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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Em 10 dias, vaquinha para José Dirceu arrecada o dinheiro necessário para pagar a multa

22.02.2014
Do blog LIMPINHO & CHEIROSO
Com informações de Terra Magazine

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Lançada há dez dias, a campanha de arrecadação de fundos para o pagamento da multa de José Dirceu no processo do “mensalão” conseguiu colher a quantia necessária para pagar a quantia de R$971,1 mil. Até a tarde de sábado, dia 22, o valor exato arrecadado era de R$971.128,92, segundo o site “Apoio a Zé Dirceu”.

Quase 4 mil pessoas colaboraram até aqui com a vaquinha para o ex-ministro, que cumpre pena no presídio da Papuda, em Brasília.

Dirceu foi condenado a dez anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. Esse último crime ainda está sendo avaliado pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que na próxima semana devem definir se acatam o recurso da defesa e diminuem a pena do condenado.

Assim como ele, José Genoíno e Delúbio Soares realizaram uma campanha de arrecadação de fundos para cobrir as despesas com multa do STF e levantaram com amigos, parentes e militantes do PT cerca de R$1,7 milhão.

Somado aos valores arrecadados até agora por Dirceu, os petistas conseguiram R$2,6 milhões em doações desde o início dos processos de execução penal, em final de janeiro.
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Fonte:http://limpinhoecheiroso.com/2014/02/22/em-10-dias-vaquinha-para-jose-dirceu-arrecada-o-dinheiro-necessario-para-pagar-a-multa/

Do Atlântico até o Pacífico, via Nicarágua

22.02.2014
Do portal REDE BRASIL ATUAL
Por Thalita Pires 

Projeto de canal de ligação entre os oceanos pode sair do papel em 2014 e reposicionar o continente no comércio mundial. Mas com risco de altos custos ambientais
ADAM WARZAWA/POLAND OUT/EFE
Desafio para os chineses
Navio Triplo E deixa o porto de Gdansk, na Polônia: muito largo para o Panamá
Uma megaobra de US$ 40 bilhões bancada por investidores chineses na Nicarágua, segundo país mais pobre da América Latina, pode mudar a dinâmica do comércio mundial. O país pretende construir um canal, financiado, ligando os oceanos Atlântico e Pacífico, nos moldes do Canal do Panamá. Ainda sem percurso definido, o canal, que vem povoando o imaginário local desde antes da construção do vizinho panamenho, é a aposta nicaraguense para aumentar drasticamente seu Produto Interno Bruto (PIB) e a renda da população. Em termos de comércio, o sucesso dessa empreitada pode diminuir o custo do transporte em importantes rotas marítimas.
A Nicarágua pretende aproveitar o fato de o Canal do Panamá não ter espaço para um novo tipo de navio, o Triplo E, que comporta cerca de 18 mil contêineres de carga. A passagem panamenha está em expansão, mas mesmo depois do final dessa obra os maiores navios comportados serão os New Panamax, que carregam 12,5 mil contêineres. Os Triplo E ainda são raros, mas sua participação no comércio mundial deve aumentar nos próximos anos, já que derruba entre 20% a 30% o custo da tonelada transportada. “Quanto maior o navio, menor o custo relativo do transporte. Assim, a participação dos Triplo E deve aumentar no comércio. Várias empresas já encomendaram esses navios para os estaleiros”, afirma o professor José Vitor Mamede, do curso de Comércio Exterior da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), de São Paulo.
Apesar do otimismo do governo local, a obra ainda não está confirmada. Até o final do ano passado, não estava sequer definido trajeto do canal. Foram analisadas seis possibilidades – estudos de viabilidade ainda estão em curso e devem ficar prontos até julho. Se tudo correr como planeja o governo, a construção, prevista para durar cinco anos, começaria em dezembro.
Para o ministro Paul Oquist, da Secretaria para Políticas Nacionais da Nicarágua, os estudos deixaram governo e investidores confiantes. “O volume de investimentos feitos pelas consultorias é muito alto para ser gasto em um projeto que tem chances duvidosas de acontecer”, afirma. Até agora, esses estudos consumiram US$ 900 milhões e mobilizaram 4 mil profissionais.
O projeto completo não fica apenas na construção do canal. O país pretende pôr em operação um ambicioso plano de logística, integrado por dois portos, uma linha de trem paralela ao canal, um oleoduto, duas zonas de livre comércio e um ou dois novos aeroportos internacionais.
O grupo investidor no canal estima que o comércio mundial vai aumentar 42% entre 2011 e 2025. As exportações mundiais cresceram de US$ 6,5 trilhões em 2000 para US$ 18,3 trilhões em 2012. Esse número deve aumentar para US$ 35 trilhões em 2020. Não é apenas o aumento do volume de negócios que justifica o investimento na obra. Algumas rotas comerciais que seriam beneficiadas com aumentarão de importância nos próximos anos. Em breve, os Estados Unidos deixarão de ser importadores e passarão a exportar petróleo pelo Golfo do México.
Hoje, os petroleiros de maior porte não passam pelo Canal do Panamá para atingir a costa oeste americana e a Ásia, mas poderão passar pelo novo caminho. O comércio entre os países latinos banhados pelo Atlântico e Ásia também seria facilitado, assim como entre os países andinos e a Europa. “Essa obra, apesar de ser iniciativa de um investidor chinês, deve ser benéfica para o comércio como um todo. A China ganha, mas os Estados Unidos também serão beneficiados, assim como a América Latina”, acredita Mamede.
Mapa

