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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Cachoeira vazava operações da PF para chefe de gabinete de Perillo


04.04.2012
Do DIARIO DE PERNAMBUCO
Por Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

BRASÍLIA - O contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, usou sua rede de policiais para obter informações sobre operação da Polícia Federal e vazá-las para a chefe de gabinete do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Segundo relatório da Operação Monte Carlo da PF, Cachoeira trocou telefonemas e mensagens com Eliane Gonçalves Pinheiro que, como o senador Demóstenes Torres (sem partido), também foi presenteada com um telefone criptografado comprado no exterior para poder falar com o contraventor. Cachoeira usou o mesmo esquema de acesso a policiais para repassar informações sobre ações da PF à construtora Delta.

Num dos trechos das gravações interceptadas com autorização judicial, o contraventor pergunta a Eliane se ela falou “pro maior” (sic). Ela responde que sim, e acrescenta: “Estou com ele aqui. Tá aqui. Imagina como que tava”. Não fica claro se “o maior” é o próprio governador.

A ação em questão foi desencadeada no dia 13 de maio de 2011 com o nome de Operação Apate. O objetivo foi combater um esquema de fraudes contra a Receita Federal nos estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Pará e Minas Gerais. Foram expedidos 82 mandados de busca e apreensão e 13 mandados de prisão. A Receita Federal havia identificado indícios de que em Declarações do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF), apresentadas por prefeituras e outros órgãos municipais, havia informações falsas sobre retenções do imposto de renda. Os operadores do esquema contavam com a colaboração de alguns prefeitos e servidores do primeiro escalão municipal. A estimativa da Receita Federal é que o prejuízo aos cofres públicos tenha alcançado cerca de R$ 200 milhões.

Antes do telefonema, o contraventor trocou mensagens de texto com a chefe de gabinete de Perillo, informando da ação da PF. O primeiro torpedo ocorreu no dia 12 de maio do ano passado, às 20h16. Ele anuncia: “vai ter busca na casa e prefeitura, ok”. E ela responde: “ok, entendi.” Depois, continua Carlinhos: “somente busca.” E ainda dá conselhos: “pede a ele que tire as filhas de lá.”. Eliane tranquiliza o interlocutor: “elas estão na casa dele em Taguatinga. Vc. acha q eles vão procurar lá tbem? Ele tem as duas residências”. Carlinhos responde: “acredito q não. Uruaçu, Minaçu”, informa, referindo-se a dois municípios onde deveriam se desencadear as ações da Polícia Federal. Depois encerra: “Entendeu? Falou pro chefe?”

Delta também pediu dados

Doze minutos depois da troca de torpedos, o contraventor telefona para Eliane para confirmar se ela recebeu as mensagens.

Carlinhos: Eliane?

Eliane: Estou ouvindo.

Carlinhos: Falou pro maior (sic)?

Eliane: Falei, estou com ele aqui. Tá aqui. Imagina como que tava.

Antes de encerrar o diálogo, a chefe de gabinete de Marconi Perillo procura saber se a operação da Polícia Federal tem mais gente envolvida.

Carlinhos: Não. Já, já eu te falo. O que eu sei é esses aí (sic). Num (sic) tem ninguém grande não.

Mas Eliane insiste para que ele a avise sobre as novidades: Se você ficar sabendo, me fala. Tem uns pequenos aí que interessa (sic) a gente.

Por meio da assessoria de imprensa, Eliane confirmou que conhece Carlinhos desde 2003. Sobre os diálogos, ela afirma, que a Eliane citada em relatório da PF pode ser uma advogada. 

No relatório da PF, Eliane é identificada pelo sobrenome, número do CPF e até os telefones utilizados por ela. A chefe de gabinete de Marconi Perillo negou que tenha recebido um Nextel de Cachoeira e afirma que foi um amigo, Wladimir Garcez, que lhe emprestou um aparelho quando ela fez uma viagem ao exterior. Garcez é ex-vereador e, segundo a Polícia Federal, também integra o esquema de Carlinhos Cachoeira. Há vários diálogos interceptados entre os dois. O governador Marconi Perillo disse, por meio da assessoria, que desconhece qualquer relação entre sua chefe de gabinete e Carlinhos Cachoeira.

Relatório da Polícia Federal mostra que Cachoeira também repassou informações para Cláudio Dias Abreu, ex-diretor da construtora Delta em Goiás. Conversas interceptadas pela PF revelam que Abreu recorreu ao amigo para se proteger de eventual investigação sigilosa da Polícia Federal. Integrantes da organização conversam também sobre movimentação financeira supostamente irregular da empresa.

