segunda-feira, 14 de abril de 2014

Globo partidarizada e manipuladora: Dois telespectadores que se espantaram com o Jornal Nacional

14.04.2014
Do blog VI O MUNDO, 12.04.14
 
 
 
2 DE ABRIL DE 2014
 
ERRARAM
 
Plim plim: dois pesos, duas medidas
 
O equilíbrio é um princípio importante para o bom jornalismo. Especialmente quando está baseado em critérios objetivos e pode, de alguma forma, ser verificado. Junto à busca pela verdade e à pluralidade de opiniões, ele forja os princípios da atividade jornalística moderna.
 
Se você tem a impressão de que este equilíbrio é muitas vezes colocado de lado na cobertura dos casos mais rumorosos da política nacional, você está certo. O Muda Mais fez os cálculos do noticiário do Jornal Nacional sobre as denúncias de formação de cartel e pagamento de propinas no Metrô de São Paulo e os comparou com a cobertura da compra da refinaria de Pasadena pela Petrobrás. Resultado: a média de exposição diária do caso Petrobrás é nada menos do que 13 vezes maior do que o caso Alstom/Metrô de SP.
 
Entre 7 de novembro de 2013 e 25 de março último, ou seja, em 130 edições do JN, as denúncias e investigações sobre corrupção no Metrô de SP ocuparam cerca de 77 minutos do telejornal. Foram divulgadas 23 matérias. A mais longa teve 8 minutos e 15 segundos. Cinco delas duraram menos de 1 minuto. Em todas, o assunto era bem ponderado. Todos os acusados tinham direito de resposta para rebater as acusações. E todos, claro, refutaram. As expressões usadas nos textos das reportagem também são bem suaves. Para o Jornal Nacional, não há quadrilha, mas um “suposto cartel”. E não há acusados, mas suspeitos.
 
Em comparação, desde que o caso Petrobras/Pasadena eclodiu, há 11 dias, o Jornal Nacional dedicou a ele 64,5 minutos de cobertura. Foram 10 matérias, três delas com pelo menos 10 minutos cada. Nenhuma com menos de 3 minutos. E em todas não há suspeitos, mas acusados. E não há supostas questões contratuais no processo de aquisição da refinaria, mas irregularidades na compra da refinaria.
 
Vale a pena destrinchar os dados relativos às exposições dos dois casos no telejornal – que vai ao ar de segunda a sábado. Desde que surgiram as primeiras denúncias do caso do Metrô de São Paulo, os telespectadores ouviram “boa noite” da bancada do JN cerca de 130 vezes. Durante cinco meses completos, o tema foi abordado em 23 edições. Por outro lado, em apenas 11 dias – ou seja, 10 edições, excluindo-se o domingo – o caso Petrobras foi abordado em todas as oportunidades, ininterruptamente.
 
Portanto, se dividirmos o tempo total de exposição de cada um dos temas pelo número de edições que foram ao ar do telejornal desde a primeira aparição deles no noticiário, teremos algo curioso. Para o Metrô de São Paulo, nas 130 edições, houve 77 minutos de cobertura, ou seja, uma média de exposição diária de 35 segundos. Já o caso Petrobras chegou ao horário nobre da TV Globo por 64,5 minutos nas 10 edições, o equivalente a uma média de 6 minutos e 30 segundos de exposição diária. Os cálculos apontam para uma cobertura, proporcionalmente, 13 vezes maior do caso Petobrás em comparação ao do Metrô.
 
É compreensível que, em 130 edições, a temática acabe por se diluir e, portanto, apareça menos frequentemente ao longo do tempo. Chama a atenção, no entanto, que em apenas 10 edições, o caso Petrobras já tenha um tempo de exposição tão próximo ao caso do Metrô.
 
