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domingo, 21 de outubro de 2012

Nicolas Cage estrelará remake de Deixados para Trás

21.10.2012
Do portal GOLSPEL PRIME, 20.10.12
Por  Leiliane Roberta Lope

O filme tem orçamento de US$ 15 milhões e deve ser lançado nos cinemas no final de 2013.   


Nicolas Cage estrelará remake de Deixados para Trás
O ator Nicolas Cage foi escalado para ser o protagonista da série “Deixados para Trás” que vai ganhar um remake. A trama, antes lançada apenas em DVD, deve ser produzida para o cinema tendo Vic Armstrong como diretor.
A trilogia foi escrita por Tim LaHaye e Jerry Jenkins e adaptada pela produtora Cloud Ten Pictures. O dono da empresa, Paulo Lalonde, agora está no comando da Stoney Lake que deve controlar as novas filmagens.
O filme tem temática cristã voltada para a vida na Terra após o arrebatamento. O anticristo governa o mundo e um grupo de novos cristãos tenta ajudar aqueles que foram “deixados para trás” a alcançar a salvação.
A série de 12 livros foi adaptada para três longas entre 2001 e 2005, nessa primeira produção o ator principal foi Kirk Cameron (A Prova de Fogo) que interpretava o jornalista Buck Williams.
De acordo com o site Hollywood Reporter, o filme com a participação de Cage está orçado em US$15 milhões, as gravações devem começar entre março e abril para que o primeiro filme seja lançado no final de 2013.

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SAUL LEBLON: Soninha, o palavrão e a deriva da civilização

21.10.2012
Do BLOG DAS FRASES
Por  Saul Leblon


Soninha Francine espetou um palavrão em seu blog, em caixa alta, ao final do debate desta semana entre Fernando Haddad e José Serra. 

O exclamativo vai além do insulto pedestre e por isso -- somente por isso-- merece atenção.

O disparo dirigido ao petista, a quem se referiu como filho da puta, foi um grito de fracasso de quem sentiu a corda comprimir o costado, num duelo em que Serra tinha a obrigação de vencer. 

Soninha é responsável por aquilo em que se transformou.Mas o que ela deixou de ser envolve questões mais sérias do que a irrelevância de um palavrão. 

Soninha quer andar de bike; acha que a melhor ciclovia da praça é aquela desenhada com três pistas à direita formada pelo tridente Serra, Kassab & Roberto Freire. 

Ela costura por aí. Defende que o trio, e tudo o que ele representa no país, é 'do bem'. Já Haddad mereceria, na sua visão, o adjetivo que sapecou no primeiro impulso, atenuado depois para 'sujo', com a variação 'imundo', algumas linhas mais adiante.

Para quem deixou o PT em 2007 alegando intolerância ao pragmatismo feito de alianças amplas, e se propunha a resgatar os ideais pelos quais ingressara no partido em 2003, é uma contradição nos seus próprios termos. 

Soninhas, Gabeiras e equivalentes emergem no cenário político de forma recorrente. Chegam associados (nem sempre de verdade) ao precioso ideário geracional --jovem, idealista & libertário--, que encerra um esforço sincero de buscar harmonia entre valores, modo de vida e ação política. 

É necessário, hoje mais que nunca, que essa lufada se renove para sacudir a calcificação institucional que enrijece estruturas partidárias e reduz plataformas de mudança a escoras de permanência sistêmica. 

Existe um prazo de validade, porém, para transformar esse impulso em uma travessia consequente de longo curso, que dê densidade histórica ao embate contra estruturas que sonegam essa coerência à sociedade.

O prazo de validade de Soninha esgotou. 

Aos 44 anos ela não é mais uma colegial. Andar de bike e falar 'pô, meu' lhe renderam menos de 3% dos votos nas eleições deste ano. Ter jogado a toalha ao final do debate da Band deu-lhe mais audiência. O problema é que ela se arremessou junto para uma posteridade sem passado relevante. 

Seu maior patrimônio político, a grife 'oi pessoal, eu saí do PT', terá cada vez menos demanda no mercado de aluguel de trajes usados. 

