quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O vasto telhado de vidro de José

20.09.2012
Do portal da REDE BRASIL ATUAL
Por  Helena Sthephanowitz, especial para a Rede Brasil Atual


O vasto telhado de vidro de José Serra
(reprodução)
Não consta do sistema Divulgação de Candidaturas 2012 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a certidão da Justiça Federal do DF, na qual o candidato a prefeito de São Paulo José Serra (PSDB), é réu em uma ação por improbidade administrativa, decorrente da quebra (escandalosa, aliás, mas atualmente esquecida pela “grande mídia”) do Banco Econômico, quando Serra era ministro da área econômica do governo FHC.
No sistema Divulgação de Candidaturas, o tucano apresentou apenas seis certidões, e omitiu a certidão do tribunal onde corre o referido processo – mostrada na imagem ao lado. A apresentação destas certidões, obrigatória e divulgada na internet, visa permitir ao eleitor conhecer melhor seu candidato – coisa que, aparentemente, não interessa a Serra.
O candidato a prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), repete o erro que cometeu nas eleições de 2010 com a exploração do tema aborto, ao querer trazer o julgamento do chamado "mensalão", de forma oportunista, para a campanha municipal. Naquela eleição, o tema aborto acabou virando-se contra ele.
Serra erra porque, se em um primeiro momento pode provocar algum desgaste na candidatura de Fernando Haddad, por ser o candidato do PT, imediatamente depois a arma se voltará contra o próprio tucano.
Ao contrário do que imagina Serra, os esforços da velha imprensa em explorar o escândalo com estardalhaço, não afeta exclusivamente candidatos do PT, e sim rebaixa o conceito de todos os políticos, de todos os partidos, perante o povo. E tanto pior será para quem, como Serra, tem a cara de político profissional. E tanto melhor para Haddad que tem cara de novo, de renovação dos costumes políticos.
Do ponto de vista dos partidos, a coisa funciona assim: se o povo dá uma nota menor ao PT nesta hora, rebaixa ainda o PSDB e todos os outros partidos que já ocuparam governos, e são também responsáveis pelos costumes políticos que foram impondo.
Pesa contra Serra, perante o eleitor:
- estar na política há décadas, portanto convivendo com todos os vícios da atividade;
- disputar todas as eleições de dois em dois anos, e defender o financiamento privado de campanha;
- ser do partido que criou o "mensalão", anos antes (em 1998), em Minas, e nunca o combateu;
- ninguém acreditar que Marcos Valério atuou só em 1998, pulando depois para 2003, sem ter atuado na campanha de 2002, quando Serra foi candidato;
- ter sido homem forte e indicado para sucessor de FHC, governo para o qual o Congresso criou a Emenda da Reeleição, esta sim com provas irrefutáveis de compra de votos.
- as acusações sobre desvios de recursos obtidos com as privatizações de estatais quando foi ministro de FHC, apontados no livro A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr.
- responder processo por improbidade administrativa no caso do Banco Econômico, durante o governo FHC.
- envolvimento em vários escândalos, devidamente “engavetados”, pelos parceiros no poder e pela velha mídia.
Enfim, Serra tem um enorme telhado de vidro que não o credencia a candidatar-se a paladino da ética. Ao trazer o assunto para a campanha, ele trará todo seu contencioso à tona.
Mas, pelo visto, esperar bom-senso do tucano é inútil, assim como foi em 2010.

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CRISE ECONÔMICA EUROPEIA: Milhares vão às ruas de Portugal e Espanha

20.09.2012
Do portal da Revista Caros Amigos, 17.09.12
Por Redação

Convocadas por sindicatos, protestos teve adesões espontâneas de todos os setores sociais
Protesto-Portugal-i
Manifestações populares reuniram milhares de pessoas em Portugal e Espanha no sábado (15). Em ambos os países, o recado era o mesmo: não queremos austeridade contra o povo. A população dos dois países enfrenta os piores índices econômicos das últimas décadas, provocada pela crise capitalista da especulação financeira. Na grande mídia, as manifestações foram tratadas como 'espontâneas' e não-políticas, embora tenham sido convocadas por sindicatos e entidades civis, com adesão de toda a população.

