segunda-feira, 19 de março de 2012

Realizador do documentário 'Kony 2012' preso nos EUA 'por perturbar o trânsito' ou por 'estar nu e masturbar-se'

19.03.2012
Do BLOG DO MELLO, 17.03.12
POSTADO POR ANTÔNIO MELLO 


Nascido nos EUA, Jason Russell (imagem ao lado), de 33 anos, ficou "famoso por seu documentário polêmico "Kony 2012", sobre o líder da violenta rebelião ugandesa do Exército de Resistência do Senhor (LRA), tido como responsável pela tortura e exploração de milhares de crianças ugandesas".

O bandido denunciado por Russell ainda está solto, mas ele não:

O realizador do documentário sobre o criminoso de guerra ugandês Joseph Kony, filme que fez furor na Internet, foi detido e hospitalizado em San Diego, anunciou a polícia e a organização Invisible Children. 

O site da NBC de San Diego noticia que Jason Russell foi detido perto da praia Pacific Beach, embriagado e com um comportamento bizarro. Andra Brown, do Departamento Policial de San Diego, disse que "ele não foi preso". "Durante a avaliação, apercebemo-nos de que ele, provavelmente, precisaria de cuidados médicos por causa das coisas que dizia." Várias pessoas tentaram acalmá-lo e quando a polícia chegou ele estava cooperante.

A polícia de San Diego, Califórnia, disse à AFP que na quinta-feira de manhã, foi chamada por causa de um “indivíduo que corria na rua, a gritar, e a perturbar a circulação”. “Uma pessoa disse que ele estava nu e a masturbar-se, outras que perturbava o trânsito e danificava veículos”, disse a porta-voz da polícia.

Recebi o seguinte vídeo como sendo do Jason peladão. Será?


jornal português Público informa que o responsável pela Invisible Children, Ben Keesey, disse que “as últimas duas semanas foram muito difíceis para nós, especialmente para Jason, e isso terá originado o incidente”.

Já o governo de Uganda contesta o documentário, em linhas gerais dizendo que busca a prisão de Kony, que seu reinado de terror está em declínio desde 2005 e principalmente que Kony não está Uganda.

Confira o vídeo com o primeiro-ministro de Uganda:


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BLOG MOBILIDADE URBANA: A vez do passageiro


19.03.2012
Do blog MOBILIDADE URBANA
Por Tânia Passos
A licitação das linhas de ônibus da Região Metropolitana do Recife trará junto um elemento que pode fazer toda a diferença na oferta do serviço: a nota que o usuário dará às empresas. Pela primeira vez, a opinião do usuário terá um peso entre os indicadores de qualidade do serviço. Ao todo serão quatro indicadores: cumprimento do número de viagens, cumprimento dos intervalos, índice de quebra e o índice de satisfação do usuário.
Para se ter uma ideia da importância de agradar o passageiro, a empresa que receber nota inferior a oito, na soma dos quatro indicadores, sofrerá uma perda de um por cento da receita, que será revertida para o próprio sistema e caso a nota seja inferior a cinco, a empresa perderá a concessão.

Ter critérios claros no contrato de serviço de exploração das linhas de ônibus é imprescindível para a melhoria da qualidade, outro ponto é uma fiscalização eficiente. Além do olho do próprio usuário, o Grande Recife Consórcio de Transporte Metropolitano contará também com a tecnologia. As informações do percurso de cada ônibus e quanto tempo ele gastou por viagem serão repassadas por satélite.

