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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Deputado diz a Aécio Neves e irmã o que a imprensa não tem coragem

12.07.2012
Do PRAGMATISMO POLÍTICO, 03.11.2011
Por Luis Soares, Pragmatismo Politico

Em vídeo, parlamentar revela a hipocrisia de Aécio, que nunca trabalhou pelos interesses do povo do seu Estado. O que está em curso, há bastante tempo, é uma desesperada campanha pela Presidência

Aécio Neves hipocrisiaA despeito das naturais disputas internas na cúpula tucana para a definição do candidato pessedebista à Presidência da República em 2014, sabe-se que Aécio Neves já detém alguma vantagem sobre os seus possíveis concorrentes. Até mesmo FHC, que desde 2002 aposta em José Serra como o seu sucessor, demonstrou de público a preferência pelo ex-governador de Minas como a sua nova opção.
A depender dos esforços da imprensa tradicional, nada de constrangedor, ilícito ou embaraçoso poderá abalar a imagem do provável candidato do PSDB, a não ser quando a diabólica internetinsiste em meter o bedelho onde não deve.
Aécio, quando governador de Minas, foi soberano. Com a imprensa do Estado completamente coagida e a oposição fragilizada tanto pela própria incompetência desarticuladora, como pela incapacidade de enfrentar uma máquina robusta, o neto de Tancredo gozou de um status de invulnerabilidade. Nada, nenhuma denúncia de corrupção e acusações contra o seu governo foram levados adiante ou encarados com a seriedade requerida.

Leia mais

As imagens contidas no vídeo a seguir, por exemplo, só seriam vistas caso o telespectador estivesse antenado ao vivo na tv assembleia, cuja audiência é bastante limitada.
Reprodução e repercussão, só na rede:

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ELEIÇÕES NA VENEZUELA: VOTO CONSOLIDADO DE CHÁVEZ É O DOBRO DA OPOSIÇÃO:

11.07.2012
Do blog FAZENDO MEDIA, 10.07.12
Por Jadson Oliveira


Chávez: não caiam em provocações
De Caracas (Venezuela) – O voto considerado consolidado (aqui é chamado “voto duro”) do chavismo chega a 46,4%, enquanto o da oposição está em 21,9%, uma dianteira de 24,5%. Quanto à aceitação dos partidos, o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), dos chavistas, tem 45,4%, enquanto as diversas agremiações que se juntaram contra o presidente Hugo Chávez são aceitas por 22,9% do eleitorado. A aceitação do PSUV cresceu 11,7% nos últimos 12 meses, enquanto a dos partidos anti-chavistas diminuiu 10,7% no mesmo período.
São números arrasadores a três meses das eleições presidenciais de 7 de outubro, quando o presidente venezuelano terá como principal oponente Henrique Capriles Radonski, governador do estado de Miranda, o mais populoso do país (Capriles se afastou do governo para se candidatar à Presidência, mas não renunciou, conforme permite a legislação vigente).
Tais números foram anunciados no programa do domingo, dia 8, chamado Confidenciais, mantido por um jornalista bem conceituado de nome José Vicente Rangel, através da emissora privada de TV Televen, com base em pesquisas do Instituto Venezuelano de Análise de Dados (IVAD). Rangel comentou que a tendência apontada pelas medições do instituto é de crescimento da diferença em favor do chavismo, o que, nesta altura do campeonato, significa um desfecho de difícil reversão.
Apesar do chamado “wishful thinking” (“pensamento desejoso”) disseminado na velha mídia de direita pelo mundo afora (na blogosfera do Brasil chamada “golpista”), só não vê a iminente vitória eleitoral de Chávez quem não quer ver. Um ponto importante numa discussão pertinente é o tamanho da vantagem a ser obtida pelo chavismo nas urnas: os chamados bolivarianos lutam por uma vantagem grande para desautorizar as denúncias de fraude que serão – eles têm certeza – levantadas pelos oposicionistas diante da derrota. A meta alardeada, bastante ambiciosa, é conseguir 10 milhões de votos num eleitorado de 19 milhões (em 2006 Chávez obteve pouco mais de 7 milhões – 63% dos votos válidos).
Os chavistas alertam: estão preparados para “cantar a fraude”
Outro ponto importante, em discussão aqui no dia-a-dia da campanha, é o que trama a oposição. Frente à derrota eleitoral, que parece inevitável, os anti-chavistas se esmeram em denunciar os supostos favorecimentos à candidatura governista, como a grande exposição do presidente durante as constantes cadeias nacionais de televisão nos atos de governo, como chefe do Executivo, como chefe de Estado. E, paralelamente, a suposta parcialidade do Conselho Nacional Eleitoral (CNE, que corresponde ao nosso TSE), o árbitro da partida.
Os chavistas contestam: olha aí, estão preparados para “cantar a fraude” no dia 8 de outubro, ao ser anunciado o resultado do pleito. Argumentam que não é apresentado nenhum fato concreto que possa arranhar a lisura da condução feita pelo CNE. E que denúncias como, por exemplo, o uso de cadeia nacional de TV, são descabidas, porque Chávez, apesar de agora candidato à reeleição, continua governando o país, continua presidente da República, continua chefe de Estado, com todos os deveres e prerrogativas do cargo.
Ultimamente a oposição lançou a idéia de um acordo entre os candidatos: ambos prometeriam respeitar o resultado das urnas, mas com algumas condições, a principal é justamente acabar o suposto abuso das cadeias de TV. Chávez respondeu: para mim, o acordo já está feito, já jurei respeitar a palavra definitiva das urnas, mas não temos que alinhar quaisquer condições, porque as condições já estão expressas na legislação em vigor, na Constituição.
Para o chavismo, a situação é clara: a oposição sabe que vai perder e busca desestabilizar o processo eleitoral, o governo bolivariano, a revolução bolivariana, provocando, por exemplo, atos violentos durante a campanha. Para isso, conta com muito dinheiro e o poderoso dispositivo midiático interno e internacional, tudo sob os auspícios do império norte-americano, através da CIA (sua agência de inteligência) e seus mil e um tentáculos.
Cabe aos bolivarianos, alerta todo dia o presidente Chávez, estarmos preparados – povo e Forças Armadas – para abortar as ameaças e tentativas de desestabilização. E chama a atenção de seus seguidores, em todas as oportunidades: cuidado, não caiam em provocações!
(*) Jadson Oliveira é jornalista baiano e vive viajando pelo Brasil, América Latina e Caribe. Atualmente está em Caracas (Venezuela). Mantém o blog Evidentemente (blogdejadson.blogspot.com).
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Internauta desmonta nova farsa de "Veja", a revista parceira do crime organizado

