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quarta-feira, 19 de junho de 2013

GOSPEL: Fernandinho Abundante Chuva - DVD Completo

19.06.2013
Do  YOUTUBE, 01.03.12
Por cybermissaoiadm·


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Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=C21giGBGQqU

O dilema dos Williams

19.06.2013
Do portal da Revista CartaCapital, 
Por  Leandro Fortes  por Leandro Fortes

Apoio tardio a manifestações, inaugurado com mea culpa patético de Arnaldo Jabor, não convence sobre paixão repentina de Bonner e Waack pelas massas

manifestantes sp
Manifestantes reunidos em frente à prefeitura de São Paulo na noite da terça-feira 18
As Organizações Globo, como se sabe, agora apoiam as manifestações do Movimento Passe Livre e as outras que se seguiram para protestar contra a inflação, a corrupção, a carestia, o aborto, a Copa das Confederações, a Copa do Mundo, o amor entre iguais, o casamento gay, a caça as baleias, a minissaia, os médicos cubanos, o pastor Feliciano e o terrível hábito de certos elementos de peidar sob as cobertas.
Ocorre que como esse apoio foi tardio e, pior, inaugurado com um mea culpa patético de Arnaldo Jabor, o Bufão do Jardim Botânico, pouca gente se convenceu ainda da repentina paixão dos Willians (Bonner e Waack) pelas massas.
Assim, tornou-se praticamente impossível aos repórteres da Globo comparecer aos protestos sem serem hostilizados pelos manifestantes. Até a tentativa de tirar os cubos com a identificação da emissora dos microfones se mostrou inútil. Sempre aparece um estraga prazeres para gritar: "É da Globo!".
O jeito foi inaugurar uma ampla e ostensiva cobertura aérea, na qual apreensivos repórteres metidos em voos noturnos de helicóptero ficam, lá do céu, apontando o inferno na terra.
Engraçado é notar, ainda, que o apoio às manifestações acabou mudando o léxico das narrações. Antes, quando a linha editorial era, digamos, jaboriana, todos eram vândalos e desocupados. Agora que os protestos incluem as bandeiras do mensalão e da hiperinflação imaginária, quando localizam, lá do alto, os baderneiros quebrando vidraças e incendiando carros, os repórteres da Globo se referem a eles como "manifestantes mais violentos".
E a câmara volta para o rosto visivelmente contrafeito de William Bonner.
A própria imagem da nação ultrajada.
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Sobre o apoio da Globo às manifestações

19.06.2013
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE
Por Osvaldo Ferreira - Publicado no blog do Nassif

A Globo hoje, desde à tarde apoiando as movimentações nas cidades brasileiras.

Alguém já viu a Globo gostando de povo nas ruas? A Globo apoiou e se tornou o que é hoje por conta de sua parceria com os gorilas que mataram, torturaram e estupraram milhares no Brasil!

No Jornal da Globo, canal pago, voltado para a classe média e alta (para quem pode pagar esses serviços), Paulista como pano de fundo, torre da FIESP iluminando a bandeira do Brasil e os “especialistas” num discurso uníssono de que o governo federal é corrupto, que perdeu o controle e repercutindo as análises internacionais.

Antes, na mesma Globo News, apenas um jornalista se insurgiu contra o incêndio de um carro de geração de imagens da Record, que os vândalos puseram fogo ao lado da prefeitura.

Antes, na mesma Globo News, imagens mostrando fascistas depredando o prédio da Prefeitura de São Paulo e perguntando, onde está o Haddad. Nada de polícia de São Paulo para reprimir os vândalos.

Depois, noticiário econômico criando o pânico, e continuam.

Os urubus se aproveitando de um movimento legítimo e de massas para seus propósitos políticos....eleger o playboy das Minas Gerais. Ninguém chama a oposição para falar sobre os protestos. Ficam felizes com a ocupação do Congresso. Corrupção é o mote da Globo.

A Globo se apropriou totalmente de um movimento digno, político, juvenil e maravilhoso para seus objetivos que são os piores. A Globo é um monopólio midiático que apoiou e elegeu Collor. A Globo abomina os pobres e sua luta por melhores condições de vida. A Globo manipula a tudo e a todos. A Globo sabota governos. A Globo é contra a democratização da mídia.

Quem criou o movimento que dê a resposta à Globo.

