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sexta-feira, 16 de março de 2012

Sindsprev-PE recebe homenagem da Câmara do Recife

16.03.2012
Do site do SINDSPREV/PE
Por Wedja Gouveia da Redação
Matéria editada por Irineu Messias

Vereador Luiz Eustáquio e também  dirigente do SINDSPREV, foi o autor do requerimento da solenidade que homenageou os 23 anos  do sindicato.

Nesta sexta-feira, 16/03, a Câmara do Recife homenageou os 23 anos de fundação do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde e Previdência Social de Pernambuco (Sindsprev-PE).  A iniciativa foi proposta através de requerimento de autoria do vereador Luiz Eustáquio.

 

Irineu Messias, dirigente licenciado do SINDSPREV, representou o secretário de Transportes Isaltino Nascimento, homenageado na solenidade por ser um dos principias fundadores do sindicato.
 
O vereador, em seu discurso, lembrou que a Câmara tem uma marca na história do Sindsprev. “O sindicato foi fundado em 16 de março de 1989, numa assembléia realizada no Plenarinho desta Casa e naquele dia elegeu sua primeira diretoria provisória”,  disse. De acordo com o parlamentar, no seu primeiro ano de atuação o Sindsprev conquistou mais de mil filiados. Luiz Eustáquio, também destacou que o sindicato esteve à frente de lutas em defesa dos servidores que muitas vezes recorrem às greves.

Os filiados  dos SINDSPREV  prestigiaram os 23 anos do sindicato
Integraram a mesa da solenidade o coordenador geral do Sindsprev, José Bonifácio; o secretário de Assuntos Jurídicos do Recife, Cláudio Ferreira; o diretor da Secretaria de Transportes de Pernambuco, Irineu Messias; os gerentes do INSS, George Sóstenes e Magali Albuquerque.

No evento, o coordenador geral do Sindsprev agradeceu a homenagem, ressaltando que o sindicato, além de comemorar os 23 anos de fundação, está se fortalecendo ainda mais para avançar nas negociações com o governo federal. “O Brasil já mostrou ao mundo que o remédio para a crise econômica não é o arrocho salarial. Investir no serviço público é o elemento essencial para o crescimento do país e para a qualidade de vida dos brasileiros”, afirmou.

Secretário Isaltino Nascimento,foi um dos homenageados nos 23 anos do  SINDSPREV. Ele foi um dos principais fundadores do sindicato
Homenageados - Durante a sessão solene, que teve a participação do coral do Sindsprev, representantes da categoria dos previdenciários receberam placas alusivas à passagem dos 23 anos da entidade (foto). Foram eles: Antônio Amaro dos Santos, Antônio Guilherme da Silveira, Bartolomeu Nascimento, Davi Araújo, Dinalva Bezerra, Isabel Cristina Araújo, Isaltino Nascimento, Jaira Soares da Silva, José Roberto Nalon, José Valfrido da Silva, Lúcia Josefa Alves, Luís Carlos dos Santos, Luzia Rufino de Melo, Magali Albuquerque, Conceição Souza, Fátima Silva, Maria do Carmo Silva, Suely Alexandre, Marize Melo, Regina Araújo, Rômulo Alcântara, Rubens Souza Júnior e Sandoval Pereira Lins. 



José Bonifácio, Coordenador geral do SINDSPREV

Irineu Messias e Luiz Eustáquio

Estamos todos de parabéns por participar da construção de um grande sindicato. Nosso forte é lutar para conquistar e ser feliz!


