Pesquisar este blog

sexta-feira, 14 de junho de 2013

BLOG DA FOLHA: Dilma vê ‘estardalhaço e terrorismo’ sobre a economia

14.06.2013
Do BLOG DA FOLHA
Postado por Gilberto Prazeres

Presidente assegurou que não deixará a inflação voltar (Foto:Reprodução/Internet)

(AE) – Em discurso no Complexo Esportivo da Rocinha para o anúncio de obras em três favelas do Rio, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira que há “estardalhaço e terrorismo informativo” sobre a situação econômica do País. No mesmo evento, ela atacou indiretamente a oposição ao dizer que “não se fazia obra para as comunidades mais pobres” no Brasil até 2003, início do governo Lula.
Em clara referência ao noticiário sobre a retomada inflacionária, Dilma declarou: “Nós jamais deixaremos que a inflação volte. Hoje ela está sob controle, ontem ela estava e continuará sob controle. Peço a vocês que não deem ouvidos a esses que jogam sempre no `quanto pior, melhor’. Críticas, todo mundo tem de ter a humildade de aceitar. Mas terrorismo, não.”
A presidente afirmou que, em meio à crise econômica que “talvez seja a mais grave desde 1929″, o Brasil apresenta hoje “a menor taxa de desemprego do mundo”. “Vocês têm visto na imprensa muita gente falando que o Brasil passa por um momento de dificuldades. Interessa a eles criar essa ideia. Não só o Brasil não está numa situação difícil como é um país extremamente sólido. Temos uma das menores relações entre dívida líquida e PIB. Não gastamos mais do que possuímos. Somos sérios em relação à política fiscal”, discursou a presidente para uma plateia que reunia políticos aliados e, principalmente, moradores da Rocinha.
A favela vai receber a maior parte (R$ 1,6 bilhão) dos R$ 2,6 bilhões anunciados. O lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 ocorreu sem que tenham sido concluídas as obras do PAC 1 na Rocinha e em outras comunidades de Niterói e São Gonçalo. No PAC 2, estão previstas obras de saneamento, habitação, reordenamento urbano e construção de creche e um teleférico com seis estações na Rocinha, além de investimentos nas comunidades de Lins de Vasconcelos e do Jacarezinho, na zona norte. O prazo para conclusão é de 3 anos. Durante o evento, seguranças da presidência recolheram cartazes de um líder comunitário que protestava diante do palco.
Presidente de uma das associações de moradores do Andaraí, André Santana declarou: “Cadê o PAC do Andaraí? A gente quer que eles cumpram a promessa que o Lula fez.” Quando o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) discursava, Santana voltou a protestar, e Cabral respondeu: “O do Andaraí vai chegar, calma.”
*****

