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sábado, 19 de abril de 2014

Escândalo com doleiro é tiro no pé do PSDB, diz Amaury Júnior

19.04.2014
Do blog TIJOLAÇO
Por Miguel do Rosário

-Amaury -cortando as asas-2
Tucanos, tremei. Ele está de volta. O homem que explodiu a falsa virgindade tucana, ao lançar o campeão de vendas Privataria Tucana, Amaury Ribeiro Júnior, afirma que tem documentos que provam que Alberto Yousseff, o doleiro que a mídia hoje só trata como “amigo de André Vargas”, deputado federal do PT, é na verdade uma bomba que pode estourar no colo do PSDB.
Isso porque as principais negociatas de Yousseff aconteceram durante a era tucana. Uma CPI para investigar Yousseff ou a Petrobrás acabaria, segundo Amaury, em Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor do BB, ex-caixa de campanha de Serra.
Amaury afirma que “quem montou o esquema de propinas na Petrobras foi o Youssef, não no governo do PT, mas no do PSDB”.
As observações de Amaury nos levam novamente a questão do domínio da narrativa da corrupção pela mídia. Assim como ocorreu com o mensalão, os jornalões conseguem transformar temas que poderiam servir para o Brasil combater antigos esquema de desvios de verba em cruzadas morais que visam exclusivamente desgastar o PT.
Com isso, os grandes escândalos nacionais: Banestado, privataria, Daniel Dantas, valerioduto, corrupção na Petrobrás, para dar alguns exemplos, são abafados ou manipulados, infelizmente às vezes com ajuda de setores corrompidos do Ministério Público. Procuradores têm o estranho costume de “errar gavetas” quando se trata de investigar escândalos tucanos. Outros se acham no direito de quebrar o sigilo telefônico de Brasília inteira por causa de uma fofoca de jornal, mas não ousam investigar pra valer as tramóias de um José Roberto Arruda, flagrado em vídeo contando dinheiro durante o chamado mensalão do DEM, e que permanece livre, leve e solto e candidato fortíssimo ao governo do Distrito Federal.
Leiam a matéria de Vasconcelos Quadros, do IG:
Doleiro ligado a Vargas é tiro no pé do PSDB, diz autor de livro
Por Vasconcelo Quadros – iG São Paulo | 19/04/2014 06:00
Alberto Youssef, ligado ao deputado petista André Vargas, já teria operado para Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor do BB e ex-caixa de campanha do ex-ministro José Serra
A empenho de figuras do PSDB para a criação da CPI da Petrobras pode se transformar em um tiro no pé dos próprios tucanos. A observação é do jornalista Amaury Ribeiro Jr, autor de “A Privataria Tucana”, livro que denuncia irregularidades na privatização das teles e um suposto esquema de evasão de divisas para paraísos fiscais durante o governo Fernando Henrique Cardoso.
O livro traz uma revelação que parece ter sido esquecida pelos tucanos ávidos pela criação da CPI da Petrobras: o doleiro Alberto Youssef, ligado agora ao deputado André Vargas (PT-PR), já teria operado para Ricardo Sérgio de Oliveira, o ex-diretor internacional do Banco do Brasil e ex-caixa de campanha do ex-ministro José Serra, duas vezes candidato derrotado à Presidência.
“Quem montou o esquema de propinas na Petrobras foi o Youssef, não no governo do PT, mas no do PSDB”, afirma o jornalista. “Ele havia feito a mesma coisa no Caso Banestado”, lembra Amaury. No livro, ele relata que entre 1996 e 1997 o doleiro enviou para Nova York, por meio de uma off-shore, a June International Corporation, US$ 56 milhões descobertos em uma subconta bancária hospedada na Beacon Hill Service Corporation, uma espécie de conta-ônibus no Chase Manhattan (hoje JP Morgan Chase). O dinheiro tinha como destino final uma agência das Ilhas Virgens Britânicas.
O esquema Banestado alimentou a remessa de US$ 30 bilhões que escoaram através de movimentações pelas CC-5 (Carta Circular nº 5, do Banco Central), criadas para permitir saques e depósitos de estrangeiros em trânsito cuja finalidade foi deturpada. Uma das pontas da imensa rede era operada por Youssef, que utilizava laranjas no Paraguai e no Uruguai para despistar o rastreamento bancário.
A conta tinha o sugestivo nome de Tucano e, segundo Amaury, era integralmente administrada pelo advogado americano David Spencer, procurador de Ricardo Sérgio de Oliveira. “Está se repetindo agora o mesmo que ocorreu no mensalão: o PT foi procurar um personagem que já operou para o PSDB”, diz Amaury. Ou seja: o Youssef, segundo o jornalista, é o Marcos Valério da Petrobras, uma segunda herança tucana ao PT na seara de malfeitos.
Pela voracidade com que os tucanos têm investido na criação da CPI da Petrobras, Amaury acha que as informações mais apimentadas de um suposto relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Justiça, ainda não vieram à tona. Pelos indícios do apurou, ele aposta, no entanto, que há matéria-prima para desgaste nos dois maiores partidos.
“Estou ansioso para ser chamado à CPI”, afirma Amaury, que diz ter guardado alguns documentos não revelados em “A Privataria Tucana”. O livro, já vendeu mais de 150 mil exemplares, traz também uma revelação que está sendo robustecida pelas novas investigações da Polícia Federal: a participação de doleiros em grandes esquemas de financiamento de tráfico de drogas no atacado.
No livro de Amaury, Youssef é apontado como um profissional eclético. O doleiro atuava, ao mesmo tempo, para tucanos de penas reais e traficantes barra pesada, como Fernandinho Beira Mar ou o bicheiro João Arcanjo Ribeiro, conhecido como comendador. Em Foz do Iguaçú, no rastro da Operação Lava Jato, a Polícia Federal descobriu doleiros financiando operações de alta envergadura no tráfico internacional.
O deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) tentou por duas vezes criar a CPI da Privataria. Delegado da Polícia Federal, o deputado investigou o caso e conhece o doleiro ao ponto de prever que ele fará, mais uma vez, acordo de delação privada para escapar de uma pesada sentença. Youssef estaria “no ponto” para ser ouvido numa CPI.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=16852

