segunda-feira, 10 de junho de 2013

EDUARDO SEGUE DILMA E ATACA PESSIMISTAS

10.06.2013
Do portal BRASIL247

: RECIFE, PE, 22.05.2013: EDUARDO CAMPOS/CONFERÊNCIA - O governador Eduardo Campos participa da abertura da XVII Conferência Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais, em Recife. (Foto: Michele Souza/JC Imagem/Folhapress)

Governador de Pernambuco evita comentar pesquisa Datafolha, segundo a qual o virtual candidato à presidência se mantém estável e assegura a quarta posição, com 6% das intenções de voto, enquanto a presidente Dilma Rousseff fica em primeiro lugar, com 57%, mas disse lamentar que "para viabilizar uma candidatura as pessoas torçam para a economia ir mal. Estamos torcendo para ir bem, para que seja preservado aquilo que construímos"

PE247 – O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, evitou comentar, nesta segunda-feira (10), sobre o resultado da pesquisa divulgada pelo Datafolha, segundo a qual o pessebista se mantém estável e assegura a quarta posição, com 6% das intenções de voto, enquanto a presidente Dilma Rousseff (PT) ficou em primeiro lugar, com 57%, uma queda de oito pontos percentuais em relação à última pesquisa. O Datafolha apontou, ainda, que a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, aparece em segundo lugar com 16%, seguida pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), com 14% da preferência do eleitorado.

“Temos que ver se é uma oscilação normal ou se é uma tendência”, declarou Eduardo Campos à Imprensa sobre a queda no índice de aprovação da presidente Dilma. Reforçando o seu discurso de outras aparições desde o começo do ano, o gestor, ainda aliado oficial da presidente Dilma, frisou a necessidade de retomar o crescimento econômico, desconversando sobre a eleição do próximo ano.

“São coisas distintas a preocupação com o País e o debate eleitoral. A gente (o PSB) deve centrar os esforços em retomar o crescimento econômico, frear a inflação e fazer isso com inclusão das camadas mais baixas no mercado de trabalho”, afirmou.

Seguindo a mesma linha de discurso da presidente Dilma, no último dia 20, quando a petista alfinetou os pessimistas - o que, em tese, inclui o gestor pernambucano -, por estarem torcendo contra o país, o governador Eduardo Campos também criticou os pessimistas sem mencioná-los. “Acho lamentável que para viabilizar uma candidatura as pessoas torçam para a economia ir mal. Estamos torcendo para ir bem, para que seja preservado aquilo que construímos”, disse.
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Promotor incita violência contra manifestantes do Movimento Passe Livre

10.06.2013
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA



O promotor Rogério Zagallo, da 5ª Vara do Júri de São Paulo, publicou texto no Facebook, na sexta-feira, com xingamentos a manifestantes do Movimento Passe Livre e incitando a violência. 

"Estou há duas horas tentando voltar para casa, mas tem um bando de bugios revoltados parando a Faria Lima e a Marginal Pinheiros. Por favor alguém pode avisar a Tropa de Choque que essa região faz parte do meu Tribunal do Júri e que se eles matarem esses filhos da puta eu arquivarei o inquérito policial", diz o texto. 

"Que saudades do tempo em que esse tipo de merda era resolvida com borrachada nas costas dos medras (sic)", continua. Zagallo afirmou ontem que publicou o texto, mas que só mal-intencionados achariam que as declarações são sua opinião. 

"Entendo como lícita e válida toda forma de protesto, debate e discussão sobre temas que estão na pauta da administração...o Movimento Passe Livre exercitou seu legítimo direito", escreveu ontem, ao se desculpar. 

Segundo ele, o texto "foi fruto de desabafo feito por pessoas que estavam há muito tempo paradas no trânsito, mas que tinham compromisso com seus filhos". Ele diz que se manifestou como cidadão. "Foi uma forma de expressão, jamais caracterizando aquiescência com execuções ou arbitrariedades".

Em março de 2011, ele escreveu num processo que um policial deveria melhorar sua mira. "Bandido que dá tiro para matar tem que tomar tiro para morrer. Lamento que tenha sido apenas um dos rapinantes enviado para o inferno. Fica o conselho: melhore sua mira". A Procuradoria-Geral de Justiça avaliará a publicação.Informações e imagem da Folha
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Escolas em tempo integral paulistas eliminam História, Geografia e Ciências dos anos iniciais do Fundamental, o que é visto com desconfiança por especialistas

