal descobriu e denunciou, em um editorial ('Mudança de regime por decreto', de 29/5), que o governo da presidenta Dilma Rousseff está cometendo um crime de lesa pátria.

Os ideólogos das furiosas linhas chamam Dilma de 'companheira'. Calma, os 'companheiros' editorialistas continuam os mesmos. Apenas estão usando o pronome de tratamento de forma irônica.

Alertam para o grave risco que temos pela frente: ‘a presidente Dilma Rousseff quer modificar o sistema brasileiro de governo’ por decreto, brada o jornal que sabe defender um regime como ninguém.

Abram alas para os companheiros vetustos que falam de democracia com autoridade:

‘O Decreto 8.243, de 23 de maio de 2014, que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS), é um conjunto de barbaridades jurídicas, ainda que possa soar, numa leitura desatenta, como uma resposta aos difusos anseios das ruas. Na realidade é o mais puro oportunismo, aproveitando os ventos do momento para impor velhas pretensões do PT, sempre rejeitadas pela Nação, a respeito do que membros desse partido entendem que deva ser uma democracia.’

E nós, incautos, dormindo, trabalhando e nos preparando para a Copa do Mundo de Futebol - quanta alienação! O gigante dormiu de novo. A coisa da ‘leitura desatenta’ é feita para gente como nós, míopes nas entrelinhas.

Por sorte, nada escapa à eterna vigilância dos companheiros que cavalgam de trombeta.

Cuidado com essa coisa de ‘sociedade civil’, pede o Estadão. Isso é um perigo.

Estejam todos atentos, pois querem destruir a democracia. Como pretendem fazê-lo? Trazendo a sociedade civil para dentro do governo.

Os funéreos redatores jogaram a pá de cal até em liberais moderninhos como Alexis de Tocqueville e John Stuart Mill, que defendiam a participação como base da boa representação, no século XIX.

A Constituição reescrita por um editorial

Em um de seus parágrafos mais histéricos, o editorial que baba afirma que ‘a companheira Dilma não concorda com o sistema representativo brasileiro, definido pela Assembleia Constituinte de 1988, e quer, por decreto, instituir outra fonte de poder: a 'participação direta'.’

Alguém poderia enviar de presente ao Estadão, pelos Correios, um exemplar da Constituição, pois o deles deve ter sumido faz tempo.

Já se esqueceram do parágrafo único do artigo 1o de nossa Carta Magna  , que diz:

‘Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição’.

Provavelmente não chegaram sequer ao artigo 84, que dá ao Presidente da República o poder de expedir decretos sobre a organização e funcionamento da administração federal, que é exatamente o objeto do abominado ato oficial.

Não bastassem alguns ministros do Supremo, também o Estadão agora quer reescrever a Constituição, a começar por editoriais - quem sabe, um dia, via classificados.

Ficaria assim o primeiro artigo da Constituição, pelas mãos dos companheiros trombeteiros:

‘Ora, a participação social numa democracia representativa se dá através dos seus representantes no Congresso, legitimamente eleitos.’

O Estadão acaba de proclamar o parlamentarismo, pois esqueceu-se até de incluir a Presidência da República como uma das instâncias de representação. Ou seja, Eduardo Cunha e Renan Calheiros, tudo bem; mas Dilma Rousseff, nem pensar.

Os tocadores de berrante pedem àqueles que consideram suas vaquinhas de presépio (‘Que o Congresso esteja atento’ e que venha ‘o STF, para declarar a inconstitucionalidade do decreto’) para derrubarem a norma do Executivo.

O argumento pífio é o de que ela ‘fere o princípio básico da igualdade democrática (‘uma pessoa, um voto’)’.

Hora de mandar mais um exemplar da Constituição para o Estadão. Nem o Brasil, nem qualquer país federalista do mundo segue o sistema de ‘uma pessoa, um voto’ na representação parlamentar.

Os caríssimos companheiros editorializantes até hoje não descobriram que nem a Câmara dos Deputados, nem o Senado Federal são constituídos pelo tal sistema de ‘uma pessoa, um voto’. Erraram de país.

