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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Sérgio Vaz: No rolezinho, jovens exibem “educação de qualidade”

21.01.2014
Do blog VI O MUNDO, 16.01.14
Por Luiz Carlos Azenha

“Às vezes as pessoas acham que a gente mora numa grande senzala. Parece que somos incapazes de falar sobre literatura, sobre política, sobre economia. Nós parecemos uma ilha de Lost! Eles [da elite brasileira] estão surpresos: Quanto pobre! Quanto preto! Não somos brasileiros, somos palestinos. Temos de criar aquela OLP, Organização para a Libertação da Periferia”.

Rolezinho:

“São os jovens que não tem educação, são os jovens que não tem saúde, somos nós os pretos — como diria Castro Alves, somos nós, os teus cães. A sociedade colocou embaixo do tapete, mas não cabe todo mundo. O Estado tem ódio do pobre e do negro. Eu não sei de onde vem tanto ódio!”

Sobre a poesia, citando Ferreira Gullar:

“Só é justo cantar quando seu canto arrasta consigo pessoas e coisas que não tem voz”.
Sobre as mudanças vividas pela periferia de São Paulo nos últimos anos (já existem 40 saraus como o da Cooperifa):

“Muitos coletivos culturais aconteceram na comunidade. Não só na nossa, como na periferia de São Paulo. Eu acho que hoje a gente vive a nossa primavera periférica, nossa Primavera de Praga. Eu acho que estamos vivendo nossa Tropicália, nossa Bossa Nova, nossa Nouvelle Vague. Todos os movimentos que viveu a classe média nos anos 60 e 70 estamos vivendo agora. Talvez menos midiáticos, talvez à sombra da grande mídia, do grande público, mas estamos vivendo”.

Sobre consumo na periferia:

“É lógico que sou contra o capitalismo compulsivo, essa coisa desenfreada. Mas nós ficamos muito tempo longe das coisas… Dizem: não compra carro que tem muito trânsito! Eu entendo, mas há de entender a gente! Pedir pra gente não comer para não acabar com a natureza é muita sacanagem!”.

Sobre o funk ostentação:

“O jovem tá pedindo socorro ali. Se você quiser entender o jovem, é aquilo ali. A educação é aquela ali, a cultura é aquela ali, a saúde é aquela ali. Com a falência do ensino público você não quer que o cara canteConstrução [de Chico Buarque], né? É isso o que a molecada tá vivendo, sem instrução e com vontade de consumo”.

Sobre as faixas de ônibus, que despertam rejeição dos donos de automóveis em São Paulo:

“O automóvel carrega uma pessoa. O nosso, na M’Boi Mirim [avenida] carrega 200 [refere-se ao ônibus]. É a barbárie. Nossa sociedade não é generosa. Pessoas que tiveram tudo são contra quem não tem nada”.

Sobre o papel da escola na Zona Sul:

“A gente abandonou a escola, abandonou os professores, abandonou os alunos e ficamos presos em casa com o cu na mão tentando entender a violência! Aí o cara chega na sociedade e diz ‘eles fazem funk ostentação’. E você queria que ele tocasse Bach ou Beethoven? É muito milagre. É acreditar muito em Deus. E olha que os caras ainda querem cantar!”.

Sobre o racismo, depois de ter visto o Museu do Holocausto em Berlim e não ter visto equivalente sobre a escravidão, no Brasil:

“Não tem branco aqui nesse país. Somos todos negros. Ainda que o cara tenha simpatia pelo Hitler ou pela Ku Klux Klan, é negro e ainda da América do Sul! Assista o Datena e olhe como foi tratado o helicóptero com 400 kg de cocaína [apreendido em Minas Gerais] e compare com o [tratamento do] jovem que vende uma paranguinha na beira na favela”.

