quinta-feira, 28 de março de 2013

Recife aprova projeto de internação compulsória para dependentes de drogas


28.03.2013
Do BLOG SEGURANÇA PÚBLICA
Por Wagner Oliveira

A Câmara Municipal do Recife aprovou o projeto de lei N° 17/2013, que visa a internação voluntária e compulsória para dependentes químicos de álcool e drogas ilícitas na cidade. A lei é de autoria do vereador Luiz Eustáquio (PT). A aprovação foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (28).

Muitos usuários de crack estão pelas ruas do Recife. Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A Press
Muitos usuários de crack estão nas ruas do Recife. Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A Press

De acordo com a justificativa do projeto, a lei visa estabelecer em lei medidas relacionadas aos dependentes químicos de álcool e drogas ilícitas em situação de risco, por se tratar de um caso de saúde pública. As emendas aprovadas trazem que em caso de internação voluntária, o dependente será encaminhado para avaliação e internação, mediante consentimento do paciente, desde que o pedido seja feito por escrito e aceito pelo médico especializado. Já no caso de internação involuntária, se dará por solicitação escrita de um familiar, representante legal ou por determinação do médico.

Ainda na justificativa, o projeto cita que o numero de dependentes químicos que buscam tratamento  e não sabem como proceder, como também os que necessitam mas não tem condições físicas e mentaos para tomar a iniciativa, cresce consideravelmente, tornando indispensável a intervenção familiar e em casos mais graves, a intervenção judicial.
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Fonte:http://blogs.diariodepernambuco.com.br/segurancapublica/?p=3353

Vereador é acusado de estupro coletivo em SP


28.03.2013
Do portal ESTADÃO
Por JOSÉ MARIA TOMAZELA - Agência Estado

O vereador Douglas Mateus Monari Baptista (PSDB), de 37 anos, da Câmara de Itapetininga, a 170 km de São Paulo, foi preso na quarta-feira (27), acusado de participação no estupro coletivo de uma adolescente de 15 anos. De acordo com a Polícia Civil, o crime ocorreu no último dia 6, quando a menina foi levada para uma chácara, dopada e violentada. A violência sexual foi filmada por um dos participantes. Em seguida, ainda inconsciente, a vítima foi abandonada num terreno baldio. Ensanguentada, ela foi socorrida por moradores.

Além do vereador, foram presos Bruno Vinicius Rosinha da Silva, de 18 anos, e o comerciante Sandro César Curcio, de 32. Todos foram levados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tremembé. Um adolescente de 17 anos que filmou as cenas está recolhido na unidade local da Fundação Casa. O vereador negou participação no crime. A investigação apurou que Douglas alugou a chácara onde ocorreu o estupro, no bairro Monte Santo, e levou para lá todos os envolvidos, inclusive a garota. O vereador é acusado de ter embriagado a menor e, assim que o crime começou a ser investigado, ter coagido testemunhas.

A adolescente conhecia alguns dos envolvidos, por isso teria aceitado o convite para ir a um churrasco. Quando percebeu que era a única mulher no local, ela pediu para ir embora, mas não foi atendida. A adolescente apontou Sandro e Bruno como autores da violência sexual. Ela não sabia que o estupro tinha sido filmado. A polícia encontrou as imagens no celular do adolescente. A delegada Leila Tardelli, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), entendeu que todos os acusados tiveram participação no crime. Eles vão responder a processo pelos crimes de estupro de vulnerável e corrupção de menores.

Familiares do vereador disseram que ele não estava no local quando teria ocorrido a violência sexual contra a menor. Um advogado foi contratado para tentar obter a liberdade provisória do acusado. Os advogados dos outros suspeitos não foram localizados. 
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Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,vereador-e-acusado-de-estupro-coletivo-em-sp,1014416,0.htm

O governo e a democratização da mídia

28.03.2013
Do BLOG DO MIRO
Por Artur Henrique da Silva Santos, naRede Brasil Atual:


O debate envolvendo o tema da democratização da mídia, após as declarações do ministro das Comunicações de que o Executivo não iria encaminhar projeto para regulamentar os artigos da Constituição de 88, que tratam desse tema, nos leva a refletir primeiro sobre as possíveis razões para essa decisão, mas, também, e talvez o mais importante, seja discutir o que fazer.

Em relação às possíveis razões – se é que podemos falar de razoabilidade nesse caso – só consigo enxergar um motivo: na arena da disputa política (ou da guerra) costuma-se dizer que não devemos abrir muitas frentes contra o inimigo ou adversário sob pena de ele se rearticular por seus interesses ou de se defender para depois contra-atacar.

