quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Entrevista com a futura presidente da CTTU

19.12.2012
Do BLOG MOBILIDADE URBANA
Por TÂNIA PASSOS


O  comando da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) está mais uma vez nas mãos de uma mulher. A engenheira de trânsito, Taciana Ferreira, funcionária da CTTU,  estava  desde de 2007 trabalhando na diretoria de operações do Grande Recife Consórcio de Transporte Metropolitano. Ela aproveita a experiência na área do transporte público, uma visão já idealizada pelo futuro secretário de Mobilidade e Controle Urbano do Recife, João Braga, que defende um olhar mais atento ao transporte urbano. Confira alguns trechos da entrevista com a futura presidente da CTTU.

1- Como está a expectativa para assumir um órgão como a CTTU, responsável pela gestão do trânsito da cidade?

R- A expectativa é bastante positiva. Pretendo conhecer primeiro os projetos existentes e conversar com a equipe técnica para encontrarmos caminhos para melhorar a fluidez do trânsito e do transporte público, que é uma das preocupações do secretário João Braga.

2- A sua experiência na diretoria de operações do Grande Recife, onde há uma visão metropolitana do transporte, irá ajudar a entender a participação do Recife no sentido de contribuir pela melhoria do transporte?

R- Acredito que sim. Até porque o Recife é integrante do Consórcio Grande Recife. Mas além disso é preciso também olhar a operação do trânsito. O crescimento da frota é uma preocupação constante e os problemas são muitos.

3 – Uma das grandes críticas da operação de trânsito do Recife é a deficiência na engenharia de tráfego. Haverá algum foco nesse sentido?

R- Na verdade não existe um único problema de engenharia. São diversos fatores, que exigem um conjunto de medidas. Mas é preciso primeiro conhecer o quadro atual.

4- Já existe uma discussão sobre a necessidade de se descentralizar as operações da CTTU. Ou seja, criar centrais em outros pontos da cidade. Há alguma possibilidade disso ocorrer na sua gestão?

R- A descentralização pode ser um caminho. Mas acho que ainda é muito cedo para dizer que tipo de ação será feita. Vamos verificar o que precisa avançar.
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Fonte:http://blogs.diariodepernambuco.com.br/mobilidadeurbana/2012/12/entrevista-com-a-futura-presidente-da-cttu/

“Estão querendo criar uma ditadura gay no Brasil e não vamos aceitar”, afirma deputado Insistência de evangélicos pela 'cura gay' aprofunda guerra na Câmara

19.12.2012
Do portal GOSPEL PRIME, 18.12.12
Por Jarbas Aragão

“Estão querendo criar uma ditadura gay no Brasil e não vamos aceitar”, afirma deputado“Estão querendo criar uma ditadura gay no Brasil e não vamos aceitar”, afirma deputado
No mês passado, uma audiência na Câmara Federal foi palco de discussões acaloradas sobre o tema “cura gay”. O deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF) reclama que, segundo ele, há “um grupinho” que deseja “criar uma ditadura gay no Brasil”.
Mas ele deixa claro que os evangélicos continuarão marcando posição: “Eu não acho que os homossexuais são doentes, acho que são mal orientados, porque a sexualidade é uma orientação. Nós vivemos num país livre, ninguém pode ser condenado por virar homossexual, mas tem um grupinho que quer impor para a sociedade um terceiro gênero. Isso não existe. Eles estão querendo criar uma ditadura gay no Brasil e não vamos aceitar”.
O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), possivelmente o principal defensor dos homossexuais no Congresso lamenta a dificuldade de o país aceitar a luta do movimento.”A relação de uma pessoa homossexual consigo mesma numa cultura de opressão é de vergonha e culpa. O que isso vai fazer é, no mínimo, um estrago na psique homossexual. Vai fortalecer a vergonha e a culpa”.
Nesta semana, o projeto de Decreto Legislativo nº 234/2011 de João Campos (PSDB-GO), deve ser votado na Comissão de Seguridade Social e Família e, se aprovado, irá para a Comissão de Constituição e Justiça. Sua proposta é a revogação da decisão do Conselho Federal de Psicologia que não permite “cura” aos gays. Os parlamentares ligados a movimentos evangélicos dizem que os psicólogos estão sendo coagidos.
Roberto de Lucena (PV-SP), relator do projeto, deu voto favorável à revogação e criticou o Conselho de Psicologia: “As autarquias não têm competência para emitir resoluções que interfiram no exercício do profissional e na liberdade dos profissionais em participar de serviços ou de expressar seus pensamentos, descobertas e conhecimentos. O projeto objetiva, apenas, impedir que o Conselho exerça uma ação coercitiva e de censura com os psicólogos, especialmente em suas manifestações públicas”.
Ele defende que a bancada evangélica quer apenas garantir que os psicólogos possam se expressar sobre a possível reversão do homossexualismo ou outro assunto qualquer, sem a ameaça de verem seus registros profissionais cassados.
Segundo a vice-presidente do Conselho Federal de Psicologia, Clara Goldman, os profissionais da psicologia são proibidos de “curar” o homossexualismo, simplesmente porque isso não é mais considerado uma doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Clara pede união de outros conselhos para impedir a aprovação da lei.
“Apesar da sociedade brasileira e do mundo reconhecer que homossexualidade não é doença, existe um movimento contestador que pretende tratá-la como tal e propor a cura. Precisamos fazer um enfrentamento competente e poderoso contra isso. O pensamento conservador é homofóbico porque, além de tentar retroceder, ele propõe a cura. As terapias são inaceitáveis e não têm nenhuma base científica. Os conselhos profissionais devem se unir e tomar posições firmes em rechaçá-las”, enfatiza
Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), continua criticando a “bancada evangélica” e a classificando de homofóbica e fundamentalista.
Ao fazer um balanço da luta pelos direitos gays, concluiu: “Esse movimento fundamentalista religioso tem pressionado o Executivo e o Legislativo contra as demandas da nossa comunidade. Não estamos percebendo uma defesa, a criminalização da homofobia não foi aprovada e aumentaram em 77% as denúncias de crimes contra homossexuais. O saldo é muito negativo em 2012, não temos nada a comemorar, só reivindicar”. As informações são do portal Terra.

