Pesquisar este blog

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

GLOBO MANIPULA: A MANIPULAÇÃO DA INFORMAÇÃO

14.01.2014
Do portal FAZENDO MEDIA
Por Roméro da Costa Machado, escritor.

Certamente o leitor sabe que a Globo manipula informação e fabrica "verdades" nacionais de acordo com os seus interesses. Ora é apoiando a ditadura posicionando-se contra as "Diretas Já", mostrando o gigantesco movimento como sendo a festa de aniversário da cidade de São Paulo. Ora é interferindo na vida nacional editando o debate Lula e Collor, prejudicando Lula e beneficiando (elegendo) Collor. Ora é falseando a notícia do movimento pelas carteirinhas de estudantes, transformados em "Caras Pintadas" e criando o "Fora Collor", levando o país à comoção nacional e posteriormente seguido por toda a chamada "grande imprensa", pelo fato de Collor tentar (como presidente) destruir o império de Roberto Marinho, cortando toda a propaganda oficial da Rede Globo.

O leitor até sabe que o jornalista Hélio Fernandes batizou a Globo de "Supermercado", um balcão de negócios, onde o maior produto à venda é a notícia, e quase tudo mais está à venda. Mas o leitor sabe avaliar o alcance da interferência da Globo no noticiário nacional e o quanto há de manipulação em notícia veiculada pela Globo? Será que o leitor sabe mesmo identificar o que é notícia e o que não é?

No futebol, por exemplo. Você acha o Romário o maior jogador do Brasil depois de Pelé? Parreira é o melhor técnico do Brasil, por isso é o técnico da seleção? Zagallo é um vitorioso absoluto como jogador e como técnico?

Se você respondeu sim às três perguntas, é melhor avaliar melhor seus conceitos. Porque você está vendo demais a Rede Globo e está emburrecido com Galvonite Bueno aguda. Você está sendo manipulado pelas "informações" do torcedor Galvão Bueno (Torcedor sim, porque ele não é comentarista de futebol como Falcão ou Casagrande, não é comentarista de arbitragem como Arnaldo César Coelho e não narra o jogo como um Luciano do Valle. Apenas torce e interfere na política futebolística do país).

Romário, por exemplo, foi a maior, mais longa e mais desgastante campanha feita e bancada pela Rede Globo em torno de um jogador. Foi tanto o exagero dos interesses espúrios para fazer Romário jogar a copa do mundo que o assunto virou comoção nacional e quase que o técnico Felipão foi destituído do cargo por desobedecer a Rede Globo e não convocar Romário.

E quais as credenciais de Romário para jogar na seleção? Jogou no Flamengo onde o ídolo é o Zico. Jogou no Vasco onde o ídolo é o Roberto Dinamite. Jamais foi o grande ídolo dos clubes pelos quais jogou. Na Europa foi reserva e ficou no banco várias vezes até ser "devolvido" (vendido pela metade do preço) ao Brasil. Como artilheiro perdeu a artilharia para Dill, para Dimba, para Edmundo, para Washington e outros. Jamais ganhou uma Libertadores e jamais disputou um mundial interclubes. Não está entre os 50 melhores jogadores do mundo de todos os tempos e nem entre os 20 melhores jogadores do Brasil de todos os tempos.

Parreira é o técnico que nos cabe. Só isso, nada mais do que isso. Não podemos ter Telê, que está doente. Não podemos ter Felipão, que não quer mais a seleção da Globo. Não podemos ter o Wanderley Luxemburgo, porque a Globo não deixa (senão ela - Globo - faz campanha novamente, como fez, para tirar Wanderley da seleção). E aí... Sem poder contar com um técnico bom, temos que nos contentar com o que nos resta ou o que nos cabe, um Parreira qualquer, o técnico que chegou na seleção sem jamais ter ganho um campeonato brasileiro, sem jamais ter ganho uma Libertadores, sem jamais ter ganho um mundial interclubes. Todo o seu extenso currículo era um campeonatinho nas arábias, que ninguém viu. (Só foi ganhar campeonato brasileiro já em fim de carreira, após ficar desempregado, enquanto Felipão dirigia a seleção)