Abreu recorreu aos serviços de Cachoeira em 14 de julho do ano passado para saber sobre operação que a Polícia Federal faria no Pará.

"É deixa eu te falar, nós ficamos sabendo que vai ter uma operação lá no Pará, dá pra você levantar se vai ter reflexo aqui?", pede o executivo.

Cachoeira diz que, se houvesse reflexo, um dos delegados subordinados à organização já teria vazado a informação. Segundo relatório da polícia, Cachoeira tinha uma extensa rede de espionagem.

Em outros diálogos, aparecem referências a suposta lavagem de dinheiro utilizando fornecedores da empreiteira. Por intermédio da assessoria de imprensa, o presidente do conselho da Delta, Fernando Soares, negou qualquer vínculo da empresa com Cachoeira. 

Segundo ele, Abreu foi afastado em 8 de março, uma semana depois da deflagração da operação. “A Delta Construção está em atividade há 50 anos. Tem uma longa tradição no mercado de construção civil e hoje figura entre as sete maiores e mais respeitadas empresas do setor”, disse a assessoria da empresa.

Da Agência O Globo
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Marconi Perillo e Cachoeira: Ordem é recolher das bancas de Goiás a revista CartaCapital

04.04.2012
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 02.04.12

O deputado federal Ricardo Berzoini, do PT-SP, foi bem humorado no Twitter ao se manifestar sobre o caso: “Alô, Mino Carta, mande um estoque extra da Carta Capital pra Goiania, tem gente comprando todas as edições pra coleção particular”.

cartacapital marconi perillo demóstenes cachoeiraDenúncias que se multiplicaram na tarde de ontem dão conta de uma verdadeira ‘razzia’, em Goiânia, sobre a revista Carta Capital que acabara de chegar às bancas. Carros sem placa de identificação percorreram as bancas de jornal de Goiânia, capital de Goiás, com homens comprando, de uma só vez, todos os exemplares disponíveis. Suspeita-se que a ação ocorra por grupos políticos ligados ao esquema do contraventorCarlinhos Cachoeira, que está preso pela Operação Monte Carlo, da Polícia Federal. O assunto já é do conhecimento de políticos de expressão nacional.
O deputado federal Ricardo Berzoini, do PT-SP, foi bem humorado no Twitter ao se manifestar sobre o caso: “Alô, Mino Carta, mande um estoque extra da Carta Capital pra Goiania, tem gente comprando todas as edições pra coleção particular”. Já o ex-deputado e advogado Luiz Eduardo Greenhalgh chamou de “bandidos” os homens que promovem a retirada da revista das bancas e deu um link da reportagem na íntegra (acesse aqui). “Soube agora que há carros sem placa recolhendo a Carta Capital das bancas”, registrou o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ).
O chefe da Comunicação do Estado está mandando aviso às redações de rádios, jornal e TVs dizendo que estão todos proibidos de sequer mencionar o caso Cachoeira-Demóstens-Marconi em qualquer noticiário. As ameaças são de demissão e de entrada na lista negra de agraciados com verba pública da comunicação do Estado.
O objetivo é sumir com o assunto em Goiás, custe o que custar.

Leia mais

governador Marconi Perillo tem se reunido com seus principais auxiliares para achar uma saída para a sua entrada na pauta do noticiário nacional envolvendo Cachoeira. Conversa principalmente com seus advogados.
Uma das ações foi sua ida ao Twitter para tentar se descolar do imbróglio e ao mesmo tempo mandar recados com ameaças veladas.
Disse ele num dos posts: @marconiperillo: “Todos sabem que tenho sofrido agressões. Exemplo: matéria da revista Carta Capital é leviana, maldosa, irreal e tendenciosa.”

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DEMOSTENES TORRES:Recordar é viver

04.04.2012
Do blog ESQUERDOPATA, 03.04.12





Num ato de desespero, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) recorreu a quem não deveria: pediu ajuda numa reunião aos senadores José Sarney (PMDB-AP) e Renan Calheiros (PMDB-AL). As respostas de Renan são impublicáveis. Foi Demóstenes seu algoz na queda da Presidência do Senado. Sarney desconversou e foi vingativo. Fez chegar depois ao senador uma lembrança: na CPI do Apagão Aéreo, em 2007, Demóstenes obrigou o senador Carlos Wilson (PT), ex-presidente da Infraero, enfermo, a ir de cadeira de rodas e soro ao Congresso depor, porque não dava trégua a “corrupto”.

Leia a íntegra da coluna nos jornais
Mel Gibson em "O troco". Bom filme.

