terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

CENSURA VÍDEO QUE IRONIZAVA O "JORNALISMO ISENTO E IMPARCIAL DA EMISSORA"

18.02.2014
Do BLOG DO SARAIVA

É ASSIM QUE A GLOBO DEFENDE A DEMOCRACIA E A LIBERDADE DE EXPRESSÃO?

O YOUTUBE foi obrigado a retirar de exibição o VÍDEO - WILLIAN BONNER É CORRIGIDO AO VIVO - devido ao pedido da REDE GLOBO DE TELEVISÃO, sob a alegação de violação de "DIREITOS AUTORAIS".

O VÍDEO, muito bem feito, CRIATIVO, CRÍTICO, mas sem OFENSAS, e sem qualquer tipo de AGRESSÃO, ainda que CONTUNDENTE, fez uma montagem em cima da edição do JN, e colocou "uma apresentadora" na posição em que Patrícia Poeta fica ao lado de BONNER, corrigindo as afirmações feitas por ele, lendo EDITORIAL em que a emissora aborda o tema MANIFESTAÇÕES DE RUA.


De forma muito CLARA, a "apresentadora", durante 5 minutos, INTERROMPE Willian Bonner (a imagem do jornalista fica congelada) enquanto suas afirmações são contestadas com argumentos convincentes.

Assim, as colocações de BONNER, de que a Globo é isenta, imparcial e prima pela obrigação de bem informar, são, com HUMOR, FINA IRONIA e FIRMEZA, rebatidas uma a uma. Ao final, o vídeo ainda INDICA OUTROS QUATROS, onde se pode constatar que a REDE GLOBO, apoiou de forma descarada a DITADURA de 64 e manipulou diversas vezes a boa informação em seus noticiários.


Por certo o trabalho dos autores do VÍDEO incomodou MUITO a emissora, que ACUSOU O GOLPE e PASSOU RECIBO, ao CENSURAR o trabalho e IMPEDIR através de uma argumentação descabida, que ele continuasse a ser visto.

Infelizmente eu não consegui registrar quem são os autores do Vídeo

*****
Fonte:http://saraiva13.blogspot.com.br/2014/02/recuperado-video-censurado-pela-globo.html

A covardia de Roberto Freire

18.02.2014
Do BLOG DO MIRO
Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:


A nova contribuição de Roberto Freire para atualizar sua biografia consiste em pedir o bloqueio das doações destinadas a José Dirceu. 

Vamos combinar: é uma covardia absoluta atacar um cidadão preso.


Dirceu não tem como defender-se, não pode dar entrevista nem explicar seu pronto de vista a ninguém. 

Vítima de uma denúncia infame, sem pé nem cabeça, desmontada pela direção do presídio, Dirceu é mantido há 90 dias sob regime fechado, embora tenha direito legítimo ao regime semiaberto, conforme já foi reconhecido pelo ministro Ricardo Lewandovski. 

Embora não se pratique a tortura na Papuda, como acontecia nos tempos em que o pai de Tuminha - novo amigo do deputado - reinava no DOPS, basta ter alguma sensibilidade para se reconhecer que Joaquim Barbosa aplica aos condenados da AP 470 um regime de terror. 

Os direitos estão suspensos, o perigo pode vir de qualquer lugar e aquilo que que deveria ser o traço máximo da Justiça - a previsibilidade - já deixou de existir.

O que se quer é a execução social dos prisioneiros, que devem ser reduzidos a condição de seres manipuláveis e disponíveis, sem consciência nem vontade própria.

As doações mostram que esse esforço é inútil.
Para desespero de quem imaginou que os prisioneiros seriam levados ao ostracismo - como o próprio Joaquim cobrou da imprensa - a campanha confirma que eles têm base social e reconhecimento. 

Com todas as diferenças que se possa imaginar, as doações de 2014 lembram a reação dos militantes do PT em 2005, quando 312.000 filiados participaram da escolha da nova direção do partido, surpreendendo aqueles que apostavam na derrocada final da legenda depois da denúncia de Roberto Jefferson e das CPMIs do Congresso. 

