segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

JULGAMENTO DE EXCEÇÃO: COM A PALAVRA OS ‘PECADORES’

09.12.2012
Do  portal BRASIL247, 07.12.12
Por Lula Miranda*

Fatos e não suposições ou ilações comprovam que o Supremo errou. E agora? Cancelarão as penas?

Julgamento do suposto "mensalão" pode ter incorrido em clamoroso erro e injustiça para alguns dos réus.
Quando apenas aventei essa possibilidade fui contestado e até destratado por inúmeros leitores, pois muitos já se acostumaram a formar fé-cega [faca amolada] a partir do que lhes diz a grande mídia. O que faz pensar numa possível releitura para o clássico conto "O Flautista de Hamelin", dos irmãos Grimm, onde os ratos seriam os desavisados leitores e a grande mídia seria o flautista ou, numa outra metáfora possível, a peste que a muitos dizima: justos e pecadores.
A cada dia que passa novos fatos se apresentam e comprovam a inocência de alguns dos réus condenados, sem provas, no julgamento da AP 470, que teria sido "um marco na história da democracia e do Judiciário no Brasil". Os fatos que ora se apresentam, um a um, aos poucos atestam, comprovam que não houve a corrupção alegada no suposto desvio na Visanet. E agora? O que fazer?
Reportagem de capa da edição de nº 64 da revista Retrato do Brasil,  intitulada "A Vertigem do Supremo" [excelente título] comprova, mediante auditoria nas contas do fundo, realizada por cerca de 20 técnicos, que não houve o suposto desvio de R$ 73 milhões na Visanet. Sabe-se que esse alegado desvio serviu como "prova" de que teria havido corrupção e assim bastou para condenar Henrique Pizzolato e, num efeito dominó, outros réus. Condenar sem provas e com base na esdrúxula teoria do "domínio do fato" só poderia mesmo acarretar em consequências danosas, desastrosas.
Fatos e não suposições ou ilações comprovam que o Supremo errou. E agora? Cancelarão as penas? Indenizarão os condenados pecuniariamente. E a honra de cada um deles? Enxovalhada. E suas vidas? Destruídas.
Como reparar a desonra, o opróbrio, a ignomínia?
Por que essa matéria não foi noticiada na grande imprensa?
Quem vai explicar agora para a população a necessidade de se reduzir as exageradas penas e multas aplicadas – como vários eminentes juristas já haviam antecipado? Quem vai assumir o erro perante a sociedade e dizer: nós "carregamos nas tintas", erramos e nos deixamos levar pelo apelo fácil da  "espetacularização"?  Alguém vai ter coragem de passar o recibo? Dificilmente.
Os inúmeros erros judiciários cometidos na história do país pelo visto não bastaram para ensinar a imprensa brasileira a ter mais prudência e cuidado ao tratar de casos assim. Parece que o que importa mesmo é vender jornais e revistas a rodo, e, para os profissionais do ramo, sem rumo ou mínima normatização, importa escalar os píncaros do panteão do "jornobanditismo" e dos subcomandos das submáfias da mídia organizada.
Com a palavra os "honrados" e os "justos" que desde o início dos tempos atiram pedras nas "Genis" e nas "Madalenas" da nossa história. Com a palavra os hipócritas. Com a palavra os "pecadores".

Lula Miranda* Lula Miranda é poeta, cronista e economista. Publica artigos em veículos da chamada imprensa alternativa, tais como Carta Maior, Caros Amigos, Observatório da Imprensa e Fazendo Média
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/87348/Com-a-palavra-os-%E2%80%98pecadores%E2%80%99.htm

Adesão do PT Recife à base de Geraldo não deve ser contestada, afirma Humberto


10.12.2012
Do BLOG DE JAMILDO, 
Postado por Vinícius Sobreira


O senador Humberto Costa, que trava com o prefeito João da Costa um embate por espaços no PT Recife, declarou que não deve haver recurso contra a decisão da Executiva Municipal do partido de aderir à base do próximo prefeito, Geraldo Julio (PSB). No almoço, promovido pelo senador nesta segunda-feira (10), o petista avisou que as movimentações do seu grupo político devem ser "lentas", para não criar mais atritos dentro da sigla.

"Não deve haver recurso dessa decisão. Não sei de ninguém que queira apresentar recurso", avisou o senador, excluindo qualquer possibilidade de uma manobra na Executiva Nacional contra a decisão do PT Recife. Humberto, que perdeu para Geraldo Julio (PSB) a disputa pela Prefeitura do Recife, foi contra a adesão dos vereadores petistas à base governista da próxima gestão. "Eu quis demonstrar a minha posição política. Mas não vou entrar com recurso".



