sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Mais Médicos: a razão voltou, mas ainda há ódio doentio

11.10.2013
Do blog TIJOLAÇO, 10.10.13
Por Fernando Brito
omb
Agora que o Conselho Federal de Medicina resolveu voltar a uma atitude razoável – não sem antes ter feito um estrago memorável na imagem dos médicos brasileiros – e ceder para que os médicos estrangeiros possam trabalhar, desde que apenas onde e quando não houver brasileiros dispostos a atender (aliás, nada diferente do que o Governo fez), aparece um grupelho fascista autointitulado “Ordem dos Médicos Brasileiros” que continua agregando o ódio “coxinha” contra os profissionais formados no exterior.

Publicaram em seu Facebook:

Ficamos sabendo que tem alguns médicos (Traidores da pátria) brasileiros ensinando estrangeiros nas unidades.

Nós da OMB- Ordem dos Médicos do Brasil não ajudaremos e se possível publicaremos todos os erros desse assassinos contratados pelo PT.


O surto está passando, mas ainda existem pessoas com cérebro de bactéria resistente, que não se conformam com o fato de que a saúde das pessoas seja prioridade e não sua propriedade.

O tempo e os fatos vão deixar essa gente falando sozinha, com seus ódios que tornam difícil acreditar que possam cuidar de seres humanos.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/index.php/mais-medicos-a-razao-voltou-mas-ainda-ha-odio-doentio/

Taylorismo e Fordismo

11.10.2013
Do blog BRASIL ESCOLA
Por Wagner de Cerqueira e Francisco*
 
Os inventores dos modos de produção taylorismo e fordismoTaylorismo e fordismo são formas de organização da produção industrial que revolucionaram o trabalho fabril durante o século XX. Esses dois sistemas visavam à maximização da produção e do lucro.
 
No início do século XX duas formas de organização de produção industrial provocaram mudanças significativas no ambiente fabril: o taylorismo e o fordismo. Esses dois sistemas visavam à racionalização extrema da produção e, consequentemente, à maximização da produção e do lucro.
 
Frederick Winslow Taylor (1856 – 1915), engenheiro mecânico, desenvolveu um conjunto de métodos para a produção industrial que ficou conhecido como taylorismo. De acordo com Taylor, o funcionário deveria apenas exercer sua função/tarefa em um menor tempo possível durante o processo produtivo, não havendo necessidade de conhecimento da forma como se chegava ao resultado final.
 
Sendo assim, o taylorismo aperfeiçoou o processo de divisão técnica do trabalho, sendo que o conhecimento do processo produtivo era de responsabilidade única do gerente, que também fiscalizava o tempo destinado a cada etapa da produção. Outra característica foi a padronização e a realização de atividades simples e repetitivas. Taylor apresentava grande rejeição aos sindicatos, fato que desencadeou diversos movimentos grevistas.
 
Henry Ford (1863 – 1947), por sua vez, desenvolveu o sistema de organização do trabalho industrial denominado fordismo. A principal característica do fordismo foi a introdução das linhas de montagem, na qual cada operário ficava em um determinado local realizando uma tarefa específica, enquanto o automóvel (produto fabricado) se deslocava pelo interior da fábrica em uma espécie de esteira. Com isso, as máquinas ditavam o ritmo do trabalho.
 
O funcionário da fábrica se especializava em apenas uma etapa do processo produtivo e repetia a mesma atividade durante toda a jornada de trabalho, fato que provocava uma alienação física e psicológica nos operários, que não tinham noção do processo produtivo do automóvel. Essa racionalização da produção proporcionou a popularização do automóvel de tal forma que os próprios operários puderam adquirir seus veículos.
 
Tanto o taylorismo quanto o fordismo tinham como objetivos a ampliação da produção em um menor espaço de tempo e dos lucros dos detentores dos meios de produção através da exploração da força de trabalho dos operários. O sucesso desses dois modelos fez com que várias empresas adotassem as técnicas desenvolvidas por Taylor e Ford, sendo utilizadas até os dias atuais por algumas indústrias.
 
 *Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
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Fonte:http://www.brasilescola.com/geografia/taylorismo-fordismo.htm

Oficina discute nova ação política de enfrentamento ao modelo de gestão no INSS

10.10.2013
Do portal do SINDSPREV/PE
Por Wedja Gouveia, redação

Nesta sexta-feira, 11/10, no CFL, dirigentes do Sindsprev participam de uma oficina, intitulada Modelo de Gestão Coletiva da Organização do Trabalho, com a professora do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho da Universidade de Brasília (UNB), Ana Magnólia Mendes. A atividade marca o início de mais uma ação política do Sindicato de enfrentamento ao atual modelo de gestão no INSS.

O encontro foi aberto pelo coordenador geral do Sindsprev, José Bonifácio, e o secretário de Formação Político Sindical, Irineu Messias. De acordo com eles, o objetivo do evento é discutir com os demais dirigentes da entidade a parceria firmada entre o Sindsprev e a UNB, visando à construção de uma proposta alternativa de modelo de gestão para o órgão.

 “Aqui nós vamos analisar o que é este projeto e como será a sua aplicação junto à categoria. Também vamos debater se é possível aplicar essa estratégia para os servidores da Saúde e Previdência e Trabalho”, disse Irineu Messias.

Em sua explanação, a professora informou que o trabalho tem como meta principal a construção de um modelo de gestão coletiva da organização do trabalho referenciado na abordagem teórica da Psicodinâmica do Trabalho, desenvolvida pelo Laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho da Universidade de Brasília.

Também visa instrumentalizar cientificamente os dirigentes sindicais para discutir e propor transformações no modelo gerencialista-produtivista aplicado no INSS e criar novos dispositivos que assegurem uma gestão coletiva da organização do trabalho, mantendo resultados eficazes em relação à produção, desempenho e qualidade dos serviços prestados à sociedade. A última etapa é a elaboração de relatório com as propostas dos novos indicadores de gestão organizacional, detalhando os dispositivos para uma gestão coletiva da organização do trabalho.

Realização do trabalho – Ana Magnólia explicou que será aplicada uma pesquisa com 20% do total da categoria em Pernambuco. Os questionários serão disponibilizados no site do Sindicato e nas Agências da Previdência Social (APS) e os servidores poderão responder anonimamente. Esse material estará à disposição dos servidores a partir da segunda quinzena do próximo mês de novembro.

“O objetivo é mapear os indicadores atuais e subsidiar a elaboração de um modelo de gestão coletiva do trabalho como alternativa possível de gestão vigente,” destacou. Também haverá uma oficina de capacitação em gestão da saúde do trabalhador, a ser realizada com os dirigentes sindicais, um grupo de 40 trabalhadores e alguns gestores.

Consequências - Ana Magnólia ressaltou, ainda, como ponto negativo imposto pelo modelo produtivista, a degradação das relações de trabalho, gerando práticas de violência, assédio moral e afastamento por problemas de saúde, como estresse e depressão. “As consequências causadas ao trabalhador por este modelo são cumprimento de metas inatingíveis e graves casos de adoecimento entre os servidores, comprometendo a qualidade do trabalho " .

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Fonte:http://sindsprev.org.br/index.php?categoria=noticias_principais_01&codigo_noticia=0000002825&cat=noticias