O ataque a Dirceu comprova, por outro lado, que Roberto Freire conseguiu superar-se. Perde referencias, abandona o próprio passado. Não é tudo por dinheiro, como aqueles infelizes nos programas de auditório. É tudo para aparecer na mídia. Tudo. Até a coragem dos covardes, que batem em indefesos. 

Dias atrás se alinhou a Romeu Tuma Jr para pedir uma investigação sobre a insinuação de que Luiz Inácio Lula da Silva teria sido informante da ditadura.

Fernando Henrique Cardoso deixou claro, numa entrevista ao Manhathan Conection, que está fora desse jogo sujo. 

Mas Roberto Freire mergulhou na lama sem receio de manchar sua biografia. 

Porque toda pessoa que tenha participado da resistência a ditadura sabe que insinuações sobre personagens da luta contra o regime - Lula é só o último exemplo entre tantos - destina-se a acobertar os verdadeiros carrascos, os que comandavam a tortura e as execuções. 

Já era sintomático, semanas atrás, que Roberto Freire tenha apelado a Comissão da Verdade para apurar o papel de Lula.

Era muito mais fácil e decente pedir que se apurasse, prioritariamente, o papel de Romeu Tuma, pai, homem de confiança dos militares, cujo papel no aparelho repressivo, em São Paulo, foi embranquecido e passado a limpo, a tal ponto que no fim da vida era tratado como amiguinho - e até como democrata - pelos desavisados, ingênuos e interesseiros. Bastava uma conversinha com vozes do porão para se saber de outras coisas. 
A farsa, a fraude, o absurdo reside nisso. Para acobertar um papel vergonhoso e lamentável durante o regime militar, procura-se espalhar a calúnia, a mentira, sobre pessoas contra as quais não há fato algum. Toda vez que fez uma insinuação sobre Lula, seu filho (ajudado por Roberto Freire) deu um lustro na estátua do próprio pai.

Compreende-se que um filho faça isso. Até que anuncie um segundo volume com novas besteiras. 

Todo mundo precisa ganhar vida e nunca faltarão amiguinhos sem pudor para dar auxílio e divulgação. Amor filial existe.

E amor próprio?
Um deputado comunista, que perdeu vários companheiros nas masmorras onde Tuma agia como
um gerente - que jamais ajudou a localizar um desaparecido, nunca deu uma pista para condenar um torturador - não deveria portar-se de modo tão vergonhoso. 

Também não deveria, agora, agredir quem não tem como se defender.

*****
Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/02/a-covardia-de-roberto-freire.html

MÍDIA GOLPISTA: Folha tem saudade da "ditabranda"

18.02.2014

Do BLOG DO MIRO
Por Cadu Amaral, em seu blog:

O grupo Folha é um dos mais influentes grupo de mídia do Brasil. E como todos os grupos da mídia grande, apoiou a ditadura civil-militar no Brasil. Chegou até a chamar esse período de "ditabranda".

Na época, para fazer valer os interesses de todos que estavam se dando bem com o regime dos presidentes generais, a Folha chegou a emprestar seus carros para transitar livremente entre os que resistiam ao arbítrio. 

E como o golpismo é algo difícil de desvencilhar, todos os que estavam por trás do fatídico 1° de abril de 1964, continuam a ensaiar sua repetição.

O grupo Folha é dono do instituto de pesquisa chamado Datafolha e é um dos três tidos como mais importantes do país pela mídia. Você o conhece por causa das pesquisas eleitorais, mas nem só sobre intenção de voto o Datafolha realiza entrevistas.

A última pesquisa, cujo resultado deverá ser divulgado no próximo final de semana, contém inúmeras questões que em nada tem a ver com a eleição. Na verdade, ali se tem diversas perguntas que, dependendo da postura do entrevistador, induzirá o entrevistado em defender o autoritarismo.

O Datafolha pergunta se “em certas circunstâncias, é melhor uma ditadura do que um regime democrático” ou mesmo se o governo deve intervir em sindicatos ou mesmo “fechar o Congresso Nacional”.

