sexta-feira, 19 de abril de 2013

MESSIAIS N ° 06: JESUS DE NAZARÉ

19.04.2013
Por Irineu Messias

Jesus de Nazaré

Sinto dentro de mim
Um desejo tão profundo
Que ninguém aqui neste mundo
Não imagina como é:
Conhecer melhor o Filho de Deus
Que por mim no  Calvário morreu
Seu nome é Jesus de Nazaré

Seu Nome é tão milagroso
Que do homem velho faz um novo
E os caídos põe de pé
O coração triste enche de gozo
Seu Nome é Jesus de Nazaré


Sua Graça Infinita
Trouxe para todos
A bênção inaudita: 
A salvação pela fé
Ele pode escrever em qualquer vida
Uma linda e nova história
Por Lhe damos glórias
Oh, Jesus de Nazaré!

Subiu ao céu Ressurreto
Deixou-nos Seu Espírito Santo
O Divino Consolador
Que enxuga todo o pranto
Do arrependido pecador
Que humilhado a Ele vier
Seu nome é maravilhoso
Que inunda meu ser de tanto gozo
Bendito Jesus de Nazaré!

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JUDICIÁRIO PARTIDARIZADO: OEA PODE OBRIGAR BRASIL A ANULAR FARSA DO MENSALÃO

19.04.2013
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

José Dirceu deixou muito claro que recorrerá a todas as instâncias internacionais possíveis.


Conversa Afiada republica post de Edu Guimarães no Blog da Cidadania:

OEA PODE OBRIGAR BRASIL A ANULAR A FARSA DO MENSALÃO


Após o julgamento da Ação Penal 470, vulgo julgamento do mensalão, instalou-se no Brasil uma situação de insegurança jurídica e, mais do que isso, uma das maiores ameaças ao Estado Democrático de Direito do pós-redemocratização. Este é um fato reconhecido por amplos setores do meio jurídico e que vai ganhando cada vez mais força.

A condenação política de adversários de grandes grupos de mídia que conseguiram cooptar juízes do Supremo Tribunal Federal para que os condenassem sem provas vai sendo vista como transformação do país em uma republiqueta de quinta categoria em que pessoas são mandadas para a cadeia se contrariarem interesses poderosos.

Nesse aspecto, vai se consolidando a esperança de impedir que um país da importância do Brasil consolide uma das maiores farsas jurídicas da história.

Um caso corriqueiro de caixa 2 em campanha política – que, apesar da ilegalidade da prática, não poderia ser transformado em “maior caso de corrupção da história” e “compra de votos no Congresso” – condenou os réus da Ação Penal em tela a penas muito maiores do que os ilícitos cometidos e, pior do que isso, condenou alguns deles sem prova alguma.

Matéria da revista Consultor Jurídico publicada ontem em seu site, porém, dá conta de que a farsa do mensalão corre sério risco de ser desmascarada. Segundo o texto, existe “A possibilidade de réus condenados na Ação Penal 470 (…) recorrerem a órgãos de julgamento internacionais da Organização dos Estados Americanos”.

Nesta sexta-feira, o ministro do STF Celso de Mello entregará o último voto que faltava para que seja publicado o acórdão da Ação Penal 470. No texto, ele admite não só que o caso pode ir parar na Corte Interamericana de Direitos Humanos, que integra a OEA, mas que o Brasil terá que acatar a deliberação daquela Corte.

José Dirceu, o principal alvo da pantomima em que se transformou aquela Ação Penal, em entrevista a este Blog na semana passada deixou muito claro que recorrerá a todas as instâncias internacionais possíveis para tentar reverter o que considera um julgamento político talhado especialmente para condenar não apenas a si e a outros petistas eminentes, mas o próprio Partido dos Trabalhadores.

É alvissareiro, pois, que um ministro do STF – no caso, o ministro Celso de Mello –, em seu voto que entregará amanhã para o acórdão tenha admitido que o Brasil terá que se submeter à decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos se esta decidir aceitar o caso que Dirceu e outros réus da AP 470 submeterão a ela.

