sábado, 21 de julho de 2012

PSOL ataca o PT por causa de alianças partidárias,mas se alia aos mesmos partidos do Governo Dilma

22.07.2012
Por Irineu Messias
Editor

Não há o que duvidar das bandeiras do PSOL em favor das lutas sociais. Contudo, existe um erro grostesco de estratégia deste partido em girar sua metralhodora discursória contra o PT, a ponto de , todos viram que  a ex-senadora Heloísa Helena comemorar junto com a diretia reacionária, ACM  e companhia várias derrotas do governo Lula, no Senado Federal.

Certas alianças feitas pelo PT, é fato que são incomôdas do ponto de vista de  sua história de combate às muitas forças a quem hoje se alia. É fato também que se  aliança não fizesse com parte da direita  brasileira, jamais Lula teria ganho as eleições e sequer teria governado, principalmente com a ameaça  de um golpe branco em 2005, pelas  forças conservadoras que hoje, o PSOL, muitas vezes se alia apenas para fazer oposição  sistemática ao PT. 

Sua estratégia de combater o PT, de todo modo, a qualquer custo, levam  os psolistas a esquecerem que o verdadeiro inimigo das esquerdas é a direita reacionária, que adora quando o PSOL  e outros partidos  de esquerda destilam seu ódio,que parece mortal,  contra os governos Lula-Dilma.

Ademais, o PSOL faz uma oposição que parece querer mostrar  como o dono da verdade no campo da política. Neste particular todos os partidos têm suas falhas.
No movimento sindical, muitos de seus militante chegaram a agredir verbal e fisicamente muitos miltantes petistas, só pelo fato de estes , em que pese discordem veementemente do tratamento dado aos servidores, jamais quererem a derrocada do governos Lula-Dilma.Mesmo porque a maioria das greves no serviço público federal , portanto , contra o governo do PT,  foram dirigidas por entidades sindicais dirigidas por petistas, entre os quais,  era eu um deles(2004 a 2007).

Por fim, vale salentar que o discurso do purismo de esquerda do PSOL, está caindo por terra, uma vez que várias candidaturas psolistas, em 2012,  estão aliadas aos mesmos partidos  de direita, centro direita que estão no governo Dilma. E pior estão coligados inclusive com o DEM , PSDB  ferozes inimigos do PT  e de toda a esquerda brasileira.

E ´de se conhecer que o  PSOL tem contribuido com o debate democrático. Entretanto,  seu discurso estreito e muitas vezes hipócrita, acentua sua contradição e perigosamente nos diz que ele nao foi  ´só criado para ajudar na construçao da democracia e no apoio ás lutas sociais, mas também para combater impiedosamente,  em todos os francos o PARTIDO DOS TRABALHADORES. Neste sentindo ele está prestando  um relevante e grande serviço à direita mais reacionária brasileira.

O PSDB, DEM e PPS agradecem a valiosa contribuição do PSOL.


Em tempo: Clique aqui e veja onde PSOL  fez aliança com os partidos da base do Governo. Clique aqui e consulte no TSE

Irineu Messias 
Editor
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O DESESPERO DE UM TUCANO: Paulo Preto na CPI. Serra apavorado!


21.07.2012
Do BLOG DO MIRO, 20.07.12
Por Altamiro Borges


Duas notinhas na coluna Painel da Folha, uma de ontem e outra de 12 de julho, explicam o desespero do tucano José Serra com a convocação do seu ex-tesoureiro de campanha, Paulo Preto, para depor na CPI do Cachoeira:


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A primeira:

Esquadrão antibomba

O PSDB aproveita o recesso para tentar desarmar a bomba que atende pelo nome de "Paulo Preto" na CPI do Cachoeira. O partido negocia com a base aliada o cancelamento do depoimento em troca da anulação das convocações de Fernando Cavendish, da Delta, e Luiz Pagot, ex-Dnit. Outra hipótese avaliada é que o ex-diretor da Dersa encaminhe esclarecimentos por escrito. Tudo para evitar justamente o que o PT deseja: que a oitiva prejudique a campanha de José Serra.

A segunda:

Torpedo 

Paulo Vieira da Souza, o Paulo Preto, tem enviado mensagens de texto em tom de ameaça a empresários e políticos afirmando que seu depoimento à CPI do Cachoeira será bom momento para esclarecer os "fatos verdadeiros'', em letras garrafais. A ação tem sido interpretada como pedido de proteção.

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PGR acionado para apurar denúncias 

O que Paulo Preto, responsável por bilionários negócios entre a Dersa e a Delta – a empresa de fachada de Carlinhos Cachoeira – e um dos “operadores” de campanha do eterno candidato do PSDB, tem a revelar aos integrantes da CPI? Por que a simples menção do seu nome apavora tanto José Serra? Na campanha presidencial de 2010, quando Dilma Rousseff citou o seu nome no debate da Band, o tucano perdeu o rebolado. Disse que não o conhecia. Depois, ameaçado a “não abandonar um amigo”, voltou atrás.