Ou quem é jovem que se conscientize e saiba que o jogo político no Brasil com este monopólio midiático, é pesado...
Inventam crises. Querem comparar o Brasil com a situação na Europa. O Desemprego no Brasil é de menos de 6% na Europa passa dos 11%. A Globo News agora pede que os seus telespectadores mandem vídeos dos protestos....A Globo agora adora protestos! Que lindo...

Pois bem, quem for jovem e juvenil em suas utopias, que se manifeste.

Ou estarão participando de uma das maiores fraudes políticas do país cujo objetivo é imobilizar e derrubar um governo legitimamente eleito, progressista, cheio de problemas, mas que representa progresso, apesar de suas contradições.

Depois não adiantará reclamar. Na Espanha aconteceu o mesmo. Depois dos protestos veio um governo ultra liberal que hoje é responsável por um desemprego de 26% e de 50% entre os jovens. Na Espanha havia repúdio aos partidos políticos. Nenhuma bandeira aos políticos, como agora. Quem ganhou a parada foi a direita e os neoliberais radicais...

Será que queremos isso pro Brasil?

Embarcaremos no engodo da Rede Globo?

Um movimento social autêntico e maravilhoso será manipulado desta forma?

Nossos jovens serão levados sorrateiramente a enterrar as esperanças de um país inteiro?

É isso?
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A verdadeira agenda e os interesses da revista "The Economist"

19.06.2013
Do portal da Agência Carta Maior, 12.06.13
Por Dario Pignotti (*)

Que o braço televisivo das empresas de entretenimento e desinformação da Globo assuma como suas as provocações da The Economist é um fato repetido que não merece nenhum comentário novo. O que merece uma menção é o reiterado uso, por parte de seus jornalistas, do adjetivo “prestigiosa”. Na verdade, essa publicação é um órgão ideológico e um instrumento político do capital transnacional que busca ficar com a maior parte dos excedentes da sétima economia mundial. O mais recente "capricho" da The Economist é querer derrubar o ministro Guido Mantega. Por Dario Pignotti.

    
“Nenhuma organização midiática carece de um conjunto de conteúdos para demarcar a agenda (que está ligada a seu país de origem)...nem a BBC, nem a CNN prejudicariam os interesses nacionais” da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos, respectivamente, afirmou Liu Chi, editora-chefe da CCTV, a televisão estatal da China, que destinou 8,5 bilhões de dólares para a expansão de seu sistema de informações destinado especialmente ao público ocidental.

A tese de Liu Chi, sobre o vínculo umbilical entre grandes meios de comunicação, de projeção global, e seus interesses nacionais, é perfeitamente aplicável ao influente, mas já não tão infalível New York Times (que teve a credibilidade arranhada após seu alinhamento patriótico com George W. Bush, na Guerra do Golfo), ao The Wall Street Journal, ao Financial Times e também a essa velha dama de ferro do jornalismo, The Economist, que retornou ao centro da agenda noticiosa brasileira com seus disparos dirigidos contra o ministro Guido Mantega.

Ainda que antiga, a revista que este ano celebra seu 170º aniversário, não perdeu o ímpeto e segue pressionando de modo um tanto imperial as potências emergentes, aqueles países que, em sua opinião, precisam receber lições sobre como superar a idade da barbárie econômica (leia-se: populismo, desenvolvimentismo, nacionalismo, intervencionismo, esquerdismo, distribucionismo) para chegar a um estado civilizatório superior: o do livre mercado absoluto.

Por sua fé neoliberal (ou liberal, simplesmente), The Economist às vezes evoca aquela Margaret Thatcher enlouquecida na “missão” de impor seu modelo e os interesses representados pelo Partido Conservador, em uma cruzada tão exitosa que acabou por deglutir o ideário econômico dos outrora reformistas quadros do Partido Trabalhista, degradados na figura de Tony Blair ao triste papel de mensageiros do decálogo neoliberal.

A falecida primeira ministra Thatcher, provinciana e pouco erudita, aplicou na Grã Bretanha a política mais regressiva desde o pós-guerra por meio de reformas (melhor seria chamá-las de contrarreformas) legislativas e uma repressão pinochetista contra os mineiros que tentaram, em vão, impor algum freio a sua agenda em defesa de um Estado mínimo.

