terça-feira, 4 de março de 2014

DIRIETA GOLPISTA MANIPULA: “A Copa do Medo”, o falsificador e o terrorismo dos brucutos atucanados

04.03.2014
Do blog TIJOLAÇO, 03.03.14
Por Ferando Brito

picareta
Alertado pelo Diário do Centro do Mundo, fui ler no UOL a história da falsificação da reportagem da France Football sobre  ”a Copa do Medo” no Brasil.
“O jornalista francês Éric Frosio, de 36 anos, se surpreendeu ao saber que uma reportagem que havia escrito sobre a Copa do Mundo no Brasil para a publicação francesa France Football estava sendo compartilhada por centenas de milhares de brasileiros na internet. Não demorou muito, porém, para Frosio se decepcionar ao notar que o texto que estava sendo compartilhado não tinha nada a ver com aquele que ele tinha produzido.
Uma falsa versão do texto, que cita frases atribuídas de forma errada à revista francesa e que, supostamente, mostram problemas do Brasil, teve mais de 200 mil compartilhamentos no Facebook. “Fiquei surpreso e chateado. Usaram a credibilidade da revista para passar ideias erradas, coisas que não escrevemos”, disse Frosio ao UOL Esporte. “Acredito que tenham feito isso com o objetivo de atacar as políticas da presidente Dilma Rousseff, que tentará a reeleição.”
E foi mesmo, Éric.
O autor da falsificação foi um cidadão chamado Luiz Surianni, que se identifica como jornalista formado em Harvard e presidente de várias entidades, entre elas uma Federação de Centros Espíritas e de Candomblé.
Surianni, um coxinha tardio, é só um exemplo da picaretagem que está tomando conta da rede – patrocinada por uma direita sem perspectiva eleitoral – e, pior, da vida brasileira.
Não passa de um imbecil fanático, espumando ódio e fazendo das suas na periferia das rodas tucanas, que adoram um brucutu sem ética como ele. Uma rápida pesquisa mostra que o cidadão diz dirigir uma“fundação” que leva seu nome para captar dinheiro “para crianças com câncer, uma empresa de lobby, uma “Imprensa Press Brasil” e outras instituições imaginárias.
O melhor da história toda é  que o francês Éric faz uma observação muito interessante, que merece nossa reflexão.
“Com relação à percepção que os estrangeiros têm do Brasil, o jornalista acredita que a violência seja o assunto mais lembrado. “Nas outras Copas que cobri, na Alemanha, na França, a gente fica com a ideia de que é só diversão, futebol e alegria. Aqui também vai ter isso, mas a violência estará presente”, afirma o repórter. “Essa é a primeira pergunta que me fazem sobre o Brasil: ‘É violento? É perigoso?’ Achava que isso estava mudando. Mas esse ano, principalmente no Rio, parece ter voltado.”
Sim, Éric, está voltando e a origem, se você pensar um pouco, é o “pacto entre anormais” firmado pela mídia, coxinhas, extrema direita e oposição.
Eles precisam do medo a que se refere a revista, porque não tem outra forma de voltar ao poder, senão assustando de todas as formas e sem nenhuma ética,  como você mesmo viu com a falsificação de sua matéria, o povo brasileiro.
*****
Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=14880

TRIBUNAL DE EXCEÇÃO: “Foi para dar exemplo que esquartejaram Tiradentes”

04.03.2014
Do blog VI O MUNDO, 03.03.14

O objetivo era prender Dirceu em regime fechado

Anotações sobre o julgamento dos embargos infringentes


Quando um juiz vê uma ação judicial como causa política as chances de que sejam cometidas injustiças crescem vertiginosamente.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

1. O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, disse a certa altura algo como: “Temos a chance de fazer Justiça, de dar o exemplo”. Essa é apenas mais uma prova de que ele não vê a Ação Penal 470 como um processo, mas como uma causa política. E quando um juiz vê uma ação judicial como causa política as chances de que sejam cometidas injustiças crescem vertiginosamente. Processo penal não tem de servir “pra dar exemplo”. Foi “pra dar exemplo” que enforcaram, esquartejaram e penduraram pedaços do corpo de Tiradentes, entre outros vários, pelas ruas. Achei que havíamos evoluído um tantinho desde então.

