quarta-feira, 14 de maio de 2014

Blogueiro do Pará estoura mensalão do PSDB no estado!

14.05.2014
Do blog CAFEZINHO
Por  Miguel do Rosário
 
Cara, eu adoro a blogosfera! Quando você pensa que está tudo perdido. Que os tucanos vão conseguir enganar a população com suas mentiras diárias na mídia, eis que surge um blog para desmascará-los. E agora, lá em cima, no norte! BASTIDORES DO PODER: A relação nada republicana entre o Governo do Pará, o jornalista Ronaldo Brasiliense, o marqueteiro do governo e o jornal O Liberal Por Paulo Leandro Leal, no Vionorte. Orly, Brasiliense e Jatene: relação nada republicana Governo do Pará paga grana preta à figurão da imprensa para atacar adversários políticos. Jornalista Ronaldo Brasiliense, colunista do jornal O Liberal, pede benção a marqueteiro do governo antes de publicar matérias contra políticos da oposição Um governo sério e ético deve manter uma relação republicana com a imprensa, mantendo distância principalmente da imprensa marrom, aquela que se transforma em pena de aluguel a serviço dos poderosos.
 
Um jornalista sério e ético deveria manter um distanciamento do governo e do poder, e nunca se transformar num serviçal do poder. No Pará, as coisas não funcionam assim. O governo do Tucano Simão Jatene repassa gordas quantias para o jornalista Ronaldo Brasiliense atacar – num panfleto denominado O Paraense – políticos da oposição. O mesmo jornalista mantém uma intensa, próxima e cúmplice relação com o marqueteiro do governo, o publicitário Orly Bezerra, chegando a submeter ao crivo do publicitário matérias antes mesmo de sua publicação, no jornal O Liberal. Este enredo nada republicano e que tem tudo para se tornar alvo de investigação do Ministério Público foi revelado a partir de documentos que uma fonte do site VioNorte teve acesso.
 
A fonte, que pediu anonimato, mas se prontificou a ir à Justiça confirmar a forma como acessou as informações, teve acesso às revelações graças a um descuido. De passagem pela cidade de Santarém, o jornalista Ronaldo Brasiliense fez uso dos serviços de uma lanhouse, mas não fechou seu e-mail antes de sair do local, deixando o aberto. A nossa fonte foi a pessoa seguinte a usar o computador e, ao perceber que o e-mail estava aberto e que havia um conteúdo explosivo, fez cópias de mensagens reveladoras. O jornalista Ronaldo Brasiliense é um figurão da imprensa paraense. Recebeu várias premiações, algumas nacionais, e trabalhou em veículos com repercussão nacional. Hoje, é colunista do jornal O Liberal, onde responde pela coluna Por Dentro, publicada aos domingos.
 
A ênfase com que Brasiliense defende o governo do tucano Simão Jatene e ataca os adversários políticos do governador já é conhecida, mas o jornalista usava uma suposta áurea de sério e ético para vender a mensagem de que era, na verdade, um defensor da ética na política. Suas vítimas seriam todos políticos malfeitores. Mas a verdade é bem diferente. Brasiliense é remunerado – e muito bem – para defender o governo e atacar seus adversários. Ele mantém um panfleto político intitulado O Paraense, que sempre aparece em épocas de eleições. Seu “jornal”, que cantas as glórias do governo tucano e sataniza políticos da oposição, é na verdade um instrumento político-eleitoral bancado com dinheiro público. Isso mesmo. Você, leitor, que paga impostos, é quem banca o jornalzinho a serviço dos interesses do tucanato paraense. Isso fica muito claro num documento denominado Pedido de Inserção (PI), enviado pela agência de Orly, a Griffo, para o e-mail de Brasiliense. PI da Griffo para Brasiliense: Grana preta para falar mal da oposição O PI autoriza a publicação de duas propagandas do governo na última edição de O Paraense, que foi distribuída no final do mês de abril.
 
A capa do jornal traz uma entrevista requentada para atacar o senador Jader Barbalho, cujo filho, Helder, disputará o governo do Estado com o tucano Simão Jatene. Valor do pagamento: R$ 35.0000,00. Uma quantia absurda considerando a circulação do jornal, que além de irregular é irrisória. O jornalzinho de Brasiliense é quinzenal, sendo que em todas as edições constam os “anúncios” do governo, sugerindo o pagamento de R$ 70.000,00 mensal ao jornalista. Se o pagamento for mantido, em um ano são quase um milhão de reais, dinheiro público que está sendo usado pelo governo, através de supostos anúncios, para atacar adversários políticos.
 