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CERCO GOLPISTA À VERDADE

16.03.2012
Do blog FAZENDO MEDIA, 15.03.12
Por Jacques D’Ornellas


Uma fração de militares inativos das Forças Armadas produziu o Manifesto “Alerta à Nação”, com o objetivo de golpear a verdade, cuja Comissão foi determinada por lei aprovada no Congresso Nacional, além de tentarem desmoralizar o governo da Presidente Dilma Rousseff, especialmente seu Ministro da Defesa Celso Amorim.
E por que esses golpistas pedem a cabeça de Celso Amorim? Porque Celso Amorim provou, na prática, ser um inconteste defensor da independência e soberania do Brasil nos foros internacionais e não um mero fantoche a serviço da política de guerra dos EUA! Esses indisciplinados estúpidos se tornaram coniventes com as pressões desrespeitosas e intervencionistas contra o nosso país por parte do ex-Embaixador dos EUA no Brasil Clifford Sobel que, em seus relatórios feitos a Washington em 2009, conforme divulgação do site WikiLeaks, criticou nossa política externa e anunciou a tentativa infame de cooptarem nossos jovens diplomatas para servirem aos seus interesses hegemônicos genocidas!
A linguagem raivosa e desrespeitosa desses fracionários golpistas revela quão importante foi a criação da Comissão da Verdade, embora o debate preliminar sobre sua necessidade e alcance tenha sido limitado.
Apesar da Comissão não ter sido instalada, a Verdade já está trabalhando, está identificando os renegados que não suportam que a luz da verdade penetre na consciência  dos  brasileiros.
A verdade é que todos os que ingressam no Exército prestam o Juramento do Soldado Brasileiro: “Incorporando-me ao Exército Brasileiro prometo cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado. Dedicar-me inteiramente ao serviço da Pátria cuja honra, integridade e Instituições defenderei com o sacrifício da própria vida!”
A verdade é que nós, do Exército Brasileiro, por sermos fiéis a esse Juramento, fomos presos e demitidos da Corporação, e os que o traíram, subvertendo a Ordem Constitucional, abolindo o Estado Democrático de Direito e depondo o Presidente da República, acabaram por solapar a Soberania Nacional em criminoso conluio com o governo dos EUA.
A verdade é que o Golpe de 1º de abril de 1964 produziu um violento estupro sócio econômico no povo brasileiro, em decorrência da política submissa aos banqueiros de Wall Street. A nossa Dívida Externa, cujo estoque totalizava três bilhões de dólares em 1964 aumentou exponencialmente, constituindo o mais gigantesco ato de barbárie cometido pela Ditadura e seus patrões do Norte contra o povo brasileiro e que continuou sendo mantido pelos governos civis!
A verdade é que os crimes de assassinato sob tortura, praticados por esses bandidos usurpadores da lei, contra os legítimos soldados do Brasil, durante a guerra suja encoberta, precisam ser revelados para que o povo brasileiro conheça sua verdadeira História!
A própria Anistia Política de 1979 e a “abertura democrática” resultaram da necessidade do governo dos EUA de lavar a cara suja das ditaduras latinoamericanas que eles próprios promoveram. Tudo isso foi conseqüência dos gigantescos gastos com a Guerra do Vietnam, que os obrigou a elevarem a taxa de juros em 21,5% no final de 1980, para poderem rolar sua enorme dívida de guerra.
Os EUA ainda se viram compelidos a transplantarem suas indústrias para a China e foi justamente esse fato que determinou a execução de um “cavalo de pau” na sua política de “Direitos Humanos”.
Portanto, neste projeto hegemônico Estadunidense, as ditaduras latinoamericanas e outras deveriam ser abolidas, dando lugar às “democracias representativas”, mantido, obviamente, o controle econômico e financeiro determinado por Wall Street.
E não foi por outra razão que, em 2002, nas vésperas da eleição, o presidente FHC chamou os candidatos Lula, Serra, Cyro e Garotinho para que se comprometessem com a manutenção da política econômica subserviente aos EUA! E todos eles se comprometeram!
Alguns fatos da História do Brasil merecem ser revisitados.