Bem escrita, cuidadosa nos adjetivos que usa, editada com maestria, refinada, mordaz e, sobretudo, anglo-saxã: The Economist é um produto de qualidade, muito distinto do às vezes vetusto The Wall Street Journal.

Mas essa fleuma não impede que The Economist seja um órgão ideológico e um instrumento político com seu programa e seus objetivos, como qualquer meio de comunicação de porte global. Seu compromisso é impor sua agenda radical no debate econômico e aniquilar todo vestígio do que considera ser populismo estatista.

Seu último capricho, que põe a prova sua capacidade de pressão, parece ser querer derrubar o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em quem detecta um vestígio do pensamento e da ação econômica que julga uma “herança do atraso”: o risco de regressar a uma era pré-thatcherista.

Um editor e o colunista de economia do Jornal das Dez, da Globo News, concederam amplo destaque às recomendações escritas por The Economist em sua última edição, na qual, com um senso de humor impregnado de desprezo, disse que não recomendará mais a queda de Mantega, sabendo que a presidenta Dilma Rousseff rechaça imposições, como ela mesmo afirmou na cúpula do BRICS realizada na África do Sul, frente a primeira investida da publicação londrina.

Que o braço televisivo das empresas de entretenimento e desinformação da Globo assuma como suas as provocações da The Economist é um fato repetido que não merece nenhum comentário novo. O que merece uma menção é o reiterado uso, por parte de seus jornalistas, do adjetivo “prestigiosa”. 

Como já foi assinalado acima não está em discussão a qualidade dos textos, nem o rigor da informação publicada pelo semanário, mas seu principal traço, muito mais que o prestígio, é sua influência, e esta é filha da repercussão propagandística de seus ataques políticos na forma de artigos jornalísticos.

O que a política econômica personalizada em Mantega ameaça, para publicações como The Economist, Financial Times, The Wall Street Journal e para agências de risco como a Standard and Poors, não são ideias, mas sim a disputa do capital transnacional para ficar com a maior parte dos excedentes da sétima economia mundial.

Quando as multinacionais da informação, que elevam a The Economist à condição de bíblia, demandam “confiabilidade” e “segurança jurídica”, na verdade estão utilizando um eufemismo para chantagear governos periféricos para que renunciem a toda soberania econômica e eliminem todo tipo de regulações. O modelo a ser imitado é o Chile e, mais recentemente, a Aliança para o Pacífico.

Dessa forma, inventa-se uma espécie de Pensamento Único Econômico, um consenso imposto a força, que não é filho da liberdade de expressão ou do pluralismo, mas sim da imposição e dos ataques aos interesses nacionais de países do sul.

Está certo Mantega quando assinala que “The Economist aposta em uma política conservadora...porque critica as políticas de estímulo (à produção e ao consumo), que é uma política que dá resultados, como deram, por exemplo, em 2008”. Na contramão do grosso dos economistas, Mantega, não fugiu da polêmica com a publicação britânica, identificando-a como um órgão alinhado com a direita europeia.

A revista, disparou o ministro brasileiro, “deve ter a mesma opinião que o governo de seu país (Grã-Bretanha) e dos estados europeus em geral (cujas políticas econômicas) que tiveram um resultado o qual não preciso mencionar”. Como era de se esperar, as afirmações de Mantega não mereceram nenhuma repercussão nos veículos de imprensa dominantes em nível global, associados em sua maioria ao credo e aos interesses encarnados pela The Economist.

(*) Correspondente, Doutor em Comunicação e Mestre em Relações Internacionais (@DarioPignotti).
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Telexfree é interditada pela justiça

19.06.2013
Do portal do DIÁRIO DE PERNAMBUCO
Por Hugo Bispo - Diario de Pernambuco

A empresa de marketing multinível está proibida de fazer novos cadastros de divulgadores e de efetuar pagamentos aos divulgadores já cadastrados. A multa por descomprimento é de R$ 100 mil por cada novo cadastro ou pagamento

A Ympactus Comercial Ltda, mais conhecida como Telexfree, está interditada judicialmente em todo o Brasil. A empresa de marketing multinível está proibida de efetuar novos cadastros de divulgadores e de efetuar pagamentos aos divulgadores já cadastrados, sob pena de multa diária de R$ 100 mil por cada novo cadastro ou pagamento. 