A juventude idealista que talvez não encontre expressão satisfatória nas estruturas partidárias niveladas pelo ciclo neoliberal merece vocalizadores melhores. 

Sobretudo que preservem a disposição de ir além da polaridade enviesada que a trajetória de Soninha sugere ser a única possível. 

Entre o pragmatismo insatisfatório no qual patinam algumas alas da esquerda e o conservadorismo beligerante da decadência tucana, existem caminhos à espera de um ator político que não restrinja sua busca a uma ciclovia orientada pelo tenebroso espólio da desordem neoliberal. 

Carta Maior recomenda vivamente a seus jovens leitores --e aos demais também-- a leitura do manifesto dos economistas da Unicamp, 'Em Defesa da Civilização', publicado em sua página neste fim de semana.

Repousa ali a prova consistente de que o leque de escolhas da juventude pode - deve - ser maior do que o labirinto abafado no qual Soninha Francine encerrou a sua.


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Haddad tocou na ferida e comprou guerra com Editora Abril

21.10.2012
Do blog LIMPINHO & CHEIROSO, 16.10.12
Por  Brasil 247


O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, pode ter aberto uma caixa preta, ao citar o processo em que Alexandre Schneider, vice de José Serra, é acusado de improbidade administrativa. O ex-secretário municipal de Educação responde por favorecimento a uma fundação ligada à Abril, que, coincidência ou não, mergulhou de cabeça na campanha tucana.

 Recordar é viver:

 Serra distribui às escolas livro com conteúdo sexual e palavrões

Quem é quem no escândalo do mensalão tucano 

No meio jornalístico, muitos profissionais experientes que já passaram por Veja e outras revistas da Editora Abril se surpreendem com o engajamento político da casa. De todos os grupos editoriais brasileiros, a Abril é, disparado, o que mais se envolve em campanhas políticas, utilizando, para tanto, seus veículos de comunicação. Quase sempre, sem nenhuma sutileza.

Por muito tempo, sempre houve dúvidas sobre as motivações da casa. Por que será que o publisher da Abril, Roberto Civita, é tão partidário em suas escolhas? Ideologia? Preconceito de classe em relação ao operário que chegou ao poder? Alinhamento com interesses norte-americanos? Ou escambos econômicos, pura e simplesmente?

No sábado, dia 13, ao citar um processo que Alexandre Schneider, o candidato a vice na chapa de José Serra, responde por improbidade administrativa, Haddad tocou numa ferida, abriu uma caixa preta e pode ter comprado uma guerra eterna com a Editora Abril. O processo citado por Haddad é o de número 0006305-89.2010.8.26.0053 e tramita desde março de 2010 na 12ª Vara de Fazenda Pública de São Paulo (confira aqui). O valor da causa é de R$635.312,67 e o réu é Alexandre Schneider, que teria causado esse prejuízo aos cofres públicos, contratando, sem licitação, a Fundação Victor Civita, criada pelo fundador da Abril e pai de Roberto Civita.



De acordo com os promotores que tocam o processo, a decisão teria sido tomada por relações de compadrio, gerando como contrapartida benefícios políticos ao réu. O treinamento dos professores da rede municipal de ensino, objeto da contratação, não teria sido nem sequer prestado pela Fundação Victor Civita.

Depois disso, Schneider, amigo da Abril, se tornou vice de Serra. Na semana das eleições, Veja São Paulo dedicou capa ao prefeito Gilberto Kassab, questionando se os paulistanos não estariam sendo injustos com ele. Dias antes, a prefeitura empenhou R$1,4 milhão para a compra de exemplares da revista Nova Escola.

Distribuídas na rede pública de ensino, as revistas Nova Escola eGestão Escolar são produtos rentáveis da Editora Abril. Compradas por governos, sobretudo em São Paulo, pavimentam boas relações com a casa. Veja, embora não declare seu voto em Serra, faz campanha explícita pelo candidato tucano, utilizando não apenas a revista, como também os blogueiros da casa – vide o caso Malafaia (leia mais aqui).