Em Portugal, o protesto convocado por organizações sociais e sindicatos reuniu milhares em várias cidades. Foram mais de 40 marchas ocorridas no sábado (15) em todo o país - as principais foram em Lisboa, Porto e Setúbal. A palavra de ordem era "Que se lixe a troika!", em referência ao Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e União Europeia.
Em Aveiro, um jovem de 20 anos se imolou ateando fogo ao próprio corpo em frente à sede do governo - está em estado grave. Policiais fizeram a segurança dos prédios público e ao menos uma pessoa foi detida em Lisboa.
A manifestação popular em todo o país ocorre no momento em que o governo de direita de Passos Coelho anunciou a 'taxa social única', que aumenta o imposto para os trabalhadores e alivia o das empresas.
Espanha
Na Espanha, manifestantes de todo o país se reuniram em Madri também no sábado (15). A manifestação foi convocada pela 
Protesto-Espanha-i
Confederação Sindical das Comissões de Trabalho (CCOO) e teve adesão de vários outros sindicatos, de profissionais autônomos e do funcionalismo público. Cada categoria vestiu-se de uma cor diferente.

Para os manifestantes, a política de austeridade impõe uma 'fratura social sem precedentes que destroi empregos, deteriora os direitos trabalhistas e criminaliza os imigrantes', além de impor uma involução de caráter conservador. Com discursos dos líderes sindicais, a manifestação pediu o fim das políticas de austeridade, que provocarão uma maior recessão.

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JORNALISMO DE ESGOTO DA REVISTA VEJA: Veja QUE IMUNDÍCIE!!!

20.09.2012
Do blog NÁUFRAGO DA UTOPIA, 17.09.12
Por Celso Lungaretti

A matéria de capa da veja desta semana é indefensável em termos jornalísticos. 

Dá a impressão de que se baseia em declarações feitas pelo condenado Marcos Valério, mas não há nenhuma entrevista. O que existe é tão somente um amontoado de rumores cuja veracidade ninguém tem como apurar, nem ela tem como comprovar.  

Só compra este peixe podre quem tem fé cega numa revista que há muito não a faz por merecer.

Para além da condenação dos atuais réus do mensalão, favas contadas antes mesmo do julgamento começar, a veja esforça-se ao máximo e ultrapassa todos os limites éticos no afã de colocar mais alguém no banco dos acusados: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Incita descaradamente as autoridades a fazerem uma "proposta irrecusável" a Valério, garantindo-lhe a liberdade se colocar o laço no pescoço do Lula.

Já passou da hora de os jornalistas nos mobilizarmos em defesa da nossa profissão, repudiando incisivamente essas tentativas imundas de direcionar os acontecimentos, ao invés de apenas registrá-los, interpretá-los e opinar sobre eles.

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A GUERRA DA VEJA CONTRA O RETORNO DE LULA