Para solucionar estas dúvidas, deputados do PT e do PDT decidiram ontem solicitar à Procuradoria Geral da República que apure as denúncias. Segundo o jornal O Globo, os parlamentares protocolaram dois pedidos na PGR. Ambos exigem esclarecimentos do ex-diretor da Dersa, a estatal paulista responsável por obras viárias como a do Rodoanel, e também do ex-governador tucano. A ação assinada pelo deputado Paulinho da Força (PDT) ainda inclui o senador Aloysio Nunes (PSDB), amigo íntimo de Paulo Preto.

Caixa dois e enriquecimento ilícito

Os pedidos protocolados têm com base várias denúncias – inclusive a de tucanos que acusaram Paulo Preto de ter desviado R$ 4 milhões do caixa do PSDB. Segundo a representação, “os fatos narrados caracterizam a prática de caixa dois na campanha de José Serra”. Ela também levanta a suspeita de conivência do ex-governador, o que constitui “atos de improbidade administrativa, pois importaram enriquecimento ilícito e prejuízo ao erário, como atentaram contra os princípios da administração pública”.

“As denúncias são graves, há indícios de desvio no Rodoanel. É preciso deixar claro o que aconteceu. Exigimos que seja apurado. É dinheiro do trabalhador”, ataca do deputado do PDT. “O Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, é réu confesso. Em entrevista, ele disse que ninguém deu mais condições do que ele para que as empresas apoiassem financeiramente a campanha. Além disso, há sinais claros de enriquecimento ilícito”, acrescenta o deputado Candido Vaccarezza (PT-SP).
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Substância encontrada em árvores da caatinga e do cerrado brasileiro pode aumentar a proteção solar

21.07.2012
Do portal JORNAL CIÊNCIA, 20.07.12
Por   AGÊNCIA USP DE NOTÍCIAS

A rutina é encontrada em árvores de pequeno e médio porte nas regiões brasileiras do cerrado e da caatinga. A substância também está presente na cebola, na uva e no vinho tinto.
Um fotoprotetor inédito, que oferece mais proteção solar, tem ação antioxidante e apresenta a substância natural rutina em sua formação é pesquisado por professores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP.
O estudo com o fotoprotetor começou em janeiro de 2008, após a conclusão do doutorado do professor André Baby, do Laboratório de Cosmetologia do Departamento de Farmácia da FCF, orientado pela professora Maria Valéria Robles Velasco, do mesmo laboratório. No doutorado, o estudo avaliou a permeabilidade cutânea (na pele) da rutina em emulsões cosméticas.
A rutina é um flavonóide, tradicionalmente utilizado como antioxidante e vasoprotetor, que eleva o tônus venoso e reduz a hipermeabilidade capilar e a formação de edemas”, diz o professor. “Também atua na prevenção dos danos causados pela radiação ultravioleta.”
Os resultados do doutorado indicam que o flavonóide teve a tendência de não penetrar o estrato córneo da epiderme, mantendo-se na superfície da pele. Isto levou os pesquisadores a usar a rutina como adjuvante dos sistemas de protetores solares, pois apresenta estrutura química semelhante à dos filtros do mercado, e tende a não ser absorvido pela pele.
Natural
De acordo com o professor Baby, as propriedades da rutina identificadas em laboratório contribuíram fortemente para sua aplicação em protetores solares denominados protetores fotoativos. “Eles apresentarem vantagens significativas no desempenho do produto com a incorporação da substância de origem natural”, destaca.
Para a professora Maria Valéria, as pesquisas que envolvem o desenvolvimento e a análise dos fotoprotetores bioativos estão em harmonia com a tendência mundial da utilização de substâncias de origem natural em produtos cosméticos. “Ao mesmo tempo, funcionam como estratégia para elevação ou manutenção da eficácia fotoprotetora, mesmo com a redução da proteção dos filtros solares convencionais”, aponta.
A etapa atual da pesquisa está sendo direcionada para a associação do flavonóide com os filtros solares tradicionais como o p-metoxicinamato de metila, a benzofenona-3, o octocrileno e avobenzona, entre outros, segundo o professor Baby. Os estudos tem sido reconhecidos pelas agências de fomento, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com financiamentos para o projeto e a concessão de bolsas de estudo.
Os principais resultados do trabalho foram obtidos por ensaios in vitro, realizados em laboratório. Entre os diversos desdobramentos, a determinação da eficácia em seres humanos é o próximo passo da pesquisa.
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ELEIÇÕES E O DESESPERO DE SERRA: Datafolha e a histeria de Serra

21.07.2012
Do BLOG DO MIRO
Por Altamiro Borges


A pesquisa Datafolha divulgada hoje azedou ainda mais o péssimo humor de José Serra. Ela só trouxe notícias ruins para o eterno candidato tucano. Ele empacou de vez nos 30% de intenções de voto. Já seu índice de rejeição no eleitorado deu um salto – pulou de 30%, segundo a sondagem de março do mesmo instituto, para 37%. Para piorar, a intenção de voto na pesquisa espontânea – que os especialistas afirmam ser o dado mais consistente para medir as tendências eleitorais – caiu de 13% para 9%.

