terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Médicos cubanos são livres nos EUA, mas não para serem médicos

2014/02/11
Não blogue TIJOLACO
Por Fernando Brito

Escravos
Sobre a fuga de Médicos cubanos parágrafo OS EUA, nada Melhor Que LER uma insuspeita Matéria de Hoje da Folha de S. Paulo - insuspeita, portanto - Escrita Pela Correspondente Isabel Fleck, de Nova Iorque.
Nota Opaco uma reportagem Localidade: Não Ouve "o Outro Lado": apenas OS Médicos Opaco "desertaram" e aqueles Opaco agenciam uma fuga de Médicos cubanos.
Quanto à Questão fazer Pagamento Opaco E, de Fato, Muito Baixo parágrafo como Disponibilidades dos Médicos no Brasil, E de suma importância saber Que enguias v ~ em parágrafo Fazer hum baita pé-de-meia, parágrafo OS Padrões cubanos.
ELES recebem, mensalmente, EM Cuba, a 600 Dólares, o Opaco equivale a 54 Vezes O Salario Minimo locais, Que É de 11 Dólares.
Salário de fome?
Um ALUGUEL residencial  Custa ATÉ Dois Dólares, uma Conta de luz Custa R 0,35 ... Você. PODE ter OUTRAS REFERÊNCIAS sobre o Custo de Vida no Artigo do Frei Gilvander Moreira, não  Blog da Vera .
MESMO Que Você. equacionaríamos o Salário-Mínimo Baixo Como E Aqui, OS 600 Dólares Opaco recebem Lá seriam, 54 Vezes São, no Brasil, algoritmos Como 39 mensais reais mil.
Equacionaríamos Opaco OS Artigos Mais Caros nao tem sistema operacional subsídios estatais e representantes ISSO, TALVEZ, 50% dEste valor los Poder de Compra.
E POR ISSO Opaco como "deserções" de Cuba Localidade: Não chegam a 2% dos Profissionais Médicos.
Agora Veja, na insuspeita Narrativa da Folha, o Opaco OS Espera nn EUA:

Cubanos acolhidos Pelos EUA Localidade: Não conseguem atuar Como Médicos

DESDE 2006, OS ESTADOS UNIDOS acolhem Médicos cubanos Que querem desertar de Missões negociadas POR Havana Mundo pelo, Como o Mais Médicos, no Brasil. Porem, conseguir exercer a Profissão no país Localidade: Não E Fácil e boa Parte dos Trabalhadores Acaba se frustrando.
Por Meio fazer Programa CMPP ( Cuban Medical Professional Parole )-para o quali se inscreveu uma Médica Ramona Rodriguez, Que deixou o Mais Médicos na Semana Passada POR discordar de Valores Pagos nenhum Programa e ja pediu Visto Americano-, Eles recebem nsa EUAs mesmos OS DIREITOS de Refugiados Políticos, num Processo de obtenção de Visto Opaco dura, geralmente, Entre hum e Três Meses.
Porem, apesar de OS EUA oferecerem Cenário Bem Mais Que o regime favorável de Trabalho los Cuba, Os Mais de 4.000 cubanos chegaram Opaco JÁ AO Território americano Pelo Programa compartilham o teatro de Nao conseguir atuar Como Médicos.
Diante da burocracia e do Alto PREÇO pago Pelo Processo de revalidação fazer diploma, Quase de Todos os Médicos cubanos chegam Opaco AOS EUA Vao trabalhar Como assistentes de Médico (posto Equivalente a hum auxiliar de Enfermagem no Brasil) UO acabam mudando de ocupação.
Segundo a ONG Solidariedade sem Fronteiras, de Miami, that Ajuda cubanos a ingressarem n º s EUA, Quatro Médicos Que estao no Brasil o consultaram parágrafo sabre sobre a obtenção fazer Visto.
"Para hum cubano, e A OPORTUNIDADE Única de Sair de Vez da Ilha", Disse o presidente da ONG, Julio Cesar Alfonso.
Nos EUAs Meses HÁ OITO, Ranoy Gonzalves, 31, desaconselhou UMA amiga Opaco ligou do Brasil parágrafo Saber Mais sobre o CMPP. "A situacao los Opaco enguias Vivem no Brasil E MELHOR DO that that passei na Venezuela, e Aqui ELA Localidade: Não Podera trabalhar Como Médica".
Gonzalves Passou Menos de hum Ano na Venezuela, morando num apartamento de tres edições in quarto e Banheiro COM OUTROS 13 Profissionais Cubanos e recebendo 1.500 bolívares (cerca de R $ 585) POR Mês.
Com POS radiologia em, elemento Atua Como Assistentes de Médico n'uma Clínica los Miami. "Me frustrado SINTO, o Porque dediquei 12 años da Minha Vida uma Estudar medicina, e Hoje Localidade: Não POSSO atender."
O Médico Rodolfo Soares, 44, Chegou AOS EUA Como refugiado Político. Trabalha HÁ cinco Anos Como Assistentes de Cirurgia los Miami e Ganha R $ 5,200 POR MES, mas Quer atuar País los Outro. "Sei Que OS cubanos estao ganhando Pouco Lá [no Brasil], mas Meu Objetivo E Participar fazer Mais Médicos Como Estrangeiro", Disse, sugerindo Opaco PODE Entrar com Processo de cidadania americana Antes de se inscrever no Programa. A bolsa dada uma Estrangeiros Pelo Mais Médicos E de R $ 10 mil mensais. Por Meio do Convênio Entre Brasil e Cuba, porem, Médicos recebem 10% de dissociação.
Auxiliar HÁ UM Ano, Adrian Souza, 38, Diz Que Vai "se sacrificar" Para atuar Como Médico. "Queria Que Os Meus Filhos Localidade: Não passassem Pelo Que eu passei los Cuba".
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Fonte: http://tijolaco.com.br/blog/?p=13903