Consumo de maconha aumenta o risco de psicose em jovens, indica estudo

19.04.2014
Do blog CAMPANHA CONTRA A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA,19.12.2013
Por Danilo Baltieri

Consumo de maconha aumenta o risco de psicose em jovens, indica estudo

 "Nesse estudo, durante 10 anos, os pesquisadores acompanharam 1923 indivíduos da população geral da Alemanha, entre 14 e 24 anos de idade, sem história prévia de quadros psicóticos ou mesmo uso de maconha. Aqueles que iniciaram o consumo de maconha durante o estudo apresentaram risco cerca de duas vezes maior de apresentar sintomas psicóticos do que aqueles que permaneceram livres da maconha"

No texto anterior comentei um recente estudo sobre a relação entre o consumo de maconha e esquizofrenia - clique aqui e leia. Agora irei comentar um recente estudo sobre a relação entre o consumo de maconha e psicose.


O uso de maconha entre adolescentes e adultos jovens pode disparar o surgimento de sintomas psicóticos, semelhantes a quadros esquizofrênicos. O uso continuado da droga pode, de fato, aumentar o risco da instalação de transtornos psicóticos persistentes, conforme atesta recente estudo aprovado pela prestigiada revista British Medical Journal.

Pessoas jovens devem saber que fumar maconha pode ser bastante nocivo para a sua saúde mental (e também física), ao contrário do que muitos dos próprios adolescentes e adultos jovens (e, às vezes, não tão jovens) pensam.

Jovens com menos de 16 anos que iniciam o consumo de maconha (na forma fumada) parecem ter um risco maior para problemas comportamentais futuros. Essa fração da população jovem que fuma maconha frequentemente tende a manter o consumo por tempo mais prolongado.

Vários estudos prévios já tinham reportado o maior risco de sintomas psicóticos entre usuários da droga. Esse atual estudo demonstra que, em uma percentagem não negligenciável, o consumo de maconha precede o surgimento de quadros psicóticos.