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Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/ditadura-gay-deputado-ronaldo-fonseca/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A%20gospelprime%20%28Gospel%20Prime%29

Corrupção no Brasil: entendimento complexo e deturpado

19.12.2012
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 18.12.11

O combate à corrupção pode, em certas circunstâncias históricas, ser estimulado por manchetes, mas a manchete não combate por si a corrupção. A manchete serve mais ao moralismo servil e ao ódio irracional em lugar de concretamente mitigar o combate racional, institucional e eficaz à corrupção

Os casos do “mensalão”, Operação Porto Seguro e tantas outras noticias de investigações e ações judiciais contra integrantes e agentes do governo federal criam em parte da população a impressão de que o governo do PT é dos mais corruptos da história, para usar a desmedida expressão de alguns veículos quanto ao julgamento da ação 470. Por outro lado, a uma parcela da população fica a impressão da persecução indevida a Lula, Dilma, seus governos e partido. Isso pode ser verdade em relação à mídia na maior parte desses casos, mas o mesmo não pode ser dito dos órgãos de apuração que, na maioria das vezes, nada mais fazem que cumprir seu dever legal.
Em verdade os fatos são complexos. Envolvem sim uma postura disseminadora de ódio por parte de boa parte dos grandes veículos de mídia na forma como estes traduzem em versões os fatos. Trazem como manchete qualquer fofoca de bar, numa postura de evidente mau e anti-ético jornalismo, muitas vezes sem qualquer apuração real e excluindo a priori qualquer fato que contrarie a lógica moralista e espetacular do escândalo, por mais verdadeiro que se apresente. Por outro lado, muitas vezes tratam-se sim de fatos criminosos praticados por agentes públicos, que podem ocorrer em qualquer governo e país e que devem ser adequadamente apurados e punidos.
polícia federal operação monte carlo
Agente da PF durante a realização da Operação Monte Carlo, em fevereiro, que prendeu o bicheiro Carlinhos Cachoeira. (Foto: aBr)
Se por um lado ninguém desconhece que temos uma mídia parcial, pouco plural e servil a interesses de nossas elites, propagadora do ódio de classe, do qual Lula tem sido há tempos a vítima predileta, de outro também ninguém desconhece que em nossos meios políticos e em nossa burocracia estatal vige uma cultura histórica de práticas corruptas das mais variadas estirpes e de cujo combate nosso desenvolvimento como Estado Democrático de Direito carece.
O combate à corrupção pode, em certas circunstâncias históricas, ser estimulado por manchetes, mas a manchete não combate por si a corrupção. Muitas vezes, a manchete serve mais ao moralismo servil e ao ódio irracional em lugar de concretamente mitigar o combate racional, cotidiano, institucional e eficaz à corrupção.
O verdadeiro combate à corrupção se realiza, como demonstra a experiência histórica global, com a formação de órgãos e instituições estatais independentes, fortes, bem remuneradas e profissionalizadas. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma cultura social que acolha este combate, cortando na própria carne, aceitando, por exemplo, que o filho vá para a cadeia quando é pego bêbado dirigindo ou em qualquer outra prática delituosa. Não há Estado honesto a partir de uma sociedade desonesta.
Não se combate a corrupção com discursos moralistas, no mais das vezes hipócritas, mas sim com um duplo trabalho. Mudança da estrutura estatal de combate e mudança da cultura social.
Uma primeira consequência do início do combate à corrupção é o aumento de sua percepção pela população. Temos o perverso efeito de que o governo que promove a criação e implementação de órgãos realmente independentes de apuração é o que mais sofre as consequências políticas desta criação, pois corrupção é um mal humano, ocorre em qualquer governo. Quando não existem órgãos que apurem os crimes, a percepção de sua existência é bem menor que quando esses órgãos existem.
No Brasil, o combate à corrupção vem se ampliando desde a restauração da democracia, mas teve dois momentos marcantes: A promulgação da Constituição de 1988, que criou as normas básicas de independência do Judiciário e do Ministério Público, e o governo Lula, que criou as condições materiais para a real existência de uma Policia Federal independente e bem remunerada, um Ministério Público que fosse mais que um engavetador de investigações, ampliando de fato sua autonomia face ao Executivo, e pela implementação de nomeações ao STF de ministros não ligados politicamente ao Executivo, com isso fomentando sua independência.
O trabalho de combate à corrupção, no entanto, estagnou, exatamente por conta da ação exacerbadamente partidária de nossa mídia e pela inação do PT como partido de oposição nos Estados.