É um escárnio. Um escândalo num Estado onde o governo alega não ter dinheiro para manter os serviços mais básicos. Onde as estradas estão acabando, as pontes caindo, a segurança pública um caos e onde pessoas morrem nos corredores de hospitais sem atendimento médico. Quantas vidas seriam salvas com o dinheiro usado para a politicagem rasteira, repassado à sub-imprensa? AS BENÇÃOS DO MARQUETEIRO O jornalista Ronaldo Brasiliense parece mesmo ter deixado seu passado de glórias de lado para se tornar um mero serviçal do governo tucano. Esta relação fica clara nos e-mails trocados entre ele e o marqueteiro do governo, o poderoso Orly Bezerra, dono da agência Griffo. Orly controla praticamente todo o orçamento publicitário do governo, é amigo pessoal e um dos principais conselheiros do governador Simão Jatene. Brasiliense chega a submeter ao crivo do marqueteiro as notas, matérias, entrevistas e conteúdos publicados tanto no seu O Paraense quanto na sua coluna dominical Por Dentro, publicada pelo jornal O Liberal, das Organizações Rômulo Maiorana (ORM).
 
Trata-se de um escândalo de ordem moral, pois um jornalista jamais deve submeter sua produção ao crivo de terceiros a não ser ao seu editor. Muito menos trocar figurinhas com o marqueteiro-mor do governo, o que revela como é grande a imoralidade e a fedentina nos bastidores do poder no Pará. Brasiliense submete ao crivo de Orly matéria que publicaria no O Paraense No dia 22 de abril, antes do seu jornal O Paraense ser publicado, Brasiliense envia um e-mail para Orly, com uma entrevista requentada que seria a capa de seu jornal, e que atacava o senador Jader Barbalho (PMDB). Orly responde no mesmo dia, questionando se Brasiliense havia mesmo entrevistado “o cara” ou feito uma montagem. O jornalista responde que se trata de uma entrevista antiga, dada a uma revista sindical. Orly, em tom galhofeiro, responde, já no dia 23 de abril: “És um artista e não um totó, como a abestada da perereca de sacaneia e o Diário reproduz”.
 
O marqueteiro se refere ao blog A Perereca da Vizinha, que publicou denúncias contra o governo, e ao Diário do Pará, jornal da capital. Brasiliense pede benção de Orly em matéria antes de publicá-la em sua coluna em O Liberal No dia 1º de abril, Brasiliense envia uma mensagem a Orly, com o seguinte conteúdo: - Orly, caro. - Dá uma olhada ai e comenta. - É o abre da minha coluna de domingo. - Abraços. Ronaldo. Abaixo disso, uma matéria analítica com o título: “Paulo Rocha pode estar inelegível”. Paulo Rocha foi confirmado pelo PT como candidato ao Senado, apoiando a candidatura de Helder Barbalho ao governo. A “reportagem” é uma reunião de juridiquês que leva o leitor a acreditar que o petista está inelegível nas próximas eleições.
 
Aqui fica claro que Brasiliense troca figurinhas e submete ao crivo de Orly, como se pedisse sua benção, para publicar conteúdo contrário a políticos da oposição. Tudo isso num dos maiores jornais do Pará, O Liberal. E Orly dá a benção. Em resposta ao e-mail, ele manda: - Acho que a sua análise ta correta. Pronto, foi dada a benção. Agência Pará – Os e-mails de Brasiliense são mesmo reveladores. Sugere inclusive que a própria estrutura da Agência Pará de Notícias, ligada à Secretaria de Comunicação do governo, esteja sendo usada para fins políticos eleitorais, e não somente informar à população sobre as ações governamentais. É o que sugere um e-mail enviado a Brasiliense pelo jornalista santareno Alailson Muniz, correspondente da Agência Pará no oeste paraense. O assunto do e-mail já é revelador: “Manda texto contra Jader”.
 
