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domingo, 17 de março de 2013

Evangélicos pedem a cassação de Jean Wyllys

17.03.2013
Do portal GOSPEL PRIME, 
Por Jarbas Aragão

Deputado defensor da comunidade LGBTT atraiu a fúria de católicos e evangélicos.  


Evangélicos pedem a cassação de Jean WyllysEvangélicos pedem a cassação de Jean Wyllys
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) ficou famoso nacionalmente após ter vencido um reality show se declarando gay num dos programas de maior audiência da TV brasileira. Eleito deputado com apenas 13.016 mil votos, começou uma campanha na Câmara para que leis como a PL 122 fossem aprovadas, tentando dar fim ao que classifica de “homofobia”.
Desde que assumiu essa postura, teve diversos embates públicos com os políticos que discordavam dele e de suas propostas, em especial os membros da bancada evangélica. Após a entrevista de Malafaia no SBT e a eleição de Marco Feliciano para presidir a Comissão de Direitos Humanos, Wyllys passou os últimos meses atacando constantemente os posicionamentos dos cristãos, em especial nos debates sobre a comunidade LGBT.
Não apenas os evangélicos, pois conseguiu angariar muita antipatia entre os católicos depois de ter criticado no Twitter o que ele chama de “fundamentalistas”, incluindo nesse grupo o papa Bento 16 quando este se pronunciou contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Nas últimas semanas surgiram campanhas nas redes sociais pedindo a cassação do mandato de Jean Wyllys. Segundo as imagens reproduzidas milhares de vezes no Facebook com frases atribuídas ao deputado, a principal indignação dos evangélicos é sobre o que Wyllys teria dito sobre a pedofilia.
De um e-mail atribuído a ele e divulgado pelo filósofo Olavo de Carvalho, retirou-se a frase“Defendo, sim, o direito de qualquer pessoa poder dispor do seu corpo da forma que bem entender – inclusive as crianças, pois estas têm as mesmas necessidades que os adultos e não são propriedades de ninguém”.
A outra frase seria de uma entrevista dele à Rádio CBN também defendendo a pedofilia. Porém, o deputado nega ter dado tais declarações.
Como recentemente duas petições online contrárias a pastores foram bastante debatidas no Brasil, aparentemente grupos de evangélicos decidiram usar a mesma “arma virtual”. Depois de o site Avaaz ter deixado no ar uma petição pela cassação do registro de psicólogo de Silas Malafaia e retirado a petição que o apoiava, surgiu uma outra petição onde o alvo era impedir que o deputado pastor Marco Feliciano fosse presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.
Agora surgem movimentos de cristãos repetindo quase os mesmos argumentos que ele usou para pedir a cassação de Marco Feliciano: a quebra no decoro parlamentar.
“Exigimos a cassação do deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) por falta de Decoro Parlamentar e transgressão a carta magna da Constituição Federal Brasileira, em específico ao Art 5º IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.
Esse deputado vêm, com frequência, agindo de forma heterofóbica e contra a família brasileira, através de projetos de leis imorais que visam destruir a família brasileira, a moral e os bons costumes.

Não podemos aceitar que algo desse tipo seja praticado em nossa sociedade e que os deputados como o Jean Wyllys usem de seu poder e autonomia para perseguir, destruir , desmoralizar e arrazoar com a família brasileira e pessoas de bem.
Após repetitivos ataques contra o povo brasileiro, à igreja e contra qualquer um que se oponha às exigências feitas pelo deputado, pela falta de respeito para com a família brasileira e pela apologia que ele tem feito de uma “liberdade” que fere vários incisos da nossa Constituição, nós pedimos a cassação do deputado Jean Wyllys”.
Na página pode ser o lido o seguinte texto:
“A sociedade brasileira se mostra, por meio desta petição ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados, cansada da quebra de decoro do parlamentar Jean Wyllys que publicamente demonstra e incita o desprezo à partes da sociedade do nosso país e à democracia. Por diversas vezes, o deputado fez comentários contrários à Constituição Federal, ofendendo cidadãos brasileiros que divergem de sua limitada visão de mundo. Realizou ataques pessoais e a grupos, com intuito de se autopromover, desrespeitando o preceito básico do bom senso.
Um Deputado Federal é um representante do povo, e deve fazer essa representação de uma forma homogênea e não colocando uma parte da sociedade contra a outra como esse senhor vem fazendo na sua incessante busca da dualidade entre religião e sexualidade, como visto em seções públicas na Câmara”
Sites evangélicos anunciaram esta semana que Jean Wyllys estava declarando “guerra  ao cristianismo”. Curiosamente, alguns desses sites tiraram tais afirmações do ar pouco mais de 24 horas depois.
Com informações de Brasil WikiMídia Sem Máscara e Facebook.
*Lembrando que não há provas da entrevista de Jean Wyllys à Rádio CBN. Em momento algum afirmamos que as frases são do referido deputado, apenas noticiamos a campanha por sua cassação.