De acordo com o senador, a argumentação utilizada pelos adesistas é "frágil" e, por isso, foi firme ao criticar a decisão da municipal. Os defensores da aliança afirmavam que o alinhamento municipal é "automático", já que a nível estadual e nacional os partidos são aliados.

"Mas a nível municipal é diferente", reiterou Humberto. "Aqui o candidato do PSB se elegeu com um discurso de oposição. E como seremos uma alternativa de poder se estamos dentro do governo?", questiona. O petista também disse que a decisão da Executiva Municipal foi comentada na reunião nacional do PT, realizada no último sábado (8).

Em resposta à argumentação dos petistas adesistas, que defendem que o partido esteja no poder, colaborando com "as melhorias sociais trazidas pelo modo petista de governar", Humberto disse que isso é irreal. "Se o PT vier a assumir alguma secretaria - que eu acho que não deveria assumir - certamente será uma secretaria periférica".

Apesar da discordância, Humberto passa a adotar um tom mais ameno no embate por espaços dentro do partido. O petista acredita que a decisão tomada pela municipal deve, sim, ser revertida. Não por um recurso, mas por um fator externo ao PT. "Os fatos vão se sobrepor a esta decisão", apostou Humberto, referindo-se às movimentações nacionais de Eduardo campos (PSB), padrinho político de Geraldo Julio.

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Fonte:http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2012/12/10/adesao_do_pt_recife_a_base_de_geraldo_nao_deve_ser_contestada_afirma_humberto_142904.php

DITADURA DO STF


10.12.2012
Do blog APOSENTADO INVOCADO

O STF vai fechar o Legislativo e o Executivo e estabelecer a ditadura do Judiciário, cujos membros nem são eleitos pelo voto popular. É o mais novo golpe de Estado jamais tentado no Brasil. Foi implantada a Ditadura do Judiciário. 

O Brasil precisa reagir urgente, poderemos todos sermos presos por gente sem o respaldo popular e passarmos a sermos perseguidos por juízes ditatoriais. Hoje cassam mandatos populares de deputados e senadores, amanhã cassam a presidenta da República. Já unidos a desgraçada imprensa corrupta brasileira, ávida em voltar a se beneficiar do Tesouro Nacional, e teremos o golpe perfeito onde todos estão dentro da lei, a Justiça e a Imprensa. 

Essa gente vagabunda pretende dominar o país, mas as forças populares se insurgirão contra esse golpe e quando digo forças populares não me refiro aos burgueses cafajestes e entreguistas parlamentares do PT, que de trabalhadores não têm nada. Viraram todos uns almofadinhas de merda como Marco Maia. 

O PT vai ter que ser reinventado e o ataque as forças do mal, leia-se imprensa brasileira e STF têm que ser destruídos. 'Let's move on' em cima dessa cambada de corruptos e almofadinhas burgueses.
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Fonte:http://aposentadoinvocado1.blogspot.com.br/2012/12/stf-vai-fechar-o-legislativo-e-o.html

Cai a máscara do choque de gestão tucano quando boicotam a redução na conta de luz

10.12.2012
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA


O PSDB foi fundado em 1988 e no ano seguinte lançou a expressão "choque de capitalismo" como plano de governo. O resultado deste choque não foi muito feliz nos 8 anos neoliberais do governo FHC. Depois, os governadores tucanos passaram a falar em "choque de gestão", cuja ideia seria um governo que administrasse bem os recursos públicos, com custos menores. Há controvérsias se o discurso batia com a realidade.

Agora a presidenta Dilma Rousseff apresentou um plano de redução nas tarifas de energia elétrica, visando tanto aumentar a competitividade da indústria e gerar melhores empregos, como aliviar o bolso do cidadão na conta de luz. O plano é simples: usinas hidrelétricas construídas há muitos anos e que estão com a concessão de sua exploração vencendo, puderam renovar mediante redução da tarifa sobre a energia gerada. Isso porque os custos para construção da usina já foram amortizados ao longo dos anos e não justifica mais continuarem embutidos na tarifa.

A maioria das empresas concessionárias aderiram. Os governadores tucanos que controlam as empresas estaduais detentoras da concessão de algumas destas usinas, resolveram boicotar e não aderiram. A decisão tucana serve para beneficiar os lucros dos acionistas, em detrimento da população.