Onde mira Barbosa com a provocação a Lewandowski? 11 de fevereiro de 2014 | 16:58 Autor: Fernando Brito

11.02.2014
Do blog TIJOLAÇO
Por Fernando Brito

provocacao

A rigor, não se pode com segurança disser o que é mais forte no Ministro Joaquim Barbosa: se a sua grosseria ou a sua ânsia de aparecer como “xerifão” do Supremo Tribunal Federal.

É lógico que ambos os desvios de personalidade  são incompatíveis com o papel de presidente de uma Corte Suprema, mas a isso, tristemente, os brasileiros estão se acostumando, até porque o partidarismo que ali se imprimiu às decisões amedronta a todos de, por discordarem dos métodos de Barbosa, sejam pressionados e atacados pela mídia.

Mas, seja qual for o fito de Barbosa, é evidente que está procurando irritar o Ministro Ricardo Lewandowski e atraí-lo para outro confronto, de preferência quando recomeçarem as transmissões do plenário pela TV Justiça.

Ele não vai parar nas exóticas decisões de revogar as decisões tomadas regularmente por Lewandowski no período em que ocupava interinamente a presid~encia da Corte, durante as férias de Barbosa e sua viagem para a Europa.

Barbosa vai esticar a corda nestes  quase dois meses que faltam para o prazo de desincompatibilização especial que assiste a juízes que queiram ser candidatos.

Sabe que é, ao mesmo tempo, um ímã e um perigo para as forças conservadoras.

Não é absurdo imaginar que está agindo a patadas em seus pares com a intenção de por-se em evidência, já que o assunto “mensalão” anda mais seco que laranja muito chupada.

Mas, em se tratando de Joaquim Barbosa, ninguém pode excluir que seja grosseria e autoritarismo, apenas.