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Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/evangelicos-cassacao-jean-wyllys/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A%20gospelprime%20%28Gospel%20Prime%29

JOÃO UBALDO SAI EM DEFESA DA "IMPRENSA GOLPISTA"

17.03.2013
Do portal BRASIL247


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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/96430/Jo%C3%A3o-Ubaldo-sai-em-defesa-da-imprensa-golpista.htm

Ciclistas agendam audiência com Haddad após acidente que deixou jovem mutilado na Paulista

17.03.2013
Do portal da Agência Brasil
Por Camila Maciel
Repórter da Agência Brasil
Nacional

São Paulo – Ciclistas e parentes do limpador de vidros David Santos, 21 anos, fizeram hoje (17) um protesto na Avenida Paulista para exigir uma punição exemplar do estudante Alex Siwek, também de 21 anos, responsável pelo atropelamento que decepou um dos braços de Santos. A caminhada teve início às 17h na Praça do Ciclista e seguiu até o prédio em que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, mora no bairro Vila Mariana.

Os manifestantes foram recebidos pelo filho do prefeito, Frederico Haddad, que se comprometeu a agendar uma audiência até a próxima sexta-feira (22). “Meu pai está aqui, mas como é domingo, ele está descansando. Não podemos criar um novo procedimento para atendimento de reivindicações. O que posso fazer é marcar uma reunião ainda para esta semana”, disse. Após firmado o compromisso, o movimento dispersou-se por volta das 18h30.

De acordo com a Polícia Militar, 100 pessoas participaram do protesto. Os organizadores estimaram entre 200 e 250 participantes. Antes de seguir para o prédio em que o prefeito mora, por volta das 17h30, os ciclistas pararam durante cerca de dez minutos na Estação Brigadeiro do metrô, local onde ocorreu o acidente no último domingo (10). Eles entoaram a palavra de ordem: “Menos Motor, Mais Amor” , levantaram suas bicicletas e distribuíram panfletos.

No poste em frente ao local do acidente, um braço de plástico com marcas de sangue foi pendurado para simbolizar o membro do jovem que ficou preso no carro e, posteriormente, jogado pelo motorista em um rio. De acordo com o Boletim de Ocorrência da Polícia Militar, o motorista fugiu do local e disse que jogou o braço de David em um rio da Avenida Ricardo Jafet, na zona sul da capital.

A mãe do jovem mutilado, a empregada doméstica Antônia Ferreira dos Santos, 51 anos, participou da manifestação. “O David está vendo e gostando muito. Ele fala que é um carinho muito grande que está recebendo e que não imaginava que fosse ter tantas pessoas ao lado dele. Quem sabe assim os governos tomam providência para criar uma lei mais pesada para que não aconteça esse tipo de acidente, que tenha uma punição maior”, disse.

Além de cobrar punição ao motorista que atropelou David, os manifestantes reivindicam melhorias no sistema viário da capital para permitir uma convivência harmoniosa entre motoristas e ciclistas. “Nossa proposta é chamar a atenção das pessoas em geral para mostrar que o número de ciclistas está aumentando e que é necessário mais respeito. É preciso dividir as vias. Os ciclistas podem andar na rua, assim como outros veículos, está previsto no Código de Trânsito”, explicou o desenhista Reinaldo Kramer, 41 anos, participante do ato.

Os manifestantes defendem, por exemplo, a construção de uma ciclovia na Avenida Paulista. “As ciclofaixas deveriam ser 24 horas e não somente aos domingos. Muita gente usa a bicicleta como meio de transporte”, disse Kramer. Ele, que mora no bairro da Lapa, usa a bicicleta para ir ao trabalho todos os dias, no Butantã. “Nunca sofri um acidente, mas enfrento risco sempre. Que o acidente do David sirva pelo menos para provocar mudanças”, disse.

Para o funcionário público Rafael Tawaraya, 28 anos, também participante do ato, melhorias nas vias não serão suficientes se não houver mudança de postura por parte dos motoristas. “Mesmo com ciclofaixas a proximidade dos carros é a mesma. A consciência do motorista é que torna a ciclofaixa segura ou não. Claro que é um pouco mais seguro, porque é separado, mas não adianta nada ter um cone, se os carros não respeitarem. É uma segurança relativa”, disse.