Se vier a se tornar prefeito de São Paulo, confirmando nas urnas seu favoritismo, Fernando Haddad poderá reconstruir as pontes com a Editora Abril. E isso passa pela Secretaria de Educação. A escolha será dele.
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PAULO MOREIRA LEITE: Quem não tem voto diz que eleitor está cansado

21.10.2012
Do blog de PAULO MOREIRA LEITE/ REVISTA ÉPOCA
Por PAULO MOREIRA LEITE *


Pergunto o que leva nossos coveiros de sorriso amarelo a produzir tantas análises e raciocínios sofisticadíssimos para esconder o dado óbvio desta eleição municipal.

Apesar do julgamento do mensalão, apesar do tratamento ora irônico, ora pedante, que a maioria dos meios de comunicação dispensa ao ex-presidente Lula, está cada vez mais difícil esconder o bom desempenho do PT neste pleito.

Quem profetizou um fiasco de Lula precisa improvisar teorias para justificar verdades óbvias.

Quem chegou ao exagero de anunciar um duelo entre Lula e Geraldo Alckmin, em São Paulo, precisa fazer um curso supletivo de liderança política.

O mais novo argumento é dizer que o eleitor está desanimado, cansou-se da polarização entre PT e PSDB.

É preocupante. Nem faz muito tempo assim que os brasileiros recuperaram o direito de votar para prefeito de capital, que fora suprimido pela ditadura, e já tem gente que acha que esse tipo de coisa é cansativa e tediosa. É a mesma turma que, em dia de eleição, só consegue olhar para os santinhos na calçada e dizer que eles emporcalham a cidade. Eu acho que nada emporcalha mais uma cidade do que o autoritarismo, a falta de eleição, os prefeitos escolhidos de forma indireta.

E eu acho que a boca-de-urna ajuda a ampliar o debate numa eleição. E quem é a favor de proibi-la poderia dar uma chance ao próprio QI e perguntar-se se ela não tem a ver com a liberdade de expressão.

Voltando ao cansaço dos eleitores.

A teoria da baixa representatividade se apoia num fato real mas interpretado de forma interesseira.

É certo que  o  número de brancos e nulos nunca foi tão alto. O problema é usar este dado como prova de que  nosso sistema político não expressa a vontade dos brasileiros e blá-blá-bla…

Nós sabemos muito bem onde esse tipo de conversa sobre falta de representatividade da democracia começa e onde costuma terminar, não é mesmo?

Estrela principal do pleito que centraliza as atenções no segundo turno, Fernando Haddad não enfrenta o menor problema com sua representatividade. Ilustre desconhecido há seis meses, já conquistou 49% das intenções de voto  e lidera a eleição com uma diferença de 17 pontos. Se você considerar os votos válidos, as pesquisas indicam que pode vencer a eleição por 60% a 30%. Falta de representatividade?

Se você comparar com outras eleições, municipais, estaduais e federais, verá que a ordem de grandeza é a mesma.

E se você se interessar pela temperatura da campanha, verá que Haddad tem empolgado a juventude e mesmo antigos militantes que pareciam ter pendurado a chuteira da luta política.
Estes números ajudam a mostrar que não há crise nenhuma com o regime democrático nem com o eleitor.

A doença envolve um candidato específico, José Serra, que exibe um  desempenho muito abaixo daquilo que seus aliados prometiam no inicio da campanha.

O grande número de nulos e brancos, em São Paulo, expressa sua dificuldade para atrair apoio junto a eleitores do PSDB e mesmo adversários do PT. São estes nulos e brancos que deixaram de ir para a Serra, o que é natural num candidato com uma rejeição que chegou a 52%.

Lançado como última esperança para  salvar a pátria do PSDB, o problema real da campanha de Serra não é a derrota. É o tamanho da diferença a favor de Haddad. Superior a qualquer previsão de nossos sábios, a vantagem do candidato do PT mostra um adversário que sequer tem-se mostrado competitivo.

Esta é a crise, o susto de 2012.

Temos uma  oposição sem representatividade, inclusive em São Paulo, que sempre considerou como sua fortaleza.