Em meados de 1953, Getúlio Vargas nomeou João Goulart Ministro do Trabalho. A ação nacionalista e popular de Jango provocou o ódio de quase uma centena de oficiais entreguistas, isto é, serviçais do governo dos EUA! O episódio ficou conhecido como o “Manifesto dos Coronéis”, cuja divulgação ocorreu em fevereiro de 1954 e teve o apoio de empresários e do governo dos EUA, pois se tratava de um aumento do salário mínimo. Em decorrência dessa espúria pressão, Getúlio Vargas demite Jango e o Ministro da Guerra General Estillac Leal, também nacionalista. Seis meses depois, em 24 de agosto de 1954, Getúlio Vargas se suicida, deixando a “Carta Testamento”, documento que denuncia a guerra suja encoberta dos EUA contra o Brasil!
Em 1955, o General Henrique Teixeira Lott, com o apoio dos subtenentes, sargentos e oficiais nacionalistas, desmonta a subversão da banda podre golpista do Exército e garante a posse de Juscelino Kubitschek na Presidência da República no ano seguinte.
Durante o governo JK (1956-1960), todos os golpistas que atentaram contra as liberdades democráticas em  Aragarças e Jacareacanga, foram anistiados por ele.
Em agosto de 1961, quando Jânio Quadros renunciou à Presidência do Brasil, os três Ministros Militares, Denys, Heck e Grun Moss golpearam o País, tentando impedir a posse de João Goulart na Presidência da República. Nessa época, Jango estava retornando de visita à República Popular da China, cuja Revolução Socialista ainda era uma criança com 11 anos. Foi quando Leonel Brizola, então Governador do Rio Grande do Sul, interpretando a lógica “Quando os soldados não são patriotas, os patriotas tem que ser soldados!” levanta o povo gaúcho, com o apoio da Brigada Militar. O Comandante do III Exército, General Machado Lopes, também assumiu a defesa da legalidade constitucional ameaçada pelos sediciosos apátridas, porque era um general patriota e também porque a maioria dos efetivos do III Exército estava a favor da posse de Jango.
Era muito difícil naquela época e continua sendo muito difícil ainda hoje, um comandante se posicionar contra a vontade de sua própria base militar, seu estofo físico, seus comandados. A vontade do povo reunido na Praça da Matriz em Porto Alegre era levar Jango, em caravana, até Brasília e empossá-lo na Presidência da República. Entretanto, a vontade popular não foi levada em conta e a frustração da massa foi total quando a conciliação articulada por Tancredo Neves junto aos golpistas institui o parlamentarismo no Brasil, o qual foi abolido, em janeiro de 1963, com 82% dos votos no Plebiscito.
Como a História ensina, há momentos em que plebiscito é um santo remédio!
Em dezembro de 1963, junto com dezenas de sargentos, nos reunimos com o ex-Presidente Juscelino Kubitschek para preveni-lo das articulações golpistas contra Jango e que deveriam atingi-lo, uma vez que JK era candidato nas eleições presidenciais que deveriam ocorrer em 1965. Depois de JK ouvir nossas explicações sobre a preparação acelerada golpista, nos respondeu: “Não, não é possível, não tem nada disso”. Tornamos a alertá-lo, mas não teve jeito, JK achou que o Golpe era uma fantasia nossa.
No início de março de 1964, fomos junto com outro companheiro do Exército falar com o General Assis Brasil (Chefe da Casa Militar de Jango e responsável pelo “Dispositivo Militar”). Nessa ocasião, fizemos pesadas críticas ao Dispositivo que, supostamente, seria poderoso. Explicamos ao General que havia oficiais reconhecidamente golpistas ocupando importantes comandos de tropas, enquanto os oficiais nacionalistas ocupavam gabinetes burocráticos. E, a cada denúncia que fazíamos, nossos companheiros eram presos e transferidos para unidades de fronteira.
No momento derradeiro do Golpe de 1º de abril de 1964 fomos, junto com dezenas de subtenentes e sargentos do Exército, exortar o General Oromar Osório, comandante da Divisão de Infantaria da Vila Militar, para que ele assumisse o comando da resistência ao golpe entreguista, porém o general Oromar negou-se a resistir, alegando que o Presidente João Goulart não queria que houvesse derramamento de sangue entre irmãos. Argumentamos com o general Oromar que não haveria derramamento de sangue, porque dispúnhamos de maior apoio dentro dos quartéis do Rio de Janeiro na defesa da legalidade democrática. Entretanto, o general Oromar Osório se manteve inerte no momento mais dramático para a população brasileira, esquecendo seu juramento de outrora!