Nós esperamos 24 anos pela licitação das linhas, prevista na Constituição de 1988. Só resta agora acreditar que as mudanças não serão apenas no nome: de permissão para concessão. A licitação será aberta também para empresas estrangeiras, fato inédito no país, o mais importante, no entanto, é que a concorrência seja traduzida pela satisfação do cliente, afinal, pela primeira vez, ele dará a sua nota. Quanto ela valerá? É o futuro que vai nos dizer.
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IRINEU MESSIAS, na homenagem dos 23 anos do SINDSPREV/PE

19.03.2012
Por Irineu Messias, em 16.03.12
Plenário da Câmara Municipal do Recife

video
Irineu Messias, representando o secretário Isaltino Nascimento nos 23 anos do SINDSPREV/PE
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Fonte: Imprensa do SINDSPREV/PE

Documentos mostram: milionário fez negócio de pai para filho com Demóstenes em faculdade

19.03.2012
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 17.03.12


Documentos em primeira-mão no Blog Os Amigos do Presidente Lula em 17/03/2012 



Você gostaria de ser dono de 20% de uma grande e lucrativa faculdade privada numa grande cidade, por um valor de um apartamento de classe média modesto? E em condições camaradas, pagando em 25 parcelas correspondentes a menos da metade de seu salário?

Pois o senador Demóstenes Torres (DEMos/GO) é um felizardo que conseguiu essas condições através de um sócio milionário de Goiás, dono de laboratório!

Calma, gente! Desta vez não estou falando do "professor"-bicheiro Carlinhos Cachoeira. O senador tem outros amigos endinheirados.

O sócio milionário é Marcelo Henrique Limirio Gonçalves, ex-dono do laboratório Neoquímica e sócio da Hypermarcas. Foi quem entrou com o grosso do dinheiro para implantar a faculdade, e fez este negócio de pai para filho com Demóstenes.

O contrato social da empresa mantenedora da faculdade prova:

http://goo.gl/psYA3
Primeira alteração do Contrato Social, mudando a denominação.

http://goo.gl/R88iD
Contrato Social original com a participação de cada sócio e forma de injetar o dinheiro .
http://goo.gl/vmBpW
Registro no MEC mostra que empresa de Demóstenes é a mantenedora da Nova Faculdade.

O milionário Marcelo Limírio entrou com R$ 600 mil no ano de 2008, para botar a faculdade de pé.

Demóstenes Torres entrou com R$ 200 mil, mas em 25 prestações de R$ 8 mil por mês (suaves, para quem tem salários de senador e de ex-procurador do Ministério Público de Goiás). As prestações só terminaram de serem pagas em março de 2010.

A terceira sócia foi assessora de Demóstenes no gabinete do Senado, até assumir a direção do instituto, e também entrou no negócio exatamente com as mesmas condições do senador.
http://goo.gl/3XlqH
Não há nada aí em cima que, por si, possa ser enquadrado no código penal. Sem fazer ilações sobre laranjas, negócios de fachada, etc, o que pode-se afirmar com certeza é que o milionário fez uma ação entre amigos para proporcionar um negócio de pai para filho a Demóstenes, para ele ter uma renda e patrimônio empresarial.

O problema é que Demóstenes não é filho de Marcelo Limírio, e seus maiores atrativos são ocupar um estratégico cargo de Senador, presidente da CCJ no Senado, tem trânsito no governo de Goiás, é irmão do Procurador-Geral do Estado de Goiás, tem relacionamento pessoal com ministros do STF como Gilmar Mendes.

Se Demóstenes fosse ministro da Dilma, ele já estaria pré-condenado por suposto tráfico de influência, corrupção passiva, e coisas do gênero. E ele, como Senador, tem que explicar a seus eleitores as razões que levaram um milionário a fazer um negócio de pai para filho beneficiando ele. O caso é mais esquisito do que a cozinha importada ganha de Carlinhos Cachoeira. 

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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2012/03/documentos-mostram-milionario-fez.html

E se a TV Brasil doasse horário nobre à Carta Capital?

