sábado, 26 de janeiro de 2013

Carlos Lopes: Remessas de lucros em 8 anos foram de R$ 404 bilhões

26.01.2013
Do blog VI O MUNDO, 23.01.13


Em 2012, 296 empresas nacionais passaram para controle estrangeiro

Em 2011, foram desnacionalizadas 206 empresas

Os dados divulgados pela empresa de consultoria KPMG no último dia 14 mostram que as desnacionalizações de empresas brasileiras atingiram um novo recorde em 2012. O notável é que elas já haviam atingido um recorde em 2011 – e também em 2010.

Em suma, a cada ano se aceleram as compras de empresas brasileiras por fundos ou empresas estrangeiras, a maioria com sede nos EUA (para que o leitor tenha uma ideia relativa: segundo o Censo de Capitais Estrangeiros do BC, as empresas dos EUA têm dentro do Brasil 3,4 vezes o que têm as empresas francesas, alemãs ou japonesas), com recordes batendo recordes anteriores.

Em 2012 foram 296 empresas nacionais que passaram para controle estrangeiro. Em 2011, haviam sido 208 empresas nacionais. Em 2010, 175 empresas.

Assim, o número de empresas desnacionalizadas aumentou, em relação ao ano anterior, sucessivamente: +92,3% (2010), +18,9% (2011), e, no ano passado, +42,3%.

Desde 2004, quando a KPMG passou a divulgar, em sua pesquisa, os dados das operações “cross border 1” (cb 1 = “empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil”), os resultados foram os seguintes:

2004 – 69 empresas desnacionalizadas;
2005 – 89 empresas desnacionalizadas;
2006 – 115 empresas desnacionalizadas;
2007 – 143 empresas desnacionalizadas;
2008 – 110 empresas desnacionalizadas;
2009 – 91 empresas desnacionalizadas;
2010 – 175 empresas desnacionalizadas;
2011 – 208 empresas desnacionalizadas;
2012 – 296 empresas desnacionalizadas.

Ao todo, desde 2004, foram 1.296 empresas nacionais que passaram para controle estrangeiro, com as conhecidas e inevitáveis consequências da desnacionalização:

1) Aumento brutal das remessas de lucros para fora do país: as remessas totais, cuja maior parte é constituída pelos ganhos, no Brasil, das filiais de multinacionais que são enviados às suas matrizes, passaram de US$ 25,198 bilhões (2004) para US$ 85,271 bilhões (2011), um aumento de 238,40% (o total de 2012 ainda não foi divulgado pelo Banco Central).

Se consideradas apenas as remessas para o exterior declaradas oficialmente como “lucros e dividendos”, o valor em dólares mais do que quintuplicou (foi multiplicado por 5,5) no mesmo período.

Ao todo, de 2004 a 2011, pari passu com a desnacionalização de 1.296 empresas brasileiras, esse aumento vertiginoso nas remessas para o exterior significou o envio para fora do Brasil do equivalente a 152,84% do saldo comercial que o país obteve no mesmo período. Exatamente, as remessas totais para o exterior montaram a US$ 404,878 bilhões, enquanto o saldo comercial atingiu US$ 264,911 bilhões.

2) Simultaneamente a essa hemorragia de remessas para o exterior, houve um aumento tão brutal, ou mais, das importações. De 2004 a 2011, as importações aumentaram, em valor, 260%: de US$ 62,835 bilhões (2004) para US$ 226,233 bilhões (2011).

As filiais de multinacionais são, sobretudo, empresas importadoras de bens intermediários – ou seja, de componentes para a montagem de produtos finais. Mas essa é a melhor das hipóteses: a outra, que está se tornando rotina, é quando elas passam a importar o próprio produto final, transformando a empresa desnacionalizada em mero balcão de vendas. O fato é que quanto maior a desnacionalização, maior o aumento das importações.

A consequência é a desindustrialização do país, com a indústria nacional atacada em seu maior setor – o de bens intermediários – pelas importações, o que se estende rapidamente às importações de bens de produção.

3)  Não menos importante, até mais, é a estagnação da economia que essa desnacionalização e desindustrialização, inevitavelmente, implica.

Em primeiro lugar, estagnação tecnológica. Não é paradoxal, mas apenas doentio ou prova de dubiedade de caráter (ou apenas exibição de estupidez) que os mesmos sujeitos que vivem falando que na economia brasileira faltam “inovações”, “competitividade”, “produtividade”, etc., sejam os mesmos a defender a entrega ao capital estrangeiro das empresas nacionais que são responsáveis pelas inovações e avanços tecnológicos.

Estamos, aqui, nos referindo às empresas privadas nacionais, embora o mesmo seja verdadeiro – e até mais – para as estatais. É verdade que, no momento, existe a originalidade de termos, na presidência da nossa maior e mais avançada estatal, uma senhora que parece achar que sua função é falar mal da empresa que preside. Mas isso, como diria o grande Dorival Caymmi numa metáfora petroquímica, é matéria plástica. Dura pouco.

Mas voltemos às empresas privadas nacionais, com um exemplo.

Em 2012, houve uma queima de empresas nacionais produtoras de programas de computador para os mais variados ramos da indústria. Certamente, não foi porque essas empresas nacionais eram atrasadas ou ineficientes que as multinacionais ou fundos especulativos se interessaram por elas – e por atacado.