A única instância de representação em que essa regra é aplicada, para o azar do Estadão, é justamente a Presidência da República.

Argumentos similares aos desse editorial já foram e continuam sendo usados contra invenções diabólicas como, por exemplo, o orçamento participativo - coisa perigosíssima, nascida da invencionisse petista, dilmista, mensaleira e autoritária dos comissários.

O Estadão chamou para a briga. E pede ajuda a quem quer que seja para salvar nosso sistema representativo.

Sim, esse mesmo sistema representativo que todos os dias os editoriais do Estadão e de muitos outros jornais ajudam a desmoralizar, a esculhambar, a retratar como um ninho de bandidos, é esse sistema que eles conclamam que seja salvo. Avante, ‘companheiros’!

Dilma é acusada de ‘descaramento’ por conta do tal decreto. Aí descobrimos para que serve o cavalo do Estadão: para ajudar a escrever editoriais com coices.

Exorcistas de papel

Em momento algum o Editorialíssimo Jornal, do alto de sua cavalgadura, abandona a postura autoritária e de tutela da opinião pública. Jamais passou, por baixo das patas de suas ferraduras, a ideia de recomendar ao leitor um cuidado básico: o de ler o decreto.

O jornal, como sempre, confia no poder de seu berrante de produzir o efeito manada nos que compram suas páginas. Espera que simplesmente ruminem sobre o decreto: ‘não li e não gostei’.

Quem puder ler a norma verá que a mesma restringe-se a dar recomendações à administração pública federal. Nem Estados, nem Municípios, nem o DF estão obrigados a segui-la.

A Câmara, o Senado e o STF, invocados pelos exorcistas de papel, não têm nada a ver com a coisa e podem permanecer sem sociedade civil, se assim preferirem, no intuito de agradar o jornal.

Sabem qual o grande perigo do decreto? O grande perigo é o de serem criados conselhos e comissões de políticas públicas; conferências nacionais; ouvidorias; mesas de diálogo; fóruns interconselhos; audiências públicas; consultas públicas; e ambientes virtuais de participação social.

Se é disso que o Estadão tem medo, é bom esconder-se debaixo da cama imediatamente, pois, com esse decreto, o bicho vai pegar.


(*) Antonio Lassance é cientista político.

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Fonte:http://www.cartamaior.com.br/?/Coluna/O-Estadao-contra-a-participacao/31047

Vendeta Joaquina: JB sai de cena jogando a última boia para a oposição

31.05.2014
Do blog AMORAL NATO
Por Fábio Lau

Não poderia ser mais previsível a saída antecipada da cena política do presidente do STF, Joaquim Barbosa. Sem apoio entre seus pares, advogados, juízes e boa parcela da opinião pública desencabrestada dos princípios da velha mídia, Joaquim reproduz a imagem do filho arrogante que sai para enfrentar o mundo e, despreparado, enfia a soberba no saco e pede "penico", como se diz no jargão popular.

Mas ele não haveria de ficar só. O motivo de sua saída, clara e cristalinamente vinculada a esta falta de apoio e que em breve vai desaguar em revisão de seus atos, interna e possivelmente até na OEA, vai aos poucos se transmutando em medo. O sentimento que ele provocou naqueles cujo futuro dependia do seu jamegão, como os condenados da AP 470, agora recaiu sobre o próprio JB.

Barbosa sabe que vai virar pó mais rapidamente do que poderia supor. E é nessa hora que os pulhas se unem para tentar tirar dele uma última casquinha. Querem atribuir o refugo do alazão premiado ao receio de vingança. Logo ele, o entalhador da dita vendeta joaquina, o impiedoso magistrado que despreza colegas e livros na hora de aplicar ou revisar sentença, teme experimentar do próprio veneno.

Mas é mentira. Não é esta a razão de sua saída. O isolamento, o desprezo geral do Mundo Jurídico, a concretização da pouca afinidade com a condução serena do ofício, são, sim, as razões da sua derrocada. Mas vem a velha mídia dizer que ele sai por estar sob ameaça daqueles que encarcerou ilegalmente. É, portanto, um fato raro: o carrasco se borra diante do espancado.