Segundo turno na capital paulista

É certo que a campanha eleitoral nem bem começou. Mesmo assim, os resultados são péssimos para o PSDB. O Datafolha sinaliza que haverá segundo turno na capital paulista, o que é desmente a bravata de líderes da direita e de “calunistas” da mídia de que a eleição seria um passeio para Serra. Na fotografia do momento, o candidato do PRB, o midiático Celso Russomanno, surge com mais chances de disputar o segundo turno. Ele aparece com 26% na pesquisa – num quadro de empate técnico com o tucano.

Na sequência surgem Fernando Haddad (PT) e Soninha Francine (PDT), com 7%; Gabriel Chalita (PMDB), com 6%; e Paulinho da Força (PDT), com 5%. A distância entre os dois primeiros colocados e o segundo batalhão deve ser relativizada. A pesquisa ponta que Haddad ainda é desconhecido por 45% dos eleitores, enquanto Serra e Russomanno são conhecidos pela ampla maioria dos entrevistados. A pesquisa revela ainda que Lula e Dilma Rousseff serão os principais “cabos eleitorais” na eleição paulistana.

Os temores do eterno candidato tucano

As péssimas notícias do Datafolha, também apelidado de DataSerra, talvez expliquem a histeria do eterno candidato do PSDB na tarde de ontem. Ele destilou veneno contra PT, o que confirma que este é o seu maior motivo de medo e preocupação. Na maior caradura, ele acusou do partido de Fernando Haddad de praticar “espionagem”, “violação de sigilo” e “pancadarias”. Logo ele que é tão famoso por produzir dossiês falsos e por promover baixarias nas campanhas eleitorais.

José Serra também se mostrou preocupado com a campanha nas redes sociais. Afirmou que o PT sustenta uma “tropa nazista” na internet e voltou a atacar os chamados “blogs sujos”. Autoritário, o candidato tucano preferia contar apenas com a cobertura da mídia chapa-branca, que ganha milhões em publicidade do governo estadual, e que mantém vários blogueiros amestrados e raivosos. 

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ESCÂNDALOS TUCANOS:MARCONI PERILLO AVISA AOS CACIQUES TUCANOS: "NÃO ME ABANDONEM"

21.07.2012
Do blog 007BONDeblog, 20.07.12

NÃO FAÇAM COMIGO O QUE TENTARAM FAZER COM PAULO PRETO !

O TEMPO DOS SORRISOS ESTÁ LONGE

Os "caciques" do PSDB bem que tentaram "ensaiar" um discurso pseudo-ético, propalando que entendiam ser de 'bom tom" que o Governador Marconi Perillo (PSDB-GO) apresentasse novas explicações sobre o seu envolvimento com Cachoeira, depois que a REVISTA ÉPOCA publicou matéria com fatos bastante graves e que complicaram mais a vida do governador de Goiás. 

Ocorre que pelo que está mais do que evidente, Perillo não tem como se explicar e, se for novamente convocado pela CPMI, a sua situação pode ficar insustentável na hora. Não que PERILLO VÁ SAIR PRESO DE LÁ, MAS PODE SAIR COM O IMPEACHMENT CONSUMADO. Assim, Perillo partiu para o ataque e, pelo que dizem os conhecedores dos bastidores do ninho tucano, aplicou um dá ou desce, avisando que não vai aceitar ser abandonado (no meio da estrada), repetindo o famoso BORDÃO de Paulo Preto, ex-tesoureiro TUCANO e que está até o pescoço envolvido com denúncias de participação em CAIXA 2 de campanha, MAS FOI REABILITADO POR SERRA.

MARCONI PERILLO avisou para que não esqueçam que ele "contribuiu com campanhas do PSDB" inclusive em SÃO PAULO. E deve ter dito mais alguma coisa muito forte.

O fato é que o discurso do Presidente do PSDB mudou da água para o vinho, ele passou a atacar a CPMI e a tucanada toda agora é "PERILLO DESDE CRIANCINHA", e já há até quem diga que eles estão procurando fazer um acerto: SE A CABEÇA DE PERILLO FOR PRESERVADA, eles esquecem que CAVENDISH FOI PASSEAR EM PARIS E QUE PAGOT TRABALHOU NO DNIT".

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Tragédia na estreia de “Batman” gera debate sobre Deus Atirador fez 12 vitimas e deixou 50 feridos