 PS. Não deu outra: enquanto eu escrevia Barbosa revogou mais uma decisão de Lewandowski, a que mandava a vara de Execuções Penais do Distrito Federal examinar o pedido de trabalho de José Dirceu, como é seu direito no regime semi-aberto, por conta de uma história, desmentida por todos, de que ele teria falado do celular no presídio…Está evidente que Joaquim Barbosa busca o confronto e o reforço de sua imagem de “ferrabrás”.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=13886

Rodrigo Vianna: A Veja prenderia o pescoço do povo brasileiro no poste

11.02.2014
Do blog VI O MUNDO,08.02.14 
Por Rodrigo Vianna, em O Escrevinhador, sugerido por Júlio César Macedo Amorim

Veja é a bárbarie: jornalismo justiceiro

Veja é a barbárie. A Veja – se pudesse – prenderia o pescoço do povo brasileiro no poste. Mas não vai conseguir. Vai perder – de novo.”

Nas redes sociais, tarde da noite de sexta-feira, jornalistas afinados com o tucanato e militantes da esquerda extremada se esparramavam em elogios à capa da “Veja”. Eu, que procuro manter distância sanitária da revista, aproximei-me da capa. E só consegui enxergar um gesto de oportunismo barato.

A “Veja” expõe a imagem – chocante, lamentável, triste – do rapaz preso pelo pescoço num poste na zona sul carioca, e aproveita a cena não para refletir sobre a tradição oligárquica brasileira, não para pensar sobre nossa história de 300 anos de escravidão, ou sobre nossa elite que reclama de pobres nos aviões e clama sempre pela resposta fácil do liberalismo de araque e da violência de capatazes. Não. “Veja” usa a foto terrível em mais uma tentativa para desgastar a imagem do Brasil; e também – que surpresa – para culpar o “governo”. Que governo? Ah, não é preciso ser muito esperto pra descobrir…

Emoldurando a foto triste, “Veja” berra em letras garrafais: “Civilização” e “Barbárie”. E depois acrescenta a legenda malandra, velhaca: “A volta dos justiceiros, criminosos impunes, colapso no transporte, caos aéreo. Onde está o Brasil equilibrado, rico em petróleo, educado e viável que só o governo enxerga”.

Certamente, o Brasil “equilibrado” não está nessa revista. “Veja” pratica o jornalismo da barbárie, um jornalismo que escreve “estado” assim – com “E” minúsculo – numa espécie de bravata liberal fora de época. “Veja” envenena o país todos os dias, com blogueiros  obtusos, asquerosos, que falam para um Brasil pretensamente senhorial, como se ainda estivéssemos antes da Revolução de 30.

Curioso, também, ver a “Veja” falar em “barbárie” e em “criminosos impunes”. Logo essa revista, tão próxima do bicheiro Cachoeira, pautada pelo bicheiro, amiga do bicheiro. A tabelinha com Cachoeira é – sim – um exemplo perfeito desse Brasil de criminosos impunes.

A “Veja”, que tenta pegar carona na imagem do rapaz preso pelo pescoço, pratica um jornalismo justiceiro – que invade quartos de hotel, “julga” e “condena” sem provas, inventa fatos, publica grampos sem áudio, alardeia contas no exterior e dólares em caixa de whisky. Tudo falso, falsificado. Um jornalismo que acredita em boimate e Gilmar Mendes.

A revista não tem moral para falar contra a “barbárie”, nem contra os “justiceiros”. E não tem, precisamente, por praticar um jornalismo que é a própria encarnação da barbárie, da falta de escrúpulos, um jornalismo justiceiro.

O Brasil do lulismo tem muitos problemas. Isso é evidente. Mas não venha a “Veja” querer apresentar a receita de “Civilização” ao Brasil. A receita da “Veja” é a mesma que os EUA oferecem à Ucrânia.

Está claro, por essa capa oportunista e velhaca, qual é a pauta dos setores que não aceitam o Brasil um pouquinho mais avançado dos últimos anos: é jogar tudo no “caos”, na “barbárie”, na insegurança. O Brasil é a jóia da coroa na América Latina em 2014. Tão importante quanto a Ucrânia no leste europeu, tão estratégico quanto a Síria no Oriente Médio.

Não sejamos ingênuos. A velha imprensa brasileira – que se reúne com embaixadores dos EUA às escondidas (isso desde 64, mas também em 2010 – como nos revelou o Wikileaks) – é parte decisiva no jogo pesado que veremos em 2014.