A desnacionalização resultou em que o desenvolvimento tecnológico do país conquistado por essas empresas foi apropriado e monopolizado por empresas estrangeiras. Não porque estas fossem mais eficientes, mas porque tinham maior poder financeiro – e a política do governo foi, essencialmente, a de deixar as empresas nacionais ao léu, ou seja, à mercê do capital estrangeiro.

Em segundo lugar, e correlacionado com o anterior, a desnacionalização leva, inevitavelmente, à estagnação do crescimento econômico: as empresas multinacionais não se instalam em outro país para desenvolver a economia nacional – aliás, elas fazem parte de outra economia nacional. Portanto, as remessas de lucros, e também as suas importações, significam puxar o investimento para baixo no país onde estão as filiais de empresas estrangeiras.

Naturalmente, isso pode ser contrabalançado quando as filiais de multinacionais não são o principal setor da economia – na China, por exemplo, a taxa de investimento de 46% do PIB é atingida, sobretudo, devido ao impulso do investimento público.

Porém, quando não há outra força – a força da coletividade, através do Estado – se opondo, de forma geral, podemos dizer que quanto mais desnacionalizada é uma economia, mais forte é a tendência de queda do investimento e do crescimento. Nem precisamos lembrar a catástrofe da economia tailandesa ou as medidas rigorosas que a Malásia tomou para evitar catástrofe semelhante.

Basta olhar para o nosso próprio país.

De janeiro de 2004 a novembro de 2012, entraram no Brasil US$ 332,686 bilhões em “investimento direto estrangeiro” (IDE), ou seja, dinheiro para comprar empresas ou aumentar a participação estrangeira no capital de empresas, além de empréstimos da matriz à sua própria filial (cujo pagamento é uma das formas de remeter lucros sem declará-los oficialmente).

Essa entrada de US$ 332,686 bilhões em IDE provocou, segundo o Banco Central, um aumento no estoque de IDE (ou seja, na propriedade estrangeira sobre empresas) de US$ 132,818 bilhões (dezembro de 2003) para US$ 675,601 bilhões (setembro de 2012). Ou seja, a desnacionalização de empresas fez com que a propriedade estrangeira sobre empresas dentro do Brasil, em dólares, aumentasse cinco vezes (em termos percentuais, +408%).

Qual foi o resultado disso sobre o investimento na economia brasileira – em especial sobre a taxa de investimento, ou seja, o investimento (formação bruta de capital fixo – FBCF) em termos de PIB?
O resultado é que somente houve algum aumento do investimento quando houve aumento do investimento público. A desnacionalização, isto é, o “investimento direto estrangeiro” (IDE), pelo contrário, teve o efeito de segurar e  deprimir a taxa de investimento da economia.

O que, aliás, é perfeitamente lógico: filiais de multinacionais não têm como função gastar seus lucros em investimentos. Sua função é exatamente a oposta – a de investir o mínimo possível para enviar o máximo possível de seus ganhos para a matriz.

Leia também:


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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/carlos-lopes-remessas-de-lucros-em-8-anos-foram-de-r-404-bilhoes.html

Deputado do DEM é acusado de mortes


26.01.2013
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

O ex-governador de Mato Grosso Júlio Campos, atualmente deputado federal pelo DEM-MT, foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) por duplo homicídio e formação de quadrilha, sob a suspeita de ter sido o mandante de dois assassinatos ocorridos em 2004, em meio a uma disputa por terras. O pedido de abertura de uma ação penal contra o parlamentar foi encaminhado na quinta-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF), em documento de 18 páginas, assinado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

O inquérito foi autuado no Supremo em abril de 2012, quando Campos voltou a exercer o mandato de deputado federal. A PGR apura a participação do parlamentar nos homicídios do empresário brasileiro Antônio Ribeiro Filho e do geólogo húngaro Nicolau Ladislau Ervin Haraly. Ambos teriam sido mortos a mando do político, que estaria interessado em terras ricas em metais e pedras preciosas, como diamantes, em Mato Grosso.

Segundo a denúncia, ele foi o mandante dos homicídios e teve como objetivo se apropriar das terras produtoras de pedras preciosas. De acordo com a PGR, o deputado transferiu para o nome de laranjas a empresa Agropastoril Cedrobom Ltda., cujo dono era Antônio Ribeiro Filho. A compra teria sido feita por R$ 46 mil, apesar de a empresa ser a proprietária da fazenda em Mato Grosso, que valia R$ 13 milhões. "A operação foi, no mínimo, suspeita, tanto que somente foi concretizada mediante a falsificação das assinaturas dos supostos alienantes, comprovada por meio de perícia grafotécnica", destaca Gurgel na denúncia. Ele acrescenta que o parlamentar contou com a ajuda de uma amiga tabeliã para fraudar a alteração no contrato social da empresa.

A primeira das vítimas a ser assassinada foi o geólogo Nicolau Haraly, executado em julho de 2004, em frente ao escritório onde trabalhava, em São Paulo. De acordo com os autos, foi ele quem descobriu que as terras da fazenda eram ricas em pedras preciosas. A denúncia aponta que, no mês seguinte, o empresário Antônio Ribeiro foi morto no Guarujá (SP), no momento em que caminhava no calçadão da praia. "Foram assassinados por ordem de Júlio José de Campos (...) O crime teve por objetivo garantir que Júlio permanecesse no controle da empresa adquirida de forma inidônea. Os assassinatos foram cometidos para impedir que Antônio Ribeiro Filho impugnasse a falsificação do contrato social da empresa", detalha o texto da denúncia.