Edição: Fábio Massalli
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Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-03-17/ciclistas-agendam-audiencia-com-haddad-apos-acidente-que-deixou-jovem-mutilado-na-paulista

COLUMBIA E A CENSURA: SÓ FALTA O POLICARPO A Constituição do Brasil não precisa de Primeira Emenda. Precisa de Juízes

17.03.2013
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim



Segundo Estadão, na pág. A14, o reitor da Universidade de Columbia vem ao Rio participar de um debate promovido pela instituição “Palavra Aberta”, aquela de que faz parte em posição honrosa o Big Ben de Propriá, e mereceu o apoio revelador da Rede Globo e da Souza Cruz (que, neste caso, não fazem mal à saúde…).

O magnífico reitor vem tratar da liberdade de imprensa dos donos da imprensa.

O painel “Liberdade de Expressão GLOBAL (não poderiam ser mais discretos ? – PHA) contará com o Big Ben de Propriá em pessoa; o diretor “de conteúdo” (sic) do Estadão; o diretor de redação do Globo; a presidente executiva do Palavra Aberta; e tudo será conduzido como se fosse no palco do programa “Entre Caspas”, da Globo News.  

Agora, pergunta-se: o que vem fazer aqui o reitor da Columbia ?

Prospectar alunos para pagar a tuition da Universidade  ?

É uma operação de marketing com verniz acadêmico ?

Diz o Estadão que ele é especialista em Primeira Emenda.

A que não deixa o Congresso americano aprovar Lei que infrinja a liberdade religiosa ou de expressão.

A Constituição do Brasil tem isso.

Não precisa trazer ninguém de Columbia ou de Harvard para falar da primeira ou da última Emenda.

Basta a Justiça aplicar a Constituição e parar de judicializar a censura com a perseguição ao Lucio Flávio, blogueiro do Pará, que foi condenado a pagar R$ 15 mil ao espólio do maior grileiro do pais:http://www.rodrigovianna.com.br/outras-palavras/o-preco-da-verdade.html

O Conversa Afiada tem uma sugestão a fazer ao Palavra Aberta: chamar o Policarpo, o Caneta, para debater também.

Ele é o maior beneficiário da liberdade de expressão (dos donos da imprensa).

Paulo Henrique Amorim

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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/pig/2013/03/17/columbia-e-a-censura-so-falta-o-policarpo/

Jornal Nacional se ajoelha para o papa

17.03.2013
Do BLOG DO MIRO
Por Lino Bocchini, no blog Desculpe a nossa Falha:


A exemplo de quarta-feira, quando foi eleito o novo papa, o Jornal Nacional de ontem também foi quase todo dedicado ao assunto. Com a íntegra em mãos, planejava contar quantas vezes, em 33 minutos de noticiário, determinadas palavras apareceram. Desisti após o primeiro bloco, quando já se somavam 23 “papas”, sete “Jesus Cristo”, seis “missa” e uma pilha de “cardeais”, “igreja”, “basílica”, “deus”, “cúria”, “senhor” etc. Montei então o roteiro de frases abaixo, todas ditas pelos apresentadores William Bonner (nos estúdios da Globo no Rio) e Patrícia Poeta (no Vaticano) e pelos repórteres da emissora que fizeram a cobertura por lá, na Argentina e em Jerusalém. É bom sublinhar que esse texto nem de longe consegue retratar o que foi essa edição do JN de fato. Tudo o que é descrito a seguir vinha acompanhado da entonação certa, trilha “emocionante”, edição cuidadosa, sorrisos etc. As frases estão em ordem de aparição no programa:

“O primeiro dia do novo papa, a primeira missa”

“Como o papa se tornou conhecido pela simplicidade”

“Um papa matutino”

“Começou impondo um estilo novo ao papado e recusou o carro oficial”

“´Também sou um peregrino´, disse”

“Comportou-se como um padre, quase um pai de família. Nem usou o trono para a homília”

“Tem a simplicidade evangélica de João 23 e o sorriso paterno de João Paulo I”

“O papa Francisco começa a conquistar um certo fascínio que já existia entre os cardeais”

“O colégio de cardeais, num grande e inteligente gesto, em poucas horas mudou o rosto da igreja”

Uchôa se questiona: “De onde vem essa inspiração, esse sentimento de humildade?”

Aí entra ao vivo Don Odilo Scherer, que respondeu a quatro perguntas rápidas. Terminou a última, sobre a “torcida brasileira” a seu favor, dizendo que “os cardeais deveriam escolher aquele que deus indicasse”. E Patrícia, emocionada: “Que assim seja”.