11.07.2012
Do blog TUDO EM CIMA, 14.07.12
Por  Foo, no blog Luis Nassif

É tamanha a ânsia da Veja para enterrar a CPI que, se preciso, deixará o petista Agnelo Queiroz livre, junto com Cachoeira, Demóstenes, Pirilo, Leréia, e, é claro, o editor-chefe da revista, Policarpo Jr. 


Eu li o artigo da Veja, e só tenho uma observação: a Veja quer enterrar a CPI, custe o que custar.

O caso Cachoeira pega diretamente o senador Demóstenes Torres (DEM/Goiás), o governador Marconi Pirilo (PSDB/Goiás), o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB/GO) e o editor-chefe da revista Veja, Policarpo Jr.

A primeira reação da mídia, diante do escândalo, foi tentar envolver todo mundo: Agnelo (PT/DF), Protógenes (PCdoB/SP), e a construtora Delta -- que, segundo a imprensa, "faz negócios com o Governo Federal" -- convenientemente omitindo o fato de que a Delta faz negócios com todas as esferas do governo, em diversos estados, inclusive São Paulo!!!

Notícias recentes da Folha, do Estadão, e da Globo, dizem que a CPI preocupa a Dilma e setores do PT; quando os mais preocupados, obviamente, devem ser o DEM e o PSDB.

Mas vamos assumir que as acusações sejam verdadeiras, e que Agnelo, Protógenes, e o próprio Governo Federal estejam envolvidos no escândalo. Este seria, sem dúvida nenhuma, o maior escândalo da história recente do país. Maior do que o mensalão, que segundo a Veja foi "o maior escândalo de corrupção da história do país". 

A Veja não quer investigação, e usa todos os artifícios que têm à sua disposição para isso: apela para a PT-fobia, para o "risco para a liberdade de expressão", para a imagem de Hitler e Mussolini... nenhum recurso é deixado de lado no objetivo de demonstrar, por A+B, que a CPI será péssima para o Brasil.

Vamos a alguns trechos do artigo (em negrito, intercalado com meus comentários):

"Com o julgamento do mensalão pelo Supremo a caminho, os petistas lançam uma desesperada ofensiva para tentar desviar a atenção dos crimes cometidos por eles no que foi o maior escândalo de corrupção da história brasileira"

Mas quem está fazendo "uma desesperada ofensiva para desviar a atenção dos crimes cometidos" é a própria Veja. (Apenas como exemplo, além dos mais de 200 telefonemas entre Policarpo e Cachoeira, agora temos evidências de que a gravação do Hotel Nahoum -- naquela fatídica capa contra "o poderoso chefão" José Dirceu -- foi feita pelo bicheiro.)

E a Veja continua, dizendo que "o PT espera desmoralizar na CPI todos que considera pessoal ou institucionalmente responsáveis pela apuração e divulgação dos crimes cometidos pelos correlegionários no mensalão — em especial a imprensa."

A imprensa não precisa do PT para se desmoralizar. Ela tem feito isso por conta própria.

"Esse truque funcionou na União Soviética, funcionou na Alemanha nazista, funcionou na Itália fascista de Mussolini, por que não funcionaria no Brasil?". E responde: "Bem, ao contrário dos laboratórios sociais totalitários tão admirados por petistas, o Brasil é uma democracia, tem uma imprensa livre e vigilante"

O Brasil é uma democracia, e a liberdade de imprensa não está sob ameaça. Qualquer um pode escrever o que quiser, e sites na internet começam a dar furos em tempo real -- antes mesmo que as revistas possam chegar às mãos dos assinantes. Isso não significa que a imprensa possa se associar ao crime, ocultar a existência de uma quadrilha por 8 anos em troca de informações privilegiadas, obtidas de maneira ilegal, e promover membros desta quadrilha a "mosqueteiros da ética".