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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com.br/2012/04/recordar-e-viver.html

BLOG MOBILIDADE URBANA: Ultrapassagem: o grande risco nas estradas


04.04.2012
Do blog  MOBILIDADE URBANA, 03.04.12
Por Mariana Czerwonka
Postado por Tânia Passos

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, grande parte dos acidentes graves em rodovias federais acontece devido a ultrapassagens irregulares. Em feriados, essas tragédias tem um elevado crescimento, pois com o aumento do número de veículos em rodovias, aumenta também os casos de imprudência, acidentes e mortes.

“Colisões com veículos que vêm em sentido contrário são gravíssimas e geralmente resultam em várias mortes”, alerta Elaine Sizilo, especialista em trânsito.

Dados da Polícia Rodoviária Federal apontam que no ano passado, durante a Semana Santa, foram registrados 70 acidentes causados por ultrapassagens irregulares em rodovias federais, causando 21 mortes. No ano, foram quase três mil mortes, que poderiam ser evitadas caso alguns cuidados fossem tomados.

“Quando o condutor vai realizar uma ultrapassagem existem inúmeras variáveis que devem ser levadas em consideração, a avaliação errada de qualquer uma delas pode levar a um acidente”, explica Sizilo. Para a especialista, as ultrapassagens só devem ser realizadas em locais permitidos, em plenas condições de segurança e visibilidade e pela esquerda.

Cuidados

Quem optar por ultrapassar um veículo deve em primeiro lugar não “colar” no veículo da frente para não perder o ângulo de visão e certificar-se de que há espaço suficiente para a manobra. “A atenção e o cuidado são fundamentais nessa hora, o condutor deve ter certeza que a ultrapassagem não representa risco para ninguém”, diz Sizilo.

Além disso, é necessário conferir pelos retrovisores a situação do tráfego atrás do próprio veículo, não esquecendo os pontos cegos. Se tiver alguém iniciando uma manobra para ultrapassar, o condutor deve facilitar e aguardar outro momento. Se todas as condições forem favoráveis, incluindo potência suficiente do veículo para realizar a manobra, o motorista então deve sinalizar e ultrapassar.

O retorno à faixa também é importante, para isso, deve-se conferir pelo retrovisor da direita, sinalizar e entrar, procurando não obstruir a via.

“Jamais deve-se ultrapassar em curvas, túneis, viadutos, aclives, lombadas, cruzamentos e outros pontos que não ofereçam segurança”, conclui Sizilo.

Campanha 

O Ministério das Cidades lança hoje uma campanha nacional de trânsito com o objetivo de alertar os motoristas para os riscos de acidentes durante as viagens no feriado da Semana Santa. O foco da campanha são as ultrapassagens.

O slogan da campanha é: “no trânsito você é responsável pela vida de quem vai e pela vida de quem vem”. A ideia é conscientizar o motorista sobre as consequências das suas decisões na condução do veículo tanto para sua vida como para a dos outros. A campanha mostra que o trânsito é uma responsabilidade coletiva, além de alertar o motorista sobre a necessidade de conduzir o veículo de maneira segura.

A veiculação da campanha na mídia será do dia dois ao dia oito de abril, quando o fluxo de veículos nas estradas e rodovias aumenta. As peças publicitárias desta campanha são comerciais de televisão e rádio, além de painéis, taxidoor e busdoor. Também foram criadas peças para a internet.

Fonte: Portal do Trânsito
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MÍDIA MENSALEIRA E A FÁBRICA DE CANDIDATOS

04.042012
Do blog ANAIS POLITICOS, 03.04.12


Este blogueiro entende que é da essência da democracia, não haver pensamento único. E se está na política, a lógica não muda. Não é preciso concordar com a maioria sempre.

Porém, também é do ego democrático entender que, se você está filiado a um partido político e ele toma um rumo definido pela maioria, caso não queira seguir, as portas da rua serão serventia da casa.

Então me custa entender por que tem uma fatiazinha do PMDB curitibano que insiste em sabotar a campanha pela candidatura própria na cidade. Se a maioria votou, é assim que tem que ser. Ainda mais se esse grupelho não representar nem um por cento dos votantes na convenção partidária. Ora, ora. A quem serve este grupo de descontentes entreguistas?


Serve ao atual Prefeito, o natimorto do PSB que de "socialista" não deve ter nem a mais remota idéia do que seja. O grupinho quer porque quer o lugar de vice na chapa do atual Prefeito.


Em Curitiba, o preferido da mídia paranaense é o ex-tucano do PDT, Gustavo Fruet. Com ele cerrou fileiras e por óbvio, trata de poupá-lo do desgaste que trariam suas contradições ideológicas, caso elas fossem colocadas à prova.