19.03.2012
Do BLOG DA CIDADANIA,18.03.12
Por Eduardo Guimarães

Na mesma semana em que a Folha de São Paulo repercutiu em suas páginas, em tom de denúncia, um contrato de publicidade por prazo determinado celebrado entre um banco controlado pelo governo federal e um dos blogs políticos mais conhecidos do Brasil, o jornal foi premiado pelo governo de São Paulo com um programa no horário mais nobre da TV brasileira, o das noites de domingo, e bem na emissora pública paulista, a TV Cultura.
Entre as poucas reações que se viu a negócio da natureza do que foi firmado entre a emissora pública paulista e uma empresa de comunicação privada que há anos vem sendo acusada de tomar partido do PSDB paulista e do governo de São Paulo ao praticamente não cobrir a gestão do Estado nos últimos quase vinte anos, sobressaiu a do jornalista e proprietário da revista Carta Capital, Mino Carta, em artigo do qual reproduzo trechos.
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– (…) Sou informado a respeito do nascimento de uma TV Folha. Triunfa nas páginas 2 e 3 da Folha de S.Paulo a certidão do evento, a prometer uma nova opção para as noites de domingo na tevê (…)
– (…) A tevê pública paulista acaba de oferecer espaço não somente à Folha, mas também a Estadão, Valor e Veja. (…) Só o jornal da família Frias aproveitou a oportunidade (…)
– (…) Tucanagens similares já foram cometidas em diversas oportunidades nos últimos anos, uma delas em 2010, o ano eleitoral que viu José Serra candidato à Presidência da República. Ainda governador, antes da desincompatibilização, Serra fechou ricos contratos de assinatura dos jornalões (…) Do volumoso pacote não constava obviamente CartaCapital, assim como somos excluídos do recente convite da Cultura (…)
– (…) Volta e meia, Carta Capital é apontada como revista chapa-branca, simplesmente porque apoiou a candidatura de Lula e Dilma Rousseff à Presidência da República. (…) Há quem se abale até a contar os anúncios governistas nas páginas de Carta Capital, e esqueça de computar aqueles saídos nas demais publicações (…)
– (…) Fomos boicotados durante os dois mandatos de Fernando Henrique e nem sempre contamos com o trato isonômico dos adversários que tomaram seu lugar. (…) E nem por isso arrefecemos no alerta perene do espírito crítico. (…) Quanto ao Partido dos Trabalhadores, jamais fugimos da constatação de que no poder portou-se como os demais. (…)
– (…) No mais, desta vez dirijo minha pergunta aos leitores em lugar dos meus botões: qual é a mídia chapa-branca?
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Então surgem os questionamentos que não estão sendo feitos, ainda que o jornal, como diz Mino Carta, tenha se “abalado” a dar explicações que não lhe foram pedidas até agora por aqueles que deveriam zelar pela preservação do interesse público sobre ativos estatais como é a emissora pública de São Paulo, que, por ser “fundacional” (como bem observa um leitor), está sob fiscalização do Ministério Público Estadual de São Paulo.
Apesar da falta de ímpeto do MPE-SP, a ombudsman do Jornal Folha de São Paulo, neste domingo, oferece explicações. E em tom crítico.
Reproduzo, abaixo, coluna de Suzana Singer de 18 de março de 2012
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Folha ‘descobre’ vida inteligente na TV
18/03/12
Suzana Singer
Jornal precisa segurar o impulso de autopromoção e ser transparente ao tratar do seu programa na Cultura
Sem nenhuma modéstia, a campanha publicitária do “TV Folha”, que invadiu até as sagradas páginas de opinião do jornal, decretou: o telespectador finalmente terá algo para ver nas noites de domingo.
Ainda é cedo para dizer se a promessa foi cumprida ou se cabe procurar o Procon. Uma estreia é pouco até para avaliar um restaurante.
