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sábado, 7 de julho de 2012

PARTIDO DA MÍDIA GOLPISTA PRESSIONA STF A CONDENAR DIRCEU: A cabeça de José Dirceu é o que interessa

07.07.2012
Do jornal FOLHA DE PERNAMBUCO
Por Inaldo Sampaio
Fogo Cruzado


O Supremo marcou para 2 de agosto o início do julgamento do processo do “mensalão”. Serão julgados 38 réus por acusação de formação de quadrilha, tráfico de influência, etc. A denúncia foi formulada pelo então procurador geral da Répública, Antonio Fernando de Souza, e acusa como “chefe da quadrilha” o então chefe da Casa Civil da presidência da República, José Dirceu, obrigado a deixar o governo pelo presidente Lula. A previsão é que o julgamento seja encerrado em 30 dias.

Para a grande mídia, pouco importa que 37 dos 38 réus sejam condenados pelos diferentes crimes de que são acusados. Ela não faz a menor questão que Delúbio Soares, José Genoíno, João Paulo Cunha e a presidente do Banco Rural sejam condenados. Seu objetivo é pegar José Dirceu, que colecionou muitos inimigos e contrariou muitos interesses quando era o 1º ministro do governo. Se condenarem os 37 e ele for absolvido, é como se não tivesse havido punição nenhuma.

Conforme o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos, a imprensa já tomou partido nesse processo, exigindo que ele fosse julgado antes das eleições. E a pressão dela foi tanta que até o ministro revisor, Ricardo Lewandowsky, teve que trabalhar 20 horas por dia para concluir a sua revisão a fim de atender ao interesse da mídia. Opinião equilibrada é a do ex-presidente FHC, a maior figura da Oposição: o Supremo deve ter coragem para condenar, e também para absolver, se assim indicarem os autos.
A despedida - In­con­­formado com a decisão do seu partido de integrar o “chapão” da Frente Popular na eleição para vereador, Liberato Costa Jú­nior (PMDB) não se candidatará à reeleição. Com isso perderá o partido, a Câmara e o Recife, já que ele é referência de homem público.

É Danilo! - O prefeito Pedro Serafim (PDT) ficou lisonjeado com a lembrança do seu nome para disputar uma vaga na Câmara Federal em 2014, mas avisa a quem interessar possa: “O meu candidato e o do meu grupo, em Ipojuca, é Danilo Cabral (PSB), um amigo de todas as horas”.

O inelegível - Rai­mundo Pimentel (PSB) confirma ter dito em Araripina que o vice-prefeito Alexan­dre Arraes (PSB) “é inelegível”, não por ter substituído o prefeito Lula Sampaio (PTB) nos últimos seis meses “e sim por falta de votos”. O vice só conseguiu ser candidato, segundo Pimentel, porque “usou e abusou” da prefeitura e tem o apoio do ex-deputado Bringel (PSDB).

Os erros - Maurício Rands continua recebendo apelos do Brasil inteiro para reconsiderar a posição de sair do PT e da vida pública, mas não volta atrás. Ele acha que chegou a hora de sair da política, mesmo porque cometeu muitos erros após ter-se inscrito nas prévias do PT. O maior deles foi acreditar que seria candidato, quando Humberto Costa já estava escolhido desde 2011.

A troca - O prefeito Júlio Lossio (PMDB) trocou o seu vice em Petrolina por uma questão de estratégia política. Saiu o tucano Do­mingos Sávio, cuja única credencial é ser primo de Ivete Sangalo, e entrou o ex-prefeito Guilherme Coelho (PSDB), de tradição política na cidade.

A pena - Alguns integrantes do PSB estão com tanta raiva de José Dirceu por ele estar vigiando os passos de Eduardo Campos que já consultaram criminalistas sobre a pena que ele poderá pegar se for condenado pelo STF no processo do “mensalão”. Seria 12 anos de detenção.