Nesse estudo, durante 10 anos, os pesquisadores acompanharam 1923 indivíduos da população geral da Alemanha, entre 14 e 24 anos de idade, sem história prévia de quadros psicóticos ou mesmo uso de maconha. Aqueles que iniciaram o consumo de maconha durante o estudo apresentaram risco cerca de duas vezes maior de apresentar sintomas psicóticos do que aqueles que permaneceram livres da maconha. Esse fato foi mantido, mesmo após os pesquisadores controlarem os efeitos de outras variáveis que podiam confundir os resultados, como idade, gênero, nível social, consumo de outras substâncias e outros problemas e transtornos psiquiátricos.

A taxa de incidência de sintomas psicóticos entre usuários de maconha foi de 30% contra 20% entre não usuários, considerando o período desde o início do estudo até 3,5 anos depois. Já no período entre 3,5 anos do início do estudo até 8,4 anos após, a taxa de incidência de sintomas psicóticos entre usuários de maconha foi de 14% contra 8%, respectivamente.

É importante destacar que os usuários de maconha que apresentaram sintomas psicóticos e mesmo assim mantiveram o consumo da droga tiveram maior chance de persistência desses sintomas do que aqueles usuários que deixaram de fumar depois do surgimento dos ditos sintomas.

Esses resultados indicam que o consumo de maconha aumenta o risco do surgimento de sintomas psicóticos e que a manutenção do uso possibilita a manutenção desses sintomas. Na minha prática clínica já presenciei alguns exemplos desses sintomas:

- indivíduo usuário de maconha passa a acreditar que está sendo perseguido pelo exército e, devido a essa crença, passa a vigiar a sua vizinhança. Todo movimento dos vizinhos pode ser motivo para recrudescer a desconfiança.

- indivíduo usuário de maconha vai a um show de música e acredita que o músico no palco enviou uma mensagem para ele através do olhar. O usuário corre para a sua casa, bastante agitado, e diz para a sua mãe que algumas pessoas têm muito poder sobre a sua vida. Como sua mãe percebe um comportamento não usual, fica bastante preocupada e tenta acalmar seu filho sem muito sucesso.

Biologicamente defensável

Os autores do estudo explanam que o link entre consumo de maconha e sintomas psicóticos é biologicamente defensável, já que um outro estudo demonstrou que o uso intravenoso de tetra-hydro-canabinol (o princípio básico da maconha) provocou tanto sintomas psicóticos ditos positivos (delírios, alucinações, agitação psicomotora) quanto sintomas psicóticos ditos negativos (embotamento afetivo, apatia, abulia) e de maneira dose-dependente tanto entre pessoas normais quanto entre portadoras da doença esquizofrenia.

O desafio do estudo, segundo os pesquisadores, é convencer os jovens sobre esses riscos, diminuindo a incidência de novos usuários.
A referência para esse estudo é:

Rebecca Kuepper, Jim van Os, Roselind Lieb, Hans-Ulrich Wittchen, Michael Höfler, Cécile Henquet. Continued cannabis use and risk of incidence and persistence of psychotic symptoms: 10 year follow-up cohort study. British Medical Journal, 2011.

Caros leitores, todas as respostas anteriores estão disponibilizadas online. Pode ser que sua pergunta já tenha sido respondida.

Acesse aqui mesmo todas as respostas e esclareça já a sua dúvida! Basta clicar no link abaixo

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Fonte:http://maconhanao.blogspot.com.br/2013/12/consumo-de-maconha-aumenta-o-risco-de_19.html

MP EXPLICA POR QUE MARCO PRISCO FOI PRESO: TERROR

19.04.2014
Do portal BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/bahia247/137296/MP-explica-por-que-Marco-Prisco-foi-preso-terror.htm

A ESTRATÉGIA TUCANA PARA PRIVATIZAR A PETROBRAS

19.04.2014
Do portal BRASIL247, 17.04.14
PorCLÁUDIO PUTY
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/137099/A-estrat%C3%A9gia-tucana-para-privatizar-a-Petrobras.htm

Que vergonha, Aécio: ANEEL desmente na TV propaganda enganosa da CEMIG

19.04.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 17.04.14

Essa notícia o novelão tucano chamado Jornal Nacional da TV Globo escondeu.

