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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

SUS e planos de saúde vão cobrir troca de silicone rompido

12.01.2012
Da FOLHA.COM, 11.01.12
Por JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA
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Após reunião com entidades médicas e os ministérios da Saúde e Justiça, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou nesta quarta-feira (11) que o governo vai permitir a troca de próteses mamárias rompidas da marca PIP e Rofil usando planos de saúde particulares ou o SUS (Sistema Único de Saúde).

A medida vale também para as pacientes que colocaram o implante para fins estritamente estéticos.

Antes da decisão, o Ministério da Saúde informava que o SUS cobriria a troca dos silicones apenas das pacientes que originalmente colocaram os implantes após mastectomia.

"[No caso da] mulher que tem um implante colocado na rede privada por uma questão estética, na medida que esse implante se rompeu, há o entendimento do governo de que esse procedimento agora é reparador, o que significa retirar a prótese que tenha rompido e implantar uma nova", disse o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano.

"Esse procedimento poderá ser feito pelo SUS e será garantido pelos planos de saúde, porque eles também garantem as cirurgias reparadoras", acrescentou.

Segundo Barbano, as entidades médicas vão fechar com o Ministério da Saúde um protocolo de atendimento. O documento fornecerá orientações sobre os exames que deverão ser feitos para detectar eventuais problemas e os casos em que a troca será necessária.

Também serão definidos os serviços médicos que poderão ser utilizados pela paciente. Esse documento deve ficar pronto até o início da próxima semana.

A ideia, continua ele, é realizar uma convocação pública para que as mulheres com implantes PIP ou Rofil --ou que não saibam a marca de seus implantes-- busquem os serviços de saúde para realizar os exames.

O governo estima um universo de 20 mil mulheres que devem ser atendidas.

Até o momento, a Anvisa tem informação de rompimento de 39 próteses da PIP (a maior parte já substituída) e algumas da Rofil (número ainda não definido).
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AGÊNCIA BRASIL: Recolocação de implante de seios será discutida amanhã pelo governo


12.12.2012
Da Agência Brasiil, 
Por Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil
Saúde


Brasília – Depois de divulgar as regras para a troca das próteses rompidas da Poly Implant Prothese (PIP) e Rofil, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informou que a recolocação de implante de silicone será discutida amanhã (13), em reunião com membros da agência reguladora, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Saúde.


Em comunicado divulgado no início da tarde, a ANS disse que os planos de saúde são obrigados a pagar todos os gastos com a cirurgia de retirada dos implantes com defeito das pacientes, mesmo as que colocaram por motivo estético (aumento do tamanho das mamas). Já a recolocação do implante (cirurgia e compra das próteses) é garantida apenas para as mulheres que passaram por uma reconstrução mamária. No caso da paciente que colocou o implante por finalidade estética, o custo da nova prótese fica por conta da mulher, informou a agência reguladora no final do dia.


O diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, disse ontem (11) que os planos de saúde e o Sistema Único de Saúde (SUS) vão bancar a troca das próteses rompidas das pacientes, independente da cirurgia, ou seja, reparadora ou estética.


Em entrevista hoje (12) à Agência Brasil, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que um “consenso” sobre a troca das próteses ainda não foi firmado. “Nós vamos sentar com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a ANS [Agência Nacional de Saúde Suplementar], a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e a Sociedade Brasileira de Mastologia para definir esse consenso, inclusive qual a melhor forma de conduzir isso em relação a essas mulheres", disse o ministro. Segundo Padilha, é preciso ter "indicações" para a retirada das próteses, avaliar se é necessário, ou não, colocar nova prótese.


Calcula-se que 12,5 mil brasileiras têm implantes da francesa PIP e 7 mil, da holandesa Rofil. A Anvisa recebeu queixas de 39 pacientes com ruptura do implante da marca francesa.

Edição: Rivadavia Severo
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Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-12/recolocacao-de-implante-de-seios-sera-discutida-amanha-pelo-governo

DIÁRIO DE PERNAMBUCO: Homem casa com cadáver de namorada em cerimônia acompanhada pelo Facebook

12.01.2012
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 11.01.2012
Por Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
Tailândia

Um canal de televisão tailandês transmitiu, ao vivo, o casamento de um homem com o cadáver de sua namorada. Chadil Deffy, mais conhecido por Deff Yingyuen, usou como prova de amor o matrimônio com Anne Kamsook, a ′Sarinya`, morta quatro dias antes, em um acidente automobilístico. A cerimônia foi realizada na província de Surin. O convite foi distribuído pelo Facebook e cerca de 50 mil pessoas acompanharam a celebração.
O casal estava junto há 10 anos e fez promessa de que, de qualquer forma, estaria junto por toda a vida. "Nosso amor foi algo muito grande, mas por lástima não podemos viajar ao passado e mudá-lo. A vida é curta, e hoje realizo meu desejo e agradeço a todos os que estão presentes", disse, ao alegar que o desejo de manter o casamento decorre da necessidade de manter suas almas unidas, mesmo após a morte.
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SRH/MP INSCREVE ENTIDADES SINDICAIS PARA OFICINA SOBRE INSALUBRIDADE

12.01.2012
Do portal do MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, 05.01.12


Brasília, 5/1/2012 – A Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento (SRH/MP) abriu inscrições para a Oficina sobre Insalubridade e a Política de Atenção à Saúde e Segurança no Trabalho do Servidor – Princípios, Conceitos e Legislação, que será realizada no próximo dia 19. O público-alvo são entidades sindicais representantes dos servidores públicos federais.

