quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Resultado da reunião do INSS sobre turno extendido


27.02.2013
Do portal do SINDSPREV.PE
Postado por Cristiano Silva

Foi positiva a reunião realizada no final da tarde desta quarta feira, dia 27 de fevereiro, com o presidente do INSS Lindolfo Neto de Oliveira Sales e o secretario executivo Carlos Eduardo Gabas, na referida reunião as entidades sindicais presentes, entre elas o Sindsprev/PE e a CNTSS exigiram que o orgão não acatasse a orientação do MPF que orientava o fim do turno extendido com a jornada de 6h nas APSs.

No entendimento do Sindsprev/PE o MPF não avaliou corretamente os resultados de desempenho do INSS, por isso não há fundamentos para que o governo acate esta recomendação.

Ficou acertado na reunião que o INSS vai buscar soluções para evitar a reversão do turno extentido nas APSs aceitando as reinvidicações e as argumentações apresentadas pelas entidades sindicais.

O Sindsprev/PE está acompanhado ativamente a todos os desdobramentos e não medirá esforços na luta para garantir a permanencia do turno extendido. 
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Fonte:http://www.sindsprev.org.br/index.php?categoria=noticias_principais_01&codigo_noticia=0000002597&cat=noticias

CNTSS será recebida em audiência pelo Presidente do INSS para tratar da suspensão do turno estendido

27.02.2013
Do portal da CNTSS/CUT
Por Sandro Alex*


Na tarde de hoje(27/02), a direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social da CUT será recebida em audiência em Brasília,  pelo Presidente do Instituto Nacional do Seguro Social, para tratar da suspensão do turno estedido.

Segundo informações repassadas pelo Órgão a adoção desta medida segue a recomendação expedida pelo Ministério Público Federal no Estado de São Paulo.

A nossa confederação entende que ao recomendar esta medida o Ministério Público Federal, acabou por desconhecer que o turno estendido, mais que uma conquista da luta dos trabalhadores é o meio que a administração pública, neste caso o INSS, encontrou para manter as agências do Órgão atendendo o público por um período de 12 horas ininterruptas. Logo a manutenção destas providências acabará por trazer enormes prejuízos à sociedade.

A nossa Confederação envidará esforços para que esta medida recomendada pelo MPF e adotada pela Direção do Órgão, não traga mais problemas para os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social.

Leia na íntegra o comunicado do INSS...


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Fonte:http://www.cntsscut.org.br/destaques/1823/cntss-sera-recebida-em-audiencia-pelo-presidente-do-inss-para-tratar-da-suspensao-do-turno-estendido

Lula e a mídia dos trabalhadores

27.02.2013
Do BLOG DO MIRO
Por Vanessa Silva, no sítio Vermelho:

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, na manhã desta quarta-feira (27), do evento organizado em comemoração aos 30 anos da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Lula falou durante cerca de 40 minutos para uma plateia de dirigentes e sindicalistas, elogiou o movimento sindical brasileiro e a CUT e criticou a imprensa e seus adversários que “nunca quiseram que eu e a Dilma ganhássemos as eleições”. E propôs que o movimento sindical crie suas próprias mídias.

Para Lula, seus adversários sempre se incomodaram com seu sucesso: "eu acho que a bronca que eles [adversários] tinham de mim era o meu sucesso, e agora é o sucesso da Dilma (…) Essa gente nunca quis que eu ganhasse as eleições. Nunca quis que a Dilma ganhasse as eleições. Aliás, essa gente não gosta de gente progressista", declarou.

A direita e os formadores de opinião pública foram os últimos a aderir, na década de 1980, ao movimento pelas eleições diretas para presidente e, na década seguinte, à campanha pelo impeachment do então presidente Fernando Collor, hoje senador, lembrou o ex-presidente: "É preciso reconhecer que o País mudou muito, inclusive na questão da comunicação. Nos anos 1980, qualquer imbecil se achava formador de opinião pública", disse. "Nesse País, formadores de opinião pública eram contra a campanha das diretas, contra a derrubada do Collor".