Ao contrário do Executivo e do Legislativo, que têm competências muito concentradas na União, nosso Judiciário e, por consequência, Ministério Público e Polícia Judiciária, têm competências descentralizadas pela Federação. Em verdade, a maior parte dos crimes de nosso Código Penal são de competência de julgamento e apuração dos Judiciário, Ministério Público e polícias estaduais.
Para que o aparelho estatal esteja pleno em termos de combate à corrupção as medidas do governo Lula teriam de se estender aos Esatdos membros da Federação, quais sejam de criação de fato de uma polícia independente e bem remunerada, um Ministério Público efetivamente autônomo face ao Executivo e um Judiciário não servil aos governadores.
Infelizmente estamos longe disso nos principais Estados da Federação. Polícias Judiciárias submissas ao Executivo por conta de legislações que não lhes conferem real autonomia, policiais pessimamente remunerados (o que faz a corrupção corroer esses instituições, como antes ocorria com a Polícia Federal), Ministérios Públicos que atuam em investigações contra prefeitos, em especial os da oposição, mas que engavetam quase tudo que diz respeito aos governadores, ainda são comuns.
Muitas vezes, membros das cúpulas dessas instituições vêm a ocupar cargos relevantes nos primeiros escalões. Enquanto Lula nomeou um PGR eleito pelos demais membros do MP Federal, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), por exemplo, nomeou o segundo colocado na respectiva eleição do MP Estadual, prática que evidentemente não estimula a independência da instituição.
Os Judiciários Estaduais têm extrema dependência das verbas orçamentárias do Executivo para arcar com seus custos. O que é um excelente salário em termos nacionais não o é num Estado como São Paulo, por exemplo, com alto custo de vida. O sistema de teto salarial puniu os juízes em fim de carreira, exatamente aqueles competentes para o julgamento de governadores e demais autoridades superiores. Tudo isso dificulta a realização da independência dos Judiciários Estaduais.
O que se observa é que nada foi feito no âmbito dos principais Estados da Federação para implementar medidas de real e permanente combate à corrupção. E a mídia se mostra silente e complacente quanto a isso por óbvias simpatias partidárias com o núcleo PSDB/PFL que governa Estados como São Paulo, Minas Gerais etc, embora Estados governados pelo PT também não sejam necessariamente exceção a esta regra.
A mídia nada fala quanto à inação de medidas legislativas que confiram independência às polícias estaduais, que aumentem sensivelmente suas remunerações trazendo-as ao nível da Polícia Federal, que estipulem real independência aos MPs Estaduais e ampliem o orçamento do Judiciário cobrando também do governo federal alteração na política de remuneração dos juízes.
gurgel joaquim barbosa mensalão
O presidente do STF, Joaquim Barbosa, e o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, durante sessão do julgamento do “mensalão”.
Também a mídia nada apura nos governos estaduais, como se fossem ilhas de honestidade. Não é o que ocorre. O que há é ausência de percepção pela ausência de órgãos realmente independentes de apuração e por uma mídia “chapa branca” regional. Nos Estados, ela não investiga, ou por não mais saber investigar sem apoio de investigações estatais ou por não querer investigar por simpatias partidárias dos donos dos veículos de comunicação.
Num momento em que a mídia e parte da população comemora os ultra duvidosos resultados do julgamento do “mensalão” é importante lembrar que ele não teria ocorrido:
sem a investigação independente da Polícia Federal no modelo criado pelo governo Lula. A antiga PF jamais realizaria uma investigação assim contra figuras importantes do partido governista, isto era impensável antes de Lula;
- sem a atuação do atual PGR nomeado a partir de eleição entre os membros de sua carreira. Tendo sido o mais votado, ele não foi escolhido por qualquer critério pessoal ou ideológico de Lula, mas sim pelo fato de ter sido o mais votado por seus pares;
- sem a atuação de Joaquim Barbosa e outros ministros nomeados por Lula e Dilma a partir de critérios republicanos, como demonstra até o resultado do julgamento. Mesmo que injusto, ninguém o acusa de influenciado ou influenciável por qualquer injunção do Executivo
Este modo de agir de Lula, como estadista, aquele que pensa no futuro do Estado e não em seus interesses ocasionais como governante, é que precisa ser reproduzido pelos governadores, trazendo os Estados ao esforço empreendido pela União no sentido de implementar e manter estruturas estatais permanentes, independentes e bem remuneradas de combate à corrupção, sem medo de que o aumento natural de percepção gere prejuízos. O pais agradece e a história saberá reconhecer.
Pedro Serrano, CartaCapital