20.09.2012
Do portal FAZENDO MEDIA, 17.09.12
Por Marco Aurélio Weissheimer


A revista Veja publicou neste final de semana mais uma de suas bombásticas “denúncias” contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva: “Marcos Valério envolve Lula no mensalão”, diz a publicação. Quase que imediatamente, os colunistas políticos de sempre passaram a reproduzir a “informação” da revista.Cristiana Lôbo tuitou sábado à tarde: “Está instalada a polêmica sobre entrevista de Marcos Valério à Veja. Diz que Lula sabia e que PT deu garantias de punição branda por silêncio”. Detalhe: não havia nenhuma “entrevista de Marcos Valério” na revista. E a própria Veja dizia isso: a reportagem foi “feita com base em revelações de parentes, amigos e associados”.
O jornalista Ricardo Noblat foi outro que passou a tarde de sábado repercutindo a “denúncia” da revista. Ainda no sábado veio o desmentido do advogado de Valério: “O Marcos Valério não dá entrevistas desde 2005 e confirmou para mim hoje que não deu entrevista para a Veja e também não confirma o conteúdo da matéria”, disse Marcelo Leonardo. Noblat não seu deu por vencido e, pelo twitter, reclamou dos termos do desmentido: “O advogado de Valério diz que seu cliente não confirma as informações publicadas pela Veja. Por que não disse que Valério as desmente?”. Entusiasmado, o imortal Merval Pereira (O Globo) afirmou em um artigo intitulado “Valério acusa Lula”: “os estragos políticos são devastadores, e nada impede que uma denúncia seja feita contra Lula mais adiante”. Merval não mencionou o desmentido oficial do advogado de Valério.
A tese do “domínio final do fato”
A Folha de S.Paulo correu para dar voz a José Serra que classificou as “denúncias” como graves e defendeu a abertura de investigações. Merval Pereira, fazendo às vezes de jurista, manifestou esperança na tese do “domínio final do fato”, que levou o Procurador- geral Roberto Gurgel a acusar José Dirceu como “o chefe da quadrilha do mensalão”. O jornalista de O Globo escreveu: “Alguns ministros do Supremo deixaram escapar, no início do julgamento, que pela tese do domínio final do fato, se a cadeia de comando não terminasse no ex-ministro José Dirceu, teria forçosamente que subir um patamar e atingir o ex-presidente Lula”.
Já o colunista político Fernando Rodrigues, da Folha de S.Paulo preferiu explorar as possíveis consequências políticas da matéria nas eleições municipais deste ano. Ele escreveu sábado em seu blog: “Do ponto de vista jurídico, o efeito pode ser nulo. O processo do mensalão está em fase de julgamento e não serão mais acrescentadas provas. Do ponto de vista político, a reportagem da revista Veja desta semana pode ter grande impacto na reta final das eleições municipais, sobretudo nas grandes cidades nas quais o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem interesse direto, junto com o PT, em garantir vitórias para alavancar a sigla em 2014”.
Merval: “nada impede uma nova denúncia”
Mais uma vez, o circuito da “informação” funcionou e o assunto ganhou ampla repercussão pelos “formadores de opinião” de plantão. O funcionamento desse circuito é um tanto peculiar. Denúncias com base factual muito forte, como aquelas relacionadas às ligações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com a revista Veja, são solenemente ignoradas. Qualquer denúncia publicada pela revista Carta Capital recebe o mesmo tratamento silencioso. Mas qualquer denúncia da Veja é rapidamente repercutida. Os jornalistas citados acima sequer se dão ao trabalho de dar alguma justificativa para esse comportamento seletivo. Ele parece estar inserido, para usar a tese cara a Merval Pereira no “domínio final dos fatos”. Mas essas observações, é claro, são carregadas de uma certa ingenuidade. Não há razões para supresas nem espantos quanto ao funcionamento desse mecanismo de repercussões.
O artigo de Merval Pereira não deixa nenhuma dúvida sobre o que seria esse “domínio final dos fatos”, ou melhor, quem seria: Luiz Inácio Lula da Silva. O site Brasil 247 afirmou, na tarde de domingo, em texto intitulado “Globo antecipa próxima etapa do golpe contra Lula”: “No seu artigo deste domingo, Merval Pereira toma como verdade a “entrevista” de Veja com Marcos Valério, já negada pelo publicitário, e avisa: ‘Nada impede que uma nova denúncia seja feita mais adiante’. Ou seja: com alguns companheiros condenados e outros presos, Lula terá uma espada no pescoço”. Em outra matéria (“Civita deflagra operação para colocar Lula na cadeia”), o Brasil 247 sustentou que o objetivo da Veja é transformar Lula em réu no STF e impedir que ele volte à concorrer à Presidência da República.
Cristiana Lôbo pede explicações a Noblat
No início da noite de domingo, Cristiana Lôbo pediu a Ricardo Noblat, mais uma vez pelo twitter, para que ele explicasse em que pé estava o assunto: “Passei o fim de semana em Goiânia e não entendo mais a polêmica sobre a não entrevista de M. Valério. Você pode me explicar @BlogdoNoblat ?” E Noblat explicou do seguinte modo (em três tuitadas sucessivas), introduzindo uma novidade, a existência de uma suposta gravação com Marcos Valério: “Veja entrevistou Valério. O advogado dele foi contra. Combinou-se de apresentar a entrevista como conversas de Valério com outras pessoas. E assim saiu a matéria. Ocorre que o advogado de Valério desmentiu que ele tivesse dito o que a Veja publicou. Aí ficou parecendo que a Veja teria inventado coisas e atribuído a Valério. Por isso a direção da revista decide se divulga a fita”.
Do ponto de vista político, a pauta da Veja, já devidamente abraçada pela oposição ao governo Dilma, parece ter um objetivo muito claramente definido. No momento em que Lula começa a voltar aos palanques, nas campanhas das eleições municipais, e em que o STF começará a julgar os réus do chamado “núcleo político do mensalão”, a tentativa é de colar uma coisa na outra. No final da noite de domingo, o Brasil 247 publicou a seguinte síntese sobre o caso, deixando um conselho para o ex-presidente Lula: “No momento em que retorna aos palanques, Lula é alvo de uma tentativa de golpe preventivo. O recado que os opositores transmitem é: “se voltar levará chumbo”. Diante do ataque organizado, o ex-presidente só tem uma alternativa, que é lutar para não ser devorado pelos adversários”.
(*) Fonte: Carta Maior.