Impacto na renda

Com 6 milhões de habitantes e PIB de US$ 10 bilhões, a Nicarágua busca com esse megaprojeto mudar o perfil econômico do país e aumentar a renda da população. Embora a economia venha crescendo a uma taxa média de 5% ao ano, uma das mais altas da América Latina, e apresentando avanços na redução da desigualdade, o país continua a apresentar alta taxa de pobreza. Em 2012, 42% dos nicaraguenses podiam ser considerados pobres. Outro problema interno é a informalidade. Dos 3 milhões de pessoas empregadas no país, 640 mil estão inscritas na previdência social.
O governo espera ter um resultado semelhante ao do Panamá na economia. Desde o anúncio do projeto de expansão do canal, o país, de 3,8 milhões de habitantes, cresce quase 9% ao ano em média, mesmo com a crise mundial de 2009. O PIB saltou de US$ 17 bilhões em 2006 para US$ 42 bilhões em 2012, de acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI).
“O modelo do Panamá pode ser considerado um sucesso. Desde que o país passou a controlar o canal, em 1999, a economia melhorou”, afirma ­Mamede. A Nicarágua espera crescer a taxas acima de 10% ao ano a partir do início da construção do canal. Até 2018, o país espera triplicar para 1,9 milhão o volume de empregos formais. 
Para que os nicaraguenses possam apro­­veitar os empregos criados pelas obras e operação do canal, o governo promete realizar parcerias com as universidades. “Não adiantaria nada realizar todo esse investimento para criar empregos para estrangeiros”, diz Paul Oquist.

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Riscos sociais e ambientais

A construção do canal maior do que o do Panamá e o sucesso de sua operação são possíveis porque a Nicarágua conta com recursos hídricos em abundância. O lago Nicarágua, que faz parte de todas as possibilidades de trajeto do canal, é o maior da América Central. O uso do lago e dos aquíferos que o alimentam para o canal causou polêmica no país.
Victor Campoe, diretor do grupo ambiental Humboldt, afirmou em junho passado que o projeto põe em risco a bacia hidrográfica que fornece água para a maior parte da população mais pobre do país. A reserva ambiental de Punta Gorda, que abriga 120 espécies de pássaros, mamíferos, répteis e outros animais, também pode ser afetada.
Oquist afirma que, de maneira geral, o país deve sair ganhando ambientalmente.