A decisão é da juíza Thaís Khalil, titular da 2ª vara cível do Rio Branco, no Acre. O Ministério Público do Estado do Acre (MP/AC), por intermédio da Promotoria de Defesa do Consumidor e Promotoria de Defesa dos Direitos Humanos, foi o autor da medida cautelar preparatória de ação civil pública contra a Telexfree. A empresa tem cinco dias para apresentar sua defesa e 10 dias para recorrer à segunda instância. 

A decisão da juíza ainda determinou o congelamento dos bens e o bloqueio de valores existentes em contas bancárias e aplicações financeiras da Telexfree, assim como os de seus sócios, Carlos Roberto Costa e Carlos Nataniel Wanzeler. Khalil acrescentou na setença que, até amanhã, a Telexfree será obrigada a exibir em seu site, por meio de pop-up um cartaz informando seus divulgadores sobre o conteúdo da liminar, sob pena de R$ 500 mil por dia caso não cumpra o estabelecido.

Em março deste ano, a Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda havia acusado a TelexFree de fazer "esquema de pirâmide financeira", o que é considerado crime. 

Leia aqui a íntegra da nota de esclarecimento sobre as atividades da Telexfree

A Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (Seae/MF) vem a público prestar os seguintes esclarecimentos sobre as atividades da empresa Ympactus Comercial Ltda. ME, conhecida pelo nome fantasia de Telexfree:

1. As operações da referida empresa NÃO configuram captação antecipada de poupança popular, que é modalidade descrita no art. 7º da Lei nº 5.768/71 e cuja autorização e fiscalização competem à Seae/MF. Desta forma, NÃO cabe à Seae autorizar nem fiscalizar as atividades da Telexfree em território nacional.

2. A descrição das atividades econômicas principal e secundária da empresa não a autorizam praticar atividades de comércio.

3. Não foi comprovada a parceria entre a Telexfree e operadoras de telefonia móvel ou fixa, o que seria necessário para garantir a prestação do serviço de VoIP (voice over IP), conforme ofertado pela empresa.

4. Com base nas informações prestadas pela empresa, a Seae/MF concluiu que estão presentes indícios de duas possíveis irregularidades na relação comercial entre a Telexfree e os divulgadores membros da rede da organização: i. o estímulo à economia informal e ii. a exigência de exercício de duas atividades laborais (como divulgador e como comerciante) para o recebimento de apenas uma.

5. A oferta de ganhos altos e rápidos proporcionados principalmente pelo recrutamento de novos entrantes para a rede, o pagamento de comissões excessivas, acima das receitas advindas de vendas de bens reais e a não sustentabilidade do modelo de negócio desenvolvido pela organização sugerem um esquema de pirâmide financeira, o que é crime contra a economia popular, tipificado no inciso IX, art. 2º, da Lei 1.521/51.

Ante o exposto, a Seae/MF encaminhará suas conclusões sobre a questão, contidas na Nota Técnica nº 25 COGAP/SEAE/MF, e o Parecer PGFN/CAF nº 422/2013 ao Departamento de Polícia Federal e à 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, para que aqueles órgãos, caso entendam necessário, promovam as devidas investigações sobre o caso. 
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CHAUÍ AO 247: “JOVENS DERAM PASSO NA POLITIZAÇÃO”

19.06.2013
Do portal BRASIL247
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Rapaz de camisa branca que atacou prefeitura é identificado

19.06.2013
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO

Homem que depredou prefeitura é identificado pela polícia e está sendo procurado

ataque prefeitura rapaz branco
Rapaz de branco que depredou prefeitura é identificado (Foto: Divulgação)
A Polícia Civil identificou o homem de camiseta branca que aparece em imagens de TVdepredando o prédio da Prefeitura de São Paulo na noite desta terça-feira (18). Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), a polícia foi até a sua casa, mas ele não passou a noite no local. O DEIC (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado) está procurando o homem, identificado como Tiago. Não foram divulgados seu sobrenome e sua idade.
A polícia deteve 63 pessoas após os protestos contra o aumento da tarifa de ônibus na noite desta terça, na região central de São Paulo. Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, os presos estão distribuídos em cinco distritos policiais.
Leia também
São 16 detidos no 1º DP (Liberdade), 30 no 8º DP (Brás), 15 no 78º DP (Jardins), um no 2º DP (Bom Retiro) e um no 3º DP (Campos Eliseos).
Em frente a prefeitura estavam milhares de manifestantes. Mas nos dois vídeos a seguir é possível perceber que o rapaz de branco agiu no ataque acompanhado de uma minoria. Por que tanta volúpia no ataque ao prédio da Prefeitura?
Assita aos vídeos abaixo:
(1)

