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sexta-feira, 18 de abril de 2014

MANIPULAÇAO NO STF: JB tem nova acusação contra Zé Dirceu

18.04.2014
Do blog MEGACIDADANIA

A força secreta do ZD
Joaquim Barbosa recebeu mensagem anônima revelando que Zé Dirceu anda se comunicando via telePaTia e considera isso da maior gravidade e vai requisitar um estudo detalhado sobre o caso.

Só depois de receber o laudo desta novíssima investigação é que o isento, imparcial, justo, sereno e exemplar Joaquim Barbosa irá decidir se concede ou não o legítimo direito de Zé Dirceu trabalhar fora da Papuda.

E o laudo será realizado por uma equipe a ser composta pelos novos pesquisadores que Barbosa irá contratar, oportunamente, para averiguar a questão.

Mas, como Barbosa é uma pessoa que não oculta nada (ah ... esqueci do ainda sigiloso inquérito 2474), ele vai solicitar que os estudos sobre a capacidade telePáTica seja confrontado com mais outros estudos de outros países que ele vai escolher quando tiver tempo.

E a justificativa de Barbosa para esta nova acusação contra Zé Dirceu é ..........

Joaquim Barbosa faz o que bem entende e (tem certeza de que) não deve satisfação a ninguém.

*

O nosso objetivo ao criar o irônico texto acima é tentar ampliar a divulgação do absurdo que Joaquim Barbosa empreende sem limites ao negar um legítimo direito a Zé Dirceu que é trabalhar fora do presídio.


grampo no Planalto


Será que falta mais alguma aberração acontecer para que seja denunciada a conduta criminosa de quem sabia estar ocorrendo um ilícito e nada fez?

A menos que JB e o juiz de encomenda aleguem que não sabiam que as coordenadas eram do Palácio do Planalto, mas neste caso seriam enquadrados, s.m.j., por imperícia, imprudência e/ou negligência.

Dessa eles não podem escapar, ou foi má-fé ou foi imperícia, imprudência e/ou negligência.

COMPARTILHAR É O SEGREDO DE NOSSA FORÇA!
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Fonte:http://www.megacidadania.com.br/jb-tem-nova-acusacao-contra-ze-dirceu/

TRIBUNAL MIDIÁTICO: A piedade de Tacanhede

18.04.2014
Do blog ESQUERDOPATA, 17.04.14

A piedade de Cantanhêde é tão real quanto o coelho da Páscoa. Barbosa ficou “over”

O artigo de Eliane Cantanhede hoje, na Folha, quase suplicando que o Ministro Joaquim Barbosa cumpra a lei e execute a pena dada ao ex-ministro José Dirceu tal como ela foi decidida: em regime semiaberto e não em reclusão absoluta, como vem sendo há seis meses (!), não é, infelizmente um espírito pascoal que tenha amolecido sua alma dura…

A própria colunista o entrega, ao final do texto: o que a preocupa é que o comportamento de Joaquim Barbosa já o desqualificou como magistrado equilibrado e como ser humano zeloso da dignidade de seus semelhantes.

“Não transforme o réu em vítima, Excelência. Até porque isso teria, ou até já tem, o efeito inverso ao que queremos e precisamos.”

Se efeito que “queremos e precisamos” é o da prisão de quem se corrompa, esperamos para ver as ardentes e apaixonadas colunas da  jornalista defendendo-a para os implicados no “trensalão” paulista e aqueles que, pela mesma lógica do “domínio do fato” com a qual se inculpou Dirceu, dirigiram estas operações.

Ou que ela se refira a Aécio Neves patrocinar, pessoalmente, uma candidatura ao Governo de Minas Gerais de alguém que recebeu um bom dinheiro de Marcos Valério para prestar uma “consultoria jurídica” que não se expressa em um parecer, em uma petição, sequer em uma procuração destas que se manda o modelinho para ser preenchido.

Está claro, porém, que “o efeito que queremos e precisamos” é o alijamento de Dirceu e de Genoíno porque são quadros políticos capazes de dar espinha vertebral a um partido político que se desmilinguiu organicamente, o PT, ao ponto de este André Vargas, como um pateta, ficar brincando de desgastá-lo com este “renuncio-não renuncio”.