21.07.2012
Do portal GOSPEL PRIME, 20.07.12
Por Jarbas Aragão


Tragédia na estreia de “Batman” gera debate sobre Deus
O massacre ocorrido em um cinema da cidade de Aurora, Colorado, foi realizado por James Holmes, 24, deixando 12 mortos e 50 feridos. Identificado pela polícia, ele não resistiu à prisão e contou que tinha explosivos em sua casa.
O atirador invadiu uma sala de cinema na estreia do filme “Batman: O Cavaleiro das Trevas ressurge”, lançou uma bomba de gás lacrimogêneo e efetuou os disparos contra os presentes.
Um dos assuntos mais comentados do dia, gerou repercussões entre lideranças políticas e religiosas.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou que se trata de uma “tragédia nacional”. Em plena campanha presidencial na Flórida, ele cancelou seus compromissos e afirmou “hoje não é dia de política, mas de orações e reflexão”. Ainda segundo o presidente, essa demonstração de violência é “maligna e sem sentido”.
Além de Obama, o vice-presidente Joseph Biden, e a primeira-dama, Michelle Obama, também cancelaram seus compromissos de campanha.
O adversário de Obama nas eleições presidenciais, Mitt Romney, que é mórmon também falou sobre a necessidade de se pensar em Deus em momentos como esse. Em nota, declarou: “Estamos orando pelas famílias e os entes queridos das vítimas durante este tempo de choque e profunda tristeza.”
Vários pastores usaram as redes sociais para se manifestar e a hashtag #prayers [#orações] foi uma das mais usadas nos comentários.
O Pastor Ed Young, da Igreja Fellowship em Grapevine, Texas, tuitou: “Por favor, orem pelas famílias das vítimas e os feridos na tragédia de ontem à noite em Aurora…”.
O congressista republicano do Texas Louie Gohmert, foi um dos mais enfáticos. Durante uma entrevista a uma rádio ele classificou o evento como o resultado de “ataques contínuos contra as crenças judaico-cristãs”.
Gohmert sugeriu que os tiros eram mais “um ato terrorista” e que poderiam ter sido evitados se o país desse maior valor a Deus. “As pessoas perguntam… onde estava Deus em tudo isso? Nós o tiramos das salas de aula e se as pessoas querem usar o nome de Deus em lugares públicos, podem acabar presas… Onde estava Deus? Bem, o que nós fizemos com Deus? Dizemos que não o queremos perto de nós. Mas eu gostaria de ter sempre presente a sua mão protetora”.
Jack e Becca Dowling são casados e fazem parte de uma equipe de capelães da Associação Evangelística Billy Graham. Eles foram procurar parentes das vítimas do tiroteio no cinema. “É um ministério de presença”, diz ele. É a habilidade espiritual do estar no local onde as pessoas podem confiar em você, orar com você ou, o mais valioso, abrir-se sobre seu medo e tristeza para você.
Dowling foi policial antes de ser missionário e diz que está acostumado com esse tipo de situação. Para ele, só Deus pode trazer consolo nas tragédias, mas como capelão ele faz a sua parte.
Com informações de Huffington Post, Christian Post e Religion News

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DESESPERO TUCANO: A volta da bolinha de papel

21.07.2012
Do blog TECEDORA, 20.07.12
Postado por Denise Queiroz


Em evento de campanha, o eterno candidato José Serra voltou a chamar os blogueiros de "sujos" e chegou ao cúmulo de comparar blogueiros e tuiteiros à tropa nazista. Diz que em 2010 sofreu pancadaria no interior do Ceará e no Rio de Janeiro. 
Para quem não lembra, aqui o video da 'pancadaria' no Rio e aqui o do Ceará! Também acusou os adversários de copiar suas idéias. Mas aqui está a prova de quem muito recentemente copiou o quê! E não foram idéias, foi projeto. 




O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, comparou a ação de petistas na internet a estratégias de tropas nazistas que auxiliaram a implantação do regime por Adolf Hitler (1934-1945). O tucano afirmou que pessoas ligadas ao PT fazem campanhas difamatórias na web e comparou essas atividades a operações da SA nazista, milícia paramilitar conhecida por sua organização como uma tropa de assalto.

"Basta olhar o jogo sujo (do PT) na internet, a tropa organizada, uma verdadeira tropa de assalto na internet. A SA nazista hoje tem outra configuração no Brasil atual, e é via internet, uma tropa de assalto na internet", disse Serra.

Serra afirmou que recebe centenas de mensagens agressivas em perfis nas redes sociais e acusou os petistas de manterem "blogs sujos" na internet para difundir informações contra sua candidatura. "Os blogs sujos, essa tropa toda veio dizer que eu era contra ônibus", disse.

Na última quinta-feira, 19, o presidente municipal do PT havia classificado como "fascista" um protesto de jovens tucanos contra o candidato do partido, Fernando Haddad. Serra defendeu a atitude dos manifestantes. "O sujeito botar uma cartolina e expressar aquilo que pensa não tem nada demais. Não tem orientação partidária, mas também não tem nada de errado chegar e protestar", disse.

Em um discurso dirigido a candidatos a vereador de sua coligação e cabos eleitorais, Serra subiu o tom de suas críticas contra os petistas. Trata-se de uma estratégia do tucano para reforçar o engajamento da militância e a polarização da disputa eleitoral entre PSDB e PT. "O PT é um partido da máquina (do governo). Tirou o governo, acabou. Porque está inteiramente na máquina", disse.

Um dos focos de sua fala foi a violência física que atribuiu aos petistas. "Outra questão é a questão da violência e da baixaria. Eles têm tradição nisso. Em 2002, fizeram espionagem no Banco do Brasil. Em 2006, o dossiê dos aloprados. Em 2010, violação de sigilos e pancadaria. Eu sofri pancadaria no interior do Ceará, no Rio de Janeiro e aqui em São Paulo", afirmou.