Ele sai deixando um legado de mentira. E, como última tentativa de resgatar algum apoio, um aumento substancial do salário dos magistrados e procuradores federais para que todos nós paguemos a conta. Estarão eles, por obra e graça de JB, recebendo mais do que a presidenta da República. Em mais um claro sinal de desrespeito a legislação.

Joaquim, o homem do apartamento em Miami, do BO desaparecido, do salário da Uerj, da carona em avião de carreira para o Caribe, o amigo dos coxinhas da mídia, sai da vida pública para entrar na história dos homens que nem deveriam ter sido chamados a ela

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Fonte:http://amoralnato.blogspot.com.br/2014/05/vendeta-joaquina.html

IstoÉ: calúnia tem acento

31.05.2014
Do blog AMORAL NATO

IstoÉ: calúnia tem acento
Por Renato Rovai

A revista IstoÉ desta semana traz uma suposta reportagem associando a revista Fórum a um bunker petista financiado pela prefeitura de Guarulhos para caluniar e difamar o senador Aécio Neves. A matéria pode ser lida aqui. Começa com um erro crasso de português no título. O jornalismo da revista escreveu “calunia”. Assim mesmo, sem acento. Talvez num ato falho, já que a matéria assinada por Josie Jeronimo e Raul Montenegro é de ponta a ponta caluniosa e difamatória. Uma peça feita sob medida e com dois objetivos claros.
O primeiro, intimidar os anunciantes da Fórum porque a enxerga como uma ameaça. IstoÉ não é hoje nem uma sombra do que foi no passado. Trata-se de uma revista em decadência que, segundo o Alexa, um dos sites que mensura audiência na internet, está simplesmente 12 mil posições atrás da Fórum no ranking global. Ou seja, já faz tempo que IstoÉ não tem prestígio, mas agora também não tem leitores. E por isso mesmo não deveria ter anúncios, mas eles ainda pululam em suas páginas, como o do Banco do Brasil, que joga dinheiro fora ao ter um banner patrocinando, por exemplo, a matéria que atacou a Fórum. Ou seja, com essa matéria, a IstoÉ se associa a O Globo que ligou para todos os nossos anunciantes fazendo perguntas intimidatórias há pouco mais de um mês. O segundo objetivo é criar uma peça jornalística que leve o Ministério Público a investigar as relações da Fórum com a prefeitura de Guarulhos.
Em relação ao primeiro objetivo, como editor e responsável pela publicação, não poderei ajudar o time do Alzugaray. Eles vão ter de se virar sozinhos. Continuaremos fazendo jornalismo relevante e respeitado e por este motivo nossa audiência tende a continuar crescendo. E isso provavelmente nos levará a cada dia a ter mais leitores do que IstoÉ, que certo dia já foi a segunda maior revista do Brasil. Aliás, a única informação correta da matéria da IstoÉ é a de que a Fórum tem aproximadamente 300 mil page views ao dia. É isso mesmo, são de 5 a 6 milhões de page views e mais de 2 milhões de leitores por mês. Algo que Isto É vai ter que comer muita arroz e feijão para ter.
Em relação ao segundo objetivo da família Alzugaray, serei generoso. Na segunda-feira, o departamento jurídico da Fórum vai ser acionado para ir ao Ministério Público, localizar se de fato há algum promotor nos investigando e, se houver, vamos entregar a ele o contrato de inserção publicitária com a Prefeitura de Guarulhos. O promotor não terá o trabalho de nos intimar. Mas vamos fazer mais. Fórum desafia publicamente IstoÉ a mostrar todos os contratos que a revista tem e teve nos últimos 11 anos com o governo de Minas Gerais (tempos de gestão tucana) e nós apresentaremos todos os contratos que Fórum teve nos últimos 14 anos (tempo de gestão petista) na prefeitura de Guarulhos. Simples assim.
IstoÉ não procurou ninguém da Fórum
Na matéria assinada por Josie Jeronimo e Raul Montenegro há o seguinte trecho: “ISTOÉ entrou em contato com o blogueiro (Eduardo Guimarães), com a revista “Fórum” e com a prefeitura questionando o montante pago em publicidade, mas não recebeu resposta até o fechamento desta edição”. Não posso responder pela Prefeitura nem por Eduardo Guimarães, mas Fórum não foi procurada pelos repórteres. Seria interessante que em nome da credibilidade que imagino eles devem querer resguardar, que apresentem provas de que me ligaram, enviaram e-mail ou que tentaram me acessar, por exemplo, pelo Facebook.
A revista também diz que Fórum “replicou a opinião de um blogueiro que insinua envolvimento do senador do PSDB com entorpecentes”. O artigo que IstoÉ faz menção é este de Kiko Nogueira, do Diario do Centro do Mundo (DCM). Não há nele nenhuma insinuação ao uso de drogas por Aécio Neves. Quem insinuou isso foi boa parte do Mineirão no jogo Brasil e Argentina, em 2008. E talvez também por isso a jornalista Letícia Duarte, do Zero Hora, tenha tratado do tema numa entrevista coletiva. O artigo de Kiko só faz uma reflexão sobre a oportunidade de se tratar deste tipo de assunto. E diz que perguntas como essa já foram feitas a Obama que as teria respondido de forma civilizada.
Não tem essa de quanto é…
Aécio já resolveu todos os problemas que tinha com a mídia tradicional e sabe que nada mais que lhe atinja será publicado nos jornalões. Mas ele também sabe que não terá espaço para fazer acordo de qualquer espécie com publicações como a revista Fórum. E por isso vai tentar nos calar inflando reportagens caluniosas e difamatórias como a da Isto É e ao mesmo tempo judicializando tudo que estiver ao seu alcance. Aviso ao senador, vai ter trabalho.
Fórum nasceu em 2001, antes de Lula se eleger presidente da República. E viveu duríssimos momentos em sua existência. Mas nem por isso deixou de fazer o jornalismo que acredita e julga necessário. E não será a prática coronelista de quem gosta de uma imprensa sabuja e aos seus pés, como é quase que totalidade da mídia mineira, que vai nos intimidar. Fórum e nem o seu editor tem medo de Aécio Neves. Ao mesmo tempo ele não será atacado (como nunca foi) de forma leviana em nosso veículo. Será criticado pelas suas posições políticas. E pelas ideias e práticas políticas que consideramos um atraso para o país. Entre estas práticas, e esta reportagem da IstoÉ já deixa claro, é a da intimidação a veículos de imprensa que não lhe batem continência. Senador, não nos conhecemos pessoalmente, mas provavelmente na cobertura desta eleição venhamos a nos trombar. Serei respeitoso como sou com todos aqueles que entrevisto. Mas é bom que o senhor saiba que a Fórum não faz jornalismo na base das negociatas. Até por isso ninguém trata a nossa revista no mercado pelo sugestivo apelido de Quanto é. Com a Fórum, senador, o buraco é mais em cima.
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Fonte:http://amoralnato.blogspot.com.br/2014/05/istoe-calunia-tem-acento.html