Em uma das perguntas, o questionário deve promover confusão mental no entrevistado. “São acusados de tortura, assassinato e sequestro tanto membros do governo, que defendiam o regime militar, quanto militantes de esquerda, que combatiam o regime militar. Na sua opinião, quem deveria ser julgado por crimes cometidos durante a ditadura: somente ex-membros do governo, somente ex-militantes de esquerda ou ambos?”

Os militantes de esquerda ou democratas (não confundir com o partido DEM) foram presos, torturados e boa parte, mortos. Perante o Estado brasileiro – mesmo que seja o Estado ditatorial de 1964 – eles pagaram suas dívidas, inclusive com a própria vida.

Se na pergunta se coloca que quem combatia a ditadura – que a Folha apoiou – fez a mesma coisa que o Estado, como não afirmar que pessoas de ambos os lados não devam ser punidos?

Não há menção alguma no questionário de que o grande criminosos pós 1964 e até 1985 era o Estado brasileiro, a imprensa grande e os grandes capitalistas que lucraram muito com o regime golpista.

Sem contar que nas escolas nada se diz sobre o regime civil-militar. Na mídia então, nem pensar. Na verdade, o que se vende é que “naquele tempo não tinha corrupção”. Se não houvesse, a Globo não seria a Globo. Não teríamos os Sarney’s nem os ACM’s da vida.

E após os últimos acontecimentos, onde pessoas estão sendo mortas em manifestações de rua, julgamentos viram espetáculos midiáticos, âncoras de telejornais defendem a barbárie, não seria estranho que o pensamento mediano seja o de mais força do Estado, ditadura. E como uma pesquisa, e do Datafolha, pronto. Está “cientificado” pelos números a vontade popular.

Enfim, o questionário é quase uma ode à ditadura de 1964. Típico de quem afirmou que esse período foi uma “ditabranda”.
*****
Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/02/folha-tem-saudade-da-ditabranda.html

Governador lamenta ato de racismo em Brasília

18.02.2014
Do portal BRASIL247

Agência Brasília - O governador Agnelo Queiroz lamentou nesta segunda-feira (17) o episódio de racismo contra a manicure de um salão de beleza de Brasília, na 115 Sul. A funcionária foi chamada de "raça ruim" por uma australiana, de 30 anos, que vive na cidade. Segundo Agnelo, Brasília não aprova esse tipo de atitude.

"O racismo é lamentável em qualquer situação. O GDF tem políticas públicas de combate à discriminação, como, por exemplo, o disque-racismo. E a população tem consciência disso, tanto que a denúncia foi feita pelas pessoas que estavam no salão de beleza. Uma atitude que merece nosso respeito e prova que a população de Brasília não aprova o racismo", afirmou o governador.

Testemunhas disseram que a australiana entrou no estabelecimento para fazer as unhas do pé. Ela se recusou a ser atendida pela funcionária negra por ser, segundo ela, "de raça ruim". 

Ao ser questionada, passou a ofender outras funcionárias e clientes negras.

A proprietária do estabelecimento chamou a polícia, que realizou a prisão em flagrante. Ela também teria ofendido o agente que atendeu a ocorrência.

A australiana chegou a ser encaminhada para o presídio feminino, mais conhecido como "Colméia", ficou algumas horas presa e foi liberada graças a um habeas corpus.

Em nota, a CEB informou que a australiana é funcionária da companhia e já responde a mais de uma sindicância por "atitudes racistas" e que os processos serão encaminhados para o Ministério Público.

O órgão destacou ainda que "lamenta e reprova qualquer atitude racista ou discriminatória por parte de seus trabalhadores estando ou não em seu ambiente de trabalho".

De acordo com a Secretaria de Igualdade Racial (Sepir), o disque-racismo, criado em março de 2013, já recebeu mais de 8 mil ligações, das quais 116, após investigação, tornaram-se efetivamente uma denúncia. Outras 10 notificações registradas pessoalmente na Sepir endossam as estatísticas de 126 casos, que equivalem a uma média de 11 por mês.
*****
Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/130592/Governador-lamenta-ato-de-racismo-em-Bras%C3%ADlia.htm