(2)

com agências
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DaviSacer : No Caminho do Milagre Ao Vivo DVD Completo

19.06.2013
Do Youtube, 11.02.12


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DILMA É VAIADA PELOS MIAMIPLAYBOYS DE BRASÍLIA

19.06.2013
Do portal BRASIL 247, 17.06.13
Por  DAVIS SENA FILHO    

A verdade é que vaia de playboy não vale. Conheço muito bem os miamiplayboys de Brasília, que nunca passaram trabalho na vida, bem como conheço os do Rio de Janeiro e de muitas outras capitais e estados brasileiros

Os barões da imprensa de mercado sabem e os jornalistas que formulam as suas manchetes e opinam em seus espaços compreendem muito bem, apesar da proposital manipulação e dissimulação, o que aconteceu, de fato, no belíssimo e magnífico Estádio Nacional de Brasília, quando o presidente da Fifa, Joseph Blatter, foi anunciado pelos alto-falantes para dar início à cerimônia de abertura dos jogos da Copa das Confederações e foi vaiado, por um público em festa, e, portanto, irreverente e açodadamente mal-educado.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/105538/Dilma-%C3%A9-vaiada-pelos-miamiplayboys-de-Bras%C3%ADlia.htm

Cidades no Brasil: sair da perplexidade e passar à ação

19.06.2013
Do portal da Agência Brasil, 11.03.13
Por Erminia Maricato*

Há um sentimento generalizado de perplexidade, em nossa sociedade, sobre o engarrafamento viário, onde se perdem horas inúteis, e a especulação imobiliária, cujas torres congestionam ruas e comprometem a insolação. Vivemos um paradoxo exatamente quando um governo decidiu, após 29 anos, retomar o investimento em habitação e saneamento. A análise é da urbanista Erminia Maricato

Um sentimento de perplexidade parece acometer profissionais, acadêmicos e parte da população urbana que acompanham as mudanças pelas quais as cidades brasileiras estão passando. Essa constatação tem sido feita nas inúmeras cidades onde tenho feito palestras e conferências. Os comentários se concentram, principalmente, no engarrafamento viário, onde multidões perdem horas inúteis paradas e na especulação imobiliária que cria torres e mais torres em bairros de ruas já congestionadas e com insolação comprometida.

De fato, a atual tsunami que vivemos no país todo, nos últimos 5 anos, tem origem quando a venda de automóveis, incentivada pelos subsídios, passa a marcar recordes por um lado e o Programa Minha Casa Minha Vida, lançado em 2009, coloca em prática os mecanismos de financiamento, securitização e registro cartorário, além da liberação de recursos públicos, semipúblicos e privados. Essas medidas impactaram cidades que já carregavam uma herança pesada gerada pelo desprezo ao interesse público, social e ambiental, subordinados, historicamente, a interesses privados. 

As iniciativas do governo federal pretenderam, e durante um certo tempo conseguiram, fazer frente à crise internacional de 2008, mantendo o crescimento da economia e do emprego no Brasil. Entupidas por automóveis e vivenciando uma explosão nos preços dos imóveis (“a mais alta do mundo”, segundo a revista Exame de maio de 2011), as cidades, no entanto, estão passando por um impacto profundamente negativo. Queixa-se a classe média, mas os que mais sofrem são os despejados, os que moram em favelas incendiadas e os que estão sendo empurrados para novas periferias, mais distantes ainda como para a Área de Proteção dos Mananciais, ao sul, e para o norte da metrópole paulistana. 

Vive-se o paradoxo dos efeitos caóticos e predatórios exatamente quando um governo federal decidiu, após 29 anos, retomar o investimento público em habitação e saneamento. Caso os munícipios cumprissem seu papel constitucional de dar prioridade ao transporte coletivo, controlar o uso do solo seguindo as leis e os planos diretores e regulamentar a atividade imobiliária visando o interesse social, orientado pelo Estatuto da Cidade, esse impacto poderia ser bem menos violento. Mas não é o que acontece. 

