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sexta-feira, 31 de maio de 2013

MÍDIA GOLPISTA :REVISTA ÉPOCA INSTIGA A REVOLTA DA CLASSE MÉDIA

31.05.2013
Do portal BRASIL 247

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Depois de atirar alimentos em Dilma no lobby do tomate, revista de João Roberto Marinho ataca a “inflação de serviços”, que reverteria a conta dos erros do governo para o público A/B; “O desenvolvimento nos últimos dez anos não contemplou a classe média tradicional, que está espremida, nervosa”, aponta no texto o economista Waldir Quadros, professor da Universidade de Campinas (Unicamp)

247 – Na semana em que o Banco Central elevou a taxa de juros ao patamar de 8% e, assim, esfriou os estímulos de crescimento do governo ao encarecer custo do dinheiro para combater inflação, a revista Época alarma a classe média.

A publicação de João Roberto Marinho diz que a massa A/B, formada por 21,5 milhões de pessoas, o equivalente a 11,2% da população brasileira, está pagando pelos erros do governo. “O desenvolvimento nos últimos dez anos não contemplou a classe média tradicional”, disse no texto o economista Waldir Quadros, professor da Universidade de Campinas (Unicamp). “A classe média está espremida, nervosa.”

Leia trechos:

A classe média tradicional ainda representa cerca de um quarto do consumo nacional, de acordo com a Nielsen, uma empresa de pesquisa e análise de mercado – uma fatia estimada em cerca de R$ 800 bilhões por ano, equivalente a 35 vezes o custo do Bolsa Família para o governo em 2013.

Ao contrário do que ocorre com as faixas de renda mais baixa, o responsável pela alta no custo de vida dessa faixa da população não é a inflação do tomate ou de outros alimentos. O que mexe com o bolso da classe A/B é um fenômeno chamado pelos economistas de “inflação de serviços.

Essa inflação dos serviços não se reflete plenamente nos principais indicadores de inflação do país. No IPCA, o índice oficial, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os serviços representam apenas 20% do total, embora alcancem 60% ou até 70% dos gastos familiares nas faixas de renda mais alta, segundo Renato Meirelles, diretor do Instituto Data Popular.
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CORRUPÇÃO TUCANA:Sócio de Valério confirma que fez parte da coordenação da campanha de Aécio Neves em 2002

31.05.2013
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 30.05.13

Por que Aécio está no palanque ao lado de Joaquim Barbosa, em vez de estar denunciado junto com os outros?
Ramom Hollerbach confirmou que fez parte da coordenação da campanha de Aécio em 2002. 
Ramon Hollerbach, ex-sócio de Marcos Valério, recebeu a segunda maior pena no julgamento do "mensalão": 29 anos, 7 meses e 20 dias de prisão. Na edição desta semana, a revista IstoÉ trouxe reportagem com ele e seu outro sócio, Cristiano Paz (também condenado, a mais de 25 anos). Ambos concederam entrevista exclusiva ao jornalista Paulo Moreira Leite.

Entre várias inconsistências que eles apontam no julgamento, desde interpretações equivocadas até fatos inverídicos apresentados como se tivessem ocorrido, uma informação nova citada é explosiva.

A certa altura a reportagem, discretamente, afirma: "Em 2002, Hollerbach fez parte da coordenação da campanha que levou Aécio Neves ao governo de Minas Gerais".

E agora? Como explicar a blindagem de Aécio Neves nessa história toda? Por que o tucano mineiro ficou fora da denúncia?

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Forbes: Veja é odiada no Brasil e se envolveu em corrupção

31.05.2013
Do blog VI O MUNDO, 30.05.13
Por Stanley Burburinho, baseado em dica @JaildonLima

Revista Forbes publicou matéria sobre a morte de Roberto Civita e a Editora Abril. Diz que Veja é um dos meios de comunicação mais odiados do Brasil e que se envolveu em corrupção e lavagem de dinheiro:

Billionaire Roberto Civita, Brazilian Media Baron, Dies At 76 

Apesar de amplamente lida, a publicação é também um dos meios de comunicação mais odiados do Brasil, devido ao seu conteúdo editorial de direita, cheio de lançadores de bombas políticas e sua clara oposição ao atual governo do Partido dos Trabalhadores.
(…)

Mais recentemente, Veja se envolveu em corrupção e em um inquérito de lavagem de dinheiro, que terminou com a prisão em fevereiro de 2012 de Carlos Augusto Ramos, mais conhecido como Carlinhos Cachoeira (Charlie Waterfall), que supostamente é envolvido em jogos de azar no estado de Goiás.