Vem então uma reportagem sobre beatificação de João Paulo 2º: “O papa peregrino, João Paulo 2º, pregou com gestos a humildade … tinha sorriso sereno e cativante … enorme carisma para se comunicar com as multidões… a igreja concluiu sua beatificação, último passo antes de torná-lo santo … O clamor começou logo após sua morte, em abril de 2005. Depois, veio a descoberta do primeiro milagre. A cura de uma freira francesa, que sofria de mal de parkinson”. Sim, amigos. O tal milagre entra dessa forma, como uma notícia banal. E, mesmo em um jornalzinho de faculdade parece-me prudente, tratando-se de um “milagre”, usar um “suposto” ou “segundo a igreja”…

Continuam as frases do JN:

“O moderado e humilde Jorge Bergoglio”

“Antes mesmo de se tornar papa, já era conhecido por cultivar hábitos simples”

“Nos primeiros gestos, nas primeiras palavras, já um jeito próximo, natural. ´Irmãos, irmãs, boa noite’. Ali estava não mais o Jorge, mas o Francisco”

“O nome já era um recado, mas era necessário mais. E para esse papa, o mais era o menos. Despojado, sem joias, apenas a batina branca”

“Repare no crucifixo, é de aço, nem mesmo é de prata”

“[Deixou que] vários cardeais se apertassem no elevador com ele”

“Preferiu ir de ônibus com os cardeais, deixando o carro especial do pontífice seguir vazio”

“De onde vem essa inspiração, esse sentimento de humildade? Até agora, o próprio papa não falou nada sobre isso”

“Francisco parece já ter definido como prioridade do seu papado a solidariedade para os que mais precisam”

“Ontem ao se despedir do público, dizendo ´boa noite, bom repouso´, parecia um pai que vela pelos filhos. Sua santidade. Santa simplicidade” 

Começa um bloco sobre a vida de Bergoglio na Argentina. O JN lembrou rapidamente das críticas mais fortes que pesam sobre o novo papa, seu alegado apoio à ditadura no país vizinho: “Durante a década de 1970, na ditadura argentina, Bergoglio era a principal autoridade eclesiástica do país. Um jornalista o acusou num livro de ter dado informações que levaram à prisão de 2 padres jesuítas, que supostamente teriam ligações com grupos de esquerda. Em sua defesa, Bergoglio disse que há um documento que prova o contrário. Ele pediu a renovação dos vistos de permanência no país de um deles. Já um biógrafo do papa diz que ele agiu secretamente para ajudar a retirar perseguidos políticos da Argentina”. Esse pedaço “crítico” do noticiário durou pouco mais de um minuto, e termina assim: “Papa Francisco tem posição semelhante a de Bento XVI: é contra o uso de preservativos”.

Voltam as frases:

“Na terra santa, as pessoas rezaram e se disseram contentes com a escolha de um papa humilde, de nome Francisco”

“Por todo Oriente Médio foi assim: atenções voltadas para o homem de fala suave e olhar sereno”

“Procuramos muito e achamos uma lembrancinha, tá aqui Bonner, to mostrando pra vocês”

“Já que estamos falando de carisma, o que chamou a atenção hoje aqui nas ruas do Vaticano foi o número de fieis tirando fotos, entrando nas lojas e perguntando se tinha um santinho, um terço, uma lembrança do novo papa. Isso horas depois dele ter sido eleito. E quem procurou muito, acabou encontrando. Eu achei, nós procuramos bastante e achamos, tá aqui: “Habemus Papam Franciscum [e mostra um santinho com a cara do argentino]. Tá aqui Bonner, tô mostrando pra vocês”

No bloco final, Patrícia ameaça com um pouco de jornalismo: “Apesar de tanto segredo, a imprensa daqui começa a publicar alguns detalhes do conclave que elegeu o novo papa. De acordo com o que um respeitado vaticanista declarou a um jornal italiano, a primeira votação apresentou o italiano Ângelo Scola, o canadense Mark Ouellet e Jorge Bergoglio com mais votos”. Mas logo desconversa:“Mas isso não importa mais…”.

E segue: 

“Em mais uma demonstração do bom humor que estamos começando a conhecer, o papa brindou com os cardeais que o escolheram” 

Em seguida, recebe os cumprimentos do parceiro de bancada e editor do JN, William Bonner, que encerra assim o Jornal Nacional desse 15 de março:

“Missão cumprida, Patrícia. Para você e para toda nossa equipe que fizeram esse trabalho belíssimo aí no Vaticano, parabéns”.

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/03/jornal-nacional-se-ajoelha-para-o-papa.html