2. Barbosa também atacou o ministro Luís Roberto Barroso de todas as formas possíveis. Chegou a dizer que ele parece ter chegado ao STF “com o voto pronto”. A acusação é muito grave e feita claramente para desestabilizar o julgamento e atingir a credibilidade de Barroso. Causar-lhe embaraços com a opinião pública. Quase de dedo em riste, Barbosa sentenciou: “Seu voto não é técnico”. Barroso não caiu na armadilha.

3. Os ministros queriam acabar anteontem o julgamento dos infringentes. Barbosa não permitiu. Ele é o presidente e pode encerrar a sessão, o que fez. Barbosa sempre bradou que gostaria de “acabar logo com esse julgamento”. Anteontem teve essa chance, e não o fez. Por quê? Para garantir a sequência do show. Uma das justificativas dele era a ausência do ministro Gilmar Mendes na sessão. Sinal dos tempos. Eu já vi por diversas ocasiões o mesmo Barbosa pedir a continuidade de julgamentos e clamar a desimportância da presença de Gilmar Mendes no plenário. O que mudou?

4. O mais grave, contudo, foi Barbosa ter admitido que as penas fixadas pelo crime de formação de quadrilha foram elevadas com o objetivo, sim, de evitar a prescrição. Com o objetivo, sim, de fazer com que determinados réus tivessem de cumprir pena em regime inicial fechado. Isso é julgar o processo de acordo com a cara do réu, não de acordo com o crime que ele cometeu. Aí, meus caros, me perdoem, mas o presidente do STF admitir isso, e ficar por isso mesmo, é o início de uma derrocada do sistema judicial sem precedentes desde a redemocratização. E triste mesmo é que poucos estejam se dando conta disso.

Uma observação: se os réu fossem tucanos, democratas, o Jair Bolsonaro ou o general que escreveu que o Golpe de 64 foi uma “revolução democrática”, minhas críticas seriam as mesmas. O que está em jogo é um sistema de Justiça, mais do que um processo e alguns destinos.

Abaixo, dois trechos do voto do ministro Luís Roberto Barroso que dispensam comentários. Enjoy it!

“Fontes diversas divulgam o sentimento difuso de que qualquer agravamento das penas é bem-vindo e de que a imputação de quadrilha, em particular, teria caráter exemplar e simbólico. É compreensível a indignação contra a histórica impunidade das classes dirigentes no Brasil. Mas o discurso jurídico não se confunde com o discurso político. E o dia em que o fizer, perderá sua autonomia e autoridade. O STF é um espaço da razão pública, e não das paixões inflamadas. Antes de ser exemplar e simbólica, a Justiça precisa ser justa, sob pena de não poder ser nem um bom exemplo nem um bom símbolo.”

“Minha posição é de que o marco institucional representado pela Ação Penal 470 servirá melhor ao país se não se apegar a rótulos infamantes ou a exacerbações punitivas. Justiça serena, como deve ser, rigidamente baseada naquilo que a acusação foi capaz de demonstrar, sem margem de dúvida. A condenação maior que recairá sobre alguns dos réus não é prevista no Código Penal: a de não haverem sequer tentado mudar o modo como se faz política no Brasil. Por não terem procurado viver o que pregavam. Por haverem se transformado nas pessoas contra quem nos advertiam.”

*Rodrigo Haidar é jornalista.