10.06.2013
Do portal da Revista CartaCapital
Por  Tory Oliveira 
Márcio Fernandes / Estadão Conteúdo
Lisete Arelaro
Para Lisete Arelaro, da FE-USP, ideia que pauta mudanças é datada: "Essa discussão surgiu nos anos 1960, e nos 1980 era difícil encontrar quem defendesse que só Português e Matemática alfabetizam"
Alunos das escolas de tempo integral da rede estadual de São Paulo não terão mais disciplinas específicas de História, Geografia e Ciências Físicas e Biológicas nos três primeiros anos do Ensino Fundamental. A mudança, publicada no Diário Oficial em janeiro, causou polêmica entre professores e profissionais ligados à educação. De acordo com a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, o objetivo das alterações é fortalecer a alfabetização em Língua Portuguesa e Matemática, disciplinas cujo desempenho dos alunos é alvo de avaliações externas como o Saresp e a Prova Brasil, e tornar o ensino mais atraente. Há quem questione, porém, a eficácia de focalizar os esforços e as aulas apenas em Português e Matemática, abordando as demais apenas de forma transversal nos primeiros anos dessa etapa do ensino. A desvalorização das disciplinas fora da grade, a concepção de alfabetização e a influência excessiva das avaliações nas escolas também foram questionadas por especialistas ouvidos pela reportagem.
Nas duas propostas curriculares sugeridas pela Secretaria Estadual de Educação e publicadas no Diário Oficial em 19 de janeiro, o espaço indicado na tabela para as disciplinas História, Geografia e ­Ciências aparece ocupado com um traço. Já Língua Portuguesa, Educação Física/Artes e Matemática aparecem formalmente na grade, com a porcentagem da carga horária indicada. No 4º e 5º ano, as disciplinas excluídas voltam a corresponder, cada uma, a 10% do total do tempo em sala de aula. Nos anos finais, as disciplinas também aparecem.
A mudança causou estranhamento entre os professores e profissionais das áreas de História, Geografia e Ciências. Especialistas de disciplinas que ganharam mais ­espaço no ­novo currículo, como Língua Portuguesa e Matemática, também se manifestaram de maneira contrária à nova resolução. “Nós estranhamos muitíssimo. Até porque é uma modificação que atinge exatamente as escolas de tempo integral, que teriam ­tempo em dobro para trabalhar essas questões”, ­observa Lisete Arelaro, diretora da ­Faculdade de Educação da USP.
A justificativa do projeto de fortalecer o ensino de Língua Portuguesa e Matemática não convenceu a professora da Faculdade de Educação da USP e especialista em alfabetização Silvia Colello. “Eu sou contra, porque acho que não existe língua desvinculada de um conteúdo”, afirma. Na avaliação da especialista, o ideal seria que as disciplinas fossem trabalhadas de forma dialética: o aprendizado da Língua Portuguesa favoreceria a aquisição de conhecimentos oriundos das demais disciplinas e, por sua vez, o interesse pelos conteúdos motivaria a alfabetização e a aquisição da linguagem. Para Lisete Arelaro, essa concepção de ­alfabetização é considerada superada na educação desde os anos 1980. “Essa discussão começou na década de 1960 e na de 1980 já era difícil encontrar alguém da área de Educação que defendesse a posição de que só Português e Matemática alfabetizam.”
Para o historiador Arnaldo Pinto Júnior, professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), o movimento explicita a ideia de que as disciplinas de História, Geografia e Ciências não contribuem para o processo de alfabetização e letramento das crianças. “Essas disciplinas são consideradas supérfluas. A ideia é que elas não qualificam a formação dos alunos em geral, o que nós achamos inverídico”, afirma o professor, que também é um dos coordenadores do GT de Ensino de História e Educação da Associação Nacional de História.
A Secretaria de Educação, porém, informou que não houve nenhuma mudança nas disciplinas da base comum. “O que houve foi um aperfeiçoamento da parte diversificada, com a implementação de atividades complementares e oficinas curriculares com novos temas nas quatro áreas de conhecimento (Linguagem, Matemática, Ciências ­Humanas e Naturais)”, informou a assessoria de imprensa. A Secretaria Estadual de Educação insistiu que as disciplinas já não constavam formalmente na grade nos últimos anos, mas não estão excluídas e são abordadas pelos professores nas demais aulas.
As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental consideram obrigatórios conteúdos de Ciências da Natureza (Físicas e Biológicas) e Humanas (História e Geografia), além de Português, Matemática, Arte e Educação Física. No entanto, o documento admite a possibilidade de que esses componentes sejam oferecidos de modo interdisciplinar.
Para Arnaldo Pinto, a noção de que é possível trabalhar conhecimentos históricos, geográficos e científicos em outras aulas desvaloriza essas disciplinas: “Se sou um professor que está sendo cobrado para dar aulas sobre letramento, leitura e compreensão e sobre soma, subtração e multiplicação, o que vou fazer? Não vou trabalhar com ­Geografia, História e Ciências”.