Mas o que já ficou claro é que o “TV Folha” tenta se diferenciar dos outros telejornais: não tem âncora alinhavando as reportagens, os colunistas aparecem “descontraídos”, a edição busca uma linguagem de documentário e o tom é de crítica -sobrou até para o Chico Buarque.
O primeiro programa começou com um assunto velho, a ação policial na cracolândia, que aconteceu há dois meses, mas serviu de recado aos que acreditam que a Folha, ao usar um espaço da TV Cultura, engatou um namoro com o governo do Estado. A tese da reportagem era que a operação, ineficaz no combate ao problema dos viciados em drogas, visava às eleições.
Louvável, a independência editorial não é suficiente para encerrar a discussão sobre a validade dessa parceria, em que uma empresa privada explora espaço de uma emissora pública.
O jornal não explicou direito as bases desse acordo. Trata-se de uma permuta: em troca dos 30 minutos na televisão, a Folha cede páginas de anúncios para a Cultura. As despesas do “TV Folha” são do jornal, mas são compensadas pela receita publicitária. “A TV Cultura tem como ganhos um programa jornalístico de qualidade a custo zero, além de espaço de divulgação na Folha”, diz a assessoria de imprensa da emissora.
Não houve concorrência, mas a Folha não foi a única convidada. “Não cabe licitação, porque todos os grandes jornais de São Paulo foram chamados em condições de igualdade”, diz a Cultura. Segundo a emissora, o programa do “Estado de S. Paulo” deve estrear no segundo semestre, o “Valor” ainda não apresentou uma proposta e a revista “Veja” desistiu.
A Secretaria de Redação diz que considera válida a terceirização de espaço em emissora pública, desde que seja um recurso para “melhorar e diversificar a programação”.
A audiência da estreia mostrou que “melhorar” a televisão não é fácil. Mesmo com tanta propaganda, o programa obteve 1 ponto no Ibope, um aumento de 0,3 em relação ao da semana anterior (cada ponto equivale a 60 mil domicílios na Grande São Paulo).
O modesto crescimento e a “boa receptividade do público” foram alardeados numa série de pseudorreportagens autopromocionais, que chamavam de “pesquisas Datafolha” sondagens feitas com um número pífio de participantes. Só um texto crítico foi publicado, sob a vinheta “não gostei”, na “Ilustrada”.
“Está exagerado, querem nos convencer de que o programa foi um sucesso. Mas isso tem que ser feito com conteúdo, não com essa espécie de merchandising”, reclamou o leitor Robinson Alves, 28, curador.
O jornal, que noticia com destaque cada perda de audiência da Rede Globo, será submetido agora a um teste de transparência. Para mostrar respeito pela inteligência do leitor, como prometeu na campanha publicitária do “TV Folha”, precisará ser duro com a sua nova criação, que já nasceu petulante, desdenhando a concorrência.
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Assisti ao programa e ao fim do post ofereço ao leitor a sua íntegra em vídeo (em três partes). Minha opinião: foi bem feito, isento, como deveria ser. Estaria tudo bem, caso fosse prática da própria Folha e da grande imprensa em geral tratar com olhos de ver, e sem ilações maldosas, uma parceria entre o poder público e o jornalismo privado? Nesse caso, penso que não.
Busque-se na Folha o que diz sobre a TV Brasil, as suposições acusatórias que esse jornal e os outros veículos contemplados pela extrema generosidade do governo paulista sempre fizeram em relação à emissora pública do governo federal – inclusive quanto à audiência, como diz a ombudsman ao lembrar a audiência pífia que teve o primeiro TV Folha – e, por fim, verifique-se se a TV Brasil, alguma vez, foi menos crítica com o governo federal ou se foi mais crítica do que deveria com os governos controlados pela oposição. Garanto que não se encontrará uma só diferença.