E Zagallo? Será que ninguém lembra da única copa que ele perdeu sozinho e não pôde voltar ao Brasil porque sua casa tinha sido apedrejada e ele corria risco de vida em aparecer por aqui? Surgiu como reserva do Babá, no Flamengo. No infortúnio do Babá, Zagallo virou titular. Na seleção era reserva do Pepe do grande time do Santos. No infortúnio do Pepe, Zagallo virou titular. A grande seleção de 70 foi toda armada e montada por João Saldanha. No infortúnio do Saldanha, Zagallo virou técnico titular. O grande título de Zagallo: Titular absoluto da desgraça alheia. Hoje em dia, sua maior proeza é fazer piadinha com o número treze: "Dane-se Zagallo", tem treze letras. Mas o "Dane-se" pode ser trocado por similar e continuar com treze letras.

Abra o olho leitor, raciocine, você anda vendo demais a Rede Globo, e raciocinando de menos, porque não há segmento de notícia, nem mesmo esportiva, que a Globo não manipule como se fosse informação.
*****
Fonte:http://www.fazendomedia.com/globo40/romero23.htm

14 verdades demolidoras sobre o Mentirão

14.01.2014
Do blog CAFEZINHO, 11.01.14
Por Miguel do Rosário

Mentirão continua ruindo
A Ação Penal 470 é um momento triste do judiciário brasileiro, porque corresponde ao que juristas sérios chamam de espetacularização da justiça. A única coisa “boa” que os próprios ministros do STF, e mesmo a imprensa, conseguem falar sobre o julgamento do mensalão é que ele seria um “exemplo”, correspondendo a uma sinalização de que a justiça brasileira agora prenderia também “ricos e poderosos”. Ou seja, a única lógica do julgamento, é a do linchamento, de um lado, e do justiçamento, de outro. Os grupos de extermínio que agiam na ditadura também agiam com vistas a darem um “exemplo”.
É uma falácia, contudo. O mensalão não prendeu ninguém rico e poderoso. Os que são ricos não são poderosos. Alguns tinham poder em função do cargo político que ocuparam, democraticamente, como Dirceu. Mas o poder de um ministro se esgota quando ele sai do cargo. Não existe ex-ministro poderoso. Dirceu continuou influente, não poderoso. E nenhum dos petistas presos são ricos. Ao contrário. Genoíno, por exemplo, é um dos parlamentares mais pobres do Congresso Nacional.
O problema da Ação Penal 470 é que ela inverteu a lógica da justiça moderna e trouxe de volta a da inquisição. Não importava mais a existência ou não de provas. Os réus tinham de ser condenados porque já tinham sido julgados pela mídia. Qualquer recuo seria considerado uma derrota da mídia, e por isso esta usou todos os seus recursos. Pela mesma razão, o encarceramento dos réus lhe despertou os sentimentos mais sádicos, que jamais vimos por ocasião de outros políticos.
Felizmente, a democracia tem suas vacinas, e a questão política, conforme vai sendo posta de lado, dá lugar ao questionamento de ordem jurídica. Os erros e arbitrariedades da Ação Penal 470 são tantos e tão grosseiros que não podem se tornar jurisprudência, sob o risco de se voltar inclusive para os mesmos que patrocinaram a farsa. Por isso, dia ou outro, a farsa vai ruir. Ela se sustenta no senso comum construído pelos meios de comunicação.
Hoje, por exemplo, divulgou-se outra série de argumentos, todos fundamentados em farta documentação, sobre as mentiras da Ação Penal 470. Foram preparados, desta vez, pela equipe de comunicação de José Dirceu.
Confira as imagens abaixo, com calma. Qualquer dúvida, comente, para que nós, ou outros leitores, possamos responder.
1_1
22
32
43
51
61
7
8
9
10
111
12_
charge-bessinha_jn
*****
Fonte:http://www.ocafezinho.com/2014/01/11/14-verdades-demolidoras-sobre-o-mentirao/

