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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

IRINEU MESSIAS: Um novo blog a serviço da mensagem de Esperança de Nosso Senhor Jesus Cristo

25.09.2013
Por Irineu Messias, Editor

Em 2007, iniciei o BLOG DO IRINEU MESSIAS. Seu objetivo era divulgar matérias de conteúdos políticos, principalmente no que concerne ao combate á mídia partidarizada, cuja manipulação das notícias além de muito escancarada estremamente prejudicial á cidadania.

O blog já alcançou a marca dos 400 mil acessos. 

No meu coração, contudo, reinava um desejo muito grande de utilizar a experiência adquirida para fazer algo mais valioso: divulgar a Palavra de Deus, o que ainda faço e continuarei fazendo,  no blog mencionado.

A sociedade moderna precisa urgente da mensagem do Senhor Jesus Cristo; mesmo porque as injustiças cometidas no meio político são oriundas da  ausência de Deus na vida das pessoas. 

No final de 2012, minha vida iniciou uma profunda renovação espiritual, o que me levou a repactuar minha vida com Deus, reconhecendo que só Ele, através de seu Maravilho Filho, o Senhor Jesus Cristo, tem as palavras de Esperança, que  minha vida como  outras vidas  tanto precisam.

Por isso, neste 25 de setembro de 2013, inicio  as atividades do blog JESUS CRISTO, A ÚNICA ESPERANÇA. Oro, para que o Senhor Jesus, conceda-me  cada vez mais sabedoria,  para fazer deste blog um instrumento para o Seu Louvor, e que através dele, muitas vidas possam aceitá-lO como Salvador, tendo em vista que Ele é o ÙNICO caminho, a ÙNICA  Verdade e a ÙNICA  fonte da Vida Eterna( Glória a Ele!)

Espero que muitos leitores do mundo todo possam contribuir com matérias que possam trazer os pecadores aos pés de Cristo.

Que este blog seja uma bênçaõ para muitas vidas no mundo inteiro.

O mundo precisa de esperança. Somente o Nosso Senhor Jesus Cristo, pode concede-la e nos seu variados aspectos: .Esperança de alegria,de comunhão com Deus,  de vitórias e de vida eterna.

Bendito seja o nome do Senhor Jesus!

Que Deus, Nosso Pai  nos abençõe em Cristo Jesus , nosso Amado Salvador!

Irineu Messias, Editor
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Fonte:http://jesuscristoaunicaesperanca.blogspot.com.br/2013/09/irineu-messias-um-novo-blog-servico-da.html

Dinheiro da Visanet foi pra Globo

25.09.2013
Do blog O CAFEZINHO, 24.09.13
Por Miguel do Rosário

A revista Retrato do Brasil preparou um vídeo didático para explicar à opinião pública brasileira os erros do julgamento da Ação Penal 470, vulgamente conhecida como “mensalão”. O âncora é o premiado escritor Fernando Morais, autor de inúmeras biografias que se tornaram clássicos do gênero no país.
O vídeo completo tem 27 minutos e pode ser visto ao final desse post. O autor Cesare Beccaria é citado logo no início. Eu não tinha assistido ao vídeo quando escrevi post recente sobre o italiano. O que revela a afinidade espontânea de pensamento que a luta contra o arbítrio judicial está produzindo.
Como o vídeo é meio longo, eu recortei a parte final do vídeo, o capítulo 5, que menciona a “maior mentira de todas”, a saber, o caso de Henrique Pizzolato, acusado de ter desviado quase 74 milhões de reais do Banco do Brasil para a DNA Propaganda. O vídeo traz as provas de que o dinheiro foi regularmente usado e, ironia das ironias, a maior parte dele foi parar na Globo.
A maior mentira de todas (vídeo de 6 minutos):


Vídeo completo (27 minutos):


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“Pau que dá em Chico dá em Francisco” e de repente toda a direita descobriu que o julgamento do ‘mensalão’ tem inúmeros problemas

25.09.2013
Do blog MARIAFRÔ, 23.09.13
Por Dolphin de Luna, em seu Facebook

Cá estou eu me perguntando o porquê de de repente os papas do juridiquês, mais alinhados com o pensamento à direita, resolveram de uma hora para a outra espinafrar o julgamento da Ação Penal 470, mais conhecida como “mensalão”. Seria por um acaso por conta das palavras do novo procurador geral, Rodrigo Janot, que foi enfático em dizer que “pau que dá em Chico dá em Francisco” e que o Mensalão Tucano, aquele que a mídia convenientemente chama de “mensalão mineiro”, terá o mesmo rigor com que foi tratado o processo que envolve nomes do PT?