“Haverá impacto na área de construção, mas ao mesmo tempo há um trabalho para conter o desflorestamento, reflorestar áreas degradadas e deter a sedimentação do lago Nicarágua”, afirma. Essas ações seriam necessárias para a operação do canal, que depende do suprimento de água para funcionar. O HKND, grupo parceiro do governo nicaraguense no projeto, contratou a consultoria ambiental britânica ERC para auditar os possíveis impactos ambientais.
Da mesma forma, os impactos sociais da obra ainda são desconhecidos, uma vez que até o início de janeiro o trajeto do canal ainda não estava definido. Não é possível, ainda, saber se e quais comunidades no caminho do canal serão afetadas. O discurso do governo afirma que todas as comunidades que tenham de ser removidas serão ouvidas no processo e realocadas da melhor maneira possível. 
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Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/92/o-grande-canal-7217.html

AZEREDO DIZ QUE FHC TAMBÉM TEM RESPONSABILIDADE

23.02.2014
Do blog ONI PRESENTE, 19.02.14

"Insisto em que as responsabilidades de um governador são semelhantes e proporcionais às de um presidente da República!"

Em carta de renúncia,  Azeredo diz ser ‘bode expiatório’

Deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) deixa mandato dias após seu pedido de condenação por envolvimento em esquema de corrupção em campanha eleitoral de 1998

Brasília - O deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) apresentou no início da tarde desta quarta-feira, 19, sua carta de renúncia à Câmara dos Deputados. Em três páginas, o tucano réu no processo do mensalão mineiro reclamou de ataques e pressões de adversários, afirmou ter sido transformado em "alvo político" e disse que não aceitará que seu nome e o de seu partido sejam "enxovalhados".
"Minhas forças já se exaurem, com sério risco para a minha saúde e para a integridade de minha família. Não aceito que o meu nome continue sendo enxovalhado, que meus eleitores sejam vítimas, como eu, de mais decepções, e que sejam atingidos o meu amado Estado de Minas Gerais e o meu partido, o PSDB", afirma Azeredo. A carta de renúncia foi entregue por seu filho, Renato Azeredo, ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e lida no plenário da Câmara.
No início do mês, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entregou ao STF suas alegações finais no processo e pediu condenação de 22 anos de prisão e multa de R$ 451 mil para Azeredo. Pela denúncia, o tucano participou de desvio de recursos de estatais mineiras em 1998 para financiar sua campanha pela reeleição para o governo de Minas em esquema que também ficou conhecido como "valerioduto" tucano, devido ao envolvimento no caso do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, já condenado a mais de 40 anos de prisão pelo Supremo por participação no mensalão federal.
Na carta, Azeredo diz que uma "tragédia" desabou sobre ele e sua família e que as acusações da Procuradoria Geral da República "são desumanas". "As alegações injustas, agressivas, radicais e desumanas da PGR formaram a tormenta que me condena a priori e configuram mais uma antiga e hedionda denúncia da Inquisição do que uma peça acusatória do Ministério Público", declara.
Azeredo enfatizou que a denúncia da PGR tem como base testemunhos e documentos falsos e que ele não é culpado de peculato e lavagem de dinheiro, como acusa a PGR. Ele ressaltou que foi transformado em "alvo político" para compensar os delitos dos outros. "Insisto em que as responsabilidades de um governador são semelhantes e proporcionais às de um presidente da República!", escreveu.
Ao final, Azeredo alegou que preferia renunciar para não se sujeitar "a execração pública" por ser deputado. "Deixo o Parlamento para dedicar todos os meus dias à defesa de minha honra e de minha liberdade", afirmou.
A renúncia ao mandato era considerada como uma saída jurídica para Azeredo se livrar do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, a Corte terá de decidir se mantém o processo sob seus cuidados ou se o encaminha para a primeira instância, o que prolonga o caso e pode causar a prescrição de alguns crimes.
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Fonte:http://blogdoonipresente.blogspot.com.br/2014/02/azeredo-diz-que-fhc-tambem-tem.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+blogspot/jENg+(Oni+Presente)

Internautas defendem O Cafezinho

22.02.2014
Do blog MEGACIDADANIA

face apoia cafezinho
MANIFESTO EM APOIO AO BLOG O CAFEZINHO

Estamos assistindo a uma judicialização, não apenas da política, mas das relações sociais.