Os tucanos mineiros quiseram dar uma de malandros e colocaram na TV uma propaganda enganosa da Cemig (empresa de eletricidade controlada pelo governo de Minas), culpando o governo federal pelo aumento na conta de luz que a empresa é que exigiu.

A propaganda mentia, dizendo que a Cemig apenas cumpria a tarifa determinada pela ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica) do "governo federal".

A verdade é outra. A Cemig pede aumento e a ANEEL apenas autoriza o valor máximo que a Cemig pode cobrar, com base em cálculos de custos, para não haver abuso. A Cemig pode cobrar qualquer tarifa abaixo do máximo, se quiser.

No reajuste deste ano a Cemig pediu absurdos 29,74% de aumento. A ANEEL autorizou no máximo 14,24%, sendo que a Cemig poderia aplicar um reajuste menor, até este limite autorizado.

O desmentido se espalhou rapidamente nas redes sociais.

Ontem a Aneel veiculou na TV mineira propaganda de esclarecimento público desmentindo as informações falsas da Cemig. Vexame total dos tucanos. Se tivessem ficados quietos, não teriam dado esse tiro no pé.

Serviu para os cidadãos desavisados conhecerem como a tucanada é de fato, antes de serem enganados nas urnas.

Até o canal esportivo ESPN comentou:

O SBT também noticiou, apesar de ter feito uma matéria que poderia ser melhor editada para ficar mais clara:

O novelão tucano da TV Globo chamado Jornal Nacional, nem pensar em veicular alguma notícia que vá contra os interesses eleitorais do seu amado candidato Aécio Neves (PSDB-MG).

Para quem não viu a propaganda enganosa da Cemig, é esta abaixo:

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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/04/que-vergonha-aecio-aneel-desmente-na-tv.html

FALSO MORALISMO TUCANO: Bomba! Folha liga doleiro “amigo de Vargas” a Alvaro Dias