Leia também:

*****
Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/rodrigo-haidar-foi-para-dar-exemplo-que-esquartejaram-tiradentes.html

ADVOGADOS REAGEM AO “FOI PARA ISSO MESMO” DE JB

04.03.2014
Do portal BRASIL247, 03.03.14

*****
Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/132077/Advogados-reagem-ao-%E2%80%9Cfoi-para-isso-mesmo%E2%80%9D-de-JB.htm

Elite econômica que deu golpe no Brasil tinha braços internacionais, diz historiadora

04.03.2014
Do portal OPERA MUNDI, 02.03.14
Por Felipe Amorim e Rodolfo Machado | São Paulo

Martina Spohr, coordenadora do CPDOC/FGV, dá detalhes sobre a atuação do alto empresariado na deposição de Jango: “trabalho com a existência de uma elite orgânica transnacional e anticomunista”
Além de atuar no movimento civil-militar que conspirou e depôs o presidente João Goulart em 1964, aelite empresarial brasileira também manteve, ao longo de todos os anos sessenta, estreito vínculo com o capital estrangeiro, numa “relação íntima” com os interesses dos executivos norte-americanos. A afirmação é da historiadora Martina Spohr, coordenadora da área de Documentação do CPDOC da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e estudiosa do regime ditatorial que vigorou no Brasil até 1985.
Como muitos pesquisadores que se debruçam sobre o período, Martina concebe o 31 de março como um golpe classista e empresarial-militar. No mestrado, "Páginas golpistas: anticomunismo e democracia no projeto editorial do IPES (1961-1964)", concluído em 2010 pela UFF (Universidade Federal Fluminense), Martina esmiuçou o projeto editorial do Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais, organização fundada com o objetivo público de defender a "livre iniciativa" e a "economia de mercado", mas que funcionou, na prática, como um ponto de encontro de acadêmicos conservadores, empresários e militares empenhados em desestabilizar o governo de João Goulart (1961-1964).

No doutorado, em andamento na UFRJ (com uma bolsa-sanduíche na Brown University, nos EUA), Martina aprofundou a pesquisa sobre os civis que fizeram o regime militar. Por conta de seu trabalho na chefia do setor de Documentação do CPDOC/FGV, começou a colecionar indícios de que muitos dos empresários brasileiros que atuaram com destaque na conspiração pré-64 também buscavam criar uma espécie de rede empresarial anticomunista com fortes laços em todo o continente.
Um desses homens de negócios era o paulista Paulo Ayres Filho, empresário da indústria farmacêutica. Seu acervo particular — que reúne cartas, recortes de jornal, papéis importantes e cópias de grande parte da documentação do extinto Ipês-SP — foi doado, pelos herdeiros, ao CPDOC/FGV, que tradicionalmente trabalha com a organização e a preservação de arquivos particulares da elite brasileira. Esse material, tratado por Martina, faz parte do rol de fontes primárias que compõem a pesquisa provisoriamente intitulada “Elite orgânica transnacional: a rede de relações político-empresarial anticomunista entre Brasil e Estados Unidos (1961-1968)”.
“Trabalho com a existência de uma elite orgânica transnacional, que não estava só no Brasil e tinha seus braços internacionais. Personagens importantes do empresariado latino-americano estavam de alguma maneira envolvidos com norte-americanos”, afirma Martina, explicando que foi a partir de Paulo Ayres Filho, anticomunista ferrenho e um dos fundadores do Ipês, que pôde começar a mapear essa rede.

[A pesquisadora Martina Spohr é coordenadora do setor de Documentação do CPDOC/FGV e doutoranda em História Social pela UFRJ]
Prendeu em particular a atenção da pesquisadora uma série de correspondências “de cunho bastante pessoal, chegando mesmo a ser íntimo”, entre Ayres Filho e David Rockefeller, multimilionário e magnata do petróleo. David e seu irmão Nelson (vice-presidente dos EUA de 1974 a 1977) eram dois dos maiores entusiastas da Aliança para o Progresso, projeto político que sintetizava os interesses dessa “elite orgânica transnacional”: um programa anticomunista de integração regional levado a cabo pelos EUA no auge da Guerra Fria para lutar contra o que seus defensores chamavam de “cubanização” do continente.
Paulo Ayres Filho teve atuação destacada em um importante episódio que evidenciava o elo entre os altos capitalistas do continente. Em 1963, evento sediado em Nova York proporcionou um encontro informal de empresários das Américas congregando 67 homens de negócios de 11 países do continente. Na ocasião, cinco executivos brasileiros — quase todos importantes lideranças do Ipês — puderam estabelecer contato com os altos escalões da política e da economia dos Estados Unidos. Paulo Ayres Filho foi um deles. E o principal, diga-se: foi escolhido porta-voz do grupo de latino-americanos para encontrar pessoalmente o presidente John F. Kennedy.
Não por acaso, um dos temas preferidos pelos norte-americanos no encontro foi justamente a discussão da Aliança para o Progresso. Na documentação analisada, Martina Spohr pôde constatar que os empresários dos EUA tinham grande interesse em tornar o projeto conhecido (de maneira positiva, obviamente) no Brasil. Por outro lado, os brasileiros aproveitaram o ensejo para criticar certos aspectos da política externa econômica dos Estados Unidos que prejudicavam seus interesses comerciais.
WikiCommons
"Companheiros da aliança": selo brasileiro emitido em 14 de março de 1966 fazendo referência à Aliança para o Progresso

