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sábado, 25 de janeiro de 2014

Novo modelo de rolezinho estimula doação de sangue

25.01.2014
Do portal da Agência Brasil, 
Por Carolina Gonçalves - Repórter da Agência Brasil
Edição: Graça Adjuto

Na carona dos rolezinhos, que têm dividido a opinião de brasileiros, um grupo de 15 pessoas de Brasília decidiu criar um movimento, nos mesmos moldes, para mobilizar pessoas dispostas a doar sangue. Apenas na manhã de hoje (25), 20 pessoas conseguiram fazer a doação e aumentar o estoque do hemocentro da capital, que tem baixa  neste período do ano.

Folha omite declaração de FHC sobre “trensalão de bagrinhos”, mas Estadão

25.01.2014
Do blog TIJOLAÇO, 24.01.14
Por  Fernando Brito
estadao
Inacreditável o ponto a que chega o desprezo da Folha pela inteligência de seus leitores.
Hoje, na repercussão das declarações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso dadas ontem a seu repórter Josias de Souza, admitindo que houve corrupção nos contratos de compra e manutenção de trens feitos pelos governos (tucanos) de São Paulo – embora dissesse que o PSDB não tinha nada a ver com isso – o jornal paulista consegue uma proeza: “desaparece” com essa declaração.

Brasil? Poupe-me...

25.01.2014
Do portal da AGÊNCIA CARTA MAIOR, 24.01.14
Por  Saul Leblon 

Foi preciso que o presidente de um dos maiores bancos viajasse 8.940 kms, para encontrar um jornalista disposto a ouvir e reportar uma outra visão do Brasil. 

Arquivo
Foi preciso que o presidente de um dos maiores bancos brasileiros viajasse 8.940 kms para fora do país, um estirão aéreo de  11 hs  até Genebra, na Suíça, para encontrar um jornalista, o competente Assis Moreira, correspondente do Valor Econômico, disposto a ouvir e reportar  uma visão  da economia  ausente na pauta  do Brasil aos cacos,  que predomina nas páginas  do seu próprio jornal.



Que isso tenha acontecido na carimbada paisagem de neve e ternos pretos de Davos, onde se realiza o concílio das corporações capitalistas,  diz algo sobre  o belicismo da emissão conservadora em  azedar  as expectativas  contra o Brasil e seu desenvolvimento.

POLÍCIA NA CRACOLÂNDIA:Trapalhada ou provocação?

25.01.2014
Do portal OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
Por Luciano Martins Costa, na edição 782  

Comentário para o programa radiofônico do Observatório

A desastrada operação de agentes da repressão ao tráfico, na região conhecida como “cracolândia”, no centro de São Paulo, produz na imprensa uma série de especulações interessantes. Uma delas diz que parte da polícia civil estaria interessada em boicotar o programa humanitário ensaiado pela Prefeitura, com a colaboração do governo do Estado, por disputas de poder no setor de segurança pública. Outra versão indica que, tanto no PT quanto no PSDB, há grupos políticos contrários à convivência pacífica entre o governador e o prefeito. Uma terceira alternativa considera que foi apenas uma trapalhada.

Perplexidade e desespero tomaram conta de Santa Maria, relata repórter

25.04.2014
Do portal da Agência Brasil, 
Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasil 
Edição: Marcos Chagas


Valter Campanato/Agência Brasil
Brasília - Repórter Mariana Jungmann relata a cobertura da tragédia da Boate Kiss.Valter Campanato/Agência Brasil

A chegada em Santa Maria (RS), no início da tarde de 27 de janeiro de 2013, é uma das principais recordações da minha vida. Eu e os demais membros da equipe da EBC tínhamos saído de Porto Alegre, onde cobríamos o Fórum Social Temático, por volta das 9h, com a informação de que uma tragédia tinha ocorrido.