Mas como sempre existe a possibilidade de perder, o submundo fechou acordo inconfessado com o Prefeito de hoje. Afinal, ninguém é de ferro e as empreiteiras e órgãos de imprensa não são loucos de perder os benefícios que pode oferecer o mandatário de um PIB de 5 bilhões de reais.

Assim, entre um e outro, vão tratando de fazer lavagem cerebral nos cidadãos, enquanto minam tudo o que pode ser diferente de um segundo turno entre Fruet e Ducci. Esta seria a maravilha maior. Nenhum risco de alguém que represente oposição aos interesses atuais. Especialmente se esse risco vier na pessoa do ex-Prefeito Rafael Greca, que é apoiado pelo Senador Roberto Requião, sempre odiado pela mídia paranaense.

O estado atual da pré-campanha para a Prefeitura é deplorável. Boataria correndo solta e incentivada pelos setores conservadores do imprensalão. O povo nas ruas claro, fica à margem do processo. Vão fabricando candidaturas, fabricando alianças, conforme seria bom para sus próprios interesses.

O medo é que passe o tempo e as coisas não se convertam naquilo que eles precisam. Os debates públicos chegarão e quem consegue discutir a cidade de verdade irá se sobressair entre os que são confeccionados pela mídia. Aí é que o bicho pega e que se revela o motivo de tanta boataria sorrateira.



Clique aqui para ver a cegueira matinal do Reinaldo Azevedo.
Clique aqui para ver Greca acabando com a boataria da imprensa curitibana.
Clique aqui para ver que a feijoada do Esmael foi um sucesso.
Clique aqui para acompanhar os demos morrendo um a um.
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Veja põe sudário na capa, mas quem sua sangue é a revista

04.04.2012
Do BLOG DO MELLO, 3
Postado por Antônio Mello


O mundo da revista Veja caiu junto com o de Demóstenes, o Probo, Torres. 


Investigação da PF na Operação Monte Carlo mostrou que foram mais de 200 ligações entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira e Demóstenes. Mas também "mais de 200 telefonemas trocados entre ele [o contraventor Carlinhos Cachoeira] e o diretor da sucursal de Brasília da Veja Policarpo Jr".

E a revista esperneia, tateia e falseia como seu antigo ídolo. Demóstenes, inicialmente, disse estar tranquilo. O mesmo faz a Veja. 

Mas a capa da revista mostra o oposto. Em vez de dar destaque ao caso, como seria o óbvio, pelo perfil da revista, Veja partiu para uma capa com o santo sudário. Mostrava assim o que ia em sua alma.

Escolheu uma, entre as 200 ligações, para defender seu diretor. Como fez no início Demóstenes, ao se apegar aos presentes de casamento.

Veja, como Demóstenes, sabe que está perdida. É questão de tempo até que apareçam as conversas entre Policarpo e o bicheiro, cuja quadrilha era formada por deputados, senadores, governadores, arapongas, jornalistas, policiais, empreiteiras (entre elas a Delta, a preferida do governador do Rio Sergio Cabral).

O Brito, do Tijolaço, fez uma excelente análise do caso

A revelação do submundo de intrigas, grampos, chantagens, extorsões, matérias encomendadas ficou clara no diálogo em que o chefe da quadrilha, Carlinhos Cachoeira, fala de seu subordinado, Policarpo Jr., e da Veja:


- "[Estamos] Limpando esse Brasil, rapaz, fazendo um bem do caralho pro Brasil, essa corrupção aí. Quantos (furos de reportagem) já foram, rapaz? E tudo via Policarpo."



Talvez Cachoeira esteja certo e estejamos passando o Brasil a limpo - não pelas reportagens feitas por Policarpo, ele e Veja. Mas pela que será feita sobre essa parceria.

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TRT da 6ª Região abre concurso com 64 vagas e cadastro de reserva


04..04.2012
Do DIARIO DE PERNAMBUCO, 03.04.12
Por Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR 
Concurso
    
Nova chance para os interessados em ingressar no funcionalismo público do Poder Judiciário, na Região Nordeste. O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 6ª Região, em Pernambuco, abriu uma nova seleção com a oferta de 64 vagas imediatas e formação de cadastro reserva em cargos de níveis médio e superior. Quem vai organizar e aplicar o concurso será a Fundação Carlos Chagas (FCC). 