O relator do caso é o ministro Marco Aurélio Mello, que, em agosto do ano passado, definiu que o nome do parlamentar apareceria de forma completa no andamento do inquérito instaurado no STF em abril de 2012. Antes, apareciam apenas as iniciais J.J.C., de Júlio José de Campos.

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), saiu em defesa do parlamentar denunciado. "O partido confia no deputado Júlio Campos e espera dele aquilo que ele pode fazer, que é dar resposta convincente para a denúncia."

Júlio Campos governou Mato Grosso entre 1983 e 1986. Em março de 2011, ele provocou uma polêmica, durante reunião da bancada do DEM na Câmara, ao se referir ao ministro do STF Joaquim Barbosa, atualmente presidente da Corte, como "moreno escuro". Campos manifestava-se favorável à prisão especial para autoridades, quando observou que os processos contra deputados poderiam cair nas mãos "do moreno escuro do Supremo". Ele se desculpou, por meio de telefonema ao gabinete de Barbosa. Campos afirmou que não houve preconceito, apenas não se lembrou do nome do magistrado.

"O delito foi meticulosamente premeditado e planejado (.) Foram assassinados por ordem de Júlio José de Campos em razão da fraude perpetrada contra a Agropastoril Cedrobom Ltda. O crime teve por objetivo garantir que Júlio permanecesse no controle da empresa adquirida de forma inidônea"

Trecho da denúncia apresentada pela PGR

Memória

O deputado da motosserra

A denúncia oferecida contra o parlamentar Júlio Campos, suspeito de ser o mandante de dois assassinatos, remete ao caso de Hildebrando Pascoal (foto), que ficou conhecido como o deputado da motoserra. Ex-coronel da Polícia Militar do Acre, ele teve o mandato cassado pela Câmara e acabou expulso do PFL (atual DEM). Depois de tomar posse, em 1999, Hildebrando foi apontado como chefe do crime organizado no Acre. Segundo denúncias, ele teve envolvimento com uma série de homicídios de extrema crueldade antes de assumir o mandato.

A Câmara entendeu, na ocasião, que o congressista não poderia perder o mandato por fatos anteriores. No entanto, ele foi cassado com base na brecha de que mentiu durante depoimento a uma CPI. Em 2009, foi condenado a 18 anos de cadeia pela morte de um cúmplice, que foi atingido por disparos de arma de fogo e teve partes do corpo amputadas por uma motossera.

Na atual legislatura, além de Júlio Campos, outro deputado é suspeito do crime de homicídio. Francisco Tenório (PMN-AL) tomou posse no começo deste ano na Câmara, assumindo a cadeira de Célia Rocha (PTB-AL), eleita prefeita de Arapiraca. Tenório é acusado pelo Ministério Público de ser o mandante da execução de dois homens e de comandar uma quadrilha que atua em Alagoas. O Tribunal de Justiça do Estado remeteu os autos do caso ao STF, uma vez que o deputado passou a ter foro privilegiado. Tenório chegou a ser preso em 2011 e, quando libertado, foi obrigado a usar uma tornozeleira que monitorava eletronicamente seus passos. Do Correrio Braziliense
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2013/01/deputado-do-dem-e-acusado-de-mortes.html

Dieta cetônica promete fazer você perder 7 kg em apenas 1 semana


26.01.2013
Do portal do JORNAL CIÊNCIA, 20.01.13
Por OSMAIRO VALVERDE 
DA REDAÇÃO DE BRASÍLIA

  
A obesidade está ganhando espaço na sociedade moderna, obrigando a população a buscar diversas tentativas para perder peso.

  Um dos métodos que está ganhando espaço é a dieta cetônica. Ela promete fazer você perder 5 kg por semana. Existem relatos de pessoas que conseguiram perder 7 kg e, como cada organismo se comporta de um jeito, é possível que valores superiores sejam alcançados.

  Boa parte das dietas difundidas prega a perda de gordura corpórea, mas a forma como o corpo irá usar gordura para as atividades diárias que necessitapode variar.

  A dieta cetônica possui esse nome porque estimula o corpo a produzir substâncias cetônicas (também denominados de corpos cetônicos). Esses compostos facilitam a queima da gordura que está acumulada em nosso corpo.

Nesse tipo de dieta, a alimentação restringe apenas hidratos de carbono, ou seja, carboidratos. Nos dois primeiros dias a pessoa fica proibida de comer alimentos com carboidratos, provocando assim a produção de corpos cetônicos. Depois das 48h, a pessoa deverá evitar os carboidratos, mas sem excluí-los completamente.

Consumir hidratos de carbono deliberadamente fornece ao corpo excesso de calorias além do que o organismo realmente necessita. O excedente acaba sendo acumulado no corpo, em diversas regiões, o que dificulta a produção de corpos cetônicos.

A dieta é, basicamente, sustentada no conceito da ingestão de proteínas, gorduras, fibras, minerais e vitaminas. Após seu corpo se acostumar à completa falta de hidratos de carbono, você passará por um processo de aceleração na queima de gorduras, como fonte de energia necessária para as atividades diárias.

Saiba mais!

Nos primeiros estágios, seu corpo sentirá muita fome. Isso ocorre pela falta dos carboidratos. Nesse período é necessário ter força de vontade para suportar e comer apenas os alimentos permitidos.