A oposição brasileira não tem programa. A economia não afunda como gostariam os urubulinos. Portanto, é preciso produzir a pauta do caos. Esse é o caldo de cultura em que podem prosperar candidaturas “justiceiras” que a “Veja”, os mervais e outros quetais estão prontos a lançar.

Para retomar o Estado brasileiro, eles pouco se lixam se o preço a pagar for a ebulição social. Aécio e Eduardo não darão conta dessa pauta da “ordem contra a barbárie”. A pauta do caos e do Brasil “inviável” (que está na capa da “Veja”) é boa para aventuras autoritárias – semelhantes ao janismo de 1960.

Quem pode encarnar esse figurino? Quem? O terreno vai sendo preparado…

Não creio que o povo brasileiro – equilibrado, sim! E que trabalha duro para construir um país “viável”, sim – não creio que a maioria de nosso povo embarque na aventura da “ordem contra a barbárie” – proposta pela revista. Mas a direita asquerosa e velhaca vai tentar.

O roteiro está claro. É preciso estar atento. E não cair na esparrela de acreditar que a “Veja” – de repente – converteu-se à “Civilização”.

A “Veja” é a barbárie. No jornalismo, na política, na vida do brasileiro comum.

A “Veja” – se pudesse – prenderia o pescoço do povo brasileiro no poste. Mas não vai conseguir. Vai perder – de novo.
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/rodrigo-vianna-a-veja-se-pudesse-prenderia-o-pescoco-do-povo-brasileiro-no-poste.html