Pelo contrário: a TV Brasil é criticada com freqüência, por setores da militância petista, por não ser usada no jogo político em prol do governo federal.
É por isso que sempre digo que acho corretíssimo que emissoras públicas não sirvam, de maneira alguma, de instrumentos políticos, pois hoje quem controla um desses veículos é o partido que você apóia, mas, amanhã, pode ser controlada por aquele ao qual você se opõe, sendo, portanto, a medida ideal aquela em que uma emissora pública, nesse âmbito, seja usada para fazer apenas jornalismo. E não qualquer jornalismo, mas um jornalismo exemplar.
Prova disso foi a disposição da TV Brasil, recentemente, de pedir desculpas públicas por matéria sobre a invasão do bairro Pinheirinho que repercutira informações veiculadas primeiro pelo UOL, do Grupo Folha, de que havia denúncias de mortos naquela operação policial, informação que ainda não foi confirmada.
Detalhe: a TV Brasil fez isso mesmo após o presidente da EBC, Nelson Breve, ter sido alvo da fúria de um blogueiro da Veja ligado ao PSDB, que partiu para cima dele acusando-o de atuar em prol do governo a que serve.
É óbvio, portanto, que a Folha não faria diferente logo no programa de estréia. Tal seria se o primeiro uso do presentaço que ganhou do governo de São Paulo fosse para agraciá-lo ou até para não lhe fazer alguma crítica. A isenção do primeiro TV Folha foi uma espécie de “vacina” contra questionamentos que sobreviriam.
E assim foi por uma razão muito simples, da qual o texto da ombudsman dá pistas: a concessão do horário nobilíssimo para a Folha foi um péssimo negócio para a TV Cultura. Segundo Suzana Singer, o presentão decorreu de “Uma permuta: em troca dos 30 minutos na televisão, a Folha cede páginas de anúncios para a Cultura”.
Que negócio da China, hein! Dá a entender que o jornalão, que tem (bem) menos de 300 mil assinantes (incluídos, aí, aqueles que recebem o jornal em casa sem pedir e de graça), fará publicidade para um tipo de meio de comunicação que certamente tem muito mais de 300 mil domicílios de audiência.
Ou alguém acha que uma TV como a Cultura, que tem décadas de visibilidade, precisa que um jornal diga que ela existe? Existirá um só paulista que não conhece a TV Cultura? Quanto custa tanto tempo de publicidade no horário mais nobre da TV Brasileira e quanto custarão os anúncios “gratuitos” da emissora no jornal?
Aliás, a programação da emissora já consta de cada edição da Folha, que é muito bem paga por isso pelo governo de São Paulo, que também lhe compra milhares e milhares de exemplares do jornal impresso.
Esse horário extenso que a TV Cultura concedeu a jornais e a uma revista que dificilmente fazem críticas ao governo que controla essa emissora pública enquanto se dedicam a fuzilar os adversários desse mesmo governo custa muito mais do que anúncios em papel-jornal, mas quem deveria notar isso não deu um pio.
Se a contratação pela TV Brasil de um jornalista renomado – e ex-membro do conselho editorial da Folha – como Luis Nassif foi alvo de fuzilaria da Folha, apesar de os valores envolvidos na contratação serem muito mais explicáveis do que a doação do mais nobre horário da televisão brasileira ao jornal, que diria esse jornal se a emissora do governo federal fizesse semelhante acordo com a Carta Capital e, ainda, sem a mesma licitação que ele criticou por não ter existido na contratação daquele jornalista?
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Assista, abaixo, ao primeiro programa da “TV Folha”, que será acompanhado muito de perto por este blog, até porque talvez o Ministério Público de São Paulo venha a ter que ser informado daquilo pelo que não nutre a curiosidade exigível.
Parte 1/3
Parte 2/3
Parte 3/3