Além disso, em entrevistas concedidas a jornais após a volta para o Brasil, também é possível perceber “uma certa militância política dos empresários brasileiros”. Uma tentativa, conforme explica Martina, de “conscientizar” a elite econômica brasileira, que se sentia “ameaçada” pelo contexto político do país. “Eles estavam chamando o empresariado a participar do processo. E os norte-americanos incentivavam esse tipo de discurso”, afirma a historiadora.
A pesquisa desenvolvida por Martina, entretanto, não fica restrita à atuação dos empresários brasileiros na conspiração que culminou com a derrubada de João Goulart. Até 1968 — ano que marca a radicalização da ditadura brasileira com a edição do AI-5, a chegada da linha dura ao poder e o consequente afastamento de muitos dos setores liberais que haviam apoiado o golpe —, Paulo Ayres Filho recorrentemente viajaria aos EUA para palestrar nas principais universidades do país, “com o objetivo de trazer algum tipo de legitimidade para o novo governo do Brasil”.
Apesar do apoio norte-americano, parcelas do establishment internacional estavam questionando o regime brasileiro pelo rompimento institucional e inconstitucional que representou o golpe de 64 e a tomada do poder pela força. “Havia uma busca desse empresariado para tentar justificar a ‘revolução’. E não só nos EUA; eles também foram para países como Alemanha e França”, assinala Martina Spohr.


*****
Fonte:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/reportagens/34196/elite+economica+que+deu+golpe+no+brasil+tinha+bracos+internacionais+diz+historiadora.shtml

NOS TEMPOS DE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO. REVIVER PARA NAO ESQUECER

04.03.2014
Do BLOG DO SARAIVA, 03.03.14

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO ANDA PROPAGANDO PARA OS 4 VENTOS QUE FOI ELE QUEM INICIOU AS MUDANÇAS NO PAÍS. OLHEM AS TRISTONHAS NOTICIAS DURANTE SEUS 8 ANOS DE GOVERNO E VEJAM SE ELE TEVE CONDIÇOES DE FAZER ALGUMA MUDANÇA COMO PROPAGA. O QUE NÓS VIMOS FOI MUITA RECESSAO, DESEMPREGO, AUMENTOS DE TAXAS DE JUROS, FMI APERTANDO O CERCO. E MUITA MISERIA. 