Como forma de ilustrar a perseguição sofrida pela imprensa, Lula se comparou ao ex-presidente estadunidense Abraham Lincoln: "Eu fiquei impressionado como a imprensa batia no Lincoln em 1860, igualzinho batem em mim. E o coitado não tinha nem computador. Ia para o telex ficar esperando", contou Lula, que está lendo a biografia do ex-presidente dos Estados Unidos. "Hoje a resposta é em tempo real. Eu quero parar de reclamar dos que não gostam de mim e não dão espaço. Eu não convido eles para minha festa e não sou convidado", resumiu.

Para o ex-presidente, é hora de o movimento sindical parar de reclamar da falta de espaço na mídia e criar seus próprios meios de comunicação. Disse também ser necessário um mapeamento de toda a mídia do setor progressista para que esse segmento se organize. "É uma arma poderosa, mas totalmente desorganizada. Por que a gente não organiza a nossa mídia, dá formatação, um pensamento coletivo, mais unitário?", indagou.

Ele falou ainda do papel da imprensa dos movimentos sociais. “Eles [a grande imprensa] não gostam de mim, não vão me dar espaço mesmo”. E estimulou que os sindicatos conversem mais e trabalhem a imensa rede de rádios, sites, blogs e até TVs, que possuem, como a TVT, que transmitiu o evento ao vivo.

10 anos de governos progressistas

Ainda em tom de crítica aos adversários, Lula defendeu a gestão da presidente Dilma Rousseff e os dez anos do PT e partidos aliados no governo federal.

"Eu sinto orgulho em saber que este país mudou. Ainda falta fazer coisa, obviamente que falta. Mas um país que passou 500 anos sufocando os pobres não vai recuperar em dez anos. Mas não reconhecer que esse país mudou? E mudou muito", provocou.

CUT e sindicalismo

Lula pediu uma mudança de postura da CUT. Ele cobrou que a central sindical e seus dirigentes saiam às ruas, deixem os prédios e viajem mais pelo País. Recomendou ainda que conversem mais com a presidente Dilma "porque mulher sempre trata melhor que o homem". 

O petista disse ainda que apoia a marcha dos trabalhadores que será realizada em 6 de março. "Todas as reivindicações são justas. Agora, só precisa saber se o governo tem condições de atender", opinou.

Sobre o sindicalismo no país, Lula disse que hoje não dá mais pra imaginar o Brasil sem a CUT. “A maior conquista da CUT não foi a luta por salário ou uma hora a mais, uma hora a menos [de trabalho semanal]. Foi o alto grau de conscientização política do trabalhador”. 

Em seu resgate histórico das lutas dos trabalhadores, Lula lembrou que muitas vezes “tínhamos que falar grosso até demais para subir um degrau muito pequeno”, mas que hoje a situação é completamente diferente. 

O sindicalista citou o exemplo dos Estados Unidos, onde recentemente ele visitou a central dos trabalhadores na indústria automotiva e aeroespacial, a CAW. “Nos Estados Unidos, a Nissan, que é dirigida por um brasileiro, não permite que seus trabalhadores se sindicalizem, esta é a luta deles. Não é El Salvador, não é Nicarágua, não é a Namíbia, é nos EUA onde muitos trabalhadores em muitos locais são proibidos de se sindicalizarem”.

O ex-presidente também falou sobre seu papel no governo e a relação com os sindicalistas. Lembrou que recebeu os sindicatos que pediam a regulamentação da jornada de 40 horas semanais e, na ocasião, defendeu que o movimento não deveria esperar por uma solução do governo. “Eu disse: se eu fosse vocês, não esperaria por medida provisória, eu sairia pelo Brasil para politizar esse debate nas portas de fábricas. No final, os ganhos são muito maiores do que ficar dependendo de uma medida do governo”.