JB está preso à AP 470

31.05.2014
Do blog MEGACIDADANIA, 29.05.14

Aí JB está preso à AP 470
Sanear é uma palavra forte, mas ela define com perfeição a conduta que o STF tem a obrigação, doravante, de implementar.

É necessário sanear o STF (clique aqui).

Barbosa e suas barbaridades afrontaram o estado democrático de direito.

Esclarecendo ERROS JB até qd
Qualquer pessoa fica impressionada quando lê alguns dos documentos ocultados por ele, no ainda sigiloso inquérito 2474 (clique aqui e leia: QUEM TEM MEDO DO 2474 ?). 

JB quer distancia do assunto AP 470 - ele afirmou isso de forma enfática (clique aqui) - pois sabe que induziu e manipulou os demais ministros, ao impedir que documentos, laudos e perícias fossem analisados e por isso os ocultou, flertando, s.m.j., com a fraude processual. Lembrando que assim também impediu a ampla defesa.

JB preso à AP 470
É fundamental que se realizem manifestações democráticas de repúdio à conduta de JB. Na porta do STF, na porta da casa dele e em qualquer lugar que ele vá. E pelas redes sociais, divulgar sempre e sempre as ilegalidades (clique aqui) para que mais pessoas tenham acesso a estas importantes informações.