Para Antonio Simplício de Almeida Neto, professor do Departamento de História da Unifesp, a mudança elimina a possibilidade de concretização de um movimento que vinha acontecendo nos últimos anos nos cursos de Pedagogia, responsável por formar profissionais para Educação Infantil e Fundamental. A maioria das faculdades de Pedagogia reserva poucos semestres para o ensino de História, geralmente dividido com Geografia. No entanto, nos últimos anos, os cursos estavam ampliando o número de aulas específicas de formação de professores para o assunto. “Os cursos de Pedagogia estavam acordando para a importância de ampliar o número de aulas de formação de professores com maior especificidade no ensino de História”, conta.
Apesar da celeuma causada pela oficialização da nova matriz curricular, Helenice Ciampi lembra que o ajuste faz parte de um processo em curso pelo menos desde 2008, quando outra resolução estabeleceu diretrizes para o currículo do Ensino Fundamental nas Escolas Estaduais de Tempo Integral. Segundo Helenice, as escolas só receberam orientações para o segundo ciclo do Fundamental e para o Ensino Médio na área de História. Quanto à informação de que os conhecimentos seriam trabalhados durante as outras aulas, Helenice é cética: “Esses conhecimentos podem ser abordados em outras disciplinas, mas o professor não se sente obrigado nem é preparado para isso, pois não há orientação”.
Realizado em março, o Fórum São Paulo sem Passado reuniu professores ligados à área na capital paulista para discutir a reforma curricular. Uma das questões levantadas pelos educadores foi a possibilidade de que a mudança no currículo em São Paulo influencie os demais estados. “O que é feito em São Paulo ainda exerce influência em outros estados”, afirma Helenice Ciampi. “São Paulo trouxe a questão do ensino apostilado, por exemplo, que se espalhou depois pelo Brasil.”
Ligado à área da Matemática, Nilson Machado classifica a nova orientação como equivocada. Na opinião do professor da ­Faculdade de Educação da USP, é preciso uma formação básica inicial, em todas as séries, em História, Geografia e Ciências. “O que me parece é que uma medida como essa tem como objetivo pragmático melhorar os resultados em avaliações que cobram Português e Matemática, como o Saresp, no caso de São Paulo.”
Para Machado, as avaliações não deveriam ser tratadas como um fim, mas sim como um meio. “Hoje, não só ela é considerada um fim como passa a pautar os conteúdos que serão abordados nas escolas. Está tudo invertido.”
Para a diretora da Faculdade de Educação da USP, Lisete Arelaro, a corrida pela alfabetização na idade certa e por melhores resultados em avaliações externas tem pressionado as escolas a só ensinar a ler, escrever e contar “como era antigamente”. “É uma visão saudosista do que significa os anos iniciais”, pondera.
Silvia Colello afirma que a medida é uma tentativa desesperada para resolver o grande desafio da alfabetização. O tiro, porém, pode sair pela culatra. Segundo a especialista, estudar assuntos oriundos das demais disciplinas abre um leque de conhecimento de mundo para as crianças e dá sentido ao processo de alfabetização. “Acho que não se pode alfabetizar sem dar para o aluno uma razão para ele aprender a ler e a escrever, e a razão é justamente contar histórias, descobrir o mundo”, pondera.
A nova resolução, na opinião de Lisete, demonstra um retrocesso e um desconhecimento a respeito do processo de alfabetização e da concepção dos anos iniciais do Ensino Fundamental. “Voltamos à ideia de que as séries iniciais existem apenas para alfabetizar e o que alfabetiza é Português e Matemática, o resto é estória, com ‘e’ e não com “h” maiúsculo.”
Outras mudanças
Os alunos do Ensino Fundamental das escolas de tempo integral da rede estadual de São Paulo também serão afetados por outras mudanças. No modelo anterior, havia maior separação entre as disciplinas básicas e as oficinas temáticas, oferecidas sempre no contraturno. A nova diretriz prevê que as disciplinas regulares e as atividades complementares sejam distribuídas de modo alternado ao longo dos dois turnos de funcionamento das unidades, aumentando sua integração. O novo currículo define outros dez temas para as oficinas curriculares, que podem ser obrigatórias ou eletivas, a critério da escola. Nos anos iniciais, as escolas deverão ter pelo menos oito das dez oficinas e nos finais, pelo menos seis. Além disso, atividades complementares como hora da leitura, produção de texto e experiências matemáticas passam a ser obrigatórias para o primeiro ciclo (1º ao 5º ano), assim como o ensino de língua estrangeira.
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ESPIONAGEM DOS EUA: Os cyber-talibãs dos EUA