Outro motim na Folha! Colunista diz que STF prepara golpe branco

14.01.2014
Do blog O CAFEZINHO, 13.01.14
Por Miguel do Rosário

A gente tem falado isso há anos. O STF tem usurpado poder e se portado de maneira descaradamente golpista. Finalmente, alguém com espaço na grande mídia, premido pelos fatos, começa a levantar essa bola. É uma situação de alerta vermelho para a democracia brasileira.
O artigo de Ricardo Melo, por estar onde está, é uma bomba atômica tão grande quanto a entrevista de Ives Gandra e tem um significado. A ficha está caindo em setores da classe média que mantém a independência de alguns neurônios; não os terceirizaram para os hidrófobos da mídia. 
A onda que nasceu na blogosfera está começando a bater também em alguns quartos da Casa Grande, embora ainda na forma de manifestações esparsas, isoladas. Na verdade, temos apenas dois nomes na mídia velha que reverberam as preocupações que a blogosfera vem externando há anos: Jânio de Freitas e agora Ricardo Mello. Já é um começo, de qualquer forma.
É isso ou então Ricardo Melo está com os dias contados na Folha.
*
Melo: STF ensaia “golpe branco” no Brasil
Por Fernando Brito, no Tijolaço.
O colunista Ricardo Melo, da Folha, publica hoje um artigo corajoso, onde aponta um “ensaio de golpe branco” pela Justiça brasileira, com o Supremo Tribunal Federal à frente.
“A coisa chegou ao ponto de pura esculhambação”, diz Melo, ao descrever o comportamento do presidente do STF, Joaquim Barbosa, no episódio deprimente da decretação “apressada” da prisão do deputado João Paulo Cunha e da saída do magistrado, mais apressada ainda, de férias, sem assinar as ordens que lhe competiam para a detenção do parlamentar.
O (mau) exemplo do STF contagiou todas as esferas judiciárias e até as não-judiciais, agora, se arrogam o direito de dizer o que mandatários eleitos pelo povo (o que eles não são) devem ou não fazer em matéria de leis e ações administrativas.
Um deformação que encontra em Joaquim Barbosa seu maior símbolo: segundo Mello, ele “se acha” a própria Justiça: “ manda prender, soltar, demitir, chafurdar, cassar, legislar -sabe-se lá onde isto vai parar, se é que vai parar.”
*
Leia aqui o artigo de Ricardo Melo.”336″ />
*****
Fonte:http://www.ocafezinho.com/2014/01/13/outro-motim-na-folha-colunista-diz-que-stf-prepara-golpe-branco/

Em todo país "Rolezinhos" se espalham pelo País

14.01.2014
Do portal da Revista  CartaCapital
Por  Redação 

Ao menos 17 eventos já foram marcados em diferentes cidades para os próximos finais de semana

Após a repressão contra jovens e a proibição dos chamados “rolezinhos” por quatro juízes, ao menos 17 eventos já foram marcados em diferentes cidades do país para os próximos finais de semana. O número de confirmados varia entre algumas dezenas e milhares de participantes, em rolês como o do Shopping Itaquera.
Iniciados por jovens da periferia em São Paulo no mês de dezembro, os eventos se espalharam pelo país e devem acontecer em shoppings, parques e até centros culturais Confira a lista abaixo:
18 de janeiro
24 de janeiro
Parque Ibirapuera
25 de janeiro
26 de janeiro
1º de fevereiro
5 de fevereiro
8 de fevereiro

15 de fevereiro

22 de fevereiro
LEIA MAIS: 
*****
Fonte:http://www.cartacapital.com.br/sociedade/veja-rolezinhos-marcados-para-o-proximo-mes-5517.html

Artista plástico doa quadro para ajudar Genoino a pagar multa de condenação

14.01.2014
Do portal da Rede Brasil Atual
Por Eduardo Maretti, da RBA

Para Enio Squeff, ex-deputado e também José Dirceu foram condenados sem provas por um 'tribunal de exceção', como na ditadura, 'quando o sujeito era condenado pelas ideias que tinha'