É importante ingerir quantidades adequadas de água para hidratar seu corpo e permitir um melhor fluxo dos nutrientes. Além disso, é importante salientar que seu corpo só irá queimar gordura se você ingerir menos calorias diárias do que gasta.

Apesar de todas as dicas, é importante a prática de exercícios para que seu corpo possa eliminar com mais eficiência as gorduras. É importante evitar completamente refrigerantes, apenas os diets podem ser ingeridos.

Alimentos como arroz, trigo, milho, grão-de-bico, lentinha, ervinha, batata, batata-doce, mandioca, cenoura, beterraba, trigo, frutas em geral, geleia, leite, macarrão, todos os tipos de doces, iogurtes, cerveja estão absolutamente proibidos de serem ingeridos nas primeiras 48h.

Alimentos como bacon, carnes em geral, nata, frutos do mar, embutidos, alimentos industrializados, queijos e salsichas são completamente liberados. Caso queira comer nozes, amêndoas ou castanha do Pará, essas não devem ultrapassar 4 unidades diárias depois das 48h.

Todas as verduras e legumes podem ser consumidos, mas com moderação. Especialistas dizem que o prazo mínimo para manter essa dieta e ver o excesso de gordura ir embora é de 15 dias. Após 15 dias é possível incluir apenas uma fruta por dia.

É bom salientar que nada irá adiantar se, após atingir seu objetivo, você voltar a comer exageradamente carboidratos. Suas gorduras perdidas irão voltar com “força total”, dando o indesejado efeito sanfona.
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Fonte:http://jornalciencia.com/saude/beleza/2371-dieta-cetonica-promete-fazer-voce-perder-7-kg-em-apenas-1-semana

Britânica se assustou ao encontrar animal “não identificado” nas areias de uma praia

26.01.2013
Do portal do JORNAL CIÊNCIA 20.01.13
Por OSMAIRO VALVERDE
DA REDAÇÃO DE BRASÍLIA
Esta criatura bizarra encontrada em grandes profundezas oceânicas foi avistada em uma praia.

O Rato-do-Mar é, na verdade, um tipo de verme marinho encontrado em profundidades de 2.000 metros. Biólogos estimam que ele tenha sido arrastado até a superfície em uma grande tempestade.

Ele foi encontrado por Julie Sherrard, em uma praia da Grã-Bretanha. Ela ficou curiosa quando percebeu algo de cor bastante chamativa e muito peluda no meio das conchas.

“Primeiro pensei que fosse algum alienígena porque os pelos tinham cores fantásticas. Eu nunca vi nada parecido antes. Parecia um rato peludo, morto. Mas ele ainda estava respirando, e eu não queria que ele morresse”, comentou Sherrard ao britânico DailyMail.

“Eu o peguei e o joguei no mar. Depois fiquei com medo de que ele não fosse um animal marinho”, complementou.

Ratos-do-Mar podem crescer até 12 centímetros de comprimento e são, normalmente, encontrados abaixo da zona intertidal, tanto no oceano Atlântico como no Mediterrâneo.


Suas costas são cobertas por cerdas que normalmente têm um brilho avermelhado, com pelos verdes alinhados e azulados, caracterizando um notável mecanismo de defesa contra predadores.

Eles são cegos e só sabem para onde andar através de antenas que ficam eriçadas, tornando-se um bom mecanismo tátil. A alimentação dessas criaturas é baseada exclusivamente em animais mortos já em decomposição.

Saiba mais!

O nome científico dos Ratos-do-Mar incluem a palavra Aphrodita, derivado de Afrodite, a deusa grega do amor. Isso se deve ao fato de que, dependendo do ângulo em que é observada, a criatura assemelha-se com a genitália de uma mulher.
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Fontehttp://jornalciencia.com/inusitadas/bizarro/2369-britanica-se-assustou-ao-encontrar-animal-nao-identificado-nas-areias-de-uma-praia

PSDB QUER MUDAR A ROUPA DE DILMA

26.01.2013
Do blog ANAIS POLÍTICOS



Sabe o que séculos de poder encastelado numa mesma trupe, causa ademais que tudo? Causa burrice!

Não sei se já houve um tempo, quando a política era menos canhesca. Talvez não, a julgar pelo Macarthismo, pela caça aos comunistas impetrada por Boris Casoy (ele falou que se tratava de um homônimo), pelo voto em Collor. Mas a impressão é que pra 2013, século 21, as coisas não deviam ser assim, tão primárias.

Mas são. A tucanada inconformada com a Presidenta quer tirar dela até a roupa vermelha. Falam que é alusão às cores do PT. Ué, e as gravatas amarelas da tucanada,  pode? O ex-"prefeito" de Curitiba (neotucano) pintar os equipamentos públicos de amarelo e azul, tudo bem? Dificil imaginar que o líder do PSDB esteja falando sério. Moleques do primário seriam mais espertos que isso.

Mas é a política rasteira de querer avacalhar o país, porque quem manda não são mais eles.

E eu nem vou perder meu tempo contando que enquanto governaram, eles saquearam o país, e o que sobrou, mandaram pro estrangeiro. Se o teu QI é maior que zero, você já sabe disso. Mas óbvio, não estou falando que os atuais sejam santos. Nosso discernimento vai bem além da leitura dos cinquenta tons de bobeiras que infestam nossa literatura. Sabemos que política é complicado e tem roubalheira, em grau maior ou menor.