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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2012/12/corrupcao-brasil-entendimento-complexo-deturpado.html

Caiu a casa da Editora Abril: suntuoso edifício sede é da PREVI

19.12.2012
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 16.03.2010

A revista Veja, da editora Abril, tem se mostrado interessada em repaginar reportagens antigas sobre fundos de pensão e imóveis, mas omite as relações obscuras que levaram ela própria a ser a feliz ocupante de um moderno e suntuoso edifício da PREVI (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil).

A Editora demo-tucana está instalada em um dos mais suntuosos e modernos edifícios de São Paulo, desde 1998 (ano da reeleição de FHC).

Trata-se do Edifício Birman 21, também conhecido como NEA ("Novo Edifício Abril"), na Avenida das Nações Unidas, 7221.

Nas palavras do chefão Roberto Civita, é equipado com um bom restaurante, um bom "chef", bons vinhos, onde Civita convida todos os dias alguém para almoçar. Os habituais são José Serra, FHC, Aécio Neves, Tasso Jereissati, Gilmar Mendes, Sergio Guerra, Álvaro Dias... em geral demo-tucanos que conspiram e articulam factóides da semana e concedem entrevistas nas paginas amarelas, além de empresários e autoridades do poder judiciário, entre outros.

Até aí nenhum problema, vivemos em uma democracia, e a extrema-direita tem direito de ter seus porta-vozes na imprensa (só não tem direito de conspirar, publicar mentiras contra adversários, nem trocar favores políticos por "favores" financeiros com dinheiro público).

O problema é quando, no meio da ideologia, entram negociatas financeiras, misturando o interesse público de trabalhadores de fundos de pensão, com os interesses econômicos privados de uma empresa, com os interesses políticos demo-tucanos.

Essa mistura de interesses se revela quando vemos que "Novo Edifício Abril", não pertence ao grupo Abril, nem ao Naspers, nem à Telefonica da espanha (sócios do grupo Abril), e sim a PREVI (Fundo de pensão do Banco do Brasil).

O "Novo Edifício Abril" é fruto de uma "joint-venture" entre a incorporadora brasileira Birman (de Rafael Birman, irmão de Daniel Birman, do grupo Arbi) e a estadunidente Turner Corporation.

A PREVI entrou com o dinheiro, comprando o imóvel para sua carteira de investimentos.

E o Grupo Abril conseguiu alojar-se neste patrimônio da PREVI em 1998, no governo FHC, quando a PREVI estava sob influência de Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de José Serra (PSDB/SP) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB/SP).

Não sabemos os termos do contrato com a PREVI no governo de FHC e Serra, onde o Grupo Abril só pode ter feito um bom negócio, para aceitá-lo. 

Não sabemos valores, nem prazos. Mas a PREVI precisa ver as cláusulas do contrato que permitam exigir um aluguel de mercado que garanta boa rentabilidade, ou entrar com uma ação de despejo na justiça.

Neste mesmo ano de 1998, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor do Banco do Brasil, e foi gravado durante a privatização das teles conversando com o então ministro das comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros. Eis o diálogo:

“Está tudo acertado”, diz Mendonça de Barros para Ricardo Sérgio. “Mas o Opportunity está com um problema de fiança. Não dá para o Banco do Brasil dar?”

“Acabei de dar”, responde Ricardo Sérgio. “Dei para a Embratel e 874 milhões para o Telemar (Tele Norte Leste). Nós estamos no limite da nossa irresponsabilidade. São três dias de fiança para ele”, continua o diretor do Banco do Brasil, quase rindo.

“É isso aí, estamos juntos”, diz Mendonça de Barros.

“Na hora que der merda (Ricardo Sérgio se refere ao astronômico valor da fiança), estamos juntos desde o início.”

As teles foram vendidas, inclusive para o Opportunity de Daniel Dantas, no limite da irresponsabilidade.

Até onde foi o limite da irresponsabilidade na entrega pela PREVI do "Novo Edifício Abril" para alojar os donos da revista Veja?

Se a revista tivesse brios, apresentaria a seus leitores uma explicação com transparência de todo esse negócio.

A corrupção na imprensa brasileira é tão grande ou maior do que na própria política. Basta lembrar que a distribuição de canais de TV e emissoras de rádio foi comandada, sobretudo pelo finado Antonio Carlos Magalhães (PFL/DEMos), para parlamentares "amigos do rei".