O tratamento desproporcional dado pelo Jornal Nacional a temas ligados ao PSDB e ao PT, ou, se você preferir, ao governo federal e ao governo do estado de São Paulo, não é propriamente uma novidade. Mas é sempre bom ir para a prancheta e colocar os pingos nos is. Se “ouvir os dois lados” é um princípio do bom jornalismo, que nome se dá quando eles são tratados com dois pesos e duas medidas?
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A resposta da Globo a Dilma
 
 
A coluna da jornalista Monica Bergamo na Folha de São Paulo da última quinta-feira feira (10) deu uma informação algo surpreendente: na segunda-feira (8), a presidente Dilma Rousseff recebeu o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho, que foi a ela com pleitos sobre a suposta interferência da rede de telefonia celular 4G na transmissão de tevê digital.
 
Segundo a jornalista em questão, Dilma teria manifestado a Marinho desconforto com o noticiário da Globo contra o governo federal. A matéria, tal como foi veiculada na coluna de Bergamo, deixa entender que a presidente teria, de alguma forma, vinculado o atendimento do pleito do barão da mídia a maior comedimento no partidarismo político da Globo.
 
Não se sabe se houve mesmo algo nesse sentido, mas não parece verossímil que Dilma propusesse tal barganha. O mais provável é que ela apenas tenha aproveitado a oportunidade, mas sem proposição de qualquer troca de favores. Até porque, para os barões da mídia seria uma troca muito aquém de suas pretensões hegemônicas.
 
Seja como for, Dilma teria ponderado com Marinho que sua emissora vem “carregando nas tintas” do noticiário contra o governo federal, e não só no caso Petrobrás. O Jornal Nacional da mesma terça-feira em que o vice-presidente da Globo e a presidente da República se encontraram teve 16 minutos de pancadaria contra o governo.
 
O telejornal em questão tem duração de pouco mais de 30 minutos. Ou seja: a Globo gastou metade de seu principal telejornal para atacar o governo com atraso nas obras da Copa, críticas à economia e, claro, com ataques à Petrobrás.
 
Naquele mesmo dia, enquanto Dilma e Marinho se encontravam, Lula dava entrevista a blogueiros…
 
Na noite do mesmo 8 de abril, o Jornal Nacional começou a artilharia com uma matéria sobre atraso em obras da Copa que durou 4:01 minutos. Mais 2:27 minutos foram gastos com o tema que levou Marinho a Dilma, a interferência da rede 4G na TV digital. E mais pancadaria sobre o governo com matéria sobre baixo crescimento da economia que durou 35 segundos, com o caso do deputado André Vargas por 2:47 minutos, com ataques à Petrobrás por 3:08 minutos, com a CPI da Petrobrás por mais 2:36 minutos. No total, foram 15 minutos e 56 segundos de espancamento do governo.
 
Até aí, a ponderação de Dilma com Marinho talvez não pudesse ter surtido efeito; tinham conversado horas antes da edição massacrante do JN. Vejamos, então, o que ocorreu nos dias seguintes.
 
Em 9 de abril, em 5 minutos de Jornal Nacional, durante 21 segundos o primeiro ataque ao governo Dilma se dá na questão da energia elétrica, supostamente subfaturada aos brasileiros por razões políticas. Eis que, como que para afetar “isenção”, o JN apresenta uma reportagem de 1:05 minuto desfavorável ao PSDB, sobre o racionamento de água que já ocorre na grande São Paulo, mas a Globo não diz. E a reportagem não toca na responsabilidade do governo Alckmin, apenas apresenta o problema que pode se abater sobre a grande São Paulo. Porém, logo o telejornal retoma o ataque ao governo. Foram 2:38 minutos para o deputado André Vargas, 2:04 minutos para a inflação, 2:58 minutos para a CPI da Petrobrás. Ao total, foram 7:23 minutos contra o governo do PT e 1:05 minuto contra o do PSDB.
 