Claro que se você se informa pelo imprensalão nacional, fica com a impressão de que estamos num país de corruptos, mas não de corruptores. Coisas da Veja que modifica suas pautas pra agradar criminoso condenado atacando inimigos políticos a pedido de senador cassado por corrupção. No Brasil, só o PT é corrupto, como você já está cansado de saber.

Até a idiótica mídia tradicional pegou leve em divulgar o chilique dos demotucanos por causa da indireta de Dilma ao pessoal do "contra". A carapuça serviu, mas o imprensalão vai fazer de conta que não falaram nada. 

Tem certos tipos de coisa que é melhor deixar pra lá.

Clique aqui para ver um lugar que só é paradisíaco na TV. 
Clique aqui para assistir o pronunciamento de Dilma, que fez  a tucanalha embestar. 
Clique aqui para ler sobre a nova estrela do Facebook. 
Clique aqui para ver o Geraldo queimando mais um pedaço do dinheiro do povo.

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Fonte:http://anaispoliticos.blogspot.com/2013/01/psdb-quer-mudar-roupa-de-dilma.html

Cuba devolve propriedades da Igreja Católica nacionalizadas em 1961

26.01.2013
Do portal do jornal FOLHA DE S. PAULO, 25.01.13
Por PUBLICIDADE   DA AFP

Autoridades da província de Granma, no sudeste de Cuba, devolveram à Igreja Católica dois edifícios e um terreno, como parte de uma política do ditador Raúl Castro de restituir bens da instituição nacionalizados pelo regime revolucionário em 1961.

"É um gesto totalmente positivo que a Igreja recebe como muito bem-vindo", declarou à AFP Alvaro Beyra, bispo da Diocese de Bayamo-Manzanillo, em Granma.
Além da restituição das três propriedades, o governo provincial deu à Igreja um terreno para construir um novo templo.

Em 2012, o governo comunista devolveu para a Arquidiocese de Havana a capela da antiga Universidade de Villanueva, muito deteriorada e que precisa ser restaurada.

Em meados de 1961, ao declarar o socialismo em Cuba, Fidel Castro nacionalizou a educação, uma decisão que, segundo o historiador Augusto Montenegro, destinou-se a passar para o Estado a propriedade de 339 escolas e universidades católicas de Villanueva e La Salle, em Havana.

A medida, que também abrangeu escolas evangélicas e laicas, privou a Igreja Católica da sua principal fonte de renda, bem como algumas igrejas e capelas que estavam nesses centros de estudo.

Esse foi o período de maior confronto entre a Igreja e o governo comunista. Mas, meio século depois, em 2010, Raúl Castro iniciou um diálogo com a Igreja --cujo primeiro resultado foi a libertação de mais de 130 presos políticos-- e deu mais espaço para o trabalho pastoral dos bispos.

Em março de 2012, o Papa Bento 16 realizou uma visita pastoral à ilha e celebrou duas missas, ambas assistidas por Castro.
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Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1220639-cuba-devolve-propriedades-da-igreja-catolica-nacionalizadas-em-1961.shtml

Nota de falecimento

26.01.2013
Do blog ESQUERDOPATA, 25.01.13


A reação formal do PSDB ao pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff sobre a redução nos preços das tarifas de energia elétrica, em todo o país, é o momento mais lamentável do processo de ruptura histórica dos tucanos desde a fundação do partido, em junho de 1988.

A nota, assinada pelo presidente da sigla, deputado Sérgio Guerra, de Pernambuco, não vale sequer ser considerada pelo que contém, mas pelo que significa. Trata-se de um amontoado de ilações primárias baseadas quase que exclusivamente no ressentimento político e no desespero antecipado pelos danos eleitorais inevitáveis por conta da inacreditável opção por combater uma medida que vai aliviar o orçamento da população e estimular o setor produtivo nacional.

Neste aspecto, o deputado Guerra, despachante contumaz dessas virulentas notas oficiais do PSDB, apenas personaliza o ambiente de decadência instalado na oposição, para o qual contribuem lideranças do quilate do senador Agripino Maia, presidente do DEM, e o deputado Roberto Freire, do PPS. Sobre Maia, expoente de uma das mais tristes oligarquias políticas nordestinas, não é preciso dizer muito. É uma dessas tristes figuras gestadas na ditadura militar que sobreviveram às mudanças de ventos pulando de conchavo em conchavo, no melhor estilo sarneysista. Freire, ex-PCB, tansformou a si mesmo e ao PPS num simulacro cuja fachada política serve apenas de linha auxiliar ao pior da direita brasileira.

O PSDB surgiu como dissidência do PMDB que já na Assembleia Constituinte de 1986 caminhava para se tornar nisto que aí está, um conglomerado de políticos paroquiais vinculados a interesses difusos cujo protagonismo reside no volume, a despeito da qualidade de muitos que lá estão. A revoada dos tucanos parecia ser uma lufada de ar puro na prematuramente intoxicada Nova República de José Sarney. À frente do processo, um grande político brasileiro, Mário Covas, que não deixou herdeiros no partido. De certa forma, aquele PSDB nascido sob o signo da social democracia europeia, morreu junto com Covas, em 2001. Restaram espectros do nível de José Serra, Geraldo Alckmin e Álvaro Dias.