O delírio prossegue: "Uma CPI dominada pelo PT e seus mais retrógrados e despudorados aliados é o melhor instrumento de que a falconaria petista poderia dispor — pelo menos na impossibilidade, certamente temporária para os falcões, de suprimir logo a imprensa livre, o Judiciário independente e o Parlamento."

Aqui a Veja deixa bem claro -- na sua opinião, a CPI é um instrumento para suprimir a imprensa livre, o judiciário independente, e o parlamento. É um instrumento para transformar o Brasil em um ditadura. É uma simplificação grosseira -- como outras que aparecem no artigo -- com o objetivo de causar um mal-estar com relação à CPI.

A essa altura o leitor típico de Veja deve estar pensando: "esta CPI é um perigo!"

"Enquanto o triunfo final não vem, os falcões petistas vão se contentar em usar a CPI para desmoralizar todos os personagens e forças que ousem se colocar no caminho da marcha arrasadora da história, que vai lançar ao lixo todos os que atacaram o PT e, principalmente, seu maior líder, o ex-presidente Lula."

O mais curioso, de acordo com a tortuosa lógica da Veja, é que -- mesmo que a rede de corrupção de Carlinhos Cachoeira seja "suprapartidária", isto é, envolva diretamente o PT -- esta CPI seria de interesse do partido.

"Lula viu na CPI a oportunidade política de mostrar que todos os partidos pecam. Que todos são farinha do mesmo saco e, por isso mesmo, o mensalão não seria um esquema de corrupção inaudito, muito menos merecedor de um rigor maior por parte do Judiciário e da sociedade. Para os petistas, apagar a história neste momento é uma questão de sobrevivência."

Questão de sobrevivência? A presidenta Dilma tem o maior índice de aprovação de toda a história do país, superando até mesmo o Lula; a oposição está desorientada; a própria Veja diz que o PT estaria caminhando rumo ao poder absoluto. Por que esta seria uma "questão de sobrevivência"? O artigo da Veja não consegue manter-se auto-coerente; a única coisa que está perto de se extinguir é a credibilidade da revista.

"É tamanha a ânsia de Lula e dos mensaleiros para enterrar o escândalo que, se preciso, o PT rifará o governador do Distrito Federal, o petista Agnelo Queiroz, que também aparece no arco de influência dos trambiques da máfia do jogo."

É tamanha a ânsia da Veja para enterrar a CPI que, se preciso, deixará o petista Agnelo Queiroz livre, junto com Cachoeira, Demóstenes, Pirilo, Leréia, e, é claro, o editor-chefe da revista, Policarpo Jr.

Para defender Policarpo, sem citar o seu nome, a revista diz: "A oportunidade liberticida que apareceu agora no horizonte político é tentar igualar repórteres que tiveram Carlos Cachoeira como fonte de informações relevantes e verdadeiras com políticos e outras autoridades que formaram com o contraventor associações destinadas a fraudar o Erário."

É uma simplificação grosseira. Policarpo Jr. fez muito mais do que apenas usar Carlos Cachoeira como fonte. Ele usou e foi usado. Durante mais de 8 anos, em mais de 200 telefonemas gravados e reuniões presenciais, Policarpo Jr ajudou a promover os interesses da quadrilha, enquanto a quadrilha satisfazia os interesses da Veja.

A Veja sabia das relações de Demóstenes com Carlinhos Cachoeira, e nunca falou nada. Ou melhor: enalteceu Demóstenes, chegando ao ponto de dizer que ele era um dos "mosqueteiros da ética" do senado. A Veja também ajudou a melar uma CPI contra Cachoeira em 2004. Em troca, Cachoeira foi responsável por inúmeros "furos" da revista, em gravações ilegais que envolviam terceiros. 

Mas a Veja prossegue com a seguinte lição sobre a ética jornalística:

"Os petistas acham que atacar o mensageiro vai diminuir o impacto da mensagem. Pelo que disse Marco Maia, eles vão tentar mostrar que obter informações relevantes, verdadeiras e de interesse nacional lança suspeita sobre um jornalista. Maia não poderia estar mais equivocado. Qualquer repórter iniciante sabe que maus cidadãos podem ser portadores de boas informações. As chances de um repórter obter informações verdadeiras sobre um ato de corrupção com quem participou dele são muito maiores do que com quem nunca esteve envolvido. A ética do jornalista não pode variar conforme a ética da fonte que está lhe dando informações. Isso é básico."

Se Cachoeira tivesse feito gravações de suas conversas com Demóstenes e Pirilo, isto estaria dentro da ética jornalística.

Mas Cachoeira fez gravações contra terceiros -- pessoas que não estavam envolvidas com eles. Para citar um exemplo, hoje sabemos que as filmagens no Hotel Nahoum foram obra da quadrilha. A reportagem de capa de Veja foi ironicamente intitulada "O Poderoso Chefão".

A Veja tinha acesso ao verdadeiro "chefão" -- e nunca falou nada.

A Veja teve acesso a todas as informações sobre a máfia de Goiás e nunca denunciou o esquema.