No mensalão do DEM, quem estava colocando dinheiro na cueca era um dono de jornal. Globo, Abril, Estadão e outros tem um histórico de empréstimos públicos temerários, que ás vezes resultaram em perdão ou permuta da dívida, e de socorro financeiro, além de obscuras propagandas "institucionais" onde, apesar do arcabouço legal, a lei não enxerga onde termina uma relação comercial de anunciante, e onde começa uma relação promíscua de anúncios desnecessários e superfaturados, apenas para justificar transferência de dinheiro público, em troca de apoio político camuflado no noticiário.

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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2010/03/caiu-casa-da-editora-abril-suntuoso.html

EDUARDO CRITICA STF POR INTERFERIR NO CONGRESSO


19.12.2012
Do portal BRASIL247

Governador de Pernambuco e possível candidato à Presidência da República em 2014, Eduardo Campos (PSB) criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo fato do ministro Luiz Fux ter determinado a suspensão para que o Congresso Nacional votasse o veto da presidente Dilma Rousseff (PT) referente à redistribuição dos royalties do petróleo

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PE247 – O governador de Pernambuco e possível candidato à Presidência da República em 2014, Eduardo Campos (PSB) segue mantendo a postura de explicitar suas posições acerca de assuntos de projeção nacional. O socialista criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo fato do ministro Luiz Fux ter determinado a suspensão para que o Congresso Nacional votasse o veto da presidente Dilma Rousseff (PT) referente à redistribuição dos royalties do petróleo, que beneficiaria, também, os estados não produtores. O jurista argumenta que o primeiro veto analisado pelos parlamentares não ocorreu dentro do prazo, impedindo a apreciação de outros vetos presidenciais.

“Fui parlamentar por quatro mandatos e nunca vi uma decisão judicial determinar a pauta que o Congresso iria exercer. A prerrogativa de pautar na Casa Legislativa é da Casa Legislativa, da mesma forma que a prerrogativa de pautar o Supremo é tarefa do Supremo. Há um equivoco de interpretação da função dos poderes”, disse Eduardo, em entrevista durante cerimônia de diplomação dos prefeitos eleitos.

No dia 6 de novembro, a Câmara dos Deputados havia aprovado a redistribuição dos royalties do petróleo por 296 votos a favor e 124 contra. Como consequência, a União sofreria uma redução de 30% para 20% na porcentagem que receberia pelos royalties, os estados produtores (Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo) de 26,25% para 20% e os não produtores, um aumento de 7% para 27% até 2020.

Todavia, os partidos do Congresso Nacional, exceto o PT da Câmara Federal, elaboraram um requerimento com a finalidade de serem votados hoje (19) os 3,2 mil vetos da presidente Dilma. Foi criada uma comissão especial, formada por cinco senadores e cinco deputados federais, para apreciarem o tema. Detalhe: nenhum desses parlamentares integra a bancada de algum dos estados produtores, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/88451/Eduardo-critica-STF-por-interferir-no-Congresso-Eduardo-critica-STF-interferir-Congresso.htm

Denúncias Lula: “Se ficar um vagabundo numa sala com ar condicionado falando mal de mim, vai perder”


19.12.2012
Do blog VI O MUNDO

  Foto Andris Bovo/ABCD Maior
Lula diz que não será derrotado por nenhum ‘vagabundo’
Valor OnLine, reproduzido no G1
Em meio a denúncias que envolvem seu nome, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nessa quarta-feira que voltará a andar pelo país em 2013 e que não será derrotado por nenhum ‘vagabundo’.

‘Só existe uma possibilidade de me derrotarem: trabalhar mais do que eu. Se ficar um vagabundo numa sala com ar condicionado falando mal de mim, vai perder’, discursou o petista, sem dar nomes.

Lula discursou por mais de 40 minutos na posse do novo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, entidade a qual presidiu na década de 70 e que o lançou para a vida política nacional. Lula fez elogios ao próprio governo e à presidente Dilma Rousseff e pediu otimismo aos brasileiros diante da crise internacional. ‘Temos que pensar da forma mais positiva possível. Não é porque nosso vizinho está doente que a gente vai ficar doente. Não é porque a Europa está em uma crise que a gente tem que entrar em crise.’

O ato, que teve a presença de políticos do PT, PCdoB e do presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), além de sindicalistas e integrantes de movimentos sociais, virou uma manifestação de desagravo ao ex-presidente, com faixas de ‘Lula é meu amigo, mexeu com ele mexeu comigo’ espalhadas pelo salão e discursos inflamados contra os meios de comunicação e o Poder Judiciário.

Nos últimos dias, o ex-presidente teve seu nome envolvido no escândalo do mensalão pelo publicitário Marcos Valério, que em depoimento ao Ministério Público Federal (MPF), depois de ter sido condenado, acusou Lula de ter recebido dinheiro do esquema para pagar despesas pessoais e ter autorizado a atuação da quadrilha.