Provas do mensalão tucano esclarecem pontos obscuros da Ação Penal 470

11.02.2014
Do blog CAFEZINHO, 08.02.14
Por Miguel do Rosário

Isso está ficando cada vez mais interessante. A denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para o mensalão tucano, cujo nome técnico é Ação Penal 536, ajuda a esclarecer vários pontos obscuros do mensalão petista, cuja denúncia foi chamada Ação Penal 470. Leia essa reportagem publicada hoje no Viomundo.
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Luís Carlos da Silva: Janot “atira” em Azeredo, ricocheteia em Aécio e desmonta armações do tucanato
publicado em 8 de fevereiro de 2014 às 16:09
Acusações a Azeredo desnudam outras armações tucanas
por Luís Carlos da Silva, especial para o Viomundo
Nessa sexta-feira, 7 de fevereiro, o Procurador-Geral da República (PGR), Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) as alegações finais à Ação Penal 536.
Janot manifesta-se pela condenação do deputado federal Eduardo Brandão de Azeredo (PSDB) e sugere pena de 22 anos de reclusão e 623 dias-multa.
As chamadas alegações finais da Procuradoria Geral da República (na íntegra, ao final deste texto) trazem toda a argumentação que sustenta a tese de que Eduardo Azeredo, de fato, foi o líder do mensalão tucano.
Além disso, trazem um um roteiro completo que deixa, de cabelo em pé, parte dos que festejaram as condenações na AP 470. O passo a passo que será lido a seguir mostra também o potencial desmonte de vários pilares da ação que levou petistas à condenação. O negrito das imagens abaixo são próprio procurador-geral, Rodrigo Janot.
PGR rejeita a tentativa (da defesa de Azeredo) de desqualificar testemunhas e documentos
Primeiro, porque o texto de 84 páginas mostra os nexos concretos e materiais que vinculam o então governador Eduardo Azeredo ao esquema de desvio de recursos públicos para fins de financiamento de campanhas eleitorais. Há uma referência direta à autenticidade da assinatura de Cláudio Mourão, tesoureiro da campanha, na confecção lista de beneficiários da operação criminosa. Isso é importante porque uma das atitudes mais contundentes do alto tucanato, nacionalmente, em todo esse período, foi tentar desqualificar planilhas e listas como sendo produto de falsificação.
Neste afã, os tucanos tinham um alvo prioritário: o lobista Nilton Monteiro. Lembremo-nos que, no caso da afamada Lista de Furnas, eles contrataram por 200 mil Reais um perito estadunidense, que já fora preso por perjúrio, para fazer um laudo por sobre cópias xerox a ele enviadas. Lógico que o tal perito, Larry F. Stweart, conclui ser uma montagem a tal lista, em face dos interesses de seus contratantes. No caso da “lista do Mourão”, a PGR é conclusiva: a lista é autêntica. E seu divulgador foi Nilton Monteiro. No caso da de Furnas, laudo do mesmo Instituto Nacional de Criminalística (INC/PF) também a considerou autêntica.
1-Pericia-e1391881994511
Montante arrecadado pelo esquema em 1998 ultrapassa R$ 365 milhões (valores atualizados)
Segundo, porque o que se arrecadou salta aos olhos: “mais de 100 milhões de Reais”, de acordo com o próprio tesoureiro da campanha de 1998, em documento também considerado autêntico pelo INC/PF. Se atualizados, esses valores chegariam, em janeiro de 2014 a cerca de R$ 365 milhões! E isso é o que vem à tona.
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Há robustas provas documentais, testemunhais e circunstanciais que ligam Azeredo a Valério
O terceiro motivo para tirar a tranquilidade do alto tucanato é que as provas documentais (vários documentos declarados de fé pública e a lista de telefonemas dados entre Azeredo e Valério), somadas às testemunhais e às circunstanciais, vinculam o líder tucano ao esquema, de forma robusta. O que contrasta com as alegações na AP 470, que indicavam José Dirceu mentor do mensalão petista. A não ser a acusação de Roberto Jefferson, nada há em relação a Dirceu que se assemelhe às provas contra Azeredo.
3-Pericia3-e1391882067785
O desvio de recursos públicos, no caso tucano, é irrefutável
Em quarto lugar, o desvio de recursos públicos para as campanhas tucanas é comprovado à exaustão nas “alegações finais” da PGR. A conclusão, expressa na imagem abaixo, é inequívoca quanto a isso. Isso contrasta com a afirmação, na AP 470, de que teria havido recursos públicos no chamado mensalão petista. Segundo Gurgel e Barbosa, o Fundo Visanet seria a prova disso. Pizzolato e outros réus já demonstraram que a Visanet é uma entidade jurídica de direito privado e que foi esta empresa que repassou recursos à agência de Valério. E não o Banco do Brasil.
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Neste caso, o uso do “domínio do fato” foi distinto daquele dado à AP 470
Longe da teoria original de Claus Roxin, inadequadamente usada na AP 470, teve-se como princípio nesta peça acusatória a Azeredo o uso do princípio do domínio do fato, nos termos previstos pelo Código Penal brasileiro (art. 29) e não na doutrina germânica. Nesta, o domínio do fato era uma “forma” de encontrar a responsabilização (desde que igualmente com provas) do partícipe no crime. No caso em evidência, partiu-se para o “conteúdo” da responsabilização, exaustivamente demonstrado. Isso tudo contrasta também com as ilações e generalidades que “fundamentaram” a AP 470.
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A validação do testemunho de Nilton Monteiro
A tentativa de desqualificação, por parte da defesa de Azeredo, dos depoimentos de Nilton Monteiro, foi considerada primária e carente de razoabilidade pela PGR. Os supostos fatos narrados e atribuídos a Nilton Monteiro, em ações distantes daquelas que o envolvem com o mensalão tucano, não invalidam o conteúdo de seus depoimentos. A PGR destaca, em itálico, a expressão “suposta” pratica de ilícitos por ele, para dizer que nem isso invalidaria seu testemunho. Ou seja, para a PGR é preciso manter distância dessa tentativa de descrédito da testemunha, pela parte interessada na absolvição de Azeredo.
Detalhe off topic: as recentes operações da cúpula da Polícia Civil mineira, tentando incriminar Nilton Monteiro e Marco Aurélio Carone, aparecerão também como uma armação tucana…
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O STF ante uma “sinuca de bico”
Diante de robustas provas e argumentações, o STF terá que condenar Azeredo. Mas, se o fizer estará “condenando” também boa parte das argumentações e condenações oriundas da AP 470. Se não o fizer, cairá a máscara da justiça e aparecerá, oficialmente, o emblema da partidarização e politização do Supremo. As consequências disso são imprevisíveis.
A PGR atirou e acertou no que viu: o mensalão tucano. E, involuntariamente, atingiu o que não viu: a AP 470 e suas incongruências. Isso aí, somado ao inquérito 2474 e ao provável julgamento de Pizzolato pela Corte italiana, pode levar às desmoralização da mais alta instância do judiciário brasileiro.
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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2014/02/08/provas-do-mensalao-tucano-esclarecem-pontos-obscuros-da-acao-penal-470/