REFERÊNCIA JURÍDICA, LEMBO ATACA PROCESSO “MEDIEVAL”

23/09/2013

Desde sexta sem net, reclamei para @NETatende @netoficial voltou tel, tv, internet e desconto na fatura. Ouvidoria ligou direto para mim.

Mais um personagem emblemático do pensamento conservador ataca maneira como STF presidido por Joaquim Barbosa conduziu julgamento da AP 470; “Alteraram-se visões jurisprudenciais remansosas”, disse o ex-governador de São Paulo, Claudio Lembo; “Réus foram expostos à execração pública”; ex-Arena, PDS e hoje no PSD, Lembo também é ex-reitor da Universidade Mackenzie e professor emérito de Direito; referencial político e jurídico; ele criticou o comportamento da mídia tradicional diante do processo;”Alguns veículos aproveitaram a oportunidade para expor as suas idiossincrasias com agressividade”; no mesmo campo ideológico, tributarista Ives Gandra Martins já havia acusado processo sem provas

247 – Depois do jurista Ives Gandra Martins, que afirmou que José Dirceu foi condenado sem provas, mais um conservador de peso condenou a forma como foi conduzida a Ação Penal 470. Desta vez, foi Claudio Lembo, ex-governador de São Paulo, que considerou o julgamento medieval. Leia abaixo sua análise:

Os valores culturais formam as nacionalidades. Indicam seus modos de encarar o mundo e reconhecer seus iguais. Em cada sociedade eles se apresentam de maneira singular.

Algumas nacionalidades tendem ao espírito guerreiro. Outras às artes. Muitas atuam em duelos tribais. Umas poucas se dedicam à contemplação do universo.

Os brasileiros recolhem muitos destes atributos e acrescentam um traço característico. Todo brasileiro é técnico de futebol. É o que se dizia até passado recente.

Agora, o Brasil profundo, aquele que foi forjado pelo bacharelismo, veio à tona. Com o julgamento do mensalão, todos se voltaram a ser rábulas, práticos da advocacia.

A audiência da televisão pública, destinada aos assuntos da Justiça, superou a de todos os demais canais. As sessões do Supremo Tribunal Federal foram assistidas, em silêncio, por multidões.

São os adeptos do novo espetáculo. O conflito de posições entre personalidades relevantes do cenário público: os ministros da mais alta Corte do Judiciário.

Há, neste fenômeno, aspectos a serem considerados e merecem reflexão. Certamente, o acontecimento demonstra que a cidadania deseja saber como atua seu Judiciário. Moroso e repleto de jogos de palavras.

Outro aspecto se concentra no próprio objeto da causa e em seus personagens, os réus da ação. Quantos temas novos surgiram e como os réus foram expostos sem qualquer reserva.

Alteraram-se visões jurisprudenciais remansosas e de longa maturação. Não houve preservação da imagem de nenhum denunciado. Como nos antigos juízos medievais, foram expostos à execração pública.

O silêncio a respeito foi unânime. O princípio da publicidade foi levado ao extremo. Esta transparência permitiu, inclusive, a captação de conflitos verbais entre magistrados.

A democracia se aperfeiçoa mediante o seu exercício continuo. O julgamento do mensalão foi o mais exposto da História política nacional. Foi bom e ao mesmo tempo preocupante.

Aprendeu-se a importância do bem viver e os danos pessoais – além das penas privativas da liberdade – à imagem dos integrantes do rol de réus. A lição foi amarga.

Toda a cidadania se manifestou a respeito do julgamento. Os meios de comunicação nem sempre foram imparciais no acompanhamento do importante episódio.

Alguns veículos aproveitaram a oportunidade para expor as suas idiossincrasias com agressividade. Aqui, mais uma lição deste julgamento. Seria oportuno um maior equilíbrio na informação.

Isto faria bem à democracia e aos autores do noticiário. Equilíbrio e imparcialidade são essenciais para o desenvolvimento de uma boa prática política.

Um ponto ainda a ser considerado. O comportamento dos próprios ministros. Alguns se mostraram agressivamente contrários a determinadas figuras em julgamento. A televisão capta o pensamento íntimo das pessoas.