obra enio squeff
Quadro doado a ex-deputado faz parte de uma série com as estrofes do Hino Nacional
São Paulo – O artista plástico Enio Squeff doou um quadro à campanha da família e de amigos de José Genoino para ajudar na arrecadação de contribuições e pagamento da multa à qual o ex-deputado e ex-presidente do PT foi condenado a pagar na Ação Penal 470, o chamado mensalão.
“Estou doando esse quadro com muito orgulho e espero que ele seja leiloado, seja lá por quanto for, e que vá para o Genoino. Mesmo porque essa multa é totalmente extemporânea”, explica Squeff, nascido em Porto Alegre (RS) e radicado em São Paulo. Iniciada no dia 9, a campanha arrecadou até a noite de ontem R$ 201 mil e precisa chegar a R$ 667.513,92 (em valores atualizados) até 20 de janeiro.
“Faço isso porque, em primeiro lugar, quero ajudar o José Genoino, um homem de bem que foi injustamente condenado. E em segundo, porque acho que tenho que ajudá-lo. A longa militância, o sofrimento dele por esse país merece isso, e muito mais”, explica Enio Squeff.
Ele se diz preocupado com as consequências do julgamento da AP 470 e com o papel do Supremo Tribunal Federal (STF) como um “tribunal de exceção” no país. “O STF está tão comprometido, que acho muito difícil ele fugir da pecha que lhe está pesando, de ser um tribunal de exceção, um tribunal parcial, a favor da oposição no Brasil. Sinceramente, me preocupa muito, como cidadão brasileiro. Eu vivi sob a ditadura, me livrei por pouco de ser preso e torturado, como várias pessoas foram, como o Genoino. E é isso que temos hoje: uma reiteração dos tribunais de exceção da ditadura, quando o sujeito era condenado pelas ideias que tinha.”
Para o artista plástico, o julgamento da AP 470 foi um “grande teatro” e não só Genoino como o ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, foram condenados sem provas. “A mais alta corte do país condena alguém sem prova alguma e uma pergunta que eu faço é: quanto foi que o José Dirceu roubou? É a primeira vez que eu vejo alguém ser condenado como chefe de quadrilha e eu não sei quanto ele roubou. A mesma coisa o Genoino.”
“Não se sabe por que José Dirceu foi condenado. Também não se sabe por que está trancafiado sendo que tem direito ao regime semiaberto”, acrescenta.
Squeff se diz indignado com o papel exercido hoje, no país, por Joaquim Barbosa, presidente do STF. “Do Joaquim Barbosa eu só sei uma coisa. É um homem mau, que leva o ódio dele até as últimas consequências. É o caso claro de um homem ressentido”, analisa. Barbosa emitiu os mandados de prisão dos condenados no julgamento da AP 470 durante o feriado de Proclamação da República, há dois meses, e não deu resposta aos pedidos de trabalho dos réus que têm direito ao semiaberto. No caso específico de Genoino, a família apontou que a manutenção em regime fechado significava risco de morte, e o ex-deputado chegou a ser internado em Brasília após um mal-estar. Operado no ano passado por um problema cardíaco, ele passou por várias avaliações médicas e agora depende de decisões de Barbosa para saber em que condições cumprirá sua pena. “Até quando este país vai aturar que esse homem faça o que bem entende? Até quando o STF vai ficar submetido a essa crítica de ter feito um julgamento de exceção, em pleno estado democrático de direito?”
Ele esclarece que seu gesto não é partidário. “Não sou do PT, quero deixar claro. Não que tenha alguma coisa contra o PT, mas digo isso porque [a doação do quadro] não faz parte de uma militância partidária. É uma admiração que tenho por um homem que lutou pelo país e está sendo injustiçado.”
A obra doada faz parte de uma série com as estrofes do Hino Nacional e se refere ao trecho “deste solo és mãe gentil/Pátria amada Brasil”. Seu valor é calculado em R$ 6 mil. Mostra uma mãe com uma criança, sobre um morro, e embaixo uma favela que se estende até a cidade.
Como jornalista, Squeff trabalhou na revista Veja (“no começo, não confundir com essa coisa que tem aí hoje”) e nos jornais Folha de S. Paulo O Estado de S. Paulo. Para ele, a imprensa tradicional “tem compromissos muito claros” no país hoje. “Não gosto de dizer mídia, gosto de dizer empresas jornalísticas. Elas têm uma missão, que é de qualquer maneira tratar de derrubar qualquer governo de esquerda que apareça no país.”
*****
Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2014/01/artista-plastico-doa-quadro-para-ajudar-genoino-a-pagar-multa-4975.html

MARINA FERIU DE MORTE A REELEIÇÃO DE ALCKMIN?