Aliás, o sonho tucano só não morreu próximo ao nascedouro, em 1992, porque Covas impediu, sabiamente, que o PSDB se agregasse ao moribundo governo de Fernando Collor de Mello, às vésperas do processo de impeachment. A mídia, em geral, nunca toca nesse assunto, mas foi o bom senso de Covas que barrou o movimento desastrado liderado por Fernando Henrique Cardoso, que pretendia jogar o PSDB na fossa sanitária do governo Collor em troca de assumir o cargo de ministro das Relações Exteriores. FHC, mais tarde chanceler e ministro da Fazenda de Itamar Franco, e presidente da República por dois mandatos, nunca teria chegado a subprefeito de Higienópolis se Covas não o tivesse impedido de aderir a Collor.

Fala-se muito da extinção do DEM, apesar do suspiro do carlismo em Salvador, mas essa agremiação dita “democrata” é um cadáver insepulto há muito tempo, sobre o qual se debruçam uns poucos reacionários leais. É no PSDB que as forças de direita e os conservadores em geral apostam suas fichas: há quadros melhores e, apesar de ser uma força política decadente, ainda se mantém firme em dois dos mais importantes estados da federação, São Paulo e Minas Gerais.

E é justamente por isso que a nota de Sérgio Guerra, um texto que parece ter sido escrito por um adolescente do ensino médio em pleno ataque hormonal de rebeldia, é, antes de tudo, um documento emblemático sobre o desespero político do PSDB e, por extensão, das forças de oposição.

Essas mesmas forças que acreditam na fantasia pura e simples do antipetismo, do antilulismo e em outros venenos que a mídia lhes dá como antídoto ao obsoletismo em que vivem, sem perceber que o mundo se estende muito além das vontades dos jornalões e da opinião de penas de aluguel que, na ânsia de reproduzir os humores do patrão, revelam apenas o inacreditável grau de descolamento da realidade em que vivem.


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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com/2013/01/nota-de-falecimento.html

Quer saber a diferença entre PSDB e PT?

26.01.2013
Do blog CONTEXTO LIVRE

Enquanto FHC fazia pronunciamento sobre racionamento de energia, apagão e multa...


...Dilma faz pronunciamento sobre a redução da tarifa de energia elétrica e o aumento da produção de energia!

Percebeu a diferença?
É simples assim!

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Fonte:http://contextolivre.blogspot.com/2013/01/quer-saber-diferenca-entre-psdb-e-pt.html

JORNALISMO ECONÔMICO: O pessimismo desmentido

26.01.2013
Do portal OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA, 23.01.13
Por Luciano Martins Costa, na edição 730


O leitor crítico e observador deve estranhar algumas reportagens publicadas nas edições de quarta-feira (23/1) do principais jornais brasileiros. Depois de semanas martelando na tecla do “pibinho” e repetindo projeções de piora no cenário econômico nacional, o Estado de S. Paulo, a Folha de S. Paulo e o Globo trazem um retrato contraditório com a tendência que vinham apontando.
“Empresário brasileiro está entre os mais otimistas”, diz a Folha de S. Paulo em chamada de primeira página, referindo-se a pesquisa feita pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) em 68 países. Segundo a reportagem, “a despeito das perspectivas pessimistas da economia, 44% dos empresários brasileiros estão confiantes no crescimento da receita das companhias”.
Também no Estadão e no Globo, a pesquisa da Price ganha espaço e rompe o ciclo de catastrofismo da imprensa. Segundo o estudo, feito por consultas a 1.330 líderes empresariais atuantes em 68 países, o otimismo dos homens de negócio no Brasil supera as expectativas dos seus consortes nas duas maiores economias do mundo, Estados Unidos e China, e fica atrás apenas de russos, indianos e mexicanos.
Mercado importante
Ao contrário do que a imprensa nacional tem induzido, na visão de quem faz grandes negócios o Brasil se encontra na condição de “crescer e acelerar”, com uma perspectiva de incrementar sua economia em média 4% ao ano entre 2013 e 2015.
O ranço predominantemente negativista do noticiário econômico no Brasil, característica ainda mais visível na própria Folha, também é parcialmente desfeito pelo principal diário especializado em economia e negócios, o Valor Econômico.
Segundo o Valor, o Índice de Confiança da Indústria, sondagem feita periodicamente pela Fundação Getulio Vargas, teve uma leve melhora, que, se confirmada, vai consolidar o maior patamar de otimismo do setor desde junho de 2011. O resultado final da pesquisa será divulgado na semana que vem, mas os primeiros números apontam para bons indicadores sobre a situação atual e o nível da capacidade instalada da indústria brasileira.
Não é a primeira vez que a realidade desmente a tendência da imprensa nacional, que costuma misturar política com economia ao avaliar os indicadores.
O estudo publicado pelos jornais na quarta-feira é divulgado anualmente pela PricewaterhouseCoopers no Fórum Econômico de Davos, na Suíça, e costuma balizar os investimentos produtivos nos anos seguintes. Na pesquisa deste ano, o Brasil aparece como o terceiro mercado mais importante para empresários de todo o mundo, atrás apenas da China e dos Estados Unidos, na questão dirigida a todos os consultados.
Questionados sobre quais seriam os três principais mercados globais para se investir nos próximos doze meses fora do país onde têm sua principal atividade, 15% dos líderes empresariais citaram o Brasil, enquanto a China foi apontada por 31% e os EUA por 23%.
Crescem os investimentos
Globo traz ainda outra reportagem, antecipando dados do Banco Central do Brasil sobre os números do Investimento Estrangeiro Direto, apontando para um aumento no ingresso de capitais para atividades produtivas na economia brasileira. Segundo essas informações preliminares, o Brasil atraiu em 2012 um volume de recursos próximo de US$ 64 bilhões, devendo figurar entre os maiores destinos de capital para negócios em todo o mundo.
Esse tipo de investimento, que tende a permanecer no mercado por períodos de cinco a até mais de quinze anos, é um dos fatores de confiança dos empresários no desenvolvimento de um país.
Paralelamente, a Folha de S. Paulo informa que o capital estrangeiro no Brasil teve uma redução em 2012, em relação ao ano anterior. Trata-se dos mesmos números citados pelo Globo, mas a Folha prefere usar como fonte o Instituto de Finanças Internacionais em vez do Banco Central, dando um viés negativo aos mesmos indicadores.
Globo destaca os investimentos produtivos e a Folha inclui investimentos especulativos no mercado de ações e de renda fixa, que vêm sendo alvo de controle por parte do governo, para evitar a sobrevalorização do real (ver, neste Observatório, “O preço da manipulação”).
Esse apanhado de indicadores demonstra que o noticiário econômico sofre infiltração de interesses políticos dos jornais, que parecem interessados em investir no pessimismo. Mas nem o mais talentoso editorialista ou colunista consegue driblar os fatos indefinidamente.