Durante 8 anos a Veja usou e foi usada por Carlinhos Cachoeira. E é por isso que estão com medo. Mas não é só isso:

"Motivo mesmo para uma CPI seria investigar os milionários repasses de dinheiro público que o governo e suas estatais fazem a notórios achacadores, chantagistas e manipuladores profissionais na internet. Fica a sugestão."

A Veja está com medo porque não controla mais a informação. Se a CPI sair, não haverá como filtrar as informações.

Viva os blogs sujos!

Viva a internet!

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Cientologia usa métodos de manipulação e “lavagem cerebral” entre adeptos

11.07.2012
Do portal GOSPEL PRIME, 09.07.12
Por Jussara Teixeira

Reportagem do Fantástico expõe os bastidores da misteriosa seita


Cientologia usa métodos de manipulação e “lavagem cerebral” entre adeptos
O Fantástico abordou no último domingo (8) os bastidores da misteriosa seita da Cientologia, apontada como o motivo da separação entre a atriz Katie Holmes e o astro de Hollywood Tom Cruise.
A reportagem mostrou os estranhos métodos utilizados pela religião entre seus adeptos, entre eles o uso de um aparelho de detecção de mentiras, que seria usado para que os fieis “descarregassem sentimentos negativos e passassem a se sentir melhor”, de acordo com a matéria, que mostrou cenas de uma reportagem realizada pela BBC.
Outra exigência da seita é terminante proibição de os casais adeptos terem filhos. Marc e Claire Headley, um casal que se retirou dos quadros da organização, disse que a mulher teve que abortar duas vezes para cumprir a exigência imposta.
Depois que decidiram se desligar da religião, eles disseram que integrantes da seita convenceram seus parentes a não terem mais contato com o casal, bloqueando a comunicação entre eles e a família.
De acordo com Johnny Bernardo, estudioso de seitas e heresias do Instituto de Pesquisas Religiosas (INPR), os adeptos da religião praticam o chamado “fair game”, ou vale tudo, em português. Isso quer dizer que seus inimigos podem ser feridos, enganados, desacreditados ou até destruídos, caso os membros da organização achem se fazer necessário.
“Eles podem utilizar a força física, pois são doutrinados a defenderem a organização contra todo inimigo interno e externo impondo sua força física e mental ou mesmo travar longas batalhas judiciais se necessário contra o que chamam de seus ‘agressores’”, diz Bernardo.
Bernardo pesquisou em institutos especializados em doutrinas destrutivas e no documentário realizado pela BBC, e atuou como consultor da reportagem do Fantástico.
Segundo ele, há uma verdadeira rede de espionagem montada pela igreja. “Os membros da seita colocam sob vigilância não somente ex-adeptos e jornalistas mas também agências governamentais”, diz.
Um dos alvos da organização atualmente seria Rick A. Ross, um dos maiores especialistas em seitas destrutivas nos EUA. Já existe um dossiê feito por membros da religião com mais de 15 mil páginas contra o pesquisador, que envolve problemas em sua infância e fase adulta. “É a guerra de informações promovida pela Cientologia contra seus inimigos em potencial”, diz Bernardo.
Estratégias                                                                                                       
A Cientologia tem entre suas principais estratégias para sua divulgação o “recrutamento” de artistas conhecidos do grande público que se tornam espécies de embaixadores de suas doutrinas.
Fundada em 1954 por Lafayette Ron Hubbard, ela tem em seus quadros hoje, além de Tom Cruise, que seria o “braço direito” do mentor da religião, John Travolta e até mesmo Lisa Marie Presley, além de Juliette Lewis, que estariam nos quadros da organização.
A seita cresce exponencialmente nos EUA. Somente na Flórida cerca de 9 mil adeptos estariam reclusos, mas trabalham incessantemente para a difusão da doutrina, diz Johnny Bernardo.
A Cientologia ainda usaria de métodos pouco ortodoxos para controlar seus adeptos, entre eles a intimidação, ameaças e invalidação. “Nos centros de treinamento e recrutamento da organização ocorre uma verdadeira lavagem cerebral dos adeptos”, revela Bernardo.
“As estrelas da Cientologia não são meros garotos-propaganda contratados para representarem a igreja”, diz Bernardo. “Eles acreditam firmemente em absurdos como a tese de Hubbard de que a humanidade é fruto de sobreviventes enviados do espaço por um ser chamado Xenu”, descreve.
“Há suspeitas de que, tal como ocorreu na Alemanha em relação à Hitler, de que estrelas de Hollywood são realmente manipuladas ou mesmo ‘programadas’ pela Cientologia, conclui Bernardo.

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Caiu a casa para mais um falso moralista da direita! Por elo com Cachoeira, Demóstenes é 2º cassado na história do Senado

11.07.2012
Do blog TUDO EM CIMA
Por ELAINE LINA, no portal Terra direto de Brasília


O receio de que o voto secreto pudesse manter Demóstenes Torres (sem partido-GO) no cargo de senador da República não se concretizou. Por 56 votos favoráveis, o ex-democrata perdeu o mandato em uma sessão histórica nesta quarta-feira: foi o segundo político a ser cassado no Senado por quebra de decoro parlamentar.

Os senadores entenderam que ele usou o mandato para favorecer os negócios do grupo criminoso comandando pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira e recebeu vantagens pelo serviço.