E terminou parabenizando a CUT por seus 30 anos com um elogio: “antigamente eu achava que o movimento sindical italiano poderia ser mais organizado que o nosso. Hoje eu não acho mais”, completou.

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Fonte:http://www.altamiroborges.blogspot.com.br/2013/02/lula-e-midia-dos-trabalhadores.html

Eduardo Febbro: A Itália à beira da ingovernabilidade

27.02.2013
Do blog VI O MUNDO
Por Eduardo Febbro, em Carta Maior


Em porcentagens absolutas, o vencedor é a centro-esquerda do Partido Democrático, mas os números desenham um futuro nebuloso. A Itália é, no momento, um país ingovernável. A Câmara de Deputados é da coalizão de centro-esquerda, mas o Senado pertence a Berlusconi. Isso trava praticamente todas as decisões que um futuro governo possa tomar. Todos os caminhos que restam são instáveis: formar um governo estável parece um milagre. O artigo é de Eduardo Febbro, direto de Roma.

Roma – A Itália colocou um pé na fronteira da ingovernabilidade. Ao final das eleições legislativas realizadas domingo e segunda-feira, o Partido Democrático, movimento de centro-esquerda liderado por Luigi Bersani, ganhou as eleições, mas não o poder. A direita ressuscitada de Silvio Berlusconi e a poderosa emergência de uma força política contestadora que cresceu fora dos esquemas tradicionais da prática política deixaram a tímida esquerda italiana com uma escassa maioria para governar. Ninguém sabe hoje quem estará no poder amanhã. A centro-esquerda de Pier Luigi Bersani obteve 29,75% dos votos na Câmara de Deputados. Com isso, consegue o abono de 55% das cadeiras em jogo que o sistema outorga ao ganhador. No entanto, o caminho para o governo tropeça no Senado, onde o Povo da Liberdade, do patético Silvio Berlusconi, em coalizão com a racista Liga do Norte, faz sombra ao PD com 28,96% dos votos. Logo em seguida vem o Movimento Cinco Estrelas, do comediante genovês Beppe Grillo, que obteve 25,5% na Câmara de Deputados e 23,7% no Senado. O atual presidente do Conselho italiano, Mario Monti, ficou distante com cerca de 11% dos votos e perde assim muitas possibilidades de respaldar a centroesquerda em um futuro governo de coalizão.

As eleições não resolveram o dilema italiano e muitos prognosticaram segunda-feira à noite um retorno às urnas para dirimir a incerteza. As duas maiores surpresas desse pleito foram protagonizadas pelo movimento Cinco Estrelas e por Silvio Berlusconi. O primeiro porque conseguiu atrair centenas de milhares de eleitores enojados com o sistema político. O segundo é, indiscutivelmente, a potência eleitoral que Berlusconi ainda detém. Após vinte anos de escândalos de toda índole e há apenas alguns meses de ter deixado o país à beira do abismo moral e financeiro, Berlusconi, segue sendo o árbitro da política nacional. Pior ainda, não é improvável que seja ele quem consiga governar. Acossado pela justiça, com denúncias de conteúdo sexual e acusações de corrupção, Berlusconi sai das urnas com um êxito angustiante. As pessoas seguem acreditando em que as enganou e as manipulou como ninguém. Entre a oferta da centro-direta apresentada por Mario Monti e a direita escandalosa do “Cavaleiro”, a Itália preferiu o último.

Em porcentagens absolutas, o vencedor é a centro-esquerda do Partido Democrático, mas os números desenham um futuro nebuloso. A Itália é, no momento, um país ingovernável. A Câmara de Deputados é da coalizão de centro-esquerda, mas o Senado pertence a Berlusconi. Isso trava praticamente todas as decisões que um futuro governo possa tomar. Todos os caminhos que restam são instáveis: formar um governo estável parece um milagre. Pode-se também pensar em um acordo entre Bersani e o movimento Cinco Estrelas, mas não para governar e sim para mudar a lei dos partidos e, com uma legislação menos diabólica como método, voltar a votar.