FHC++CALOTE++VIR%C3%81++COM+QUALQUER++PR
Fernando henrique Cardoso anda se gabando que as mudanças começaram no seu governo, Aqui vao inumeras reportagens da epoca que provam o contrario Elas por si so falam. qualquer cidadao por mais ingenuo que seja vai tirar suas conclusoes. Esse analista por exemplo diz que mesmo trocando de pagoverno o calote da divida externa viram de qualquer jeito. Isso nao aconteceu, Lula tirou o país da recessao e ainda págou a divida Hoje o Brasil ´é credor no FMI. e ele nao dita mais regras aqui. Quais as regras veja abaix.
FHC+++EUA++E++FMI++TENTAM+ABAFAR+CRISE+N
fhc+++estrategia++%C3%A9+seguir++fmi.jpg
A estrategia de FHC era seguir o FMI, desemprego, recessao, demissao, aumento de impostos, aumento de combustiveis, aumento dos generos alimenticios, aumento dos juros e da selic e por ai vai. era o que ele seguia.
FHC+++-+CONSERTO+DA+PRIVATIZA%C3%87AO++E
AQUI nós vemos que alem de privatizar nossas estatais como a VALE DO RIO DOCE ele aind diz que o conserto da privatizaçao exige ate 9 bilhoes. imagine voce ficou claro que apesar dele tervendido as estatais ainda botou em cima para cobrir rombos ou outras maracutaias 9 bilhoes dos brasileiros.
fhc+++dinheiro+do+fat++%C3%A9+usado+para
Dinheiro do fat é usado para meta do FMI, o que é isso: eles usaram dinheiro de programas do Brasil para cobrir rombo para pagar ao FMI. muito incompetencia.
FHC+++DOLAR+TEM+NOVA+SUBIDA++E+FECHA++A+
O dolar disparado em 3,76 isso ai é documento nao tem como ele dizer que nao foi assim pois esta tudo registrado, a cada semana ele desvalorizava o real . Alias ele mesmo confirmou isso em ;FHC DAR VEXAME INTERNACIONAL E LEVA BRONCA DE CLINTO, no youtub para quem quizer ver , ele afirma categoricamente que desvalorizou o real em 40% . quer dizer ao desvalorizar o real em 40% a divida externa do país cresceu 40% sem que o FMI desembolsasse 1 centavo. é ganhar dinheiro no mole ou nao é ;Era assim que o Brasil sustentava as regalias da EUROPA /EUA
FHC++-+GOVERNO+PREV%C3%8A++VENDA+DIFICIL
Nossa querida |Petrobras que fhc ja tinha mudado o nome para PETROBRAX, olha so como arquitetaram a venda da Petrobras, Ele primeiro disse que a petrobras seria dificil de ser vendida para botar as açoes la embaixo e os americanos comprar por bagatela. Este é o homem que quer dar palpites na economia e ainda indica o maior CHEIRADOR DE PÓ para ser candidato a presidente, Vala sério voces acham que esses homens tem condiçoes de estar a frente da politica do Brasil?
FHC++AGE+SOZINHO+PARA+BARRAR++CPI++QUE++
Fernando Henrique age sozinho para barrar cpi que jader assinou. Imagina qual o interesse dele de barrar a CPI, tudo para esconder a roubaleira no seu governo, nada era apurado e tem a cara de pau de dizer que no seu governo nao houve corrupçao. Foi o maior periodo de corrupçao ja visto neste país. todos eles enriqueceram.
fhc++BB+E+BNDES++AVALIAM+MEGA++OPERA%C3%
Olhem para que servia o BNDES no governo de FHC, para salvar rombos da Rede Globo, foi sempre assim. A globo queria os mesmo privilegios que tinha no tempo de FHC mais como Lula e Dirceu se negaram entao se juntaram a direita e a alguns membros do STF encabeçado por Gilmar Dantas mendes Cristina para perseguir o PT.
fhc++desemprego+cresce++38%25++no+gov++f
Desemprego nos tempos de FHC 38% agora com Dilma 4,9 % a menor taxa de desemprego do mundo. Nao sei onde FHC tirou a ideia que foi com eles que começou as reformas sou doido pode acreditar numa mentira dessa natureza.
fhc++diz+que++ha+risco+de+pa%C3%ADs+vira
Fernando Henrique Cardoso estava tao desacreditado que ja colocava o Brasil no mesmo patamar da Argentina, que deu calote e nao pagou sua divida. Lula entrou e o país virou da agua para vinho, nada disso aconteceu e estamos nos melhores tempos de toda a historia da economia Brasileira. Fale ai voce que sempre achou dificil ter um carro zero na porta da sua casa, ter seu filho estudando em universidade que so era para rico, com programas como proUni Sisu, e intercambios de estudantes brasileiros no exterior para fazer faculdade.