Todas as informações sobre a disputa foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira (3), na página 152, da terceira seção. Quem tem formação intermediária pode tentar o posto de técnico judiciário, nas áreas administrativa (geral e segurança), de apoio especializado (enfermagem, tecnologia da informação e higiene dental). Já os graduados podem pleitear a função de analista judiciário, nas especialidades judiciária (geral e execução de mandados), administrativa e de apoio especializado (contabilidade, arquitetura, biblioteconomia, medicina e serviço social, entre outros).

Os salários das funções não foram divulgados pela organizadora do concurso. A taxa de participação no certame varia de R$ 55 a R$ 70 e para se inscreverem os interessados podem acessar o site se inscrever pelo site www.concursosfcc.com.br, entre os dos dias 4 a 25 de abril. A seleção será composta de provas objetivas, redação, prática e física. Segundo a organização do concurso, a primeira fase está marcada para acontecer no dia 27 de maio, no Recife, no turno da manhã, para quem tem nível médio, e no turno da tarde para quem possui diploma de nível superior. Confira o edital.

Com informações do Correioweb
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MANIPULAÇÃO DA MÍDIA GOLPISTA: Tijolaço: Operação “Some, Demóstenes”

04.04.2012
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

Na charge de O Globo, o que a mídia pretende de Demóstenes: fazê-lo sumir rapidamente pelo esgoto, com medo do que pode respingar
Extraído do Tijolaço:

Operação “Some, Demóstenes”


Os grandes jornais pedem a renúncia do Senador Demóstenes Torres. A TV Globo fez o mesmo hoje de manhã.


Parece haver uma cruzada nacional para varrer rapidamente Demóstenes Torres das páginas dos jornais, fazendo com que entregue o mandato e não se inicie um processo de cassação, com audiências, testemunhas, versões e, sobretudo, fatos vindo à tona.


O Demóstenes grego, ao ver-se cercado pelos soldados de Antípatro, suicida-se.


O goiano, entretanto, não parece disposto a isso. Na carta de desfiliação que apresentou ao DEM, teve o cuidado de destacar que a alegação que contra ele se fazia (descumprimento reiterado do programa partidário) estaria contemplada pela  Resolução nº 22.610, de 25 de outubro de 2007 do TSE, que o protegeria de um processo de perda de mandato.


Ou seja, que vai ficar no cargo.


Ora, experiente que é, Demóstenes sabe que não há a menor perspectiva política de sobreviver no Senado. Seu esforço não visa a preservação do mandato, inexoravelmente perdido.


Está, sim, sinalizando que tem como despejar cachoeiras de lama a torto a direito. O fato de ter representado o papel de paladino da moralidade, enquanto recebia presentes e fazia favores a um bicheiro já mostra como este homem é frio e cínico.


É por isso que querem sepultá-lo rápido, tirando, pela renúncia, um mandato de senador que, pelos trâmites legais, vai permitir muitas e muitas sessões – com direito a televisão – de defesa, de testemunhos e de acusações a muitos que estão posando de vestais.


Demóstenes ameaça tornar-se um cadáver político insepulto e e seus odores ameaçam “meio submundo”  da política.

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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2012/04/04/tijolaco-operacao-%E2%80%9Csome-demostenes%E2%80%9D/#.T3xFEfkQlpw.twitter

Mobilidade urbana: Brasil precisa de legislação que garanta integração social, diz Zezeu Ribeiro

04.04.2012
Do site do Partido dos Trabalhadores
Por Deputado Zezeu Ribeiro - PT/BA
(Foto: Adenilson Nunes/Secom)

“É preciso aproveitar a Copa para construir um processo de mudança nas capitais brasileiras”