Para que a Corte Interamericana de Direitos Humanos venha a julgar o julgamento do mensalão, porém, o pedido dos réus terá que ser submetido à Comissão Interamericana de Direitos Humanos e esta, se entender válidas as queixas deles, remeterá o caso para ser analisado pela Corte.

Aliás, a comissão já analisa os casos de dois dos condenados pelo julgamento do mensalão, Breno Fischberg e Enivaldo Quadrado, sócios da corretora Bônus Banval, os quais foram condenados por lavagem de dinheiro. A esses casos devem se somar os dos réus do “núcleo político” da AP 470.

Por conta da possibilidade de desmoralização internacional de um julgamento vendido ao Brasil e ao mundo como exemplo de “justiça”, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, que é quem mais teria a perder, viajará no começo de maio a São José da Costa Rica, sede da Corte Interamericana de Direitos Humanos, para tentar convencer seu presidente, Diego García-Sayá, a não aceitar o clamor dos réus que condenou.

Contudo, a opinião nos altos meios jurídicos, segundo informações colhidas pelo Blog, é a de que, na base do jeitinho brasileiro, Barbosa não conseguirá nada. Nenhum pedido impedirá a Comissão Interamericana de Direitos Humanos de analisar o caso sob o estrito ângulo do Direito.

Para finalizar, um depoimento pessoal. Na entrevista que fiz com o ex-ministro José Dirceu na semana passada, ele, como advogado e com base no que colheu entre importantes juristas, parece absolutamente convencido de que, analisando sua condenação, a Comissão da OEA por certo enviará seu caso à Corte do organismo

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Rentistas e mídia forçam alta de juros

19.04.2013
Do BLOG DO MIRO,17.04.13 
Por Altamiro Borges

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central pisou feio no tomate - o novo símbolo do perigo vermelho que ameaça a economia brasileira, segundo a versão terrorista dos banqueiros e da mídia rentista. Em comunicado divulgado nesta quarta-feira à noite, ele anunciou o aumento de 0,25% na taxa Selic - elevando os juros de 7,25% para 7,5% ao ano. A Selic não sofria alta desde 2011. A violenta pressão dos agiotas financeiros, porém, fez com que o BC recuasse na trajetória de queda dos juros - abrindo precedente para uma nova escalada de arrocho monetário, com seus efeitos destrutivos para o desenvolvimento da economia e para a geração de emprego e renda no país.

A decisão do Copom evidencia a força da ditadura do capital financeiro e as fragilidades do governo. Em discurso ontem em Minas Gerais, a presidenta Dilma já tinha admitido uma elevação "tímida" da taxa de juros. O "deus-mercado" não vibrou com o aumento de 0,25%. Ele queria mais arrrocho, com menos consumo, menos produção e menos empregos. Mesmo assim, os "calunistas" da mídia elogiaram a iniciativa do Banco Central, prevendo futuras elevações da taxa básica de juros. Já as entidades dos trabalhadores reagiram duramente à decisão. Reproduzo abaixo as notas oficiais da CUT e da CTB:

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Banco Central cede aos banqueiros ignorando alto custo social e econômico

O Banco Central cedeu às pressões dos especuladores e de parte da mídia que defende os interesses dos bancos, seus principais patrocinadores, e aumentou em 0,25% a taxa básica dos juros.

A decisão atendeu aos conservadores e especuladores, únicos que vão ganhar com isso, e contrariou um dos pilares da política econômica do governo que é a geração de emprego e distribuição de renda.

Para um país que enfrenta o desafio de voltar a crescer de maneira robusta, aumentar a taxa de juros significa apostar no não investimento produtivo.

Para o especulador o que interessa é o lucro pessoal e não o desenvolvimento do país, nem que para isso tenham que inventar fenômenos como o tomate assassino.