BLOG DA CIDADANIA: Parar cidades não é um direito

14.06.2013
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães
O artigo 5º, inciso XVI da Constituição Federal de 1988 reza que “Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”.
O direito de reunião e de manifestação coletiva da liberdade de expressão confere aos cidadãos o direito de se associarem temporariamente diante de um interesse comum àquele grupo social ou mesmo ao conjunto da sociedade.
O texto constitucional em questão não se refere tão somente às reuniões estáticas, em específico local aberto ao público, mas, também, a manifestações em percurso como passeatas, comícios, desfiles etc.
O direito constitucional de reunião e manifestação, porém, protege a outra parte, o indivíduo que não quer se unir àquele ato ou que não concorda com as ideias dos manifestantes.
Trocando em miúdos: o meu direito termina onde começa o seu.
Posso, assim, manifestar-me nos espaços que são de todos – ditos espaços públicos – contanto que não impeça que você use esses espaços da mesma forma sem ser afetado pelas minhas ações. Se para exercer o meu direito de manifestação e de expressão eu violo o seu, não há lei que me ampare.
Pode-se discordar da lei, pode-se pregar contra ela, pode-se querer mudá-la e tentar fazê-lo por meio de propaganda ou de ações nas instituições em que as leis são feitas, reformadas ou suprimidas – o que seja, nas Casas Legislativas.
Todavia, o que não se pode, em uma democracia, é o indivíduo simplesmente descumprir a lei ao seu bel prazer, pois fazê-lo equivale a sobrepor quem o faz ao restante da coletividade.
O Movimento Passe Livre e os partidos políticos que o orbitam têm convulsionado a capital paulista com vistas não só a anular o aumento das tarifas de ônibus e metrô recém-decretado pelos governos do Estado de São Paulo e pela prefeitura paulistana, mas implantar o transporte público gratuito no país.
Ressalva: essas organizações têm todo o direito de promover suas teses e de ocupar espaços públicos com esse fim.
O que o artigo 5º, inciso XVI da Constituição Federal não assegura, porém, é o porte de armas – sejam revólveres, bombas ou mesmo paus, pedras e até líquidos inflamáveis com vistas a provocar incêndios, cujo potencial de causar danos à integridade física das pessoas é absolutamente claro.
Mas as restrições da lei ao direito de reunião não terminam aí. O direito constitucional de reunião e manifestação não inclui obrigar alguém a se juntar àquela manifestação.
Ora, o mote das manifestações que estão intimidando a capital paulista é “Se a tarifa não baixar, a cidade vai parar”. Essa premissa afronta a Constituição Federal e subverte o direito que ela concede aos cidadãos de se reunirem e de se manifestarem em espaços públicos.
Parar uma cidade que congrega quase onze milhões de almas não é um direito de grupos isolados. Até o Estado só pode “parar” uma cidade diante da decretação de “Estado de Sítio”, “Estado de Defesa” ou “Toque de Recolher”, decretados por força de grave ameaça à segurança da coletividade.
O artigo 136 da Constituição Federal outorga ao Presidente da República a prerrogativa de, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar “Estado de Defesa” para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou por calamidades de grandes proporções na natureza.
Essa é a única situação admissível para se “parar” uma cidade. Interferir na vida de milhões de cidadãos “paralisando” uma cidade, portanto, não é um direito civil.
Quando um grupo de cidadãos impede o funcionamento e a circulação da coletividade sob uma decisão monocrática, trata-se de uma ilegalidade, de uma afronta ao texto constitucional e, acima de tudo, um ato de truculência.
Nem que um dos dirigentes do Movimento Passe Livre ou de um dos partidos que o orbitam estivesse no poder, que fosse o presidente da República, o governador do Estado ou o prefeito da capital paulista teria “direito” de paralisar São Paulo a fim de obrigar qualquer outra instância de poder a cumprir sua vontade. Seria preciso que existisse uma justificativa para essa paralisação.
Quando digo que vou “parar” uma cidade, estou negando à sua população o direito de transitar por ela, de prosseguir com sua vida. E, se tomo tal medida com base na visão sectária do meu grupo (político ou não) e, ainda pior, sem ter a legitimidade que advém do voto, estou cometendo uma violência contra a coletividade.
Os integrantes do Movimento Passe Livre, aliás, deixam claro que “o problema não são os vinte centavos a mais na passagem, mas os R$ 3,20 que ela custa”. O que esse movimento quer, pois, é passagem gratuita para todos.
Ninguém pode ser contra a que uma megalópole como São Paulo ofereça ao seu povo transporte gratuito. Contudo, que país ou cidade em todo mundo conseguiu essa façanha? Que cidade do porte da capital paulista, seja de que parte do mundo for, consegue oferecer transporte cem por cento gratuito à população?
Não é uma ambição pequena que o Movimento Passe Livre acalenta. E por certo não pode ser satisfeita por meio da chantagem e da intimidação.
O Movimento Passe Livre impõe como condição para suspender as tentativas de paralisar São Paulo que a tarifa de ônibus e metrô volte a R$ 3.
Outras cidades cederam a esse movimento. Se não fosse a ameaça de “parar a cidade”, portanto, o governo paulista e a prefeitura paulistana poderiam ceder, ao menos temporariamente, enquanto as negociações avançam.
O grande problema é ceder sob chantagem, sob uma postura dos manifestantes que afronta a lei.
Se o Estado e a prefeitura cederem, que outras chantagens serão impostas?
Um exemplo: e se cinco mil motociclistas decidirem que devem ter reservadas para si 50% das vias públicas e os automóveis, ônibus e caminhões que se virem com o resto? E se, para obterem tal privilégio, decidirem “parar a cidade”?
Cedendo ao Movimento Passe Livre, qualquer grupo que conseguir reunir um pequeno batalhão de cinco mil pessoas poderá chantagear esta ou qualquer outra cidade com qualquer tipo de pleito, dos mais justos aos mais absurdos, pois pode-se fazer chantagem sob qualquer tipo de motivação.
Coquetel Molotov
Militantes do Movimento Passe Livre e dos partidos políticos seus aliados acorreram a este Blog para afirmar que não haveria provas da acusação da Polícia Militar de que coquetéis molotov foram usados nas manifestações que convulsionaram São Paulo recentemente.
De fato, trata-se de uma afirmação de um oficial da PM que comandou a repressão às manifestações. Não há prova de que esse artefato específico foi usado.
Por conta disso, um desses militantes acusou este Blog de “mentir”. Todavia, a afirmação se baseou em farto noticiário que dava conta de que coquetéis molotov teriam sido usados.
Sendo ou não coquetel molotov o que desencadeou incêndios de ônibus, guaritas da Polícia, sacos de lixo e outros materiais na região central de São Paulo, o fato é que não se provoca incêndios usando um insqueirinho – é preciso algum líquido inflamável, no mínimo.
Dessa maneira, mantém-se, aqui, pergunta feita em postagem anterior: para que levar a manifestação pacífica inflamáveis, paus, pedras e rojões (que foram vistos e ouvidos nas manifestações) como o que tirou a vida de um boliviano durante uma partida de futebol?
Independência ou morte
Há muito, este blogueiro optou pela liberdade total – ou quase total, porque liberdade total não existe – para decidir a sua própria vida.
Minha vida não é fácil do ponto de vista financeiro, como a de tantos outros brasileiros. Mas poderia ser mais fácil se eu trabalhasse em uma empresa.
Em nome da minha liberdade, porém, há quase duas décadas decidi trabalhar por conta própria, ganhando menos, mas sendo feliz.
A liberdade de decidir sobre o que penso ou faço é o bem que mais prezo. Prefiro morrer a me submeter aos ditames de qualquer um.
Posso ser convencido a mudar de ideia ou a fazer qualquer coisa que inicialmente não queira, mas não posso ser obrigado. Só, talvez, sob tortura.
*****

