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sábado, 8 de setembro de 2012

Como e por que FHC quebrou o Brasil três vezes

08.09.2012
Do blog TECEDORA
Postado por Denise Queiroz
dica: @MichelArbache


Video mostra a receita usada pelo governo tucano de FHC para quebrar o país diante das crises econômicas internacionais e por que "não havia corrupção" nos 8 anos em que a coligação DEM-PSDB esteve com a chave do cofre.


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Publicidade favorece barões da mídia

08.09.2012
Do BLOG DO MIRO, 06.09.12
Por Najla Passos e Vinicius Mansur, no sítio Carta Maior:



A alegada inconstitucionalidade da lei 12.232/2010, que regulamenta a contratação de publicidade pelos órgãos públicos, é apenas um dos aspectos que tem suscitado críticas à norma jurídica. Representantes dos pequenos e médios veículos de comunicação alegam que a lei prejudica também a pluralidade de vozes necessária à democracia, ao contribuir para a concentração da verba publicitária nos grandes conglomerados de mídia. O bônus de volume, que ela institucionaliza, é parte importante da polêmica. 

O acórdão 2.062 do TCU já apontava, em 2006, a dificuldade de controlar negociações envolvendo bonificações, uma vez que elas são de âmbito privado. E observava também que o bônus “favorece a concentração das inserções publicitárias em poucos veículos”. O diretor comercial da revista Caros Amigos, Wagner Nabuco, concorda. “O BV só reforça o oligopólio da mídia”, afirma. 

Segundo ele, no Brasil, a remuneração básica de uma agência de publicidade decorre da comissão fixa de 20% (conhecida como desconto-padrão) sobre o valor despendido na compra de espaços publicitário nos veículos de comunicação; de comissão sobre serviços prestados por terceiros (produtoras de vídeo, fotografia, eventos, etc); e do bônus de volume. “Somente as grandes corporações tem capacidade de abrir mão de parcela expressiva das receitas de publicidade e, em muitos casos, pagar o bônus às agências antes mesmo dos anúncios serem veiculados”, acrescenta. 

O diretor esclarece que existe também a possibilidade da agência receber taxas fixas (fees) pelos serviços que presta. Caso, por exemplo, das que atendem as Casas Bahia, cujo investimento em publicidade, em 2011, foi de R$ 3,37 bilhões, o maior do Brasil. Grandes anunciantes como as Casas Bahia tem deixado de pagar o desconto-padrão de 20% para remunerar os serviços por fees mensais ou anuais, em geral, muito abaixo dos valores obtidos com o desconto-padrão. Na prática, estão impedindo que as agências faturem por comissão duas vezes em cima do dinheiro do anunciante. Como consequência, cresce a importância do BV no lucro do setor publicitário.

É difícil saber qual o peso exato de cada uma dessas modalidades na receita das agências, visto que se trata de dados privados das empresas. Fontes do mercado consultadas pela reportagem estimaram que, atualmente, cerca de 60% ou 70% do faturamento das agências provenham do BV. A Rede Globo é a maior pagadora do bônus e especula-se que, em 2010, tenha repassado cerca de R$ 700 milhões às agências por meio deste mecanismo. A Editora Abril, que possui o maior faturamento na mídia impressa, teria desembolsado aproximadamente R$ 75 milhões.

Critérios técnicos?
Presidente da Associação dos Diários do Interior (ADI), Margareth Codraiz Freire acredita que, mais do que o bônus de volume, o que ocasiona a concentração de verba pública nos grandes veículos são os critério adotados para distribuição da publicidade. “As agências até podem preferir anunciar em poucos veículos para terem mais controle sobre o recebimento dos bônus, mas a escolha final é do cliente”, avalia.

Segundo ela, desde o governo Lula, a Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência, responsável pelo maior aporte de verbas públicas em publicidade, aumentou de forma expressiva o número de veículos aptos a dividir o bolo. Em 2000, eles eram 500. No ano passado, somaram 8.519, dos quais 4.281 foram contemplados com contratos. Entretanto, o percentual que chega aos jornais de pequeno e médio porte varia de 1% a 1,5% das receitas deles. “Melhorou muito porque não recebíamos nada, mas grosso da publicidade ainda fica com os grandes”, afirma ela. 

A Secom não divulga quanto destina a cada órgão. Toda a prestação de contas é feita por valores dispensados por campanhas. Mas na página 42 do Relatório de Gestão 2011, há uma informação que ajuda a dar a dimensão da concentração da mídia: “25 veículos e grupos de comunicação recebem 72% da publicidade do governo”. O órgão destaca que a distribuição é feita seguindo critérios técnicos, como índice de audiência, no caso das TVs, e preço por centímetro quadrado de publicidade, no caso dos impressos.