O grande herói da noite eleitoral é indiscutivelmente Beppe Grillo. Nela recai um poder que abre um rombo na sólida frente dos partidos de governo italianos. O comediante zombou daqueles que governam e desprezam a sociedade. A Itália ingressou na noite de segunda-feira no seleto grupo de países europeus que, ao cabo de processos eleitorais celebrados em plena crise, terminam com partidos anti-sistema que obtêm resultados parlamentares consequentes. O caminho foi aberto pela Grécia no ano passado, quando o movimento da esquerda radical Syriza, dirigido por Alexis Tsipras, esteve a ponto de formar o governo e depois, nas novas eleições realizadas em maio, obteve cerca de 20% dos votos. Syriza ficou como a segunda força política da Grécia, na frente do histórico e corrompido partido socialista grego, Pasok.

Quase simultaneamente, na França, a Frente de Esquerda, de Jean-Luc Mélenchon protagonizou uma penetração eleitoral espetacular par uma formação praticamente nova e em cujo interior há desde socialistas dissidentes, anarquistas libertários, ecologistas e comunistas. De uma maneira distinta, mas com um resultado mais espetacular, a Itália entrou na dissidência política. O movimento Cinco Estrelas, liderado pelo humorista Beppe Grillo, se içou a níveis desafiadores frente a uma casta política que funciona como esses sistemas de irrigação automática: só vive para si mesma, para preservar suas prerrogativas e benefícios. 

Cinco Estrelas rompeu o esquema. Beppe Grillo estragou a festa dos partidos de governo: o Partido Democrático, de Luigi Bersani, e o Povo da Liberdade, do sobrevivente de todas as batalhas e golpes baixos nos últimos 20 anos, o ex-presidente do Conselho Silvio Berlusconi. 

Esse movimento é uma mistura ousada, uma espécie de “bíblia junto al calefón”, como diz a letra do célebre tango. Se perguntarem a qualquer italiano por que decidiu votar neste partido que se define como uma “comunidade”, sua resposta é inequívoca: porque quero que as coisas mudem.

A mudança é, nas sociedades ocidentais, como a irrenunciável aspiração humana ao amor. 

Algo desejado com uma permanência física e metafísica e sempre postergado por essa tendência à incrustação e ao imobilismo que caracteriza os partidos uma vez que se instalam no poder. Contestadora, aberta e declaradamente anti-sistema, Cinco Estrelas é exatamente igual ao slogan com o qual lançou sua campanha: “o Tsunami tour”. Um tsunami cuja verdadeira capacidade de ação e de construção ainda está por se ver.

Disparatado para alguns, populista para outros, Cinco Estrelas, seja como for, é a demonstração de um cansaço infinito que se volta contra a política neste século XXI, uma empresa insaciável de mentiras, manipulações, enganos, uma indústria ao serviço de uma corporação de engravatados e não ao povo que foi tentado com propostas que jamais se cumpriram. A social democracia moderada do presidente francês François Hollande é uma prova amável disso: palavras, palavras, palavras.

Beppe Grillo ingresso por essa brecha de desencanto, de orfandade representativa de uma sociedade onde 8 milhões de pessoas vivem com menos de mil euros por mês – é um índice baixo na Europa – e onde um em cada três jovens não tem trabalho. Força destruidora do sistema que se propõe reparar os esquecimentos interessados da governabilidade acomodada e corrigir o sacrifício a que o neoliberalismo europeu submete a milhões e milhões de indivíduos para não perder as suas já grandiosas margens de lucro. Melhor um milhão de desempregados a mais do que 3% de lucros a menos. Com um blog, uma conta no twitter e sem jamais ter pisado num canal de televisão em um país onde os políticos dão a vida para aparecer na frente das câmeras, Beppe Grillo conquistou as massas. Há alguns anos, este humorista genovês organizou o “Vaffanculo Day”, um dia de protesto global contra os políticos. Agora o Vaffanculo passou dos protestos às urnas e a Itália entrou em uma incerta dissidência contra o sistema.