No caminho entre a capital gaúcha e a principal cidade da região central do Rio Grande do Sul ligamos o rádio em busca de informações que fossem além daquelas básicas que já tínhamos: um incêndio, em uma boate, tinha matado muita gente. A cada cidade que passávamos o sinal pegava e depois sumia novamente. O número de mortos subia a cada notícia que conseguíamos ouvir: 90, 120, 140, 180, 200.

Edilson Silva deixa UTI e, prometendo ser mais humilde, até elogia Upas e hospital de Eduardo Campos

25.01.2014
Do BLOG DE JAMILDO
Por  JAMILDO MELO

Depoimento pelo face

Amig@s, sou eu mesmo, Edilson, que estou a postar esta mensagem. Cheguei há pouco da UTI e encontro-me agora numa enfermaria do Hospital Pelópidas da Silveira.

Vcs já sabem o que aconteceu. Renasci. Ainda ñ era minha hora. Foi dada a mim uma segunda chance.

Neste momento reavaliamos tudo, profundamente e muito sinceramente. Tenho uma certeza: quero errar menos… em tudo.

Diretas, 30 anos depois

25.01.2014
Do portal DIÁRIO DE PERNAMBUCO

Três décadas após o primeiro grande comício, estudiosos e personagens daquele momento histórico avaliam as mudanças no país, que registrou um ganho social, mas que ainda tem os movimentos políticos distantes dos anseios da sociedade

No próximo 5 de outubro, ao se dirigirem às seções eleitorais para escolher o presidente da República, milhares de brasileiros nem se darão conta de que estarão exercendo um direito negado aos cidadãos do país não faz muito tempo. Neste sábado, o primeiro grande comício do movimento que ficou conhecido como Diretas Já, realizado na Praça da Sé, em São Paulo, completa 30 anos. Depois de algumas manifestações menores, a campanha que pedia o retorno do voto direto, extinto desde o golpe de 1964, reuniu cerca de 300 mil pessoas, arrebatando corações e mentes por todo o território nacional. Quem esteve nas ruas e estudiosos do período apontam o movimento como um dos mais importantes do Brasil, ainda que a democracia sonhada na época não seja exatamente a vivenciada hoje.


Vídeo mostra as faces do assédio sexual

25.01.2014 
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 08.01.14

Em dezembro, uma adolescente indiana sofreu dois estupros coletivos em ataques separados e depois morreu queimada viva. O Whistling Woods International Institute, uma escola de artes localizada em Mumbai, coincidentemente, lançou no mesmo mês uma campanha para promover o debate sobre o comportamento masculino no país. 

O Instituto criou o filme Dekh Le, que tem como objetivo celebrar o aniversário de outro estupro coletivo cometido no país. O vídeo já tem mais de 2 milhões de views em apenas três semanas no ar. 

O vídeo mostra a face do assédio sexual se voltando para o homem. O olhar do abuso é refletido por objetos localizados no corpo das mulheres, deixando os homens desconcertados. Como o homem que reagiria se o olhar perverso fosse voltado para ele? A resposta você vê abaixo. 

 Assista: 


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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/01/video-mostra-faces-assedio-sexual.html

REAJUSTE DO IPTU OPÕE BARBOSA E LEWANDOWSKI

25.01.2014
Do portal BRASIL247

Mainardi, a anta de Eduardo Guimarães....e todos os brasileiros que amam o Brasil!

25.01.2014
Do BLOG  DA CIDADANIA, 23.01.14
Por Eduardo Guimarães
Em 2007, o ex-colunista da revista Veja (hoje um dos apresentadores do programa Manhattan Connection, da Globo News) Diogo Mainardi publicou livro que surpreendeu o país por ter como título insulto ao então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que batia recordes sucessivos de popularidade e terminou seu governo com 80% de aprovação.

OS GOLPES ELEITORAIS DO PODER ECONÔMICO NO BRASIL: A tática dos poderosos no Brasil

25.01.2014
Do BLOG DO MIRO, 24.01.14
Por Luiz Carlos Azenha, no blog Viomundo:



Minha primeira experiência com a tática foi no interior de São Paulo. Jovem repórter, vi quando um candidato a prefeito de Marília, originário da Arena, o partido de sustentação da ditadura militar, apareceu todo engessado na véspera da eleição e foi acusado de forjar uma surra para despertar compaixão dos eleitores.