fhc++e+os++aumentos.jpg
Governo FHC quem se lembra e confirma o que eu sempre disse aqui. As familias de classe media deixaram os bairros mais sofisticados para viver na periferia ou em bairros da classe polbre pois nao podiam pagar aluguel. a crise era tao grande que eles nao tinham condiçoes de pagar a escola dos filhos o calote nas escolas particulares foi de estarrecer e os donos de escolas sabem muito bem disso.
FHC++FAZ++MAIOR+DEFICIT++DOS++90.jpg
FHC fez o maior deficite da historia da nossa republica, e em seguida voce póde ver mais um ponto que ja toquei . As montadoras fecharam 5.000 postos de trabalho so numa tacada so. elas para evitar o pior deram ferias coletivas ate 3 vezes no ano póis nao se vendia nada nem interna nem externa,
FHC++pa%C3%ADs++precisa+de++40+bilhoes++
OLHE ELE ai mais um vez batendo nas portas do FMI de cuia na mao se humilhando pois seus ministros e ele proprio eram o facasso na economia nacional. uma vergonha e querem dar palpites na de Dilma. vai procurar o que fazer
FHC++PCC++ABASTATE++HOSPITAL+DE+PENITENC
Nos tempos de FHC /ALCKMIN no poder era o PCC quem abastecia hospital de penitenciaria. imagina a relaçao deles com o PCC isso á é mais uma comprovaçao da uniçao do PCC+FHC+ALCKMIN+SERRA.
FHC++PROCURADORES++SUSPEITAM+DE++REDE+PA
Procuradores suspeitavam de rede para proteger FHC, é a mesma rede que hoje anda protegendo os dois ministros do Supremo GILMAR E BARBOSA, unidos a midia golpista e facista. essa rede sempre existiu e ja foi chamada por janios Quadros de ""FORÇAS OCULTAS"
fhc++protestos+contra++fhc++75+mil.jpg
o GOVERNO DE fhc era tao bom mais tao bom que 75 mil pessoas foram as ruas para protestar contra seu governo, foi nessa epoca se nao me engano que Itamar e outros governadores foram a ele para que liberasse o cambio senao o país ia quebrar mesmo. Ele liberou. resultado> os EUA chamaram pedro Malan la, e o obrigaram a dar um pronunciamento na mesmo na sede do fmi, Ele o fez com a cara mais feia do mundo pois passaram o maior sabao nele por ter liberado o cambio Os EUA queriam que o país quebrasse assim eles se apoderariam da Petrobras e outras riquezas do Brasil. sem pagar nada.
fhc++seu+sucessor++ter%C3%A1+menos++da+m
Olhem com o coraçao aberto como Lula pegou o governo desse facista chamado FHC, que hoje virou menino de recado do FMI e dos EUA, Quando Lula assumiu o país estava mesmo quebrado quebrado de verdade, e a prova está ai. Lula enfrentou a situaçao com menos verbas do que quando FHC assumiu. com um indice de desemprego assustador pois quando FHC assumiu a presidente existia 3 trabalhadores para 1 aposentado quando saiu deixou o saldo de 1 trabalhador para um 1 posentado quer dizer previdencia quebrada. alto indice de desemprego, e muita gente perdeu seu emprego.
FHC++SOBEM+PRE%C3%87OS+DE++GAS+GASOLINA+
Esses aumentos eram quase todas as semanas , eles queriam cobrir os rombos com o sacrificio do povo e o gas de cozinha que era mais consumido pois a classe pobre e media baixa consomem muito foi o que mais eles aumentaram.
fhc+apag%C3%A3o.gif
Os apagoes eram frequentes mais hoje eles criticam o governo Dilma com sabotagem para dizer que tem apagao.
fmi++e+malan+anunciam+mais+apertos.jpg
Olhem ai o Malan com o fmi anunciando mais apertos para o Brasil, esses sao os metodos do FMI para quem bater a sua porta, eles emprestam dinheiro sob chantagem e quem quizer vai ter que seguir suas regras, senao nao tem dinheiro. Muitas vezeds esse dinheiro nem sai de la.
fhc+++nAO+POSSO++SER+INJUSTO.jpg
fhc+++nos++tempos++de+fhc.jpg
Por fim ele cai de quatro e reconhece que Lula e Dilma sao outra historia na economia e que levaram esse país ao patamar que se encontra.
****
Fonte:http://saraiva13.blogspot.com.br/2014/03/nos-tempos-de-fernando-henrique-cardoso.html