Ele foi determinante para que ocorressem ilegalidades e injustiças, portanto ele está definitivamente preso à AP 470.


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Fonte:http://www.megacidadania.com.br/jb-esta-preso-a-ap-470/

MANIPULAÇÃO DO PODER ECONÔMICO: Os oráculos da pilantragem

31.05.2014
Do blog ESQUERDOPATA, 30.05.14


A Comissão Europeia acusou, formalmente, na semana passada, os bancos HSBC, Crédit Agricole e JP Morgan, de promover acordos, por debaixo do pano, para manipular a taxa interbancária EURIBOR - que afeta diretamente o custo dos empréstimos para os tomadores.

Do golpe, participavam também o Barclays, o Societé Generále, o Royal Bank of Scotland, e o Deutsche Bank, já condenados, pelo mesmo crime, em dezembro, a pagar multa de mais de um bilhão de euros.
   
O Deutsche, maior banco da Alemanha, teve de ser capitalizado em 8 bilhões de euros, esta semana, para não quebrar. O Banco Espírito Santo, de Portugal, também a ponto de quebra, foi acusado, pela KPMG, de graves irregularidades em suas contas. E o Crédit Suisse foi condenado a pagar 2.6 bilhões de dólares à justiça dos EUA, por favorecimento ao desvio de divisas e à sonegação de impostos. 

Para Bertold Brecht, era melhor fundar um banco que assaltá-lo. E Bernard Shaw lembrava que não há diferença entre o pecado de um ladrão e as virtudes de um banqueiro.

O mundo muda. Hoje, uma diferença de menos de 2% separa o peso das seis maiores economias emergentes das seis maiores economias “desenvolvidas” e as reservas em mãos do primeiro grupo quase triplicam as do segundo.

Mas, no Brasil, continuamos ouvindo, como se fossem oráculos, a opinião dos banqueiros estrangeiros, que só estão em nosso país para organizar a espoliação sistemática de nossas riquezas e do nosso mercado.

Lá fora, a opinião pública chama essa gente de banksters (foto) unindo em uma só palavra o termo bankers (banqueiro) e gangsters (bandidos). 

Aqui, o que diz um representante deles - que estão quebrando ou são acusados de crimes em seus países de origem - é sagrado.

Independente de quem estiver no poder no governo, o Brasil, se quiser continuar atraindo dinheiro externo, precisa estabelecer instrumentos próprios de defesa da imagem do país lá fora, criando, como se está projetando fazer com os BRICS, agências próprias de qualificação, bancos de fomento, fundos de reserva, etc.

Até mesmo porque a credibilidade das principais agências de qualificação que existem hoje está tão baixa, no exterior, quanto à dos bancos, aos quais tantas vezes se aliam e protegem, para enganar e pilhar países e correntistas.    

É preciso que aprendamos a não dar ouvidos aos enganosos oráculos da pilantragem.

Assim como no Brasil, na China os maiores bancos são estatais, e a dependência de capital externo no mercado financeiro é – até por uma questão estratégica - marginal e quase irrelevante.

A diferença que existe entre nós e eles – prestes a se transformar na maior economia do planeta – é que, no Brasil, a opinião de instituições externas, acusadas de envolvimento em duvidosos episódios e nas últimas crises internacionais, orienta e pauta as ações do governo, e vai para a primeira página dos jornais.

Em lugares como Pequim e Xangai, o país, os empreendedores e os consumidores, estão se lixando, redondamente, para a opinião dos bancos ocidentais.
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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com.br/2014/05/os-oraculos-da-pilantragem.html