A lei 12.232 estabelece a opção pelos critérios técnicos. Diz que as agências devem conduzir a escolha dos veículos em que vão anunciar “de acordo com pesquisas e dados técnicos comprovados”, que assegurem as melhores condições para falar com seu público. Nabuco, entretanto, questiona o sistema, dada a ampla subjetividade da atividade publicitária. “A audiência do Jornal Nacional permanece imbatível e o governo pode alegar isso para comprar espaço da Globo. Mas se o critério for só este, o que o Estado fará pelas garantias constitucionais de pluralidade de vozes, diversidade, fortalecimento da cultura regional?”, indaga.

Margareth endossa. Segundo ela, no interior, são fartos os casos de jornais regionais que adquirem muito mais peso perante a opinião pública e até tiragens superiores as dos nacionais. Entretanto, ainda assim, o preço da publicidade costuma ser bem mais baixo. 

O diretor da revista ainda questiona a legalidade de se obter BV com dinheiro público. “A verba é para divulgar determinada ação ou campanha e não para ir para o bolso da agência. Se o veículo retornou dinheiro, a agência não deveria reter, deveria voltar aos cofres públicos”, aponta.

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Ano de Portugal no Brasil é aberto com espetáculo sinfônico

08.09.2012
Do portal da AGÊNCIA BRASIL, 07.09.12
Por Heloisa Cristaldo
Repórter da Agência Brasil

Brasília -  A apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro abriu na noite de hoje (7) o Ano de Portugal no Brasil, evento de múltiplas iniciativas culturais e empresariais que pretende mostrar aos brasileiros um Portugal moderno, inovador e aberto. Foram apresentadas peças eruditas de compositores brasileiros e portugueses, além do Hino Nacional de cada país.
Dois selos comemorativos de emissão conjunta pelos Correios dos dois países foram lançados pelos ministros da Cultura, Ana de Hollanda, das Relações Exteriores, Antonio Patriota e o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Portas. O tema das peças é A Força da Língua Portuguesa, composta por dois selos, que apresentam as imagens em aquarela de Fernando Pessoa e de Cruz e Sousa, acompanhadas por versos dos poemas Mar Português Ser Pássaro respectivamente.
A cerimônia de abertura teve ainda apresentação da artista Roberta Sá e da cantora portuguesa de fado, Mariza. Cerca de sete mil pessoas participaram da abertura do evento, segundo os organizadores.
A data também marca o início do Ano do Brasil em Portugal, que ocorre até o dia 10 de junho de 2013 e pretende promover uma imagem representativa da diversidade cultural brasileira.
Nos próximos dez meses, período em que serão promovidas atividades simultâneas em Portugal e no Brasil, os dois países querem mudar a imagem que um guarda do outro. Portugal quer que os brasileiros saibam que, além de tradição, os lusitanos vivem a modernidade. Sem abrir mão dessa visão futurista, o Brasil quer que os portugueses conheçam a diversidade da cultura nacional.
A intenção é mostrar um Brasil com a sua grande variedade de artistas na música, no teatro, na dança e até no circo, além de apresentar produções ainda desconhecidas e de diferentes partes do país (fora do eixo Rio-São Paulo). Fora da área cultural, Brasil e Portugal também buscam trazer mais dinamismo às relações comerciais e de cooperação científica.
*Colaborou Gilberto Costa
Edição: Aécio Amado

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Zé Dirceu: Haddad já empata com Serra e se elegerá prefeito

08.09.2012
Do blog VI O MUNDO, 06.09.12
Por Zé Dirceu, em seu blog (03.09.2012), sugerido pela MVM News


Serra já está empatado em 18% com Haddad nas pesquisas diárias

Tendência consolidada – confirmada pelas pesquisas IBOPE de 6ª feira pp. e Datafolha da 5ª feira – a candidatura tucana de José Serra (PSDB-DEM-PV) embicou para o despenhadeiro de queda contínua na intenção de voto e da rejeição crescente.

Assim, a eleição em Sampa caminha  para uma disputa entre os concorrentes do PRB, ex-deputado Celso Russomanno e o nosso candidato, ex-ministro da Educação, Fernando Haddad (PT-PCdoB-PSB-PP).

Tudo indica, teremos um 1º e 2º turno diferentes, não mais com aquela tradicional polarização PT x PSDB que marca as eleições em São Paulo desde o final da década de 80.

José Serra continua caindo e já esta empatado de fato – e não apenas tecnicamente – com Haddad, ambos com 18% nas pesquisas diárias.

Elas indicam que o candidato do PMDB, deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) tende a crescer um pouco e Haddad vai se aproximar de Russomanno que tem cerca de 30% no IBOPE e no Datafolha.