Nessa "lógica", o enfrentamento ao sistema financeiro, com a ação correta e firme do governo da presidenta Dilma contra as altas taxas de juros, e também a luta em favor da redução das tarifas de energia elétrica, se opondo a empresas e alguns Estados governados pela direita e pelos neoliberais (que de "neo" não têm nada), poderiam ser usados para tentar justificar a decisão do governo, ou parte dela, de que não deveríamos abrir outra frente de luta, de enfrentamento, agora com os poucos, mas poderosos, donos dos meios de comunicação no Brasil. Seria talvez um risco para as eleições de 2014.

Mas fico me perguntando. O que mais eles podem fazer? Já não há exemplos suficientes nos últimos dez anos? O que eles fizeram com Lula, presidente da Republica, em 2005? E com o Julgamento da Ação Penal 470? E com a Presidenta Dilma, também?

Primeiro, disseram que ela era muito melhor do que Lula, mais competente, mais "gerente", mais eficiente. Depois, quando viram que não conseguiram colocar um contra o outro, resolveram, por intermédio de um julgamento midiático e sem provas, tentar colar a corrupção na imagem do PT e do Lula. Também não alcançaram êxito, já que o PT foi o partido mais bem votado nas eleições municipais de 2012 e é o partido que tem a maior preferência do eleitorado brasileiro.

Com o fracasso (por enquanto) de mais essa tentativa de inviabilizar o governo e barrar as chances eleitorais do PT em 2014 e nos anos seguintes (sim, essas tentativas não serão interrompidas; talvez, modificadas em sua forma), agora os meios de comunicação partiram para desqualificar a Dilma, o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) e promovem todos os dias "notícias" para dividir os partidos aliados da base do governo.

Ou seja, o que mais "eles" podem fazer? Ou ainda, o que mais nós devemos temer ante a necessidade de enfrentamento?

Muito menos do que ficar discutindo, entre nós, o acerto ou não dessa provável avaliação do governo de que não seria hora de abrir novas frentes de combate (digo provável porque não sei ao certo o que se passa na mente daqueles que se ocupam do tema no Executivo), acredito que o mais importante nesse momento seria concentrar os nossos esforços na campanha e na mobilização da sociedade para regulamentar os artigos da Constituição e democratizar a mídia no Brasil.

Cabe ao movimento social, ao movimento sindical e aos partidos políticos comprometidos com essa mudança, que é fundamental para fortalecer a democracia brasileira (junto com a reforma política), arregaçar as mangas e agora, mais do que nunca, fortalecer a nossa unidade, ampliar as alianças e partir para uma mobilização de massa que pressione o parlamento a votar aquilo que a maioria do povo quer que se vote neste país.

Cada jornal de sindicato, de movimento social, cada rede social, cada rádio comunitária, cada TV web etc. tem de colocar esse tema como fundamental nas suas publicações como forma de sensibilizar sua base para a importância de fortalecer a luta por transformações sociais e políticas.

Alguns passos importantes estão em curso, como o projeto da nossa Rede Brasil Atual. Mas ainda é preciso que o conjunto dos movimentos coloquem esse tema como parte permanente de suas campanhas e mobilizações. Nesse sentido, o fato de nosso 1º de Maio, que será comemorado em São Bernardo, ter adotado como lema a democratização das comunicações merece ser saudado.

E cabe aos partidos, em especial ao PT, pressionar para que o Poder Executivo, caso insista em não ajudar, que pelo menos não atrapalhe mais do que já vem fazendo em relação a esse tema.

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Fonte:http://www.altamiroborges.blogspot.com.br/2013/03/o-governo-e-democratizacao-da-midia.html

Mobilidade e Cidadania: Fórum une governo, prefeitura e sociedade para debater calçadas


28.03.2013
Do  BLOG DE JAMILDO
Postado por Vinícius Sobreira

Foto: divulgação

No Fórum das Calçadas do Recife: Mobilidade e Cidadania, promovido pelo Clube da Engenharia de Pernambuco esta semana, teve grande participação popular.

O encontro conseguiu unir com entusiasmo e participação o corpo técnico de Pernambuco, a sociedade pernambucana, técnicos de diversos órgãos da Prefeitura do Recife, do Governo de Pernambuco, professores universitários, estudantes e promoveu uma rica discussão sobre Calçadas da Região Metropolitana do Recife de modo a garantir a cidadania e acessibilidade de todos.

A articulista deste Blog, Manuela Dantas, coordenou o evento, que teve como palestrantes a urbanista paulista Suzana Nogueira e o engenheiro pernambucano Luiz Helvécio, autor do livro "Calçada, o primeiro degrau da cidadania urbana".

Também no evento, o debatedor Lailson de Holanda, jornalista, cartunista educador e músico pernambucano, promoveu um rico debate sobre a necessidade de um programa de educação cidadã para a implantação de um programa de calçadas que garanta a colaboração de toda a sociedade.