Judicializar significa, resumidamente, a tribunalização de questões que deveriam ser decididas ou enfrentadas democraticamente em qualquer sociedade civilizada.

Num país em que a mídia oligopólica encontra-se concentrada nas mãos de seis famílias a impor o pensamento único e a defender os interesses das classes financeiramente dominantes , a única alternativa que temos são os blogs progressistas.

Para calar os blogueiros progressistas, jornalistas da velha mídia a serviço de seus patrões estão querendo reinstaurar no país a figura do crime de opinião. Processar blogueiros e pedir indenizações é uma forma não apenas de intimidar a opinião crítica, mas de calar a voz daqueles que nos proporcionam o direito a uma mídia pluralista bem como o acesso à verdade.

Nós que atuamos nas redes sociais, num espaço denominado SOLIDARIEDADE , apoiamos Miguel do Rosário, mais uma vítima do império midiático comandado pela Rede Globo.

SOLIDARIEDADE

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O blog Megacidadania parabeniza todas as pessoas que se dedicaram durante mais de seis horas neste sábado, dia 22/02/2014, para que essa postagem se tornasse realidade.

Miguel do Rosário quando soube que diversas pessoas estavam se organizando para apoiá-lo, enviou um e-mail que publicamos a seguir:

e mail Miguel doações
No contato que fizemos com Miguel do Rosário obtivemos a informação de que no decorrer da próxima semana já estará disponível um número de conta específico para apoiar o blog O Cafezinho.

NOTA DO BLOG IRINEU MESSIAS.

Solidarizo-me ao blog Cafezinho. Todo repúdio a esta mídia que manipulação e defende uma falsa liberdade de expressão.Abaixo os oligopólios da mídia golpista

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Fonte:http://www.megacidadania.com.br/internautas-defendem-o-cafezinho/

DEZ MOTIVOS PARA AZEREDO SER JULGADO PELO STF

22.02.2014
Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/131101/Dez-motivos-para-Azeredo-ser-julgado-pelo-STF.htm

América Latina Entenda os protestos na Venezuela

22.02.2014
Do portal da Revista CartaCapital, 18.02.14
Por Redação

País deve ser palco de novas manifestações, que têm como pano de fundo problemas econômicos e de violência urbana instrumentalizados por alas da oposição 