Não vamos repetir aqui as consequências desse modelo de crescimento para a saúde e para o meio ambiente. Basta ler o que foi escrito no ano de 2012, nesta mesma Carta Maior ou procurar sites que trazem dados preocupantes como Saúde e Sustentabilidade. 

Em muitas cidades a lei tem sido “flexibilizada”, na Câmara Municipal, nos gabinetes ou nos Conselhos da “sociedade civil”. Como sempre, no Brasil, a lei tem sido aplicada de acordo com as circunstâncias. Não é pouco frequente observar que há juízes que não conhecem leis urbanísticas, especialmente quando se trata de despejos de favelas ou de comunidades pobres, de um modo geral. 

Como parte desse quadro, a recente articulação construída por empreiteiras de construção pesada (que estão incorporando a atividade imobiliária entre seus negócios) com as empresas imobiliárias constitui uma força que não encontra adversários à altura. A relação com o financiamento de campanhas eleitorais pode amolecer até os mais recalcitrantes. Os que resistirem são atropelados. Os megaeventos – Copa do Mundo de Futebol, Olimpíadas e a Exposição Tecnológica, que está sendo prevista na zona norte de São Paulo,potencializam o poder dessa máquina voraz que se combina também aos capitais que vêm de fora nessas oportunidades. 

É estranho como essas iniciativas ligadas ao urbanismo do espetáculo são plasmadas à ideia de progresso. Mesmo quando o movimento promove a exclusão social pela especulação (renda fundiária, imobiliária e financeira), mesmo quando alguns capitais desmontam a possibilidade da racionalidade social e ambiental, a aparência é de progresso para a qual muito contribuem os veículos de comunicação. 

Tenho ouvido de profissionais arquitetos, urbanistas, engenheiros, advogados, geógrafos afirmações indignadas sobre a violação das competências legais, ou sobre a violação das posturas do Plano Diretor ou de determinadas leis. Todos cobram dos prefeitos e dos vereadores a reação a determinados fatos (embora haja vereadores e prefeitos que também estão perplexos). Todos têm denúncias para fazer. Enfim, ouço pessoas indignadas, mas... paralisadas. 

O recuo observado nos movimentos sociais durante os últimos 10 anos também parece contribuir com esse quadro. 

Vou repetir aqui o que tenho dito nessas ocasiões frequentes.

Os capitais, os prefeitos e os vereadores também respondem à correlação de forças e à voz que vem das ruas. Isso é óbvio, mas não parece. É preciso passar da perplexidade para a ação. É preciso entender o que está acontecendo e agir, cada entidade, cada movimento e cada pessoa dentro das entidades e dos movimentos. Agir com criatividade, com inventividade, de forma inovadora, porque o mundo está mudando. Aí estão as redes sociais, os boletins, as revistas, às quais temos acesso. 

São Paulo, por exemplo, é, dentre 24 metrópoles mundiais, a que apresenta o pior quadro de doenças emocionais (depressão e ansiedade mórbida, por exemplo). Nossa vida urbana atual produz patologias como revelam as pesquisas dos professores da USP (Ver site ‘Saúde e Sustentabilidade’). Para quem não quiser ler as pesquisas sobre o assunto, recomendo parar para observar, por alguns momentos, o comportamento das pessoas no trânsito para perceber o nível de stress, raiva, mau humor, nervosismo. Como aguentamos conviver com isso? Você já pensou na vida dos motoristas de ônibus? Aliás, poucas pessoas têm sensibilidade (ou tempo) para observar o outro. A vida parece estar escorrendo pelas mãos (e, de fato, está). 

As atuais taxas de emprego devem ser festejadas, mas existem outras formas, menos predatórias, de promover empregos na indústria automobilística e na construção civil. 

Apenas repito que não podemos e não devemos nos conformar com isso. 

*Erminia Maricato é urbanista, profa. colaboradora da USP e profa. visitante da Unicamp. Autora do livro “Impasse da política urbana no Brasil”.
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Mulher mata o marido, decepa o pênis dele e fica dormindo 19 dias ao lado do corpo

19.06.2013
Do blog CASINHASAGRESTE
Por  redação: recadacaocasinhasagreste@bol.com.br


Um crime com requintes de crueldade foi desvendado por policiais da 58ª DP em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro: uma mulher matou o marido a facadas, decepou o pênis dele e dormiu ao lado do corpo durante 19 dias. Luzinete Silva de Paula, de 50 anos, foi presa nesta segunda-feira.