O tucano acusou militantes do PT pela criação de "factóides" contra sua candidatura e também criticou o partido rival de ceder a pressões de laboratórios farmacêuticos depois que chegou ao governo federal. "Essa história de que o PT é um partido de esquerda, progressista, isso é conversa. Eles fazem o jogo dos laboratórios", disse Serra.

Apesar das críticas direcionadas ao partido que é considerado seu principal adversário, Serra disse que a campanha deve ser marcada pelo debate sobre São Paulo. O tucano também acusou seus rivais de copiarem suas propostas.

"Tudo o que eu quero é que o debate fique centrado nos problemas da cidade - no diagnóstico e no balanço do que foi feito. Isso é o mais importante de tudo, e isso é o que alguns dos outros candidatos, evidentemente, vão resistir até o final", afirmou. "Temos adversários que não têm muitas ideias - a maioria deles. Ficam lendo tudo o que eu falo, copiam e mudam o nome."

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PRIVATARIA TUCANA: Movimentos sociais vão denunciar a Privataria Tucana

21.07.2012
Do blog VI O MUNDO, 20.07.12
Sugerido pelo Igor Felippe


PANFLETAGEM CONTRA A PRIVATARIA TUCANA E DE JOSÉ SERRA


Nos dois governos Fernando Henrique Cardoso, o PSDB comandou o maior processo de privatização e entrega do patrimônio nacional na história do país. Foram mais de vinte e cinco empresas públicas vendidas a preço de banana, em benefício dos setores privados e do capital internacional.

Segundo o jurista Fábio Konder Comparato, os responsáveis por este processo deveriam ser “condenados à indignidade nacional” por crime de lesa-pátria.

O jornal Brasil de Fato reuniu os principais elementos de denúncia do livro Privataria Tucana, e elaborou uma edição especial para popularização das denúncias.

Nas eleições municipais deste ano em São Paulo, este projeto neoliberal está representado na candidatura Serra. Na época Ministro de FHC, Serra chefiou pessoalmente o Plano Nacional de Desestatização.

É necessário derrotar o PSDB e acabar com a dominação política dos tucanos em São Paulo!
Por isso, a Consulta Popular, o Jornal Brasil de Fato e movimentos sociais estão convocando uma grande Panfletagem contra a Privataria Tucana na segunda (23/07), a partir das 16 horas, na Praça Ramos.

Data: segunda (23/7), das 16h às 20h
Concentração: Praça Ramos

Compareça! Traga suas bandeiras! Vamos dar um basta ao PSDB e a Serra!

Levante Popular da Juventude Brasil de Fato
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
Consulta Popular
Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB)



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Organização do julgamento pode determinar resultado