Houve também ministros que bravamente aplicaram a lei de forma impessoal. Foram chamados de legalistas. Bom que assim seja. As concepções contemporâneas do Direito, por vezes, fragilizam a segurança jurídica.

Portou-se com destemor o Ministro Enrique Ricardo Lewandowski. Soube suportar posições de confronto com altivez e respeito ao Direito. Terminada sua missão de revisor, surgem as primeiras manifestações favoráveis à sua atuação.

São muitas, pois, a lições recolhidas do julgamento do mensalão, em sua primeira etapa. Os brasileiros, rábulas por ativismo, aguardam ansiosos os novos capítulos.

Não haverá a mesma emoção no futuro. A democracia é exercício. Aprendeu-se muito com as sessões do Supremo Tribunal Federal nestes últimos seis meses, inclusive controlar as animosidades.

Leia também

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Sonegômetro mostra que calote aos cofres públicos passa de R$ 304 bilhões

25.09.2013
Do portal Agência Brasil
Por Daniel Lima

 Brasília – O calote aos cofres públicos passou de R$ 304 bilhões, mostra o placar online da sonegação fiscal no Brasil, instalado hoje (25) perto do Congresso Nacional. Segundo o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), o valor daria para construir 10.566.231 postos de saúde equipados. O leitor que quiser consultar a ferramenta em tempo real e ver alguns exemplos do prejuízo que o país tem deve acessar o endereço www.sonegometro.com na internet.

Segundo os procuradores, se o Sonegômetro fosse um estado brasileiro, e o valor sonegado fosse colocado como seu Produto Interno Bruto (PIB), estaria em quarto lugar no ranking, perdendo apenas para São Paulo (R$ 1,248 trilhão), Rio de Janeiro (R$ 407 bilhões) e Minas Gerais (R$ 351 bilhões).
O Sinprofaz destaca que não é só o volume do prejuízo que importa, mas a relação direta entre sonegação fiscal e corrupção. Por isso, a categoria considera importante esclarecer a população sobre o problema. A ação faz parte da Campanha Nacional da Justiça Fiscal "Quanto custa o Brasil pra você?", criada pela entidade em 2009.
O valor estimado de sonegação tributária é superior a tudo que foi arrecadado em 2011 de Imposto de Renda (R$ 278,3 bilhões). Para chegar ao índice de sonegação, o estudo selecionou tributos que correspondem ao 87,4% do total da arrecadação tributária no Brasil, entre eles os impostos de Renda, sobre Produtos Industrializados (IPI), sobre Operações Financeiras (IOF) e ,sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); as contribuições ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e sobre o Lucro Líquido (CSLL), além do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Para os procuradores, existem duas situações: em uma delas, encontra-se a grande maioria dos cidadãos, que precisa trabalhar até quatro meses por ano só para pagar impostos. Na outra, "muito bem camuflada" está uma minoria que se beneficia das diversas brechas da legislação tributária, do sucateamento da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), fazendo fortuna e alimentando os caixas da corrupção, da lavagem de dinheiro e do crime organizado, explicam os procuradores.

“Indiferente e acomodado, o governo prefere repassar a conta para o cidadão, que suporta uma das maiores cargas tributárias do mundo”, destaca o Sinprofaz.
O secretário adjunto da Receita Federal, Luiz Fernando Teixeira Nunes, no entanto, garante que existe um esforço, pelo menos por parte do Fisco, para mudar tal realidade. “Não trabalho com esses números, que são do âmbito da Procuradoria da Fazenda Nacional, uma fase seguinte da cobrança dos créditos tributários. A visão da Receita Federal, sim, é que nós aperfeiçoamos os instrumentos de cobranças aos grandes contribuintes”, disse Nunes.
O secretário lembrou que foram criadas delegacias especializadas e preparadas para trabalhar com os grandes contribuintes para combater a sonegação. “Então, há, sim, cobrança de impostos dos assalariados, da classe média, mas também foram aperfeiçoados os instrumentos de cobrança em relação aos grande contribuintes.”
Luiz Fernando Nunes lembrou que o Fisco tem pessoas treinadas e capacitadas, que procuram atuar firmemente em relação a esses contribuintes. “Há delegacias especializadas no Rio de Janeiro e em São Paulo apenas para trabalhar com os chamados grandes contribuintes."
Edição: Nádia Franco
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Pastores presos por causa da fé ganham dezenas de muçulmanos para Cristo.