Pronta para votação em plenário, PEC das Domésticas divide opiniões

17.03.2013
Do portal da AGÊNCIA BRASIL, 16.03.13
Por Karine Melo
Brasília – Nos próximos dias, o plenário do Senado vai votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 66/2012) que garante às empregadas domésticas os mesmos direitos já assegurados aos demais trabalhadores urbanos e rurais. Essa será a última etapa de uma discussão que se arrasta há anos no parlamento e em 2012 foi aprovada pelos deputados.
Na prática, se a chamada PEC das Domésticas for aprovada, a categoria terá 16 novos direitos trabalhistas: nove automáticos e mais sete que dependerão de regulamentação, como adicional noturno e seguro contra acidentes de trabalho.
Ainda na lista de incisos que devem ser incluídos no Artigo 7º da Constituição Federal também estão o direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e à jornada semanal de 44 horas, com oito horas diárias de trabalho, assim como o pagamento de indenização nos casos de demissão sem justa causa e de hora extra em valor, no mínimo, 50% acima da hora normal.
Os efeitos que a nova lei pode gerar no mercado de trabalho dividem opiniões. Na avaliação da organização não governamental Instituto Doméstica Legal, a norma precisa vir acompanhada de uma medida provisória que desonere os empregadores. Se isso ocorrer, a estimativa é que 1,3 milhão de trabalhadores domésticos sejam formalizados.
“A PEC é justa, necessária e merecida, mas ela sozinha vai provocar um genocídio trabalhista dos pobres e excluídos”, diz o diretor da ONG Marcos Avelino, apostando em um grande número de demissões.
A proposta que está em discussão no Senado não prevê redução de impostos para estimular a formalização desses profissionais, mas essa possibilidade, como o abatimento no imposto de renda, está em análise em outras propostas no Congresso Nacional.
De acordo com pesquisa realizada entre novembro e janeiro deste ano pelo Instituto Doméstica Legal, com a participação de 2.855 empregadores domésticos, se a proposta for aprovada sem redução dos custos do empregador, cerca de 800 mil empregados domésticos poderão ser demitidos.
“Pelos dados do Ministério do Trabalho nós temos 7 milhões de empregadas domésticas sem nenhum desses direitos que nós estamos tratando aqui [na PEC] e temos apenas 1 milhão de empregadas com carteira formalizada. Não é isso que vai determinar a informalidade. A informalidade já é a realidade de hoje. O que nós temos visto é um movimento, mesmo ampliando os direitos, de mais formalização”, minimizou a relatora da proposta no Senado, Lídice da Mata (PSB-BA).
Para o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), possíveis demissões com a aprovação da lei não devem ser vistas como um problema. “O Brasil avança com um novo modelo e vai haver uma acomodação de mercado, como aconteceu na Europa e em países desenvolvidos da América. O número de diaristas vem crescendo e com uma nova lei que garanta a esses trabalhadores novos direitos claros, que não poderiam ser postergados, nós vamos apenas acomodar o mercado. Não imagino que haverá uma dificuldade maior”, explicou.
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2011, há no Brasil 6,653 milhões de empregados domésticos e diaristas. Nesse grupo, 92,6% são mulheres e 7,4%, homens.
Edição: Lílian Beraldo
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Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-03-16/pronta-para-votacao-em-plenario-pec-das-domesticas-divide-opinioes

ALMA, o maior observatório do mundo, pode revelar segredos do Universo

17.03.2013
Do portal JORNAL CIÊNCIA, 16.03.13
Por ANDRESSA GUIMARÃES

O telescópio ALMA foi construído acima dos Andes a 5.000 mil metros de altitude, no planalto de Chajnantor localizado no Chile.
 Composto por 66 antenas gigantes, o Atacama Large Millimeter Array é considerado o maior telescópio mundo. O projeto com todas as antenas em funcionamento foi inaugurado no dia 13 de março deste ano.
 ALMA é o maior de seu tipo e o mais caro do planeta, custou cerca de R$ 2,8 bilhões e demorou uma década para ser finalizado. Foi produzido pela organização intergovernamental OES (Observatório Europeu do Sul) financiada por quinze países, incluindo o Brasil.
As antenas desse amplo observatório astronômico têm radiações de comprimento milimétrico e submilimétrico, detectando nuvens frias ou outros objetos de temperaturas extremamente baixas. Desta forma, astrônomos pretendem coletar respostas a respeito de onde surgiram as estrelas, os planetas, e, em última análise, de onde viemos.
As antenas medem de 12 e 7 metros de diâmetro e pesam 100 toneladas cada uma. A precisão de observação é equivalente a uma fração de espessura do cabelo humano. As imagens extraídas por ALMA são processadas no chamado Correlacionador, considerado um dos computadores mais potentes do mundo.
Após o Bing Bang, acredita-se que o Universo surgiu, a luz que emergiu da explosão foi desaparecendo e havia apenas gases, como hidrogênio e hélio, dos quais logo formariam as primeiras estrelas e planetas.
O ALMA, diferente de telescópios ópticos e infravermelhos, consegue captar o brilho fraco e o gás presente na formação dessas primeiras estrelas e galáxias.
"Com o ALMA poderemos ver formação galáctica ou planetária e daí a grande expectativa que existe em torno do projeto. Sabemos como surgiu o Big Bang, mas não sabemos como nascem as galáxias", explicou o astrônomo da Universidade do Chile, Diego Mardones.
O telescópio também ajudará a entender sobre onde e como surgiu a vida, pesquisando traços de compostos de água em produtos químicos similares aos encontrados no DNA. As imagens serão 10 vezes mais nítidas que às do telescópio espacial Hubble, que fica no espaço fora de interferências terrestres.
O deserto chileno foi escolhido porque é um dos poucos lugares no mundo onde ainda é possível encontrar um local alto e seco, que não é afetado pela poluição da luz artificial.
A aridez é de extrema importância, pois a umidade do ar absorve as ondas de rádio que as antenas estão tentando capturar. 