Black blocs da Globo violam a sanidade para termos o primeiro cadáver

11.02.2014
Do blog PALAVRA LIVRE, 10.02.14
Por Davis Sena Filho

A ÉPOCA É A GLOBO E A GLOBO É O BLACK BLOC

Estou cansado de afirmar que a imprensa de negócios privados é uma das maiores incentivadoras dos movimentos de rua também chamados genericamente de protestos “contra a corrupção que está aí”. Protestos, sobretudo, “apartidários”, “apolíticos” e principalmente “pacíficos”, conforme gostam de apregoar os coxinhas de classe média e os que usavam as máscaras e as batas dos anonymous, que praticamente se retiraram dos combates de rua, porque o bicho pegou, e, coxinha que se preze, coxinha oportunista e esperto “pra” valer não vai se expor a ser preso ou tomar porrada de policial ou ser ferido por qualquer pedestre que se sinta ameaçado ou segurança que defenda o patrimônio de seu patrão.

Então, a violência nas ruas ficou por conta mesmo de grupos específicos, a exemplo dos black blocs e de partidos de extrema esquerda, que fazem oposição sistemática ao Governo trabalhista, a se unir, como sempre aconteceu na história do Brasil e por interesses distintos, com a burguesia e suas representações empresariais, partidárias e ideológicas de direita e de extrema direita. Exatamente como ocorreu com os presidentes Getúlio Vargas e João Goulart, que enfrentaram crises políticas gravíssimas, promovidas pelos inquilinos da Casa Grande deste País. E deu no que deu: Getúlio se matou e Jango foi deposto e somente retornou ao Brasil dentro de um caixão.

Contudo, os radicais de esquerda não se importam ou não compreendem, agem de forma desmiolada, e, consequentemente, vão ao encontro de tudo aquilo que a direita quer: fatos geradores de crises políticas e institucionais, além de ações violentas que colocam o estado democrático de direito em xeque, a acarretar o emparedamento do governo trabalhista, que há quase 12 anos é enxovalhado pela imprensa de mercado, bem como o Partido dos Trabalhadores é satanizado e seus líderes são absurdamente julgados e presos, sem culpas comprovadas, além de serem alvos constantes de promotores do MPF e de juízes do STF, porque vaidosos,  midiáticos e autoritários optaram por fazer política e pouco se importaram com as realidades determinadas pelos autos dos processos.

A esquerda desmiolada e que não tem condições materiais, de logística e gente preparada e treinada para dar início a uma revolução nos moldes tradicionais e históricos. A especial e necessária radicalidade dos revolucinários, com causa e conhecimento, porém, no momento, órfã de lideranças realmente ideológicas e pragmáticas, que compõem, propositalmente e também ingenuamente, com a direita mais feroz e violenta deste País, lugar onde vicejava a escravidão e que ainda hoje perdura, de forma infame, porque ainda se prendem pessoas em postes com travas de automóveis, a lembrar os grilhões da escravidão, como, recentemente, ocorreu com um adolescente, negro, pobre e que cometia furtos no nobre e aprazível Flamengo.

Um dos bairros da Zona Sul do Rio, cujos seguranças, comerciantes e moradores de classe média resolveram se juntar em uma quadrilha de bandidos, que, anonimamente e covardemente, resolveu fazer justiça com as próprias mãos, e, por seu turno, abrir espaço à barbárie e à falta de qualquer respeito pela entidade humana, mesmo se tal pessoa for desonesta e realiza furtos. Essa abjeta realidade se reporta ao garoto tratado não somente como ladrão, mas, sobretudo, como um negro pobre e abusado, que ousou roubar a classe média, que sonha em morar na Casa Grande. Por isto e por causa disto seu preço foi pagar com sua nudez, seu sangue e, evidentemente, com a extrema humilhação de ter em seu pescoço um grilhão que remonta à escravidão e tudo aquilo que a humanidade tem mais de funesto, perverso e hediondo em sua alma e em seu coração.