10.06.2013
Do BLOG DO MIRO, 09.06.13
Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

http://latuffcartoons.wordpress.com/
Com a revelação, pelo Wall Street Journal, de que o monitoramento pela Agência Nacional de Segurança das ligações telefônicas atingia todos os aparelhos das três maiores operadoras de telefonia dos EUA e as empresas de cartão de crédito, além do Facebook e do Google, haverá uma mudança na forma da opinião pública americana encarar a espionagem e a violação de privacidade em nome do combate ao terrorismo.

Até agora, admitia-se tudo, porque os atingidos eram estrangeiros ou mesmo nacionais “fanáticos” ou “fundamentalistas religiosos”.

Agora, cada norte-americano sabe que está sob uma possível vigilância em sua vida particular e econômica. A espionagem não é sobre o outro, nem sobre o próximo. É sobre ele mesmo.

Seus telefonemas, seus e-mails, suas mensagens em redes sociais, tudo

Não se espera, claro, que isso vá provocar uma indignação geral num país acostumado à ideia de que a “segurança nacional” está intimamente ligada à ideia de dominação e poder inseparável da “alma americana”.

Mas vai despertar, sobretudo entre os mais jovens, a certeza de que o sistema político americano está falido, porque mesmo os que se opunham à “Doutrina Bush”, como os democratas, são capazes de praticar os mesmos atos de violação.

Quanto a nós, que operamos boa parte de nossas vidas pela telefonia ou pelos computadores, resta começar a exigir supervisão pública das operações destas empresas no Brasil, diante da nova revelação, feita na edição de hoje do The Guardian, de que há uma ordem presidencial dos EUA para ”Offensive Cyber Effects Operations ”, ou Operações Ofensivas de Efeitos Cibernéticos.

A diretriz de Obama, além de determinar que se elabore “uma lista de potenciais alvos no exterior para os ciber-ataques norte-americanos”, orienta a identificar “capacidades únicas e não-convencionais para avançar os objetivos nacionais dos EUA ao redor do mundo, com pouco ou nenhum aviso ao adversário ou alvo, e com efeitos potenciais que vão desde sutis até os severamente prejudiciais “.

Ou seja, uma guerra cibernética não declarada.

Ou algo como um “terrorismo cibernético internacional”, uma versão high-tech do que acusa os grupos terroristas que diz combater.
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MÍDIA GOLPISTA CONTRA O BRASIL: De costas para o Brasil

10.06.2013
Do blog ESQUERDOPATA,09.06.13


O colapso da mídia conservadora chegou antes da falência do país, vaticinada há mais de uma década pelo seu jornalismo. Estadão, Abril, Folha, Valor lideram a deriva de uma frota experiente na arte de sentenciar vereditos inapeláveis sobre o rumo da Nação, enquanto o seu próprio vai à pique. De bagres a pavões, cabeças experimentam o fio gelado da guilhotina dos custos. 

As corporações que fazem água nesse momento não são entes genéricos; não praticam qualquer  jornalismo; não reportam qualquer país, tampouco adernam num ambiente atemporal. Uma singularidade precisa ser reposta: o jornalismo dominante virou as costas ao país. Se a tecnologia envelheceu o suporte, o conservadorismo esférico mumificou a pauta. A saturação da narrativa antecedeu o esgotamento do meio. 

Ao ocupar diariamente suas páginas com a  reprodução da mesma matéria, as corporações contraíram um  vírus fatal ao seu negócio: o bacilo da previsibilidade. Há quanto tempo as manchetes, colunas e reportagens disparadas do bunker dos Frias deixaram de surpreender o leitor? Existe algum motivo para ler amanhã um jornal que hoje tem a frase seguinte antecipada na anterior? E na anterior da anterior e assim sucessivamente? 

O golpe de misericórdia tecnológico,no caso brasileiro, talvez seja apenas isso. Uma gota d'água adicional em um galeão perfurado de morte pelos próprios artefatos. O naufrágio serve também de alerta à comunicação progressista.

Carta Maior
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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com.br/2013/06/de-costas-para-o-brasil.html

JORNALISMO DE ESGOTO: Revista Veja é condenada - II

10.06.2013
Do BLOG DO SARAIVA, 08.06.13


Merece destaque a decisão da Justiça gaúcha que condenou a Revista Veja, da Editora Abri, e as jornalistas Mônica Weinberg e Camila Pereira a indenizar, por danos morais, no valor de R$ 80 mil, a um professor de História do Colégio Anchieta, situado em Porto Alegre.

O dano moral em liça emergiu da veiculação pela Veja, edição nº 2074, da matéria "Prontos para o Século XIX". Segundo a sentença de 1ª instância, confirma pelo Tribunal de Justiça em sede de apelação, a reportagem produzida pelas jornalistas descontextualizou e distorceu fatos, expondo aos leitores, de forma irônica, que educadores e instituições de ensino incutem ideologias anacrônicas e preconceitos esquerdistas nos alunos.

A magistrada entendeu que a revista Veja pressupõe equivocadamente que os pais são omissos e não sabem o que os filhos estão aprendendo em sala de aula. Também disse que a matéria agride ao concluir que os professores levam mais a sério a doutrinação esquerdista do que o ensino das matérias em classe.

A sentença, confirmada pelos desembargadores da 10ª Câmara Cível  do TJ/RS, ainda identifica que o texto das jornalistas ofendeu a honra do professor ao qualificá-lo, de forma pejorativa, como esquerdista, sem a sua autorização, de modo a extrapolar os limites da liberdade de imprensa.

Confiram a nota produzida pela assessoria de imprensa do TJ/RS:

Revista de circulação nacional indenizará professor da Capital

Por veicular reportagem cujos fatos foram descontextualizados e distorcidos, a Editora Abril S/A e as jornalistas Mônica Weinberg e Camila Pereira terão que indenizar um Professor de História de Porto Alegre, em R$ 80 mil, de forma solidária. A decisão da 10ª Câmara Cível do TJRS confirma sentença de 1° Grau, mantendo também a obrigação dos réus de publicar na revista Veja o teor da decisão da Juíza Laura de Borba Maciel Fleck.