Os atuais protestos que ocorrem na Venezuela estão inseridos em um contexto mais amplo de manifestações. Ainda em 2013, logo após a estreita vitória do chavista Nicolás Maduro na eleição presidencial, grupos simpáticos ao opositor Henrique Capriles Radonski foram às ruas contra o presidente recém-eleito, pedindo uma recontagem dos votos. Naquela ocasião, as manifestações deixaram oito mortos, entre opositores e simpatizantes do governo.
No início de fevereiro, estudantes em San Cristóbal, no estado de Táchira, protestaram contra a falta de segurança nos campi universitários depois que uma jovem sofreu uma tentativa de estupro. Os protestos se alastraram por outras cidades incorporando novas demandas, como os problemas econômicos e o apelo pela soltura de estudantes detidos em manifestações anteriores. Somado a isso, um ala mais radical da coalizão Mesa da Unidade Democrática (MUD), encabeçada pelos opositores Leopoldo López, Maria Corina Machado e Antonio Ledesma, incorporaram-se às manifestações, exigindo “La Salida” de Maduro do poder.
Saiba mais sobre os protestos na Venezuela:
O que aconteceu no dia 12 de fevereiro?
Na data em que se comemora o Dia da Juventude no país, os protestos, que até então tinham apresentado incidentes violentos isolados, atingiriam um novo patamar. As manifestações contra e a favor do governo terminaram com um saldo de três mortos após violentos confrontos nas ruas. Duas pessoas foram mortas por tiros em Caracas, um estudante e um simpatizante do governo. Uma terceira faleceu em um tiroteio relacionado a uma manifestação no município de Chacao.
Diante desse quadro, o governo e a oposição trocam acusações. Representantes da gestão Maduro culpam “pequenos grupos fascistas” de estarem infiltrados nos protestos opositores. Já estes culpam militantes armados pró-governo de atacar seus protestos nos últimos anos.
Quem são os manifestantes?
Não é possível definir um grupo homogêneo, ligado a um partido específico, com uma demanda clara. Em geral, o participante dos protestos contra Maduro vem de setores da sociedade insatisfeitos com as políticas econômicas e de segurança pública do atual governo.
São majoritariamente estudantes universitários e do segundo grau de classe média, grupo que sempre representou uma forte oposição ao governo, desde Hugo Chávez. Apesar de estarem todos sob a inscrição de “oposição”, há uma parcela contrária a Maduro que não necessariamente se identifica com a ala mais radical da MUD.
Uma ala mais moderada – cujo representante mais conhecido é Henrique Capriles – rechaça a “opressão do governo”, mas também é contrária a manifestações violentas e defende que, no momento, não há condições de pressionar pela saída de Maduro do poder.
O desempenho econômico e a violência urbana são as principais causas?
Segundo o venezuelano Rafael Villa, professor de Ciência Política da Universidade de São Paulo, os problemas econômicos e de violência urbana provocam insatisfações em alguns setores da sociedade, mas estão sendo fortemente instrumentalizados com fins políticos. O país apresentou em 2013 uma inflação que chegou a 56,2% e há a escassez de produtos básicos como leite, açúcar e papel higiênico. Somado a isso, o país vem sofrendo com apagões de energia elétrica.
Em relação à violência, desde 2003 não há uma cifra oficial sobre o número de homicídios na Venezuela. De acordo com a ONG Observatório Venezuelano de Violência (OVV), o país encerrou 2013 com uma taxa de 24.763 mortes violentas, 79 mortos para cada 100 mil habitantes. "De fato, a violência, a falta de segurança pública existe. É um problema possível de se vivenciar no dia a dia”, afirma Villa. “Mas também é verdade que essa questão tem sido politizada, usada pela oposição. E não há nada estranho nisso. É uma das fraquezas da administração chavista, então é claro que a oposição não vai deixar de explorar.”