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BLOG MOBILIDADE URBANA: Desrespeito às leis, herança aristocrática

20.09.2012
Do BLOG MOBILIDADE URBANA, 19.0912
Por Tânia Passos


Exceder o limite de velocidade é a infração de trânsito mais cometida pelos brasileiros. Em Pernambuco também. Neste ano, 27% das 531,2 mil irregularidades registradas de janeiro a agosto foram cometidas por motoristas “apressados”, que não respeitaram o limite permitido nas vias. A capital pernambucana também pontua na frente quando o assunto é acelerar. Somente em 2011, 38.238 infrações foram cometidas no Recife . Chegar na frente não é a única explicação para justificar uma prática que se tornou rotina e que deixa um rastro de violência. Para tentar mudar esse cenário, o assunto foi o tema escolhido neste ano para a campanha da Semana Nacional de Trânsito.

Para o antropólogo Roberto DaMatta, que realizou, ontem, palestra no Detran, dentro das comemorações da Semana do Trânsito, uma das hipóteses para a prática abusiva dos motoristas pode estar na herança da aristocracia brasileira, onde não cumprir regras é sinal de poder. “Cumprir regras pode significar inferioridade. No Brasil é comum as autoridades se recusarem a obedecer regras e isso se perpetua nas diferentes classes”, explicou. Na opinião do antropólogo, autor do livro Fé em Deus e pé na tábua, ao contrário do que ocorre em países e culturas onde o espaço público é visto pelos cidadãos como pertencente a todos e, por isso mesmo, respeitado naturalmente, o espaço de convivência no Brasil é usado de diferentes formas, dependendo da classe social. “É a política do ‘sabe com quem está falando’?”, ressaltou DaMatta.

No trânsito todos somos iguais. Pelo menos deveria ser. A verdade é que dentro do carro todos são desconhecidos e inimigos em potencial. Um querendo passar na frente do outro e ninguém quer dar a vez. “No trânsito, há cada vez menos espaço para gentilezas. É a regra do mostrar poder e, nesse caso, ‘fechar’, ‘furar’ e ‘dar um balão’ são versões do popular “jeitinho brasileiro” usadas por motoristas no dia a dia”, explicou.

Não respeitar as leis de trânsito traz consequências drásticas. No Brasil morrem por ano cerca de 43 mil pessoas, vítimas de acidente. “Você pode ignorar etiquetas e se vestir mal ou comer com a boca aberta. Enfim, isso não vai afetar a vida das outras pessoas. Mas descumprir regras no trânsito, sim”, disse o antropólogo.

Mudar esse cenário só mesmo com educação, fiscalização e punição. Segundo Roberto DaMatta somos iguais no trânsito e as leis precisam ser iguais para todos. “Eu diria que estamos evoluindo. Não podemos dizer que não houve avanços. Mas é preciso melhorar muito ainda. Temos um número absurdo de vítimas e a maioria, sem dúvida, é por desrespeito às leis de trânsito”.