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Fonte:http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/o_pessimismo_desmentido

Globo elogia “apagão” de FHC e leitores da Folha pedem luz cara

26.01.2013
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães

O primeiro e o segundo maiores jornais do país, entre outros, continuam enveredando por um processo kamikaze em que se recusam a aceitar a derrota da tentativa que fizeram de criar, antes para Lula e agora para Dilma, um problema energético como o que se abateu sobre o Brasil durante o governo Fernando Henrique Cardoso, de triste memória.
Entre sexta e sábado, esses dois veículos publicaram textos literalmente surreais sobre o tal “racionamento” que depois reduziram para “apagão” e depois para “apaguinhos”, mas que terminou em desconto maior nas contas de luz. O Globo, em editorial, e a Folha de São Paulo, na sua seção de cartas de leitores, mostram uma direita à beira da histeria.
Comecemos por O Globo. Em editorial em que diz que Dilma “erra ao explorar energia como tema político” – veja só, leitor: quem explora politicamente o tema é… “Dilma”! – o jornal não se limita a tomar partido da oposição, como faz em qualquer assunto há pelo menos uma década. O Globo, acredite quem quiser, elogiou o racionamento de energia de 2001/2002.
Segundo a Wikipedia, porém, “A crise do apagão foi uma crise nacional ocorrida no Brasil que afetou o fornecimento e distribuição de energia elétrica” e que foi causada por “Falta de chuvas, que deixaram várias represas vazias, impossibilitando a geração de energia, e por falta de planejamento e investimentos em geração de energia”.
No tópico “causas” (do apagão), a Wikipedia elenca fatores que ninguém, absolutamente ninguém tem condições de negar, razão pela qual a tese explicativa sobre por que o país teve que racionar energia sobreviveu aos filtros políticos da “enciclopédia” eletrônica, que extirpam dela qualquer referência que não possa ser comprovada.
Conheça, abaixo, as causas, segundo a Wikipedia, para o Brasil ter tido que racionar energia elétrica durante cerca de oito meses.
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A crise ocorreu por uma soma de fatores: as poucas chuvas e a falta de planejamento e ausência de investimentos em geração e distribuição de energia.
Com a escassez de chuva, o nível de água dos reservatórios das hidroelétricas baixou e os brasileiros foram obrigados a racionar energia.
Após toda uma década sem investimentos na geração e distribuição de energia elétrica no Brasil, um racionamento de energia foi elaborado às pressas, na passagem de 2000 para 2001.
O governo FHC foi surpreendido pela necessidade urgente de cortar em 20% o consumo de eletricidade em quase todo o País (a região sul não participou do racionamento, tendo em vista que suas represas estavam cheias e houve retomada de investimentos no setor).
[FHC] Estipulou benefícios aos consumidores que cumprissem a meta e punições para quem não conseguisse reduzir seu consumo de luz.
No dia 7 de dezembro de 2001, felizmente choveu às catadupas e o racionamento pôde ser suspenso em 19 de fevereiro de 2002.
Não obstante, segundo os cálculos do ex-ministro Delfim Netto cada brasileiro perdeu R$ 320 com o apagão ocorrido no final do governo FHC.
Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) publicada em 15 de julho de 2009 mostrou que o apagão elétrico gerou um prejuízo ao Tesouro de R$ 45,2 bilhões.
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Qualquer pessoa minimamente sensata concluirá que o Brasil passou por um problema terrível que torturou a população por absoluta falta de capacidade administrativa do governo de turno. Contudo, para o diário carioca O Globo, o autor do apagão merece elogios.
Leia, abaixo, trecho do editorial “Dilma erra ao explorar energia como tema político”.
Desde as eleições gerais de 2002, ocorre esse tipo de exploração, pois o PT fez do racionamento um dos seus principais cavalos de batalha [sic], atribuindo à administração Fernando Henrique Cardoso inteira responsabilidade pelo que tinha acontecido (embora a mobilização da sociedade para evitar consequências mais drásticas de uma eventual escassez de energia elétrica possa ser apontada como uma das iniciativas mais positivas do governo FH ao fim de seu mandato)
Só para refrescar sua memória, leitor, lembro que o racionamento tucano de energia previa pesadas multas para quem não reduzisse em 20% o consumo de energia em casa ou nas empresas e ameaçava com desligamento do fornecimento quem reincidisse no “crime” de “gastar” mais luz do que o permitido.
A despeito disso, o jornal diz que a “mobilização da sociedade” que, em verdade, foi fruto do medo de ficar nos escuro, constituiu-se em “uma das iniciativas mais positivas do governo FHC”. Ou seja: a falta de investimentos que causou tantos prejuízos à sociedade não foi negativa, foi positiva porque o ex-presidente teria feito toda uma nação, alegre e de mãos dadas, enveredar por um esforço cívico.
Enquanto isso, o mesmo jornal critica o desempenho energético dos sucessores de FHC, que, segundo o presidente da Empresa de Planejamento Energético (EPE), Maurício Tolmasquim, fizeram o país chegar, em fins de 2011, com o Sistema Interligado Nacional (SIN) superando 105 mil MW, instalados em hidrelétricas (77%), termelétricas e fontes alternativas.
O número acima, isolado, não quer dizer muito sem a informação de que a demanda por energia, naquele ano, foi de 56.000 MW médios. Ou seja: os investimentos dos governos Lula e Dilma nos tiraram de uma situação em que só produzíamos 80% da energia de que precisávamos para uma situação em que produzimos quase o dobro de nossas necessidades.
Registre-se que O Globo faz cortesia para FHC com o chapéu alheio, ou seja, do povo, pois a economia compulsória que este teve que fazer não se deveu a FHC, mas às ameaças de represálias do governo tucano a quem não economizasse.
Todavia, mais engraçadas são as seções de cartas de leitores dos jornais oposicionistas. Na Folha de São Paulo, por exemplo, esses leitores, na contramão do sentimento nacional de júbilo com o forte alívio nas contas de luz, praticamente pedem que elas continuem caras, demonstrando amplo desconhecimento sobre a real situação energética do país.
Vale a pena ler e rir, já que chorar não adianta.
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Folha de São Paulo
26 de janeiro de 2013
Painel do Leitor
Energia
Atenção, presidenta Dilma, eu não quero desconto na conta de luz. Quero é ter luz todos os dias, o que já não acontece e só vai piorar se o seu governo sucatear as hidrelétricas para obter essa redução de tarifa. Já fico sem luz com demasiada frequência. Como será agora? Não sou pessimista nem do contra, só quero pagar para ter o que eu preciso.
FERNANDA MADUENO (São Paulo, SP)
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Ao garantir energia elétrica a todos e com desconto, sem mostrar claramente como efetivar essa promessa, o governo parece estar fazendo “gambiarras” financeiras e “gatos” técnicos.
CARLOS GASPAR (São Paulo, SP)
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Não deve ter sido fácil a Folha encontrar essas duas peças raras que querem pagar mais caro pela energia elétrica. Uma delas, fica sem luz com freqüência. A tal senhora Fernanda por certo desconhece que quedas de energia que sofre devem ser cobradas do governo do Estado, que não fiscaliza o cabeamento pela cidade, que se rompe toda vez que chove.
Agora, o impressionante é que as únicas duas manifestações de leitores que a Folha publicou vêm de um microcosmo da sociedade que, ao contrário da quase totalidade dela, não deve ter onde enfiar seu rico dinheirinho e, portanto, quer doá-lo a concessionárias que cobram preços entre os mais altos do mundo justo no país com maior potencial de geração de energia.
Essa é a realidade paralela em que vive uma elitezinha minúscula, egoísta, pervertida, sonegadora, racista e, acima de tudo, golpista que infecta o Brasil. Eis por que insisto com a presidente Dilma que faculte às empresas geradoras e distribuidoras de energia elétrica poderem oferecer aos seus clientes a opção de pagarem mais caro pela energia.