Na mensagem, Alailson solicita que Brasiliense mande material contra o senador da oposição, e diz que está “a disposição”. E assina como correspondente da Agência Pará. O jornalista santareno mantém um blog e edita um jornal local e foi contratado pelo governo a pedido do vice-governador, Helenilson Pontes. Alailson, correspondente da Agência Pará, pede a brasiliense material contra Jader Confira no blog Vionorte mais documentos sobre o tema. - See more at: http://www.ocafezinho.com/2014/05/14/blogueiro-do-para-estoura-mensalao-do-psdb-no-estado/#sthash.6ESA16Rt.dpuf
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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2014/05/14/blogueiro-do-para-estoura-mensalao-do-psdb-no-estado/

PSDB, O PARTIDO DO ATRASO: A diferença entre o medo e o medo

14.05.2014
Do BLOG DO GADELHA
 
O PT fez o que a mídia imediatamente chamou de “vídeo do medo”, associando-o ao comercial de Regina Duarte, em 2002, contra Lula. "PT aposta no medo na propaganda do partido" mancheteou o GloboOn de ontem. E depois: "O marqueteiro João Santana produziu um vídeo plagiando o polêmico e criticado discurso do medo, usado pelo PSDB na campanha de 2002". Faz sentido. Não tem como não associar um ao outro.  Ao invés do tradicional clima alegre, festivo, que costuma povoar as propagandas partidárias, vem um vídeo mais tenso. Mas há uma diferença abismal entre a propaganda do PT deste ano e a do Serra de 2002.
 
Em primeiro lugar, Regina Duarte, como atriz global de prestígio, dirigia-se pretensamente a “todo o povo brasileiro”, mas era mais especificamente à classe média que partia de corpo e alma para abraçar Lula – sem medo de ser feliz. O vídeo petista deste ano dirige-se bem claramente – com muita precisão, aliás – à Nova Classe C. E faz bem em fazer isso. Quero mais uma vez lembrar o que escrevi aqui, em abril de 2011 (“Povão” ou “Classe Média”: em defesa de Fernando Henrique), analisando um texto do ex-presidente tucano: FHC ainda demonstra mais um momento de lucidez ao aconselhar o partido “a priorizar as novas classes médias, gente mais jovem e ainda não ligada a partido nenhum e suscetível de ouvir a mensagem da socialdemocracia”. Ele está apostando nas parcelas da nova classe média que vão procurar se adequar a novos valores, esquecer que um dia já foram "povão". Foi exatamente esse pensamento que motivou a nova propaganda do PT, certamente a partir de muitas pesquisas.
 
Parte do “povão” que virou “nova classe média” provavelmente deslocou-se para aquela faixa dos “indecisos”, mais suscetíveis ao chalrar tucano. Era necessário abrir os olhos para essa tagarelice. Daí o trabalho de recordar o passado recente. E essa é a grande diferença entre os dois medos. Regina Duarte trabalhou o medo do futuro, dirigido principalmente a quem sempre viveu bem.



O PT trabalhou o medo da volta a um passado recente, dirigido a quem sempre viveu mal, e agora está bem melhor. Pessoalmente, não gosto de propagandas tensas, porque me parece que se voltam contra quem faz. Mas reconheço que essa peça é muito bem produzida, inteligente e convincente. Só não atinge quem nunca precisou ter medo de ser infeliz.
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Fonte:http://blogdogadelha.blogspot.com.br/2014/05/a-diferenca-entre-o-medo-e-o-medo.html

LULA DEFENDE LEI DE MÍDIA: “CÓDIGO É DE 1962”

14.05.2014
Do portal BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/139778/Lula-defende-Lei-de-M%C3%ADdia-%E2%80%9CC%C3%B3digo-%C3%A9-de-1962%E2%80%9D.htm

DCM: RECURSO À OEA É “BOFETADA” NA JUSTIÇA BRASILEIRA

14.05.2014
Do portal BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/139780/DCM-recurso-%C3%A0-OEA-%C3%A9-%E2%80%9Cbofetada%E2%80%9D-na-Justi%C3%A7a-brasileira.htm

MANIPULAÇÃO DE JOAQUIM BARBOSA NO STF

14.05.2014
Do portal da Revista CartaCapital
Por Wálter Maierovitch

Há anos a Lei de Execução Penal não se aplica, mas Joaquim Barbosa decidiu fazê-la valer aos mensaleiros 

Joaquim Barbosa

Faz tempo que a Lei de Execução Penal foi esculhambada. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa sabe muito bem disso