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Luiz Eustáquio na Marcha Para Jesus e por um Recife sem drogas

20.09.2012
Do blog LUIZ EUSTÁQUIO 13500,19.09.12
Por Assessoria de Comunicação


Marcha Para Jesus e por um Recife sem drogas
O último sábado, dia 15 foi um dia especial. O vereador Luiz Eustáquio participou da Marcha Para Jesus, evento que acontece há 19 anos e reuniu milhares de evangélicos na orla de Boa Viagem. Reinando com Cristo foi o tema da marcha, que deu destaque para as crianças da Associação Oásis da Liberdade, instituição fundada por Luiz Eustáquio. Presidente de honra da Oásis, o vereador 13500 realiza um trabalho de prevenção contra as drogas, através de atividades didáticas e de lazer com mais de 200 crianças entre sete e 12 anos do bairro de Santo Amaro.
Durante o percurso o povo evangélico cantou louvores a Deus e pediu pela cidade do Recife. Luiz Eustáquio e a esposa Adriana Ramos divulgaram a campanha Recife sem Drogas, acompanhando as crianças da Associação Oásis da Liberdade e divulgando a campanha Recife Sem Drogas criada pelo vereador no ano passado. O futuro prefeito do Recife, Humberto Costa, esteve sempre ao lado de Luiz Eustáquio, demonstrando apoio ao trabalho que o vereador 13500 realiza no combate a um dos mais graves problemas sociais da atualidade.
Conscientização também na Marcha Profética
Já no domingo, dia 16, o vereador Luiz Eustáquio prestigiou a concentração da décima Marcha Profética Conquistando Territórios, realizada pela Igreja Batista Yahweh Shammah, da Bomba do Hemetério. Dessa vez acompanharam a marcha os adolescentes da clínica terapêutica da Associação Oásis da Liberdade – AOL, novamente divulgando a mensagem da campanha Recife Sem Drogas. Durante o percurso pela Avenida José dos Anjos, Avenida Norte, Córrego do Euclides e ruas da Bomba do Hemetério, o vereador 13500 e os jovens que estão em recuperação pela Associação Terapêutica Oásis, procuraram mostrar para a população dos bairros da Zona Norte, que é importante lutar para acabar com a dependência das drogas para melhorar a qualidade de vida e garantir o futuro dos jovens do Recife.

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Lula e Vanessa Prefeita nos braços do povo em Manaus

20.09.2012
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA




Milhares de pessoas participaram na noite desta quarta-feira (19) do comício da candidata à Prefeitura de Manaus, Vanessa Grazziotin (PCdoB) com a presença do presidente Lula.

Sobrou para o candidato adversário Arthur Virgílio (PSDB), no discurso. Lula, bem humorado e com ironia, lembrou do pronunciamento do tucano no qual ele ameaçava dar "uma surra no ex-presidente":

Agora eu entendo porque ele quis me bater naquela época. É porque ele já tinha batido em camelôs aqui em Manaus - disse, referindo-se à gestão de Virgílio quando ele foi prefeito de Manaus (1989-1992), e mandava a polícia tirar à força vendedores ambulantes do Centro da cidade.
(...)
O que me parece é que esse senhor (Arthur) não gosta de pobre e não suporta o cheiro de pobre - afirmou.
(...)
Eu daria um jeito de lhe apoiar (Vanessa) se eu soubesse que seu adversário é quem é...
(...)
Cuidado com ele, ele é agressivo. Daqui a pouco ele pode bater em você em qualquer lugar. Essa campanha não está ganha é preciso trabalhar.
Lula também falou do tratamento a que passou:
Em 11 meses, fiz tratamento, mas tenho que ter cuidado na fala - disse.
(...)
Pessoas que passaram o que passei, viram um ser humano melhor. A gente faz muita reflexão sobre o passado, sobre o presente e o sobre o futuro.
Na sua vez de falar, o senador Eduardo Braga (PMDB), líder do governo Dilma, criticou a imprensa demotucana pelos ataques a Lula, e pediu para que os jornalistas olhassem a multidão que estava no comício, dizendo que o presidente Lula está mais forte do que nunca:
Falam tanta besteira e está aí a resposta. Essas pessoas vieram prestigiar o homem que mudou a história do Brasil.
Braga disse também que Manaus precisaria dizer "não à agressão, ao desequilíbrio e não à violência", referindo-se às agressões e baixarias que Arthur Virgílio tem feito na campanha.