Esta, talvez, seja a percepção mais nítida que se esteja formando nas pessoas que veem as caretas, as chicanas, os expedientes de que vem se servindo Joaquim Barbosa para “perpetuar” a prisão fechada de Dirceu.

Barbosa tornou-se “over”. Demais, além da conta.

Está pondo em risco uma trabalhosa e demorada processo de erosão da imagem da esquerda brasileira.

Adoraria poder louvar o espírito humano da colunista – e o faço, se houver um decigrama disso em sua motivação – mas na idade em que estou, coelhinho da Páscoa não faz mais parte do meu imaginário.
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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com.br/2014/04/a-piedade-de-tacanhede.html

A CPI do mau negócio e o mau negócio da CPI

18.04.2014
Do blog ESQUERDOPATA, 17.04.14
Por Marcelo Zero

No debate sobre Pasadena, o maior destaque fica por conta das repentinas juras de amor da oposição pela Petrobras

Todos os dias, empresas fazem maus negócios, que dão prejuízos. Todos os dias, firmas vão à falência. Nos períodos de bonança e crescimento, muitas empresas lucram bastante fazendo apostas altas nos mercados. Nos períodos de crise, muitas simplesmente desaparecem para nunca mais serem vistas.

Isto se chama capitalismo. O capitalismo implica riscos. Muitos e graves riscos. Há nele uma “destruição criativa”, como dizia Schumpeter, que torna o ambiente dos negócios algo muito mais próximo ao rio de Heráclito que ao ser imutável e imóvel de Parmênides.

Nos períodos de crescimento, tem-se a impressão que os bons negócios são sólidos e vão durar para sempre, ainda que sejam, muitas vezes, meras bolhas alimentadas por ambição desmedida, conveniente cegueira de longo prazo e ausência de regulação estatal. Já nos períodos de crise, como dizia outro filósofo, tudo que é sólido se desmancha no ar.

Pasadena se desmanchou no ar, não há dúvida. De acordo com Graça Foster, o negócio teria dado um prejuízo a Petrobras de aproximadamente US$ 500 milhões. É bastante, ainda que seja uma cifra bem inferior aos quase US$ 2 bilhões alegados pelos críticos da Petrobras.

Entretanto, se subirmos corrente acima o rio de Heráclito, chegaremos à conclusão que, em 2006, ano em que foi decidida a compra da refinaria, o negócio era, sim, muito bom. Com efeito, havia na época um “boom” do refino nos EUA. As margens de lucro estavam altíssimas, turbinadas por um consumo doméstico de refinados que chegava a 9,5 milhões de barrias/dia. Muitas empresas, não apenas a Petrobras, estavam de olho nesse gigantesco e lucrativo mercado.

Mas não era apenas a perspectiva de grande lucro que motivava a Petrobras. Em 1999, no governo FHC, a empresa havia traçado uma estratégia de negócios que colocava o refino de nosso óleo pesado no exterior como uma das suas prioridades. Na época, ainda não tínhamos o óleo leve do pré-sal, que é bem mais fácil de processar.

Pasadena, bem situada no corredor de Houston e com uma capacidade instalada de 100 mil barris/dia, era uma boa aposta para processar o óleo pesado do pós-sal, principalmente do poço de Marlim, e vender, com lucro muito alto, os refinados no mercado norte-americano. Com isso, a nossa conta de petróleo tenderia a ficar superavitária, pois venderíamos refinados, de valor agregado bem mais alto, no exterior.

E não era apenas Pasadena. Naquele período, impulsionada pela estratégia traçada no governo tucano, a Petrobras comprou as refinarias de Baia Blanca, e San Lorenzo, na Argentina, e a refinaria de Okinawa, no Japão. Observe-se que, de acordo com o sindicato dos petroleiros, em suas transações com a Repsol, na Argentina, o Brasil entregou 3 bilhões de dólares e recebeu 750 milhões de dólares. Um prejuízo de mais de US$ 2 bilhões, quatro vezes maior que o de Pasadena. Porém, essa transação desastrosa não merece, misteriosamente, nenhum comentário da mídia.

No entanto, coerentemente com aquela estratégia traçada no governo tucano e com as condições do mercado da época, tomou-se a decisão de comprar Pasadena. Mesmo com as cláusulas Put Option e Marlim, inexplicavelmente ocultadas do conselho da empresa e explicavelmente inseridas no contrato com a Astra, já que se destinavam a compensar o fato de que a Petrobras teria efetivo poder de mando na refinaria, o negócio tinha boas perspectivas de dar certo.