Lula: "Falta verdade no jornalismo econômico"

14.06.2013
Do BLOGG DO AMORAL NATO

*****

Boro: Grandes curiosidades que você não sabia sobre este fantástico elemento

14.06.2013
Do portal JORNAL CIÊNCIA, 27.05.13
Por ANDRESSA GUIMARÃES
Há cerca de 6.000 anos, os compostos de Boro já eram utilizados, mas o elemento químico foi descoberto somente em 1808, quando foi isolado.
A descoberta se deu pelos químicos Humphry Davy, Joseph Louis Gay-Lussac e Louis Jacques Thénard. O Boro é classificado como um semimetal, ou seja, possui características de metais e ametais, devido às variações de condutividade elétrica. O elemento é considerado um bom condutor elétrico em altas temperaturas, mas um mal condutor de eletricidade em temperatura ambiente.
O Boro não pode ser encontrado livremente na natureza, mas apenas em minérios como: colemanita, a ulexita, a kernita ou o bórax. A maioria desses minérios é encontrada em rochas marinhas e sedimentares ou perto de vulcões.
O bórax é encontrado no Deserto de Mojave na Califórnia, Estados Unidos, onde está localizada a maior mina a céu aberto do mundo e a maior produtora de bórax. Entretanto a Turquia possui 63% das reservas mundiais. A Itália, Bolívia, Chile, Argentina e Peru são outros países que possuem extensos depósitos de boro através do bórax.
O minério também pode ser encontrado em verduras, nas folhas verdes escuras, em frutas secas (amêndoas, uva, maça e pêra) e alimentos como os feijões, ervilhas, amendoins. As carnes de qualquer tipo não apresentam quantidades significativas de Boro ou de outro composto que o contenha.
Cristais de bórax.
O Boro elementar não é muito utilizado, mas estudos revelam que se consumido em pequenas quantidades (de 10 a 15 mg) ajuda a combater a osteoporose, porque mantém o cálcio nos ossos sob forma do ânion borato. O consumo de Boro também auxilia na diminuição das dores menstruais, diminui o risco de artrite reumatoide, ajuda a regular a pressão arterial e a diminuir o colesterol.
O bórax é usado em grandes quantidades na produção de vidros, inclusive faz parte da matéria-prima da fabricação de vidros com a marca registrada Pirex. É utilizado também na fabricação de esmaltes e porcelanas, sabões e detergentes e até fertilizantes.
  Na década de 50 o uso do Boro como combustível de alta energia começou a ser estudado. Os hidretos de boro ou boranos são compostos interessantes porque geram grandes volumes de gases quentes em um curto período de tempo, sendo propícios em sistemas de propulsão de foguetes. Filamentos de boro são materiais de alta resistência, leve, que podem ser utilizados também em estruturas aeroespaciais.
A origem do nome do elemento vem da palavra árabe, buraqou, e persa, burah, ambos são nomes comuns ao mineral bórax. Os compostos conhecidos desde a Antiguidade foram utilizados na China, Egito e Babilônia.
Vidros de bórax foram utilizados na China no século III e alguns dos objetos chegaram até o Ocidente. Apesar de o elemento ter sido descoberto em 1808, a obtenção do composto puro de Boro só foi possível a partir de 1909 nos Estados Unidos pelo químico Ezekiel Weintraub.
****