25.09.2013
Do portal GOSPEL PRIME
Por Jarbas Aragão

 Pastor Jamal levou 28 a Cristo na cadeia; com Abedini foram 30

Pastores presos por causa da fé ganham dezenas de muçulmanos para CristoPresos por causa da fé ganham dezenas de muçulmanos para Cristo

Após um final de semana marcado pelo conflito entre muçulmanos e cristãos que deixou dezenas de mortos no Quênia e no Paquistão, surgem notícias distintas vindas do Irã.

A esposa do pastor Saeed Abedini, que está há 12 meses em uma penitenciária no Irã por causa de sua fé, divulgou que o marido permanece pregando sobre Jesus Cristo na prisão.

Naghmeh Abedini falou aos estudantes da Universidade Evangélica Liberty sobre o sofrimento de sua família. Contou que, apesar de ser torturado e ouvir que se não voltar ao islamismo será morto, seu marido já levou 30 pessoas a Cristo. Ele está em Evin, considerada uma das piores prisões do mundo.

Dia 26 de setembro ele completa um ano de prisão e uma nova campanha de oração em favor do pastor Saeed está sendo realizada por ministérios de todo o mundo. Hassan Houhani, o novo presidente do Irã, tomou posse no mês passado. Ele tem se mostrado mais moderado que seu antecessor. Esta semana ele fará sua primeira viagem aos Estados Unidos para falar na assembleia geral das Nações Unidas. O Centro Americano para Lei e Justiça divulgou um comunicado que essa é a melhor hora para o governo Obama “falar, exortar o Irã a libertar o pastor Saeed”.

Um dos motivos dessa confiança é o caso de Ali Abdi Hamzah, também conhecido como “Pastor Jamal”. Ele recebeu um perdão presidencial inédito. Quem divulgou a notícia foi Terry Law, missionário americano que trabalha com a igreja perseguida através do seu ministério, Compaixão Mundial.

“Isso nunca aconteceu antes. É a primeira vez que o perdão é concedido a um muçulmano que se converteu ao cristianismo e passou a pregar a fé cristã a outros muçulmanos”, comemora.

Ao total, foram 21 meses de prisão. Em julho de 2011 ele foi condenado a cinco anos de prisão no Iraque, acusado de ser um espião do Irã. Na verdade, o pastor estava distribuindo alimentos às pessoas necessitadas e pregando o evangelho nos campos de refugiados de guerra.

“Desde 2010 ele trabalhava conosco no Curdistão. Ficou detido por 14 meses sem acusação formal. Durante esse período, tentamos desesperadamente tirá-lo da cadeia”, conta Law.

Os curdos são um povo sem Estado, que vivem na região entre o norte do Iraque, o sul da Turquia e noroeste do Irã. Embora não tenham o reconhecimento dos outros países, possuem um governo paralelo. De maioria muçulmana, não permitem a mudança de religião.

O pastor Jamal estava doente. Foi detectado um tumor e ele precisava de tratamento. Agora solto, ele poderá receber acompanhamento médico. Ao sair da prisão, Jamal divulgou que levou 28 prisioneiros a Jesus Cristo. O governo dos EUA, juntamente com Terry Law negociaram sua libertação com Karim Sanjari, ministro do Interior da região curda. O atual presidente do Curdistão, Massoud Barzani é de origem iraniana. Ele assinou o perdão oficial, e por isso Jamal foi liberto da prisão após quase dois anos. Com informações de Protestante Digital e Charisma News.
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Jornalismo contra a criminalidade