A situação é análoga à de um cidadão que compra a casa própria financiada em 20 anos. Ele paga o financiamento durante 20 anos para cobrir o custo da casa (além dos encargos financeiros). Depois de pago os 20 anos, seu orçamento familiar  fica livre daquela despesa. A antecipação feita por Dilma equivale a quitar com um ou dois anos de antecedência, para ficar livre do custo do financiamento. A decisão dos tucanos equivale a querer impedir a quitação para os banqueiros ganharem mais com o financiamento nas condições antigas.

Outra alegação desastrada dos tucanos é dizer que se a tarifa de energia cair, a arrecadação do ICMS dos estados sobre essa energia também cai. Ora, então nenhum ganho sobre preços poderá mais ser repassado à população, senão desequilibra as contas do governo estadual? Assim, o governador Geraldo Alckmin (PSDB/SP) comprova que aquelas visitas que ele fez a um placar que simula a estimativa de impostos da Associação Comercial de São Paulo, chamado de "impostômetro", foram mais falsas do que uma nota de três reais. Choque de gestão de verdade não seria atrair maior produção industrial, com energia mais barata? É isso que a presidenta Dilma está fazendo.

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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2012/12/cai-mascara-do-choque-de-gestao-tucano.html

NAVEGABILIDADE EM RISCO,por Tânia Passos

10.12.2012
Do DIARIO DE PERNAMBUCO
Por Tania Passos*
taniapassos.pe@dabr.com.br

Navegabilidade em risco

Quando o governo do estado anunciou a aprovação do projeto de navegabilidade dos rios Capibaribe e Beberibe, dentro do PAC Mobilidade, parecia, enfim, que a opção hidroviária finalmente iria ser incorporada como modelo de transporte público no Recife. Mas o projeto corre o risco de não acontecer por causa de uma “barbeiragem” da Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH), que considerou suficiente o estudo de impacto para a construção das estações e o plano de controle ambiental apresentado pela Secretaria das Cidades. A CPRH só não contava que o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), cumprindo o seu papel, exigisse também um estudo de impacto ambiental da própria dragagem, afinal o rio é a parte mais importante nessa equação. O resultado disso é que o governo está agora com um pepino nas mãos. 

Tem um projeto pronto, recursos disponíveis e de mãos atadas para começar as obras de dragagem. A expectativa era que o rio estivesse navegável até junho de 2014, mas agora tudo é uma incerteza. O governo tem dois caminhos: insistir que o plano de controle ambiental já é suficiente, como supõe a CPRH, ou fazer o dever de casa e contratar um estudo de impacto da dragagem. Hoje a CPRH deverá se posicionar em relação à recomendação do MPPE. Tudo indica que o órgão ambiental será contra o posicionamento do MPPE e dará licença para as obras começarem. Na prática, isso não encerra a questão. O MPPE pode entrar com uma ação pedindo a suspensão da dragagem e essa novela poderá se estender por muito mais tempo. Quem perde somos todos nós!

Kennedy 1

A Avenida Presidente Kennedy, em Olinda, passou por uma nova reforma depois de ter sido quase toda depredada, antes da obra ser concluída. A sinalização horizontal foi refeita, mas falta ainda a vertical. 

Kennedy 2

O corredor exclusivo da Avenida Presidente Kennedy ainda não funciona. Os carros usam o mesmo espaço dos ônibus. Aliás, desde o início da obra. Quando o corredor entrar em operação terá que ser feita uma ação para orientar os motoristas. 

O Dnit não pode afirmar que a causa dos acidentes na BR-101 é apenas dos motoristas. As condições físicas da via também influenciam, como a falta de sinalização, iluminação e buracos”
Maurício Pina, professor de engenharia da UFPE e Unicap.

Dica do Trânsito Livre

Nunca pare em fila dupla, principalmente em frente a escolas. Isso tira a visão dos motoristas que passam e das crianças que atravessam a rua. Calçada é lugar de pedestre, não de carro. Confira também outras notícias no www.transitolivre.com.br e no @transitolivrepe.

Via Mangue

Mesmo com as obras bastante avançadas, a Via Mangue não sai do foco das discussões. No dia 11, haverá uma audiência pública convocada pelos vereadores Jurandir Liberal (PT) e Priscila Krause (DEM). A audiência será no Plenarinho da Casa José Mariano, das 9h às 13h.