Entenda as opções do Ocidente para lidar com a crise da Crimeia

04.03.2014
Do portal da BBC BRASIL

Tropas bloqueiam acesso a base ucraniana na Crimeia (foto: AP)
Ocidente pode focar pressão contra a Rússia na área econômica

Um ato descarado de agressão em violação da lei internacional, em violação da Carta das Nações Unidas”. Essa foi a forma usada pelo Secretário de Estado John Kerry para descrever a intervenção da Rússia na Ucrânia

Ele ameaçou dizendo que a ação russa pode causar repercussões e também que “todas as opções estão sobre a mesa”.

Notícias relacionadas


Mas o que os Estados Unidos podem considerar como “todas as opções”? De forma realista, o que os Estados Unidos e o Ocidente podem fazer?

Opções diplomáticas

O primeiro grande passo dado em resposta a uma ofensa internacional é uma condenação pelo Conselho de Segurança – que normalmente é seguido por resoluções prevendo etapas a ser cumpridas pelo ofensor. Quando isso falha, o órgão pode autorizar uma ação militar internacional.

Mas essas opções estão efetivamente descartadas. A Rússia é um membro permanente do conselho e pode – e vai – vetar qualquer tentativa de condenar suas ações. Essa é a falha estrutural do sistema do Conselho de Segurança: ser impotente contra seus membros permanentes.

Mas há outros fóruns possíveis. Sete membros do G8, o grupo das nações mais industrializadas do mundo se voltaram contra seu oitavo membro, a Rússia, ao cancelar as preparações para uma reunião do grupo que ocorreria no país em junho.

Há também outras formas de cooperação com a Rússia que podem ser suspensas. A parceria entre Rússia e União Europeia, como seus encontros a cada dois anos, é uma delas. O Conselho Otan-Rússia é outra.

Mas voltar as costas para a Rússia na diplomacia gera grandes riscos. A cooperação da Rússia é vital para a política do Ocidente no Irã, na Coreia do Norte e no Afeganistão. O país também tem grande peso na Síria.

A Grã-Bretanha teria ordenado um boicote ministerial aos Jogos Paralímpicos que começam nesta sexta-feira em Sochi – que fica a menos de 480 quilômetros da capital da Crimeia, Simferopol. Mas muitos países têm se mostrado relutantes para impor boicotes aos esportes desde que retaliações ocorridas em 1980 e 1984, durante a Guerra Fria.

Opções econômicas

Indo além das opções diplomáticas, o Ocidente poderia impor medidas para atingir o país em um ponto sensível: o bolso. E isso pode ser feito sem o apoio da ONU.

A Rússia tem fortes ligações com o Ocidente. Os Estados Unidos recentemente cancelaram negociações com os russos sobre um tratado de investimento bilateral e questões energéticas.

Um dos maiores fatores que podem ser usados pela Europa para pressionar a Rússia - a energia do petróleo e do gás - é também uma fraqueza. A Rússia é o maior fornecedor internacional da Europa, vendendo cerca de 25% do gás em contratos de cerca de US$ 100 milhões por dia. Mas exatamente por causa dessa profunda dependência, a área de petróleo e gás se torna um campo de batalha improvável.

A Europa não têm alternativas para compensar uma eventual escassez dos produtos – apesar do fato de que depois de um inverno ameno o gás estocado deve ser suficiente para suprir o bloco por muitos meses.

A elite rica da Rússia poderia ser um alvo. Visitantes frequentes do Ocidente, ela mantém bilhões investidos em bancos, propriedades e até times de futebol ocidentais.

O analista de segurança especializado em Rússia Mark Galeotti afirma: “A arma mais poderosa contra o Kremlin é mirar nas elites das quais eles dependem.”