Muitos desses fatos da História do Brasil que tivemos o privilégio de participar, devem nos ajudar a tomar as decisões baseadas na justiça e no respeito à dignidade humana, na defesa da paz e na condenação da guerra. Portanto, entendemos que o governo da Presidente Dilma Rousseff tem os instrumentos legais, institucionais e democráticos para solucionar tão anacrônico impasse!
Todavia, não podemos nos descuidar, face ao advento, em 2007, da Crise Econômica Capitalista Completa e Terminal, cujo epicentro ocorreu nos EUA, transbordou para a Europa e agora se expande para as demais regiões da Terra. Para nós, é gritante a evidência de já estar sendo engendrada, por pressão do Pentágono e aquiescência do  presidente dos EUA, uma nova configuração geopolítica, cujo objetivo é transferir os efeitos da Crise para muito além dos limites suportáveis aos brasileiros e demais povos do mundo. E é aí que entram em cena seus serviçais de sempre! Suas bestas de guerra!
“Só vos peço uma coisa: se sobreviverdes a essa época, não vos esqueçais! Não vos esqueçais nem dos bons, nem dos maus. Juntai com paciência as testemunhas daqueles que tombaram por eles e por vós.
Um belo dia, hoje será o passado, e falarão numa grande época e nos heróis anônimos que criaram a História.
Gostaria que todo o mundo soubesse que não há heróis anônimos. Eles eram pessoas, e tinham nomes, tinham rostos, desejos e esperanças, e a dor do último de entre os últimos não era menor do que a dor do primeiro, cujo nome há de ficar. Queria que todos esses vos fossem tão próximos como pessoas que tivésseis conhecido como membros da vossa família, como vós mesmos.”
Testamento sob a Forca – Júlio Fuchik – Edit. Brasil Debate, 1980
“Este mundo de guerras, de sobressaltos e insegurança, do lucro como motor de desenvolvimento, dos grandes monopólios subordinando aos interesses de uma minoria todos os aspectos da vida social, este mundo dividido em explorados e exploradores, em que a fome elimina anualmente milhares de vezes mais vidas humanas do que a criminosa guerra do Vietnã, este mundo perdeu sua razão de ser, quando se consomem milhões de dólares para matar a outro homem, quando os orçamentos militares são constantemente aumentados em detrimento de necessidades vitais, quando a separação entre humildes e poderosos atinge as proporções de um verdadeiro cataclismo, quando as mais ponderadas manifestações de alerta são silenciadas a bala, quando o descontentamento se torna universal e o indivíduo desfalece nas tramas de forças materiais que ele não dirige e muitas vezes não compreende.”
LUIZ EURICO TEJERA LISBÔA
“Militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), desaparecido e morto em setembro de 1972.”
“Luíz Eurico viveu intensamente a sua época e absorveu os ideais de justiça e liberdade. Sua poesia assim se revela e aproxima-se com sensibilidade à resistência do povo vietnamita em Balada de Ham-li:
“Na pequenina aldeia
de Luang-Ding
um menino
de pele amarela
e olhos rasgados
está
silencioso
deitado no chão
seu nome
Ham-li
as mãos
as pequeninas mãos
de Ham-li
estão crespadas
retorcidas
por uma grande dor
os pequeninos braços
fortes de Ham-li
- menino camponês
estão descarnados
e já se decompõem.
Os pequeninos pés
andarilhos de Ham-li
- menino soldado –
encolhidos
assemelham-se a uma
terrível garra
A pequenina face
de pele macia
onde brilhavam
os negros olhos rasgados
o menino Ham-li
escondeu-a no ventre aberto
para que o mundo
não visse tanto horror.
Mas ao pequenino coração
do menino Ham-li
o Napalm
não poderia jamais atingir!
Entre os escombros
da pequenina aldeia
de Luang-Dinh
um menino
de pele amarela
e olhos rasgados
está
silencioso
deitado no chão.
O pequenino coração
do menino Ham-li
pulsa
inalterado
sobre todo o Vietnã.”
“DOSSIÊ DOS MORTOS E DESAPARECIDOS POLÍTICOS A PARTIR DE 1964
Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, Instituto de Estudo da Violência do Estado – IEVE – Grupo Tortura Nunca Mais – RJ e PE
CEPE – Companhia Editora de Pernambuco”
(*) Daltro Jacques D’Ornellas é Capitão Reformado do Exército Brasileiro e vice-Relator da CPI da Dívida Externa e FMI da Câmara dos Deputados em 1983 e 1984