Tânia Passos, escreve todas as segundas no DIARIO DE PERNAMBUCO , a coluna MOBILIDADE URBANA. Acompanhe as notícias de mobilidade no Brasil e no mundo no endereço blogs.diariodepernambuco.com.br/mobilidadeurbana e pelo twitter @taniapassos_dp.
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Fonte:http://www.impresso.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/cadernos/vida-urbana/2012/12/10/interna_vidaurbana,39636/mobilidade-urbana.shtml

Imprensa se calou diante do “mensalão ruralista”

10.12.2012
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 07.12.12

O abuso do poder econômico termina escolhendo candidatos muito mais pela capacidade de arrecadação do que pelas ideias que eles defendem, criando uma democracia de desiguais

[O mensalão] ameaça o sistema político. (…) [A transferência de recursos] confirma-se pela compra de apoio político (…), não interessa se o destino do dinheiro seja para gastos de campanha ou gastos pessoais. (…) Os partidos participaram de votações importantes, emprestando apoio [a quem os pagou]“.
Rosa Weber, ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), em seu voto no julgamento de José Dirceu e José Genoíno.
bancada ruralista mensalão código florestal
Kátia Abreu, agraciada com o prêmio ‘motoserra de ouro”, é líder da bancada ruralista no Congresso Nacional
Faltando poucas semanas para o 1º turno das eleições municipais deste ano, os olhos do país dividiram-se entre a complexa trama de Avenida Brasil e outra, bem mais simples, do julgamento do “maior caso de corrupção” da história do país. Ao contrário das nuances e dúvidas do roteiro de João Emanuel Carneiro, os papéis de mocinho e bandido estavam bem mais delineados na segunda trama. De um lado o “herói de toga preta” e “menino pobre que mudou o Brasil”. De outro, o “chefe de quadrilha”, obstinado a realizar um “golpe [por um] projeto de poder quadrienalmente quadruplicado”. O desfecho apoteótico viria na condenação que “lava a alma de todos os brasileiros vítimas dos corruptos”, muda nossa história e permite que o Brasil volte “a saber distinguir o certo do errado”.
Pois nos mesmos dias, do desenrolar das tramas de Delúbio e Carminha, a poucos metros do STF, o Congresso Nacional votava mais uma tentativa de acordo sobre o Código Florestal. Por trás das cortinas, um enredo bem semelhante ao que estaria sendo condenado exemplarmente do outro lado da rua. Dezenas de parlamentares, que conquistaram o espaço de representação na Câmara dos Deputados com apoio financeiro de empresas do agronegócio, propunham a criação de diferentes tamanhos para as Áreas de Proteção Permanente (APP) em beiras de rio. A medida, que reduziria as chamadas APPs ripárias no Brasil e abriria espaço para o aumento da produção do agronegócio acabou vetada pela presidenta Dilma Rousseff.
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No caso do “mensalão” mais famoso, o empresário Marcos Valério de Souza, dono da agência de publicidade SMP&B, e os gestores do Banco Rural haviam sido condenados por fazer transferências de recursos a partidos políticos objetivando ganhos em decisões do governo. Também o empresário Daniel Dantas agora está sendo julgado pelo mesmo caso. Como responsável, na época, pelas empresas Brasil Telecom, Telemig Celular e Amazônia Celular, Dantas teria contratado os serviços de publicidade da SMP&B, para repassar recursos ao PT como forma de obter apoio do governo federal.
E o que buscavam as empresas do agronegócio que, em 2010, doaram dinheiro a campanhas de parlamentares que votariam o Código Florestal em seus mandatos? E os parlamentares, neste caso, não atuaram “emprestando apoio político” a quem os financiou?
Somente o grupo JBS financiou, com mais de R$ 10 milhões, 38 dos deputados que votaram pela redução das APPs de beira de rio, como exemplifica o livro Partido da Terra, do jornalista Alceu Castilho. Mas não só a maior empresa de processamento de carne do mundo buscou apoio parlamentar no Congresso. Somente na lista das 10 maiores empresas do agronegócio em 2010, feita pela revista Exame, também a Bunge destinou R$ 1,1 milhão ao financiamento de deputados federais, assim como a CoperSucar, com 450 mil. Quando ocorreu a campanha eleitoral, em 2010, já estava em discussão no Congresso o novo Código Florestal.
Para evitar este e outros tipos de “mensalões”, organizações da sociedade civil defendem a aprovação pelo Congresso Nacional de uma reforma política que proíba o financiamento privado de campanhas eleitorais. É o que pede, por exemplo, José Antonio Moroni, do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc). Ele é um dos coordenadores da Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político que mantém uma lista de abaixo-assinado na internet visando atingir 1,5 milhão de assinaturas para embasar um Projeto de Lei (PL) de iniciativa popular.
Enquanto isso, a votação do PL de reforma política proposto pelo deputado Henrique Fontana (PT-RS), que inclui a proposta de financiamento público integral, segue sendo obstruída. O relatório de Fontana é resultado do trabalho da Comissão Especial, criada em fevereiro de 2011, que ouviu juristas e representantes dos movimentos sociais. O texto, no entanto, não foi votado por obstrução. Entre outros fatores, pela extinção do financiamento privado de campanha.
- O abuso do poder econômico termina escolhendo candidatos muito mais pela capacidade de arrecadação do que pelas ideias que eles defendem, criando uma democracia de desiguais – avalia o deputado Henrique Fontana (PT-RS), em entrevista ao jornal Brasil de Fato. “O que corrige essas questões é o financiamento público exclusivo, com teto de gastos e forte diminuição dos custos de campanha”.
Daniel Merli, jornal Brasil de Fato.