Levada para a delegacia, ela chorou, confessou o crime e disse estar arrependida. Alegou que teve uma crise de ciúmes e, por isso, assassinou Antônio Joaquim de Carvalho, de 78 anos, em 28 de maio.


- Achei que ele tinha um caso com outra mulher. Depois, fiquei esse tempo com o corpo porque a minha mente estava bloqueada. Durante esses dias, não comi. Só tomei café e fumei - contou ela.

Os policiais chegaram até Luzinete depois de receberem uma denúncia de vizinhos. Eles sentiram um forte cheiro saindo da residência onde o casal morava. Na cama, eles encontraram o corpo de Antônio, em avançado estado de decomposição. Ao lado, um colchonete onde a acusada dormia.


Segundo policiais da 58ª DP, Luzinete passará por avaliação psicológica. Os agentes disseram ainda que ela já foi presa por roubo, furto e uso de drogas.

Fonte: Patrulha do Agreste
Casinhas Agreste.
www.casinhasagreste.com.br
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Mídia quer dominar as ruas: “Não podemos nos alinhar aos Jabores e Datenas”

19.06.2013
Do blog ESCREVINHADOR
Por  Pragmatismo Político

Alerta de um integrante do MPL – Movimento do Passe Livre

Desde o ato da última quinta-feira contra o aumento da passagem do transporte público em São Paulo, em que a violência e a repressão policial viraram notícia em todo o planeta, mais uma ameaça ronda o sucesso das manifestações organizadas pelo Movimento Passe Livre: a instrumentalização do povo.

A evidente mudança de postura da imprensa em relação aos protestos deve ser motivo de desconfiança, não de festa. Isso porque nos últimos dias imperou o comentário: “Agora até a grande mídia defende as manifestações”. Como se isso fosse algo positivo.

Por um lado, a máxima “não é só pelos 20 centavos” conseguiu convencer diversos setores da população a ir às ruas. Por outro, abriu uma questão polêmica: se o aumento da passagem foi só o estopim, o que mais nos incomoda? Quais são os reais motivos do fim da letargia política em São Paulo?

É fato, o reajuste do preço transporte só provocou a revolta necessária para que o paulistano percebesse o óbvio: política se faz nas ruas. No entanto, a recusa ao modelo de sociedade atual tem de ser deixada clara. Isso porque os perigos da apropriação do movimento são reais.

Na sua última edição, Veja contrariou sua linha editorial e se posicionou a favor das manifestações. Quando um veículo que representa o que há de mais reacionário na sociedade apoia movimentos sociais, há no mínimo um ponto de extrema relevância para refletir.

Mas as páginas de Veja só revelam a nova postura dos veículos da imprensa dominante: já que não podem mais controlar ou evitar a multidão, manipulam seus objetivos. De acordo com a revista, o descontentamento dos manifestantes se deve também à corrupção, à criminalidade…Falácia.

É evidente que essas questões também são importantes, mas os jovens que estão nas ruas estão preocupados com questões muito mais profundas. A juventude está mostrando que não quer compartilhar dos valores individualistas, consumistas e utilitaristas da geração de seus pais.

O grito dos jovens está longe de bradar contra os “mensaleiros”, contra a inflação, contra as políticas sociais de transferência de renda. O movimento é progressista por natureza e agora tem de saber lidar com uma ameaça feroz: a direitização.

O aparelho midiático que serve a esses interesses já foi acionado. A grande imprensa já está mobilizada para maquiar o movimento de acordo com um ideário conservador, por isso o povo precisa fazer seu recado ser entendido.

Sob hipótese nenhuma podemos nos alinhar aos Datenas, Jabores e Pondés.

O que queremos é derrubar as barreiras entre ricos e pobres, quebrar os muros entre centro e periferia, consolidar o povo como um ator político de importância ímpar e lutar por um Brasil com justiça social, sem desigualdade e com oportunidades iguais para todos e todas. Nada mais. E nada menos.

Vamos à luta!

Por Paulo Motoryn, militante do MPL. Publicado originalmente na revista Vaidapé
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