A debatedora Ângela Carneiro da Cunha, arquiteta e consultora em acessibilidade da Unesco pontuou a necessidade de calçadas acessíveis que garantam a inclusão de todos. E o debatedor Sérgio Murilo, advogado e educador, discutiu o projeto que coordenou intitulado Graças para Todos, o qual fez o levantamento das condições de acessibilidade do bairro das Graças.
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Fonte:http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2013/03/28/forum_une_governo_prefeitura_e_sociedade_para_debater_calcadas_148540.php

COIMBRA: AS VELHAS FRUSTRAÇÕES DA OPOSIÇÃO. DILMA TEM 64%

28.03.2013
Do blog CONVERSA AFIADA
Publicado por Paulo Henrique Amorim

O circo armado em torno do julgamento do “mensalão” foi inútil do ponto de vista eleitoral

Sugestão do amigo navegante Rasec:

Carta Capital. n˚ 742

NOVA PESQUISA, VELHAS FRUSTRAÇÕES

Marcos Coimbra

Nada dá certo para as oposições faz tempo. Elas tentam, se esforçam, mobilizam seus vastos recursos e as coisas não acontecem. Seu pior pesadelo parece prestes a se materializar. A tomar pelo que dizem os eleitores, quando perguntados sobre como pretendem votar na próxima eleição, Dilma Rousseff se reelegerá sem grandes problemas. 


Prognosticar sua vitória não é difícil para quem conhece um mínimo da sociedade brasileira. Ela tem tudo para vencer:


a) a “inércia reeleitoral”, que beneficia até governantes mal avaliados (quem não se lembra dos muitos governadores e prefeitos que, apesar de enfrentarem sérias dificuldades, terminaram vencendo?).


b) faz um governo bem avaliado, aprovado por quatro em cada cinco brasileiros (quem preferiria mudar, estando satisfeito com o que tem? Se há uma coisa em que o eleitor acredita é que mais vale um pássaro na mão do que dois voando).


c) tem uma imagem pessoal muito positiva, é querida pela ampla maioria dos eleitores, que gostam de seu jeito de ser e se portar como presidenta (algum de seus possíveis adversários chega sequer perto do que ela alcança no julgamento da atuação pessoal?)


d) é conhecida e aprovada pela quase totaltidade do eleitorado, não precisa perder tempo para se apresentar ao País (qual de seus oponentes em potencial pode dizer o mesmo, uma vez que todos existem em nichos regionais ou ideológicos?).


Confirmado o favoritismo, Dilma será a quarta chefe de governo eleita pelo PT em sequência. Ao cabo de seu segundo mandato, chegaremos a 16 anos de hegemonia petista na política brasileira.


O que será da atual geração de lideranças oposicionistas em 2018? Quantas estarão ainda em condições de atrair a atenção dos eleitores? Quantos de seus jovens terão envelhecido? Quantos dos atuais “formadores de opinião”, na mídia conservadora, estarão ainda na ativa? (a maioria é tão velha que, entre aposentados e falecidos, é possível que restem poucos).


A gravidade do quadro que as oposições enfrentam voltou a ser confirmado na semana passada, quando uma nova pesquisa do Datafolha a respeito da sucessão presidencial foi divulgada. Ela não trouxe novidade em relação ao que se sabia desde o início de 2012. Exatamente por isso, foi uma ducha de água fria no ânimo dos partidos da oposição e nos segmentos “antilulopetistas”da opinião pública.


Apesar dos esforços diários e da militância radicalizada na mídia de direita, Dilma fica cada vez melhor na corrida eleitoral. Enquanto isso, seus adversários patinam ou retrocedem. Entre dezembro de 2012 e março deste ano, ela foi de 54% a 58%, na vizinhança dos 60%, patamar onde outras pesquisas já a haviam colocado. Marina Silva (sem partido) e Aécio Neves (PSDB-MG) perderam 2% cada um, ela de 18% para 16% e ele de 12% para 10%. Mais frustrante para a mídia foi, no entanto, o modesto crescimento do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Depois de “bombado” incessantemente na mídia, foi de escassos 4% a escassos 6%.


Uma simples aritmética mostra que os três não mudaram seu tamanho total: Somavam 34%, em dezembro, e foram a 32%, em março. No máximo, o que teria ocorrido seria uma pequena reacomodação no terço do eleitorado que não pretende votar na presidenta: Campos tirou uma lasquinha de Marina e de Aécio.


Em votos válidos (a conta relevante para especular sobre vitórias em primeiro turno), Dilma teria, hoje, perto de 64%. Muito próximo de alcançar, sozinha, o dobro da soma dos demais.
Significa que “já ganhou”, que vencerá no primeiro turno? Claro que não, e seria um equívoco se sua assessoria interpretasse assim a pesquisa. Mas que os resultados do Datafolha foram uma decepção para as oposições, disso não há dúvida.