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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2012/12/imprensa-se-calou-diante-mensalao-ruralista.html

PT REALIZA ATO CONTRA USO POLÍTICO DA AP 470

10.12.2012
Do portal BRASIL247


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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/87532/PT-realiza-ato-contra-uso-pol%C3%ADtico-da-AP-470.htm

ABSOLUTISMO midiático quer impor DITADURA

10.12.2012
Do blog MEGACIDADANIA


O Reino das Verdades Absolutas

É comum pensar que todo político é corrupto. Essa generalização não acontece à toa, temos milhares de exemplos na história de nosso país que corroboram com a afirmação. A Política começa na esperança da população de mudar e melhorar a situação do país, e o que normalmente ocorre é a quebra dessa confiança com políticos que prometeram e não cumpriram. No caso do mensalão, o que se vê são todos os grandes veículos de comunicação denunciando e afirmando a culpa denunciada sem ter a preocupação de mostrar as provas do que eles falam. Enquanto a população comemora a condenação e as penas dadas pelo “herói” Joaquim Barbosa sem ter acesso a todas as informações e sem ouvir os dois lados dos acontecimentos para discutir.
Em um país que só um lado é ouvido e colocado como verdade absoluta, não existe uma discussão justa e, consequentemente, a democracia não é respeitada. O Supremo se valeu da tese de que a DNA, de Marcos Valério, recebeu R$ 73,8 milhões do Banco do Brasil, via Visanet, mas não prestou os serviços. O dinheiro teria ido para sustentar a propalada compra de votos na Câmara (que também nunca se provou) e seria público. Veículos como a revista Retrato do Brasil e a blogosfera progressista demonstram constantemente provas que desmentem as acusações e até mesmo confirmam a participação da Editora Abril e a Globo (maiores críticos do Mensalão, vejam a hipocrisia) no “desvio” de dinheiro.
Não há provas que sustentem a condenação dos réus por corrupção e desvio de dinheiro público. Tudo é feito para prejudicar o PT e denegrir a imagem do Partido. Um caso claro disso foi à condenação de Henrique Pizzolato (Petista) por desvio de dinheiro da Visanet para a DNA. Henrique não tinha poder dentro do Banco do Brasil para realizar a transação e, como já foi visto no blog, documentos provam que os responsáveis pelo “ato de ofício” foram: Léo Batista dos Santos, Claudio de Castro Vasconselos e Douglas Macedo. Todos nomeados no governo FHC e excluídos da ação penal movida por Joaquim Barbosa, em uma decisão monocrática e sem o conhecimento do plenário (= demais juízes).
Lutamos durante anos contra a ditadura e a favor da liberdade de expressão. Pessoas como José Dirceu, João Paulo Cunha, Henrique Pizzolato, José Genuíno e Delúbio Soares continuam afirmando inocência sem ter o espaço necessário na mídia para se defender da aberração construída pela PGR/MPF com o apoio do relator Joaquim Barbosa. Para que a democracia seja respeitada temos que discutir com propriedade intelectual, boa vontade e honestidade. A população deve ter acesso aos dois lados da história para que haja equilíbrio e justiça, e assim decidir em que lado está e no que acredita. Não vamos para a discussão para “ganhar”, mas para descobrir a VERDADE que os documentos da própria AP 470 comprovam. É SIMPLES ASSIM.
MEGACIDADANIA