Mas apesar dos bons resultados científicos, é muito difícil para os pesquisadores e trabalhadores transitarem pela região sem o uso de tanques de oxigênio.  

Um porta-voz do Observatório Europeu do Sul, que coordena o investimento europeu, disse: “ALMA contribui profundamente

Um porta-voz do Observatório Europeu do Sul, que coordena o investimento europeu, disse: “ALMA contribui profundamente para a satisfação da curiosidade, não apenas do pesquisador profissional, mas da criança que olha para o céu cheio de estrelas e pergunta que parte do Universo que ocupamos”.

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Fonte::http://jornalciencia.com/universo/diversos/2519-alma-o-maior-observatorio-do-mundo-pode-revelar-segredos-do-universo

Privataria tucana ressuscita e quer entregar o pré-sal

17.03.2013
Do BLOG DA CIDADANIA, 16.03.13
Por Eduardo Guimarães

Nos anos 1990, o governo Fernando Henrique Cardoso vendeu por cerca de cem bilhões de dólares um portfólio de patrimônio público que, à época, valia, no mínimo, o triplo. Para que se possa mensurar o tamanho do roubo de patrimônio, a mineradora então chamada Vale do Rio Doce foi vendida a estrangeiros por cerca de um ano de faturamento.
Esse processo de entrega do patrimônio público a grupos econômicos estrangeiros a preço vil ficou conhecido como A Privataria Tucana e virou um livro que relata o rápido enriquecimento do condutor das privatizações, o tucano José Serra.
O resultado da Privataria Tucana foi tão desastroso para o país que a maioria dos brasileiros (62%) acabou rejeitando a privatização de serviços públicos, segundo apontou pesquisa realizada pelo jornal O Estado de São Paulo em parceria com o instituto Ipsos.
Segundo a pesquisa, apenas 25% dos brasileiros aprovam as privatizações da era FHC. A percepção é a de que elas pioraram os serviços prestados à população nos setores de telefonia, estradas, energia elétrica, água e esgoto. As mais altas taxas de rejeição (73%) estão no segmento de nível superior e nas classes A e B.
No início do processo, em dezembro de 1994 (ano em que FHC se elegeu presidente pela primeira vez), pesquisa Ibope sobre privatização mostrou que 57% eram a favor e só 31% eram contrários. Em março de 1995, outra pesquisa Ibope atestou que 43% dos brasileiros eram a favor das privatizações e 34% eram contrários.
A mudança de opinião dos brasileiros sobre as privatizações ocorreu a partir da década passada, lá pelo fim do governo FHC (2002), quando o resultado da venda a qualquer preço do patrimônio público se mostrou um desastre.
Hoje, graças aos contratos que o ex-presidente tucano assinou, temos, por exemplo, a telefonia e a energia elétrica entre as mais caras do mundo.
Desde a eleição presidencial de 2002 (que escolheu o sucessor de FHC), o PSDB já foi derrotado três vezes e tais derrotas tiveram íntima relação com o que ficou conhecido como Privataria Tucana, que até hoje inferniza o país com os maus negócios que os tucanos fizeram ao venderem patrimônio público a qualquer preço e de forma açodada nos anos 1990 sob a alegação de que os recursos oriundos daquelas vendas nos dariam educação, saúde etc. de “Primeiro Mundo”.
Além de isso não ter ocorrido o dinheiro da Privataria Tucana virou pó, pois até hoje ninguém sabe onde foi parar apesar de existir muita suspeita (inclusive documentada) sobre seu destino.
Corte para o presente. Em recente ato político organizado pelo PSDB para criticar a gestão da Petrobras nos governos petistas que sucederam os de seu partido, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) defendeu mudanças no modelo adotado para explorar as reservas de petróleo do pré-sal que foi estabelecido pelo governo Lula e continuado pelo governo Dilma Rousseff.
Aécio quer a volta do modelo de exploração do governo FHC, que afirma ser “muito mais eficiente”.
Em 1997, os tucanos acabaram como o monopólio brasileiro na exploração de campos de petróleo, venderam grande parte da Petrobrás e adotaram o regime de concessão para a exploração, obrigando a empresa brasileira a competir com grupos estrangeiros para ter acesso a novas reservas.
Após o governo Lula investir e recuperar a Petrobrás, que durante o governo FHC perdeu muito valor por conta do modelo de concessão e pela perda do monopólio, em 2006 a empresa anunciou que descobrira uma reserva gigantesca no mar territorial sudeste do Brasil.
Apenas com a descoberta dos três primeiros campos do pré-sal – Tupi, Iara e Parque das Baleias –, as reservas brasileiras comprovadas, que eram de 14 bilhões de barris, aumentaram para 33 bilhões de barris. Além disso, as reservas possíveis e prováveis seriam de 50 a 100 bilhões de barris, o que deve fazer do Brasil um dos maiores produtores de petróleo do mundo, com todas as condições de integrar a Opep, se quiser.
Em 2010, o ex-presidente Lula propôs um novo modelo para ampliar o controle brasileiro sobre o pré-sal. O novo regime foi chamado de “partilha” porque permite que o governo fique com a maior parte dos lucros obtidos com o petróleo e torna obrigatória a participação da Petrobras na exploração de todos os campos.
Devido ao gigantismo da descoberta da “nova” Petrobrás, agora fortalecida por Lula, foi criada a empresa Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), a fim de gerir os contratos de partilha de produção celebrados pelo Ministério de Minas e Energia e a gestão dos contratos para a comercialização de petróleo.
O regime de partilha na exploração dessa riqueza imensa que os investimentos da década passada permitiram que a Petrobrás localizasse sob o leito do mar em águas profundas é impositivo, pois além de o Estado – e, portanto, o povo brasileiro – ficar com quase todo o lucro advindo da exploração, nesse regime é possível dosar a extração da riqueza.