Caso

Professor de História do Colégio Anchieta, na Capital, ajuizou ação indenizatória por danos morais em desfavor da Editora Abril S/A e das jornalistas autoras da reportagem intitulada "Prontos para o Século XIX", divulgada pela revista Veja nº 2074.  De acordo com o autor, a publicação teve o objetivo de expor ao leitor, de forma irônica, que os educadores e as instituições de ensino incutem ideologias anacrônicas e preconceitos esquerdistas nos alunos.

Ele destacou um trecho da publicação:

"Cena muito parecida teve lugar em uma classe do Colégio Anchieta, de Porto Alegre, outro que figura entre os melhores do país. Lá, a aula de história era animada por um jogral. No comando, o professor Paulo Fiovaranti. Ele pergunta: ‘Quem provoca o desemprego dos trabalhadores, gurizada?’. Respondem os alunos: ‘A máquina’. Indaga, mais uma vez, o professor: ‘Quem são os donos das máquinas?’. E os estudantes: ‘Os empresários!’. É a deixa para Fiovaranti encerrar com a lição de casa: ‘Então, quem tem pai empresário aqui deve questionar se ele está fazendo isso’. Fim de aula".

De acordo com o autor, a reportagem distorceu fatos ocorridos em sala de aula, o que foi expressado em tom ofensivo e permeada de generalização infundada. Mencionou que as rés fizeram afirmações gratuitas e levianas, tornando o autor uma espécie de “ícone” representativo de uma classe de profissionais ignorantes, despreparados.

Citados, as rés sustentaram que a equipe da revista foi autorizada a assistir aulas nas duas escolas citadas na matéria, assim como fotografar e divulgar os nomes dos professores. Alegaram que a gravação da aula demonstra os ensinamentos do autor em sala de aula, indo ao encontro com o entendimento de que não se observa neutralidade política na aula ministrada pelo autor.

1° Grau

Para a Juíza Laura Fleck, a publicação deixou de registrar que o professor ministrava aula sobre a Revolução Industrial, Século XVIII, estabelecendo relações entre o passado e o presente, a fim de estimular a atenção e o raciocínio dos alunos. "Forçou, a reportagem, ao afirmar a ideologia política do autor e estereotipá-lo como esquerdista por conta de seu método de ensino, desconsiderando os seus mais de 15 anos como professor e a tradição da escola, transpondo a fronteira da veracidade e da informação", afirmou a magistrada.

"Tenho que o conteúdo da matéria jornalística, além de ácido, áspero e duro, evidencia a prática ilícita contra a honra subjetiva do ofendido. A reportagem, a partir do momento que qualifica o autor como esquerdista, com viés, de resto, pejorativo, sem a autorização do demandante, extrapola os limites da liberdade de imprensa", ressaltou a julgadora.

"A revista está pressupondo que os pais são omissos e não sabem o que os filhos estão aprendendo na escola. Da mesma forma, a publicação é agressiva ao afirmar que os professores levam mais a sério a doutrinação esquerdista do que o ensino das matérias em classe, induzindo o leitor a entender que o autor deve ser incluindo como este tipo de profissional", completou a Juíza, que fixou a indenização a título de danos morais em R$ 80 mil. A quantia vai acrescida de correção monetária pelo IGP-M a contar da publicação da sentença e de juros de mora de 1% ao mês incidentes a partir do evento danoso (20/08/08).

Condenou os réus, solidariamente, a publicarem na revista "Veja", sem qualquer custo para o autor, a sentença condenatória. A decisão é do dia 31/10/12.

Recurso

As partes recorreram ao TJ. O autor da ação buscou a majoração do valor da indenização por dano moral e os demandados defenderam a reversão completa da decisão proferida.

Ao analisar a apelação, o Relator, Desembargador Marcelo Cezar Müller, enfatizou que o direito de informação pode ser livremente exercido, mas sem necessidade de ofensa ao direito do professor, no caso, do autor da ação. "Contudo, na hipótese, a ofensa não era necessária e em nada contribuía para a apresentação do tema de forma clara e consistente ao público. Referiu-se o nome do professor de maneira a extrapolar o exercício regular de um direito. Isso porque uma parte da aula, que possuía um contexto, foi destacado e inserido na reportagem. Esse modo de apresentar o tema, em relação ao autor, escapou da completa veracidade do fato", avaliou o relator. "Existiu o excesso, sem qualquer necessidade, que não era requisito para ser exercido plenamente o direito de informar", completou o Desembargador.

O relator afastou a condenação referente à publicação da sentença condenatória na Veja, mas teve o voto vencido nessa questão. O Desembargador Jorge Alberto Schreiner Pestana divergiu do relator, e votou por manter a condenação também neste tópico. Ele foi acompanhado pelo Desembargador Paulo Roberto Lessa Franz.

Apelação Cível 70052858230


Charles Leonel Bakalarczyk
No Advivo

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Congresso Nacional da CNTSS/CUT elege nova Direção da Confederação para o mandato de 2013/2016

10.06.2013
Do portal da CNTSS/CUT,31.05.13
Por Assessoria CNTSS/CUT

Presidente eleito da CNTSS/CUT,  Sandro Cezar,  diz estar feliz pela escolha e fala dos desafios da Seguridade Social



O Congresso, que aconteceu de 27 a 31 de maio na Capital, também aprovou o Plano de Lutas que norteará os trabalhos da Confederação neste novo período.