Imbecil completo protesta em São Paulo

14.06.2013
Do Blog Palavra Livre, 12.06.13
Por Davis Sena Filho


Depois de ler a revista Veja, a Folha de S. Paulo e O Globo no decorrer de toda sua vida e ter assistido ao Jornal Nacional, a partir da hora que nasceu, o imbecil completo, alvo constante de lavagem cerebral da mídia entreguista e colonizada, resolveu sair de casa para fazer o seu "protesto" durante as manifestações estudantis em São Paulo, sem qualquer noção de ridículo e um pouco de sabedoria.

O recente movimento de estudantes acontecido em São Paulo, como todo mundo sabe, foi infiltrado por grupos oportunistas e fascistas, que efetivam suas atividades historicamente em terras bandeirantes e paulistanas, o que acarretou em mais violência da polícia tucana e oportunismo da imprensa conservadora para criticar eloquentemente os protestos dos estudantes contra o aumento no preço das passagens dos ônibus.

O idiota da foto é mais do que um completo beócio, neófito ou um bestalhão colonizado e despido de quaisquer noção e sentimento de brasilidade. Ele não passa de um pulha, o exemplo fidedigno da classe média lacerdista, egoísta, individualista, violenta e racista, que, para a desgraça dela, nunca vai ser rica e sempre vai ser barrada na porta do baile dos ricos, apesar de imitá-los, ridiculamente, em seus valores e princípios.

Esse paspalho é tão panaca e mentalmente obtuso que ele mesmo não sabe que tem uma visão colonizada do mundo, que para ele deve se resumir a Miami e Orlando. Culturalmente servil e portador de um incomensurável e inenarrável complexo de vira-lata, o mentecapto representa, exemplarmente, o reacionário moderno e "mauricinho", que odeia e despreza o Brasil e o grande povo brasileiro — o maior responsável por este grande País ter abraçado o seu destino e futuro, bem como luta, incessantemente, por sua autonomia e independência.

Tal troglodita de direita entregaria, se necessário fosse, a sua própria mãe e os seus amigos em prol de causas alienígenas ou externas. Bobalhão e ignaro por essência, além de ser imbecil por opção, o energúmeno demonstra a sua "revolta" de butique da forma mais alienada e mequetrefe possível, mas, porém, contudo, todavia, e, entretanto, tal persona não passa de um ser desprezível, covarde, ignorante e babaca, que, por via das dúvidas, preferiu esconder o rosto, pois direitista covarde enfiou a cara em um capuz. É isso aí.
*****
Fonte:http://davissenafilho.blogspot.com.br/2013/06/imbecil-completo-protesta-em-sao-paulo.html

AS MANIFESTAÇÕES E A HIPOCRISIA DA GLOBO (E DO PIG)

14.06.2013
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

Imagina na Copa !, bradou a âncora do Mau Dia Brasil ! Como diz o Mino …
Bessinha aproveitou para tratar da prisão inexplicável do neolibelês argentino, o Menem

Foi um dos momentos sublimes do Jornalismo Contemporâneo Brasileiro:

“Imagina na Copa !” – foi a reação estupefata de uma âncora (?) do Mau Dia Brasil, ao fim de uma reportagem sobre as manifestações na cidade de São Paulo, na noite de quinta-feira.

Imagina na Copa !

Tomara que o circo pegue fogo de vez !

O comportamento do PiG (*) e, especialmente da Globo, é a hipocrisia que simula o serviço público.

Funciona assim.

Vamos dar máxima cobertura à manifestações.

Vamos informar o nosso distinto público.

Vamos ser fiéis aos contratos de concessão que deram aos nossos patrões o direito – provisório – de explorar o espectro magnético que pertence ao povo brasileiro.

E vamos aproveitar para adensar a crise, fomentar a crise, espalhar a crise nacionalmente, com a nossa velha tecnogolpia e construir uma Primavera Árabe.

Temos que transformar São Paulo numa Istambul.