Sobre o fato de usar a ironia e o humor em suas falas:

“Sorrir enquanto luta é uma forma de confundir o inimigo”

No topo, as poetas que lançaram o livro Pretexto de Mulheres Negras durante o mais recente sarau; abaixo, público ouve poetas, rappers e repentistas, que se inscrevem livremente [Fotos e vídeos, Padu Palmério].

Há algo novo no ar. Sabemos disso com absoluta certeza desde as grandes manifestações de junho de 2013.
É possível sentir que o tremor subsiste neste bar que é sede do Sarau da Cooperifa, nas proximidades da avenida M’Boi Mirim, na Zona Sul de São Paulo.

Para quem não tem intimidade com a capital paulista, há imensos dormitórios de trabalhadores na megalópole: estamos num deles. É o que se chamaria, numa sociedade industrial, de bairro eminentemente proletário. Mas, com a pronunciada ascensão social registrada a partir do início da era Lula, em 2002, as coisas já não são tão simples de descrever. Há gente de classe média no bairro. Da nova classe média. Há remediados. Pobres. E, especialmente nas moradias precárias das favelas, há também miseráveis.

As mesmas inquietações que a classe média branca dos Jardins ou do Leblon ou da Savassi sente ao ver seu espaço invadido pelos “de fora” também existe aqui: há um rearranjo social acumulado com uma explosão de novas demandas e possibilidades. Aqui o Brasil está em movimento veloz. Tem fome de novidades e mudanças. Um despertar ajudado pelas redes sociais que driblam o desprezo dedicado pela grande mídia aos pobres e negros.

O sarau, organizado pelo poeta Sérgio Vaz, está completando 13 anos de existência. Enquanto os poetas apresentam seus versos, dá para constatar a diversidade nas mesas. Há senhoras da terceira idade, crianças brincando de videogame no celular do pai ou no ipad da mãe, há vários casais e jovens, muitos jovens.

Por mais que haja distinção de origem e classe dentre os que frequentam o sarau esta noite, a experiência comum dispensa explicações elaboradas sobre a violência policial: é algo cotidiano, sofrido ou testemunhado. O racismo, a discriminação e o preconceito deixaram feridas abertas em todos os que estão aqui. É a humilhação compartilhada, nas ruas e repartições, muitas vezes ao longo de toda uma vida.

O prazer de compartilhar a luta contra o racismo também está presente, como esteve nas grandes campanhas pelos direitos civis dos Estados Unidos, nos anos 60 (curiosamente, durante o evento, tive um flashback da campanha pré-presidencial do pastor negro Jesse Jackson, que acompanhei no avião do candidato, como repórter, nos Estados Unidos, nos anos 80).

Existem ecos distantes de Malcolm X nas palavras do poeta Sérgio Vaz, quando ele se refere elogiosamente aos brancos “solidários na batalha contra o racismo”.

O reconhecimento de que existe um muro que os separa da “cidade” — que é como a região mais rica de São Paulo muitas vezes é chamada — é generalizado, tanto quanto a determinação de saltar o muro a qualquer custo.

A desconfiança da mídia patronal tem, na outra face, o desejo de reconhecimento, hoje uma possibilidade que independe das redações dos grandes órgãos da mídia (You Tube e Facebook que o digam). A Vejaé descrita num dos versos como antônimo de “verdade”. Vaz relembra o episódio em que um funcionário da TV Globo foi expulso do bar por tentar rearranjar todo o mobiliário para “facilitar” as filmagens. Foi uma forma de rejeitar a ideia de que o sarau é como cenário de novela, habitado por gente sem autonomia, como se fossem atores e atrizes lendo roteiro alheio.
Autonomia, aqui, é palavra-chave.

O sarau de todas as quartas-feiras, aliás, É o Jornal Nacional do bairro. Os versos, muitos dos quais foram escritos nas últimas horas, falam dos assuntos que interessam diretamente ao cotidiano dos presentes: amor, morte, vitórias e dificuldades.