O que lhes resta fazer?


O circo armado em torno do julgamento do “mensalão” foi inútil do ponto de vista eleitoral. O PT não perdeu espaço em 2012 e nada indica que será afetado em 2014.


A tese da incompetência gerencial da presidenta, à qual se dedicaram assim que perceberam o insucesso anterior, não tem adeptos na maioria da opinião pública. Ao contrário, os brasileiros se mostram cada vez mais satisfeitos com o desempenho do governo.


A valorização dos possíveis adversários não comove os eleitores de Dilma. Campos, seu mais dileto produto na atualidade, permanece com números de nanico.


Quando pesquisas como essa são publicadas, ficam tristes e devem pensar no “povinho” que Deus pôs no Brasil. O problema é que não podem trocá-lo. Ou será que vão procurar prescindir dele na hora de decidir quem vai mandar?

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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/03/28/coimbra-as-velhas-frustracoes-da-oposicao-dilma-tem-64/

Entre Aspas REDE GLOBO, o VÍDEO QUE FOI CENSURADO

27.03.2013
Do blog ONIPRESENTE, 23.03.13




Noutro dia tive a feliz idéia de propagar o vídeo acima no canal You Tube, onde pensei ser um canal  livre de qualquer censura no País democrático que é o Brasil.

Apenas veiculei um programa que fora ao ar na TV paga, já que na TV aberta não, por motivos óbvios. O Vídeo foi a reprodução integral e sem edição desse blogueiro. Porém, dias depois recebi uma ameaça do Youtube e o vídeo  foi SUMARIAMENTE CENSURADO PELA REDE GLOBO, atráves desse comunicado. Ameaçaram-me  de processo judicial e suspensão de meu canal.

Ora, não tenho medo de processo judicial (seria apenas mais um...) e sim temor do meu espaço ser violentamente extirpardo por esse câncer da mídia nacional chamado REDE GLOBO (ironia - O câncer seria extirpado por Nós, e aqui é ele quem extirpa).

Quando a Globo invade a sua casa, com suas câmeras e reporteres ávidos por mostrar a sua intimidade, e ganhar dinheiro com o mundo cão, ninguém tem poder para impedir e muito menos reinvidicar tratamento democrático,  mas quando mostramos que alguém teve a coragem de rebater suas idéias, como está contido no vídeo censurado acima, no programa “Entre Aspas”, da GloboNews, somo sumariamente calados e nossos direitos vilipendiados.

A jornalista Monica Waldvogel intermediava, aspas, as opiniões conflitantes entre Breno Altman, editor do site Opera Mundi, e Sandro Vaia, ex-diretor do Estadão. Uma surpresa: Altman é um jornalista articulado, inteligente, bem preparado e elegante ao debater. Com todos estes atributos, deu  um monumental baile em Sandro Vaia e Monica. Breno defendeu o óbvio: o direito à livre expressão dos que vaiaram Yoani em Feira de Santana.

Não houve agressão física, e sim vaias – a meu ver merecidas e previsíveis, dada a antipatia que Yoani desperta entre praticamente todas as pessoas que não sejam de direita.

Democracia é assim: você pode vaiar e pode aplaudir. Onde, em Feira de Santana, as pessoas que aplaudem Yoani?

Mônica Waldvogel mediava um debate entre dois jornalistas sobre os protestos contra a blogueira Yoani Sánchez: o Sandro Vaia, e  Breno Altman. Vaia foi patético, assim como sua mediadora. Não  Breno Altman, que expressou veentemente e surpreendentemente sobre a  democracia. Altman explicitou para os bosais dessa maldita REDE GLOBO, que as pessoas que impediram Yoani de falar estavam apenas “exercendo” a democracia. E foi apenas isso que reproduzi no VIDEO. 

Como disse o Eduardo Guimarães,  "um de seus méritos do programa foi o de revelar quão desvirtuado vem sendo esse debate, pois a discussão que ali se viu girou, em grande parte do tempo, em torno das manifestações contra a blogueira.Apesar de ser elogiável a coragem de Monica em convidar um divergente “fera” como Altman, este deve ser eximido de culpa pelo desvirtuamento do debate. Foram ela e Vaia que o desvirtuaram ao tentarem impedir o rumo que tomava entoando um mantra sobre os protestos de que Yoani foi alvo."

Taí o Vídeo de novo! Vamos esperar para ver o que acontece... vai ser divertido!!!

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Fonte:http://www.blogdoonipresente.blogspot.com.br/2013/03/entre-aspas-rede-globo-o-video-que-foi.html