Botar o circo para arder.

Sangue !

Desconstruir o prefeito petista, e com ele, no mesmo desmoronamento, soterrar a Dilma.

Simples assim.

Por que o Mau Dia Brasil voltou ao vivo, tantas vezes, nesta manha de sexta-feira, para os lugares da cidade onde, naquele momento não acontecia absolutamente nada ?

Para rememorar, repisar as cenas da noite anterior, interminavelmente.

É a mão de gato do PiG (*).

E da Globo.

Imagina na Copa !

Em tempo: amigo navegante liga consternado para falar de uma repórter da Folha (**) que foi atingida por uma bala de borracha abaixo do olho direito. Observou ele: a repórter deveria acionar judicialmente a própria Folha. Na véspera, num editorial, a Folha disse: 

- a reivindicação não passa de um pretexto;
- pretexto dos mais vis;
- o irrealismo da bandeira tem a intenção oculta de vandalizar;
- é um grupelho;
- manifestantes são marginais e sectários;
- é hora de por um ponto final nisso !


Parece um daqueles editoriais da Folha da Tarde, nos bons tempos do “seu” Frias.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
*****

A notícia falsa sobre o "bolsa garota de programa"

14.06.2013
Do portal LUIS NASSIF ON LINE, 
Por BRAGA-BH
Do blog do Branquinho

Uma prática normalmente impune na Internet é inventar notícias e atribuí-las a pessoas e instituições com o intuito de desacreditá-las. Tem alguns nomes jurídicos para isso, como calúnia e difamação, e para o autor há uma série de adjetivos cabíveis, muitos impublicáveis. Não se trata da crítica política, fundamentada em fatos que podem ter várias interpretações, mas na criação de fatos absolutamente falsos e imputar a eles a autoria de um terceiro.
O caso em questão é de um blogueiro que disse que a senadora Ana Rita, do PT, teria feito aprovar no Senado uma bolsa mensal de R$ 2000 para garotas de programa. Ao perceber que houve repercussão negativa, falseou mais ainda o texto mudando o nome para Maria Rita, que não existe, mas mesmo assim disse que era do PT.
Como a mentira foi espalhada nas redes sociais, a senadora Ana Rita fez o que tinha que ser feito por qualquer pessoa agredida em sua honra: enquadrou o blogueiro, que publicou um desmentido onde  diz que a intenção não era de ofender. Segue o desmentido da senadora, publicado no seu site:
" O mandato da senadora Ana Rita (PT-ES), presidenta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, esclarece que a matéria publicada no blog de nome Joselito Muller é falsa. O referido projeto não é de sua autoria, além de nunca ter tramitado no Senado Federal. Informamos, ainda, que a senadora já tomou as devidas providências junto à Procuradoria Geral do Senado, à Polícia do Senado e à Polícia Federal"
Quer fazer crer que a notícia seria falsa, de humor, e que considera problemático quando uma coisa inverossímil passa por verdade. A matéria não deixa nenhuma margem à crítica por absurdo, já que é um discurso comum o combate aos "bolsa-tudo". A ironia, a sutileza e outros recursos da nossa língua não são percebidos por todos, e uma mentira se torna verdade se for divulgada como fonte para outros fins.
Pior ainda: chama a atitude da senadora de "censura" e se faz de vítima quando ela informa que acionou a Polícia Federal e a Polícia do Senado para tomar as providências cabíveis. É assim que se vai do "jornalismo destemido" ao jornalismo desmentido.
Gozação ou não, pegou muito mal porque usou o nome de uma pessoa que não quer saber de brincadeira, especialmente quando o texto é usado para a sua difamação por pessoas culturalmente deficientes e pela direita contrária ao PT.
******