São Paulo, 17 de abril de 2013

Direção Executiva da CUT – Central Única dos Trabalhadores

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Aumento dos juros premia banqueiros e contraria a nação

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu nesta quarta-feira, 17, aumentar em 0,25%, para 7,50%, a taxa básica de juros (Selic). A iniciativa, tomada após forte pressão do mercado financeiro, premia banqueiros, especuladores e rentistas que vivem à sombra da dívida pública, mas está na contramão do anseio nacional por desenvolvimento e valorização do trabalho.

O combate à inflação aparentemente justifica a decisão. Porém, como muitos especialistas já alertaram, a elevação da Selic terá pouco ou nenhum impacto sobre a evolução dos preços, que podem até ser reduzidos em função de outros fatores, como o esperado aumento da oferta de alimentos no segundo semestre. A redução e estabilidade dos preços interessa sobretudo aos trabalhadores e trabalhadoras, mas não é isto que está em jogo.

Os interesses reais que orientam as pressões da mídia e do sistema financeiro são de outra natureza. Concretamente, a elevação da taxa básica de juros significa bilhões de reais a mais no bolso dos credores da dívida pública, principalmente banqueiros, que agora podem alegar novos motivos para ampliar o spread bancário e aumentar ainda mais as taxas extorsivas que cobram de empresas e consumidores.

O povo brasileiro só tem a perder, já que os juros altos são companheiros da estagnação econômica, do desemprego e do arrocho salarial, conspirando contra os esforços de desenvolvimento nacional.

A medida se revela ainda mais contraproducente na atual conjuntura, marcada pelo desempenho pífio do PIB, persistência da crise mundial e incertezas em relação ao desempenho futuro dos investimentos e da produção. A nova orientação da política monetária traduz um retrocesso e deve ser repudiada e condenada pela classe trabalhadora, as centrais sindicais, os movimentos sociais e as forças progressistas do país que batalham pelo desenvolvimento nacional com soberania, democracia e valorização do trabalho.

São Paulo, 17 de abril de 2013

Wagner Gomes, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

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TÂNIA PASSOS VENCE MAIS UMA VEZ O GRANDE PRÊMIO URBANA DE JORNALISMO

19.04.2013
Do portal do DIARIO DE PERNAMBUCO

Tânia Passos tem se destacado pelas excelentes reportagens
 na área de mobilidade urbana
O grande prêmio é do Diario de Pernambuco. Ontem, a jornalista Tânia Passos obteve a nota mais alta, com a reportagem Metrópole em movimento, dentre os ganhadores que concorriam ao Prêmio Urbana de Jornalismo – Engenheiro Pelópidas Silveira, que trata sobre a mobilidade no estado. O prêmio foi entregue no restaurante Spettus, no Derby. 

A mesma reportagem, produzida e editada pelo editor executivo Paulo Goethe, venceu a categoria Série. Os jornalistas Wagner Oliveira e Ed Wanderley também levaram o troféu nas categorias Matéria Especial Impressa e Internet.

Ed Wanderley, Tânia Passos e Wagner Oliveira (BLENDA SOUTO MAIOR/DP/D.A PRESS)
Ed Wanderley, Tânia Passos e
Wagner Oliveira
A série de reportagens Metrópole em movimento, publicada em julho do ano passado, abordaram o tema da mobilidade a partir de um comparativo entre o Recife e cidades brasileiras como Curitiba, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, e da América Latina, como Bogotá, na Colômbia. 

Para Tânia, as matérias contribuem para um maior debate sobre os problemas das cidades e a necessidade de melhorias, além de ampliar a participação da sociedade. Tânia também venceu a categoria Internet com a matéria Mobilidade na palma da mão, feita em parceria com o jornalista Ed Wanderley. “Nosso trabalho mostra como os dispositivos móveis podem mudar a cultura do povo e a realidade urbana”, explicou Ed Wanderley. 

A reportagem Máfia das Carteiras, publicada em março de 2012, denunciou um esquema de venda ilícita e uso indevido de carteiras de livre acesso nos coletivos. A matéria, segundo Wagner Oliveira, motivou uma investigação da polícia.
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