21.07.2012
Do blog TUDO SOBRE O MENSALÃO, 17.07.12


Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) vão analisar centenas de provas no julgamento do mensalão e a maneira pela qual a Corte organizar o julgamento afetará diretamente o resultado. Se eles optarem por fazer a verificação individual de cada prova, a tendência é a de repetir o caminho traçado pelos advogados dos réus. Por outro lado, se a Corte analisar o quadro geral do mensalão a partir das provas, a expectativa é a de que se aproxime dos argumentos da acusação.
Essa definição entre um julgamento fatiado por uma variedade de provas individualizadas ou um julgamento global no qual todas as evidências formam um contexto será, portanto, fundamental no resultado. A resposta só virá quando o STF começar a votar o processo, em agosto.
Desde abril, advogados dos réus estão fazendo dezenas de audiências com ministros do STF. Nesses encontros, eles trabalham para desconstruir o mensalão prova por prova, desfiando cada ponto da alegação de que houve um esquema de compra de apoio político no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o suporte de agências de publicidade que faziam contratos com o governo e de bancos que autorizavam os saques para políticos.
Já o Ministério Público defende que a reunião das provas permite compreender o esquema descrito na denúncia, apresentada em março de 2006. A acusação procura fazer vínculos entre cada uma das evidências coletadas no processo para chegar ao quadro geral que foi batizado como “esquema do mensalão”.
É justamente esse o embate entre a defesa e a acusação, que lança o STF a uma espécie de conflito entre a parte e o todo. Por isso, advogados dos réus estão trabalhando para desconstituir provas de maneira isolada. Quanto mais provas forem desconsideradas, mais distante fica o tribunal do quadro geral traçado pelo MP.
Uma das principais cartadas da defesa será feita pelo advogado do publicitário Marcos Valério, que foi apontado pelo MP como o operador do mensalão. Para desacreditar um grande número de provas de uma só vez, o criminalista Marcelo Leonardo vai alegar que apenas as evidências colhidas em juízo têm validade. Se esse argumento for aceito, ele vai tornar irrelevante grande parte das informações produzidas pelo MP e das que estão presentes nas 332 páginas do relatório final do inquérito da Polícia Federal e nas 1857 páginas produzidas pela CPI dos Correios, que originou as denúncias do mensalão.
“O artigo 155 do Código de Processo Penal diz que o juiz, para decidir, deve se basear nas provas colhidas durante a instrução criminal feita em juízo, com a participação da acusação e da defesa”, argumentou Leonardo. “O tribunal não pode julgar com base nas provas colhidas na fase da investigação.”
Para Leonardo, o STF terá que analisar separadamente cada uma das acusações e provas envolvendo, um a um, os réus. Ele acredita que o fato de os votos dos ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski terem mais de mil páginas indica que isso deve ser feito. “É típico de quem vai examinar tudo. Tem que tratar de cada pessoa, cada acusação, cada fato. O STF não tem muita vivência de julgar processo criminal, mas, quando o faz, enfrenta cada prova e analisa cada caso”, afirmou o advogado.
O debate entre a observação isolada das provas e o quadro geral depreendido a partir delas também será central para o réu número um do mensalão, o ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu. Boa parte das provas contra Dirceu são testemunhais. O MP fez uma descrição da conduta do ex-ministro a partir de vários depoimentos que disseram que Dirceu negociou apoios de partidos e deu ordens para fechá-los. “Provou-se que o acusado, para articular o apoio parlamentar às ações do governo, associou-se aos dirigentes do seu partido e a empresários do setor de publicidade e financeiro para corromper parlamentares”, escreveu o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, nas alegações finais do MP.
Mas, segundo a defesa de Dirceu, há apenas um depoimento contra ele – o de Roberto Jefferson, que foi cassado pela Câmara por não ter apresentado provas das acusações que fez contra o ex-ministro-chefe da Casa Civil na CPI dos Correios. “A única acusação contra ele é de Jefferson, que foi cabalmente desmentido por outros réus e testemunhas”, afirmou o advogado José Luis Oliveira Lima, mais conhecido como Juca.
Segundo ele, os outros depoimentos que formam o quadro geral da acusação podem ser contestados um por um. “O MP fez distorções do que as pessoas efetivamente falaram”, disse Juca. O advogado alegou que a acusação utilizou um depoimento de José Borba, ex-deputado pelo PMDB do Paraná, para defender a tese de que bastava procurar Valério para obter privilégios junto ao governo, pois ele seria próximo de Dirceu. “Não existe isso na fala de Borba”, criticou Juca. “O MP também disse que Dirceu teria favorecido um banco para que a instituição não fosse fiscalizada pelo Coaf, mas isso não está nas alegações finais”, continuou. “Eu tenho mais de 30 testemunhas a favor de Dirceu”, enfatizou o advogado.
O processo do mensalão conta com 600 testemunhas ouvidas apenas na fase de instrução. As testemunhas de acusação ocupam 15 volumes do processo. Já as testemunhas de defesa estão em mais de um terço dos autos: 95 volumes.
A análise desses depoimentos deve render muitas discussões, pois o STF não costuma considerar testemunhas isoladas como provas criminais, ainda mais quando são feitas por outros réus. O depoimento de um réu é visto com desconfiança, já que é uma fonte que também está sendo processada e, portanto, não teria muita credibilidade. “O STF já decidiu que depoimentos desse tipo não valem como prova isolada”, disse Pierpaolo Bottini, advogado do ex-deputado Professor Luizinho (PT-SP).
Ao todo, o mensalão tem 234 volumes e 500 apensos. São 50 mil páginas com vários tipos de provas, como depoimentos da CPI, testemunhas de acusação e de defesa, cheques, contratos, livros contábeis, documentos fiscais, transferências bancárias, contratos, discos rígidos e mídias digitais. Se os ministros do tribunal forem excessivamente garantistas e defenderem a necessidade de se provar ponto por ponto, a tendência é de o julgamento resultar em menos penas. Mas, se a Corte partir para uma visão geral, as condenações vão ser maiores.
Segundo o relatório do ministro Joaquim Barbosa, todas as provas foram objeto de laudos, o que deve dificultar as alegações da defesa com o objetivo de anulá-las. Mas essas tentativas serão muitas.
Um dilema que os ministros do STF vão enfrentar no julgamento é se a reunião de mais de uma prova pode levar a uma condenação que a prova isoladamente não levaria. Visto isoladamente, um saque feito num banco pela mulher de um deputado é algo regular. Isso está relatado nos autos do mensalão: a mulher do então presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) retirou R$ 50 mil numa agência. Mas, para o MP, esse saque deve ser visto num contexto: ele foi autorizado pela agência SMP&B, de Marcos Valério, que tinha firmado um contrato com a Câmara.
O procurador-geral descreveu o saque atrelado a outros fatos. Segundo ele, Valério e João Paulo tiveram tantos encontros entre 2003 e 2004 que nem o deputado soube quantificá-los. Além disso, João Paulo recebeu uma caneta Mont Blanc de presente de Valério.
Segundo o advogado Alberto Zacharias Toron, responsável pela defesa do deputado, o saque foi feito com a identificação do nome e dos documentos da mulher, o que indica que ela não tinha a intenção de ocultar o dinheiro. Toron disse ainda que os valores foram utilizados para pagar pesquisas eleitorais, e as comprovações estão no processo. “Não há causalidade entre o contrato da Câmara dos Deputados e o mensalão”, enfatizou o advogado.
Os fios que levam uma prova a outra estão sendo contestados por todos os acusados. “Em relação ao Paulo Rocha, a denúncia pressupõe uma situação que não se conclui”, alegou o advogado João Gomes, responsável pela defesa do ex-deputado do PT do Pará.
Rocha foi acusado pelo MP por lavagem de dinheiro, após ordenar saques de dinheiro proveniente da SMP&B para pagamento de dívidas de campanha no Pará. “Ele pegou os saques e pagou as contas, pois essa era a condição dele como presidente do diretório regional do PT no Pará”, disse Gomes. Segundo ele, a denúncia não mostrou qual teria sido o crime antecedente à lavagem de dinheiro – uma exigência legal para se chegar a uma eventual condenação. “A denúncia não o acusa de formação de quadrilha nem de outro crime antecedente”, disse Gomes.
Em meio a tantos argumentos da defesa para rebater prova por prova do mensalão, um assessor de um ministro do STF utilizou a metáfora de um elefante para explicar a situação em que a Corte se encontra. “O mensalão é como um grande elefante, visível no meio da sala, mas advogados dizem que há problemas na hora em que se liga a tromba com o rabo.”