Até hoje, apesar de os exemplos do passado, a esquerda infantil — aquela que quebra, destrói e incendeia o patrimônio público e privado — não compreendeu que, para enfrentar a burguesia — a direita adulta —, torna-se necessário um programa de governo, além de um projeto de País, pois somente assim se dá início à repartição do bolo, ou seja, das riquezas produzidas no País, porque sabemos que nosso momento histórico não permite a luta armada para que se possa ter uma revolução tradicional, como, por exemplo, ocorreu em Cuba ou na Nicarágua na década de 1980.

O PT, como afirmei em outros artigos, é um partido trabalhista e integrado por socialistas. Suas lideranças e principais políticos são reformistas e deixaram há muito tempo de pregar a revolução. Por sua vez, o Brasil tem uma das burguesias mais perversas, violentas e egoístas do mundo. Os donos da Casa Grande escravizaram seres humanos por quase 400 anos, o que veio a se tornar a escravidão de ordem meramente mercantilista mais longa da história da humanidade. Uma vergonha. Ponto! Portanto, não é à toa que também temos uma classe média tradicional e média alta das mais reacionárias e preconceituosas do planeta. Se tal fato é considerado inverossímil, basta o leitor pesquisar na internet e ler o que os coxinhas áulicos da perversidade afirmam sobre as amarras do garoto do poste, no bairro do Flamengo.

Entretanto, a questão primordial de tudo o que escrevi até agora (e que isto fique claro) é o fato de a imprensa de direita, golpista por natureza, resolver abrir sua bocarra, e, sistematicamente, tentar fazer crer ao público que tal imprensa, propriedade de magnatas bilionários que detestam o Brasil, não tem a mínima culpa no cartório quando se trata da morte do trabalhador de mídia e cinegrafista da Band — empresa dos barões Saad. Porém, a imprensa burguesa e seus títeres têm culpa, sim, porque sempre anunciaram e repercutiram a violência das ruas a amenizar suas causas e conseqüências. A imprensa irresponsável e transformada em partido político, que cutuca leões selvagens com vara curta.   

O cinegrafista Santiago Andrade foi morto em sua atividade profissional, e, quando a poeira baixar, certamente que sua família deverá procurar seus direitos na Justiça. É o caminho, apesar da falsa comoção de um sistema midiático frio, calculista, triturador da honra alheia e que não mede e nunca mediu conseqüências para derrotar ou destruir seus adversários políticos e econômicos que, porventura, não rezem por intermédio de suas “bíblias”. Exatamente por isto que os barões magnatas bilionários fazem questão de tratá-los como inimigos.

A verdade é que são dois os motivos pelos quais a imprensa de caráter absolutamente empresarial luta. O primeiro é a eleição para presidente em outubro. Osegundo motivo é evitar que as manifestações violentas, pois nunca pacíficas, cheguem às sedes de suas empresas, bem como também “impedir” que os protestos comecem realmente a questionar o papel da imprensa alienígena, cúmplice e parceira da ditadura militar, no Brasil. Os fotógrafos, os cinegrafistas, os repórteres, os motoristas dos carros de reportagens da Rede Globo, por exemplo, pararam imediatamente de cobrir as manifestações “pacíficas” nos locais onde aconteciam quando passaram a ser rejeitados pela turba.