SP: Promotor que incitou violência contra manifestantes é demitido do Mackenzie

14.06.2013
Do portal da Revista Fórum, 13.06.13
Por Redação 

Em sua página pessoal no Facebook, Rogério Zagallo afirmou que se a tropa de choque matasse manifestantes do Movimento Passe Livre, ele arquivaria o inquérito
O promotor de Justiça Rogério Zagallo, que publicou uma mensagem na sua página do Facebook incitando a violência da Polícia Militar contra os manifestantes do Movimento Passe Livre, não dará mais aulas na Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde ministrava aulas de Direito Penal desde 2006. O próprio professor comunicou seu desligamento da instituição de ensino aos alunos. Segundo ele, a universidade optou por não renovar seu contrato para o segundo semestre.
Na última quinta-feira, 6, Zagallo declarou na sua página pessoal do Facebook que se a tropa de choque matasse os manifestantes, ele arquivaria o inquérito policial.
(Reprodução / Facebook)
Após a sua declaração ganhar enorme repercussão, o promotor excluiu sua postagem e publicou um pedido de desculpas. Uma das reações contrárias às declarações de Zagallo partiu da própria universidade onde lecionava. Na última segunda-feira, 10, o Centro Acadêmico de Direito do Mackenzie divulgou uma nota condenando a atitude do promotor.
“As manifestações do Sr. Zagallo, que não são as primeiras no mesmo sentido, demonstram a incapacidade na compreensão da realidade político-social do nosso país, o que, de longe, não pode e não é aceito pela comunidade acadêmica mackenzista. Muito nos entristece que a nossa Faculdade ainda seja frequentada por posicionamentos limitados e injustificáveis para quem exerce a nobre função de professor”, diz a nota.
Sobre o comentário do promotor sobre a manifestação do Movimento Passe Livre, a Universidade Mackenzie informou que mantém posição contrária a qualquer ação que incite à violência e desrespeite a liberdade. No entanto, a universidade afirma que a demissão de Zagallo ter acontecido neste momento foi uma “coincidência”. De acordo com a instituição de ensino, o desligamento foi fruto de uma “realocação de professores” no fim do semestre e que a demissão foi assinada dois dias antes dos comentários do promotor no Facebook.
Com informações do jornal O Estado de S.Paulo.   
*****

Evangélicos protestam contra o casamento gay em Campo Grande

14.06.2013
Do portal GOSPEL PRIME
Por  Leiliane Roberta Lopes 

O evento foi organizado pela 3ª Igreja Batista e atraiu famílias inteiras

Evangélicos protestam contra o casamento gay em Campo GrandeEvangélicos protestam contra o casamento gay em Campo Grande
Evangélicos de Campo Grande (MS) se uniram no último sábado (8) em uma manifestação pacífica para protestar contra o casamento gay. A concentração de pessoas começou na Praça Ary Coelho e seguiu pelas ruas do Centro até chegar na Praça do Rádio Clube.
Com cartazes estampando frases que defendem a família tradicional, o manifesto contou com a participação de pastores que falaram aos presentes sobre o que é família e sobre a liberdade de expressão.
O pastor Mauro Clementino, da 3ª Igreja Batista, criticou a liberação do casamento homossexual dizendo que o homem e a mulher são a base para o casamento. “Acreditamos na família como plano de Deus”, disse ele.
A maioria dos manifestantes faz parte da igreja de Mauro Clementino, os homossexuais que desejarem fazer parte deste ministério não serão excluídos, mas receberão a mensagem de que Deus fez a mulher para o homem. “Lá, eles são reorientados de que Deus não fez a mulher para casar com a mulher”, disse o líder religioso. Com informações Campo Grande News.
******

Contra a Petrobras, são “valentes”. Com a Vale…

14.06.2013
Do  blog TIJOLAÇO
Por Fernando Brito

Há uma exploração sem limites nesta questão judicial contra a Petrobras, que se refere a débitos fiscais supostamente devidos pela gestão Fernando Henrique, entre 1999 e 2002.
Como se sabe, o caso envolve a tributação de remessas da empresa efetuadas ao exterior para pagar o frete de plataformas de petróleo contratadas no exterior.
A empresa, como é seu direito, está discutindo a procedência da dívida e seu montante, tanto que já tem um provisionamento, em seu balanço, de R$ 4,5 bilhões em razão da pendência judicial.
Não houve condenação definitiva ao pagamento dos alegados R$7,4 bilhões e, portanto, não se justifica que a empresa perca, sem nenhum acordo para a solução do litígio, a Certidão Negativa de Débitos, sem a qual não pode operar importações e exportações nem participar de processos licitatórios, como os leilões de áreas petrolíferas.
É tão óbvio que suspender a capacidade da Petrobras  de prover estas necessidades do país em matéria de derivados de petróleo cria graves riscos sociais e é motivo mais do que suficiente para que, cautelarmente, ela não sofresse a suspensão da certidão durante a discussão do débito. Era, como dizem os franceses “ça va sans dire”, óbvio e não é possivel compreender porque o ministro Benedito Gonçalves tenha alegado que a empresa “não comprovou não demonstrou de forma convincente, em seu pedido, “o risco de danos irreparáveis”, como está nos jornais.
Nem o Ministério Público, que não costuma ter muita condescendência com ninguém, se opôs a uma cobrança intempestiva e açodada.
O que é interessante observar é que não se fez 10% deste alvoroço quando se condenou a Vale – a Vale do Agnelli – a pagar quatro vezes mais  - R$ 30 bilhões – em impostos devidos por operações no exterior. E olha que, no caso da Vale, já havia sentença executória do Superior Tribunal de Justiça em favor da Fazenda Nacional, o que não é o caso da dívida da Petrobras.
Você leu alguma notícia sobre tirarem uma certidão e impedirem a Vale de exportar? Não? Nem eu.
Aliás, a execução da sentença contra a Vale – expedida em maio de 2011 -está suspensa por decisão do Supremo Tribunal Federal, primeiro por liminar e, depois, por decisão plenária, em abril último.
Mas era a Vale, uma empresa formalmente privada, embora a maior parte das ações esteja em mãos de bancos oficiais e fundos de pensão de estatais.
Não é a Petrobras, onde se garante a exploração da mídia, louca para a empresa enfrentar problemas e abrir espaço para as multinacionais.
Que, se a  gente bobear, engatam o navio lá fora mesmo e chupam o petróleo que pertence ao Brasil, como a Petrobras pertence.
Com ela, todos ficam “valentes”.
Ao contrá
******