Perdeu.

Na campanha eleitoral de 2010, o candidato tucano José Serra foi acusado de exagerar e distorcer as consequências de um protesto contra ele organizado por mata-mosquitos do Rio de Janeiro, que haviam sido demitidos do Ministério da Saúde quando da passagem de Serra pelo cargo.

Pasta 2474 e o julgamento do 'mensalão'

25.01.2014
Do BLOG DO MIRO, 
Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:


Ao liberar o conteúdo da pasta 2474 para oito advogados que haviam pedido o direito de consultar um imenso conjunto de documentos que tem relação penal 470, mas sempre foram mantidos em segredo, o ministro Ricardo Lewandovski tomou uma decisão que pode ter relevância histórica.

A pasta 2474 era mantida em segredo por Joaquim Barbosa. Envolve provas, fatos e indícios que não foram incorporados aos autos da ação penal. 

Quando ele deixou a relatoria da ação penal, em agosto do ano passado, o inquérito sobre foi redistribuído e entregue ao ministro Luiz Roberto Barroso. 

No mesmo dia, o advogado de Henrique Pizzolato, Martius Savio Cavalcanti, marcou uma audiência com o ministro. Reapresentou o pedido para ter acesso a pasta. Barroso prometeu uma resposta em três dias. Sua decisão foi abrir mão do caso, alegando razões de “foro íntimo,” que não obrigam o juiz a fundamentar seu pedido em razões objetivas. 

O caso foi redistribuído mais uma vez. Acabou nas mãos de Ricardo Lewandovski que decidiu atender ao pedido dos advogados. Aqueles oito que, no passado, tiveram seu pedido negado agora poderão ter conhecimento de seu conteúdo.

É uma decisão importante. 

Primeiro, porque permitirá que os réus e seus advogados tenham conhecimento de todos os dados apurados na investigação – e que foram excluídos dos autos sem que se possa saber exatamente por que. 

Embora o julgamento já esteja em sua fase final – os réus estão presos, alguns já pagaram multa, falta julgar os pedidos de embargos infringentes – todos só terão a ganhar quando todos os dados forem colocados a mesa. 

É absurdo pensar que isso vai acontecer DEPOIS das sentenças mas é disso que estamos falando. 

O segundo ponto é que a pasta 2474 oficializa fatos e provas que até agora eram vistos de forma esparsa e informal. O interesse do advogado de Pizzolato sobre o assunto não é casual. O papel de gerentes executivos e diretores do Banco do Brasil que partilharam decisões relativas a Visanet – assinando notas técnicas e definindo pagamentos -- nunca foi explicado na ação penal 470. Pode estar bem esclarecido na pasta 2474, que reúne um inquérito sobre outros diretores. 

Pizzolato foi condenado como “único responsável” pelo desvio de R$ 73,8 milhões para o esquema de Marcos Valério. Mas sequer era o responsável pelos pagamentos, que tinham como gestor um outro diretor do banco, nomeado, conhecido e identificado – e desaparecido dos autos da AP 470.

Uma das teses mais caras a defesa, a de que, se houve crime, ele não foi cometido isoladamente, pode ganhar maior sustentação a partir daí. 

Outros pontos também podem ser esclarecidos. Apesar de seus imensos esforços para se aproximar do esquema Marcos Valério-Delúbio Soares, o banqueiro Daniel Dantas sequer foi citado na ap 470. É curioso, já que sua atuação foi descrita de modo detalhado pela investigação do delegado Luiz Fernando Zampronha, da Polícia Federal. 

Os publicitários Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, da SMP&B, também podem ter acesso a informações que podem ser úteis. 

O que pode ocorrer com isso? Difícil saber agora. 

O lote de documentos reunidos na pasta 2474 é imenso. Compreende um total de 78 volumes, que terão de ser estudados e conferidos. 