Lula também viu a ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo, Rosemary Noronha, ser indiciada pela Política Federal e MP por usar o nome do ex-presidente, de quem é próxima, para obter influência política.

Lula evita dar declarações sobre os casos e negou as acusações. O PT e partidos da base aliada iniciaram, então, uma mobilização para defendê-lo.

Ontem, recebeu oito governadores que lhe prestaram solidariedade e apoio de deputados em ato na Câmara. Hoje, foi homenageado nos discursos durante a posse do novo presidente do sindicato.

Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), entidade ligada ao PT, disse que as acusações são fruto de perseguição da elite brasileira, que ainda não aceitou os avanços promovidos pelo governo Lula.

‘A elite percebeu que não consegue ganhar as eleições, então quer jogar no tapetão, no Poder Judiciário’, afirmou. ‘Se quiserem colocar a democracia em jogo, vamos para a rua pelo direito de eleger quem quisermos.’

(Raphael Di Cunto/Valor)

PS do Viomundo:  Política Federal em vez de Polícia Federal pode ter sido um ato falho. Ou não. Não foi nosso.

Leia também:


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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/lula-se-ficar-um-vagabundo-numa-sala-com-ar-condicionado-falando-mal-de-mim-vai-perder.html

STF: Lançando o Brasil às sombras

19.12.2012
Do BLOG DO ORRO, 18.12.12
Por Luiz Carlos Orro*

Minha fotoNo julgamento da AP 470 prevaleceram argumentos de ocasião, teorias jurídicas de ocasião, condenação sem provas cabais, inversão do princípio "in dubio pro reu", afastamento da presunção da inocência, enfim, um julgamento politico por ocasião das eleições. 

Houve juiz com dupla função, de investigador e de julgador; houve a supressão de recurso a instância judiciária de nível superior para dezenas de réus aos quais não cabia a prerrogativa de fôro. 

Tais procedimentos são próprios de ditaduras, foram usados à larga na Inquisição; hoje são repudiados pelo Estado de Direito Democrático e pelas Cortes Internacionais, por violarem os direitos humanos, que inclui o direito a um julgamento justo, em que a condenação só pode advir da culpa provada nos autos. 

Como um aprendiz de feiticeiro entusiasmado, agora o STF resolve desdizer o que o Poder Constituinte, eleito pelo voto secreto e direto dos cidadãos/ãs, escreveu na Constituição em 1988 (art. 55, que afirma com clareza solar que a cassação de mandato parlamentar é ato privativo da Casa Legislativa).

O princípio inscrito na Constituição é que somente os eleitos pelo povo podem cassar um eleito pelo povo para o Parlamento. Isso não foi revogado, está em pleno vigor, e suas excelências togadas estão a fazer tábula rasa da Lei Maior. 

Dessa forma deplorável o Supremo resolve se colocar acima dos demais Poderes da República Federativa do Brasil, alevantado por maciça campanha da mídia monopolizada, que hoje funciona como partido inorgânico da oposição conservadora, como também o foi contra Getúlio em 1954 e Jango Goulart em 1964. 

São os mesmos, as partes e os interesses, agindo em tempos distintos, a elite incomodada com governos que fazem pelo povo. Sim, o alvo é Lula, que pôs fim ao neoliberalismo privatizante e vende-pátria da era FHC e implementou massivas políticas públicas de elevação e distribuição de renda para milhões de brasileiros. 

O alvo é o governo Dilma, que pôs fim ao rentismo desenfreado, deu um tranco nas taxas de juros indecentes, salvaguardando a economia nacional, os empregos e a produção industrial e agropecuária. 

Isso é o que está em jogo: manter essa orientação econômica e social de Lula/Dilma ou voltar aos tempos bicudos do tucanato, juros altos, privatizações, governo só para os ricos. 

A praga da corrupção, em suas faces pública e privada, tem que ser combatida, não só hoje, mas sempre. Mas o que se vê hoje é o tema ser usado como mote da campanha contra o PT e a esquerda, a mesma agitação do pré 64. 

Fosse para valer as criminosas privatizações dos anos 90 não estariam incólumes; nem a compra da aprovação da emenda da reeleição de FHC em 1997; tampouco o mensalão precursor dos tucanos mineiros de 1998 estaria solenemente esquecido e fatiado nos escaninhos do Judiciário; nem o caixa 2 de partidos e empresas estaria rolando solto nas eleições. 

Dia desses o vizinho Paraguai acordou com a deposição do Presidente Lugo, eleito pelo povo e apeado do cargo em golpe branco, via Parlamento, numa carreira impressionante. Na terra brasilis, é de se abrir o olho e de se perguntar: até onde irão? Até quando? Pode-se perceber quando se inicia o rasgo do tecido constitucional, difícil é ter certeza da profundidade que o corte atingirá. 