Um rosto conhecido na política brasileira, Cachoeira também foi uma figura-chave do caso Mensalão. Mas, enquanto vários funcionários públicos foram demitidos, ele saiu livre. O Congresso do Brasil criou uma comissão especial para investigar o assunto, que incluía um calendário de audiências de pelo menos 167 convocações. Um dos editores da Veja foi um dos primeiros na lista.
(…)
O texto original, em inglês, está AQUI.

Leia também:

Leandro Fortes: Jornalismo à moda de Al Capone
José Dirceu e a “cultura de esquerda”no Brasil
Amaury promete revelar bastidores do complô para derrubar Lula e Dilma
Nassif: Relatório da CPI do Cachoeira mostra ligações diretas entre jornalistas e crime organizado
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PF descobre o telefone que liga desligado!

31.05.2013
Do blog TIJOLAÇO
Por FERNANDO BRITO

A “apuração” da origem dos boatos que geraram a corrida aos terminais de pagamento da Caixa para sacar os benefícios do Bolsa Família vai se tornando, com o patrocínio da mídia, a cada dia mais digna do Inspetor Clousaeu, o personagem impagável de Peter Sellers no “A pantera cor-de-rosa”.
Agora, segundo a Folha, teriam descoberto que a ligação partiu de uma central telefônica clandestina no Morro do Alemão, no Rio, para um telefone que estava desligado pela operadora.
Calma, querido leitor, não estou delirando. Vou transcrever a Folha:
Investigadores que apuram o envolvimento de empresa de telemarketing no Rio no caso descobriram que um beneficiário do programa recebeu a suposta ligação em uma linha telefônica ilegal, procedente do morro do Alemão.
A linha irregular cria obstáculos para o rastreamento da chamada. Para os investigadores, a suspeita é que o telefonema tenha sido feito por uma central comunitária instalada na favela.
Uma operadora informou à PF que o telefone do beneficiário cadastrado no Bolsa Família estava desconectado por falta de pagamento.”
Quer dizer que temos agora um “gatofone”, como a “gatonet”, sem número ou assinante? Bom saber, pois com as tarifas do jeito que são, o povão vai adorar.
E o telefone que recebe chamada mesmo cortado? Uau, queremos um destes, nunca mais pagamos uma continha sequer.
Melhor que isso só repórter que não pergunta e polícia que não descobre crime político por causa da politização.
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Luciano Martins Costa: Jornalões festejam o “desastre” na economia

31.05.2013
Do blog VI O MUNDO, 30.05.13

JORNALISMO ECONÔMICO

O copo sobre a mesa

Os três principais jornais genéricos de circulação nacional saíram na quinta-feira (30/5) com a mesma manchete, todos eles induzindo o leitor a acreditar que o Brasil se encontra à beira do abismo.

“PIB decepciona, mas BC eleva juros para conter a inflação”, diz o Estado de S.Paulo.

“PIB decepciona, mas BC aumenta juros ainda mais”, ecoa a Folha de S.Paulo.

Numa linguagem mais popular, o Globo anuncia: “Nem Pibinho segura juros, que vão a 8%”.
Em todos eles, o viés é o do desastre iminente.

O ponto de partida para a interpretação catastrofista é mais um resultado frustrante do Produto Interno Bruto, que cresceu 0,6% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2012. O contraponto é a decisão do Banco Central de elevar a taxa de juros em 0,5 ponto porcentual, surpreendendo previsões da maioria dos analistas credenciados pela imprensa, que esperavam uma taxa de 0,25 ponto porcentual.

Mas há algumas interpretações conflitantes e nem todas sustentam o viés catastrofista indicado pelas manchetes. Por exemplo, a melhoria da produtividade da agropecuária fez o setor crescer 9,7% no período, o melhor resultado em cinco anos. O resultado aponta para menos pressão sobre os preços de alimentos nos próximos meses, segundo algumas análises.

As safras dos principais produtos superaram expectativas: a soja, que tem grande peso na cesta da produção rural, tem uma safra 23,3% maior que a do mesmo trimestre de 2012, sem que tenha sido necessário expandir na mesma proporção a área cultivada, o mesmo acontecendo com o arroz e o milho, gerando uma produção recorde de 185 milhões de toneladas de grãos em 2013. A produção de cana deve crescer mais de 100% no período até junho.