A experiência ensina que documentos mantidos em segredo não fazem bem a Justiça, que pede transparência e lealdade a todos. Não pode haver a menor suspeita de distorção nem de qualquer irregularidade num caso dessa relevância. Não se trata, é claro, de acusar nem denunciar por antecipação.

O Caso Dreyfus, o mais conhecido caso de fraude jurídica da história, levou cinco anos para ser esclarecido, embora o julgamento tenha durado 72 horas. 

O erro de sua condenação foi estabelecido um ano depois do julgamento, quando um oficial da área de informações resolveu fazer um novo exame das provas e descobriu que nada havia para incriminar aquele jovem capitão do Exército francês. Estava claro que o verdadeiro espião que todos procuravam era outra pessoa.

Mas isso não adiantou muito. Para evitar uma revisão, começaram a surgir novas provas – fraudadas – para incriminá-lo, o que atrasou o processo por mais tempo. Condenado em 1895, Dreyfus seria liberado, por graça presidencial, pois os tribunais jamais declararam sua inocência, em setembro de 1899. Um ano antes, o oficial que havia forjado documentos para proteger os superiores foi desmascarado e cometeu suicídio.

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/01/pasta-2474-e-o-julgamento-do-mensalao.html#more

O modismo da imparcialidade: Chesterton e a educação

25.01.2014
Do portal ULTIMATO ON LINE, 22.01.14


“O que as pessoas chamam de imparcialidade pode significar simplesmente indiferença, e o que chama parcialidade pode significar apenas atividade mental”. (G.K. Chesterton)

Ao atualizar minhas leituras de G.K. Chesterton para palestras e um curso que darei em breve via internet1, em homenagem aos 140 anos de sua morte esse ano, deparei-me com a afirmativa acima no artigo “O erro da imparcialidade”, da coletânea “Considerando Todas as Coisas” (Editora Ecclesia), e pensei que haveria uma bela aplicação do mesmo para a educação.

Mas antes de falar em educação, tema do qual o autor confessadamente não trata de forma direta, mas que podemos entrever em vários dos seus artigos, vamos ao argumento do autor.

Referindo-se à dimensão jurídica da imparcialidade do júri e do juiz, primeiro ele ventila a possibilidade de que a imparcialidade (forçada) seja capaz de levar a uma injustiça maior que a parcialidade. “Como assim?”, perguntaria o leitor desavisado e desacostumado com a metodologia paradoxal aplicada por Chesterton. Explico: Não se pode impedir as pessoas de partirem de pressupostos (sem os quais, como ele deixa claro no artigo “Filosofia para a sala de aula2”, não seria sequer possível concatenar as ideias em um argumento ou veredicto coerente). Ou seja, ser parcial é nada mais nada menos do que um “sintoma” do que ele chama de “atividade mental”, coisa sem a qual apenas um débil mental pode viver.

Eu costumo dizer mais diretamente que a “neutralidade” é impossível em qualquer que seja o assunto do qual se pretende ensinar alguma coisa, o que não invalida o esforço que se deve empenhar nesse sentido. O professor de matemática precisa estar convencido da álgebra ou da geometria para ensiná-la e nem por isso ele é chamado de proselitista (outra palavra da moda nos meios educacionais atuais) ou dogmático. O mesmo vale para qualquer outro assunto, por mais “subjetivo” que se queira taxá-lo, como infelizmente se taxa hoje o ensino religioso nas escolas, por exemplo. Aliás, uma das suposições mais idiotas que se inventou no Brasil é que “sobre futebol, mulher e religião” não se possa discutir.

Então quer dizer que esses assuntos são “tabus”? Parafraseando o filósofo analítico Wittgenstein, ele já dizia (erroneamente, a meu ver), que “sobre o que não se pode falar, deve-se calar”.

Então o quê? Deve-se dogmatizar intencionalmente? Claro que não, pois esse seria cair do outro lado do cavalo. Chesterton mesmo alerta sobre o chamado viés que “o mero fato de que haja formado uma impressão temporária a partir do conhecimento que tinha dos primeiros fatos – isso não prova que não é um árbitro imparcial; prova apenas que não é um tolo sangue-frio”. 