É favorito - Divagando sobre a política de Olinda, o ex-vereador Valério Leite se convenceu de que Renildo Calheiros (PCdoB) vai ganhar de novo por absoluta falta de adversários. Ricardo Costa (PTB), disse ele, “tinha tudo para chegar ao 2º turno, e depois ganhar a eleição, mas não teve coragem cívica de ser candidato. E Isabel Urquisa (PMDB) tem muito pouca chance”.

Os verbos - Ainda magoado com o prefeito Ma­noel Botafogo (PSDB), que se recusou a apoiá-lo, em Carpina, em 2010, o deputado Antonio Moraes (PSDB) desabafou, ontem, numa reunião: “os únicos verbos que o prefeito aprendeu a conjugar são ‘bater’, ‘agredir’ e ‘perseguir’, mas um dia a casa cai”.

A operação - O advogado Antonio Campos reuniu-se no DF com os membros da Comissão da Ver­dade para pedir uma investigação sobre a “Operação Condor”, pacto entre as ditaduras da América do Sul para eliminar líderes civis. E ontem, na Festa Literária de Paraty (RJ), lançou um livro sobre o tema

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João da Costa diz ser ótimo que Humberto Costa descubra que estava errado em relação a sua gestão

07.07.2012
Do BLOG DE JAMILDO, 06.07.12
Postado por Jamildo Melo



O prefeito João da Costa, do PT, disse nesta sexta-feira, na Rádio Jornal, que está contente pelo fato de o senador Humberto Costa, do PT, candidato a prefeito nestas eleições pelo partido, estar agora reconhecendo sua gestão, depois de ter feito uma série de críticas, no período das prévias, antes da intervenção da Executiva Nacional.

“Estou achando ótimo que ele esteja reconhecendo a minha gestão, que eu estou cumprindo os compromissos do PT e faço uma boa gestão”, analisou.

“O problema é que agora não adianta muito. A oposição vai usar isto no guia eleitoral, vai mostrar o que foi dito antes, nas prévias. Vai ser explorado á exaustão. Eu já alertava para isto. Eu dizia que isto era um erro do PT, mas Rands disse, Humberto Costa disse, João Paulo disse”, afirmou, citando que não há como retroceder.

“Humberto Costa vai ver que estava errado e tem que reconhecer o meu governo”, afirmou, em outro ponto.

De quem está de fora, parece que o prefeito planeja punir o aliado. Sem a penitência pública, pode não receber o apoio para a eleição.

João da Costa disse ainda que, em um telefonema com Humberto Costa, disse-lhe que João Paulo na vice iria acrescentar dificuldades ao dialogo entre os dois. 

“Por conta de tudo que ele falou de mim e contra o governo”, explicou. 

“E eu não vi Humberto Costa criticar as falas de João Paulo”, acrescentou.

A aliados, João da Costa tem sido muito mais cruel. Nas falas reservadas, observa que Humberto Costa teve 10 anos para ensinar sua corrente a não gostar de João Paulo, enquanto João Paulo teve 20 anos para ensinar aos seus aliados a não gostarem de Humberto Campos.


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Impunidade da tortura no Brasil impede avanços no cone sul

07.07.2012
Do blog TECEDORA,06.07.12
Por Najla Passos, Do Carta Maior
Charge de Latuff p/FISENGE: O Estado Brasileiro e os torturadores da ditadura militar

A resistência do Brasil em adotar medidas que permitam a punição dos agentes da ditadura responsáveis por crimes de lesa humanidade, como torturas, desaparecimentos forçados e assassinatos, prejudica a luta pelos direitos humanos em toda a América Latina. Este foi o principal recado deixado pelos cerca de 350 parlamentares, operadores do direito e militantes dos direitos humanos que participaram, nestas quarta (4) e quinta (5), do Seminário Internacional sobre a Operação Condor, em Brasília, promovido pela Comissão Parlamentar de Memória, Verdade e Justiça da Câmara. 