A calúnia da Istoé revela o bunker da corrupção midiática

31.05.2014
Do blog TIJOLACO
Por Miguel do Rosário


manipulacao
A Istoé presta um serviço sujo aos interesses políticos do PSDB e tenta manchar, com uma matéria ridícula em todos os sentidos, a reputação da revista Forum, e de seu editor, Renato Rovai, e do blogueiro Eduardo Guimarães.
É uma matéria covarde porque se insere na estratégia maquiavélica de tentar asfixiar financeiramente uma blogosfera que nunca viveu de verbas públicas (ao contrário da grande mídia), e sempre conviveu com enormes dificuldades financeiras.
E é ridícula porque tenta fazer seus leitores de trouxas. Ora, o “crime” da Fórum, segundo a Istoé, teria sido receber, honestamente, comercialmente, transparentemente, R$ 5 mil para veicular anúncio da prefeitura de Guarulhos.
Por causa de 5 mil reais! É muita cara de pau!
A matéria, contudo, tem um lado bom, que é revelar o pavor da mídia tradicional de perder espaço para veículos alternativos que, hoje, estão ficando muito fortes na internet. Em alguns casos, mais fortes até mesmo que ela, a mídia tradicional. O blog de Paulo Coelho na Globo costuma ter zero comentários. E olha que as chamadas do blog costumam aparecer na primeira página do site! Paulo Coelho, o escritor que mais vende livros no Brasil! De vez em quando eu entro no blog do Merval, só para ver quantas moscas andam zumbindo por lá. Geralmente, tem uns 2 ou 3 comentários, frequentemente fazendo troça do jornalista, com argumentos da nossa blogosfera! O blog da Miriam Leitão, a mesma coisa; tem meia dúzia de comentários, em geral acusando seu pessimismo doentio como fruto de interesse político.
A decadência da velha mídia é irreversível.
Por que o desespero? Porque a própria internet, ao forçar a transparência das contas públicas, revela a promiscuidade entre os órgãos do Estado responsáveis pelas publicidades institucionais e as velhas mídias.
Se você digitar o CNPJ da Istoé (43.525.419/0001-70) no google, vai descobrir inúmeros contratos de publicidade da revista com órgãos do Estado, de todas as instâncias. Muitos são de Furnas, por exemplo. Há também diversos contratos com o governo de São Paulo, do PSDB.
O que me chamou a atenção é que, em pleno 2013, a tabela de publicidade de Furnas vai na contramão de qualquer lógica de audiência e destina apenas 0,44% do total para internet. Já revistas impressas, que atualmente tem uma circulação infinitamente menor que a internet, abocanham 7% das verbas publicitárias da estatal.
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Um dos contratos de publicidade de Furnas para 2013
Essa lógica sem pé nem cabeça, de gastar muito mais com uma mídia com muito menos repercussão, se repete em todos os aparelhos de Estado.
Estima-se que o Estado brasileiro, nas suas diversas instâncias, gaste mais de R$ 5 bilhões em publicidade institucional.
Os velhos esquemas entre poder público, agências de publicidade e a velha mídia estão ficando em evidência, e a sociedade não tardará a entender que eles refletem uma mentalidade atrasada e possíveis esquemas de corrupção.
O mundo da publicidade tem um esquema de propina para agências de publicidade, legalizado e a céu aberto, que são os bônus de volume. A mídia recebe dinheiro público para veicular publicidade institucional e repassa gordas comissões às agências.  Por isso elas não investem na internet, porque isso as obrigaria a distribuir a verba para um número muito grande de pequenos e médios agentes de mídia, os quais não teriam interesse, nem capital de giro, para lhes retribuir da mesma maneira.
Temendo um futuro que já morde seus pés, a mídia tradicional se desespera. Sua única esperança é uma vitória do PSDB, porque esse é um aliado orgânico dos barões da velha imprensa. Ainda não sei se a velha imprensa é uma grande assessoria do PSDB, ou se o PSDB é apenas um braço partidário da mídia.
O ataque à Fórum então cumpre dois objetivos:
1)  sufocar e desqualificar os únicos meios pelos quais a sociedade pode criticar os tucanos, que são as revistas de orientação progressista, como a Forum, e os blogs;