Soam como as manchetes de poetas e rappers. Dá para brevemente tomar o pulso do bairro. Os versos mais aplaudidos da noite denunciam a Copa do Mundo como afronta às carências dos bairros mais pobres. “Enfia os 20 centavos no SUS”, brinca a jovem poeta, em referência ao corte nas tartifas de ônibus obtido no ano passado, em São Paulo, depois dos protestos organizados inicialmente pelo Movimento Passe Livre (MPL).

O rolezinho é o assunto da noite. Há uma identidade quase instantânea com os participantes, por expressarem, mesmo que de forma indireta, o grito contra o preconceito, a humilhação histórica e a crença elitista de que o negro “deve saber o seu lugar”.

Bem que na entrevista que antecedeu o sarau Sérgio Vaz havia me alertado: a periferia está vivendo seus dias de Primavera de Praga, uma referência ao levante contra forças exteriores de ocupação — no caso, os soviéticos na extinta Checoslováquia.

Quando diz “periferia”, Sérgio Vaz quer dizer os negros e pardos da periferia.

Eles estão em movimento. Estão inconformados. E tem pressa.

Quem vier fazer campanha aqui em 2014 deve trazer os assessores de educação, saúde e transportes. Mas não esqueça de trazer também os de igualdade racial. Vai fazer toda a diferença.

[O Viomundo não aceita patrocínios com o dinheiro público que poderia ser usado para construir creches na periferia. Conteúdo exclusivo como este é totalmente bancado pelas assinaturas de nossos leitores, a quem agradecemos de coração. Veja também as entrevistas do jurista Fabio Konder Comparato e a do antropólogo Alexandre Barbosa Pereira]


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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/sergio-vaz-negros-da-periferia-vivem-a-sua-primavera-de-praga.html