Até hoje, apenas o senador Luiz Estevão (PMDB-DF) havia sido cassado pelos seus colegas no Senado, no ano 2000, após acusações de desvio de dinheiro das obras do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo. O STJ condenou o empresário de Brasília a 36 anos de prisão pelo superfaturamento das obras. Estevão segue em liberdade enquanto à decisão couber recurso.

O processo contra Demóstenes, julgado nesta quarta-feira, é resultado das apurações do Conselho de Ética, que por três meses colheu provas e depoimentos embasados nas operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal, e decidiu por unanimidade pela cassação do senador. A representação contra ele, proposta pelo Psol, foi aceita após os membros da comissão entenderam que Demóstenes usou sua influência e poder para favorecer Cachoeira.

O parecer então foi encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça, a qual Demóstenes inclusive já presidiu, que considerou o pedido de cassação constitucional por avaliar que o parlamentar teve direito à defesa e que o processo obedeceu quesitos de legalidade e constitucionalidade. O político deve voltar agora ao cargo de procurador de Justiça, do qual se licenciou para entrar na vida pública há 11 anos.

Nos últimos dez dias, Demóstenes usou a tribuna para discursar jurando inocência e pedindo a seus pares que não o condenasse. Por repetidas vezes, ele negou, para uma plateia vazia, ter feito lobby para Cachoeira ou recebido dinheiro. A defesa dele também insistiu durante todo o processo que as escutas que flagraram as relações entre Demóstenes e o bicheiro Carlinhos Cachoeira são ilegais e teriam sido alteradas e editadas com a finalidade de atingir o senador.

Denúncias causam surpresa

Em seu segundo mandato como senador, o promotor de Justiça de carreira costumava ser uma das primeiras vozes da Casa a se levantar quando surgiam denúncias de irregularidades na imprensa.

A chegada de seu nome às manchetes de jornais acusado de usar seu mandato para beneficiar Cachoeira causou surpresa em colegas e o levou a denunciar uma campanha na mídia para atingi-lo. "O Senado vai escolher que futuro pretende, se de insegurança jurídica, em que qualquer de seus integrantes terá de ser eliminado para atender a sanha acusatória, ou um amanhã justo, respeitando-se os direitos dos representados, sem pressa", disse o parlamentar em seu último discurso no plenário da Casa antes da votação secreta que selou o seu futuro.

Visivelmente abatido e mais magro, o parlamentar goiano de 51 anos fez de tudo, nos últimos dias, para salvar o mandato e manter o foro privilegiado. Desde a semana passada, tem subido à tribuna para se defender e chegou a pedir perdão nominalmente a diversos senadores.

No entanto, ele não contava mais com o prestígio que tinha junto aos colegas até março, quando surgiram as primeiras denúncias. À época, Demóstenes subiu à tribuna para prestar esclarecimentos e recebeu apartes de senadores históricos, do governo, da oposição e independentes - casos de Eduardo Suplicy (PT-SP), Pedro Simon (PMDB-RS) e Alvaro Dias (PSDB-PR).

Até a petista Marta Suplicy, vice-presidente do Senado, reconheceu que as denúncias contra o parlamentar foram uma "surpresa gigantesca". "Tantas vezes ficamos impressionados com sua capacidade, com seu brilhantismo como opositor e com sua defesa da ética e da correção no lidar com as coisas públicas", afirmou a senadora, durante sessão recente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Demóstenes foi um dos mais atuantes políticos da oposição. Encabeçou uma campanha por uma CPI para investigar denúncias contra o governo e também foi relator na Comissão de Constituição (CCJ) da Lei da Ficha Limpa.

Escutas da Polícia Federal sugerem que Demóstenes teria viajado em um avião pago por Cachoeira, e que utilizava um aparelho de rádio e telefone fornecido pelo empresário. Em depoimento ao Conselho de Ética, Demóstenes negou envolvimento com jogos ilegais, mas assumiu ter uma "relação de amizade" com Cachoeira, que está preso desde o início do ano acusado de comandar uma rede de jogos ilegais.

O senador, que já foi procurador-geral de Justiça de Goiás, presidente do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça e secretário de Segurança Pública de seu Estado disse ter aceitado o telefone por "comodidade".

Eleito senador pelo DEM em 2002, o senador, natural de Anicuns, deixou o partido neste ano após a legenda decidir abrir processo de expulsão contra ele por conta das denúncias. Na época, Demóstenes disse ter sido pré-julgado pelo partido.

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Tudo em casa: Ex-marido de mulher de Cachoeira deve assumir vaga de Demóstenes

11.07.2012
Do blog LIMPINHO E CHEIROSO
Por Mirelle Irene, via Portal Terra

Wilder Pedro de Morais, secretário de Infraestrutura de Goiás.

Com a cassação do senador Demóstenes Torres (sem partido/GO), quem deve assumir a vaga no Senado é o empresário da construção civil Wilder Pedro de Morais (DEM), o primeiro-suplente. Engenheiro de 44 anos, Morais ocupa pela primeira vez um cargo público: desde 2011, é secretário de Infraestrutura do Estado de Goiás, função para o qual foi convidado pessoalmente pelo governador Marconi Perillo (PSDB). Morais é ex-marido da atual mulher do bicheiro Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendonça.

