sexta-feira, 23 de março de 2012

CONVERSA AFIADA: Privataria Tucana em edição popular. Contribua !

23.03.2012
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim



Conversa Afiada adere à campanha lançada pelo Igor Felippe.

Contribua !

Amigos,
Aí vão os dados da campanha do jornal especial privataria tucana.
Agora é o esforço de divulgação para arrecadar os recursos.

abs,

Igor


Campanha Brasil de Fato – Especial Privataria Tucana


O jornal Brasil de Fato quer levar o Privataria Tucana a todos os recantos do Brasil. A ideia nasceu do fato de que, mesmo com preços promocionais, o livro tem um custo alto para boa parte dos orçamentos: cerca de 30 reais. Além disso, por problemas de distribuição, o livro não chegou ainda aos lugares mais distantes dos grandes centros do país.


Portanto, a edição especial do Brasil de Fato servirá ao mesmo tempo para fazer propaganda do livro e matar a curiosidade de muitos leitores que não conseguem comprá-lo.


O jornal não vai, obviamente, reproduzir todo o livro. A ideia é uma edição que inclua alguns trechos, mais comentários, ilustrações e, provavelmente, uma entrevista com o autor.


Amaury Ribeiro Jr., consultado sobre a ideia, topou.


A ideia é imprimir um milhão de cópias e usar a rede de distribuição dos movimentos sociais, a única capaz de rivalizar com as emissoras de televisão no Brasil: chegar aos bairros mais pobres das periferias das grandes metrópoles, ao interior do Nordeste e aos vilarejos da Amazônia.


Todo o trabalho será voluntário.


Para assegurar a lisura e transparência desta campanha, montamos uma comissão formada pelos jornalistas: Altamiro Borges (Barão de Itararé), Igor Felippe Santos (MST) e Nilton Viana (editor-chefe do Brasil de Fato).


Agora, precisamos de sua contribuição para pagar as despesas de impressão.


Deposite qualquer quantia para:


SOCIEDADE EDITORIAL BRASIL DE FATO (CNPJ 05.522.565/0001-52)


Banco: Bradesco


Agência: 0296 – 8


Conta Corrente: 67.621 – 7


ou


Banco: Banco do Brasil


Agência: 0383 – 2


Conta Corrente: 16.580 – 8


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Demóstenes pediu grana de Cachoeira

23.03.2012
Do BLOG DO MIRO
Por Altamiro Borges


A situação do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) é cada vez mais complicada. Segundo o jornal O Globo de hoje (23), gravações da Polícia Federal revelam que o líder dos demos, que sempre posou de "ético" e de chefão dos falsos moralistas, pediu dinheiro para o mafioso Carlinhos Cachoeira, preso sob a acusação de chefiar a exploração ilegal de jogos em vários estados. 

"O relatório com as gravações e outros graves indícios foi enviado à Procuradoria Geral da República em 2009, mas o chefe da instituição, Roberto Gurgel, não tomou qualquer providência para esclarecer o caso. O documento aponta ainda ligações comprometedoras entre os deputados Carlos Leréia (PSDB-GO) e João Sandes Júnior (PP-GO) com Cachoeira", informa o jornal carioca, que decreta: "O relatório escancara os vínculos entre Demóstenes e Cachoeira".

Despesas e "confidências"

O relatório foi produzido três anos antes da deflagração da Operação Monte Carlo da PF. Numa das gravações, feitas com autorização judicial, Demóstenes pede para Cachoeira "pagar uma despesa dele com táxi-aéreo no valor de R$ 3 mil". Em outro trecho, os investigadores informam que o senador fez "confidências" a Cachoeira sobre reuniões reservadas que teve no Executivo, no Legislativo e no Judiciário. "Parlamentar influente, Demóstenes costuma participar de importantes discussões, sobretudo aquelas relacionadas a assuntos de segurança pública".

O relatório revela ainda que desde 2009 Demóstenes utilizava um rádio Nextel, "habilitado nos Estados Unidos", para manter conversas secretas com Cachoeira. Segundo a polícia, os contatos entre os dois eram "frequentes". Esta informação reapareceu nas investigações da Monte Carlo. "Para autoridades que acompanham o caso de perto, esse é mais um indicativo de que as relações do senador com Cachoeira foram mantidas mesmo depois da primeira investigação criminal". 

Gurgel vai engavetar o caso?

Como não pode investigar parlamentares sem autorização prévia do Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal enviou o material à Procuradoria Geral em 15 de setembro de 2009. "Caberia ao procurador-geral, Roberto Gurgel, decidir se pediria ou não ao STF abertura de inquérito contra os parlamentares. Mas, desde então, nenhuma providência foi tomada". Será que agora Gurgel vai se mexer ou também entrará para a história com o apelido de "engavetador-geral"?

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