BLOG DO EMIR: A identidade conservadora de São Paulo

14.06.2013
Do BLOG DO EMIR, 12.06.13
Por Emir Sader

São Paulo passou de centro da economia do café para eixo da economia industrial do Brasil, mas nunca deixou de ser o bastião mais conservador do país. O movimento de 1932 representou essa postura e deu a pauta para a direita brasileira.

Todo o período getulista – que vai de 1930 a 1964 – foi dominado pela agenda de 1932: resistência (supostamente) democrática a forças que, por meio de concessões “demagógicas” a setores do povo “despreparados” e necessitados, que vendem seus votos aos que, apropriando-se do Estado, os corrompem para concentrar cada vez mais poder. Seria a luta da democracia e da liberdade contra a ditadura e a corrupção.

Pouco mudou, desde então, na pauta da direita: durante o primeiro governo do Getúlio – de que 1932 é o momento auge –, na sua queda em 1945, na crise de 1954, que levou à sua morte, na tentativa de golpe em 1961, no golpe de 1964 e na ditadura instalada a partir dali.

O período militar formalizou essas posições, mediante a adoção explícita da Doutrina de Segurança Nacional, que tirava as consequências práticas das posturas liberais, desembocando na pior ditadura que o Brasil já viveu.

Em todas essas circunstâncias, São Paulo teve um papel central, com sua mídia sendo o motor das posições e das mobilizações da direita, tendo o ideário de 1932 como referência. Na realidade, 1932 atualizou um ideário de São Paulo como vanguarda do país, como desbravador de fronteiras, como ator civilizatório contra os “bárbaros”, presente nas ofensivas dos bandeirantes contra os territórios e as populações indígenas.

Não por acaso, São Paulo está povoado de estátuas – como o horrível Borba Gato, em Santo Amaro –, estradas – como a Rodovia dos Bandeirantes – e vias como a av. Washington Luís, além de outras referências a 1932 e seus próceres, enquanto o maior estadista brasileiro do século XX, Getúlio Vargas, é esquecido.

Em São Paulo, o clima conservador fez com que o PTB não tivesse força no Estado, embora Getúlio projetasse sua popularidade ali. Na eleição presidencial de 1955, o vencedor no plano nacional, Juscelino, ficou terceiro em São Paulo. Até mesmo os líderes populistas – Adhemar e Maluf – foram de direita.

O ciclo se fechou quando os tucanos, para se tornarem hegemônicos no Estado, também assumiram as teses reacionárias sobre 1932. 

Mas essa também é uma visão muito redutiva de São Paulo. São Paulo é a cidade mais nordestina do Brasil, a de maior diversidade étnica e cultural, a de maior criatividade artística, a de maior quantidade de colônias de imigrantes, a de maior quantidade de lutas sociais – entre tantos outros traços característicos da cidade. 

São Paulo é a cidade de maiores contrastes no Brasil, entre a riqueza e a pobreza, entre uma elite racista e um povo generoso, entre um consumismo estilo Miami e a variedade imensa de estilos de vida da cidade mais pluralista do país.