A Operação Condor foi um pacto firmado entre as ditaduras de Brasil, Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia, fundado na Doutrina de Segurança Nacional, ministrada pela Escola das Américas, que, por meio de terrorismo de Estado, impôs sofrimento a milhões de pessoas, em centros clandestinos de tortura, cadeias e quartéis da América do Sul. A compreensão dos participantes do seminário é a que justiça só será feita com a participação efetiva de todos os estados envolvidos. 

Para o juiz federal argentino, Daniel Rafecas, que teve pedidos de extradição de torturadores argentinos rejeitados pela corte brasileira, a interpretação equivocada que o Superior Tribunal Federal (STF) faz da Lei da Anistia, imposta pela ditadura brasileira em 1979, impede os avanços dos direitos humanos não só no Brasil, mas também nos demais países do cone sul. “Esta é a questão central para avançarmos na consolidação das nossas democracias. Crimes de lesa-humanidade, como torturas, assassinatos e prisões ilegais, são imprescritíveis sob o ponto de vista de toda a legislação internacional. O Brasil precisa compreender isso”, criticou.

Segundo ele, na Argentina, desde 2005, a suprema corte declarou a lei local de anistia inconstitucional. Com isso, foi possível abrir processos contra cerca de mil agentes da ditadura, sendo que 250 já foram condenados por crimes graves. 

O deputado argentino Remo Gerardo Carlotto acrescentou que os julgamentos dos crimes praticados no âmbito da Operação Condor devem ser considerados políticas de estado pelos governos envolvidos. “O Estado democrático deve prestar contas daquilo que foi feito pelo estado terrorista anteriormente”, defendeu.

A jornalista, escritora e professora chilena Mônica Gonzalez, também cobrou uma postura mais incisiva das autoridades brasileiras, para permitir o resgate da memória dos regimes militares, comum a todos. Em especial, no caso do povo chileno, a verdade sobre um dos períodos mais emblemáticos da sua história: o golpe que retirou do país, em 1973, o presidente socialista Salvador Allende. “Nós sabemos foram os empresários brasileiros que financiaram a junta militar responsável pelo golpe. E que as primeiras armas que chegaram ao Chile para apoiar Pinochet saíram do Exército brasileiro. Queremos que essa história seja esclarecida e os culpados, punidos”, reivindicou.

O jornalista e ativista dos direitos humanos brasileiro Luiz Cláudio Cunha reconheceu que o país é um péssimo exemplo em resgate da memória. “O Brasil é o país mais atrasado nesta questão. Suas elites políticas e judiciais são extremamente covardes e hipócritas. Eles acham que não punição é uma coisa importante. E a gente vê que os povos da argentina, do Uruguai, do Chile estão resgatando sua autoestima a partir da vivência dos julgamentos de pessoas que cometeram crimes que não são perdoáveis, crimes imprescritíveis. O crime de tortura, por exemplo, é um crime que deve ser sempre perseguido no mundo inteiro. Tanto é que ainda hoje se ouve notícias de nazistas de 80, 90 anos sendo presos. E não por causa de um revanchismo idiota, ou de um sentimento de vingança qualquer, mas porque a justiça do mundo exige que a tortura seja sempre punida. No Brasil, inventaram que isso não tem importância. E para vergonha nossa, isso foi chancelado pelo STF”, criticou.

O médico, professor, escritor e ativista paraguaio Alfredo Boccia Paz propôs uma articulação entre os movimentos dos direitos humanos dos países envolvidos para cobrar justiça e, assim, curar as feridas abertas pelas ditaduras. “Sempre nos chamou muita a atenção porque no Brasil tardava tanto a começar a discutir essas questões de resgate da memória e justiça, que há muito tempo que já vínhamos discutindo nos demais países. A Condor foi transnacional. O reencontro com a memória também precisa ser sem fronteiras”, cobrou.