O regime de concessão foi implantado pelo governo FHC porque a Petrobrás não recebia investimentos, estava exposta à concorrência predatória das mega empresas petrolíferas estrangeiras e, assim, não tinha como prospectar novas reservas de petróleo.
Assim, áreas que a empresa brasileira acreditava ser produtivas eram entregues à iniciativa privada sob regime de concessão, ou seja, quem explorava era dono do petróleo encontrado, se fosse encontrado, e ficava com quase todo o lucro, pagando apenas um percentual ao país e levando o resto embora.
Em 2009, agora com as mega reservas de petróleo confirmadas, não havia sentido em entrega-las a empresas estrangeiras e privadas sob regime de concessão porque não havia risco de perfurarem e não encontrarem nada.
Com as reservas do pré-sal confirmadas, seria um crime entrega-las a empresas privadas, a maioria estrangeiras, que só teriam que ir lá, perfurar e extrair o petróleo sem correr risco de gastar dinheiro com a prospecção e não encontrar nada.
A argumentação do PSDB e, mais especificamente, de seu provável candidato a presidente na eleição do ano que vem é a de que “Nenhum leilão para a exploração do pré-sal foi realizado desde a mudança das regras, e nos últimos anos surgiram dúvidas sobre a capacidade da Petrobras de financiar os investimentos exigidos pelo novo regime.”
Vale um parênteses: o primeiro leilão do pré-sal está marcado para novembro deste ano.
Retomando. O tucano ainda afirma que “A partilha estagnou a produção, afugentou investidores e descapitalizou a empresa” e que “O que parecia ser um bom negócio hoje é um ônus para a Petrobras.”
Aécio ainda defendeu o fim da obrigatoriedade da participação da Petrobras nos futuros campos. “Descapitalizada, a Petrobras vai ter de buscar dinheiro no mercado com juros cada vez maiores”, afirmou.
Não existe o menor sentido nessas premissas. Descapitalizada a empresa brasileira estava quando o PSDB governou.
A Petrobrás é uma das empresas mais capitalizadas do planeta. Ano passado, por conta da paralisação de algumas plataformas marítimas de exploração a fim de passarem por manutenção, seu lucro caiu de cerca de 30 bilhões de reais para cerca de 20 bilhões – no último ano do governo FHC, o lucro da empresa foi de 7 bilhões.
A premissa de que a Petrobrás terá que ir buscar recursos no mercado internacional a juros altos é uma falácia. Mesmo que tenha que recorrer ao mercado internacional, as empresas brasileiras têm acesso hoje aos financiamentos internacionais mais baratos do mundo, mais até do que países ricos como a Itália, pois o conceito do Brasil pelas agências de classificação de risco é o de “investment grade”, ou “grau de investimento”.
Além disso, só faria sentido buscar uma rápida exploração do pré-sal se houvesse risco de evaporar o petróleo que o Brasil tem sob seu mar territorial. O regime de partilha determinado pelo governo Lula, aliás, pretende justamente controlar o ritmo da exploração para que não seja muito rápido, ou predatório.
As grandes petrolíferas estrangeiras estão salivando pelo pré-sal brasileiro. Não foi por outra razão que se reuniram com José Serra durante a campanha eleitoral de 2010, quando lhes prometeu que, se fosse eleito, reverteria a política nacionalista do governo Lula.
Em verdade, a eleição de um tucano para entregar o pré-sal faz salivar até o grande empresariado brasileiro, que, como o estrangeiro, também está de olho nos grandes negócios com altíssima rentabilidade que a exploração predatória daquelas reservas propiciaria.
Aliás, os setores da imprensa alinhados com o PSDB já falam até em privatizar a Petrobrás – e não só ela – de uma vez, sem mais delongas. Artigo do comentarista de economia de O Globo Carlos Alberto Sardemberg publicado na semana que finda prega exatamente isso. Abaixo, um trecho do texto:
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Não é por nada, não, mas se a gente pensar seriamente na história recente da Petrobras, sem paixões e sem provocações, vai acabar caindo na hipótese maldita, a privatização. (…) Não há como garantir uma gestão eficiente das estatais — e sem falar de corrupção. Logo…
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Ao longo do texto, Sardemberg se desmancha em elogios à política do PSDB que fez a Petrobrás chegar ao último ano do governo FHC com receita de 60 bilhões de reais contra os 280 bilhões de 2012. É um dos analistas econômicos da grande mídia mais identificados com as teorias do PSDB.
A gestão da Petrobrás pelo PSDB foi um desastre. Sem investimentos do Estado e exposta à concorrência predatória das petrolíferas gigantes internacionais, a empresa começou a sofrer com desastres como o naufrágio da plataforma P36, que custou 700 milhões de reais ao país.
A P-36 foi a maior plataforma de produção de petróleo no mundo antes de seu afundamento em março de 2001. A plataforma custou 350 milhões de dólares ao país. Além da perda financeira, 11 pessoas morreram em um desastre causado, exclusivamente, por falta da manutenção que a Petrobrás fez no ano passado em suas plataformas e que reduziu seu lucro.
No total, os desastres em campos de exploração da Petrobrás durante o governo FHC, causados pela forte descapitalização da empresa que os tucanos lhe impuseram, geraram prejuízos ao país da ordem de 1,5 bilhão de reais.
Ano que vem, o Brasil correrá de novo o risco de ver essa praga de gafanhotos chamada PSDB ter chance de retomar o Poder a fim de saquear o país de novo. E depois acusam este blogueiro de ser “muito governista”. Enquanto esses piratas ameaçarem o país com sua eleição todo cidadão consciente tem que ser “muito governista”, a fim de impedir a Privataria Tucana II.