Hoje, a grande ordem nas escolas é a da imparcialidade, tanto no que diz respeito à moral e questões sexuais quanto à religião. E ela é tomada de forma dogmática, muito baseada em um ceticismo crônico. Contra este, que é um dos maiores “dragões” enfrentados por Chesterton em qualquer nível, ele comenta: “Assume-se que o cético não tem viés; ao passo que o tem muito obviamente em favor do ceticismo”. O mesmo se poderia afirmar do ateísmo, que muitas vezes está por trás da tese da neutralidade religiosa e do chamado “pluralismo religioso”. A eles se aplica o tipo de raciocínio assim formulado por Chesterton “Todos os homens que contam chegaram à minha conclusão; pois, se chegarem à sua, não contam”.

Isso pode muito bem aplicar-se também aquele que tem uma crença definida e quer impô-la a todo o custo às demais pessoas, sendo chamado, com toda a razão, de “fanático religioso3”. 

Mas não pode ser considerado fanático aquele “pensador que pensou completamente e até um fim definitivo” em determinada questão. Do contrário, um juiz seria destituído por dar uma sentença e o júri, por chegar a um veredito. E eu acrescento ainda que, sem pressupostos e pensamentos e valores consequentes e bem fundamentados, a própria escola deixará de ter razão de ser na sociedade.

Notas:

1. O curso vai acontecer de 10 a 28 de março. Mais informações aqui. Inscrições aqui.
2. Disponível aqui. Acesso em 17 de janeiro de 2014. 
3. Veja quanto a esse tema “Religião e Liberdade – a “Revanche de Deus”, Neo-Maniqueísmo e Fanatismo Religioso”, de Luiz Jean Lauand. Disponível aqui. Acesso em 17 jan. 2014.

Gabriele Greggersen é  mestre e doutora em educação (USP) e doutoranda em estudos da tradução (UFSC). É autora de O Senhor dos Anéis: da fantasia à ética e tradutora de Um Ano com C.S. Lewis e Deus em Questão. Costuma se identificar como missionária no mundo acadêmico. É criadora e editora do site www.cslewis.com.br

Leia mais


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Fonte:http://www.ultimato.com.br/conteudo/o-modismo-da-imparcialidade-chesterton-e-a-educacao

Os bagrinhos do trensalão nadavam à vontade com Fernando Henrique Cardoso

25.01.2014
Do blog TIJOLAÇO, 24.01.14
Por Fernando Brito

ANTA DA GLOBO NEWS É DESMASCARADO: Serasa confirma Luiza e desmoraliza Mainardi, inadimplência cai em 2013, depois de 14 anos

25.01.2014
Do blog TIJOLAÇO, 21.01.14
Por Fernando Brito

tomou
Da Folha, agora há pouco:
Foi o que Luiza Trajano falou ontem ao pretensioso Diogo Mainardi, que repetia a cantilena – de toda a mídia – de que a inadimplência estaria crescendo. (assista aqui o vídeo desmoralizante)
Mainardi invocava o Serasa para desmentir Luiza.
E o Serasa, hoje, deixa Mainardi pendurado em seu papel ridículo
“A queda de 2,0% na inadimplência dos consumidores em 2013 foi puxada pelo recuo de 9,4% no volume de cheques devolvidos (2ª devolução por falta de fundos) e pela queda de 4,8% na inadimplência das dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água, etc.). Já junto aos bancos, a inadimplência em 2013 subiu 0,6%, ao passo que o ano passado também presenciou uma alta de 5,8% no volume de títulos protestados.”
Mainardi, como se sabe, emigrou do Brasil e de seu blog na Veja, diz ele que para fugir do dilmismo.
Luiza Trajano disse que ia mandar um e-mail para Mainardi, para ele se convencer de que estava errado.
Não precisa, basta mandar um link.
Já deixo aqui prontinho para a dona Luiza.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=12852