Delegados do 6º Congresso Nacional da CNTSS/CUT elegem nova Direção da Confederação para o mandato de 2013/2016
Reunidos desde a última segunda-feira, 27/05, os delegados presentes ao 6º Congresso Nacional da CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social elegeram na tarde desta quinta-feira, 30/05, a nova Direção Nacional da entidade para o mandato 2013/2016. A posse dos 44 dirigentes eleitos aconteceu em solenidade realizada logo após a aclamação do resultado por parte dos delegados presentes à Plenária, cerca de 380 vindos de todos os Estados e do Distrito Federal.
Cerca de 180 sindicatos das categorias que compõem o Ramo da Seguridade Social -  Saúde, Previdência e Assistência Social, dos setores público e privado, estavam  representados neste Congresso. Os delegados presentes ao processo de votação elegeram por unanimidade a nova Direção da CNTSS/CUT. Foram eleitos os dirigentes para as seguintes instâncias da Confederação: Direção Executiva (14), Direção Nacional (17), Suplência (7), Conselho Fiscal (3) e Suplência do Conselho Fiscal (93) - lista completa logo abaixo.

Para a presidente da gestão anterior, Maria Aparecida Faria, o 6º Congresso Nacional da CNTSS/CUT foi um momento rico de discussão para a categoria. Foi uma agenda com palestras e conferências que abordaram temas importantes para as lutas desenvolvidas por nossos Sindicatos. A Seguridade Social tem um peso muito significativo dentro da estrutura social. As várias políticas públicas desenvolvidas em todo o país permitem agregar desenvolvimento econômico e social.

De acordo com a presidente, “reunir cerca de 380 delegados de todo os estados do país para debater e propor políticas que valorizem os trabalhadores da seguridade social e que tragam  mais qualidade ao atendimento prestado aos usuários do sistema, é, sem dúvida nenhuma, um momento muito importante de organização da classe trabalhadora. Também vejo que este Congresso acontece num momento em que a Confederação completa 18 anos de criação e demonstra de forma clara e inequívoca o amadurecimento de sua organização e de seu poder de mobilização,” destaca.

“Além deste intenso momento de reflexão e de proposição de novas estratégias de luta, o nosso Congresso deu um exemplo muito expressivo de democracia, com a eleição por aclamação da nova Direção da Confederação. Foi um debate transparente e pautado no diálogo. A escolha do companheiro Sandro Cesar, da categoria dos Agentes de Saúde e Endemias (Funasa), que já exercia o cargo de Secretário de Comunicação, para a presidência da Confederação me deixou muito feliz. Ele é um companheiro que tenho muito apreço e que sempre demonstrou suas capacidades. Além dele, os demais companheiros eleitos são também muito valorosos e capacitados para fazer com que a CNTSS/CUT avance em suas lutas. Quero desejar a todos um bom mandato”, afirma a presidente.

O presidente eleito, Sandro César, por sua vez, fez questão de frisar que o Ramo da Seguridade tem cumprido um papel expressivo no desenvolvimento econômico e social do país.  “Quero dizer que a Seguridade Social é uma área desenvolvedora de políticas públicas essenciais para trazer qualidade de vida para a população e para consolidar mudanças estruturais fundamentais para a sociedade brasileira. A CNTSS/CUT nestes últimos anos cumpriu de forma eficiente suas prerrogativas de defesa dos direitos da classe trabalhadora e dos preceitos da Seguridade fundamentados desde a Constituição de 1988 e defendidos pelos trabalhadores”, afirma.

Sobre o mandato da nova Direção da CNTSS/CUT, o presidente eleito diz que “será pautado sempre pelo diálogo. Estou muito feliz. Posso garantir que vou trabalhar muito para honrar este voto de confiança demonstrado pelos companheiros. Sabemos dos desafios da Confederação em defesa dos trabalhadores e das políticas verdadeiramente progressistas voltadas a Seguridade. Vamos trabalhar para ampliar as conquistas alcançadas nestes últimos anos e lutar para construir o nosso Plano de Lutas aprovado neste nosso Congresso. Temos muito trabalho pela frente, mas estamos muito otimistas,” afirma Sandro César.

O 6º Congresso Nacional da CNTSS/CUT, que aconteceu de 27 a 31 de maio, teve em sua agenda temas como: ‘A Seguridade Social na Perspectiva do Desenvolvimento do Brasil’, Análise da Conjuntura Nacional e Internacional; Previdência Social e os Trabalhadores; Força de Trabalho na Seguridade Social; e Gestão e as relações de trabalho na Seguridade Social.
Na segunda-feira, 27, também foi realizado o 2º Encontro Nacional de Mulheres do Ramo da Seguridade Social. Cerca de 180 delegadas participaram. O Encontro precedeu as discussões do 6º Congresso e foi um momento importante para discussão das questões relativas às lutas e conquistas das mulheres nos espaços sindical, de trabalho e na sociedade.