2) manter intactos os velhos esquemas da publicidade oficial. É preciso intimidar qualquer tentativa de romper a lógica mafiosa que hoje impera, segundo a qual governos ou estatais não podem anunciar na internet.  Anunciar na Istoé pode, é bom, é legal. Anunciar no site da Forum, no blog do Eduardo Guimarães, é crime.  Esperemos que os governos não se deixem manipular por essas chantagens e decidam, cada vez mais, investir na internet ao invés de jogar dinheiro público fora anunciando em revistas que ninguém mais lê.
Outro ponto ridículo e incoerente da matéria da Forum é que ela acusa a existência de um “bunker da calúnia”, mas ela  mesma, na própria matéria, faz o papel que atribui à prefeitura de Guarulhos. Ela, a revista Istoé, revela-se um bunker de calúnias. A serviço do PSDB.
E não é por R$ 5 mil. É por milhões de reais.  As revistas brasileiras ganham milhões do poder público, em anúncios, em compras em massa de assinaturas (sempre sem licitação), em “apostilas” de educação. A mídia brasileira recebe todo tipo imaginável de “mensalões” do poder público.
Um relatório do Instituto de Acompanhamento de Publicidade ( IAP), que compila o valor gasto por dezenas de estatais federais e estaduais, informa que a empresa que controla a Istoé recebeu, apenas em 2011, R$ 15 milhões.
Relacionei abaixo os veículos que traziam o mesmo CPF da Editora Três, proprietária da Istoé, e quanto receberam das  instituições públicas (a maioria federais) listadas pelo IAP,  em 2011:
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Somando os valores acima, chega-se a um total de R$ 15 milhões.
Isso em apenas em um ano, se multiplicarmos esses R$ 15 milhões por todos os anos em que a revista tem recebido verbas públicas federais, e se acrescentarmos os recursos que ela recebe de governos estaduais, prefeituras, enfim, de todo o aparelho de Estado, quanto daria? Centenas de milhões de reais?
E isso num momento em que as pessoas têm lido cada vez menos revistas impressas e muito mais internet…
Eu tentei ainda pesquisar a publicidade institucional do governo de Minas Gerais, mas não consegui passar do filtro anti-spam. Tente você entrar lá, se tiver um tempo.
É esta empresa que pretende criminalizar a Forum, que tem audiência muito superior à Istoé, por ter recebido míseros R$ 5 mil da prefeitura Guarulhos?
Abaixo, a resposta de Rovai às calúnias da Istoé.
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IstoÉ: calúnia tem acento
Por Renato Rovai, na Revista Forum
A revista IstoÉ desta semana traz uma suposta reportagem associando a revista Fórum a um bunker petista financiado pela prefeitura de Guarulhos para caluniar e difamar o senador Aécio Neves. A matéria pode ser lida aqui. Começa com um erro crasso de português no título. O jornalismo da revista escreveu “calunia”. Assim mesmo, sem acento. Talvez num ato falho, já que a matéria assinada por Josie Jeronimo e Raul Montenegro é de ponta a ponta caluniosa e difamatória. Uma peça feita sob medida e com dois objetivos claros.
O primeiro, intimidar os anunciantes da Fórum porque a enxerga como uma ameaça. IstoÉ não é hoje nem uma sombra do que foi no passado. Trata-se de uma revista em decadência que, segundo o Alexa, um dos sites que mensura audiência na internet, está simplesmente 12 mil posições atrás da Fórum no ranking global. Ou seja, já faz tempo que IstoÉ não tem prestígio, mas agora também não tem leitores. E por isso mesmo não deveria ter anúncios, mas eles ainda pululam em suas páginas, como o do Banco do Brasil, que joga dinheiro fora ao ter um banner patrocinando, por exemplo, a matéria que atacou a Fórum. Ou seja, com essa matéria, a IstoÉ se associa a O Globo que ligou para todos os nossos anunciantes fazendo perguntas intimidatórias há pouco mais de um mês. O segundo objetivo é criar uma peça jornalística que leve o Ministério Público a investigar as relações da Fórum com a prefeitura de Guarulhos.