TRAIDORES DO BRASIL PEDE AJUDA DOS EUA: Direita raivosa adere em peso ao #naovaitercopa

25.01.2014
Do blog TIJOLAÇO
Por Miguel do Rosário

naovaitercopa
 O óbvio aconteceu. A direita, ávida por acontecimentos que possam trazer instabilidade às eleições deste ano, decidiu prestar apoio aos movimentos que protestam contra a realização da Copa do Mundo.
O editorial do Estadão de hoje, comentado por nosso amigo blogueiro Miro Borges, presidente do Instituto Barão de Itararé, não deixa margem de dúvida: a primeira “bala de prata” disparada contra Dilma serão manifestações contra a Copa do Mundo, que já estão sendo infladas por grupos de extrema-direita, aí incluindo verdadeiros sociopatas que defendem até mesmo intervenção militar americana no Brasil, como se vê na imagem montada por um delirante analfabeto funcional (acima).
Há movimentos autênticos que protestam contra a Copa, ou que pretendem usar a visibilidade do evento para exibirem demandas sociais importantes, mas a infiltração de grupelhos fascistóides, alguns inclusive ricamente capitalizados (como os movimentos anticorrupção, que tem patrocínio de amplos setores da elite), além da presença de facções partidárias ansiosas por factóides que possam atingir o governo, nos fazem temer riscos de violências. O apoio de uma mídia com um lamentável histórico golpista e sem nenhuma preocupação social já garante, de antemão, a inevitável manipulação das notícias.
Preparem-se.
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Estadão adere ao “não vai ter Copa”
Por Altamiro Borges, em seu blog.
O oligárquico jornal Estadão, historicamente um dos veículos mais raivosos contra qualquer tipo de manifestação popular, parece que resolveu aderir ao movimento “Não vai ter Copa” – desencadeado nas redes sociais por uma série de movimentos, alguns com propósitos diametralmente opostos. Em editorial nesta sexta-feira (24), o jornalão pede “cautela” ao governo no enfrentamento dos protestos já agendados. Ele reconhece que as manifestações podem prejudicar a imagem da presidenta Dilma Rousseff, inclusive nas eleições de outubro próximo, mas “teoriza” candidamente que isto faz parte da democracia. Haja cinismo! A mídia golpista é, realmente, muito ardilosa!
No editorial intitulado “O governo, a Copa e a rua”, o Estadão já começa fustigando o governo. “Para blindar o projeto de reeleição da presidente Dilma Rousseff – e tão somente por isso – o Planalto, com o PT a tiracolo, busca um plano que detenha o eventual alastramento pelo País dos prováveis protestos contra a realização da Copa. Teme-se um clima de crispação social capaz de contaminar as urnas de 3 de outubro, nada menos de 115 dias depois da final de 13 de julho. A extensão desse período parece indicar que os receios palacianos são exagerados: é tempo demais para que os presumíveis protestos continuem crepitando a ponto de abrasar a conquista de um segundo mandato por Dilma”.
Para o jornalão, o temor do governo com um possível “replay dos dias de junho” é exagerado. 
O jornal até observa que “foi a absurda repressão policial a uma marcha de protesto em São Paulo contra, entre outras coisas, o aumento das passagens de ônibus, que propagou as passeatas pelo País inteiro”. Ele só deixa de mencionar que no dia em Geraldo Alckmin acionou a PM contra os manifestantes, com cenas de selvageria e truculência, o próprio Estadão havia publicado um editorial exigindo maior repressão. O governador tucano apenas atendeu ao pedido da mídia!
O jornal afirma que o primeiro ensaio desta jornada, “sob a hashtag #naovaitercopa”, ocorrerá neste sábado, 25 de janeiro, data do aniversário da cidade de São Paulo. E, de forma bastante estranha, até elogia a convocação do protesto. “Diferentemente dos primeiros ativistas de junho que, antes de tudo, queriam era falar, ou melhor, exclamar – daí a mistura desencontrada de demandas que levavam consigo e a inexistência de comando único que as enfileirasse -, os anti-Copa têm uma agenda focada nos direitos dos grupos sociais que teriam sido ou poderão ser ignorados em razão do campeonato. Por exemplo, famílias desalojadas, ambulantes e moradores de rua removidos”.
Ao final, o jornalão serrista – o mesmo que apoiou a violenta expulsão dos moradores do Pinheirinho e que justificou a recente ação da polícia contra os moradores da Cracolândia – dá seus conselhos. “Se o Estado recorrer à mão pesada para garantir a paz pública e a realização dos jogos, Dilma poderá se reeleger do mesmo modo – afinal, a massa dos seus eleitores quer é participar da festa da Copa -, mas a imagem da presidente e do País sofrerá no exterior. O caminho mais sensato para o governo é o da cautela. Isso significa achar o ponto de equilíbrio entre preservar a ordem e deixar aberta a válvula do protesto para prevenir uma reação em cadeia”. Que lindo!
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=13048