14.01.2014
Do portal BRASIL247
*****
Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/126934/Marina-feriu-de-morte-a-reelei%C3%A7%C3%A3o-de-Alckmin.htm

O padrão Globo de manipulação

14.01.2014
Do BLOG DO MIRO
Por Cadu Amaral, em seu blog:


Globo, maior grupo de mídia do país, vende a imagem da perfeição. Tenta fazer parecer que detém a excelência em entretenimento e informação. E sempre, segundo si mesmo, com imparcialidade (isso é um mito, jamais acredite nessa conversa fiada!). As Organizações Globo chegaram a criar um slogan sobre isso: padrão Globo de qualidade. Tudo para criar a sensação de que ela é um exemplo a ser seguido. 

De fato a Globo, com todas as suas empresas de mídia, criou um padrão qualidade. Só que não de informação, mas sim de manipulação. Os casos não faltam. Ao longo de sua história, desde o tempo em que o grupo possuía apenas o jornal impresso no Rio de Janeiro, esse grupo de mídia atua na busca incessante pelo poder, custe o que custar. E sempre custa ao povo a materialização de suas vontades.

O golpe civil-militar ocorreu em 1964, a rede Globo de televisão surgiu em 1965. Coincidências não existem. Foram os mandachuvas da ditadura que fizeram a Globo ter o poder que tem.

Em 1982 a Globo tentou golpear a eleição do Brizola no Rio de Janeiro com o esquema da Proconsult. Em 1989, ela, mais uma vez atravessa a vontade popular, manipula a edição do último debate entre os então candidatos à Presidência da República, Lula e Collor. Sua edição deturpada, sob a ordem do chefe maior, Roberto Marinho, foi exibida na véspera da eleição daquele ano.

Se voltarmos um pouco, a 1984, a Globo exibiu no Jornal Nacional, um comício pelas eleições diretas no Brasil, com cerca de 300 mil pessoas como se fosse uma comemoração pelo aniversário de São Paulo. Nem sequer teve a coragem de dizer o que realmente acontecia e defender o regime que ela ajudou a implantar no país. É além de tudo, covarde.

Não é preciso gastar linhas sobre como a Globo cobriu os dois mandatos de Lula na presidência e esse de Dilma (PT) que se encerra em dezembro, e suas diferenças em relação à cobertura dos mandatos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Diante das recentes frustrações eleitorais, a Globo – e os outros grupos da imprensa grande – começam a perde de vez a linha da sutileza.

Em recente edição do jornal O Globo, o grupo de mídia dos Marinho, manipulou a tradução de uma pesquisa sobre programas de transferência de renda e alegou que a culpa do aumento da obesidade no país era do programa Bolsa Família. Não há menção a isso na pesquisa.

Na sexta-feira, 10 de janeiro de 2014, o programa Conta Corrente da Globo News – um desses programas feitos para especuladores e que faz você achar que o país está em bancarrota – divulgou um gráfico com os índices de inflação de 2009 a 2013.

Até aí nada demais – mas a Globo jamais mostra comparativo com os anos FHC – não fosse o fato de que Para a Globo 5,91 é maior do 6,50. Vale até mudar a matemática para derrubar trabalhistas do governo central do Brasil. Em nota publicada na internet, a Globo News, no sábado 11, disse que mostraria o gráfico correto na exibição do Conta Corrente de segunda-feira, 13 de janeiro. O que de fato aconteceu.

Mas será que se o “erro” da Globo não tivesse ido parar na internet ela faria a correção? Pelo histórico, não. Passaria batido. De todo jeito, vale o jargão popular sobre a primeira vista, o gráfico errado tem mais peso no imaginário das pessoas do que o segundo (correto). Junte isso a toda a campanha de que o Brasil vai mal das pernas.
  
O que fica na mente das pessoas, ainda mais os propensos a seguir a regras “globais” de convivência é a barra de 2013, maior do que os anos anteriores. Em exibição de gráficos, as barras atraem mais a atenção do que os números. 

Uma salva de palmas para a internet! Se ela já existisse com hoje em 1964, 1982, 1984 ou 1989 muita coisa poderia estar diferente no Brasil. E para melhor, diga-se de passagem.