Em 10 de abril, dia da nota na Folha sobre a queixa de Dilma a Marinho, mais 2:19 minutos para inflação, 2:02 minutos para incentivar as pessoas a economizarem água em São Paulo (uma bela ajuda a Alckmin), 2:39 minutos para criticar atraso nas obras das Olimpíadas de 2016, 38 segundos (isso mesmo, 38 segundos) para noticiar que o ex-ministro de FHC e candidato de Aécio ao governo de Minas Gerais (Pimenta da Veiga) foi indiciado por lavagem de dinheiro, 43 segundos contra o deputado André Vargas, 4:25 minutos para vincular Dilma e Lula a compra por FHC em 2001 de usinas termelétricas da Alstom (o que obrigou os petistas a manterem contratos que o tucano assinou), 23 segundos contra a Petrobrás e 1:44 minutos para dar razão à oposição contra o governo na ampliação do escopo da CPI da Petrobrás, atacando decisão de Renan Calheiros de permitir a investigação, também, de escândalos envolvendo PSDB e PSB. No total, foram 12:23 minutos contra o governo, 2:02 minutos a favor de Alckmin e 43 segundos contra o PSDB.
 
Em 11 de abril, o JN começa com Dilma na defensiva, dando explicações sobre a inflação em matéria de 52 segundos. Em seguida, notícia distorcida de 2:21 minutos de duração sobre recuo na atividade econômica, reportagem de 23 segundos sobre problemas nas obras da Copa, reportagem de 1:57 minuto sobre corrupção na Petrobrás, mais 1:36 minuto sobre o mesmo tema e mais 33 segundos sobre o doleiro envolvido com o deputado André Vargas. Desta vez, foram “só” 7:10 minutos, mas só contra o governo Dilma e o PT, sem nada contra a oposição.
 
Em ano eleitoral, quando a mídia escolhe maioria tão avassaladora de matérias desfavoráveis a um lado e gasta tão pouco contra o outro lado, provoca efeitos eleitorais. Alguns dirão que tudo que o JN noticiou contra o governo Dilma e o PT tinha que ser noticiado. Só que não existem problemas só desse lado.
 
O caso de Pimenta da Veiga, candidato do presidenciável Aécio Neves ao governo de Minas e que foi indiciado por lavagem de dinheiro, por certo mereceria bem mais do que 38 segundos. O racionamento de água no maior centro urbano da América Latina – bem como as responsabilidades pelo problema – mereceria muito mais atenção de um jornalismo sério. O escândalo do cartel de trens em São Paulo, já em fase adiantada de investigação, inclusive com políticos do PSDB sendo investigados pelo STF, esse sumiu de vez.
 
Ao deputado André Vargas poder-se-ia contrapor Robson Marinho, homem forte do tucanato paulista no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e que está envolvido até o pescoço no escândalo dos trens paulistas, mas continua trabalhando normalmente. Ou poder-se-ia contrapor o caso de Pimenta da Veiga, muito mais grave. Mas o JN faz suas escolhas…
 
O que impressiona é a presidente Dilma ter achado – se é que a matéria de Monica Bergamo é verdadeira – que poderia chamar um dos irmãos Marinho à razão. Aliás, melhor dizendo, chamá-lo à responsabilidade, já que, por ser uma concessão pública, a faixa do espectro radioelétrico que a Globo ocupa não pode ser usada com fins político-partidários.
 
PS do Viomundo: Surpresos? Agora vocês entendem o que foi que revoltou um grupo de jornalistas da TV Globo de São Paulo, durante a campanha eleitoral de 2006. Além dos escândalos produzidos pelo serviço de inteligência da campanha tucana, que passam a dominar o noticiário, o viés do Jornal Nacional torna-se completamente amargo alguns meses antes das eleições. Mera coincidência.
 
Leia também:
 
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/dois-telespectadores-que-se-espantaram-com-o-jornal-nacional.html

PARA NÃO ESQUECER AS MANIPULAÇÃO NO STF: Os responsáveis, no Banco de Brasil, pelo dinheiro do Fundo Visanet

14.04.2014
Do blog MEGACIDADANIA, 26.12.2012
 
O ERRO DO JULGAMENTO É ESCONDER A VERDADE DOS DOCUMENTOS: OS TUCANOS FORAM POUPADOS
 
POST 5
 
A multinacional, Visa Internacional, fez uma parceria com 25 bancos brasileiros, criou um fundo com recursos/dinheiro disponível para fazer propaganda dos cartões de crédito com marca Visa.
O Banco do Brasil concordou em utilizar este dinheiro/recursos do Fundo Visanet que eram EXTRAS, - o banco tinha recursos próprios destinados à propaganda de seus produtos.
 