O aumento do número de investigações do Ministério Público de São Paulo na gestão Haddad

25.01.2014
Do portal GGN
Sugerido por Orlando Fogaça Filho

Do Diário do Centro do Mundo
Joaquim Carvalho
Em 2005, o ministério público do Estado de São Paulo enviou à prefeitura 147 requerimentos de informação, em média 12 a cada mês. De janeiro a setembro do ano passado – nove meses, portanto –, os promotores do Estado trabalharam bem mais nos assuntos relacionados à prefeitura paulistana. Foram 658 requerimentos, média mensal de 73 ofícios.
Uma diferença de 608%.
Em 2005, o prefeito era José Serra, do PSDB. Em 2013, Fernando Haddad, do PT.
O levantamento foi realizado pela secretaria de governo da prefeitura, o órgão que tem entre suas atribuições responder aos requerimentos do MP.
A explosão de requerimentos no governo Haddad pode ser coincidência, mas vale a pena examinar alguns fatos recentes.
A denúncia de que o governo do Estado de São Paulo recebeu propina de empresas que têm contrato com o Metrô, a CPTM e a CESP é antiga. Tem pelo menos seis anos. Mas ficou esquecida nos escaninhos do MP até que a Justiça da Suíça condenasse o ex-diretor de uma estatal paulista, e o caso ganhasse repercussão internacional.
Outro exemplo é o das enchentes. A chuva em São Paulo é um problema de séculos. Em 2003, no governo de Marta Suplicy, o ministério público abriu inquérito para apurar responsabilidades.
A investigação ficou parada até esta semana, quando a promotoria de habitação e urbanismo decidiu ir à Justiça para cobrar indenização.
Segundo o levantamento da prefeitura, o ímpeto investigativo do MP tem aumentado à medida que a administração se descola da órbita do governo do Estado.
Em 2006, quando assumiu no lugar de José Serra, que se candidatou a governador, Gilberto Kassab era um satélite do PSDB e foi pouco incomodado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo.
Kassab teve de responder a apenas 177 requerimentos de informação, em média 14 por mês. Em 2007, 2008 e 2009, a média mensal oscilou entre 15 e 19 requerimentos.
Em 2010, quando Kassab já se aproximava do governo federal, a média aumentou para 25.
Em 2011, a média foi de 34 e, em 2012, 42.
Com Haddad, o número de requerimentos explodiu. Quase dobrou. Foi a 73 requerimentos por mês.
Para efeito de comparação, a secretaria de governo levantou o número de requerimentos apresentados por outros órgãos de investigação.
No caso do Ministério Público Federal, o número de requerimentos se mantém na média de 10 por ano.
O Ministério Público do Trabalho também investiga a prefeitura, mas o número de ações mudou pouco entre 2005 e 2013.
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Fonte:http://jornalggn.com.br/noticia/o-aumento-do-numero-de-investigacoes-do-ministerio-publico-de-sao-paulo-na-gestao-haddad#.UuPPmqXYD5Q.twitter