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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Rogério Correia: Prisão em MG é para proteger Azeredo, Pimenta e Aécio

23.01.2014
Do blog VI O MUNDO, 21.01.14
Por Conceição Lemes


Rogério Correia:Nós estamos vivendo aqui, em Minas, uma ditadura civil, um estado de execção”

O deputado estadual Rogério Correia (PT-MG) conversou mais cedo com Hernandes de Alecrim e Bruno Moreira Silva, advogados do jornalista Marco Aurélio Carone, do Novo Jornal, preso em Belo Horizonte desde as seis da manhã dessa segunda-feira 20.


Correia conversou também com Priscila Carone, filha do jornalista.

“Ela chora muito, a família está chocada com a prisão preventiva”, conta-nos. “A família está buscando a ABI [Associação brasileira de Imprensa], Sindicato dos Jornalistas e Fenaj [Federação Nacional dos Jornalistas Profissionais], porque a imprensa aecista está tratando a prisão de Carone como caso de quadrilha.”

Viomundo – O que acha da versão da mídia pró-Aécio?

Rogério Correia – No meu entender, inteiramente fantasiosa. A versão apresentada não tem a menor credibilidade.

Viomundo – O que há, de fato, por trás dessa prisão?

Rogério Correia – Censura! O promotor que pediu a prisão preventiva do Carone diz que o site do jornalista, só por citar determinadas pessoas, estaria ameaçando-as. Por isso pediu a preventiva dele.

Viomundo – Ameaçando em que sentido?

Rogério Correia – Não sei, pois os advogados ainda não tiveram acesso à peça do promotor.

Viomundo – O que se quer com essa prisão? 

Rogério Correia – Na verdade, tentar transformar em falsas as denúncias feitas contra os tucanos – o mensalão tucano e a lista de Furnas – , que até o mundo mineral sabe que são verdadeiras. E, aí, transformar em réu todo mundo que denuncia  o caixa 2 dos tucanos, o esquema de propinas…

Viomundo – Todo mundo que os denuncia corre o risco de virar réu?

Rogério Correia – Acho que sim. Assim como os tucanos tentaram cassar o meu mandato e o do deputado estadual Sávio Souza Cruz (PMDB-MG). Eles ameaçam as pessoas, retaliam, asfixiam economicamente ou tentam cassar mandatos. Todo mundo que denuncia os tucanos em Minas vira réu, não presta. É o mal dos tucanos em Minas Gerais. É o estilo  Aecinho Malvadeza.

Viomundo – Então quem não concorda com o senador Aécio Neves , candidato do PSDB à presidência da República, corre risco de alguma forma?

Rogério Correia – Sim. Quem é amigo de Aécio, pode absolutamente tudo, com helicóptero ou sem helicóptero. Aos outros, cadeia, cassação de mandato… É importante o que está ocorrendo com o Carone  para mostrar ao Brasil inteiro o estado de exceção que Minas vive.
Viomundo – Acredita que isso possa acontecer com o senhor, com o deputado Sávio, com o Minas Sem Censura?

Rogério Correia – Não duvido de que daqui a pouco os tucanos do Minas vão inventar alguma coisa sobre a gente também. Nós estamos vivendo aqui uma ditadura civil. É um estado de terror que os tucanos querem implantar aqui.

Viomundo – Com que objetivo?

Rogério Correia  – Tudo para proteger  Eduardo Azeredo, Pimenta da Veiga, Aécio Neves, que são mencionados na lista de Furnas e no mensalão tucano. Até o mundo  mineral sabe que eles levaram propina e fizeram caixa 2. Isso está comprovado em inquérito da Polícia Federal, conduzido pelo delegado Luís Flávio Zampronha, e em denúncia  feita pela  procuradora Andréia Bayão, do  Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, como eu e Sávio já dissemos em matérias publicadas pelo Viomundo.

O Azeredo é o pai do mensalão tucano, o Pimenta da Veiga, o avô, e o Aécio é quem recebeu recursos.  Fernando Henrique Cardoso também foi beneficiado pelo mensalão tucano. Todo mundo sabe, mas não pode dizer.