LUIZA DETONA MANIPULADOR DA GLOBO: Diogo Mainardi paga mico na Globo News

21.01.2014
Do BLOG DA CIDADANIA, 
Por Eduardo Guimarães
Espalhou-se pela internet entrevista que a empresária paulista Luiza Helena Trajano Inácio Rodrigues, atual presidente da rede de varejo Magazine Luiza, concedeu ao programa Manhattan Connection, da Globo News, e que foi ao ar na noite do último domingo.
Para o apresentador Lucas Mendes, a empresária é “Simplesmente Luiza”, pois “Assim ela é tratada pela presidente Dilma Rousseff e pelos próprios faxineiros” – supõe-se que de sua empresa.
Mendes qualificou Luiza como “Um fenômeno do comércio brasileiro pelas vendas e pela gestão” e, em sua primeira pergunta a ela, deu ao telespectador a impressão de que tinha diante de si um tipo raro de empresária, o tipo otimista.
Atente para a pergunta de Mendes, leitor. Deixa clara a razão pela qual a empresária foi convidada para um programa cujo objetivo, há anos, tem sido espalhar pessimismo com o Brasil.
Lucas Mendes: “Você não esconde seu otimismo pelo Brasil, nem pela outra presidente, e diz que a culpa desse pessimismo é nossa, da imprensa. Eu acho que esse economista sentado aí do seu lado discorda”.
Uau! Pensei que sobreviria um massacre. Até porque, Luiza é uma mulher de modos simples. Tem aquele sotaque meio caipira do interior paulista, fala um português coloquial, pois, apesar de ter nascido na capital, sua tia – também Luiza, de quem herdou o negócio – fundou em Franca, interior de São Paulo, a primeira loja da rede que a sobrinha edificaria.
O tal economista que parecia que iria demolir as posições de Luiza foi o também apresentador do programa Ricardo Amorim. Porém, a expectativa se frustrou. Perguntou apenas se o seu colega Caio Blinder, que na semana passada dissera que “O varejo brasileiro está em crise”, tinha razão.
Luiza, obviamente, disse que não. Citou dados do IDV (Instituto de Desenvolvimento do Varejo). Segundo o instituto, o comércio varejista brasileiro cresceu 5,9% em 2013 e só as redes de lojas vinculadas a esse instituto geraram 631 mil empregos.
Luiza ainda teve que explicar ao já titubeante Blinder que o Brasil é “Diferente dos Estados Unidos”. Nessa explicação, a vitoriosa empresária teve que fazer ver ao jornalista o que tem sido dito exaustivamente neste blog, que o atual modelo de desenvolvimento brasileiro, hoje intrinsecamente baseado no consumo de massas, não pode estar esgotado em um país em que apenas 7% ou 8% do povo têm televisão de tela plana, em que apenas 54% têm máquina de lavar…
Enfim, Luiza teve que explicar que, com tanto brasileiro sem produtos que nos EUA qualquer um tem, o modelo de consumo de massas não pode estar “esgotado”.
Blinder, meio atônito com a aula que recebeu de uma empresária que transformou uma pequena loja do interior de São Paulo numa holding que compete hoje com as grandes redes de varejo brasileiras, balbuciou alguma coisa sobre “bolha de consumo” e foi perguntar sobre “rolezinhos”.
Mais adiante, insatisfeito, Lucas Mendes passou a bola a ele, ao próprio, a ninguém mais, ninguém menos do que o “temível” Diogo Mainardi. Seria ele que conseguiria mostrar que aquela mega empresária tão otimista com o país não sabe o que fala?
Antes de prosseguir, devo dizer que esse programa praticou uma covardia. Não se coloca para debater economia pessoas que não têm o mesmo preparo.
Detalhe: a covardia foi com Mendes, Amorim, Blinder e Mainardi.
O expatriado em Veneza – sabe Deus por que – foi logo vestindo aquele seu pretenso estilo irônico, irreverente, desassombrado, mas que não passa de pretensão porque tal estilo requer atributos intelectuais que ele, ao longo do programa, deixou ver que não tem.
Em tom professoral, Mainardi começou a “explicar” a uma empresária desse quilate que “Todos os fatores que determinaram o crescimento do varejo” e que ela acabara de citar a Blinder teriam “Murchado” porque “Os juros estão subindo, o crédito diminui, a inadimplência aumentou pelo segundo ano consecutivo” etc., etc.
E tascou uma pergunta insolente, em sua tática de tentar intimidar quem não tinha condição: “Quando é que você vai vender suas lojas para a Amazon?”.
Luiza, com o semblante sério, questionou as informações que Mainardi acabara de divulgar e prometeu lhe passar os dados corretos por e-mail. Começou dizendo que “A inadimplência está totalmente sob controle”. Nesse momento, ouve-se sorriso de deboche de Mainardi, que a interrompe: “Aumentou em 2012 e aumentou em 2013”.
Mostrando concentração, Luiza desmentiu o interlocutor: “Não! O que o que aumentou foi a inadimplência geral focada”. Explicou que a inadimplência no varejo não aumentou, diminuiu. E que nunca tivemos, no Brasil, um índice de inadimplência tão bom quanto em 2013.