Democratas: 2014 já começou, com a grave, gravíssima substituição da clareza do texto Constitucional e da independência dos Poderes pelas sombras lançadas sobre o país, em que um poder supremo se coloca acima dos demais e da própria Constituição. 

Rompeu-se a normalidade democrática.

E tem gente boiando na onda, achando isso bacana. 

* Luiz Carlos Orro, é advogado e membro do Comitê Central do PCdoB - Partido Comunista do Brasil.
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Fonte:http://blogdoorro.blogspot.com.br/2012/12/lancando-o-brasil-as-sombras.html?spref=tw

Venezuela: Chavismo vence na maioria dos estados

19.12.2012
Do portal da Revista Caros Amigos,18.12.12
Por Marina Terra

Do Opera Mundi, enviada a Caracas

Pleito no domingo (16) confirma popularidade do socialismo do futuro de Chávez
Com uma vitória ampla do chavismo sobre a oposição nas eleições regionais deste domingo (16), o novo mapa político venezuelano favorece o processo revolucionário empreendido pelo presidente Hugo Chávez. Após perder em sete Estados em 2008, o governo ganhou em 20 dos 23, de acordo com o CNE (Conselho Nacional Eleitoral) do país. A abstenção foi alta, de quase 54%.
Mais:
"O mapa da Venezuela está pintado de vermelho", afirmou o Jorge Rodríguez, chefe do comando de campanha do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela). "Pela força do povo, cinco governos que estavam nas mãos da oposição foram resgatados para a gestão de Chávez", completou. O secretário-executivo da aliança opositora MUD (Mesa de Unidade Democrática), Ramón Guillermo Aveledo, disse que os resultados não são satisfatóriios, "porque perdemos em alguns Estados", mas falou que ficou demonstrado "que esse povo não se deixa ser influenciado, não se dá por vencido, não se rende a ninguém". 

Os candidatos do PSUV recuperaram os governos de três importantes Estados: Zulia, o mais rico do país – produz dois terços do petróleo da Venezuela – e maior zona eleitoral; Carabobo, onde está localizada grande parte dos centros industriais do país, principalmente petroquímico e Táchira, localizado na fronteira com a Colômbia e antes conhecido por ter um forte antichavismo. Os outros dois foram Nova Esparta e Monagas.

Oposição a Chávez
A oposição conquistou novamente o importante Estado de Miranda, com Henrique Capriles, candidato na eleição presidencial, derrotando por 52,02% o ex-vice-presidente Elias Jaua (47,62%). Em Lara, foi reeleito Henri Falcón (56,23%), dissidente chavista, que duelava contra Luis Reyes Reyes (43,50%), ex-governador e um dos maiores aliados de Chávez. Em Amazonas, o candidato da MUD Liborio Guarulla bateu Nicia Maldonado do PSUV.

“É uma vitória gigantesca para o governo, porque consegue os governos de Estados estratégicos, como Zulia, pelo petróleo, Carabobo, pelas indústrias e Táchira, pelo aspecto da problemática fronteira”, afirmou a Opera Mundi o analista político venezuelano Alberto Aranguibel. "Por sua vez, as conquistas da oposição, principalmente em Miranda, comprovam que a Venezuela não é uma ditadura e sim uma democracia ampla e profunda", completou.
Antes do anúncio, em 8 de dezembro, de que o câncer do presidente havia voltado, o pleito já era visto como crucial pelo chavismo e pela oposição. Se por um lado a oposição desejava manter os Estados onde governava e conquistar outros mais para fazer frente ao presidente, o governo apostava na reconfiguração da geografia eleitoral para impulsionar o projeto político da chamada “Revolução Bolivariana”.
Resultados


Após a cirurgia de Chávez e a incerteza com relação à sua saúde, o significado dos resultados se tornou ainda mais importante. “O processo em curso na Venezuela não acontece por causa das eleições, mas é corroborado pelo voto”, disse Aranguibel, para quem a conquista da grande maioria dos governos pelo chavismo representa um avanço no projeto chavista.

Abstenção

A eleição foi marcada por uma alta abstenção – o voto não é obrigatório na Venezuela. De acordo com o CNE, é comum que eleições regionais registrem uma menor participação, em comparação com a presidencial. Em 7 de outubro, 84% dos venezuelanos aptos a votar seguiram para as urnas. Além disso, a proximidade com as festas de fim de ano fez com que muitos venezuelanos viajassem e deixassem de votar.


Percebendo a falta de eleitores nos centros de votação, desde cedo as campanhas do governo e da oposição convocaram os eleitores a votar. O chefe do oficialista Comando Carabobo, Jorge Rodríguez, do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela), disse acreditar que a participação popular “se imponha” e convidou as pessoas a votar.

O coordenador da campanha da MUD, Antonio Ledezma, afirmou que nessas eleições “não está em jogo somente um governo”, indicando que os resultados podem definir o mapa político venezuelano.