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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2013/01/globo-elogia-apagao-de-fhc-e-leitores-da-folha-pedem-luz-cara-2/

TUCANO DETONA CERRA. ELE CONHECE O CERRA .

26.01.2013
Do blog CONVERSA AFIADA, 25.01.13
Por Paulo Henrique Amorim

Aníbal poderia ter dito o que o Fernando Morais disse na campanha de 2010: eu não voto no Cerra porque eu conheço o Cerra




Saiu na colona (*) Painel, da Folha (**):
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/1220282-fala-de-dilma-na-tv-foi-calibrada-para-descolar-dela-imagem-de-apagao.shtml

#prontofalei Do secretário paulista de Energia, José Aníbal, sobre o convite a José Serra para abrir o congresso do PSDB-SP: “As prévias são resultado de um processo colegiado, coletivo. O discurso de abertura deveria ser feito por FHC ou Alckmin”.

Navalha
Zé Aníbal trabalha com o Governador Alckmin.
Ele era candidato a prefeito.
Cerra – que tem mais grana e PiG (***) do que qualquer um no PSDB – atropelou o Zé Aníbal e os outros que queriam concorrer.
Andrea Matarazzo, um deles, mudou de ideia, com súbito entusiasmo.
Zé Anibal conhece o Cerra há muito tempo.
E poderia ter dito o que o Fernando Morais disse na campanha de 2010: eu não voto no Cerra porque eu conheço o Cerra.
Clique aqui para ler “Cerra está de volta: oba !”
Paulo Henrique Amorim

(*) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(***) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2013/01/25/tucano-detona-cerra-ele-conhece-o-cerra/