Após a terceira derrota na sucessão presidencial, não é uma boa notícia para o PSDB.

*Paulo Moreira Leite é jornalista desde os 17 anos, foi diretor de redação de ÉPOCA e do Diário de S. Paulo. Foi redator chefe da Veja, correspondente em Paris e em Washington. É autor do livro A mulher que era o general da casa -- Histórias da resistência civil à ditadura. 

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PSOL e seu “CANTO DA SEREIA”(que engana principalmente os jovens)

21.10.2012
Do facebook de ESTER NEVES, 20.10.12



Já pensaram se o Brasil tivesse se tornado um país socialista, pelas mãos de Roberto Freire, ou quem sabe pelas mãos de alguns psolistas corruptos, e bandidos, que já passaram pelo PSOL, e, foram pegos com a boca na botija? Por exemplo, aqui no Rio são tantos os casos, de arrepiar: miliciano Vandro Lopes Gonçalves, Elias Vaz (e
nvolvido com o esquema Cachoeira), Berg Nordestino, também envolvido com a milícia e Dinei, preso por assalto. 

Pensei que com essas experiências esse pessoal do PSOL tivesse entendido não ser fácil o combate à corrupção, porque corruptos não trazem letreiros nas testas. Que tivessem entendido que erraram quando pensaram que Lula pudesse acabar com a corrupção, impondo as transformações necessárias na marra, por decreto. 

Ora, as opções do governo Lula, quando assumiu o seu primeiro mandato eram: ou governava com o Congresso corrupto que o povo escolheu, e só conhecia a linguagem do toma lá dá cá, desde a era Collor, ou dava uma canetada, mas, isso ele também não poderia fazer, pois seria derrubado. 

As mudanças estão acontecendo. Na democracia é assim: as mudanças são mais lentas, porém mais eficazes. Por exemplo, os governos petistas deram mais independência aos órgãos investigativos (Procuradoria Geral de República e Polícia Federal). Por isso, hoje a sujeira não é mais jogada para debaixo do tapete, como na era FHC. 

A aliança do PSOL, esse paladino da moral e da ética, com partidos como o DEM, apoio ao senhor Felipe Peixoto, junto com PSDB, e ao próprio Serra, em São Paulo, como declarou o senhor Plínio de Arruda Sampaio, faz do PSOL, para mim, um partido pior e mais perigoso que o PSDB, que até ontem eu considerava o pior partido do Brasil.

Do demônio a gente já foge, sente o cheiro do enxofre. Pior é o lobo vestido de cordeiro.

Ainda que certas lideranças do PSOL considerassem que o PT é tão corrupto quanto o PSDB, porque as pessoas sem compromisso com a verdade só conseguem enxergar o que querem, tem a questão doutrinaria que a diferença é gritante: o PSOL diz-se socialista, já o PSDB é o partido da teoria do Estado Mínimo (teriam vendido todas as nossas riquezas, se tivesse continuado no poder). 

É obvio que esses políticos do PSOL não pensam no Brasil, mas somente na concretização do projeto pessoal dos políticos desse partido. Fica claro que ele não é tão socialista assim, senão não apoiaria um partido doutrinariamente oposto à sua doutrina. Quanto a ser paladino da moral e da ética, é só para inglês ver, não passa de discurso.

O PSOL consegue iludir os jovens, por razões óbvias: acreditam em salvadores da pátria e super-heróis, e alguns servidores públicos ressentidos, que pensam que o mundo gira ao redor do seu próprio umbigo. Suas visões tacanhas não lhes permitem perceber que, nessa crise horrorosa que está acontecendo no planeta, sem precedentes nos últimos anos, o fato de não estarmos perdendo já é ganho. 

O PT NÃO é um partido perfeito, nem poderia, é constituído por seres humanos, que cometem erros e acertos. E, ainda temos um longo caminho a percorrer, para o fortalecimento da nossa ainda frágil democracia. Mas, o PT está no caminho certo.

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Fonte:http://www.facebook.com/photo.php?fbid=398460423559363&set=a.397663913639014.91507.100001862257932&type=1&theater