19.04.2014
Do blog TIJOLAÇO
Por Miguel do Rosário 

alvarodias
Como tenho repetido por aqui, os jornalões agora só tratam o doleiro Alberto Yousseff como “amigo de Vargas”. As manchetes do Globo tem sido assim: “Doleiro amigo de Vargas…”, etc.
Entretanto, se a mídia fosse minimamente imparcial, teria que mencionar também outro caso. Alberto Yousseff foi pivô de um esquema multimilionário de corrupção investigado pela Procuradoria de Defesa do Patrimônio Público de Maringá. Durante a investigação, as autoridades descobriram que Alberto Yousseff pagou jatinhos para uso do senador Alvaro Dias.
Pelo que entendi, não foi uma só viagem do senador com a família, como aconteceu com André Vargas. O jatinho de Yousseff foi disponibilizado para o senador durante toda a campanha eleitoral de 1998.
Trecho da matéria: Quanto a Dias, o ex-secretário disse que Gianoto determinou o pagamento, “com recursos da prefeitura”, do fretamento de um jatinho do doleiro Alberto Youssef, que teria sido usado pelo senador durante a campanha.
“O prefeito (Gianoto) chamou o Alberto Youssef e pediu para deixar um avião à disposição do senador. E depois, quando acabou a campanha, eu até levei um susto quando veio a conta para pagar. (…) Eu me lembro que paguei, pelo táxi aéreo, duzentos e tantos mil reais na época”, afirmou.
E tudo isso no meio de um esquema cabeludíssimo de corrupção.
Mas Alvaro Dias é tucano e, portanto, membro do time dos “intocáveis”. A mídia jamais vai lembrar essa história, que poderia comprometer a narrativa que tenta construir em torno de André Vargas. O PT, como sempre, foge da luta política, e não corre atrás de quem é, verdadeiramente, Alberto Yousseff, cuja ligação com o tucanato é muito mais perturbadora do que uma viagem de jatinho de Vargas com a família.
A viagem de André Vargas no jatinho do doleiro foi um erro e uma sinalização ética invertida, mas usar jatinho de doleiro durante toda uma campanha eleitoral configura, evidentemente, uma outra escala de degradação moral, infinitamente maior.
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Segundo a Procuradoria de Defesa do Patrimônio Público de Maringá, suposto esquema teria alcance em 11 Estados
Desvio de verba envolve mais de 130 pessoas
POR RONALDO SOARES, DA AGÊNCIA FOLHA, EM MARINGÁ
Os desvios de verbas na Prefeitura de Maringá (norte do PR) revelam um esquema de corrupção cujo alcance se estende por pelo menos 11 Estados e envolvem mais de 130 pessoas, segundo as investigações preliminares da Procuradoria de Defesa do Patrimônio Público do município.
De acordo com a Procuradoria, cheques emitidos pela prefeitura foram parar em contas de políticos, empresários, doleiros, laranjas e até religiosos. O esquema se estende até o Amazonas.
Os nomes, que não foram revelados para não prejudicar as investigações, surgiram a partir da quebra do sigilo dos dados -referentes ao período de 1986 a 2000- de mais de 50 contas bancárias da Prefeitura de Maringá que estão sendo rastreadas.
O rastreamento das contas já detectou cerca de 10 mil cheques para fins supostamente ilegais emitidos somente na gestão do prefeito Jairo Gianoto (sem partido, ex-PSDB), entre 1997 e 2000.
Auditoria
Somente em uma das contas a Procuradoria já apurou que houve um desfalque de cerca de R$ 30 milhões. Uma auditoria do Tribunal de Contas do Paraná já havia apontado que outros R$ 74 milhões foram desviados da prefeitura entre 1993 e 2000.
Luís Antônio Paolicchi, que está preso e é acusado de desviar R$ 54 milhões, entre 1997 a 2000, era secretário da Fazenda da Prefeitura de Maringá desde 1993.
A Promotoria ainda não tem idéia sobre o total do dinheiro desviado dos cofres públicos de Maringá. O montante agora está em mais de R$ 100 milhões -quase o Orçamento anual da cidade, em torno de R$ 110 milhões.
O promotor José Aparecido Cruz acredita que, do dinheiro desviado, cerca de 30% permaneceram no Paraná, em contas particulares dos envolvidos. O restante foi para outros Estados e há indícios de que uma parte teria sido desviada para contas no exterior, provavelmente na Europa.
A rede de beneficiados pelo esquema de corrupção em Maringá, segundo o órgão, atinge os seguintes Estados: Amazonas, Maranhão, Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.
Alguns dos nomes sob investigação haviam sido revelados em depoimento prestado à Justiça Federal pelo ex-secretário da Fazenda de Maringá Luís Antônio Paolicchi, apontado como pivô do esquema de corrupção.
Depoimento
No depoimento, ele afirmou que campanhas de políticos do Paraná como o governador Jaime Lerner (PFL) e o senador Álvaro Dias (PSDB) foram beneficiadas com dinheiro desviado dos cofres públicos, em operações que teriam sido comandadas pelo ex-prefeito Gianoto.
A campanha em questão foi a de 1998. “A pessoa que coordenava (o comitê de Lerner em Maringá) era o senhor João Carvalho (Pinto, atual chefe do Núcleo Regional da Secretaria Estadual de Agricultura), que sempre vinha ao meu gabinete e pegava recursos, em dinheiro”, afirmou Paolicchi, que não revelou quanto teria destinado à campanha do governador -o qual não saberia diretamente do esquema, segundo ele.
Quanto a Dias, o ex-secretário disse que Gianoto determinou o pagamento, “com recursos da prefeitura”, do fretamento de um jatinho do doleiro Alberto Youssef, que teria sido usado pelo senador durante a campanha.
“O prefeito (Gianoto) chamou o Alberto Youssef e pediu para deixar um avião à disposição do senador. E depois, quando acabou a campanha, eu até levei um susto quando veio a conta para pagar. (…) Eu me lembro que paguei, pelo táxi aéreo, duzentos e tantos mil reais na época”, afirmou.
Paolicchi responde a processo sob acusação de sonegação fiscal, desvio de dinheiro público, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=16855