As perspectivas eram muito boas não fosse um detalhe: a crise internacional, que tomou todo o mundo de surpresa e derrubou, entre muitas outras coisas, o mercado de refino dos EUA. Assim, o problema essencial de Pasadena não foram as cláusulas Put Option e Marlim ou eventual ato de corrupção de diretor da Petrobras, mas a ausência de uma “cláusula Parmênides”, que assegurasse a imutabilidade das condições da economia mundial.

Caso as condições do mercado de refino tivessem permanecido semelhantes às de 2006, ninguém estaria hoje falando de Pasadena, a não ser para elogiar uma decisão estrategicamente acertada. Pasadena já estaria “no lucro”, a Astra não teria abandonado o negócio e a presença de uma refinaria da Petrobras nos EUA, mesmo após a descoberta do pré-sal e da mudança da estratégia da empresa, não seria questionada.

Ante isso, pode-se questionar para que serviria uma CPI que tem como ponto central o mau negócio de Pasadena? Será que tem alguém beócio o suficiente para acreditar que a compra de Pasadena e o mau negócio que ela se tornou resultaram de meros atos de corrupção? É possível que sim, pois reina no Brasil do denuncismo certo reducionismo moral, que pretende explicar todos os problemas do país com base na corrupção e no malfeito.

Entre os Azande, povo africano estudado pelo famoso antropólogo Evans –Pritchard, todos os infortúnios se explicavam pela bruxaria. No Brasil de hoje, todos os problemas se “explicam” pela corrupção. Até mesmo um negócio mal sucedido.

Não que atos de corrupção e de má-gestão não possam ter ocorrido, no caso ou na empresa. Mas atribuir-lhes, de antemão, centralidade é, no mínimo, um exagero “azandeano”. Além disso, a Petrobras já é objeto de inquéritos internos e da própria Polícia Federal. Quem tiver de ser punido, que seja.

Não obstante, essa metafísica da corrupção, quando aplicada à Petrobras em pleno período eleitoral, talvez esconda interesses mais terrenos e menos moralizantes.

Em primeiro lugar, há o óbvio interesse em desgastar o governo Dilma e a candidatura da presidenta, que permanece à frente das pesquisas. Com seu preciso “timing” eleitoral e sua vaga metafísica, a CPI se tornaria palco de inúmeras ilações e denúncias, devidamente potencializadas pelo maior partido de oposição do país.

Em segundo lugar, e menos óbvio, há também o interesse altruísta de livrar a Petrobras do fardo de ter de explorar o pré-sal. Por isso, crescem na mídia as matérias e reportagens patrioticamente dedicadas a mostrar uma Petrobras à beira da falência, ferida de morte por suposta má-gestão típica de uma estatal assediada pela política. Estratégia antiga e marota, que deu certo na época das privatizações.

Não comove os altruístas e patriotas o fato da Petrobras, como bem demonstrou Graça Foster no Senado, ser empresa sólida, com crédito no mercado, desempenho extraordinário em prospecção, expertise única em águas ultraprofundas e excepcionais perspectivas de médio e longo prazo, já que dispõe do pré-sal, enormes megajazidas de óleo leve, num mundo em que há carência de descobertas de novas jazidas, a não ser as de sujo óleo de xisto.

Talvez aconselhados pelos mesmos gênios que apregoam a volta das medidas impopulares, de saudosa memória, esses abnegados senhores desejem o retorno do modelo de concessão, instituído nos tempos de FHC e substituído pelo modelo de partilha, nos tempos de Lula. Nesse modelo de concessão, as jazidas passariam a pertencer às empresas que vencem os leilões e a Petrobras ficaria alijada da exploração conjunta. Exxon, Chevron, Shell, et caterva, agradeceriam esse gesto de grandeza. A União faria um caixa rápido para ampliar o superávit primário e a Petrobras acabaria transmutando-se na tão sonhada Petrobrax.

É claro que, neste cenário, a Petrobras seria, agora sim, ferida de morte. A cadeia do petróleo sustentada pela empresa, inclusive a indústria naval, ressuscitada nos governos Lula e Dilma, também. E a alavancagem do desenvolvimento nacional e da educação brasileira pelo pré-sal seria convenientemente esquecida na névoa do denuncismo metafísico.