Tradução: Katarina Peixoto

Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/eduardo-febbro-a-italia-a-beira-da-ingovernabilidade.html

Ciberguerra: China teria invadido sistemas norte-americanos

27.02.2013
Do portal LUIS NASSIF ON LINE
Por Demarchi
Do Blog da Redação

A China ataca os EUA: como a ciberguerra está se expandindo
Antonio Martins

Vasta operação, desencadeada em Xangai, teria recolhido de segredos industriais a informações sobre redes elétricas e gasodutos. Washington bebe seu próprio veneno

“Sabemos que outros países e companhias roubam nossos segredos corporativos. Agora, nossos inimigos querem tornar-se capazes de sabotar nossas redes elétricas, instituições financeiras e sistemas de controle de tráfico aéreo”. Graves, as frases são do  último discurso “sobre o estado da União”, pronunciado por Barack Obama em 12/2. Por trás dele, está uma descoberta. Após anos de investigação, a Mandiant, uma companhia especializada em segurança de redes, teria identificado [relatório] uma sequência de ações de espionagem e captura de dados, desencadeadas, via internet, contra empresas e órgãos de governo norte-americanos. Teria concluído, também, que a base dos ataques é uma discreta unidade do Exército de Libertação Popular (ELP) nos subúrbios de Xangai. Por serem os pioneiros globais em ciberguerras e pela relação especial que mantêm com a China, os EUA evitam tratar o tema com alarde. Mas provavelmente já estão reagindo, o que amplia as ameaças de militarização do ciberespaço. As descobertas e suas repercussões estão sendo relatadas, desde segunda-feira passada, numa série de reportagens (1 2 3) do New York Times. Contratada por corporações norte-americanas, a Mandiant constatou ataques a 141 alvos, desde 2006. No início, foram espionadas pesquisas tecnológicas, processos de manufatura, estratégias de negociação. Em 2009, por exemplo, uma invasão dos computadores da Coca-Cola teria coincidido com o fracasso na tentativa de adquirir a Huiyuan, gigante chinesa na produção de sucos de frutas. Além disso, foram alvo, sempre segundo a Mandian empresas de terceirização de serviços militares e dos ramos químico, de mineração, satélites e telecomunicações. Mais recentemente, o chineses teriam se voltado para a busca de informações sobre sistema elétrico, gasodutos, abastecimento de água e de gás.

Os ataques são sutis e nunca diretos. Numa busca de dados que teve como alvo o próprio New York Times, os hackers teriam se servido das redes de universidades norte-americanas. As duas ferramentas principais usadas para iniciar a invasão são emails (“em inglês perfeito”, segundo o jornal) com links falsos e códigos maliciosos implantados, sob aparência de comentários, em páginas web. Após um longo trabalho de rastreamento, teria sido possível chegar ao foco de onde as ações foram desfechadas: um edifício de 12 andares, onde está instalada a Unidade 61.638 do ELP chinês (na foto abaixo).

A embaixada chinesa em Washington negou, como era de prever, as informações — lembrando que em seu país a ação de hackers é proibida por lei… Mas também os Estados Unidos parecem relutantes em adotar uma atitude de confronto (o próprio Obama evitou fazer qualquer referência à China), por dois motivos.

O primeiro é o pioneirismo dos Estados Unidos nas difusão da ciberguerra e em suas versões mais agressivas. Desde 2008, Washington colabora com Israel numa vasta operação contra o programa nuclear iraniano. Ela envolve ações de espionagem, que já resultaram no assassinato de pelo menos três cientistas e difusão de um cibervírus letal. Implantado por meio de um pen-drive nas unidades iranianas de ultracentrífugas, oStuxnet identificou rapidamente seu alvo (os sensores que controlam a velocidade dos equipamentos). Iludiu os operadores, mantendo aparência de normalidade nos controles de segurança. Mas provocou a elevação absurda no ritmo de rotação das centrífugas, levando-as à auto-destruição.