25.09.2013
Do portal OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA, 22.09.13
Por Carlos Castilho 

Um bem sucedido projeto de informação policial baseada na participação comunitária serve agora de base para uma iniciativa idêntica no campo da educação pública, também em nível local. É o que pretende o projeto Education Lab (Laboratório de Educação) lançado em 2009 pelos criadores do site Homicide Watch (Vigilância contra homicídios) e que revolucionou a forma como os moradores de bairros ou pequenas cidades enfrentam a criminalidade.
O mais interessante nos dois projetos é que eles têm como base uma abordagem jornalística de problemas urbanos como educação e violência. O Homicide Watch, criado por um casal de repórteres (Laura e Chris Amico), é uma plataforma digital onde os membros de uma comunidade, delegacias policiais, tribunais e prefeituras colocam informações sobre homicídios ocorridos na região. O projeto surgiu em Washington DC e hoje já foi adotado em cinco outras cidades norte-americanas.
Com isso os membros da comunidade podem fornecer novos dados e acompanhar a investigação e julgamento de assassinatos, num ambiente transparente. As informações fornecidas por indivíduos, veiculadas em redes sociais ou fornecidas por instituições publicas (polícia) ou privadas (hospitais) são publicadas numa página web onde as pessoas podem acrescentar ou contestar dados ou fatos. Além disso, todos os homicídios da área são inseridos num mapa urbano online atualizado constantemente.
O princípio por trás de todo o projeto é o do jornalismo com base em bancos de dados, modalidade segundo a qual a coleta de dados permite identificar correlações e tendências que servem de ponto de partida para o desenvolvimento de narrativas jornalísticas. O Homicide Watch procura ser uma fonte de dados para que jornalistas profissionais ou praticantes de atos jornalísticos (pessoas sem formação técnica jornalística) produzam histórias e reportagens voltadas para a redução da criminalidade na região. É um jornalismo engajado com a comunidade e com uma causa que não segue as normas convencionais de distanciamento em relação aos fatos e eventos reportados.
A mesma ideia vai ser aplicada agora no desenvolvimento de um projeto sobre educação básica no distrito de Washington contando com a colaboração de pais de alunos, professores, funcionários públicos e pesquisadores para criar uma base de dados sobre as escolas primárias e secundárias da capital americana.
Também nesse caso, o jornalismo em bancos de dados será a estratégia adotada para contextualizar de forma colaborativa e coletiva os dados sobre situação das escolas, desempenho de professores e conduta de alunos. É uma base de dados que registra dados da vida real dentro das salas de aula e nas famílias dos alunos, ao contrário dos sistemas vigentes na maioria das escolas, nas quais onde as estatísticas são formadas a partir de informações fornecidas por funcionários e burocratas.
Trata-se do primeiro desdobramento da experiência pioneira com o que está sendo chamado de jornalismo estruturado, uma tendência apoiada na formação de bancos de dados que servem de base para a identificação de correlações e tendências que podem dar origem a reportagens investigativas. O jornalismo estruturado, um sinônimo de jornalismo a partir de bancos de dados, é uma tendência em ascensão no âmbito da web porque permite que iniciativas individuais ou de pequenos grupos possam prosperar a partir da colaboração entre jornalistas e cidadãos.
Quase todo jornalista possui os elementos básicos para criar o seu próprio banco de dados a partir das informações que acumula em seu caderno de endereços e fontes. Além disso, os profissionais geralmente guardam muito material não usado em reportagens, e que é considerado lixo informativo. Mas se este “lixo” for digitalizado, ele pode servir para estabelecer correlações e tendências, servindo de ponto de partida para reportagens. 
O segredo do sucesso de Homicide Watch está na habilidade dos jornalistas em recolher dados sobre uma área específica com a ajuda de outras pessoas e organizar esse material na forma de bancos de dados digitais. Esses bancos são uma ferramenta importante para que uma comunidade possa identificar o que está acontecendo, mas são pouco efetivos para indicar por que está acontecendo.
A busca de causas e consequências é uma área onde o jornalismo investigativo ocupa um papel insubstituível. Vários jornais americanos de âmbito regional já descobriram esta nova oportunidade e incorporaram o projeto do Homicide Watch em suas estratégias editoriais. É por isso que varias fundações já anunciaram o apoio para o novo projeto que alguns já o apelidaram de School Watch (monitoramento de escolas). 
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PML REVELA OS INTERESSES DOS AMERICANÓFILOS

25.09.2013
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

 Americanófilos como os Três do WikiLeaks …

A partir do Tijolaço, o Conversa Afiada reproduz artigo do Paulo Moreira Leite sobre essa espécie tropical: os americanófilos, os colonistas (*) que pensam que são Metropolitanos.

Mas, a Metrópole não percebe…

MOREIRA LEITE: NOSSOS AMERICANÓFILOS NÃO SABEM SER COMO OS AMERICANOS


Paulo Moreira Leite, em sua coluna na Istoé, trata do discurso de Dilma Rousseff na ONU mostrando como os nossos comentaristas políticos da grande mídia – leia no Conversa Afiadacomo reagiram nossos “heróis da Wikileaks” – reagiram menosprezando a reação brasileira à espionagem americana. E de como os nossos americanófilos, aqui, não conseguem nem ser como são os americanos, que levam a sério – e muito a sério – a invasão da privacidade das pessoas e dos segredos de Estado.