Natural de Taquaral de Goiás, na região central do Estado, Wilder nasceu em uma família humilde de agricultores. Sua trajetória profissional, no entanto, o transformou em um empresário milionário. Seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral, quando concorreu nas eleições de 2010, era de R$14,4 milhões.

Após iniciar carreira na empresa Construsan, de Goiânia, onde ficou por 11 anos e chegou a diretor-presidente, Morais fundou em 1997, com dois amigos de faculdade, a primeira empresa do Grupo Orca Construtora, que atua hoje no Brasil e no exterior. A companhia constrói e aluga, por exemplo, lojas para hipermercados de redes como o Carrefour. Os negócios de Morais ainda abarcam diversificados empreendimentos, como mineração, incorporação de construtoras, participação na construção de shoppings, entre outros.

Respeitado e influente no meio empresarial, Wilder Morais foi convidado em 2009, por Demóstenes Torres, para ser seu suplente na campanha do ano seguinte. Aceitando o convite pela admiração que sentia pelo senador, o empresário começou a participar do processo eleitoral, de forma ativa: pediu votos, distribuiu folhetos e teria sido também um dos principais doadores da campanha.

De temperamento discreto, Morais teve sua vida pessoal divulgada recentemente por causa da prisão de Cachoeira. Conversas gravadas pela investigação da Polícia Federal mostram que sua então mulher começou o relacionamento com o contraventor enquanto ainda era casada. Andressa e Morais tiveram dois filhos.

Carlinhos Cachoeira

Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.

Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram contatos entre Cachoeira e o senador democrata Demóstenes Torres (GO). 

Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais.

Nos dias seguintes, reportagens dos jornais Folha de S.Paulo e O Globo afirmaram, respectivamente, que o grupo de Cachoeira forneceu telefones antigrampos para políticos, entre eles Demóstenes, e que o senador pediu ao empresário que lhe emprestasse R$3 mil em despesas com táxi-aéreo. Na conversa, o democrata ainda vazou informações sobre reuniões reservadas que manteve com representantes dos três Poderes.

Pressionado, Demóstenes pediu afastamento da liderança do DEM no Senado em 27 de março. No dia seguinte, o PSOL representou contra o parlamentar no Conselho de Ética e, um dia depois, em 29 de março, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski autorizou a quebra de seu sigilo bancário.

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), anunciou em 2 de abril que o partido havia decidido abrir um processo que poderia resultar na expulsão de Demóstenes, que, no dia seguinte, pediu a desfiliação da legenda, encerrando a investigação interna. Mas as denúncias só aumentaram e começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas.

Após a publicação de suspeitas de que a construtora Delta, maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos, faça parte do esquema de Cachoeira, a empresa anunciou a demissão de um funcionário e uma auditoria. O vazamento das conversas apontam encontros de Cachoeira também com os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás. Em 19 de abril, o Congresso criou a CPI mista do Cachoeira.

Leia também:


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Está chegando ao fim a farsa de Demóstenes?

11.07.2012
Do BALAIO DO KOTSCHO, 10.07.12
Por Ricardo Kotscho

demo Está chegando ao fim a farsa de Demóstenes?
Quando o plenário do Senado Federal se reunir na tarde desta quarta-feira para decidir o destino do senador goiano Demóstenes Torres (ex-DEM), estará chegando ao fim — ou não — uma das maiores farsas já vistas no Parlamento brasileiro.
Tudo indica que o antigo queridinho da imprensa de Brasília, apresentado ao País como o denunciador-geral da República, o último dos honestos, terá seu mandato cassado pelo conjunto da obra, revelada após a prisão do seu amigo e parceiro Carlinhos Cachoeira, mas ninguém pode garantir esse desfecho porque o voto é secreto.
Enquete publicada na edição da Folha de terça-feira informa que 52 dos 81 senadores declararam que vão votar pela cassação de Demóstenes (bastam 41 para que perca o mandato).
O próprio jornal, porém, lembra que, em 2007, 43 senadores também haviam se manifestado numa enquete a favor da cassação de Renan Calheiros (PMDB-AL), acusado de receber uma espécie de ajuda de custo de uma empreiteira, mas na hora do vamos ver apenas 35 confirmaram o voto.
Um deles foi justamente Demóstenes Torres, que fez questão de abrir seu voto com pompa e circustância: "Vou votar da mesma forma que votei da outra vez, pela perda do mandato do senador Renan. Se não serve para ser presidente, não serve para ser senador", pontificou na tribuna, no dia 5 de dezembro de 2007.
Agora, nas voltas que a vida dá, o advogado de Demóstenes, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, ameaça ir ao Supremo Tribunal Federal se algum senador abrir seu voto amanhã.
Pois é exatamente isso que o País espera dos seus representantes: que cada um revele como votou e dê seus motivos. Se, por acaso, Demóstenes for absolvido, e a farsa não chegar ao fim, os eleitores têm o direito de saber quem foi responsável pela desmoralização do Senado Federal.
Por confiar nos milagres do voto secreto, Demóstenes cumpriu sua promessa de ir à tribuna todos os dias, mesmo falando para ninguém no plenário, como aconteceu mais uma vez na segunda-feira.
Cada dia mais patético, o senador goiano nem piscou ao proclamar sua inocência, contra todas as provas e evidências das suas relações especiais com o "empresário de jogos" Carlinhos Cachoeira, de quem foi acusado de ser "despachante de luxo". Naquele que pode ter sido um dos seus últimos atos como senador, Demóstenes teve a coragem de dizer:
"E a verdade é que não quebrei o decoro parlamentar, não cometi ilegalidades, não menti em discurso no plenário do Senado, não percebi vantagem indevida, não pratiquei irregularidades, não me envolvi em qualquer crime ou contravenção, não conhecia as atividades de Carlinhos Cachoeira investigadas pela Operação Monte Carlo".
Só faltou dizer que, ao contrário do que todos pensam, o Demóstenes Torres de quem tanto falam não é ele. Se o ainda senador acredita mesmo no que está dizendo, seu caso é bem mais grave do que se imaginava quando acumulou por muito tempo os papéis de baluarte no combate à corrupção e a de interlocutor preferencial de Carlinhos Cachoeira no Congresso Nacional, sem que ninguém da imprensa desconfiasse.
Como grande ator, o nosso inverossímil personagem conseguiu representar ao mesmo tempo o protagonista e o antagonista de uma farsa que nem os melhores autores de ficção seriam capazes de criar.
Após as últimas cenas em que falou sozinho na tribuna, indiferente ao desprezo dos  antigos colegas e dos seus admiradores na imprensa, o nome da peça poderia ser algo na linha "O Grande Cara de Pau".