Viomundo – Pimenta da Veiga é o candidato de Aécio ao governo de Minas?

Rogério Correia – Sim.   Por isso, também,  o desespero deles de colocar gente na cadeia.

Viomundo – A prisão do Carone serviria então de lição? Seria uma tentativa de para calar a boca de quem discorda de Aécio?

Rogério Correia  – Exatamente. Na mosca. Não tenho a menor dúvida disso.

Viomundo — E agora o que o senhor, o deputado Sávio e o Minas Sem Censura (MSC) pretendem fazer?

Rogério Correia — Para começar, discutir a prisão do Carone na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O deputado Pompilio Canavez (PT-MG), líder do Bloco Minas Sem Censura, já apresentou requerimento à Comissão de Direitos Humanos da ALMG, reivindicando esse debate.

Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/rogerio-correia.html

O histórico sabão de Luiza Trajano em Diogo Mainardi Enviado

23.01.2014
Do blog O CAFEZINHO, 21.01.14
Por  Miguel do Rosário 

Deixo com vocês, abaixo, duas notícias para levantar o astral de qualquer brasileiro. A primeira é o histórico sabão de Luíza Trajano, proprietária da rede de lojas Magazine Luíza, em Diogo Mainardi. O vídeo fez sucesso e então eu o resumi para deixar só a parte do sabão, que se dá, em verdade, primeiro contra Caio Blinder, editor do Manhattan Connection, e depois contra Diogo Mainardi.
O vídeo tem só 4 minutos e vale a apena assistir. Repare que Mainardi tenta rebater Luíza com supostos números do Serasa. A segunda notícia, mais abaixo, mostrará que Luíza estava certa e Mainardi, como sempre, errado.
(PS: O meu vídeo, apesar de editado para ter apenas 4 minutos, foi censurado pela Globo…  Tente neste outro link, o vídeo com 15 minutos).
Publiquei o vídeo no Vimeo:
A segunda notícia foi publicada há pouco pela Serasa Experian, empresa que monitora a inadimplência no Brasil. Segundo a Serasa, a inadimplência caiu e o valor médio das dívidas também caiu.
Eu recortei os trechos e tabelas principais publicados no site da companhia.
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Inadimplência anual do consumidor registra a primeira queda em 14 anos, revela Serasa Experian
O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor encerrou o ano de 2013 com queda de 2,0%, na comparação com o ano anterior. É o primeiro declínio no acumulado anual registrado pelo indicador desde o início da sua série histórica, em 2000 (veja quadro abaixo).
Na variação anual – dezembro de 2013 contra o mesmo mês de 2012 – o indicador também caiu 6,5%, sendo esta a sétima queda mensal consecutiva na comparação interanual.
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De acordo com os economistas da Serasa Experian, a manutenção de baixas taxas de desemprego ao longo de 2013, o maior rigor na concessão de crédito por parte das instituições financeiras e a maior preocupação dos consumidores em quitar suas dívidas em vez de assumirem novos financiamentos, impulsionaram o recuo da inadimplência durante o ano passado.
A queda de 2,0% na inadimplência dos consumidores em 2013 foi puxada pelo recuo de 9,4% no volume de cheques devolvidos (2ª devolução por falta de fundos) e pela queda de 4,8% na inadimplência das dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água, etc.). Já junto aos bancos, a inadimplência em 2013 subiu 0,6%, ao passo que o ano passado também presenciou uma alta de 5,8% no volume de títulos protestados.
(…)

Valor médio dos títulos protestados encerra 2013 em queda


O valor médio dos títulos protestados fechou 2013 com queda de 4,5%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. As dívidas não bancárias também caíram 2,3%. Já os cheques sem fundos encerraram 2013 com alta de 7,9%. As dívidas com os bancos não apresentaram variação. Confira mais informações na tabela abaixo:
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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2014/01/21/o-historico-sabao-de-luiza-trajano-em-diogo-mainardi/

Lição do nocaute de Luiza Trajano em Diego Mainardi. Não fechem os “shoppings”, otários