Ele afirmou que ações possíveis poderiam ser expulsão de autoridades, congelamento de recursos, restrições para vistos e até sanções contra empresas russas.

A pressão econômica do Ocidente sobre a Rússia pode ter que vir a longo prazo e ser focada na redução de investimento e comércio.

Restrições de vistos e congelamento de bens já foram usados antes – notadamente pelos Estados Unidos contra autoridades russas envolvidas na prisão, morte e julgamento póstumo do advogado Sergei Magnitsky. Essas sanções, relativamente limitadas tiveram um efeito ruim para as relações com a Rússia – que retaliou com medidas entre as quais o banimento das adoções entre americanos e russos.

EUA suspendem compromissos militares e negociações de comércio com a Rússia

O Pentágono respondeu às ações da Rússia na Crimeia suspendendo compromissos militares entre os dois países – incluindo exercícios conjuntos, acesso a portos e conferências de planejamento.

A Casa Branca já havia anunciado também a paralização de negociações de comércio bilateral e investimento envolvendo os dois países.

Mas cedo, o enviado da Rússia à ONU, Vitaliy Churkin, disse ao Conselho de Segurança que o ex-presidente deposto da Ucrânia Viktor Yanukovych pediu à Moscou que envie tropas à Ucrânia para proteger civis e evitar uma guerra civil.

Mas Francesco Giumelli, especialista em sanções internacionais da Universidade de Groningen, na Holanda, diz que esse recurso não pode ser usado indiscriminadamente contra qualquer russo rico. “Legalmente é muito difícil... como você ligaria essas pessoas da elite a ações específicas na Crimeia? Você precisa provar que eles estão envolvidos em alguma coisa errada”.

Segundo ele, a proibição de viagens – não as medidas financeiras – são o primeiro passo mais provável, direcionado a generais e autoridades da Defesa com um papel direto na crise da Crimeia, ou parlamentares que tenham apoiado a ação. Segundo ele, isso pode parecer “simbólico” mas mostra um comprometimento em agir – que pode passar por uma escalada mais tarde.

Usar medidas mais duras contra o círculo mais próximo a Vladimir Putin ou que atinjam os empresários russos poderosos é provavelmente uma forma de apenas provocar retaliações. “E como isso pode ajudar a Ucrânia?” – diz Giumelli.

“É fácil dizer que nós precisamos ser fortes, mas e se eles (os russos) disserem o mesmo? 

Eu não acho que a União Europeia tem o desejo de elevar isso a uma situação em que alguém terá que recuar”, afirma.

Opções militares

Partir do pressuposto de que o termo “todas as opções” usado por Kerry não descarta a ação militar pode ser uma interpretação literal demais. Analistas concordam que não há perspectivas da Otan entrar em guerra com a Rússia por causa da Ucrânia.

O chanceler britânico Willian Hague disse explicitamente: “Por hoje, nenhuma ação militar está na mesa”.

A Ucrânia é um país parceiro da Otan mas não um membro da aliança militar ocidental e por causa disso não recebe garantias de segurança.

O principal objetivo neste momento é desmilitarizar a crise e tentar encaminhar negociações diplomáticas entre a Rússia e a Ucrânia, segundo o correspondente diplomático Jonathan Marcus. Assim, a Otan deve se mover com cuidado.

Qualquer envio de forças para a região do Mar Negro ou ofertas de meios de vigilância pode ser visto pode Moscou como uma inclinação da Otan para o lado de Kiev – o que funcionaria como “uma capa vermelha para um touro”, segundo o correspondente.

Esse não é o tipo de guerra que a Ucrânia pode vencer em termos militares, com ou sem o apoio da Otan, afirmou ele.

O que esperar

Muitos analistas pensam que uma ação decisiva e súbita do Ocidente é improvável. Quaisquer sanções devem começar pequenas e depois aumentar, e levará tempo para elaborar e implementar qualquer uma delas.

E o Ocidente deverá estar preparado para o fato de que qualquer ação pode prejudicar suas próprias ligações econômicas com a Rússia, especialmente se Moscou escolher retaliar.
*****
Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/03/140303_resposta_ocidente_lk.shtml