Está na hora de se construir uma outra narrativa de São Paulo, do seu espírito e suas formas de vida humanistas, generosas, solidárias. 
******

PLENÁRIO DO STF DERROTA GILMAR MENDES E MARINA SILVA - REVOGADA INTERVENÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL

14.06.2013
Do blog 007BONDeblog, 13.06.13

MANDADO DE SEGURANÇA É REVOGADO E SENADO VAI PODER APRECIAR LEI DOS NOVOS PARTIDOS.

Se o Projeto de Lei for aprovado, se ele for sancionado pela Presidente Dilma, e aí no julgamento do mérito, for considerado INCONSTITUCIONAL, pelo STF, ele terá a sua nulidade decretada.

Até que todo esse processo aconteça, e as etapas sejam gradativamente completas, não cabe ao JUDICIÁRIO querer preventivamente interferir.  Ficou muito feio para o autor da ´proposta de suspensão da apreciação do Projeto, Senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), e também para  a ex-Senadora Marina Silva, pois, ambos patrocinaram uma tentativa de desmoralização do LEGISLATIVO perante o JUDICIÁRIO

Ficou mais feio ainda para o Ministro Gilmar Mendes, que não soube perder, era evidente seu constrangimento e expressão de aborrecimento, e também a sua manifestação que extrapolou a esfera da apreciação no campo da justiça, e descambou para um discurso de cunho político-partidário.

Da forma como Gilmar Mendes defendeu Marina Silva, ficou claro que Aécio Neves perdeu um eleitor.

Maioria no STF se manifesta a favor de tramitação de projeto que inibe novos partidos
Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou hoje (13) a tramitação do projeto de lei que inibe a criação de partidos. Com a decisão, a Corte suspende a liminar concedida em abril pelo ministro Gilmar Mendes, que suspendeu o andamento do projeto assim que o texto chegou ao Senado.

O julgamento foi retomado nesta tarde com as considerações do ministro Teori Zavascki, que abriu divergência do voto apresentado ontem (12) porGilmar Mendes. Para Zavascki, o Supremo não pode impedir a discussão de projetos no Legislativo e só deve atuar como filtro depois que a norma estiver pronta.

“Quanto mais evidente e grotesca for a inconstitucionalidade do projeto de lei, como a pena de morte, citada pelo relator, e a descriminalização da pedofilia, menos se deve duvidar do exercício responsável do Poder Legislativo de aprovar e do Executivo de vetar. Partir da suposição contrária seria menosprezar por inteiro a seriedade e o senso de responsabilidade desses dois Poderes”, disse Zavascki.

O ministro também criticou o uso de mandado de segurança para fazer o controle prévio de leis. O senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), que ingressou com a ação, alegava que tinha o direito de não participar da discussão de lei considerada inconstitucional. “O que se busca é inibir a própria tramitação do projeto, o que significa não apenas o impetrante, mas todos os parlamentares, de discutir e votar a proposta”, analisou Zavascki.

Também defenderam a manutenção do trâmite do projeto os ministros Rosa Weber, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Joaquim Barbosa. “Um sistema como esse é bizarro. E bizarra a intervenção de uma Corte impedindo o Legislativo de legislar”, disse o presidente do STF.

Já o voto de Gilmar Mendes, contra a tramitação do projeto, foi apoiado pelos ministros Dias Toffoli e Celso de Mello. Para eles, o Congresso Nacional está desrespeitando a decisão tomada pelo STF no ano passado sobre o mesmo tema. “Quando se falava que essa liminar foi um atentado ao Parlamento, na verdade o que se fez é um atentado do Parlamento à decisão do Supremo”, disse Toffoli. “O que não tem sentido é submeter decisões judiciais ao poder de controle parlamentar”, observou Celso de Mello.

O projeto de lei de autoria do deputado Edinho Araújo (PMDB-SP) impede a transferência de fatia maior do tempo de televisão e rádio e de verba extra do Fundo Partidário a legendas recém-criadas que acolherem deputados federais eleitos por outra agremiação. A aprovação do texto prejudicará a fundação da Rede Sustentabilidade, partido idealizado pela ex-senadora Marina Silva.

Durante o julgamento, Marina Silva destacou que a Corte está apenas autorizando a tramitação do projeto, mas que ainda não se posicionou definitivamente sobre o mérito da questão. “Vários ministros já manifestaram que há uma inconstitucionalidade no projeto, que não pode ser tolerada”, disse ela, adiantando que haverá novo questionamento no STF assim que a lei for validada, caso o texto seja mantido como está.

Edição: Carolina Pimentel
*****