Lá, dá exílio, renúncia presidencial e até pena de morte.

Aqui, risadinhas de mofa de gente que pensa que, afinal, é direito dos EUA mandar no Brasil.

LEMBRANDO A FRASE:  ”O QUE É BOM PARA OS EUA É BOM PARA O BRASIL…”


Paulo Moreira Leite

Primeiro embaixador em Washington depois do golpe de 64, Juracy Magalhães entrou para a história com uma frase famosa: “O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil.”

Hoje, costuma-se justificar uma postura de submissão até risível diante dos Estados Unidos, naquela época, pelo contexto da Guerra Fria. Não era. Havia países que procuravam uma alternativa que não fosse nem alinhamento automático pró-Moscou nem pró-Washington. Antes do golpe, o Brasil era um desses países, com uma política externa que procurava ser independente, iniciada por Jânio Quadros e assumida por João Goulart.

Lembro da frase lendária do embaixador para tentar entender a reação de muitas pessoas ao discurso de Dilma Rousseff na ONU. Até a imprensa internacional deu um tratamento respeitoso ao pronunciamento, uma forma de reconhecer sua importância.

Entre observadores brasileiros, cheguei a ouvir comentários em tom de ironia. Com aquele jeito de quem sabe de realidades ocultas que escapam a mim e a você, ouvi dizer que nos Estados Unidos, ninguém mais dá importância a denúncias dessa natureza. A sugestão é que isso é coisa de gente atrasada – ou de político demagogo, populista…

Há bons motivos para suspeitar que se pretende, com essa atitude, ressuscitar o espírito do embaixador Juracy Magalhães. O segredo dessa postura é nunca inverter a ordem dos fatores e perguntar, por exemplo, se o que é bom para o Brasil é bom para os EUA.

Na verdade, é difícil acreditar que o tratamento seja tão descontraído assim, digno de piadinhas. Bradley Manning, o soldado que cedeu documentos secretos da diplomacia americana para o Wikileaks, acaba de ser condenado a mais de 35 anos de prisão. Julius Assange, que publicou o material, vive há mais de um ano trancafiado na embaixada do Equador, em Londres, sob o risco de ser expatriado para os EUA. Edward Snowden conseguiu refúgio na Russia pelo receio do que poderia lhe acontecer se fosse capturado pelo Exército norte-americano. O presidente da Bolívia, Evo Morales, chegou a fazer um pouso forçado, na Europa, porque se suspeitava de que pudesse estar levando Snowden para fora do velho mundo.

A espionagem é assunto tão grave e tão sério, nos EUA, como em qualquer outro lugar. Até mais, na verdade. Acusados de trabalhar como espiões para a União Soviética, o casal Julius e Ethel Rosemberg foi condenado a pena de morte, na década de 1950. Vinte anos depois, Richard Nixon foi forçado a renunciar em função do escândalo Watergate, uma história de espionagem interna, quando operadores do partido republicano tentaram fotografar documentos e instalar sistemas de escuta para captar os planos e diálogos dos adversários.

Conclusão: ao contrário do que procuram nos fazer acreditar, a população norte-americana sabe muito bem onde se encontram seus interesses – e não trata com piada assuntos que são sérios de verdade. A soberania nacional e o direito a privacidade estão entre eles, vamos combinar.

Por: Fernando Brito



Não deixe de ler retumbante analise de Dois do WikiLeaks sobre o discurso da Dilma na ONU.
(*) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.
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CORRUPÇÃO TUCANA: Ex-governadora Yeda Crusius responderá por fraude administrativa

25.09.2013
Do portal  GGN
Por Luis Nassif

Jornal GGN - A segunda turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu, por unanimidade, que a ex-governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius (PSDB) poderá responder a processo com base na Lei de Improbidade Administrativa, na Justiça Federal de Santa Maria (RS).