Há um claro descompasso entre a interpretação induzida pelas manchetes e algumas reportagens e análises apresentadas internamente pelos jornais. Interessante observar que o viés negativo é mais acentuado nos comentários de jornalistas não especializados, principalmente colunistas que normalmente se dedicam a temas políticos. Em alguns casos, como no da Folha de S.Paulo, o tom chega a ser triunfalista em seu negativismo, como se fosse o caso, em qualquer circunstância, de comemorar as dificuldades da economia nacional.

Festejando o desastre

Esse descompasso fica mais claro quando se lê com atenção as reportagens internas, entre as quais se registra, por exemplo, um aumento de 4,6% nos investimentos totais na economia, no primeiro trimestre deste ano, em relação ao último trimestre de 2012, o que pode apontar a possibilidade de interrupção da série negativa de desempenho da indústria.
Quanto ao PIB, os gráficos que têm como ponto comparativo inicial o ano de 2011, quando houve uma queda acentuada na produção de riqueza, mostram que o ponto mais baixo do “vale” ficou no terceiro trimestre daquele ano, quando o PIB ficou negativo em 0,1%.

Nos gráficos que abrangem um período maior de tempo, o olhar sobre esse indicador mostra o desenho de uma curva segundo a qual a economia brasileira vem se recuperando gradualmente desde meados de 2012, após um período de estagnação no começo daquele ano.

Embora lenta, há uma retomada neste começo de 2013, e as comparações lineares entre o final do ano anterior e os três meses iniciais deste ano não podem ser consideradas a sério se não levarem em conta as variações sazonais do consumo e o costumeiro desaquecimento do primeiro trimestre.

Finalmente, o gráfico comparativo entre as economias de outros países mostra o Brasil no grupo daqueles com melhor resultado, com um desempenho semelhante ao dos Estados Unidos, inferior à evolução da Coreia do Sul e Japão e superior ao crescimento do México, Inglaterra, Alemanha, França e resto da Europa.

Portanto, há muitas maneiras de interpretar os dados disponíveis.

A oscilação do nível de geração de riqueza se deve, em grande parte, ao esfriamento do consumo, que pode ser atribuído a muitas causas, entre as quais se deve incluir o estado ânimo dos consumidores, algumas altas de preços pontuais, os juros e a sazonalidade de alguns produtos que vinham puxando a economia.

Toda interpretação de dados econômicos e sociais é feita a partir de um recorte específico, e os jornalistas sabem, de antemão, que cada analista vai estar olhando apenas uma fatia do bolo. A escolha de manchetes equilibradas ou catastrofistas é uma decisão editorial, que não contempla necessariamente a realidade objetiva.

Não há como fugir à evidência de que, diante de um copo sobre a mesa, a imprensa tem a tendência de enxergá-lo mais vazio do que cheio.

PS do Viomundo: Os jornalões fazem campanha pela alta dos juros. Quando os juros sobem, denunciam.

Leia também:

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CALMON: STF NÃO TEM CORAGEM DE ABSOLVER DIRCEU

31.05.2013
Do blog CONVERSA AFIADA,
Por Paulo Henrique Amorim

 Eliana Calmon: não há base para manter as condenações !

Saiu no Blog do Saraiva:

MINISTRA ELIANA CALMON VATICINA – STF NÃO TEM BASE PARA MANTER CONDENAÇÕES, MAS NÃO TEM CORAGEM DE ABSOLVER


SUPREMA SINUCA DE BICO

BOM JUIZ É O QUE JULGA SEM SE PREOCUPAR COM A OPINIÃO DA MÍDIA

Em nenhum país democrático, em lugar algum onde os direitos fundamentais das pessoas sejam respeitados, se admite que alguém seja submetido a um único julgamento, sem direito a recurso / apelação. Quando alguém é julgado em última instância, é por já ter passado por instância anterior / inferior na hierarquia da Justiça. No Brasil, para condenar com toda a PRESSA, PRESSA, PRESSA, cometeu-se a aberração de levar RÉUS da AP 470 sem direito ao FORO PRIVILEGIADO a serem julgados no STF. Veio então a alegação de que, isso era LEGAL e não feria esse direito básico dos Réus, por terem eles direito a apresentar embargos, e até a um novo julgamento quando obtivessem 4 votos pela sua absolvição. Alguns RÉUS obtiveram os tais votos, foram condenados por 5 X 4 numa votação apertada e que evidenciou a DIVISÃO do STF.

