terça-feira, 14 de outubro de 2014

O GOLPE DA DELAÇÃO ENCOMENDADA CONTRA DILMA; ENTENDA: Juiz e deputado tucano em conluio

14.10.2014
Do blog MEGACIDADANIA

A vigarice do juiz e o tucano
É tarefa cívica de toda a blogosfera e internautas dar a máxima divulgação à denúncia do jornal i9


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Juiz Federal responsável pelo vazamento do caso Petrobras é ligado à deputado do PSDB

A vigarice jurídica juiz e deputado
O juiz Sérgio Fernando Moro que conduz as investigações Lava-Jato, ficou conhecido nacionalmente, como fenômeno dos furos coletivos, após sucessivos vazamentos nessa quarta-feira (8), aonde Paulo Roberto Costa disse que PP, PT e PMDB recebiam dinheiro de contratos superfaturados na Petrobras, e o doleiro afirmou que ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi pressionado por partidos aliados a aceitar a indicação de Costa para a Diretoria de Abastecimento da estatal.

O juiz Sérgio Moro e o fenômeno dos furos coletivos

Inacreditável o papel a que a Justiça Brasileira está se prestando.

Um vídeo (sem imagens, apenas o teto de uma sala) onde o o ex-diretor ladrão da Petrobras – que aliás, admite ter sido enfiado na companhia a contragosto de Lula, por pressão de outros partidos – diz, sem apresentar um mísero dado concreto, o que dirá uma prova, que “o comentário que pautava dentro da companhia” é que a diretoria das áreas de Gás e Energia, Serviços e Exploração e Produção, “os três por cento ficavam diretamente para o PT”.

É inexplicável o papel do Juiz Sérgio Moro, sobretudo depois de ver que surgiram versões clandestinas de outros depoimentos de Paulo Roberto Costa à Polícia, de permitir gravações editadas, com trechos do teor que citei, num processo que, pelos valores e gravidade que envolve, está sob sigilo, ou deveria estar.

O seu tribunal é uma “peneira” de furos seletivos.

Seria melhor que o juiz chamasse logo toda a imprensa para assistir e perguntar, pois talvez – só talvez – saísse alguma indagação sobre “que provas os senhores têm disso”?

Dep tucano PR vigarista
Moro e Francischini aliados desde 2007

Segundo levantamento da equipe de reportagem do i9, a dobradinha Moro e Francischini, começou a se formar após a Operação Fênix, lançada em 2007, o juiz decretou a prisão de 11 pessoas ligadas ao traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. Entre os presos estavam parentes de Beira-Mar e advogados suspeitos de fazer papel de pombos-correio. No processo, Beira-Mar era acusado de controlar o narcotráfico em morros do Rio a partir do presídio de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Na época da operação era Francischini o delegado da PF à frente das investigações contra Beira-Mar.

Francischini do PSDB é conhecido no Paraná, como "Rei dos Vazamentos". Com foco apenas em adversários políticos; rotina dos vazamentos era organizada, com sincronização entre Veja, Folha e Globo.**

Suspeita-se, entre os responsáveis pela Operação Lava Jato, que Francischini, ex-delegado da PF, seja o principal responsável pelo "vazoduto" que tem instrumentalizado as manchetes de jornais, capas de revistas e longas reportagens nas TVs, que visam desgastar o governo Dilma, a Petrobras e o PT. Isso porque, logo após as prisões da Operação Lava Jato, Francischini recebeu por sete horas advogados dos doleiros presos, que lhe pediram apoio e lhe entregaram todo o inquérito, até então desconhecido da imprensa. São quase 5 mil paginas em papel e outras 9 mil paginas digitalizadas.

Experiente no trato dessas informações, Francischini teria fatiado o inquérito, selecionando os "capítulos" mais importantes e distribuindo o material a veículos como Veja, Folha, jornal O Globo e TV Globo. O primeiro alvo foi o deputado André Vargas (PT-PR), que passou a balançar depois que um pedido de um jato emprestado ao doleiro Alberto Yousseff veio à tona. Francischini teria até montado uma lógica de distribuição de informações. Veja recebia o trecho do inquérito na quinta-feira, com o compromisso de não publicar na sua edição online. Folha e a TV Globo recebiam as informações na sexta-feira. Era a garantia de que todo os temas selecionados por ele renderiam também no fim de semana.

Coordenação

Foi assim que, Veja e Folha saíram com a tabela de Paulo Roberto Costa sobre "soluções" de empreiteiras para operações de compras da Petrobras. Ou as insinuações em todos os jornais de que haveria indícios de relação de Alberto Yousseff com o ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, e a senadora Gleisi Hoffmann, ambos adversários de Francischini no Paraná.

Foi também assim, através do "vazoduto" montado por Francischini que, ontem, minutos depois de a Justiça ter quebrado o sigilo do processo, as edições online de Veja, Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo vieram com as insinuações de envolvimento do ex-ministro Alexandre Padilha com o doleiro. Todos juntos, em menos de 30 minutos, conseguiram localizar a citação a Padilha no inquérito – o que demonstra a organização dos vazamentos.

A prova da vigarice
Com todo esse circo montado por Francischini e Moro, o juiz Sérgio Fernando Moro é indicado para a vaga do inimigo N:1 do Partido dos Trabalhadores, o ex-ministro Joaquim Barbosa

Será que o Juiz Federal Sérgio Fernando Moro, irá investigar com o mesmo rigor o seu amigo, e também deputado federal Fernando Francischini por ter recebido dinheiro de empresa investigada no 'trensalão' do PSDB?

Fernando Francischini (PSDB-PR), conhecido no Paraná, e agora no Brasil, como homem acima de "qualquer suspeita", foi pego não em grampo ilegal, atividade contumaz do parlamentar. Mas sendo bancado pela CR Almeida, empresa investigada por fraudes e formação de cartel em licitações do metrô de São Paulo e do Distrito Federal. No total, a empresa suspeita doou R$ 200 mil, 20% do total arrecadado (R$ 1,1 milhões). O valor leva em conta as prestações parciais de contas feitas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).


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Fonte:http://www.megacidadania.com.br/juiz-e-deputado-tucano-em-conluio/
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