Mais recentemente, segundo o próprio New York Times, Washington estaria desenvolvendo uma arma ainda mais poderosa: o vírus Flame. Quarenta vezes mais complexo que o Stuxnet, já estaria infectando computadores em diversos países do Oriente Médio — sendo o Irã, novamente, o mais infectado. Poderia ser também mais nocivo que o Sutxnet, pois teria a capacidade de ativar o microfone interno do computador atingido para gravar todas as conversas, ou o bluetooth para se ligar a todos os aparelhos ao seu redor e obter números de telefone e senhas. Segundo um especialista da empresa de segurança eletrônica russa Kaspersky, o Flame “reescreve a definição de ciberguerra e ciberespionagem”.

O segundo motivo para discreção de Washington são os laços com Beijing. Ao contrário da antiga União Soviética, a China não pode ser tratada por “inimiga”, lembra David Sanger, o jornalista que acompanha o caso no New York Times. Os países mantêm comércio de 425 bilhões de dólares por ano e os chineses são os principais financiadores da dívida dos EUA. A delicadeza da relação foi reconhecida, em 2009, pela então secretária de Estado Hillary Clinton, em diálogo com o primeiro-ministro australiano. “Como você fala duro com seu banqueiro?”, perguntou ela, constrangida.

As guerras cibernéticas podem ser muito menos românticas do que sugerem os relatos sobre estratégias surpreendentes de invasão e defesa de computadores. Num mundo em que a vida quotidiana depende crescentemente de sistemas comandados pela rede, ela poderia resultar no colapso de serviços vitais, em áreas densamente povoadas; caos destrutivo; desorganização social maciça.

A iniciativa chinesa revela: como no caso dos drones, os EUA podem aberto um precedente cujos desdobramentos são incontroláveis e podem ter consequências profundamente desumanizadoras. Mais um motivo para compreender a fundo a nova ameaça e pensar caminhos para enfrentá-la.
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Fonte:http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/ciberguerra-china-teria-invadido-sistemas-norte-americanos

"A GLOBO QUER DERRUBAR DILMA"

27.02.2013
Do portal BRASIL247, 15.02.13
Por Éder Fonseca, do Panorama Mercantil 


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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/93606/A-Globo-quer-derrubar-Dilma.htm

Lula defende comunicação alternativa: 'Não vou mais reclamar de falta de espaço'

27.02.2013
Do portal da REDE BRASIL
Por Vitor Nuzzi, Rede Brasil Atual

Durante ato pelos 30 anos da CUT, ex-presidente diz que não se pode esperar cobertura positiva de formadores de opinião 'que não gostam de gente progressista'  