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"MENSALÃO": TCU derruba a prova central do "mensalão"

21.07.2012
Do blog ESQUERDOPATA, 20.07.12


A menos de quinze dias para o início do “julgamento do século”, uma decisão tomada pelo Tribunal de Contas da União pode ser determinante para o futuro dos réus da Ação Penal 470. O TCU considerou regulares os contratos de publicidade de R$ 153 milhões do Banco do Brasil com as agências de publicidade DNA e SMPB, que pertenciam ao empresário Marcos Valério de Souza. Isso reforça o que foi dito, dias atrás, pelo criminalista Marcelo Leonardo, que fará a defesa oral de Valério no Supremo Tribunal Federal. “Não houve recursos públicos, apenas empréstimos privados”. O PT admite que tomou empréstimos bancários, junto ao Rural e ao BMG, para honrar dívidas de campanha próprias e de alguns partidos da base aliada.

A decisão do TCU foi tomada a partir de relatório preparado pela ministra Ana Arraes, cujo voto foi acompanhado pelos demais ministros. O primeiro a ser beneficiado é o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, que foi denunciado por ter validado os principais contratos de publicidade de Valério na administração pública federal. De acordo com o TCU, os contratos seguiram o padrão de normalidade do Banco do Brasil e não diferem dos que foram fechados com outras agências de publicidade. Curiosamente, as agências de publicidade de Valério entraram para o governo federal no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Foram apadrinhadas pelo ex-ministro Pimenta da Veiga, das Comunicações, que é amigo pessoal de Valério. Continuaram no governo Lula, até o escândalo do mensalão, ocorrido em 2005.

Embora já ajude a livrar a cara da Pizzolato, a decisão do TCU pode ter também repercussões maiores sobre outros réus. A começar, pelo próprio Valério. O empresário sustenta que, entre o fim da campanha presidencial de 2002 e o início do governo Lula, foi apresentado ao ex-tesoureiro Delúbio Soares, do PT, pelo ex-deputado Virgílio Guimarães. Ajudou a resolver o problema das dívidas de campanha com o partido por meio dos empréstimos bancários. E, no caso do Rural, ele argumenta que tentou fazer lobby para que o banco assumisse a massa falida do Banco Mercantil de Pernambuco – o que não ocorreu. Por isso, Valério chegou a dizer que foi um lobista fracassado.

Essa decisão do TCU também corrobora a tese de caixa dois eleitoral – e não de compra regular de parlamentares. Isso porque os empréstimos foram tomados logo no início do governo Lula. Os contratos de publicidade eram renovados periodicamente.

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Mensalão mineiro entra na pauta do STF na quarta

21.07.2012
Do portal BRASIL247, 04.06.12
Por Fernando Porfírio


Mensalão mineiro entra na pauta do STF na quarta
Foto: Edição/247

ESQUEMA DE MARCOS VALÉRIO FOI USADO PARA ALIMENTAR A CAMPANHA DO TUCANO EDUARDO AZEREDO À REELEIÇÃO EM 1998; RECURSOS SAÍRAM DE ESTATAIS MINEIRAS, COMO A COPASA E O BEMGE; RELATOR DO CASO É O MINISTRO AYRES BRITTO.