O TESTE DA FÉ: OS CIENTISTAS TAMBEM CREEM

19.04.2014
Do portal ULTIMATO ON LINE

Francis Collins, autor do best-seller A Linguagem de Deus e ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano, Estados Unidos; Alister McGrath, autor de, entre outros, Como Lidar com a Dúvida e O Delírio de Dawkins e professor na Universidade de Oxford; Alasdair Coles, da Universidade de Cambridge e coordenador da pesquisa que acaba de apontar um medicamento eficaz para tratar pacientes com esclerose múltipla; entre outros, afirmam: OS CIENTISTAS TAMBÉM CREEM.
Em O Teste da Fé, dez cientistas reconhecidos internacionalmente como pesquisadores notáveis contam suas histórias de vida e como relacionam a sua fé com a atividade científica. Por que escolheram ser cientistas? Por que abraçaram o cristianismo?
Alguns eram ateus; outros, agnósticos; e ainda outros foram apresentados ao cristianismo quando crianças. Todos, em algum momento, mudaram de opinião ou reafirmaram o que creem.
Mas por que “O Teste da Fé”?
O desafio levantado é, muitas vezes, o de que Deus é uma ilusão e que a ciência removeu a necessidade da fé em qualquer coisa que seja. Como os cientistas cristãos respondem a isso? Todos eles foram treinados para pensar e testar ideias até o limite. Se tanto a sua fé, quanto a sua ciência forem buscas genuínas pela verdade, precisamos ouvir o que eles têm a dizer.
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Fonte:http://ultimato.com.br/sites/o-teste-da-fe/

Paulo Metri: Não é para moralizar, é para “sangrar” o adversário

19.04.2014
Do blog VI O MUNDO, 18.04.14

Petrobras: amputem a necrose e salvem a parte sadia

Paulo Metri – conselheiro do Clube de Engenharia e colunista do Correio da Cidadania


Segundo um jornal paulista, o senador José Agripino Maia, do Rio Grande do Norte, presidente nacional do DEM, disse que “se existir a CPI gorda (que investigaria os contratos da Petrobras, dos trens de São Paulo e do Porto de Suape), ela não levará a nada além da perda de credibilidade do Congresso. Quem estiver nela participará de uma farsa”. Em ato falho, o senador descreveu o que acontece neste momento.

Primeiramente, todas as coligações de partidos com maior acesso à mídia, as do PT, do PSDB e do PSB, cujos candidatos, não por outra razão, são os mais cotados para se elegerem presidentes, têm “telhado de vidro”.

Desta forma, cada conjunto de congressistas não quer fazer a CPI para moralizar o país, uma vez que ela criaria temor nos futuros corruptos. Cada conjunto quer fazê-la restrita a um órgão específico para as falcatruas alheias serem descobertas e, assim, poder ver seu adversário político “sangrar”.

Notar que, possivelmente, em cada partido, existe uma banda podre, que compromete o partido como um todo com suas patifarias. E os membros não corruptos, com receio da incompreensão popular, defendem a corporação, incluindo os corruptos também. Falta saber o quão expressivas as bandas podres dos partidos são.

Isto ocorre, em parte, por causa da mídia partidária existente. Esta mídia com acesso às camadas menos politizadas da população, graças – pasmem – a concessões públicas, longe de informar os eventos buscando a isenção, com análises plurais, na verdade faz campanha política pelos seus candidatos. E há uma visível preferência pelos candidatos mais conservadores.

No meio desta balbúrdia, está colocada a Petrobras, um símbolo da vitória da sociedade brasileira sobre o assédio ininterrupto das petrolíferas estrangeiras sobre nossa riqueza, desde a primeira metade do século passado.

Tudo leva a crer que bandas podres de partidos requisitaram áreas da empresa aos seus prepostos, funcionários de carreira, para, na posição de administradores dela, arrecadarem caixa 2 para campanhas eleitorais de bandidos candidatos, além da taxa de passagem dos corruptos.

Pelo visto, é inimaginável que um congressista participe de uma CPI gorda e aponte corruptos em qualquer partido, podendo até ser no seu próprio. Viva, então, o intimorato senador Roberto Requião. Li uma declaração dele, há poucos dias, na qual dizia algo como: “eu apoio toda e qualquer CPI, não importando a origem e os prováveis envolvidos”.