*****
Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/01/o-padrao-globo-de-manipulacao.html

Os shopping-centers, utopia neoliberal

14.01.2014
Do portal da Agência Carta Maior, 13.01.14
Por Emir Sader

Quase já se pode nascer e morrer num shopping. Só faltam a maternidade e o cemitério, porque hotéis já existem.  

Emir Sader
Na sua fase neoliberal, o capitalismo implementa, como nunca na sua história, a mercantilização de todos os espaços sociais. Se disseminam os chamados não-lugares – como os aeroportos, os hotéis, os shopping-centers -, homogeneizados pela globalização, sem espaço nem tempo, similares por todo o mundo.

Os shopping-centers representam a centralidade da esfera mercantil em detrimento da esfera pública, nos espaços urbanos. Para a esfera mercantil, o fundamental é o consumidor e o mercado. Para a esfera pública, é o cidadão e os direitos.

Os shoppings-centers representam a ofensiva avassaladora contra os espaços públicos nas cidades, são o contraponto das praças públicas. São cápsulas espaciais condicionadas pela estética do mercado, segundo a definição de Beatriz Sarlo. Um processo que igualiza a todos os shopping-centers, de São Paulo a Dubai, de Los Angeles a Buenos Aires, da Cidade do México à Cidade do Cabo. 
    
A instalação de um shopping redesenha o território urbano, redefinindo, do ponto de vista de classe, as zonas onde se concentra cada classe social. O centro – onde todas as classes circulavam – se deteriora, enquanto cada classe social se atrincheira nos seus bairros, com claras distinções de classe 

Os shopping, como exemplos de não-lugares, são espaços que buscam fazer com que desapareçam o tempo e o espaço – sem relógio e sem janelas - , em que desaparecem a cidade em que estão inseridos, o pais, o povo. A conexão é com as marcas globalizadas que povoam os shopping-centers de outros lugares do mundo. Desaparecem os produtos locais – gastronomia, artesanato -, substituídos pelas marcas globais, as mesmas em todos os shoppings, liquidando as diferenças, as particularidades de cada pais e de cada povo, achatando as formas de consumo e de vida.

O shopping pretende substituir à própria cidade. Termina levando ao fechamento dos cinemas tradicionais das praças publicas, substituídos pelas dezenas de salas dos shoppings, que promovem a programação homogênea das grandes cadeias de distribuição. 

O shopping não pode controlar a entrada das pessoas, mas como que por milagre, só estão aí os que tem poder aquisitivo, os mendigos, os pobres, estão ausentes. Há um filtro, muitas vezes invisível, constrangedor, outras vezes explicito, para que só entrem os  consumidores.

Nos anos 1980 foi organizado um passeio de moradores de favelas no Rio de Janeiro a um shopping da zona sul da cidade. Saíram vários ônibus, com gente que nunca tinham entrado num shopping.

As senhoras, com seus filhos, sentavam-se nas lojas de sapatos e se punham a experimentar vários modelos, vários tamanhos, para ela e para todos os seus filhos, diante do olhar constrangido dos empregados, que sabiam que eles não comprariam aqueles sapatos, até pelos seus preços. Mas não podiam impedir que eles entrassem e experimentassem as mercadoras oferecidas.

Criou-se um pânico no shopping, os gerentes não sabiam o que fazer, não podiam impedir o ingresso daquelas pessoas, porque o shopping teoricamente é um espaço público, aberto, nem podiam botá-los pra fora. Tocava-se ali no nervo central do shopping – espaço público privatizado, porque mercantilizado.

O shopping-center é a utopia do neoliberalismo, um espaço em que tudo é mercadoria, tudo tem preço, tudo se vende, tudo se compra. Interessa aos shoppings os consumidores, desaparecem, junto com os espaços púbicos, os cidadãos. Os outros só interessam enquanto produtores de mercadorias. Ao shopping interessam os consumidores.

Em um shopping chique da zona sul do Rio, uma vez, uns seguranças viram um menino negro. Correram abordá-lo, sem dúvida com a disposição de botá-lo pra fora daquele templo do consumo. Quando a babá disse que ela era filho adotivo do Caetano Veloso, diante do constrangimento geral dos seguranças.