247-O fantasma que assombra os tucanos está previsto para entrar na pauta do Supremo Tribunal Federal da próxima quarta-feira (6). O chamado mensalão mineiro foi um suposto esquema de financiamento irregular – com recursos públicos e doações privadas ilegais – à campanha de reeleição, em 1998, do então governador mineiro e atual deputado federal Eduardo Azeredo. O esquema teria sido montado pelo empresário Marcos Valério. O relator é o ministro Ayres Britto.
Em denúncia apresentada em novembro de 2007 ao STF, o procurador-geral da República denunciou que o esquema criminoso, que veio a ser chamado de “valerioduto tucano”, foi “a origem e o laboratório” de outro escândalo que assombra a República e provocou o recente bate-boca entre o ex-presidente Lula e o ministro do STF Gilmar Mendes: o mensalão do PT.
O recurso que será julgado pela corte suprema é de natureza civil e envolve a acusação de mau uso de dinheiro público (improbidade administrativa). Foi apresentado por Eduardo Azeredo e pelo ex-presidente da Copasa, Ruy Lage. Os dois se debatem contra despacho que determinou a remessa à Justiça Estadual de Minas Gerais da ação civil pública por supostos atos de improbidade administrativa praticados em 1998 durante a campanha eleitoral de Azeredo.
No recurso, o que será discutido é se há ou não o chamado foro privilegiado (prerrogativa de foro) para os casos de autoridades que respondem ações cíveis de improbidade administrativa. Hoje, os casos de improbidade são julgados pela justiça estadual. Uma mudança no entendimento do Supremo provocaria efeitos não apenas no caso do mensalão mineiro, mas atingiria várias autoridades que respondem pela mesma infração, transferindo todos esses casos para o STF.
O Ministério Público Federal sustenta que a frustrada campanha à reeleição de Azeredo foi alimentada com recursos da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), Comig (Companhia Mineradora de Minas Gerais) e Bemge (Banco do Estado de Minas Gerais), captados a título de promoção de um evento esportivo, o “Enduro Internacional da Independência”.
Os recursos teriam saído principalmente da Copasa, estatal de saneamento mineira, repassados  às empresas de Marcos Valério, um dos donos das agências de publicidade e finalmente chegado à campanha tucana em Minas. Segundo a acusação, a SMP&B, agência de Marcos Valério levantou empréstimos junto ao Banco Rural para aplicar na campanha de Azeredo, e essas dívidas foram liquidadas com os recursos públicos.
Entre os réus apontados pelo MPF estão Marcos Valério, o então tesoureiro da campanha, Cláudio Mourão, e o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia, atual presidente do PSB em Minas Gerais, que seria o coordenador da campanha de Azeredo - Walfrido nega. A defesa do ex-ministro alega que ele não participou da campanha. A de Valério diz que o empresário não recebeu dinheiro público.
O procurador-geral da República deu parecer contra recurso. O processo foi apresentado em mesa do STF para julgamento em 15 de dezembro de 2006. Poderia ter sido julgado pelo plenário na sessão de 16 de maio deste ano. Por maioria, o tribunal decidiu adiar, ficando vencido o ministro Marco Aurélio. Agora não dá mais para protelar o julgamento.

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O CRIME ORGANIZADO E A REVISTA VEJA: EXTRA ! 73 LIGAÇÕES SOBRE E COM POLICARPO. A CPI VAI COMEÇAR ! .

21.07.2012
Do blog CONVERSA AFIADA, 20.07.12
Por Paulo Henriaque Amorim

O Conversa Afiada não editou, cortou ou acrescentou nada ao que recebeu de fonte de confiança

Conversa Afiada reproduz 73 transcrições de ligações captadas legalmente na Operação Vegas, aquela que o brindeiro Gurgel mandou parar.


Se não tivesse mandado parar, seria possível saber o que o Carlinhos Cachoeira queria falar com o Cerra.


De qualquer forma, é perfeitamente possível imaginar do que se tratava – clique aqui para ler “por que o Carlinhos precisava ir à SP do Cerra”.


Conversa Afiada não editou, cortou ou acrescentou nada ao que recebeu de fonte de confiança.


Chama a atenção a profundidade dos laços que ligam a revista Veja ao crime organizado, aqui representados por Policarpo Júnior, Demóstenes Torres e Carlinhos Cachoeira.


Conversa Afiada chama atenção para as múltiplas tentativas dos criminosos e seus representantes no PiG de detonar o José Dirceu.


O que se percebe, com clareza, no vídeo es-pe-ta-cu-lar aqui exibido.


Dessas transcrições se percebe como o crime organizado se organizou desde a gênese do mensalão (o do PT, o que está por provar-se) para atingir José Dirceu e, por extensão, Lula e Dilma.


Leandro Fortes, na Carta Capital desta semana – clique para ler “A tramoia do Naoum – novos detalhes da parceria Veja-Cachoeira para invadir de forma ilegal a privacidade do ex-ministro”, mostra que o crime organizado se organizou com a Veja para trocar as imagens do Hotel Naoum.


Trocar por que mercadoria ?


É o que se percebe, com nitidez, no diálogo republicano de Cachoeira com Dadá, na transcrição # 47. 


Nas conclusões, se verá que esse conjunto de transcrições não encerra o conjunto da obra de Policarpo com os criminosos.


Falta acrescentar a esse espetáculo repugnante o que está na Operação Monte Carlo.


Que o brindeiro Gurgel não conseguiu interromper.


Convém recordar que o Globo defendeu Robert(o) Civita, no histórico editorial “Roberto Civita não é Rupert Murdoch”.


É pior.


E os mervais globais querem fechar a CPI.


Antes que o Cerra deponha e o Collor volte a discursar.


A propósito: será o Cerra inimputável ??




Paulo Henrique Amorim


A seguir, os 73 documentos e as conclusões:














































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