Para utilizar o dinheiro/recursos do fundo, o Banco do Brasil sujeitava-se às regras definidas por um regulamento/contrato, o qual exigia a indicação de um GESTOR. O gestor era o CANAL entre o Banco do Brasil e a Visanet. O GESTOR era responsável por encaminhar, à Visanet, as propostas de ações/campanhas e os pedidos de pagamento à DNA - a Visanet pagava diretamente às agências de publicidade e fornecedores.
 
Dentro do Banco do Brasil, a Diretoria de Varejo era a única responsável pela área de cartões de crédito e débito, portanto, responsável pela utilização dos recursos do Fundo Visanet. Cabia a ela definir estratégias de venda, público alvo, quais seguimentos deveriam ser objeto das campanhas publicitárias, etc. Esta diretoria sempre indicou o GESTOR, representante do banco, junto à Visanet.
 
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Todo início de ano, a CBMP/Visanet aportava um valor no Fundo Visanet e informava aos bancos associados a parte (cota) disponível a cada um deles. A Diretoria de Varejo do Banco do Brasil, ao ser informada do valor disponível, decidia como seria utilizado, se sozinha, ou em conjunto com outra diretoria do banco. Promoções como, sorteio de automóveis, premiações de viagens para clientes “VIP” foram feitas com os recursos do Fundo Visanet, que a Diretoria de Varejo decidiu sozinha. Outras campanhas foram realizadas em conjunto com outras diretorias do banco. Cerca de 80% do valor total disponibilizado, nos anos de 2003 e 2004, pelo fundo, foram utilizados em conjunto pela Diretoria de Varejo - DIREV - e Diretoria de Marketing - DIMAC - do Banco do Brasil.
 
Os recursos disponibilizados pelo Fundo Visanet eram EXTRA orçamento do BB para comunicação e marketing, portanto, a primeira pergunta que a DIREV fazia à DIMAC era se esta teria condições de operacionalizar, de confeccionar campanhas extras às que já estavam planejadas com recursos próprios do banco. Assim a DIREV encaminhava um ofício, “nota técnica”, documento estritamente interno ao banco, que informava um valor, disponibilizado pelo fundo, que a DIREV havia, previamente, decidido utilizar em conjunto com a DIMAC, e formalizava um “acordo de trabalho” entre as duas diretorias. Os dois diretores, bem como, dois gerentes executivos das respectivas diretorias, DIREV e DIMAC, assinavam este documento com um “de acordo”. Este documento, “nota técnica”, nunca foi enviado à Visanet, não era condição e nem fazia parte da documentação apresentada na Visanet.
 
DOCUMENTO 1 Nota Técnica nº1141/2003 (Volume 25 fl 5376 a 5388) 6 BB
 
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*FHC Funcionários do BB indicados na era FHC (além de já estarem nos cargos na era FHC, foram indicados por TUCANOS)
  • Fernando Barbosa de Oliveira......Diretor de Varejo........indicado em (2002)
  • Douglas Macedo............................Gerente Executivo......indicado em (2001)
  • Cláudio de Castro Vasconcelos....Gerente Executivo......indicado em (1999)
Obs.: o GESTOR do Fundo Visanet, Léo Batista dos Santos, Gerente de Cartões da Diretoria de Varejo, indicado pelo Diretor de Varejo (período de 2002 a 2005). **PT Funcionário do BB indicado na era Lula Henrique Pizzolato..........................Diretor de Marketing.....indicado em (2003)
 
OS FUNCIONÁRIOS DA DIRETORIA DE VAREJO DO BANCO DO BRASILTAMBÉM FAZIAM PARTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DAVISANET!!!! (Apenso 438 parte 1 fl. 18)
  • Fernando Barbosa de Oliveira........Conselheiro.........17/04/2003 a 28/04/2004
  • Douglas Macedo..............................Conselheiro.........30/04/2002 a 08/11/2004
O Conselho de Administração da Visanet tinha a atribuição de averiguarse os recursos do fundo estavam sendo utilizados de acordo com oREGULAMENTO/CONTRATO.
 
