terça-feira, 24 de setembro de 2013

Como a Globo sobrevive sem certidão negativa ?

24.09.2013
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

Será que a SECOM veicula publicidade em empresa inadimplente ? Não ! Jamais !

O amigo navegante há de se lembrar do desembargador aposentado que escreveu, aqui.

Não é que o navegante desembargador deu para pautar o Conversa Afiada ?

Vejam só o que ele sugere:


PH, você entrevista um mega-empresário sobre o tema da sonegação no Brasil, na linha do Le Monde Diplomatique.

Na entrevista, o empresário (de uma grande construtura, de uma prestadora de serviços para o Governo Federal) diz que,  quando ele tem que faturar serviços para cobrar do Governo, precisa  apresentar todo mês uma certidão negativa de débito com a Receita Federal.

Pelo jeito, a Globo não.

O Cafezinho não demonstrou que ela frauda a Receita? Ou, como diz a turma da Frente Popular da Juventude, ela sónega?

E o Fernando Brito, teu amigo, do Tijolaço, não provou que arrumaram até uma bode expiatória?

E que, num episódio parecido, fizeram uma história em quadrinhos, que, como você demonstrou, exibe o Gilmar (que, segundo o Johnbim, Mentes? – PHA)

Se a Globo não tem mostrado a certidão negativa, pergunto: será que o Governo não está pagando a Globo pelos anúncios do Governo Federal ?

Ou está pagando sem a Globo apresentar certidão?

Essa é difícil de engolir: o Governo Federal veicular publicidade numa empresa inadimplente na Receita …

Aliás, como a Globo funciona sem apresentar Certidão Negativa da Receita Federal, que todo mundo tem que apresentar?

“Mistério, Mister M…”


Desembargador aposentado, ainda advogando
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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/pig/2013/09/24/como-a-globo-sobrevive-sem-certidao-negativa/

Pastor vai a julgamento por ler a Bíblia em público

24.09.2013
Do portal  GOSPEL PRIME, 09.08.13
Por Jarbas Aragão

Cristãos estavam lendo a Bíblia perto de órgão público na Califórnia. 

Mais de um ano após dois homens serem presos, acusados de “perturbação pública” na cidade de Hemet, Califórnia, a prisão continua gerando polêmica.

Numa tentativa de fazer evangelização em público, o pastor Bret Coronado e Mark Mackey foram para o Departamento de Trânsito de Hemet, e ficaram lendo a Bíblia em voz alta para as pessoas que esperavam na fila, esperando para entrar no prédio.

A polícia foi chamada e quando o primeiro oficial chegou ao local, tirou a Bíblia das mãos do homem que estava lendo, dizendo que eles não podiam “pregar para um público cativo.”

Como essa lei não existe, mais tarde ele mudou o boletim de ocorrência, alegando violação do artigo 602.1 do Código Penal, que dispõe:

“Qualquer pessoa que intencionalmente interferir nas atividades exercidas por funcionários de um órgão público aberto ao público, obstruindo ou intimidando os que tentam exercer a sua atividade, ou as pessoas que buscam o órgão público é … culpado de um delito passível de prisão por até 90 dias, ou multa de até quatrocentos dólares (US $ 400), ou ainda tanto prisão quanto multa.”

Originalmente, o artigo só é usado para a prisão de manifestantes que tentam intimidar ou proibir as pessoas de entrar em um prédio público, algo comum em greves. Neste caso, a agência do Detran ainda não estava aberta no momento em que os homens começaram a ler e eles estavam cerca de 20 metros de distância da entrada.

A organização cristã “Advogados pela Fé e pela Liberdade” entrou com uma ação federal contra a Patrulha Rodoviária da Califórnia por detenção ilegal. O julgamento começou segunda-feira na Corte Suprema da Califórnia, e deve durar até esta sexta. Os réus aguardam o processo em liberdade.

A defesa do pastor Bret Coronado e de Mark Mackey alega que eles estavam exercendo seu direito de liberdade de expressão. “Eles estavam simplesmente compartilhando sua fé em propriedade pública, não é algo que deveria gerar uma ação judicial”, alegou. Como os homens não participavam de nenhuma manifestação ou reunião, o argumento passou a ser “perseguição religiosa”. Com informações de Charisma News.

Assista (em inglês):


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Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/pastor-julgamento-ler-biblia-publico/

Adriano Diogo: Colaboração da USP com a ditadura era ‘online’

24.09.2013
Do blog VI O MUNDO, 23.09.13
Por Marsílea Gombata,  em CartaCapital

 USP colaborou com a ditadura, revela documento
 
 
Documento apresentado durante a audiência da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo comprova que a USP colaborou com a ditadura
 
A Universidade de São Paulo colaborou sistematicamente com a repressão do regime militar. A prática, segundo Ivan Seixas, coordenador da assessoria da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva”, era comum não apenas na Universidade de São Paulo, mas em todas as universidades públicas do País.

“Tanto é verdade que a USP tinha o que se chamava de AESI (assessoria especial de segurança e informação), assim como eram as ASIs (assessoria de segurança e informação), subordinada ao DSI (Divisão de Segurança e Informação) do MEC”, afirmou durante audiência pública da comissão. “Eram funcionários que faziam a vigilância de estudantes e professores considerados subversivos, que acabavam sendo expulsos e impedidos de estudar ou trabalhar em outras entidades educacionais.”

A colaboração da universidade é comprovada por meio de documentos oficiais, como um apresentado por Seixas, que data de 24 de novembro de 1975. O ofício saído do gabinete do reitor via AESI informa agentes do Dops sobre a Semana dos Direitos Humanos, realizada por centros acadêmicos e grêmios de 10 a 15 de novembro daquele ano, na Igreja São Domingos, em Perdizes, zona oeste de São Paulo. Traz ainda nomes de professores que teriam participado do evento organizado por estudantes da universidade.

Apesar de ter sido questionada sobre a existência dessa assessoria que colabora com a ditadura, Seixas disse que a USP ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso e não mostrou determinação de apurar a questão.

Presente na audiência, o deputado estadual Adriano Diogo (PT), presidente da comissão, lembrou que quando um estudante era preso e ia para a Operação Bandeirante (Oban), a reitoria da USP fornecia ficha, foto, assim como detalhes de sua vida pessoal e acadêmica. “O sistema de colaboração da USP era ‘online’”, ironizou o parlamentar.

Estrutura. O papel da USP como colaboradora foi destacado em audiência envolvendo as comissões da verdade estadual, municipal e também a nacional, representada por Rosa Cardoso. A sessão destacou ainda como funcionava a estrutura de repressão do Estado repressor.

Documentos obtidos na Marinha mostram uma estrutura complexa, em que assessorias eram subordinadas aos DSIs e, consequentemente, ao SNI (Serviço Nacional de Informações). “O funcionamento mostra que os órgãos de informação não tinham poder de decisão. A estrutura não parava no sargento ou no investigador. Não havia os chamados porões da ditadura. Era uma estrutura completa”, explicou.

Segundo ele, todas as ações eram tomadas antecipadamente e subordinadas ao SNI. Os agentes também recebiam orientações e tinham de seguir ordens. “A cadeia de comando mostrava que não existia vontade própria. Se o torturador resolvesse matar não obedecendo àquela estrutura, ele era punido”, ilustrou. “Mostramos é que não existe uma escolha sem controle. A decisão de torturar e assassinar não era do torturador. Eram ações coordenadas e decididas por uma cúpula.”



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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/documento-comprova-que-usp-colaborou-com-a-ditadura.html