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HUMOR NA CPI: ALVARO DIAS PASSA RIDÍCULO EM VÍDEO DA CPI

11.07.2012
Do blog ANAIS POLÍTICOS,03.07.12

Alvaro Dias é aquele Senador da República que dia sim, dia também, subia na Tribuna do Senado com a revista Veja debaixo do braço pra atacar todos os seus "inimigos".

E prova de que ele realmente acredita na imprensa brasileira, é este vídeo, onde passa ridículo por ser mais um dos que acreditam piamente naquilo que lêem nas publicações subreptícias do país, inclusive em blogs de piada.

Parabéns ao Álvaro e a Veja.

Diz a lenda que é melhor ele ir reformulando o rol de inimigos e de amigos. Eleição que vem, consta que o dono do PSDB do Paraná não mais lhe dará legenda para disputar outra vez a cadeira do Senado. Terá de pedir penico em algum lugar, muito possivelmente, em algum partido da base do Governo Federal.

Será um novo Fruet, que meteu o pau por 10 anos no PT e agora diz que não disse o que disse, só pra ter acesso ao apoio do petismo para a Prefeitura de Curitiba.

Serão castigados todos, quem pede e quem dá o apoio, porque o povo não é tão idiota quanto pensam.




Clique aqui para ver uma armadilha tipicamente curitibana.
Clique aqui para ver sobre o maravilhoso mundo do marketing de campanha.
Clique aqui para ler sobre o limpinho vice do fazendeiro.
Clique aqui para ver o resultado do alarde de uma pesquisa eleitoral. 
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OXYELITE PRO: Anvisa suspende venda e uso de suplemento alimentar com estimulante proibido

11.07.2012
Do portal da Agência Brasil, 10.07.12
Por Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil



BrasíliaA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu hoje (10) a distribuição, a divulgação, o comércio e o uso do suplemento alimentar Oxielite Pro. A medida é válida em todo país.


De acordo com o órgão, o produto, fabricado por empresa desconhecida, possui a substância dimethylamylamine (DMAA) na composição, um estimulante que ajuda a emagrecer e aumenta o rendimento atlético.
Na última terça-feira (3), o DMAA foi incluído na lista de substâncias proscritas no Brasil, o que impede a importação de suplementos alimentares que contenham a substância, mesmo que por pessoa física e para consumo pessoal. Além do Oxielite Pro, o DMAA é encontrado na composição de suplementos alimentares como Jack3D e Lipo6 Black.
Por meio de nota, a Anvisa alertou que o consumo de suplementos alimentares pode causar graves danos à saúde. Muitos deles são comercializados irregularmente no país, sem terem passado por nenhum tipo de avaliação de segurança.
Alguns desses produtos contêm ingredientes que não são seguros para o uso em alimentos, como estimulantes e hormônios, segundo a agência reguladora. Os suplementos alimentares também podem conter substâncias com propriedades terapêuticas, que não podem ser consumidas sem acompanhamento médico.
“Os agravos à saúde humana podem englobar efeitos tóxicos, em especial no fígado, disfunções metabólicas, danos cardiovasculares, alterações do sistema nervoso e, em alguns casos, levar até a morte”, alertou o órgão.
O comunicado destaca ainda que o forte apelo publicitário e a expectativa de resultados rápidos contribuem para o uso indiscriminado dos suplementos alimentares por pessoas que desconhecem os riscos envolvidos no consumo.

No Brasil, alimentos apresentados em formatos farmacêuticos, como cápsulas e tabletes, só podem ser vendidos depois de avaliados e com registro na Anvisa.