O medo foi grande e a percepção de que a Globo e seus profissionais podem ser rejeitados e questionados bateu como uma marreta na cabeça de um boi sacrificado em matadouro do interior. A sede da Globo, da Veja e de outras empresas de mídias foram pichadas, sendo que jogaram cocô nas paredes de uma das sedes da Globo. Sem vacilar, a direção de jornalismo da Globo deu ordem para que os repórteres cobrissem a marca da empresa nos microfones, escondessem os crachás, não usassem camisas com a logomarca da empresa e desse modo evitar contestações, agressões verbais ou físicas, bem como serem expulsos dos locais dos protestos. Nada adiantou. As pessoas xingaram os profissionais, que estão a trabalhar, além de portarem cartazes, gritarem palavras de ordem, bem como fazer cantorias contra aquela que se julga a Vênus Platinada, acostumada a cagar regra e pensar que toda a sociedade brasileira está sob seu jugo. Ledo engano...

As manifestações “pacíficas” da Globo impediram que seus empregados trabalhassem in loco. Tiveram de cobrir os acontecimentos e as ocorrências de helicóptero. O feitiço virou contra o feiticeiro, porque a Globo provou de seu próprio veneno. O escorpião picou a si mesmo. Os black blocs são a Globo e a Globo é o maior e mais poderoso black bloc da Nação brasileira. Black blocs da direita adulta e da esquerda infantil violam a sanidade para termos o primeiro cadáver. Infelizmente. É isso aí.
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Fonte:http://davissenafilho.blogspot.com.br/2014/02/black-blocs-da-globo-violam-sanidade.html

BLACK BLOC A CINEGRAFISTA: ‘VOCÊ VAI SER O PRÓXIMO’

11.02.2014
Do portal BRASIL247

:
Na porta de delegacia no Rio, cinegrafistas foram chamados de "safados" e "carniceiros" pela jovem conhecida como Sininho; outro colega do rapaz preso pela morte do Santiago Andrade, Fábio Raposo, disse a um profissional da TV Bandeirantes: "você vai ser o próximo"; cinegrafista reagiu e partiu para cima do rapaz


Rio 247 – Cinegrafistas de várias emissoras de televisão foram ofendidos na porta de delegacia no Rio nesta segunda-feira 11. A militante Elisa Quadros, conhecida como Sininho, chamou os profissionais da imprensa de "safados" e "carniceiros".

Amiga de Fábio Raposo, que está preso temporariamente pela morte do cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade, Sininho questionou: "e tudo o que a PM fez? Disso vocês não falam né?". Ela citou ainda o caso de um "senhor de 65 anos que foi atropelado", mas que não teria sido divulgado pela imprensa.

Um dos cinegrafistas, também da TV Bandeirantes, se revoltou depois que um jovem disse: "você vai ser o próximo". Nervoso, o profissional correu atrás do garoto e o acertou com sua câmera na cabeça. Assista ao vídeo aqui.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/129848/Black-Bloc-a-cinegrafista-%E2%80%98voc%C3%AA-vai-ser-o-pr%C3%B3ximo%E2%80%99.htm

GEAP - ELEIÇÕES 2014: Prorrogado prazo de inscrição de chapas

11.02.2014
Do portal da FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL

OAKS
Para promover a inclusão de todos os beneficiários da GEAP no processo eleitoral que elegerá os novos conselheiros para os conselhos de Administração (CONAD) e Fiscal (CONFIS), o atual Conselho de Administração retirou do estatuto e do regulamento eleitoral a indicação de que apenas os beneficiários com formação superior poderiam candidatar-se.


O CONAD aprovou hoje (7) a Resolução nº 17 com essa deliberação e, na sequência, a Comissão Eleitoral promoveu a revisão do regulamento específico para inscrição de chapas. Ambos os documentos encontram-se publicados no site na seção Documentos. 

Visando manter a sequência do processo, novos prazos foram estabelecidos, sendo a inscrição eletrônica nos dias 10 e 11 de fevereiro e a entrega de documentos no dia 13 do mesmo mês.

Os prazos anteriores estão preservados e as chapas inscritas poderão promover, se desejarem, mudanças de acordo com essa deliberação, que amplia a participação de todos, promovendo maior democratização do processo eleitoral da Geap Autogestão em Saúde.

NOTA

IRINEU MESSIAS, editor do blog,  é candidato em uma das chapas já inscrita.
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Fonte:http://www.eleicoesgeapsaude2014.com.br/Noticia/Details/1527