Segundo a lei, o regime aberto deve ser cumprido em casa do albergado. Aos sábados, domingos e feriados, o albergado deveria ficar casa oficial (caso do albergado), receber a família e ouvir palestras ressocializantes.
Os governos não construíram casas de albergado. Então, a jurisprudência dos Tribunais passou a conceder habeas-corpus para admitir que a pena fosse descontada em prisão albergue domiciliar, reservada, sempre consoante a lei, aos sentenciados com mais de 70 anos e às gestantes.
Os governos também não construíram estabelecimentos para cumprimento, no seu interior, de pena semi-aberta. Os velhos estabelecimentos agrícolas e industriais, há anos, não mais realizam atividades internas.
Assim, e por exemplo, os presos em regime semi-aberto passaram a sair dos institutos agrícolas e industriais para trabalho externo. Mais um desvirtuamento da LEP (Lei de Execução Penal).
Mas, só agora, o ministro Barbosa percebe o desvirtuamento. Algo que ocorre há mais de 15 anos.
Atenção: não estou a defender José Dirceu, Delúbio e outros. Sei bem quem eles são e o que foram capazes de fazer. Mais, como prejudicaram o ex-presidente Lula. Aliás, receberam penas muito brandas. Corrupção é crime gravíssimo pois priva a legitimação dos órgãos e agentes do poder do Estado.
Barbosa, no caso, usa a interpretação literal da LEP. Só que ela não se aplica faz muitos anos. E o trabalho externo nunca, infelizmente, foi fiscalizado.
Querer consertar em cima de mensaleiros significa populismo judiciário.
Leia também
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Fonte:http://www.cartacapital.com.br/politica/populismo-judiciario-ii-5828.html

CORRUPÇÃO DO PSDB: Contratos das Labogen com governos tucanos chegam a R$164 mi; em SP, 67 mi

14.05.2014
Do blog VI  O MUNDO,08.05.14
Por  Conceição Lemes


Desde o desencadeamento da operação Lava Jato, em março,  as indústrias Medicamentos Labogen e Labogen Química, do doleiro Alberto Youssef, preso na ocasião, estão na mídia. Ambas foram usadas para lavagem de dinheiro, segundo a denúncia do Ministério Público Federal no (Paraná MPF-PR).

Inicialmente, elas ganharam todos os holofotes, porque o deputado federal paranaense André Vargas (ex-PT, atualmente sem partido), foi flagrado pela Polícia Federal (PF) em troca de mensagens com Youssef.  Ele seria suspeito de fazer lobby a favor das organizações Labogen no Ministério da Saúde na gestão de Alexandre Padilha, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo. O ex-ministro nega interferências e está interpelando judicialmente Vargas.

O fato é que:

1) Como a denúncia foi feita pelo MPF-PR, a mídia passou a impressão de que o esquema se restringia ao Paraná, até porque Youssef é de Londrina. Omitiu, assim, que as organizações Labogen estão sediadas em São Paulo.

2) Com base no que se sabe até agora,  elas não têm contratos firmados com o Ministério da Saúde, desde o final do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Inclusive, balanço de 2001 da Labogen Química mostra que na época ela recebeu financiamento do Banco do Brasil e da Finep.


3) Em 1999, na gestão José Serra (PSDB), a Medicamentos Labogen fechou contratos no valor de R$ 30,8 milhões com o Ministério da Saúde, revelou o Tijolaço.Em valores corrigidos até março deste ano somam R$ 97,4 milhões.

4) Youssef é um dos doleiros envolvidos no maior escândalo do Brasil, o do Banco Estado do Paraná ou Banestado, que atinge fortemente a mídia e o governo FHC. Entre 1996 e 2002, mais de US$ 84 bilhões foram retirados indevidamente do Brasil via contas CC5 do Banestado.

Curiosamente, à medida que se descobrem ligações das indústrias Labogen com os tucanos, o noticiário sobre elas vai minguando. E talvez diminuam ainda mais.

Além de contratos com o Ministério da Saúde na gestão Serra, a Medicamentos Labogen vendeu diretamente para a Fundação Remédio Popular (Furp), do governo do Estado de São Paulo, de 1999 a 2005.

A Furp também firmou vários contratos com a Piroquímica Comercial, oficialmente de Pedro Argese Júnior. Só que ele é testa de ferro do doleiro Alberto Youssef, segundo o MPF-PR. Os contratos foram entre 1999 e 2007, consequentemente nos governos Covas, Alckmin e Serra.

Esses dados foram obtidos em levantamentos feitos no Sistema de Gerenciamento da Execução Orçamentária (Sigeo) e no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

Até agora, pelo que apuramos, os contratos da Furp com a Medicamentos Labogen somam R$ 14 milhões; em valores corrigidos, aproximadamente R$ 28 milhões.

Os com a Piroquímica atingem R$ 20 milhões; em valores corrigidos, cerca de R$ 39 milhões.