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Fonte:http://www.blogcidadania.com.br/2012/03/e-se-a-tv-brasil-doasse-horario-nobre-a-carta-capital/

Mulheres morrem mais de infarto

19.03.2012
Do DIARIO DE PERNAMBUCO
Por Anamaria Nascimento
anamarianascimento.pe@dabr.com.br


Dulcineia Gomes, 64: de volta ao Procape após 3º infarto. Imagem: LAIS TELLES/ESP. DP/D.A PRESS
Elas lutaram durante décadas para conquistar espaço no mercado de trabalho. Hoje, brigam em pé de igualdade com os homens por postos cada vez mais altos nas empresas. Com o passar dos anos e o aumento de funções, as mulheres entraram ainda para um seleto grupo masculino: o das pessoas que mais infartam no país. Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia alertam que, atualmente, pessoas do sexo feminino têm, aos 45 anos, 30 vezes mais chance de infartar do que os homens. Em Pernambuco, a realidade é semelhante. Apenas em 2010 (último ano contabilizado pela Secretaria Estadual de Saúde), 5.336 mulheres morreram depois de infartarem. No mesmo ano, foram 2.941 homens. 

Na década de 1950, nove em cada dez infartados eram homens - e quem preenchia a última vaga era quase sempre uma idosa. Atualmente, os médicos não se surpreendem quando a paciente é uma mulher com menos de 40 anos. “Temos atendido cada vez mais mulheres com infarto em idade cada vez mais precoce”, afirmou o cardiologista Sérgio Montenegro, diretor do Pronto-Socorro Cardiológico de Pernambuco (Procape), principal hospital de cardiologia do estado. Para cada seis homens infartados, há quatro mulheres com o mesmo problema nos dias de hoje. 

As mulheres contam, até a menopausa, com uma proteção natural inexistente no metabolismo masculino: o estrógeno, hormônio sexual produzido nos ovários. A presença do estrógeno no sangue reduz os níveis de colesterol “ruim” (o LDL e o VLDL) e aumenta os de colesterol “bom” (HDL), ajudando a preservar a parte interna das artérias. O cardiologista Edgard Pessoa de Mello observou que o uso abusivo de hormônios contraceptivos tem diminuído essa proteção natural. “Os anticoncepcionais, o fumo e o estresse são os principais vilões do coração das mulheres”, pontuou. Segundo os médicos, é importante  observar os chamados fatores de risco. “As mulheres que têm mais chances de ter doença cardíaca - com histórico na família, portadora de diabetes ou hipertensão - devem ser mais cautelosas e fazer exames regularmente. 

Em qualquer caso, a visita constante ao médico é essencial”, destacou Montenegro. O médico informou que o risco de infarto é 20% maior entre o público feminino dos 40 aos 65 anos. A aposentada Dulcineia Gomes, 64 anos, voltou ao Procape após o terceiro infarto. Já teve quatro cateteres implantados, fez três angioplastias e foi socorrida “inúmeras vezes” com problemas no coração. “Já perdi as contas de quantas vezes baixei no hospital por causa do coração. Trabalhei por 30 anos para sustentar meus seis filhos e hoje sofro as consequências do estresse por ter que cuidar da casa, dos filhos e netos e ainda trabalhar”, contou. 

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Eike Batista fala do acidente de Thor e diz que filho foi cidadão honrado

19.03.2012
Do DIARIO DE PERNAMBUCO
Por Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

Eike Batista fala do acidente de Thor e diz que filho foi cidadão honrado. Imagem: Ari Kaye/JCom/D.A Press
Ari Kaye/JCom/D.A Press

Por meio de seu Twitter, o empresário Eike Batista se manifesta a respeito do acidente que envolveu o filho Thor Batista e um ciclista que morreu na hora, na noite do último sábado, na BR 040. Desde a tarde desse domingo e ainda na manhã de hoje, o empresário interage com os internautas e afirma que o acidente foi provocado por imprudência do ciclista Wanderson Pereira dos Santos, de 30 anos. “A imprudência do ciclista podia ter causado 3 mortes”, disse respondendo a um internauta.
Em um dos seus tuites, Eike Batista afirma que Thor “fez tudo que um cidadão honrado tem a obrigação de fazer: prestou socorro, depôs, assinou e fez o bafômetro”. Ele também afirmou que o rapaz não bebe.
O empresário ainda lamentou profundamente o acidente, se solidarizou com a família e firmou “compromisso de que toda a assistência necessária sera prestada”.

Thor Batista pode ser acusado de homicídio culposo, isto é, sem a intenção de matar. Em princípio, as informações são de que ele e um amigo que o acompanhava foram submetidos ao teste do bafômetro, no qual não foi identificada a ingestão de bebida alcoólica.

Um advogado da família Batista esteve na delegacia e levou o carro de Thor, com a promessa de manter as condições em que o veículo ficou após o acidente. Com o impacto do atropelamento, o Mercedes ficou amassado. A tia e uma prima da vítima também estiveram na delegacia.















































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Fonte:http://diariodepernambuco.com.br/nota.asp?materia=20120319090726