23.01.2014
Do blog TIJOLAÇO, 22.01.14
Por  Fernando Brito

canguru
Nunca antes, na história deste blog, dois posts receberam tantas “curtidas” no Facebook e foram feitos tantos acessos quanto ontem, por conta do “nocaute” impiedoso que a empresária Luiza Trajano aplicou ao “dandi” Diego Mainardi.
153 mil acessos e 14 mil “curtidas”, nos dois posts (aqui aqui).
E porque tanta vibração por uma empresária ter desmontado assim um jornalista.
Os jornalistas de economia e os empresários deveriam pensar sobre isso.
Os empresários, sobretudo, porque ando desistindo de esperar que os jornalistas de economia pensem em alguma coisa, porque só repetem o que “o mercado diz”.
Mas, infelizmente, os empresários otários estão mais preocupados em conseguir liminares e baixar as portas dos shoppings.
Acham o ascético Mainardi um luxo e a gorduchinha Luiza um lixo.
Como assim ela suspende por uns dias a venda no site de seu magazine e promove um “rolezão” presencial nas lojas da sua  rede numa liquidação?
Aquele “monte” de gente de classe média baixa se amontoando esperando a loja abrir para comprar uma TV de tela plana, uma lavadora, um tablet?
Vai ver que tinha ali até beneficiário do “Bolsa-Família” que, em vez de comprar comida, estava comprando celular…
E a dona Luiza, nem aí, virou “case” de sucesso empresarial em Harvard.
A subelite empresarial brasileira, essa massa cheirosa de executivos e gerentes que enchem a boca para dar lições de economia a torto e a direito é, no fundo, um bando de gente que pensa a atividade empresarial como o Mainardi.
Bom mesmo é vender a firma para a Amazon.
Ou vender logo o pré-sal para a as multis, porque é dinheiro rápido e aquilo vai dar muito trabalho e exigir investimento demorado.
Ruim é ter que olhar para um mercado de “gente diferenciada”, os jovens da classe C que, como publicou ontem a BBC, “têm um poder de consumo de R$ 129,2 bilhões, montante é superior ao do que consomem os jovens das classes A, B e D somadas, segundo o instituto de pesquisa Data Popular”.
Inclusão, para eles, é um discurso teórico e descolado de uma imensa massa a quem sempre o Brasil baixou as portas.
Afinal, é preciso assegurar, antes de tudo, a liberdade de ir e vir e a tranquilidade dos frequentadores dos brilhantes corredores do mercado financeiro.
Ruim, para eles, é olhar que este país só vai ser grande quando for de seu próprio tamanho, e não de 20 ou 30% de sua gente.
Já escrevi sobre isso e sobre D. Luiza, contando como, um jovem esquerdistas, eu me chocava com as historinhas de Brizola sobre como os australianos amavam seus empresários, por acreditarem e investirem no país.
Pudera, grande parte dos nossos empresários também não tem o menor apreço pelos brasileiros.
Preferem o Mainardi.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=12902

A IMAGEM DE BARBOSA EM PARIS: O DIABO VESTE PRADA

23.01.2014
Do portal BRASIL247, 22.01.14

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/127855/A-imagem-de-Barbosa-em-Paris-o-diabo-veste-Prada.htm

As penas dos tucanos estão voando: Documento mostra como Alstom distribuiu propina para o PSDB

23.01.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 20.01.14

O vereador tucano Andrea Matarazzo aparece nos documentos como um dos recebedores de propina para os tucanos de São Paulo. E o promotor tucano sabia! O promotor Silvio Marques, que atua no caso, diz já ter visto o documento na Suíça. " Ele nunca foi usado porque ninguém sabia o significado das siglas".

 Nem a Folha conseguiu esconder.

 Vinte  anos de governo do PSDB em São Paulo, escondem muita lama debaixo do tapete Diante de tanta roubalheira, publicou a notícia na edição de hoje...Papuda neles!


Um documento apreendido na sede da Alstom, na França, indica que integrantes da Secretaria de Energia e três diretorias da EPTE (Empresa Paulista de Transmissão de Energia) foram subornados para que a companhia obtivesse em 1998 um contrato de US$ 45,7 milhões (R$52 milhões, em valores da época) com a estatal paulista.