Mainardi insiste: “Na sua loja…
Luiza rebate: “Não, não é na minha loja, é no Brasil”.
Mainardi não se dá por vencido e diz que os dados “da Serasa” seriam “diferentes”. Novamente, Luiza diz que ele está errado e que vai lhe passar os dados corretos.
A segunda parte desse debate que me é mais cara foi ela ter dito um fato mais do que evidente, mas que ninguém consegue dizer na grande imprensa. A declaração textual de Luiza, que vou reproduzir abaixo, tem sido repetida à exaustão neste blog:
Como é que fala que a bolha acabou? Nós precisaremos construir 23 milhões de [unidades do programa] Minha Casa Minha Vida pro brasileiro ter um nível social adequado aos países desenvolvidos. Como que a gente fala que é bolha? Bolha são 23 milhões de casas para 23 milhões de pessoas que mora (sic) com o sogro, com a sogra pagando 400 reais de aluguel. Nós tivemos três década perdida (sic)”.
Luiza volta a prometer a Mainardi que irá lhe enviar os dados da inadimplência por email, ao que ele responde com um sorriso debochado e com a petulante frase “Me poupe (sic), Luiza”.
Aquela que o colega de Mainardi disse, no início do programa, ser “Um fenômeno do comércio brasileiro pelas vendas e pela gestão” não se abalou e continuou ensinando ao insolente especialista em nada que ninguém ia comprar suas lojas. E lhe deu mais algumas explicações técnicas sobre as mudanças que poderão ocorrer no mercado nos próximos anos e sobre como suas empresas irão enfrentá-las.
A artilharia contra Luiza ainda tentou prosseguir. Amorim, o economista, deu como “prova” do “desastre” que vive anunciando que as grandes redes de varejo brasileiras não figuram entre as maiores do mundo…
Foi aí que Luiza matou a pau explicando que o varejo no Brasil não era nada até “cinco, seis anos atrás”, que era “muito esquecido”, e que ainda está “engatinhando”, o que, claro, desmonta a tese de “esgotamento” do modelo de consumo de massas.
Amorim, o economista, ficou caladinho.
Foi nesse momento que Mendes, possivelmente após ter consultado a produção do programa, reconheceu que Luiza tem razão na questão da inadimplência. E mudou para assunto mais ameno.
De fato, Luiza tem razão. A inadimplência “focada” que ela admitiu a Mainardi que subiu é a inadimplência seca, que não leva em conta fatores sazonais. É a que mede a Serasa de Mainardi. São, porém, dados brutos.
Há que levar em conta, por exemplo, que naquela determinada época do ano há sempre um aumento da inadimplência. Se não se levar esse fator em conta realmente a taxa será considerada em alta, mas não é assim que os dados devem ser interpretados.
Para esclarecer melhor, vale ler, abaixo, trecho de boletim da Boa Vista Serviços, administradora do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).
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13 janeiro, 2014
Os registros de inadimplência caíram 0,4% em 2013, em todo o país, conforme apuração da Boa Vista Serviços, administradora do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Em dezembro, contra novembro de 2013, houve redução de 4,5%,  descontados os efeitos sazonais.
Ao longo dos primeiros seis meses de 2013, os registros de inadimplência mantiveram a queda iniciada no final de 2012. Entretanto, a partir do segundo semestre, após uma reversão temporária desta tendência, o indicador encerrou o ano em queda, com nível menor que o registrado em dezembro do ano anterior.
A melhoria do quadro da inadimplência pode ser justificada pela continuidade de fatores como aumento dos rendimentos reais, baixo desemprego, queda dos juros (*), entre outros. Além disso, em 2013 houve um grande ajuste do mercado de crédito, tornando-o mais saudável, com credores mais seletivos e consumidores mais cautelosos (…)
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Como se vê, Mainardi disse bobagem – que a inadimplência aumentou pelo segundo ano consecutivo. A matéria da Boa Vista mostra que a inadimplência aumentou em 2012, mas caiu no ano passado. Mainardi pagou um mico.
Esse fato é extremamente eloquente porque deixa ver a falta de compromisso dessa mídia terrorista com os fatos. Põe gente que não entende nada do mercado para dizer o que o patrão quer que seja dito e o expectador desavisado compra como se fosse fato.
Fato mesmo é que ri muito ao ver a incrível Luiza surrar verbalmente Diogo Mainardi. Ria sozinho. Não só pelo que ela disse – e que reproduzi acima –, mas pela forma como disse – com sua linguagem coloquial e despretensiosa.
Toda essa conversa durou, mais ou menos, uns 15 minutos. Vale muito a pena assistir. Abaixo, o vídeo.
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2014/01/diogo-mainardi-paga-mico-na-globo-news/