Outro aspecto ressaltado por Villa é que a vitória do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) em 77% das cidades nas eleições municipais de dezembro fortaleceu Maduro, que estava fragilizado desde as eleições presidenciais, quando ele teve uma vitória apertada sobre Capriles. “De alguma maneira, esses protestos, com uma clara intervenção da oposição, procuram recuperar esse contexto político de fraqueza, de fragilidade do governo. Mais que os problemas econômicos e de violência é isso que está em jogo.”
Qual é o papel de Leopoldo López?
Leopoldo López é fundador do partido Voluntad Popular e integra a ala mais radical da Mesa da Unidade Democrática (MUD), grupo opositor ao chavismo. Um dos políticos que encabeça o lema "La Salida" contra Maduro, López foi estudante de economia em Harvard e prefeito de Chacao, na região metropolitana de Caracas.
Em 2008, foi impedido pela Justiça de exercer cargos públicos após ter sido acusado de receber recursos da companhia de petróleo da Venezuela, a PDVSA – cuja gerência na época era ocupada por sua mãe, Antonieta Mendoza –, para fundar o partido opositor Primeira Justiça. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos teve um entendimento em seu favor, mas o governo manteve a condenação.
Segundo Villa, López tem mais peso político fora do que dentro da Venezuela. “Ele não tem um papel muito importante. Não tem um partido forte por trás dele e não tem base social”, afirmou. Para o professor, o político usa os protestos como uma tentativa de intensificar os conflitos sociais na Venezuela e se beneficiar. “Mas não é alguém que possa colocar em xeque o governo.”
Por outro lado, o professor afirma que Maduro se mostra “pouco habilidoso” ao lidar com López. Nesta semana, o governo mandou revistar a casa dos pais do opositor e a sede do seu partido, além de decretar ordem de prisão contra ele, sob a acusação de ele ser o responsável pelas três mortes nos protestos.
Qual é a posição do Brasil diante da situação da Venezuela?
Através de sua assessoria de imprensa, o Itamaraty informou que corrobora as notas emitidas pelo Mercosul e pela Unasul em relação à tensão no país. O texto do Mercosul fala de "tentativas de desestabilizar a ordem democrática" e rechaça "as ações criminais dos grupos violentos que querem disseminar a intolerância e o ódio na República Bolivariana da Venezuela como instrumento de luta política". “(O Mercosul) expressa seu mais firme rechaço às ameaças de ruptura da ordem democrática" e insta as partes a continuar o diálogo "no marco da institucionalidade democrática e do estado de direito, tal como promovido pelo presidente Nicolás Maduro". Já a Unasul defendeu a "preservação da institucionalidade", a "defesa da ordem democrática" e a necessidade de convicções serem expressadas pela "via democrática".
E a posição dos EUA?
Em comunicado, o secretário de Estado do país, John Kerry, manifestou "profunda preocupação" com a situação da Venezuela e condenou a violência dos protestos. "Estamos particularmente alarmados pelos informes que o governo venezuelano deteve ou tem detido dezenas de manifestantes opositores e pela emissão de uma ordem de detenção contra o líder opositor Leopoldo López", disse.
O Departamento de Estado também classificou como "falsas e sem fundamento" as acusações de que os EUA estariam colaborando com os protestos contra o governo de Maduro. "Apoiamos os direitos humanos e as liberdades fundamentais --incluindo a liberdade de expressão e o direito de reunião – na Venezuela e em todos os países do mundo. Mas, como temos dito há muito tempo, corresponde ao povo venezuelano decidir o futuro político da Venezuela", disse a porta-voz Jen Psaki.
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Fonte:http://www.cartacapital.com.br/internacional/entenda-os-protestos-na-venezuela-8218.html