Estados


Veja abaixo quem foi o vencedor em cada um dos 23 estados venezuelanos:


Estado Amazonas

MUD: Liborio Guarulla

Psuv: Nicia Maldonado


Estado Anzoátegui

MUD: Antonio Barreto Sira

Psuv: Aristóbulo Istúriz


Estado Apure

MUD: Luis Lippa

Psuv: Ramón Carrizález


Estado Aragua

MUD: Richard Mardo

Psuv: Tareck El Aissami


Estado Yaracuy

MUD: Biagio Pilieri

Psuv: Julio León Heredia


Estado Zulia

MUD: Pablo Pérez
Psuv: Francisco Arias Cárdenas

Estado Portuguesa
MUD: Iván Colmenares
Psuv: Wilmar Castro Soteldo

Estado Sucre
MUD: Hernán Núñez
Psuv: Luis Acuña


Estado Táchira

MUD: César Pérez Vivas

Psuv: José Vielma Mora


Estado Trujillo

MUD: José Hernández

Psuv: Hugo Cabezas


Estado Mérida

MUD: Lester Rodríguez

Psuv: Alexis Ramírez


Estado Miranda

MUD: Henrique Capriles Radonski

Psuv: Elías Jaua Milano


Estado Monagas

MUD: Soraya Hernández

Psuv: Yelitza Santaella

Independiente: José Gregorio Briceño


Estado Nova Esparta

MUD: Morel Rodríguez

Psuv: Carlos Mata Figueroa


Estado Delta Amacuro

MUD: Arévalo Salazar

Psuv: Lizzeta Hernández


Estado Falcón

MUD: Gregorio Graterol

Psuv: Stella Lugo


Estado Guárico

MUD: José Gonzalez

Psuv: Ramón Rodríguez Chacín


Estado Lara

MUD: Henri Falcón

Psuv: Luis Reyes Reyes


Estado Barinas

MUD: Julio Cesar Reyes

Psuv: Adán Chávez


Estado Bolívar

MUD: Andrés Velásquez

Psuv: Francisco Rangel Gómez


Estado Carabobo

MUD: Henrique Salas Feo

Psuv: Francisco Ameliach


Estado Cojedes

MUD: Alberto Galindez

Psuv: Érika Farías


Estado Vargas

MUD: José Manuel Olivares

Psuv: Jorge Luis García Carneiro

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Fonte:http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/politica/2862-venezuela-chavismo-vence-na-maioria-dos-estados

A visita de solidariedade de governadores a Lula

19.12.2012
Do portal LUIS NASSIF ONLINE, 18.12.12
Postado por Luis Nassif

SÃO PAULO - Capitaneado pelo governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), um grupo de governadores deve fazer hoje uma "visita de solidariedade" ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo. Em meio às novas declarações do empresário Marcos Valério ao Ministério Público Federal (MPF) sobre o pagamento de despesas pessoais de Lula através do esquema do mensalão, Cid Gomes disse em seu perfil no Twitter que o encontro visa o "reconhecimento" da figura do ex-presidente."Estamos, alguns governadores, nos programando para uma visita de solidariedade e de reconhecimento ao ex-presidente Lula", informou o governador cearense, sem oferecer mais detalhes. 
O governador do PSB ainda articula os colegas que o acompanhará na visita ao ex-presidente Lula. A assessoria de imprensa do ex-presidente confirmou o encontro e disse apenas que será à tarde no Instituto Lula, na Zona Sul da capital paulista. 
Não é a primeira vez que os Gomes (Ciro e Cid), que controlam o PSB no Ceará, manifestam apoio ao PT. Agora é esse gesto de "solidariedade" a Lula, no mês passado a manifestação foi dirigida à presidente Dilma Rousseff. Em um almoço com a petista, em Brasília, Cid Gomes saiu em defesa da reeleição da petista. 
Na ocasião, chegou a defender, inclusive, a indicação do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), para o cargo de vice de Dilma Rousseff no lugar do PMDB, colocando-se, assim, publicamente contra uma candidatura própria de seu partido à Presidência em 2014. Aproveitou o momento para pedir uma trégua nas disputas entre PT e PSB que nessas eleições municipais se enfrentaram em alguns cidades e capitais, incluindo Recife (PE) e Fortaleza (CE). 
Os argumentos do governador cearense para defender a substituição do PSB pelo PMDB na vice da presidente Dilma em 2014 consideram que os peemedebistas já devem ser atendidos politicamente com as presidências das duas casas legislativas (Câmara dos Deputados e Senado) na eleição próximo ano.
Do Jornal do Commercio

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Fonte:http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-visita-de-solidariedade-de-governadores-a-lula

MAIA CONFRONTA PODER ABSOLUTO DA SUPREMOCRACIA

19.12.2012
Do portal BRASIL247,18.12.12


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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/88287/Maia-confronta-poder-absoluto-da-supremocracia.htm