Obs.: a imagem acima está disponível em:

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Fonte:http://megacidadania.com/2012/12/10/absolutismo-midiatico-quer-impor-ditadura/

O tolo Fux julgou-se um Fox

10.12.2012
Do blog ESQUERDOPATA


Vacilos de Troia 

Lula e Fux ignoraram Homero: melhor que aprender com os fatos é não permitir que ocorram

“Só aos tolos os fatos ensinam.” Na Ilíada, que leio para meu filho, essa frase é inúmeras vezes repetida. Compreende momentos em que os personagens se deixam surpreender pelos acontecimentos. Há ali uma imensidão de heróis fortes como deuses - quando não deuses de verdade - que, vaidosos, subestimam as circunstâncias e superestimam o poder que possuem. Apanhados nas armadilhas da presunção, acolhem com as garras da soberba a destruição. No Brasil atual, os erros são de igual natureza. “Erros clássicos”, digamos assim.

(...)

(...)

Os escândalos da moda são pródigos nesse tipo de equívoco. Primeiro, o caso Rosemary Noronha, ex-assessora do gabinete presidencial, em São Paulo; depois, as revelações do ministro Luiz Fux, do STF. Ambos cumprem um roteiro conhecido. Ignorando a prudência, a vaidade abre as portas para o ocaso. A velha história do cavalo de troia.

Da ex-assessora, não cabe discutir a vida pessoal. Não interessa o grau de seu envolvimento com o ex-presidente. No campo dos afetos, pedras jogadas vão e voltam como bumerangues. Não se cospe para cima. Apenas se confirma que na água do poder há mesmo algo - sua força, ansiedade e solidão - que desperta e favorece encontros e desencontros assim. De quando em quando, presidentes se embrenham por veredas do gênero.

O caso do ministro Luiz Fux não difere na essência. Articulando a própria indicação, o candidato ao Supremo se supôs um craque: “Deixa, que eu mato no peito”. Guitarrista de acordes dissonantes, se não prometeu, insinuou. Infiltrado no STF, seria uma espécie de cavalo de troia. Cortejou quem condenaria mais tarde. Mas a bola que dominaria não era redonda e a torcida, furiosa, faria do julgamento um embate de leões. Teria a sagacidade das raposas? Seu nome não é fox.

A entrevista que concedeu ficará para a história como exemplo do peixe que vai pela boca, da fragrância exagerada da vaidade que o janota transpira. Tentando consertar o soneto declamado nos bastidores, publicou péssimo remendo. Revelou as vísceras do sistema, comprometeu seus pares. Viabilizaram-se todos pelos mesmos métodos? Provável que não. 

Mas o Tribunal e a Corte já não reluzem como há pouco. Como Fux, perdeu parte da magia. A pudicícia tem lá, no seu íntimo, certo despudor também.

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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com.br/2012/12/o-tolo-fux-julgou-se-um-fox.html

A ficha falsa de Dilma e a foto falsa de Lula

10.12.2012
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO
Por Rodrigo Vianna, Escrevinhador

A ficha falsa de Dilma divulgada pela Folha e a foto falsa de Lula divulgada pela revista Veja revelam a podridão da velha mídia de sempre. Por outro lado, a história recente tem provado que nada disso serve para ganhar eleição