CNTSS/CUT define representantes para eleições na GEAP

22.02.2014
Do portal da CNTSS/CUT
Por  José Carlos Araújo

Confederação, que indicou nomes para concorrer ao CONAD e ao CONFINS, disputa eleição com “Chapa 3 – Nossa Chapa”

A CNTSS-CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social está entre as entidades que concorrem às eleições da GEAP – Fundação de Seguridade Social para compor o CONAD, Conselho de Administração, e o CONFINS, Conselho Fiscal. A Comissão eleitoral da Fundação divulgou na quinta-feira, 20/02, a homologação das Chapas que terão direito a participar do pleito, que acontece de 17 a 19 de março. A lista completa está postada no site da Fundação.
A Chapa de número 03, “Nossa Chapa”, que concorre ao CONAD, contempla os candidatos indicados pela CNTSS/CUT. Estão concorrendo em nome da Confederação como titular Irineu Messias de Araújo, do SINDSPREV PE- Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social no Estado de Pernambuco, e como suplente, Ricardo Luiz Dias Mendonça, do SINDPREV BA – Sindicato dos Previdenciários da Bahia.
Os demais membros da Chapa que disputarão como titulares são Elienai Coelho, da ANASPS -  Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social, e Luis Carlos Correa Braga, da ANFIP – Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil . Para suplência foram indicados Roberto Ricardo Nobre Machado, da ANPPREV – Associação Nacional dos Procuradores Federais da Previdência Social, e Leonardo Alexandre Silveira Barbosa, da GEAP.  
Para concorrer ao CONFINS pela Chapa 03, “Nossa Chapa”, a CNTSS/CUT indicou como titular e suplente, respectivamente, Maria das Graças de Oliveira, Sindsprev RJ – Sindicato dos Previdenciários do RJ, e Simone de Lucena Lira, do Sindsprev PB – Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde, Previdência e Trabalho do Estado da Paraíba.
Também compõem a Chapa como titular e suplente, respectivamente, Maria do Perpétuo Socorro Lago Gomes Martins, do DATAPREV MA - Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social, e Deusa Maria Duarte, do Sindsprev RJ – Sindicato dos Previdenciários do RJ.
A Comissão Eleitoral informou que os números das chapas foram definidos de acordo com a data de registro das candidaturas. Ao todo são quatro chapas para o CONAD e três para o CONFINS. A coordenação também destaca que o processo de homologação foi antecipado por não ter sido impetrado nenhum pedido de impugnação de chapa. Desta forma, respeitando o cronograma, foi dispensado o prazo para este tipo de recurso.
Votação será feita pela Internet
O pleito se dará de forma direta e secreta por meio da Internet. Poderão votar os beneficiários titulares dos Planos de Saude da Fundação, ativos e aposentados, desde que adimplentes e inscritos até 31 de dezembro de 2013. O regulamento eleitoral prevê que os mandatos terão início em 15 de abril de 2014, por um prazo de três anos.  
Sobre o processo de votação, o Capítulo VI do Regulamento Eleitoral estipula as seguintes condutas, em seu artigo 13, sobre a habilitação eleitoral do beneficiário titular:  
I.cada beneficiário titular receberá uma contra-senha (gerada eletronicamente) até o dia 31 de janeiro de 2014 no endereço cadastrado no sistema da GEAP – Autogestão em Saúde;
II.de posse desta contra-senha, o beneficiário titular deverá acessar o endereço eletrônico http://www.eleicoesgeapsaude2014.com.br, onde validará o seu cadastro, devendo informar:
a. o número do cadastro de pessoa física (CPF);
b. o número do documento de identidade; e
c. o número da matrícula do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE) ou matrícula funcional, quando for o caso. (Redação dada pela Resolução GEAP/CONAD nº 013/2014, de 22 de janeiro de 2014) 
III.após a validação cadastral, será solicitado ao beneficiário titular a criação de uma nova senha, que deverá ser utilizada, no período determinado pelo art.
14, para acesso ao sistema de votação;
IV.(Revogado pela Resolução GEAP/CONAD nº 010/2014, de 22 de janeiro de 2014).
Os eleitores devem votar nas datas definidas no período das 8h00 às 18h00, conforme horário de Brasília, podendo escolher duas chapas, uma para cada um dos conselhos. Para tanto, deverá acessar o endereço eletrônico http://www.eleicoesgeapsaude2014.com.br. Depois de confirmada a escolha, será emitido um comprovante de votação e não será possível mudar o voto.
Ficou estabelecido pela Comissão Eleitoral, conforme artigo 21 do regimento, que “cada gerência regional da GEAP deverá disponibilizar, em sua sede, os equipamentos necessários, em plenas condições de uso, destinados aos beneficiários titulares que optarem por realizar os procedimentos relativos às eleições na própria gerência. Para fins de atendimento ao disposto, os equipamentos deverão estar disponíveis durante todo o período de habilitação eleitoral, bem como durante todo o período destinado à votação, respeitado o horário de funcionamento da unidade”.
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Fonte:http://cntsscut.org.br/destaques/2074/cntss-cut-define-representantes-para-eleicoes-na-geap