Mesas e debates do Congresso

Na terça-feira, 28/05, foi apresentada uma Análise de Conjuntura Nacional e Internacional a partir da exposição de Márcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Abramo, economista e professor livre docente da Unicamp. Na sequência, aconteceu a Conferência: “A Seguridade Social na perspectiva do desenvolvimento do Brasil”. Trabalhou o tema o doutor em Economia, professor do IE/UNICAMP e Pesquisador do CESIT/UNICAMP, Eduardo Fagnani.

À tarde, o painel “A Previdência Social e os trabalhadores” foi apresentado por Milko Matijascic, assessor técnico da presidência do IPEA; Elisete Berchiol da Silva Wai, secretária executiva adjunta do Ministério da Previdência Social; Ângelo D´Agostini Jr, diretor do Sindsaúde-SP e do PrevSP.

Às 16h00 aconteceu o segundo painel do dia: “A Força de Trabalho na Seguridade Social”, com as exposições de Maria Helena Machado, pesquisadora titular do DAPS e coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recursos Humanos em Saúde – NERHUS; e representante do Ministério do Desenvolvimento Social.

Na quarta-feira, 29/05, aconteceu o painel “A gestão e as relações de trabalho na Seguridade Social”, com a exposição de Sergio Eduardo Arbulu Mendonça, secretário de Relações do Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O ciclo de mesas temáticas proposto pela coordenação do Congresso terminou neste dia e foi dado início ao processo de avaliação das ações e políticas desenvolvidas nos últimos anos, assim como debateram propostas a serem implementadas nos próximos períodos.

A agenda desta quinta-feira, 30/05, ficou por conta da aprovação do Plano de Lutas da categoria e a eleição da nova Direção para o triênio de 2013 a 2016. Confira a os dirigentes eleitos:

DIREÇÃO CNTSS/CUT 2013-2016

DIREÇÃO EXECUTIVA

1. Presidente: Sandro Alex de Oliveira Cezar – Sintsaúde RJ
2. Vice-presidente: Reginaldo Tomaz de Jesus – Sindsaúde MG
3. Secretaria Geral: Célia Regina Costa – Sindsaúde SP
4. Tesouraria: Francisca Alves de Sousa – Sindsprev PE
5. 1ª. Tesouraria: Cláudia da Silva Santos – Enfermeiros  RS
6. Secretaria de Relações Internacionais: Arlindo da Silva Lourenço – Psicólogos SP
7. Secretaria de Comunicação: Terezinha de Jesus Aguiar – Sintfesp GO/TO
8. Secretaria de Formação: José de Ribamar Santos de Assis – Sindsaúde PA
9. Secretaria de Organização: Raimundo Rodrigues Cintra – Sindsprev BA
10. Secretario de Políticas Sociais: Cícero Lourenço da Silva – Sindprev AL
11. Secretaria de Mulheres: Maria A. A. G. Faria – Sindsaúde SP
12. Secretaria de Relações do Trabalho – Maria de Fátima Veloso Cunha – Sindsaúde GO
13. Secretaria de Políticas de Combate ao Racismo – Robson  Teixeira Góes – Sindacs BA
14. Secretaria de Saúde do Trabalhador: Ademir Portilho Proni  – Saúde Privada  Guarulhos/SP

DIREÇÃO  NACIONAL

1.     Luiz Carlos Vilar – Sindsprev SE
2.     Cleidinir Francisca do Socorro – Sindsaúde AM
3.     Célio dos Santos – Sindprev AL
4.     Luciene Bonfim  Nascimento da Silva  – Sindsaúde Rede Privada BA
5.     Antonio Raimundo Teixeira Carvalho  – Sindsaúde Rede Privada BA
6.     Benedito Augusto – Sindsaúde SP
7.     Renato Almeida de Barros – Sindsaúde MG
8.     Berenice de Freitas Muniz – Sindsaúde MG
9.     Maria Julia Reis Nogueira – Sintsprev MA
10.  Élio Araújo  de Oliveira – Sindsprev MS
11.  José do Bonifácio do Monte – Sindprev PE
12.  Adão Pereira Alves – Sindprev DF
13.  Margaret Alves Dallaruvera –  FENAS
14.  Maria de Fátima Frazão – SINDACS PE
15.  Manoel Pereira de Miranda – Sintras TO
16.  Maria Anízia Gonçalves Marçal – SINTSS MS
17.  Raquel Prestes de Mello – Saúde Privada de Curitiba

SUPLÊNCIA

1.     Maura Laureano de Sousa Silva – Sindprev DF
2.     Sinézio da Mota Barros – Enfermeiros TO
3.     Tânia Freitas de Melo – Sindprev BA
4.     Mauro Plácido Ribeiro – Sindsprev PB
5.     Miriam Ribeiro de Andrade – Sindsaúde PA
6.     Luiz Claudio Celestino – SINDACS CE
7.     Everaldo de Almeida Paré – FESSERS RS