O petista tende a chegar ao 1º turno dia 7 de outubro com a preferência de 1/3 do eleitorado paulistano, a votação tradicional do PT na capital e no Estado na 1ª etapa da disuta. Na 2ª, dia 28 de outubro, no segundo turno, Haddad ganha.

O PSDB é alijado do poder em todo o Sul e Sudeste



Com a derrota tucana previsível na maior capital do país, o PSDB caminha para não governar nenhuma cidade das regiões Sul-Sudeste. Dai a explicação para a pressão que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) exerceu sobre o prefeito candidato à reeleição em Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB-PSDB), prometendo sabe-se lá o que para que ele rompesse a aliança PT-PSB que mantinha conosco desde 2008 (que o elegeu, diga-se de passagem) e excluísse o PT da vice em sua chapa em BH.

Uma das razões para o tutor Aécio forçar o tutelado Mácio Lacerda a romper a aliança, sabe-se, é sua candidatura a presidente da República em 2014, que exige hegemonia política total pelo menos em Minas Gerais. E que Aécio não conquistará, dentre outras razões porque deixou o Estado falido para o sucessor que elegeu, o governador, também tucano, Antônio Anastasia.

Já Haddad caminha para a conquista de céu de brigadeiro na rota final de chegada ao 1º turno.

O oposto da dupla José Serra e seu principal apoiador, o prefeito paulistano Gilberto Kassab (ex-DEM-PSDB,hoje PSD).

José vive seu pior momento com o forte crescimento da rejeição a sua candidatura e o abandono pelos candidatos a vereador. Eles já tentam descolar sua imagem da de Serra, não pedem mais votos para ele e omitem seu nome em panfletos e material de campanha.

José e Kassab, na marcha inexorável para uma derrota histórica



José e Kassab vão ao encontro de uma derrota histórica pela reprovação à gestão Kassab; o desejo da população de mudança na Prefeitura; a desconfiança de 2/3 do eleitorado de que José eleito abandonaria de novo o governo municipal; e a rejeição a ele, hoje já na casa de 50% entre os jovens, e crescendo no eleitorado mais conservador.

Nas quatro semanas que nos restam até o 1º turno, a questão é saber quem representará o desejo de mudança do eleitor e cidadão paulistano — Russomanno ou Haddad. Pelas pesquisas Datafolha e IBOPE, mais a avaliação dos programas de campanha no rádio e TV, hoje Russomanno com 31% de intenções de voto, ainda está em 1º lugar no imaginário do eleitor.

Mas, as pesquisas também sinalizam claramente o crescimento de Haddad e que a força eleitoral do PT, do ex-presidente Lula e da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que entrou na campanha, o credencia para disputar o 2º turno com Russomanno.

Melhor. Agora que José Serra viajou de vez num ônibus, com essa sua história da qual ele vem reclamando, de que os adversários estão propalando nos coletivos da capital que ele deixaria a prefeitura de novo caso se elegesse. Não tem mais jeito. A candidatura José perdeu de vez o rumo e a rota.

Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/ze-dirceu-haddad-ja-empata-com-serra-e-se-elegera-prefeito.html

PSDB é o partido com maior número de politicos fichas sujas

08.09.2012
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA


Os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) barraram até agora a candidatura a prefeito de 317 políticos com base na Lei da Ficha Limpa nos 26 Estados do país. O levantamento foi publicado pelo jonal Folha de S. Paulo deste sábado. Em 16 tribunais ainda há casos para serem julgados. O PSDB é o partido que possui o maior número de fichas sujas, são 56 candidatos, o equivalente a 3,5% dos tucanos. O PMDB vem logo atrás, com 49. O PT tem 18 'barrados' e aparece na oitava posição, 1% do total.

Os nomes barrados pelos TREs irão aparecer nas urnas eletrônicas niormalmente, no entanto todos os seus votos serão considerados sub judice até uma eventual decisão no TSE. No caso de o candidato ficha-suja ter mais votos e seu recurso for rejeitado, assume o segundo colocado na eleição.

Exemplo: se o ficha-suja tiver mais votos, mas seu recurso for rejeitado, assume o segundo colocado na eleição.

Entre os barrados, destacam-se o ex-presidente da Câmara dos Deputados Severino Cavalcanti (PP-PE) e a ex-governadora Rosinha Garotinho (PR-RJ).

Severino tenta se reeleger prefeito de João Alfredo (PE) e foi enquadrado na lei por ter renunciado ao mandato de deputado federal, em 2005, sob a acusação de ter recebido propina de um concessionário da Câmara.

Já Rosinha Garotinho, atual prefeita de Campos (RJ), teve o registro negado sob a acusação de abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação nas eleições de 2008.

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