Confira as orientações da Anvisa para evitar o uso de suplementos alimentares não autorizados no país:

- Promessas milagrosas e de ação rápida, como “Perca 5 kg em 1 semana!”;

- Indicações de propriedades ou benefícios cosméticos, como redução de rugas, de celulite e melhora da pele;

- Indicações terapêuticas ou medicamentosas, como cura de doenças, tratamento de diabetes, artrites e emagrecimento;

- Uso de imagens e/ou expressões que façam referência a hormônios e outras substâncias farmacológicas;

- Produtos rotulados exclusivamente em língua estrangeira;

- Uso de fotos de pessoas hipermusculosas ou que façam alusão à perda de peso;

- Uso de panfletos e folders para divulgar as alegações do produto como estratégia para burlar a fiscalização;

- Produtos comercializados em sites sem identificação da empresa fabricante, distribuidora, endereço, CNPJ ou serviço de atendimento ao consumidor.

As recomendações da Anvisa para quem usa ou pretende consumir suplementos alimentares:

- Solicite auxílio de um nutricionista ou médico para a identificação de produtos seguros e regularizados;

- Desconfie se o produto for “bom demais para ser verdade”.Ter um corpo definido e emagrecer nem sempre é rápido ou fácil, principalmente de forma saudável;

- Consumidores que adquiriram produtos que contém DMAA (dimethylamylamine) na composição devem buscar orientação com a autoridade sanitária local sobre a destinação adequada dos suplementos;

- Mais informações podem ser obtidas na central de atendimento da Anvisa pelo telefone 0800 642 9782.


Edição: Carolina Pimentel

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Cassado, Demóstenes será substituído por ex-marido de mulher de Cachoeira

11.07.2012
Do portal da Agência Brasil
Por Luciana Lima


Brasília - Por 56 votos a 19, o Senado aprovou hoje (11) acassação do mandato do senador Demóstenes Torres. Houve cinco abstenções no processo de votação secreta. Assumirá o mandato de senador o primeiro suplente de Demóstenes, Wilder Pedro de Morais, que é ex-marido de Andressa Mendonça, atual mulher do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Demóstenes foi condenado à perda de mandato pela acusação de ter se colocado a serviço da organização criminosa supostamente comandada por Cachoeira.

Assim que o resultado foi divulgado pelo painel do Senado, Demóstenes não esperou a proclamação pelo presidente do Senado, José Sarney. Ele se levantou, acompanhado de seu advogado, e seguiu para elevador privativo que o levou até a saída do Senado. Sem dar entrevista, Demóstenes entrou no carro de deixou a Casa.

Antes, em seu discurso de defesa, Demóstenes Torres se disse vítima da imprensa e atacou o relator do seu processo no Conselho de Ética, senador Humberto Costa (PT-PE).

Demóstenes reclamou de ter sido chamado de "braço político" e de "despachante de luxo" de Carlinhos Cachoeira, acusado pela Polícia Federal de comandar uma organização criminosa com a participação de políticos e empresários. "Fui moído, triturado, achacado na minha dignidade", reclamou o senador. “Fui chamado de despachante de luxo, braço político. Como é que eu vou me defender disso, se é como acusar a mulher de vagabunda. Tudo que ela disser vão dizer que ela está equivocada.”

Demóstenes lembrou que em 2004, a Polícia Federal realizou a Operação Vampiro que investigou fraudes em compra de medicamentos, época em que Humberto Costa era ministro da Saúde do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Ele também negou ter mentido no plenário do Senado ao se defender das denúncias. "Eu não menti aqui. Eu tenho a conduta parlamentar impecável. Quantas vezes eu procurei um senador aqui para pedir qualquer favor para Carlinhos Cachoeira?", questionou Demóstenes.

O senador disse ainda que está sendo visto como um "bode expiatório". “Querem me pegar porque vai ficar mal para a imagem do Senado", destacou Demóstenes. O senador repetiu que a mentira não configura quebra de decoro parlamentar. "Eu não menti, mas mentir não é quebra de decoro. Um senador não pode ser julgado pelo que fala na tribuna porque senão não sobra ninguém", atacou Demóstenes.

Antes do discurso de Demóstenes, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, ocupou por 15 minutos a tribuna do Senado. Ele defendeu que Demóstenes foi alvo de uma campanha difamatória e que é acusado por gravações que foram feitas de forma ilegal pela Polícia Federal. Além disso, de acordo com o advogado, os vazamentos criminosos das gravações ocorreram com o objetivo de provocar um prejulgamento tanto na justiça quanto no Senado.

"Estamos aqui para falar da vida de um senador que foi submetido a gravações iligais", disse o advogado. “Foram três anos um senador da República gravado indevidamente, ilegalmente”, enfatizou.

O advogado apelou para que os senadores esperassem o julgamento na Justiça para depois decidir sobre o mandato de Demóstenes. "Lá [no julgamento na Justiça] teremos o conforto da Constituição", disse o advogado. "A vida dá, nega e tira", ressaltou.

Almeida Castro também defendeu que a vontade dos eleitores de Demóstenes deveria ser respeitada pelos senadores. "Mais de dois milhões de eleitores trouxeram para cá o senador Demóstenes Torres", disse o advogado.

Edição: Talita Cavalcante

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