CONSELHO FISCAL

1.     Fernando de Oliveira Rocha – Sindsprev MS
2.     Maria Ap. Neri da Silva – SINTRAEMFA SP
3.     Lucia Esther Duque Moliterno – Enfermeiros BA

SUPLÊNCIA DO CONSELHO FISCAL

1.     Leocides José de Sousa – Sindsaúde GO
2.     Leonildes Silva – Sintsprev MA
3.     Lucivaldina Brito da Boa Sorte  – Sindprev BA
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Fonte:http://www.cntsscut.org.br/destaques/1889/delegados-do-6-congresso-nacional-da-cntss-cut-elegem-nova-direcao-da-confederacao-para-o-mandato-de-2013-2016

Republicanos pedem extradição de responsável por revelar escândalo de espionagem dos EUA

10.06.2013
Do portal OPERA MUNDI
Por  Redação | São Paulo  

Congressista ameaça países que oferecem asilo político a Edward Snowden, norte-americano e ex-funcionário da CIA
Revelar arquivos secretos do governo dos EUA pode custar caro a Edward Snowden

Senadores republicanos anunciaram nesta segunda-feira (10/06) que desejam a imediata extradição dele, responsável por divulgar documentos que comprovam que o governo de Barack Obama espiona seus cidadãos pela internet e linhas telefônicas.

“O governo dos EUA deve processar Edward de todas as formas que a lei permitir e começar os procedimentos de extradição na data mais próxima”, afirmou o senador republicano Peter King à imprensa norte-americana. 

Agência Efe
Edward Snowden pode sofrer processo interno da Inteligência norte-americana, levando o a cumprir vários anos de prisão

Peter King também acredita que nenhum país do mundo deve interferir no assunto. “Os EUA devem deixar claro que nenhum país deve garantir asilo político. Essa é uma questão extraordinariamente da Inteligência norte-americana”, ameaça.

Além das investidas republicanas, a NSA (sigla em inglês de Agência de Segurança Nacional) também promete processar o ex-funcionário com uma ação interna, que poderia custar anos de prisão a Snowden. “Qualquer pessoa que teve acesso às informações mais sigilosas da NSA sabe que precisa proteger essas informações e agir conforme a lei norte-americana”, afirmou o porta-voz do governo norte-americano, Shaw Turner.

O porta-voz da direção da Inteligência Nacional, James Clapper, confirmou neste domingo (09) que o caso foi direcionado para a Justiça e, agora, a NSA está apurando os “danos causados pelo vazamento de informação feitos por Snowden.

Em nota oficial, o governo afirma que irá avaliar as reportagens e as denúncias feitas Edward Snowden e que, caso seja verdade, o caso será tratado como “grave violação ao código de conduta e os valores da NSA”.

Segundo informações do jornal Guardian, Snowden trabalhou durante quatro anos para a NSA como empregado de várias companhias beneficiárias de contratos de defesa, sendo a última delas a Booz Allen Hamilton, da qual teve acesso a informações secretas.

O jovem passou uma década ligado à inteligência norte-americana, primeiro como engenheiro de computação da CIA, em Genebra, depois como consultor em várias empresas de defesa estrangeiras que colaboram com a NSA.

Snowden está atualmente em Hong Kong, para onde viajou em 20 de maio após deixar seu trabalho como consultor da NSA no Havaí, uma vez colhida a informação e copiados os documentos recentemente divulgados.

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PAC 2 investiu 56,3% do previsto até 2014, diz governo

10.06.2013
Do portal da Agência Brasil
Por Daniel Lima*

Brasília - O Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2) investiu R$ 557,4 bilhões em infraestrutura logística, social e urbana até junho deste ano. Esse valor corresponde a 56,3% do total previsto até 2014.
Em termos de ação foram concluídas 54,9% do que era previsto até 2014, o que corresponde a R$ 388,7 bilhões, resultado 18,4% superior ao apresentado no último balanço de (R$ 328,2 bilhões).
inv
No último balanço do PAC 2, no início do ano, o governo informou que 47,8% de R$ 1 trilhão previstos em investimentos para o período 2011-2014 já haviam sido feitos.
O programa de retomada de planejamento e execução de obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética é dividido em seis eixos: urbanização, fornecimento de água e eletrificação, moradia, transportes, energia e cidadania.

*Colaboraram Danilo Macedo e Pedro Peduzzi            //               Edição: Lílian Beraldo
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BIOGRAFIA DE DIRCEU É CASO PARA O PROCON

10.06.2013
Do portal BRASIL247
Por Breno Altman*

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Jornalista Breno Altman disseca livro de repórter da revista Veja; aponta erros factuais, contradições e pressa; falta de checagem entre afirmações e fontes leva texto a envolver ex-ministro José Dirceu em situações das quais não há registro nenhum de sua participação; presença de Thaís Oyama, chefe do autor Otavio Cabral na revista, tanto na copidescagem do livro como no texto da capa de Veja que o anuncia mostra que "promiscuidade é irrelevante" para os padrões éticos da publicação semanal; "É um desrespeito ao leitor e ao código de defesa do consumidor", diz resenhador; artigo exclusivo
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