Entre os discursos, no telão, foi mostrado um vídeo da presidenta Dilma pedindo votos para Vanessa.

Vanessa Grazziotin agradeceu a presença de Lula e disparou uma comparação:

Aquele lá (FHC) só trabalhou para os ricos, precisou vir o presidente Lula para resgatar a dignidade do povo brasileiro.

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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2012/09/lula-e-vanessa-prefeita-nos-bracos-do.html

Lideranças evangélicas prestigiam plenária de Luíz Eustáquio

20.09.2012
Do blog  LUIZ EUSTÁQUIO 13500, 19.09.12
Por Assessoria de Comunicação

Evangélicos prestigiam a Plenária 13500
Cerca de 300 pessoas, incluindo lideranças da igreja Assembleia de Deus prestigiaram a plenária evangélica para reeleger o vereador Luiz Eustáquio. O encontro aconteceu na segunda-feira à noite no próprio comitê do vereador 13500, onde Luiz Eustáquio falou para os irmãos evangélicos sobre a sua trajetória política, desde que foi convocado para concorrer, pela primeira vez a um mandato na Câmara Municipal do Recife no ano 2000. “Para mim foi um chamado de Deus, porque eu tinha uma missão a cumprir”, confessou Luiz, que mais uma vez ratificou os seus compromissos com as causas sociais, incluindo a luta contra as drogas, especialmente o crack, pela categoria dos trabalhadores e prol do segmento evangélico.


Logo no início Luiz Eustáquio emocionou a plateia, ao contar a forma como ingressou na política. Ele disse que foi convocado pelos companheiros do Sindsprev, ficou em dúvida, mas decidiu enfrentar uma candidatura ao receber uma espécie de mensagem através de uma pessoa da igreja. Concorreu, conseguiu a segunda suplência e, quando menos esperava, foi convidado para ser diplomado como parlamentar, em uma das cinco vagas que foram reabertas na Câmara. Desde então tem atuado em defesa de varias causas, mas principalmente lutado incansavelmente no combate ao uso de drogas, sendo autor de vários projetos na Casa de José Mariano, a exemplo do Recife Sem Drogas, e eleito presidente da Frente Parlamentar de Combate ao Crack.


Irineu Messias, Luiz Eustáquio 13500,Adriana Ramos e Daniel Pereira

“Agradeço primeiramente a Deus de poder estar com vocês neste desafio que é a luta para renovar meu mandato na Câmara. Há 23 anos sou membro da Assembleia e é uma honra ter vocês aqui hoje”, confessou o vereador 13500, emocionado. “Fui criado dentro da favela de Santo Amaro e hoje sei que estou aqui trazido por Deus. Por isso sempre fui, sou e serei parceiro da minha e das outras igrejas evangélicas, e prometo continuar lutando pelo nosso segmento”, garantiu. Ainda durante a plenária Luiz Eustáquio leu a Carta Aberta de Humberto Costa e João Paulo ao povo evangélico, onde estão discriminadas todas as conquistas alcançadas pelo PT em favor do segmento como a isenção do IPTU para os templos religiosos, isenção para custeio da taxa de iluminação pública; criação da Lei Municipal de Regularização dos Templos Religiosos; apoio a realização da Marca para Jesus, entre outras. Ao final, Luiz Eustáquio recebeu o apoio dos evangélicos presentes e reunido com um grupo de presbíteros, fez uma oração pelo futuro e melhoria da vida das pessoas do Recife.
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Datafolha e Vox Populi podem ser investigados pela Polícia Federal