Resultado: os contratos das indústrias Labogen e Piroquímica com os governos tucanos de São Paulo chegam a R$ 67 milhões.


Entretanto, eles não aparecem na denúncia do MPF-PR, que estranhamente só quebrou o sigilo das empresas denunciadas na Operação Lava Jato a partir de 2008.

Explico. No pedido ao MPF-PR ao juiz federal, solicitando o indiciamento da “quadrilha”, os promotores argumentam que em “data não precisada nos autos, mas sendo certo, que desde 2008 até 17 de março de 2014”, as pessoas listadas “integraram uma das organizações criminosas comandadas pelo doleiro Alberto Youssef”.

Ou seja, O MPF-PR diz que não foi possível identificar o início do esquema. O que é intrigante por várias razões:

1) Youssef é um velho conhecido do MPF-PR, já que operou no esquema de evasão de divisas no caso Banestado.

2)As empresas investigadas de Youssef já existiam antes de 2009. E se elas lavaram dinheiro depois, por que não teriam lavado antes?

3) Se os promotores não sabiam quando começou, por que não se investigou?

4)A denúncia do MPF-PR menciona a MO Consultoria, de São Paulo, criada em 2004. De 2009 a 2013, foram depositados na conta dessa empresaR$ 89,7 milhões.

Segundo o MPF-PR, a integralidade dos valores recebidos por ela é ilícita e correspondia à parte significativa do montante que foi ocultado pelas operações bancárias pulverizadas para outras empresas como sendo do doleiro Youssef. Entre as quais, Labogen Química, Labogen Medicamento e Piroquímica, que, de 6 de janeiro de 2009 a 20 de junho de 2013, foram abastecidas em R$ 21,3 milhões.


Considerando que o MPF-PR admite que a lavagem de dinheiro do esquema do doleiro Alberto Youssef passava pela MO por que não quebrou o sigilo dessa empresa de 2004 a 2008?

Sem contratos fechados não há corrupção.

Os firmados pelas organizações Labogen com governos tucanos já chegam a R$ 164 milhões: R$ 97,4 milhões (gestão Serra, no Ministério da Saúde) + R$ 67 milhões (Furp, nas administrações Covas, Alckmin e Serra).

Será que a mídia vai investigar esses contratos realmente existentes ou se calará como fez com o propinoduto tucano? Só o tempo dirá.


Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/labogen.html

OS TUCANOS E A CPI FAZ-DE-CONTA:No reino das anedotas, papagaio é destronado por tucano

14.05.2014
Do portal da Agência Carta Maior, 
Por Antonio Lassance (*) 

Em São Paulo, alckmistas, serristas e covistas fizeram uma roda para transformar uma comissão parlamentar de inquérito em piada de salão.
Arquivo
O reino das anedotas já não é mais o mesmo. As piadas de papagaio perderam o posto para as de tucano.

Em São Paulo, alckmistas, serristas e covistas fizeram uma roda para transformar uma comissão parlamentar de inquérito em piada de salão. O que era para ser uma CPI para investigar pedágios tornou-se uma CPIADA.

Com maestria, conseguiram fazer do limão uma marmelada.

Gostemos ou não, precisamos reconhecer: os tucanos são inventivos. Inventaram a primeira CPI das galáxias feita não para investigar, mas para homenagear alguém. 

Em homenagem ao ex-governador Mário Covas, deputados estaduais do PSDB e seus aliados deram ao seu neto, Bruno Covas, o trabalho de presidir a Comissão que deveria investigar o avô e seus contratos que presentearam São Paulo com os pedágios mais caros do País. Justiça seja feita, uma obra de Covas continuada por seus herdeiros - Alckmin e Serra, que são "gente que faz".


Com isso, todos podem dormir tranquilos. O Triângulo das Bermudas paulista (Covas, Serra e Alckmin) será ungido por esta CPI isenta à condição de santíssima trindade do interesse público. Para evitar surpresas, a relatoria dessa mesma CPI está entregue ao PPS, o Partido que Paparica Serra.

Há muitos e muitos séculos, Júlio César, mesmo que todo-poderoso em Roma, lançou a máxima de que não basta ser honesto; é preciso parecer honesto. Os tucanos, ao contrário, não parecem preocupados nem com uma coisa e nem com outra.

(*) Antonio Lassance é cientista político.
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Fonte:http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/No-reino-das-anedotas-papagaio-e-destronado-por-tucano/4/30917