“Temos muitos problemas no Brasil, nós tivemos uma defasagem enorme nos serviços de mobilidade urbana. Não podemos perder a Copa como oportunidade de fazer os investimentos necessários e construir um processo de mudança nas capitais brasileiras”. Esta é a posição do deputado Zezeu Ribeiro (PT-BA), um dos especialistas em mobilidade urbana, na Câmara dos Deputados.
De acordo com o parlamentar, o Brasil precisa ter uma legislação que garanta a verdadeira integração das classes sociais, a fim de reduzir a necessidade de transporte urbano. “Se as pessoas moram próximas ao trabalho já reduz a necessidade do transporte urbano, nos loteamentos você separa uma área para habitação de interesse social, é necessário que nos centros urbanos, nas áreas hoje degradadas você recupere isso para a habitação de interesse social para criar uma condição de desenvolvimento mais equitativo. Isso reflete na mobilidade, em vez das pessoas terem que se deslocar pra ir ao serviço, o serviço chega até essas pessoas, correios, bancos, escolas, postos de saúde, fazer essas coisas se aproximarem mais das pessoas.  Isso se dá num plano num plano da cidade, mas também se dá num plano regional e na integração que temos que fazer com a América Latina”.
O petista baiano fala sobre a sua ida para a Comissão de Viação e Transporte da Câmara. “ Não se resumirá a atuação no âmbito da cidade que já é uma grande tarefa a ser enfrentada. Fiz durante oito anos uma atuação junto a Comissão de Desenvolvimento Urbano, ajudamos na montagem de toda essa legislação de desenvolvimento urbano, do projeto Minha Casa Minha Vida, da lei da regularização fundiária, das condições de acesso à moradia, mas é preciso você pensar isso num Brasil como um todo e na integração do Brasil com a América Latina em particular”, enfatiza.
Zezéu Ribeiro quer debater, também, no parlamento a superação das desigualdades regionais. “A questão nordestina não é um problema nordestino é uma questão nacional, pra você projetar no conjunto das nações você precisa superar as debilidades que você tem, então é preciso tratar diferentemente os desiguais se você tratar igualmente os desiguais você acirra a desigualdade. Nas políticas assistenciais, o Nordeste foi mais beneficiado do que o resto porque a defasagem era maior, porque as carências eram maiores. Nós não queremos o nordeste como um São Paulo tardio, nós queremos um Nordeste com um novo processo de industrialização com as novas relações que se estabeleçam da sustentabilidade ambiental como ativo para esse desenvolvimento”.
(Ana Claudia Feltrim -  Rádio TVPT)

Rádio TVPT Entrevista - Zezéu Ribeiro: o Brasil sofre com a falta de mobilidade urbana

by ptbrasil

Mobilidade urbana: Brasil precisa de legislação que garanta integração social, diz Zezeu Ribeiro “Temos muitos problemas no Brasil, nós tivemos uma defasagem enorme nos serviços de mobilidade urbana. Não podemos perder a Copa como oportunidade de fazer os investimentos necessários e construir um processo de mudança nas capitais brasileiras”. Esta é a posição do deputado Zezeu Ribeiro (PT-BA), um dos especialistas em mobilidade urbana, na Câmara dos Deputados. De acordo com o parlamentar, o Brasil precisa ter uma legislação que garanta a verdadeira integração das classes sociais, a fim de reduzir a necessidade de transporte urbano. “Se as pessoas moram próximas ao trabalho já reduz a necessidade do transporte urbano, nos loteamentos você separa uma área para habitação de interesse social, é necessário que nos centros urbanos, nas áreas hoje degradadas você recupere isso para a habitação de interesse social para criar uma condição de desenvolvimento mais equitativo. Isso reflete na mobilidade, em vez das pessoas terem que se deslocar pra ir ao serviço, o serviço chega até essas pessoas, correios, bancos, escolas, postos de saúde, fazer essas coisas se aproximarem mais das pessoas. Isso se dá num plano num plano da cidade, mas também se dá num plano regional e na integração que temos que fazer com a América Latina”. O petista baiano fala sobre a sua ida para a Comissão de Viação e Transporte da Câmara. “ Não se resumirá a atuação no âmbito da cidade que já é uma grande tarefa a ser enfrentada. Fiz durante oito anos uma atuação junto a Comissão de Desenvolvimento Urbano, ajudamos na montagem de toda essa legislação de desenvolvimento urbano, do projeto Minha Casa Minha Vida, da lei da regularização fundiária, das condições de acesso à moradia, mas é preciso você pensar isso num Brasil como um todo e na integração do Brasil com a América Latina em particular”, enfatiza. Zezéu Ribeiro quer debater, também, no parlamento a superação das desigualdades regionais. “A questão nordestina não é um problema nordestino é uma questão nacional, pra você projetar no conjunto das nações você precisa superar as debilidades que você tem, então é preciso tratar diferentemente os desiguais se você tratar igualmente os desiguais você acirra a desigualdade. Nas políticas assistenciais, o Nordeste foi mais beneficiado do que o resto porque a defasagem era maior, porque as carências eram maiores. Nós não queremos o nordeste como um São Paulo tardio, nós queremos um Nordeste com um novo processo de industrialização com as novas relações que se estabeleçam da sustentabilidade ambiental como ativo para esse desenvolvimento”. (Ana Claudia Feltrim - Rádio TVPT)
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  1. Rádio TVPT Entrevista - Zezéu Ribeiro: o Brasil sofre com a falta de mobilidade urbana
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BBC BRASIL: Empresa holandesa lança carro voador

04.04.2012
Da BBC BRASIL


Uma companhia holandesa está lançando um veículo que pode ser conduzido por terra ou pilotado no ar.
Carro PAL-V (BBC)
O PAL-V pode ser usado como carro ou como girocóperto
O veículo pessoal aéreo e terrestre, batizado de PAL-V, pode ser tanto usado como um veículo nas estradas com suas três rodas ou nos ares, como um girocóptero.
Para que o PAL-V decole, ele precisa apenas de uma pista de 165 metros.
Robert Dingemanse, o presidente-executivo da companhia responsável pelo carro voador - que também se chama PAL-V - disse que companhias privadas já manifestaram interesse em comercializar o invento.
Mas ele afirma acreditar que os mais prováveis clientes do aeromóvel deverão ser militares e serviços de emergência.