Gostei também da afirmação da presidente Dilma, sobre as investigações no âmbito do Executivo, que, onde houver indícios, todos os possíveis culpados devem ser investigados com rigor e, sendo comprovada a culpa de alguns, estes devem ser penalizados com as penas cabíveis.

Creio que muitos sindicalistas estão cometendo o mesmo erro de avaliação dos políticos, pois eles não querem CPI alguma, com o justo argumento de que a CPI irá se transformar em instrumento de crucificação midiática do PT, da sua candidata e da Petrobras.

Não sei se estou enganado, mas, hoje, quando a população vê o martelar contínuo da mídia em determinadas teses, ela conclui que estão querendo doutriná-la e, portanto, é porque não deve ser bom para ela própria. Talvez eu seja um sonhador, mas tenho a esperança de o povo estar amadurecendo politicamente.

Minha recomendação é que se criem tantas CPI quantas forem as fumaças que existem no ar, e se verifique se há fogo alimentando as mesmas. Na Petrobras, poder-se-á pesquisar, por exemplo, as refinarias Pasadena e Abreu Lima, o complexo petroquímico Comperj e algo que não se tem falado na mídia, que são os “desinvestimentos” da presidente Graça Foster.

Não tenho nenhuma informação de cocheira, mas, salvo erro, a estrutura arquitetada para a consecução dos desinvestimentos é fácil de ser corrompida. Então, para preservar a boa reputação da presidente Graça Foster, sugiro esta averiguação.

Os tucanos precisam ser aquinhoados com a questão dos trens, ligada à Alstom, além de se esmiuçar melhor o “mensalão tucano”. É preciso também, para retirar toda a poeira debaixo do tapete, pesquisar alguns preços mínimos estabelecidos para as privatizações, começando com o valor mínimo da Vale do Rio Doce. Com relação ao pessebista Eduardo Campos, fala-se em perguntar sobre o porto de Suape. Confesso não ter nem ouvido falar do que se passou por lá. Mas, investigue-se também.

O povo só não pode cair no engodo dos conservadores entreguistas, que recomendam que o remédio é privatizar a Petrobras. É verdade que, se ocorrer a privatização, na nova empresa, não haverá diretor escolhido por partido político e não haverá corrupto querendo desviar recursos da empresa. Não é importante, mas, deve-se registrar que os preços dos seus produtos finais certamente não serão barateados.

Entretanto, ela poderá passar a ser corruptora de órgãos e empresas estatais. Um ente estatal nunca é corruptor de outro ente estatal, posição reservada ao setor privado. É preciso acabar com a falsa idéia que o setor privado é mais honesto, até porque a corrupção faz parte da condição humana. Portanto, onde há seres humanos, pode haver corrupção. O que aconteceu na boate Kiss, em Santa Maria, não ocorreu por corrupção privada?

Escrevo artigos em defesa da existência de estatais em setores estratégicos da nossa economia e o setor de petróleo certamente é um desses, não só pelo petróleo ainda ser a principal fonte de energia do mundo e, em consequência, ter grande valor geopolítico, como também pela alta lucratividade intrínseca do “negócio petróleo”.

Além disso, a Petrobras compra mais no país, inclusive plataformas e navios, encomenda mais Pesquisa & Desenvolvimento aqui, emprega mais brasileiros, direta e indiretamente, constrói refinarias, complexo petroquímico, dutos, terminais, estações de bombeamento e a logística de distribuição e abastecimento.

Notar que o monopólio estatal do petróleo foi extinto há 19 anos e, no entanto, até hoje, as petrolíferas estrangeiras só querem produzir petróleo no Brasil e levá-lo para o exterior.

Assim, temos que apurar os fatos, preservando o interesse nacional, que é ter uma Petrobras saudável e atuando em benefício de nossa sociedade.

Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/paulo-metri-nao-e-para-moralizar-e-para-sangrar-o-adversario.html

MÍDIA PARTIDARIZADA: GLOBO ESCANCARA CAMPANHA PELA CPI DA PETROBRAS

19.04.2014
Do portal BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/137266/Globo-escancara-campanha-pela-CPI-da-Petrobras.htm