Assim, a CPI do mau negócio tende a se transformar num mau negócio para o país.

E não se enganem com as juras de amores à Petrobras por parte daqueles que pretendem imolá-la no altar das disputas eleitorais e achincalhá-la no vórtice das ilações e das denúncias vazias. O depoimento de Graça Fortes no Senado, no qual alguns inquisidores se referiram à empresa como “abismo moral”, “quitanda” e outras elevadas expressões, é somente uma prévia do que vem por aí.

Afinal, no caudaloso rio de Heráclito, há coisas que aqui permanecem tão imutáveis quanto o ser de Parmênides. Duas se destacam: o entreguismo e a cara de pau.


*Marcelo Zero é formado em Ciências Sociais pela UnB.

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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com.br/2014/04/a-cpi-do-mau-negocio-e-o-mau-negocio-da.html

MENTIRAS POLÍTICAS:"DONO" DO SITE DE FHC FOGE DO CASO DE LULINHA

18.04.2014
Do portal BRASL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/137224/Dono-do-site-de-FHC-foge-do-caso-de-Lulinha.htm

Existem evidências científicas que provam a existência de Deus?

18.04.2014
Do blog CIÊNCIA E FÉ

Existem evidências científicas que apontam para a existência de um Criador. A página Internet Fomos Planejados, de autoria de Marcos N. Eberlin, membro da Academia Brasileira de Ciências e professor de Química da Unicamp, apresenta e discute muitas dessas evidências.
Adicionalmente, evidências históricas, argumentos filosóficos e teológicos mostram ser mais razoável admitir a existência de Deus do que negá-la. Muitas publicações apresentam e discutem tais evidências e argumentos, por exemplo:
  • W.L. Craig - "Deus não está morto ainda", tradução do artigo "God Is Not Dead Yet," Christianity Today, julho de 2008, pp. 22-27.
  • W.L. Craig - "Deus existe?", tradução do artigo "Does God Exist?", disponível em www.reasonablefaith.org .
  • W.L. Craig - Reasonable faith, Edição Revisada, Crossway Books, 1994.
  • W.L. Craig - "The existence of God and the beginning of the universe"Truth Journal (online), atualizado em 14.7.2002.
  • P. Glynn - Deus, a evidência, Editora Madras, 1998.
  • P. Kreeft e R.K. Tacelli - "Twenty arguments for the existence of God", In: P. Kreeft e R.K. Tacelli, Handbook of Christian apologetics, InterVarsity Press, 1994.
  • A. Plantinga - Two dozen (or so) theistic arguments. Este documento contém notas de aula distribuídas por Alvin Plantinga por ocasião do NEH (National Endowment for the Humanities) Institute in Philosophy of Religion, um evento realizado em 1986.
No entanto, deve-se lembrar sempre que evidências possuem valor circunstancial e argumentos filosóficos e teológicos são objetos de debates acalorados. Crer em Deus ou crer na inexistência de Deus são e continuarão sendo posições de fé. 
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Fonte:http://www.freewebs.com/kienitz/resp.htm#top

CPI contra a corrupção? É o pré-sal, estúpido!

18.04.2014
Do blog ESCREVINHADOR, 
Por Federação Única dos Trabalhadores-FUP



A cerrada campanha com que a mídia partidarizada vem sangrando a Petrobrás nas últimas semanas segue incólume, sem as devidas reações por parte dos gestores da empresa. Além das disputas eleitorais que movem a oposição, sabemos que o arsenal de ataques contra a Petrobrás tem por trás interesses muito maiores: acabar com o regime de partilha que fez da estatal a operadora única do maior campo de petróleo da atualidade. “É o pré-sal, estúpido!”, como diria o marqueteiro de Bill Clinton, que nas eleições norte-americanas de 1992, resumiu a vitória dos democratas com uma frase ácida que tornou-se célebre em todo o mundo: “É a economia, estúpido!”.

A última edição da revista Veja não deixa dúvidas sobre as reais intenções da campanha que tenta desmoralizar a gestão estatal da Petrobrás, visando sua privatização. “Como o PT está afundando a Petrobras” é a matéria de capa da  revista,  cuja linha editorial é claramente tucana. Detalhe: o presidente da editora Abril, Fábio Barbosa, foi conselheiro da Petrobrás entre 2003 e 2011 e um dos que mais defendeu na época a compra da refinaria de Pasadena.