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Malvinas: ex-paraquedista britânico vira membro de associação de veteranos argentinos

03.04.2012
Do portal OPERA MUNDI
Por  Luciana Taddeo e Roberto Almeida 
Buenos Aires e Londres

“Eu quero que você me faça um favor”, disse Michael Southall, veterano da Guerra das Malvinas, “quero que você fale para o Juan Carlos Ianuzzo, da associação dos veteranos argentinos, que eu quero me afiliar a eles. Quero que me mandem, se puderem, um distintivo da associação para eu usar”, pediu emocionado à reportagem do Opera Mundi.
“Eu pago o correio”, continuou o ex-paraquedista do exército britânico, em tom desafiador. “Vou usar com muito orgulho, como um gesto de reconciliação”, disse ele num domingo à tarde, uma semana antes de a guerra completar 30 anos.
Roberto Almeida

"Usarei o distintivo dos veteranos argentinos com orgulho", disse Southhall. "Eu pago o correio".

Southall era apenas um adolescente quando voou para as Malvinas. Tinha 17 anos. Hoje, com cabeça raspada e sorriso fácil, o ex-combatente mora em uma ruazinha tranquila em Chester, sua cidade natal, perto de Liverpool, no noroeste da Inglaterra. “Nasci ali, na rua de trás”, diverte-se. “Não tem lugar como nossa própria casa.”
Nas paredes, poucas lembranças de um conflito: um quadro, um porta-retratos, um bibelô. Mas as marcas dos 72 dias de guerra emergem nos menores gestos do veterano. Durante a transmissão de um jogo entre Rangers e Celtics, clássico do futebol escocês, Southall não desgrudava os olhos da TV e, sem perceber, passava as mãos sobre os pés descalços e sem as unhas, perdidas na lama congelada das Malvinas.
“Tive ‘pé de trincheira’, quase gangrenou. Mas isso é o de menos”, disse, minimizando a ferida gerada no primeiro mês da guerra, quando teve que caminhar, com 50 quilos de equipamentos das costas, do Porto San Carlos, na costa oeste da ilha, até a sede do governo e foco da resistência argentina, no leste.
Para chegar a Porto Stanley, chamada de Puerto Argentino por nossos vizinhos, o 3º Regimento de Paraquedistas do exército do Reino Unido teve que percorrer a pé, desde a área de desembarque do navio anfíbio HMS Intrepid, cerca de 80 quilômetros em um terreno acidentado. Ali ficaram as unhas, neste mesmo trajeto em que, ao lado de sua tropa, passou fome. Estranhamente, Southall nunca achou que fosse morrer naquele abril de 1982.
“Eu estava totalmente preparado, apesar de ser tão jovem. Acho que, na verdade, um paraquedista jamais sofreria de falta de confiança. Até mesmo quando ficamos velhos e barrigudos, continuamos confiantes”, contou. “Mas nunca subestimamos os argentinos, o que seria um grande erro. Sinceramente, não lembro de ninguém criticá-los. Tem gente que ainda fala disso nos nossos encontros dos veteranos, do respeito que tínhamos pelos argentinos”, relatou.
Remendos do tempo
Southall disse que, há 10 anos, talvez não aceitasse conversar com a reportagem. Muito menos teria pedido para afiliar-se à associação de veteranos argentinos. “Vamos amadurecendo com o tempo”, observou. Durante a mais intensa batalha da guerra, travada em Monte Longdon, nos arredores de Porto Stanley, o ex-paraquedista perdeu quatro amigos próximos. Um deles, ferido gravemente, morreu em pânico, em suas mãos. “Ainda fico nervoso ao falar disso”, admitiu, com lágrimas nos olhos, na única vez em que se emocionou durante a entrevista.
Arquivo Pessoal

Southall visitou Monte Longdon em 2002, onde viu amigos morrerem, para prestar homenagem a ex-combatentes