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“Livre comercio é arma do forte”. A Dilma sabe

16.03.2012
Do CONVERSA AFIADA,15.03.12
Por  Paulo Henrique Amorim



O ansioso blogueiro volta a recomendar a leitura do post ” Delfim e Nassif – calma que a indústria brasileira não vai acabar“.

Delfim, num artigo na Carta Capital, e a entrevista da Presidenta ao Nassif tratam do “tsunami monetario” aplicado pelos Estados Unidos e a Uniao Europeia, como uma das formas mais ferozes de protecionismo.

EUA e UE provocam uma bolha monetária com mão de gato para desvalorizar suas moedas.

Como diz  a Presidenta ao Nassif: é a poitica do poor they neighbour – empobreça o seu vizinho.

Ou, eu exporto e você importa.

E danem-se você e a Organização Mundial do Comércio.

O ansioso blogueiro comprou em recente viagem a Nova York, para tratar de assuntos que penduricalhos do PiG (*) acompanham com razoável irritação, o livro “The world America made”, de Robert Kagan, ensaista, membro da Brookings Institution e colunista do Washington Post.

É uma tentativa – inteligente, aguda, bem escrita, como não se vê aqui nos colonistas (**) do PiG – de provar que a América salvou a Humanidade com a propagação da democracia, do capitalismo e do mercado livre.

(Mal sabe ele o que a Economist já descobriu:  que “0 Capitalismo de Estado ganhou a guerra e o povo vive melhor”)

Diz ele na pág 42 ( da Alfred Knopf, New York, 2012):

O recente cresicimento da riqueza em âmbito mundial não resolveu o problema da desigualdade dentro e entre nações. Ao contrário, exacerbou a desigualdade. (Oh, Urubóloga ! – PHA) Dessa  forma, o sistema econômico de mercado livre não foi aceito de bom grado em toda parte. Os americanos e, antes deles, os britânicos, tinham que acreditar que o livre  mercado e o livre comércio ofereciam às economias em desenvolvimento a oportunidade de enriquecer. Mas, como um professor (leia o “em tempo” – PHA) já tinha observado, essas ‘ oportunidades’ muitas vezes tinham que ser ‘ impostas  aos relutantes parceiros … Livre comercio é politica do forte’. “

Navalha
O que se observa na atual economia do “tsunami monetário” , do ” dane-se o vizinho” é que “o forte” agora é protecionista.
Embora diga que é a favor do livre comércio – e a Urubóloga acredite.
O “forte” não tem ideologia.
Tem interesses.
E, como o Brasil ficou forte, também será livre cambista e protecionista quando lhe der na telha.
Em defesa do interesse nacional brasileiro, onde se sobressai o interesse do trabalhador brasileiro.
Coitada da Urubóloga !


Em tempo: o professor citado é Robert Gilpin, autor de “U.S. Power and the Multinational Corporation”, New York, 1975, pág. 85. Quem chamou a atenção do ansioso blogueiro para Gilpin foi o então embaixador do Brasil em Washington, Marcilio Marques Moreira. Poucos como Gilpin e Marcilio entenderam – na opinião deste ansioso blogueiro – a natureza da economia daquela época. E o papel hegemônico dos Estados Unidos, quando o Brasil ia de joelhos ao FMI.  E o ansioso blogueiro com eles aprendeu muito. ( Como se sabe, o Brasil só adotou a posição ereta no Governo do Nunca Dantes.)

Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

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