A campanha de 2014 começou. Dois anos antes. E a prova disso não é o lançamento prematuro de Aécio Neves à Presidência pelo PSDB.
Foto da ficha falsa de Dilma reproduzida pela Folha durante a última campanha presidencial.
Toda uma rede de militantes – apócrifos, em geral – ocupou a internet nos últimos dias, para uma campanha de ataques múltiplos contra a honra de Lula. A campanha é parecida com aquela feita contra Dilma em 2009 e 2010 – apontando a então ministra como “terrorista” perigosa. Fotos, montagens, “denúncias” falsas alimentaram as redes sociais. Em 2009, Dilma chegou a aparecer ao lado de um fuzil. A “ficha” (falsa) da ministra no Dops (“capturada”) circulou em blogs de extrema-direita.
Jornalistas mais afoitos embarcam em ondas desse tipo. Foi o que fez a Folha em 2009. Estampou a ficha de Dilma em primeira página. Quando a patranha ficou demonstrada, o jornal deu uma explicação inesquecível: publicara a ficha porque sua autenticidade “não podia ser confirmada, mas tampouco podia ser descartada”.
Agora, em 2012, Ricardo Setti da Veja pelo menos pediu desculpas. O jornalista (!) publicou fotomontagem grosseira em que Lula aparece abraçado a Marisa Letícia e Rose (veja aqui). A foto circulava pelas redes sociais. Setti achou genial ilustrar um post usando a foto – que imaginava ser verdadeira.
A Veja é capaz de qualquer coisa. Já caiu em conto de 1º de abril. O glorioso “boimate” (piada de uma revista estrangeira, escrita sob encomenda para o primeiro de abril) foi levado a sério na publicação da família Civita. Os editores acreditaram na mistura genética de boi e tomate. Agora, a Veja de Ricardo Setti acreditou na montagem para agredir Lula, assim como a Folha acreditara na ficha falsa de Dilma.
Tudo isso mostra a podridão da velha mídia de sempre. Mas nada disso – diga-se – serve para ganhar eleição.
Aliás, imaginava eu que os tucanos seriam mais cuidadosos com a estratégia para 2014. O PSDB tem alguma chance de ganhar se caminhar para o centro com Aécio. O figurino pitbull – adotado por Serra, sob inspiração de blogueiros e pastores com estranhas obsessões sexuais – não deu certo! O figurino pitbull serve só para tornar os antipetistas mais raivosos, da mesma forma que unifica os lulistas para o combate contra os tucanos e a velha mídia.
foto lula falsa montagem
Foto falsa de Lula e Rosemary reproduzida por colunista da revista Veja. (Saiba mais aqui)
Acontece que – no meio do caminho – há um eleitorado mais centrista que, nas eleições desde 2002, o PT conseguiu atrair. Gente que não detesta o PT, mas também não ama o Lula. Não é com montagens grosseiras que o PSDB vai conquistar essa gente.
Mas a publicação que ganhou destaque no site da Veja é só a ponta do iceberg – se me perdoam o lugar-comum. Na rede, no submundo da política e da velha mídia, o vale-tudo corre solto.
Um amigo jornalista procurou-me ontem [5/12] para contar que passou a receber e-mails falsos nos últimos dias – com as denúncias mais absurdas contra Lula. Outros colegas na redação confirmam: há em curso a tentativa de criar – nas redes sociais – uma “onda” incontrolável para colar em Lula a imagem de bandido/cafajeste. O “mensalão” não colou, a ideia de chamá-lo de “apedeuta” não havia colado, o terrorismo religioso também não. Sobraram ataques pessoais. Foi o que Collor fez em 1989.
Mas, podem perguntar alguns, por que atacar Lula se o adversário de 2014 deve ser Dilma? Escrevi sobre isso no blog: “Lula, Dilma e o PT: fatiados”. Enfraquecer a imagem de Lula é passo fundamental para a oposição. Dilma forte, tendo apoio de um ex-presidente tão forte como Lula, tornaria a batalha perdida antes de começar. Por isso, os ataques são “fatiados”. É preciso minar Lula, o PT e – num segundo momento – Dilma.
Suponho que a “onda” na internet não garanta coisa nenhuma aos tucanos. Imagino até que os mais refinados entre eles sequer concordem com essa “onda” moralista rastaquera. É só mais um passo rumo ao pântano, onde a oposição sem programa se deixa dominar por blogueiros enfurecidos, pastores dementes e gente do submundo da política.
Ataques exagerados contra Lula e atos como a recusa em colaborar pra redução das contas de luz (esse sim adotado sob a égide da liderança mais “orgânica” do tucanato) só ajudam a reforçar a imagem de que a oposição joga contra o Brasil – numa tentativa desesperada de voltar ao poder.
Tenho a impressão que Aécio, se assumir de fato o comando do PSDB, vai mudar essa linha de ação. Até porque uma campanha em que se exponha a vida pessoal de políticos e candidatos não é algo que possa interessar ao senador mineiro – fustigado, dentro do próprio partido, por dossiês e histórias sobre seus hábitos pessoais.

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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2012/12/ficha-falsa-de-dilma-foto-falsa-de-lula.html

BOFF: REINALDO É UM BESOURO ROLA-BOSTA

10.12.2012
Do portal BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/87469/Boff-Reinaldo-%C3%A9-um-besouro-rola-bosta.htm

Mídia continuará buscando golpe em 2013

10.12.2012
Do blog ESQUERDOPATA, 08.12.12


2013 vai ser difícil

Um espectro ronda a política brasileira. O fantasma da próxima eleição presidencial.

Este ano já foi marcado por ele.