Em relação ao primeiro objetivo, como editor e responsável pela publicação, não poderei ajudar o time do Alzugaray. Eles vão ter de se virar sozinhos. Continuaremos fazendo jornalismo relevante e respeitado e por este motivo nossa audiência tende a continuar crescendo. E isso provavelmente nos levará a cada dia a ter mais leitores do que IstoÉ, que certo dia já foi a segunda maior revista do Brasil. Aliás, a única informação correta da matéria da IstoÉ é a de que a Fórum tem aproximadamente 300 mil page views ao dia. É isso mesmo, são de 5 a 6 milhões de page views e mais de 2 milhões de leitores por mês. Algo que Isto É vai ter que comer muita arroz e feijão para ter.
Em relação ao segundo objetivo da família Alzugaray, serei generoso. Na segunda-feira, o departamento jurídico da Fórum vai ser acionado para ir ao Ministério Público, localizar se de fato há algum promotor nos investigando e, se houver, vamos entregar a ele o contrato de inserção publicitária com a Prefeitura de Guarulhos. O promotor não terá o trabalho de nos intimar. Mas vamos fazer mais. Fórum desafia publicamente IstoÉ a mostrar todos os contratos que a revista tem e teve nos últimos 11 anos com o governo de Minas Gerais (tempos de gestão tucana) e nós apresentaremos todos os contratos que Fórum teve nos últimos 14 anos (tempo de gestão petista) na prefeitura de Guarulhos. Simples assim.
IstoÉ não procurou ninguém da Fórum
Na matéria assinada por Josie Jeronimo e Raul Montenegro há o seguinte trecho: “ISTOÉ entrou em contato com o blogueiro (Eduardo Guimarães), com a revista “Fórum” e com a prefeitura questionando o montante pago em publicidade, mas não recebeu resposta até o fechamento desta edição”. Não posso responder pela Prefeitura nem por Eduardo Guimarães, mas Fórum não foi procurada pelos repórteres. Seria interessante que em nome da credibilidade que imagino eles devem querer resguardar, que apresentem provas de que me ligaram, enviaram e-mail ou que tentaram me acessar, por exemplo, pelo Facebook.
A revista também diz que Fórum “replicou a opinião de um blogueiro que insinua envolvimento do senador do PSDB com entorpecentes”. O artigo que IstoÉ faz menção é este de Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo (DCM). Não há nele nenhuma insinuação ao uso de drogas por Aécio Neves. Quem insinuou isso foi boa parte do Mineirão no jogo Brasil e Argentina, em 2008. E talvez também por isso a jornalista Letícia Duarte, do Zero Hora, tenha tratado do tema numa entrevista coletiva. O artigo de Kiko só faz uma reflexão sobre a oportunidade de se tratar deste tipo de assunto. E diz que perguntas como essa já foram feitas a Obama que as teria respondido de forma civilizada.
Não tem essa de quanto é…
Aécio já resolveu todos os problemas que tinha com a mídia tradicional e sabe que nada mais que lhe atinja será publicado nos jornalões. Mas ele também sabe que não terá espaço para fazer acordo de qualquer espécie com publicações como a revista Fórum. E por isso vai tentar nos calar inflando reportagens caluniosas e difamatórias como a da Isto É e ao mesmo tempo judicializando tudo que estiver ao seu alcance. Aviso ao senador, vai ter trabalho.
Fórum nasceu em 2001, antes de Lula se eleger presidente da República. E viveu duríssimos momentos em sua existência. Mas nem por isso deixou de fazer o jornalismo que acredita e julga necessário. E não será a prática coronelista de quem gosta de uma imprensa sabuja e aos seus pés, como é quase que totalidade da mídia mineira, que vai nos intimidar. Fórum e nem o seu editor tem medo de Aécio Neves. Ao mesmo tempo ele não será atacado (como nunca foi) de forma leviana em nosso veículo. Será criticado pelas suas posições políticas. E pelas ideias e práticas políticas que consideramos um atraso para o país. Entre estas práticas, e esta reportagem da IstoÉ já deixa claro, é a da intimidação a veículos de imprensa que não lhe batem continência. Senador, não nos conhecemos pessoalmente, mas provavelmente na cobertura desta eleição venhamos a nos trombar. Serei respeitoso como sou com todos aqueles que entrevisto. Mas é bom que o senhor saiba que a Fórum não faz jornalismo na base das negociatas. Até por isso ninguém trata a nossa revista no mercado pelo sugestivo apelido de Quanto é. Com a Fórum, senador, o buraco é mais em cima.
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