Isso posto, fica claro que os EMBARGOS, são legais, são justos e podem sim mudar o resultado de algumas condenações, o que parece assustar a Ministra Eliana Calmon – ex-CNJ e atual STJ. Em matéria publicada em O Globo – 25/05 – pág. 08 – a Ministra se declara ‘CÉTICA’ quanto à possibilidade de os condenados à prisão no processo do mensalão irem efetivamente para a cadeia. Segundo o jornal, depois dos RECURSOS DOS CONDENADOS à decisão do plenário do STF, ela considera que a decisão ficou incerta.

É o caso de se perguntar, se de fato tais condenações, tais votos, tais decisões foram justas e acertadas, qual o motivo de agora os recursos terem essa capacidade de mudar o resultado ? Ora, venderam a versão de que haviam provas para condenar, e condenar com severidade, mas, parece que não foi bem assim, tanto é que a ministra do STF Eliana Calmon entende que “AS COISAS FICARAM MUITO “TUMULTUADAS”, após os recursos..

A MINISTRA diz que não está sendo fácil para O STF, e que é “um pouco preocupante” o fato de que os recursos sejam apreciados. Termina ainda dizendo que ’será muito decepcionante para a sociedade brasileira, que acreditou muito nele (no STF e no julgamento), dando a entender que, tem que manter a condenação para não desmoralizar o STF e a JUSTIÇA.

Decepcionante é ver que existe uma PRESSÃO para que, mesmo que se entenda que algumas condenações  e tempo de pena devam ou possam ser revistos, autoridades do JUDICIÁRIO se manifestem preocupadas com fato de que a JUSTIÇA esteja sendo feita, pelo simples respeitar dos direitos fundamentais de apresentação de recursos. 

Se a opinião pública não fosse manipulada pela grande MÍDIA, e se não houvesse essa verdadeira fixação de se ver DIRCEU NA CADEIA, o STF que se deixou levar pelos holofotes,  invertendo o ÔNUS DA PROVA e aplicando a teoria do ’só podia saber’, não estaria nessa suprema sinuca de bico.

Clique aqui para ler sobre outra manipulação do PiG (*) : “Tombini meirelissou”.


(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
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DIREITA GOLPISTA: CONSPIRAÇÃO CONTRA A PÁTRIA .

31.05.2013
Do portal JORNAL DO BRASIL, 30.05.13

O Jornal do Brasil mantém a confiança na chefia do estado Democrático

O mundo inteiro passa por uma crise econômica e social, decorrente da ganância dos banqueiros, que controlam o valor das moedas, o fluxo de crédito, o preço internacional das commodities. Diante deles, os governos se sentem amedrontados, ou cúmplices, conforme o caso e poucos resistem

A União Europeia desmantela-se: o fim do estado de bem-estar, o corte nos orçamentos sociais, a desconfiança entre os países associados, a indignação dos cidadãos e a incapacidade dos governantes em controlar politicamente a crise, que tem a sua expressão maior no desemprego e na pauperização de povos. Se não forem adotadas medidas corajosas contra os grandes bancos, podemos esperar o caos planetário, que a irresponsabilidade arquiteta.

A China, exposta como modelo de crescimento, é o caso mais desolador de crescente desigualdade social no mundo, com a ostentação de seus bilionários em uma região industrializada e centenas de milhões de pessoas na miséria no resto do país. Isso sem falar nas condições semiescravas de seus trabalhadores – já denunciadas como sendo inerentes ao “Sistema Asiático de Produção”. Os Estados Unidos, pátria do capitalismo liberal e neoliberal, foram obrigados a intervir pesadamente no mercado financeiro a fim de salvar e reestruturar bancos e agências de seguro, além de evitar a falência da General Motors.

Neste mundo sombrio, o Brasil se destaca com sua política social. Está eliminando, passo a passo , a pobreza absoluta, ampliando a formação universitária de jovens de origem modesta, abrindo novas fronteiras agrícolas e obtendo os menores níveis de desemprego de sua história.

Não obstante esses êxitos nacionais, o governo está sob ataque histérico dos grandes meios político-financeiros. Na falta de motivo, o pretexto agora é a inflação. Ora, todas as fontes demonstram que a inflação do governo anterior a Lula foi muito maior que nos últimos 10 anos. 

O Jornal do Brasil, fiel a sua tradição secular, mantém a confiança na chefia do Estado Democrático e denúncia, como de lesa-pátria, porque sabota a economia, a campanha orquestrada contra o Governo – que lembra outros momentos de nossa história, alguns deles com desfecho trágico e o sofrimento de toda a nação.
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Fonte:http://www.jb.com.br/opiniao/noticias/2013/05/30/conspiracao-contra-a-patria/?fb_action_ids=550345618349520&fb_action_types=og.recommends