Ou alguém acredita que é genuína a inspiração ética por trás da recente onda moralista, que são sinceras as manchetes a saudar “o julgamento do século”? Que essas coisas são mais que capítulos da luta política cujo desfecho ocorrerá em outubro de 2014?

A história dos últimos 10 anos foi marcada por três apostas equivocadas que as elites brasileiras, seus intelectuais e porta-vozes fizeram. A primeira aconteceu em 2002, quando imaginaram que Lula não venceria e que, se vencesse, seria incapaz de fazer um bom governo.

Estavam convencidos de que o povo se recusaria a votar em alguém como ele, tão parecido com as pessoas comuns. Que terminaria a eleição com os 30% de petistas existentes. E que, por isso, o adversário de Lula naquela eleição, quem quer que fosse, ganharia.

O cálculo deu errado, mas não porque ele acabou por contrariar o prognóstico. No fundo, todos sabiam que a rejeição de Fernando Henrique Cardoso não era impossível que José Serra perdesse.

A verdadeira aposta era outra: Lula seria um fracasso como presidente. Sua vitória seria um remédio amargo que o Brasil precisaria tomar. Para nunca mais querer repeti-lo.

Quando veio o “mensalão”, raciocinaram que bastaria aproveitar o episódio. Estava para se cumprir a profecia de que o PT não ultrapassaria 2006. Só que Lula venceu outra vez e a segunda aposta também deu errado. E ele fez um novo governo melhor que o primeiro, aos olhos da quase totalidade da opinião pública. Em todos os quesitos relevantes, as pessoas o compararam positivamente aos de seus antecessores, em especial aos oito anos tucanos.

A terceira aposta foi a de que o PT perderia a eleição de 2010, pois não tinha um nome para derrotar o PSDB. Que ali terminaria a exageradamente longa hegemonia petista na política nacional. De fato não tinha, mas havia Lula e seu tirocínio. Ele percebeu que, Com Dilma Rousseff, poderia vencer.

O PT ultrapassou as barreiras de 2002, 2006 e 2010.

Estamos em marcha batida para 2014 e as oposições, especialmente seu núcleo duro empresarial e midiático, se convenceram de que não podem se dar ao luxo de uma quarta aposta errada.

Que o PT não vai perder, por incompetência ou falta de nomes, a próxima eleição. Terão de derrotá-lo.

Mas elas se tornaram cada vez mais descretes da eficácia de uma estratégia apenas positiva. Desconfiam que não têm uma candidatura capaz de entusiasmar o eleitorado e não sabem o que dizer ao País. Perderam tempo com Serra, Geraldo Alckmin mostrou-se excessivamente regional e Aécio Neves é quase desconhecido pela parte do eleitorado que conta, pois decide a eleição.

Como mostram as pesquisas, tampouco conseguiram persuadir o País de que “as coisas vão mal”. Por mais que o noticiário da grande mídia e seus “formadores de opinião” insistam em pintar quadros catastróficos, falando sem parar em crises e problemas, a maioria acha que estamos bem.

Sensação que é o fundamento da ideia de continuidade.

As oposições perceberam que não leva a nada repetir chavões como “o País até que avançou, mas poderia estar melhor”, “Tudo de positivo que houve nas administrações petistas foi herança de FHC”, “Lula só deu certo porque é sortudo” e “Dilma é limitada e má administradora”.

A população não acredita nessa conversa. Faltam nomes e argumentos às oposições. Estão sem diagnóstico e sem propostas para o Brasil, melhores e mais convincentes que aquelas do PT.

Nem por isso vão cruzar os braços e aguardar passivamente uma nova derrota. Se não dá certo por bem, que seja por mal. Se não vai na boa, que seja no tranco.

Fazer política negativa é legítimo, ainda que desagradável. Denúncias, boatos, hipocrisias, encenações, tudo isso é arma usada mundo afora na briga política.

A retórica anticorrupção é o bastião que resta ao antilulopetismo. Mas precisa ser turbinada e amplificada. Fundamentalmente, porque a maioria das pessoas considera os políticos oposicionistas tão corruptos – ou mais – que os petistas.

O que fazer? Aumentar o tom, falar alto, criar a imagem de que vivemos a época dos piores escandalos de todos os tempos.

Produzir uma denúncia, uma intriga, uma acusação atrás da outra.

Pelo andar da carruagem, é o que veremos na mídia e no discurso oposicionista ao longo de 2013. Já começou.

Vamos precisar de estômago forte.

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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com.br/2012/12/midia-continuara-buscando-golpe-em-2013.html