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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2013/03/privataria-tucana-ressuscita-e-quer-entregar-o-pre-sal/

Ciclista que teve braço arrancado perdoa Alex Siwek

17.03.2013
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 16.03.13

Gostaria de perdoar o cara que fez isso’, diz David Santos Sousa, o ciclista que perdeu o braço em atropelamento na Avenida Paulista

ciclista david atropelado perdoa siwek
Ciclista atropelado afirma: ‘Gostaria de perdoar o cara que fez isso’
David Santos Sousa, 21 anos, teve o braço decepado em acidente no último domingo (10) na Avenida Paulista (região central de São Paulo) concedeu entrevista ao ‘SPTV’, da Rede Globo, e afirmou esperar que nunca mais uma pessoa tenha um acidente como o seu e que perdoa o motorista. “Meu físico está todo machucado. E gostaria de perdoar o cara que fez isso comigo”, garante.
O limpador de vidros garante que está em plena recuperação dos ferimentos e agradeceu pelos protestos feitos por ciclistas e a família e médico do Hospital das Clínicas pelos cuidados durante o atendimento.
ATROPELAMENTO
O ciclista seguia para o trabalho no momento do acidente e teve o braço direito decepado ao ser atingido pelo carro do universitário. Alex Siwek foi preso em flagrante no domingo após ter se entregado à polícia. Ele fugiu sem prestar socorro e disse ter atirado o membro do ciclista em um rio, na zona sul.
Leia também
Segundo laudo do IML (Instituto Médico Legal), Siwek estava com sinais de embriaguez no momento do acidente.
Na terça-feira (12), o juiz da 1ª Vara do Júri da capital, Alberto Anderson Filho, afirmou que Siwek não deve responder por tentativa de homicídio. “Se o caso fosse de homicídio consumado, seria perfeitamente possível o dolo eventual. Mas o dolo eventual é incompatível com a tentativa”, diz trecho do documento.
Sousa continua internado no Hospital das Clínicas. Um empresário de Sorocaba (a 99 km de São Paulo) disse ontem que vai doar uma prótese para ele.
Agências

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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/03/ciclista-que-teve-braco-arrancado-perdoa-alex-siwek.html