Até agora, a Polícia Federal só havia chegado até o intermediador da propina, o lobista Romeu Pinto Jr., que admitiu ter recebido recursos da Alstom para pagar suborno, mas alegou desconhecer os destinatários. Ele sustenta que entregou os valores a motoboys enviados por pessoas que não conhecia.

O documento traz detalhes da divisão e do caminho do dinheiro. Segundo o papel, a Secretaria de Energia, chamada de "SE", recebeu 3% do contrato (R$ 1,56 milhão). Já as diretorias financeira, administrativa e técnica da EPTE aparecem como destinatárias de 1,5% (R$ 780 mil), 1% (R$ 520 mil) e 0,13% (R$ 67,6 mil), respectivamente.

À época da assinatura do contrato, em abril de 1998, o secretário de Energia era Andrea Matarazzo, que ocupou o cargo por seis meses. 

O documento menciona os destinatários do suborno por meio de siglas. "SE" era a forma como a Alstom chamava a Secretaria de Energia em comunicações internas, segundo papéis do inquérito da PF. As diretorias são designadas pelas siglas DF, DT e DA.

A Folha consultou Jean-Pierre Courtadon, que foi vice-presidente da Alstom-Cegelec, e ele confirmou que DA, DT e DF costumavam designar diretorias administrativas, técnica e financeira.

Courtadon é investigado no Brasil sob suspeita de ter repassado propina, o que ele nega. Apuração na Suíça concluiu que ele não fez repasses a políticos e inocentou-o.

Entre 1998 e 1999, as diretorias administrativa, técnica e financeira da EPTE eram ocupadas por Carlos Eduardo Epaminondas França, Sidney Simonaggio e Vicente Okazaki, respectivamente. Como as negociações para o contrato se estenderam por anos, não dá para saber se o documento designa esses diretores ou outros.

ENIGMA

O mistério do documento é a sigla "F", apontada como recebedora de 2% do valor do contrato (R$ 1,04 milhão). Entre os executivos que assinaram o contrato, há um cujo sobrenome começa com "F": Henrique Fingerman.

Ele foi diretor financeiro da EPTE até maio de 1998 e assumiu a presidência da empresa em seguida. Fingerman, como Matarazzo, já foi indiciado pela PF sob suspeita de corrupção.

O valor do suborno no documento chega a R$ 6,4 milhões, ou 12,3% do contrato. O maior valor, segundo a PF, foi pago a Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (R$ 2,07 milhões) e chefe da Casa Civil do governo Mário Covas (PSDB) entre 1995 e 1997.

A investigação brasileira sobre a Alstom começou em 2008 para apurar suspeita de que a companhia havia pago propina para reativar em 1998 aditivo de contrato que fora assinado em 1983 para construção de três subestações de energia. A lei limita a duração de contratos a cinco anos.

O documento obtido pela Folha foi usado nos processos francês e suíço contra a Alstom. O da França foi arquivado porque até 2000 era permitido pagar comissões para obter negócios no exterior. O da Suíça resultou numa multa para a Alstom de US$ 42,7 milhões em 2011. A multa não contemplou a suspeita de suborno no Brasil porque a apuração aqui não foi encerrada.

O promotor Silvio Marques, que atua no caso, diz já ter visto o documento na Suíça. " Ele nunca foi usado porque ninguém sabia o significado das siglas".

O documento aponta que a empresa MCA, usada por Romeu Pinto Jr. para intermediar a propina, recebeu 7,5% do valor do contrato diretamente da Alstom francesa. Contas secretas que a Alstom tinha na Suíça remeteram mais US$ 516 mil para a MCA.

A Alstom do Brasil também participou do processo. A empresa Acqua Lux, que pertence a Sabino Indelicato, recebeu R$ 1,82 milhão (3,5% do contrato). Investigadores suspeitam que Indelicado seja laranja de Robson Marinho.
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/01/as-penas-dos-tucanos-estao-voando.html