DOCUMENTO 2 Regulamento do Fundo de Incentivo Visanet (Apenso 356 fls 9648 a 9640) 2 VISA
 
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O dinheiro/recursos do Fundo Visanet eram privados e pertenciam à Visanet. A Visanet pagava diretamente às agências de publicidade e fornecedores. A Visanet, de acordo com o regulamento do fundo, aprovava as campanhas publicitárias, fiscalizava sua execução, pagava e mantinha em seu poder toda a documentação fiscal.
 
Os funcionários da Diretoria de Varejo do Banco do Brasil também faziam parte do Conselho de Administração da Visanet. O GESTOR, Léo Batista dos Santos, também era funcionário da Diretoria de Varejo. Toda a documentação enviada à Visanet sempre foi assinada por estes funcionários.
 
O Fundo Visanet foi criado em 2001 e, sempre, os funcionários da Diretoria de Varejo foram responsáveis pelo dinheiro do fundo utilizado pelo Banco do Brasil.
 
Henrique Pizzolato assumiu o cargo de Diretor de Marketing do Banco do Brasil no dia 17 de fevereiro de 2003.
 
POR QUE, HENRIQUE PIZZOLATO, FOI PROCESSADO E CONDENADO COMO O RESPONSÁVEL PELO DINHEIRO/RECURSOS DO FUNDO VISANET?
 
A VERDADE DOS DOCUMENTOS
 
Todos estes documentos ESTÃO no processo AP 470.
 
Todos estes documentos afirmam que, o GESTOR, Léo Batista dos Santos, era o responsável (canal) pela utilização do dinheiro/recursos do Fundo Visanet.
 
Todos estes documentos afirmam que, a Diretoria de Varejo era determinante na utilização do dinheiro/recursos do Fundo Visanet e, NÃO a Diretoria de Marketing.
 
No processo da AP 470, NÃO EXISTE NENHUM DOCUMENTO ENVIADO OU RECEBIDO PELA VISANET PELO DIRETOR DE MARKETING DO BANCO DO BRASIL, Henrique Pizzolato.
 
POR QUE JOAQUIM BARBOSA NÃO LEU OS DOCUMENTOS?
 
POR QUE Joaquim Barbosa e todos os Ministros do STF desconsideram estes documentos? Teria JB “escondido” estes documentos?
 
POR QUE Joaquim Barbosa e todos os Ministros do STF, diante destes documentos, “não exergam” que os responsáveis, de fato, eram funcionários da Diretoria de Varejo do Banco do Brasil e NÃO da Diretoria de Marketing? Por que “poupar” tucanos? Por que acusar só o petista?
 
POR QUE Joaquim Barbosa e todos os Ministros do STF, diante destes documentos, MENTEM ao dizer que, o Diretor de Marketing do Banco do Brasil, “desviou” recursos, sobre os quais NÃO DETINHA A POSSE?
 
O Diretor de Marketing foi acusado, só por ser petista?
 
Joaquim Barbosa criou o “ar de legalidade”, falseando informações contidas nos documentos para condenar. Joaquim Barbosa não quer a justiça; Joaquim Barbosa só quer condenar.
 
Joaquim Barbosa, rendendo-se às vaidades pessoais, rendendo-se às “glórias” proporcionadas pela imprensa golpista e desonesta, trai seu dever para com a JUSTIÇA, trai a Constituição Federal, trai o cargo de respeito confiado pela sociedade brasileira.
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Fonte:http://www.megacidadania.com.br/os-responsaveis-no-banco-de-brasil-pelo-dinheiro-do-fundo-visanet/