O senador Aécio Neves (PSDB/MG), o  principal articulador da campanha contra a Petrobrás, também reafirmou aos empresários paulistanos suas intenções em relação à empresa: “Acredito que as concessões são a melhor forma de atrair investimentos”, declarou no dia 31 de março durante um almoço no Grupo de Líderes Empresariais.

Provável candidato tucano à Presidência da República, Aécio já havia defendido o regime de concessão para o pré-sal em outubro do ano passado, após o leilão de Libra. “A Petrobras não terá condições, sei lá, sequer de participar com os 40% devidos desse leilão de agora, como poderá pensar em participar daqui a dois anos, se fosse necessário, estratégico para o Brasil fazer outros leilões?”, discursou na época no Plenário do Senado.

FHC é outro tucano que voltou a defender publicamente as privatizações do seu governo. Em artigo recente, ele conclama a oposição a “tomar à unha o pião dos escândalos da Petrobras”, “reafirmando a urgência de mudar os critérios de governança das estatais”.

É por essas e outras que precisamos alertar a sociedade e o povo brasileiro para as reais intenções dos setores conservadores que atacam a Petrobrás, inclusive por dentro da empresa, tentando retomar a agenda neoliberal que nos anos 90 sucateou e privatizou parte considerável da estatal.  A Petrobrás é e continuará sendo estratégica para o desenvolvimento do país. Não podemos permitir que sangrem um dos maiores patrimônios do povo brasileiro. Defender a Petrobrás é defender o Brasil!

Leia outros textos de Força da Grana
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Fonte:http://www.rodrigovianna.com.br/forca-da-grana/cpi-contra-a-corrupcao-e-o-pre-sal-estupido.html

Doze mortos na avalanche mais violenta da história do Everest

18.04.2014
Do portal DIARIO DE PERNAMBUCO
Por AFP - Agence France-Presse

Alpinistas tentam alcançar o topo do monte Everest em 23 de maio de 2013
Foto: AFP/Arquivos Tshering Sherpa
Alpinistas tentam alcançar o topo do monte Everest em 23 de maio de 2013
Foto: AFP/Arquivos Tshering Sherpa

Pelo menos 12 guias nepaleses morreram nesta sexta-feira em uma avalanche no Everest, o acidente mais violento da história da maior montanha do mundo.

As vítimas integravam um grande grupo de sherpas que saíram durante a manhã com barracas, alimentos e cordas, antes do início da temporada de alpinismo, no fim do mês.

A avalanche aconteceu às 6H45 locais a 5.800 metros de altitude, em uma área que leva à geleira de Khumbu.

"Até agora retiramos 12 corpos da neve. Não sabemos quantos mais se encontram presos", declarou à AFP Dipendra Paudel, funcionário do ministério do Turismo do Nepal, em Katmandu.

Uma equipe de resgate, com o apoio de helicópteros, procura sobreviventes. Sete pessoas que haviam sido cobertas pela neve e gelo foram resgatadas com vida, segundo Paudel.

Um funcionário da equipe oficial de resgate que trabalha no campo base da montanha de 8.848 metros de altura, Lakpa Sherpa, disse à AFP que o número de mortos pode chegar a 14.

"Vi 11 corpos que foram trazidos ao campo base, mas nos informaram que devemos esperar mais três", disse por telefone o integrante da Associação de Resgate no Himalaia.

Elizabeth Hawley, considerada a principal especialista mundial em escaladas no Himalaia, afirmou que esta avalanche é o acidente mais letal da história do alpinismo no Everest.

O acidente mais grave anterior havia acontecido em 1996, quando oito pessoas morreram em um período de dois dias durante uma tempestade enquanto tentavam escalar a montanha.

"Esta é, sem dúvidas, a pior catástrofe no Everest", disse Hawley à AFP.



Perigos para os sherpas

A empresa Himalayan Climbing Guides do Nepal, com sede em Katmandu, confirmou que dois de seus guias estavam entre os mortos e quatro são considerados desaparecidos.

"Quando nossos guias partiram do campo base não nevava, o tempo era fantástico", declarou à AFP o gerente de operações da empresa, Bhim Paudel.

"Dezenas de guias de outras agências cruzaram a passagem sem problemas antes", completou.

"Esperávamos segui-los, não recebemos nenhum alerta", explicou.