A ex-governadora foi acusada de desviar R$ 44 milhões no Detran (Departamento Estadual de Trânsito) gaúcho entre 2003 e 2007. Outras oito pessoas também estão envolvidas no desvio e respondem a ação na Justiça Federal.
A ex-governadora alegava que, como agente político, não poderia ser acusada de improbidade administrativa. Além disso, argumentava que os juízes de primeira instância não teriam competência para processar e julgar governadores por atos de fraude.
O subprocurador-geral da República Aurélio Rios, responsável pelo parecer do MPF (Ministério Público Federal) acolhido pelo STJ, disse que, em julgamento anterior, a Corte Especial do STJ decidiu que “os agentes políticos – com exceção do Presidente da República, não estão imunes à responsabilização por atos de improbidade administrativa, estando submetidos à Lei nº 8.429/92”, afirmou.
O procurador lembrou que Yeda Crusius não ocupa mais o cargo de governadora, sendo assim, o STJ não teria competência para processar e julgar ação de improbidade apresentada contra ex-ocupante do cargo.
Por esse motivo, o subprocurador solicitou o retorno do processo para primeira instância, na cidade de Santa Maria para dar andamento na ação.
Com informações do STJ
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MANIPULAÇÃO DA MÍDIA: Celso de Mello diz que foi exposto a 'brutal pressão midiática' e defende seu voto 'em favor dos direitos básicos do ser humano'

25.09.2013
Do BLOG DO MELLO

Ministro Celso de Mello

O ministro do STF Celso de Mello, que desempatou a votação em favor dos embargos infringentes, deu sua primeira declaração sobre seu voto ao jornal de sua cidade natal Tatuí, interior de São Paulo. Nela, o ministro confirma brutal pressão midiática.

O ministro, que se encontra na Suíça, deu a declaração ao blogueiro do Jornal, José Reiner. Segue a transcrição, preservando o estilo do ministro, com caixa alta e exclamações em abundância - um verdadeiro desabafo:

"HÁ ALGUNS QUE AINDA INSISTEM EM DIZER , cinicamente, QUE NÃO FUI EXPOSTO A UMA BRUTAL PRESSÃO MIDIÁTICA ..... BASTA LER, NO ENTANTO, OS ARTIGOS E EDITORIAIS PUBLICADOS EM DIVERSOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (os "mass media") PARA SE CONCLUIR DIVERSAMENTE! ALGUNS DOS QUE FORAM (E SÃO) CONTRÁRIOS À ADMISSIBILIDADE DOS EMBARGOS INFRINGENTES ESQUECEM-SE DE QUE ESSA DECISÃO DO STF , consolidada e viabilizada pelo meu voto de desempate, REPRESENTA, pelo que nela se contém e pela autoridade do Tribunal de que emana , A REAFIRMAÇÃO DE PRINCÍPIOS UNIVERSAIS E ETERNOS CONCEBIDOS , de um lado, PARA PROTEGER AS PRESENTES E FUTURAS GERAÇÕES CONTRA A OPRESSÃO DO ESTADO E O ABUSO DE PODER E DESTINADOS, de outro, A GARANTIR, em favor de qualquer pessoa, independentemente da acusação criminal contra ela formulada (e qualquer que seja a sua condição social , profissional, financeira ou política) , A POSSE DE DIREITOS FUNDAMENTAIS E O GOZO DAS LIBERDADES CONSTITUCIONAIS! ESSE FOI O CLARO SENTIDO DO VOTO DE DESEMPATE QUE PROFERI !!!!! E QUE SEJA ASSIM PARA SEMPRE, para que tempos sombrios , que tanto estigmatizaram gerações passadas e conspurcaram a pureza do regime democrático, JAMAIS voltem a obscurecer e a asfixiar os direitos básicos do ser humano!!!! JAMAIS". [Fonte]
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ATRIZES DE LUTO REVIVEM O MOVIMENTO CANSEI DE SER CANASTRONA

25.09.2013
Do portal BRASIL247, 20.09.13
PorDAVIS SENA FILHO

O Movimento Cansei vestido de corvo ou urubu interpretou o jeito coxinha de ser e foi enterrado no próprio luto

Atrizes “globais” se encontraram no set da novela “Amor à vida”, e resolveram ficar de luto. Elas “ressuscitaram” o fracassado e ridículo Movimento Cansei, promovido por sindicatos patronais, à frente o empresário João Dória, o presidente da sede paulista da OAB, advogado Luís Flávio Borges D'Urso,além da apresentadora Hebe Camargo, recentemente falecida. Na época, essas pessoas da “elite” paulista contaram ainda com a presença de Ivete Sangalo, Ana Maria Braga, Agnaldo Rayol, Daniela Mercury, Regina Duarte, dentre muitas outras personalidades do mundo artístico, empresarial e político.
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