A deputada Luiza Erundina (PSB-SP), coordenadora da Comissão Parlamentar Memória, Verdade e Justiça a Câmara, também defendeu a articulação de um pacto para lutar contra a impunidade. “Temos que construir uma articulação que seja o reverso da Operação Condor, e possa resgatar a dignidade dos nossos povos por meio da verdade e da justiça. Crimes como o de tortura não podem ser resolvidos com perdão, mas com punição. Isso não se trata de uma vontade pessoal, mas de uma demanda da sociedade”, justificou. 

No documento final do evento, denominado Carta de Brasília, ficou expresso o recado ao judiciário brasileiro. “É exigida uma nova interpretação dos instrumentos legais que cada ditadura impôs nos ordenamentos jurídicos nacionais, como autoanistia e prescrição, a garantir a impunidade aos crimes por elas praticados contra os povos da região, cabendo-nos confrontar toda lei, decreto ou norma que possa reduzir, anular ou restringir a proteção aos direitos humanos, e propugnar que os Estados, em nossas constituições, permitam a investigação e a punição dos crimes contra a humanidade, conforme já estabelece a sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, para que os agentes de Estado, assim como os seus cúmplices civis que violaram os direitos humanos, sejam processados e punidos com penas proporcionais aos seus crimes”, diz a Carta.

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TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL CONFIRMA DEM E PSDB COMO OS PARTIDOS MAIS CORRUPTOS, A MÍDIA GOLPISTA ESCONDE ESTA INFORMAÇÃO: Carlinhos Cachoeira deu R$ 3 milhões para governador de Tocantins do PSDB

07.07.2012
Do blog SINTONIA FINA

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG- Partido da Imprensa Golpista) não mostra!


  41% da receita do comitê do PSDB-TO em 2010 veio de grupo ligado ao bicheiro Carlinhos Cachoeira

Quase metade do dinheiro recebido pelo comitê do PSDB de Tocantins na eleição de 2010 veio de empresários que, segundo a Polícia Federal, atuavam em parceria com Carlinhos Cachoeira.O tucano Siqueira Campos venceu as eleições e é o atual governador. Foi dos cofres do comitê do partido que saíram 98% dos recursos de sua campanha.De R$ 10,5 milhões de receita declarada à Justiça Eleitoral, R$ 4,3 milhões (41%) foram doados por citados na investigação da Polícia Federal na Operação Monte Carlo.

Os dados indicam que a influência de Cachoeira no Tocantins não se limitava ao petista Raul Filho, prefeito de Palmas, flagrado negociando o apoio do empresário.Nas interceptações telefônicas feitas pela PF, Cachoeira diz a um auxiliar ter um encontro marcado com o governador.O maior doador de todo o PSDB tocantinense foi o empresário Rossine Aires Guimarães, com R$ 3 milhões. Sua convocação pela CPI do Cachoeira já foi aprovada.

Dono de uma construtora, ele é, de acordo com a PF, o principal parceiro de negócios de Cachoeira, ao lado de Cláudio Abreu, ex-diretor regional da empreiteira Delta.Duas empresas do suplente de senador Ataídes de Oliveira (PSDB-TO), um dos políticos que mais conversa com Cachoeira nos grampos da PF, doaram R$ 480 mil.Também apontado pela PF como sócio informal de Cachoeira, Marcelo Limírio Gonçalves doou R$ 300 mil.

Outros R$ 500 mil chegaram pela JM Terraplanagem, empresa suspeita pela PF de envolvimento com Cachoeira. O sigilo bancário e fiscal da JM foi quebrado pela CPI.O Ministério Público vê indícios de favorecimento ao grupo de Cachoeira. Em ação de improbidade de 2011, a Promotoria diz que o governo Siqueira Campos dispensou uma licitação de forma irregular para contratar por R$ 14,7 milhões a Delta -à qual Cachoeira era ligado.

CONFIRMADO: DEM, É O PARTIDO MAIS CORRUPTO DO BRASIL!