Mesmo assim, como quem remendou o passado, afirma não ver os ex-combatentes argentinos como inimigos, razão pela qual tentou integrar-se à Aveguema (Associação de Veteranos da Guerra das Malvinas). “Não desejo nada de ruim para os soldados que lutaram contra mim, de forma nenhuma. Lembro deles atirando, tentando me matar. Mas foi uma situação fora do comum, e infelizmente fizemos o que tínhamos de fazer. Tínhamos de tomar Mount Longdon. E agora, olhando aquilo, parece apenas um monte de pedras, o que faz você pensar: por que mais de 100 pessoas morreram por aquilo? Naquele momento era importante”, explicou.
Southall disse, no entanto, que o e-mail enviado aos veteranos que lutaram pelo lado oposto nunca havia sido respondido. O desejo de integrar-se à associação e estabelecer um contato menos superficial do que o que já mantém com veteranos argentinos adicionados no Facebook ficou emstand by. Até a conversa com a reportagem.
O lado argentino
Criada em 2000 por ex-combatentes argentinos da Guerra das Malvinas, a Aveguema reúne hoje 2.900 sócios, dois quais 2.500 são veteranos e outros são aderentes, familiares de soldados e colaboradores. Juan Carlos Ianuzzo, capitão de barco e secretário administrativo da associação contou que não são raros os casos de veteranos argentinos que mantiveram contato com seus ex-inimigos.
“O conflito não é com uma pessoa, mas sim com um país”, explica Ianuzzo. “Apesar da raiva dos soldados de ambos os lados no momento da guerra, não tem motivo para ficar bravo com um soldado inglês. Fomos defender o que cada um considerava seu”. O comandante de um batalhão argentino, já falecido, por exemplo, durante anos “se viu assiduamente com o comandante do batalhão de paraquedistas contra o qual combateu e destruiu”, relata.
Segundo o capitão, um ex-combatente britânico veio à Argentina por intermédio de um jornalista irlandês que fez contato com a Aveguema para devolver uma corneta roubada de um argentino durante as batalhas. Trata-se de Tony Banks, ex-paraquedista do 2o. Regimento, que acaba de lançar um livro, Storming the Falklands, relatando o episódio. “Ele queria vir aqui só para devolvê-la. Nós averiguamos o número de série da corneta para identificar de quem era, e juntamos os dois”, garante.
O último dos exemplos dados pelo argentino sobre a frequência de casos que demonstram a falta de ressentimento entre os combatentes é o de um veterano britânico que mandou e-mail no ano passado pedindo para afiliar-se à associação – Ianuzzo estava falando de Southall: “Fizemos reuniões diretivas para decidir se ele seria aceito como sócio ou não. No fim, decidimos que sim, mas mandamos uma carta por e-mail pedindo os dados dele e ele nunca mais respondeu”.
Luciana Taddeo

Ianuzzo: “O conflito não é com uma pessoa, mas sim com um país. Não tem motivo para ficar bravo com um soldado inglês"

Ao tomar conhecimento da versão de Southall de que a solicitação de afiliação não havia chegado a seu e-mail, Ianuzzo se comprometeu a estabelecer novamente o contato com o veterano inglês. “Como ele não respondeu, não sabíamos quais eram as intenções dele”, disse, avaliando: “Não sei qual distintivo argentino ele quer usar em seu uniforme, mas podemos mandar o da associação. Ele já tinha sido aceito como sócio”.
Um gesto de reconciliação
Ontem (01/04), um gelado domingo de sol no Reino Unido, Southall estava bastante contente. Após a intermediação do Opera Mundi, ele e Ianuzzo trocaram e-mails. Hoje, 30 anos depois, o veterano da batalha mais sangrenta, que deixou mais de 100 mortos em Monte Longdon é membro efetivo da Associação de Veteranos da Guerra das Malvinas. “Estou feliz. Foi meu gesto de reconciliação. Agora aguardo o distintivo para usar. O Carlos (Ianuzzo) disse que vai me mandar”, avisou Southall, por telefone.
Para o militar britânico, o processo de reconciliação – consigo mesmo e com o ex-inimigo – claramente demandou muita energia. Uma de suas colocações mais marcantes, que demonstra nas palavras uma posição firme, de quem hoje vê a guerra por outros olhos, foi logo no primeiro contato feito pela reportagem, ainda por e-mail, em meados de março.
Nele, Southall afirmou: “É função dos políticos decidirem onde soldados lutam, e é função dos soldados lutar e morrer. Depois do fim de uma guerra, é função dos soldados perdoar e esquecer e cuidar de todos os veteranos. Sei que recebemos boas-vindas muito melhores que os veteranos argentinos e isso o povo argentino precisa corrigir.” 
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