A insegurança nas cidades, o mau tempo, a contaminação, o trânsito,  encontra refúgio nessa cápsula, que nos abriga de todos os riscos. Quase já se pode nascer e morrer num shopping – só faltam a maternidade e o cemitério, porque hotéis já existem. A utopia – sem pobres, sem ruídos, sem calçadas esburacadas, sem meninos pobres vendendo chicletes nas esquinas ou pedindo esmolas, sem trombadinhas, sem flanelinhas.  O mundo do consumo, reservado para poucos, é o reino absoluto do mercado, que determina tudo, não apenas quem tem direito de acesso, mas a distribuição das lojas, os espaços obrigatórios para que se possa circular, tudo comandado pelo consumo.

Como toda utopia capitalista, reservada para poucos, porque basta o consumo de 20% da população para dar vazão às mercadorias e os serviços disponíveis e alimentar a reprodução do capital.

Mas para que essas cápsulas ideais existam, é necessário a super exploração dos trabalhadores – crianças, adultos, idosos – nas oficinas clandestinas com trabalhadores paraguaios e bolivianos em São Paulo e em Buenos Aires, em Bangladesh e na Indonésia, que produzem para que as grandes marcas exibam as roupas e os tênis luxuosos em suas esplendorosas lojas dos shoppings.

O choque entre os mundo dos shoppings e o dos espaços públicos remanescentes – praças, espaços culturais, os CEUS de São Paulo, os clubes esportivos públicos – é a luta entre a esfera mercantil e a esfera pública, entre  o mundo dos consumidores e o mundo dos cidadãos, entre o reino do mercado e a esfera da cidadania, entre o poder de consumo e o direito de todos. 

É um enfrentamento que está no centro do enfrentamento entre o neoliberalismo e o posneoliberalismo, entre a forma extrema que assume o capitalismo contemporâneo e a formas de sociabilidade solidaria das sociedades que assumem a responsabilidade de construir um mundo menos desigual, mais humano.
*****
Fonte:http://www.cartamaior.com.br/?/Blog/Blog-do-Emir/Os-shopping-centers-utopia-neoliberal/2/29996

Para Onde Esse Caminho Conduz?

13.01.2014
Do portal ENCONTRE A PAZ, 30.12.12

Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida.(Jó 38:19; João 14:6).
Há um ditado que diz que “todos os caminhos levam a Roma”. E outro que diz que “todos os caminhos levam a Deus”. Ambos estão errados. Se trilhar um caminho que esteja na direção oposta a Roma, ou a qualquer outro lugar, você jamais chegará lá. Assim, se você escolher qualquer caminho para Deus, você nunca, em toda a eternidade, chegará até Ele.

As pessoas sempre acharam que podem crer no que quiserem: em tudo, em alguma coisa ou em nada. Se Deus não existir, então não faz diferença. Se Deus existir, Ele é bonzinho e se satisfaz com nossos esforços de seguir a religião que escolhemos, não importa qual seja.

Mas a Bíblia declara terminantemente que existe somente UM caminho que conduz a Deus, e este caminho tem nome: JESUS CRISTO. Quem quiser seguir por outra estrada rumará direto para a perdição. Mas o Senhor Jesus veio “buscar e salvar o que se havia perdido” (Lucas 19:10).

Quem tenta chegar a Deus sem Cristo será confrontado com uma questão muito séria: Será que Deus, depois de enviar Seu Filho, Se revelar à humanidade por meio dEle, fazê-Lo passar pela cruz, e ressuscitá-Lo dentre os mortos vai tolerar a rejeição e desobediência dos que preferem escolher outros caminhos que Ele mesmo não designou? Até os que negam a existência de Deus terão um dia que enfrentar essa pergunta.

Ninguém é obrigado a crer no evangelho de Cristo. Mas todos deveriam analisar muito bem antes de tomar uma decisão. O evangelho não nos oferece uma religião melhor que as outras, ao contrário, ele as destrói. O que a mensagem das boas novas nos concede é a possibilidade de conhecermos um Deus vivo, que deseja um relacionamento verdadeiro, real, intenso conosco. Mas as regras desse relacionamento já foram ditadas pelo Criador de todas as coisas. A parte que nos cabe é tão-somente seguirmos pelo caminho que o Senhor Jesus já traçou!
*****
Fonte:http://www.apaz.com.br/todo_dia/2013/Dezembro30.html