Segundo o TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL - TSE - o ranking da corrupção no Brasil foi o seguinte, medido pela quantidade de políticos cassados por corrupção desde 2000:

1º) DEM (69);

2º) PMDB (66);

3º) PSDB (58);

4º) PP (26);

5º) PTB (24);

6º) PDT (23);

7º) PR (17);

8º) PPS (14);

9º) PT (10);

10º) PV, PHS, PRONA, PRP (1)

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Bah, tchê: PSOL coligado com o PP de Maluf no Rio Grande do Sul

07.07.2012
Do BLOG DO ESMAEL
Não se engana muitos por muito tempo. Veja essa barbaridade, caro leitor.

O ativista “Stanley Burburinho” levantou a lebre: os camaradas do PSOL se coligaram com o PP de Paulo Maluf e com o DEM de ACM Neto em São Lourenço do Sul, no Rio Grande do Sul.
Está duvidando? Aqui está o link do registro da coligação no TSE.
Nessa coligação neoliberal ainda tem PSDB e PPS. É mole, Juvenal?

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CONFUSÃO NO NINHO DOS CORRUPTOS: Revoltado e só, Cachoeira está perto de chutar o balde

07.07.2012
Do BLOG DO MAGNO
Por  Magno Martins


A situação do homen que ocupa maior espaço na mídia brasileira no momento é narrada por Cláudio Humberto, na sua coluna de hoje:

''Preso há cinco meses, abatido, pagando R$ 15 milhões ao advogado estrelado que não ganha um só habeas corpus a seu favor, Carlos Cachoeira está à beira de chutar o advogado. E o balde.''

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CPI: A VEJA ESTÁ PERTO DO JUÍZO FINAL !

07.07.2012
Do blog CONVERSA AFIADA, 06.07.12
Por Paulo Henrique Amorim


Sabe-se que os filhos do Roberto Marinho se reuniram com Michel Temer e passaram a seguinte instrução: quando ouvir falar em Veja, entenda imprensa; quando ouvir falar em imprensa, entenda Globo.



Oficialmente, a CPI do Robert(o) Civita só sabe que o Policarpo Junior se encontrava mais pessoalmente com o Carlinhos Cachoeira do que falava por telefone.

Isso, Ernani de Paula, na entrevista à Record que melou o mensalão , já dizia.

Ernani encontrou Policarpo na empresa do Carlinhos.

A CPI sabe, oficialmente, que Policarpo estava promiscuamente ligado ao Carlinhos Cachoeira.

Oficialmente, sabe que algumas das “reportagens” que Policarpo publicou na Veja resultavam em benefícios dasempresas da Cachoeira.

Basta ler a Veja.

(Sé é que o amigo navegante tem coragem para isso.)

E acompanhar as graves denúncias do Senador Collor – de que havia um intercâmbio entre Policarpo Junior, o Ministério Público e os interesses pecuniários de Carlinhos Cachoeira.

Collor sustenta que Policarpo era o “mastermind” do intercâmbio de informações.

Ele era o pivô entre o Ministério Público e Cachoeira.

Agora, o que a CPI começou a descobrir, também, com o farto material que o relator Odair Cunha trouxe de Anápolis do cofre do Carlinhos Cachoeira  é a relação mais profunda entre Policarpo, a Veja e o crime organizado.

Torna-se progressivamente inevitável que Robert(o) Civita e Policarpo façam aquilo que Collor considera um dever da CPI: responsabilizar Robert(o) e Policarpo.

Sabe-se que os filhos do Roberto Marinho – eles não tem nome próprio – se reuniram com Michel Temer e passaram a seguinte instrução: quando ouvir falar em Veja, entenda imprensa; quando ouvir falar em imprensa, entenda Globo.

Breve, isso ruirá.

Em tempo: breve também se esclarecerá por que um delegado da Polícia Federal se ofereceu para ir à CPI e, quando se perguntava sobre o Policarpo, ele insistia em dizer que ali não havia crime nenhum. E insistia. Mesmo depois de vários parlamentares o interrogarem. Estranho …

Paulo Henrique Amorim


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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/pig/2012/07/06/cpi-a-veja-esta-perto-do-juizo-final/