Lula defende comunicação alternativa: 'Não vou mais reclamar de falta de espaço'
Lula conversa com sindicalistas e ex-dirigentes na chegada ao evento da CUT: "Nem chapa-branca, nem do contra" (Foto: Juliana Knobel/Frame/Folhapress)
Sâo Paulo – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje (27) que o movimento sindical e os setores progressistas da sociedade invistam mais na organização de seus próprios meios de comunicação, em vez de esperar imparcialidade da mídia tradicional em relação aos governos e às reivindicações de esquerda. Para ele, é preciso parar de reclamar por não ter saído no jornal ou ganhado destaque na imprensa. Os chamados formadores de opinião, disse Lula, eram contra as eleições diretas para presidente, contra o impeachment de Fernando Collor e contra a eleição dele e da atual presidenta, Dilma Rousseff.
Em ato pelos 30 anos da CUT, que serão completados em agosto, Lula disse que o próprio movimento sindical tem um aparato 'poderoso' de comunicação, mas desorganizado. "Quero parar de reclamar que os que não gostam de mim não dão espaço. Por que a gente não organiza o nosso espaço? Por que a gente não começa organizar a nossa mídia? Nós sabemos o time que temos, o time dos adversários e o que eles querem fazer conosco. Vocês têm de analisar qual é o espaço de imprensa que o movimento sindical tem."
Dirigindo-se ao presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, Lula afirmou que a entidade tem de “dar um salto” e passar a atuar mais no auxílio aos movimentos sociais com pouca estrutura. “Não é apenas a luta corporativa. Esse economicismo é bom, mas não é tudo. Faça todas as brigas que tiver de fazer, internamente, mas quando terminar a CUT tem de ir pra rua. A CUT não nasceu para ficar dentro de um prédio."
Segundo Lula, um dos criadores da CUT, em agosto de 1983, o radicalismo da central era necessário, nos primeiros momentos, para se firmar. "As pessoas não convidavam a gente para a festa deles. Tínhamos de falar grosso para subir um degrau. O importante é não perder o limite, a compreensão, as possibilidades da luta política, da correlação de forças."
Assim, acrescentou, o movimento sindical não pode abrir mão de reivindicar, mas deve também saber negociar. "Se vocês virarem dirigente sindical chapa-branca, não vale a pena. Se for só do contra, também não vale a pena. Para valorizar o que a CUT tem feito e vai fazer, temos de imaginar como seria o Brasil sem ela. É preciso repensar o papel  histórico da CUT."
O ato teve a presença de todos os ex-presidentes da central: Jair Meneguelli (1983-1994), Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (1994-2000), Kjeld Jakobsen (interino, de maio a agosto de 2000), João Felício (2000-2003), Luiz Marinho (2003-2006) e Artur Henrique (2006-2012). Dois prefeitos foram à cerimônia – o próprio Marinho, reeleito em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, e Carlos Grana, de Santo André.

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Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/2013/02/lula-defende-investimento-em-meios-de-comunicacao-de-esquerda

CASAMENTO: Como conquistar seu marido todos os dias

27.02.2013
Do portal FAMILIA.COM.BR, 24.01.13

Como conquistar seu marido todos os dias

Quando estamos na fase de conquistar a pessoa amada, procuramos utilizar-nos de muitos meios para chamar sua atenção; a mulher principalmente, procura utilizar sua melhor roupa, seu melhor perfume, aquele sorriso cativante, conversamos com as amigas perguntando o que poderíamos fazer para conquistar aquele rapaz, e muitas vezes sonhamos com o rapaz que acreditamos ser o nosso príncipe encantado.

A partir do momento que conseguimos fazer do nosso sonho uma realidade, o período de namoro é só sorrisos, abraços, beijos apaixonados, passeios, fotos a dois, etc. Basicamente é a fase de conhecermos um ao outro. E quando esse conhecimento se torna a certeza de que ele realmente é o homem que gostaríamos de ter como marido, passamos pela nova fase de fazer planos, até o casamento.

Quando nos casamos a rotina diária se torna uma inimiga em nossas vidas, e se não for bem nutrida pode trazer monotonia, mas, como conquistar seu marido todos os dia?
  • Faça do sorriso uma recepção diária, quando ele chegar do trabalho, sorria para ele, pergunte como foi o seu dia.
  • Procure fazer dos beijos apaixonados um carro-chefe no seu casamento.
  • Mande mensagens em seu celular como: “eu te amo muito”, “tenha um bom dia”, etc. Deixe seu coração lhe inspirar no momento.
  • Procure fazer refeições juntos, torne isso algo sagrado em sua vida.
  • Você não precisa se maquiar ou usar um bom perfume, etc, somente em dia de festa, tire um dia para fazer isso para ele, mesmo que vocês fiquem em casa assistindo um bom filme.
  • Andar de mãos dadas, abraçar, e manter um contato físico é essencial.
  • O que não poderia faltar na lista para manter a conquista no casamento é fazer o prato que ele mais gosta, mesmo que você não saiba cozinhar, neste momento, vale recorrer às amigas, mãe, etc.
Manter a conquista requer sacrifícios e esforço, não somente da mulher mas também do homem; mas você, mulher, pode mostrar o caminho para ele, afinal quem não gosta de ser paparicado e bem cuidado.