20.09.2012
Por Eduardo Guimarães
A diferença entre as pesquisas Datafolha e Vox Populi sobre a disputa eleitoral em São Paulo que passaram a ser divulgadas a partir da noite da última quarta-feira (19.9) constitui uma verdadeira afronta ao eleitorado paulistano e, portanto, tem que ser esclarecida.
Resumindo, o Datafolha traz uma reviravolta no que vinha acontecendo e mostra queda de Fernando Haddad (15%) e subida de José Serra (21%). Já o Vox Populi, aponta continuidade tanto da subida do candidato do PT (18%) quanto da queda do candidato do PSDB (16%).
A esse fato, soma-se entrevista que a jornalista Conceição Lemes, do site Viomundo, fez ainda na quarta com o vereador pelo PT de São Paulo Antonio Donato, coordenador da campanha de Haddad. Donato afirma que o Datafolha está distorcendo números para beneficiar Serra.
Para quem não sabe, é crime fraudar pesquisas eleitorais. Dá até cadeia. É nesse contexto que se conclui que há realmente algo de muito estranho na diferença entre as tendências apontadas por cada instituto na eleição paulistana.
Alguns podem achar que eventuais manipulações “dentro da margem de erro” ou próximas a ela podem ficar impunes. Engano. Há, sim, como detectar se houve manipulação dos dados coletados.
Em poucas palavras, os resultados que as pesquisas mostram são produtos de relações numéricas. Um número pode estar dentro da margem de erro em relação a outro, mas, numericamente, ou é maior ou é menor ou é igual.
Terão o Datafolha ou o Vox Populi se aproveitado da “margem de erro” para modificar números que não agradaram? Para descobrir, basta contar os dados das fichas de entrevista.
Vale lembrar, olhando a questão da perspectiva da Justiça, que só o que se pode pedir a ela é que aceite investigar a diferença suspeita entre os números daqueles institutos e ao menos uma acusação de manipulação feita por um dos atores envolvidos.
A Justiça Eleitoral, por sua vez, já aceitou investigar pesquisas a pedido deste blog e da ONG Movimento dos Sem Mídia ainda em 2010 e mandou a Polícia Federal abrir sindicância. Em tese, portanto, não será necessário recorrer à Justiça Eleitoral, pois a investigação está aberta.
À PF haverá que oferecer, também, noticiário francamente desfavorável ao PT que a Folha de São Paulo, dona do Datafolha, vem produzindo incessantemente.
Por exemplo: no dia anterior à divulgação do último Datafolha, o jornal que controla o instituto publicou manchete de primeira página distorcendo queixa que a campanha de Haddad fez à Justiça Eleitoral contra a vinculação do petista ao julgamento do mensalão.
A Folha “mancheteou” que “Haddad” teria dito que Serra vinculá-lo a José Dirceu o “degrada”, quando, na verdade, o candidato do PT não disse nada disso. A campanha de Haddad – e não o candidato – disse à Justiça Eleitoral que é injusto vinculá-lo a um caso com o qual não tem relação.
O que a Folha fez com Haddad poderia fazer com Serra em relação ao abandono do cargo de prefeito. A manchete hipotética poderia dizer que o tucano se diz degradado por ser denunciado pela decisão que tomou.
Motivos para crer que a Folha está jogando todas as fichas para ajudar Serra, portanto, não faltam. Só falta denunciar o instituto de pesquisa controlado pelo jornal antipetista.
A investigação da PF sobre pesquisas foi aberta há cerca de dois anos e ainda não foi formalmente encerrada, após tanto tempo. Talvez o que faltasse para o caso andar, pois, fosse algum fato novo, o qual, pelo visto, acaba de surgir.
O setor jurídico do Movimento dos Sem Mídia opina  que há elementos para incluir na investigação de pesquisas que está em curso na PF a divergência suspeita entre Datafolha e Vox Populi. Ainda nesta semana, a decisão sobre fazer nova denuncia será tomada.
PS: para entender como começou a investigação de institutos de pesquisa pela PF, clique neste link http://www.blogdacidadania.com.br/2012/09/datafolha-pode-estar-segurando-haddad-na-margem-de-erro/

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