A cada verão (hemisfério norte), centenas de alpinistas de todo o mundo tentam escalar as montanhas do Himalaia quando as condições climáticas são favoráveis.

O acidente evidencia os grandes riscos para os guias sherpas, que transportam barracas, alimentos, reparam equipamentos e fixam as cordas para ajudar os alpinistas estrangeiros que pagam dezenas de milhares de dólares para chegar ao topo.

Mais de 300 pessoas morreram no Everest desde a primeira escalada com sucesso, de Edmund Hillary e Tenzing Norgay em 1953.

O pior acidente na história do alpinismo no Nepal aconteceu em 1995, quando uma avalanche atingiu o acampamento de um grupo nipônico, perto do Everest, e matou 42 pessoas incluindo 13 japoneses.

O país pobre do Himalaia tem oito das 14 maiores montanhas do mundo, com mais de 8.000 metros.

O governo do Nepal concedeu licenças a 734 pessoas, incluindo 400 guias, para escalar o Everest este verão.
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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/mundo/2014/04/18/interna_mundo,499841/doze-mortos-na-avalanche-mais-violenta-da-historia-do-everest.shtml

Ciência não desmente existência de Deus, afirma matemático

18.04.2014
Do portal GOSPEL PRIME, 16.04.14
Por Jarbas Aragão

Ateus rejeitam argumentos de cientista

Ciência não desmente existência de Deus, afirma matemáticoCiência não desmente existência de Deus, afirma matemático
O Dr. Amir Aczel é um renomado matemático, com um Ph.D. em estatística da Universidade de Oregon. Também leciona como professor visitante na Universidade de Harvard e atualmente ensina na Universidade de Boston, além de escrever regularmente para a revista Discover, e os jornais The New York Times e The Wall Street Journal.
Em seu livro recém-lançado Why Science Does Not Disprove God. [Por que a ciência não desmente a Deus], ele defende que a ciência não refuta a existência de Deus e que os argumentos anti-Deus dos ateus possuem “falhas no seu raciocínio básico”.
Aczel afirma que “cientistas e pensadores de renome, incluindo Richard Dawkins, o falecido Christopher Hitchens, e Lawrence Krauss, têm defendido veementemente que os avanços na ciência moderna refutam a existência de Deus, afirmando que devemos aceitar que a criação do universo veio do nada, que a religião é o mal encarnado, que a evolução explica completamente a complexidade deslumbrante de vida, e muito mais”.
Para Aczel, que já escreveu outros livros sobre filosofia, todo cientista honesto “deixa em aberto a possibilidade e mesmo a forte probabilidade de existir um Criador.” O autor diz que o ateísmo se utiliza da ciência muitas vezes como “uma arma para debates culturais”. Ele utiliza seus conhecimentos de filosofia e de matemática para rebater os números usados para defender a teoria da evolução e apresentar uma série de argumentos que são evitados pela maioria dos pensadores ateus modernos.
Seu livro apresenta entrevistas com onze vencedores do Prêmio Nobel além de muitos outros biólogos, psicólogos, físicos e antropólogos, ouvindo também vários teólogos e líderes religiosos. Aczel não defende apenas o cristianismo, mas aborda várias referências a Deus feitas por cientistas famosos, incluindo Einstein, que era judeu.
Embora afirme que seu interesse é apenas ajudar pessoas a equilibrar a ciência e a fé, seu livro foi recomendado por vários especialistas na área, recebendo elogios do jornal The Washington Post por sua contribuição para o diálogo de ciência e fé. Mesmo assim, Aczel tem sido duramente atacado por associações ateístas.
Segundo o site Christian News seus críticos afirmam que Aczel “deturpa o funcionamento básico do método científico” e que tenta usar sua influência para confundir quem busca “a ciência, o conhecimento, a compreensão, a educação, a tolerância e o amor” num mundo sem Dceus.
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Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/por-que-a-ciencia-nao-desmente-a-deus/

GEAP: MOMENTOS DA POSSE DOS CONSELHEIROS DO CONAD E CONFIS

18.04.2014
Do portal da CNTSS/CUT, 17.04.14






















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Fonte:http://cntsscut.org.br/destaques/2122/dirigentes-da-cntss-cut-participam-da-posse-dos-conselhos-administrativo-e-fiscal-da-geap#ad-image-42