Conquistar requer ação

A palavra "conquistar", na língua portuguesa, é classificada como um verbo, e todo verbo significa ação, fazer alguma coisa ou algo; portanto, é importante agir, interagir e praticar para que isso faça parte de sua vida e principalmente do seu casamento.

“Um relacionamento é semelhante a um jardim: precisa de cuidados diários”. (Renato Cardoso e Cristiane Cardoso – Casamento Blindado).

A conquista nada mais é do que uma demonstração de carinho do quanto o seu parceiro é importante para você e ele sentirá isso, a cada gesto.

“Dias iguais são como um rio correndo pra trás, não deságua em nenhum lugar” (Sandy – Dias Iguais).

Priorizar o casamento e o relacionamento a dois

Conforme os anos de casamento vão aumentando, os filhos e os netos vão chegando, tendemos a não priorizar um ao outro como no início; porém, como parceiros, devemos lembrar que netos e filhos um dia construirão suas famílias e somente terão um ao outro para se apoiar e cuidar.

A conquista não vale apenas para os jovens que estão começando sua vida de casados, mas vale a todos desde o momento que estão unidos como casal. As lembranças do início de seu casamento lhe mostrarão como a luta diária, de acordo com os anos, lhe deram muitas felicidades; e cada momento difícil que passaram juntos vale como experiência e aprendizagem de como encarar os desafios da vida.

Portanto, use e abuse de seu poder como mulher, esposa e mãe, pois eles que dão um charme todo especial para fazer de você e de seu marido um casal feliz.

Jacira Silva dos Santos*Jacira Silva dos Santos Araujo é casada, Formada em letras pela Faculdades de Guarulhos, trabalha como professora de literatura para alunos de ensino médio.



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Fonte:http://familia.com.br/como-conquistar-seu-marido-todos-os-dias?Itemid=631#.US5TL6VF_RJ

A cada 5 dias uma pessoa é aliciada para o tráfico internacional de pessoas


27.02.2013
Do jornal DIARIO DE PERNAMBUCO
Por Correio Braziliense

Para contrariar quem considera o tema um mero enredo de novela, o governo federal divulgou ontem o primeiro relatório sobre tráfico de pessoas no país. Os dados mostram que, de 2005 a 2011, 475 brasileiros foram vítimas de organizações criminosas internacionais para fins de exploração sexual e trabalho escravo. Uma média de 68 casos por ano. Ou uma vítima a cada cinco dias.

As informações também apresentam um retrato da impunidade no Brasil ao apontar que somente 60% dos 157 inquéritos instaurados pela Polícia Federal no período resultaram em processos judiciais. Para mudar essa realidade, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pediu à sociedade que denuncie e anunciou que vai propor mudanças legislativas.

Ao lançar o II Plano de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, com as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Políticas para as Mulheres), Cardozo ressaltou que as falhas na legislação brasileira, que prevê apenas o tráfico de pessoas para exploração sexual, ignorando outras finalidades como trabalho escravo e remoção de órgãos, não são o maior problema.

“O que dificulta muito (as investigações) é o fato de as pessoas não denunciarem, terem medo de fazê-lo”, afirmou Cardozo. Menicucci anunciou que o Disque 180, canal de denúncias de violência contra a mulher, será estendido a outros países, como a Inglaterra e El Salvador. O serviço já está disponível na Espanha, Portugal e Itália, além de funcionar no Brasil.
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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/brasil/2013/02/27/interna_brasil,425583/a-cada-5-dias-uma-pessoa-e-aliciada-para-o-trafico-internacional-de-pessoas.shtml