O limite é de 200 vagas e as inscrições devem ser feitas por meio de formulário, que está disponível no Portal Siass (www2.siapenet.gov.br/saude) no link “Documentos”. Também pode ser solicitado pelo emailcgnes.srh@planejamento.gov.br. O prazo vai até o próximo dia 13, sexta-feira. A oficina será realizada no auditório do Edifício Previdência Social (Setor de Autarquias Sul – Quadra 2, Bloco O, 1º andar).

Esta é a primeira das oficinas temáticas de relações do trabalho na Administração Pública Federal, resultado de metodologia acordada na Mesa Nacional de Negociação Permanente, para o aprofundamento do debate das reivindicações relacionadas ao meio ambiente do trabalho e à saúde do servidor.

Participarão como palestrantes a secretária-adjunta de Recursos Humanos do MP, Marcela Tapajós; o diretor do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho da Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Rinaldo Marinho Costa Lima; o diretor do Departamento de Saúde, Previdência e Benefícios do Servidor da SRH/MP, Sérgio Carneiro; e representantes das entidades sindicais.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO: Dossiê - Livro Didático

12.01.2012
Do site do Ministerio da Educação, 06.01.12

Artigo

Publicação: Folha de São Paulo
Data: 06/06/2011
Autor: Ricardo Semler. Ricardo Semler é empresário. Foi scholar da Harvard Law School e professor de MBA no MIT, ambos nos EUA. Escreveu dois livros ("Virando a Própria Mesa" e "Você Está Louco") que venderam juntos 2 milhões de cópias em 34 línguas.


"Li o livro aprovado pelo MEC e o achei bom - que exista e seja distribuído. Os alunos contemporâneos têm que discutir como se faz a adaptação de uma linguagem para que seja acessível e democrática, como os EUA fizeram com o inglês, que tem apenas 25 mil palavras cotidianamente usadas, contra 49 mil empregadas na Inglaterra. O livro "Por uma Vida Melhor" aceita a concordância "errada", mas defende a norma culta e explica que o significado é compreensível mesmo com "equívocos"."



Artigo
Publicação: O Estado de SP
Data: 30/05/2011 
Autor: Sergio Fausto. Sergio Fausto é diretor executivo do Instituto Fernando Henrique Cardoso e membro do GACINT da Univesidade de São Paulo


"Dei-me ao trabalho de ler o capítulo de onde foram extraídas as "provas" do suposto crime contra a língua portuguesa. Chama-se Escrever é diferente de falar, título que já antecipa uma preocupação com o bom emprego da língua no registro formal, típico da escrita. São algumas páginas. Nada que um leitor treinado não possa enfrentar em cerca de 10 ou 15 minutos de leitura atenta. Se a fizer sem prevenção, constatará que o livro não aceita a sobreposição da linguagem oral sobre a linguagem escrita em qualquer circunstância, como chegou a ser escrito."





Manifesto
Data: 27/05/2011
Autoria: Círculo Educação Lingüística - professora-coordenadora: Margarete Schlatter. O Círculo Educação Linguística reúne professores de português do ensino fundamental e médio, professores de português como língua adicional e estudantes e professores da área de Letras. O grupo surgiu em Porto Alegre (RS), em meio a debates sobre a polêmica na mídia brasileira provocada pelo livro “Por uma Vida Melhor”, da Coleção Viver, Aprender – adotado pelo Ministério da Educação (MEC)e distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático para a Educação de Jovens e Adultos (PNLD-EJA). 


"Por meio do manifesto "Sabemos escolher como falar e como escrever porque discutimos isso na escola", expressamos nosso repúdio às interpretações equivocadas de que o livro sugere o ensino de um “português errado”: essa interpretação só pode ser feita por quem sequer abriu o livro para entender que o que está proposto é uma reflexão sobre as variedades linguísticas do Brasil e a importância da aprendizagem da norma culta.Novas manifestações do Círculo sobre a função social da escola contemporânea em promover o letramento e a educação linguística serão publicadas no blog http://educacaolinguistica.blogspot.com/."



Artigo

Publicação: O Globo
Data: 27/05/2011
Autor: Ricardo Salles - Ricardo Salles é advogado.


"Condena-se, com muita energia (e, às vezes, com boa dose de leviandade), a autora do capítulo 1 do livro "Por uma vida melhor", distribuído pelo MEC a escolas públicas de todo o país. Mas a coisa é muito esquisita: a moça é acusada pelo que não fez!"





Artigo
Publicação: Carta Capital
Data: 25/05/2011
Autor: Adilson de Carvalho - Adilson de Carvalho é formado em letras pela UnB e Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental.


"Há muita desinformação, má fé e preconceito na polêmica criada em torno do livro Uma vida melhor, da professora Heloísa Ramos. O livro faz parte do Programa Nacional do Livro Didático, do Ministério da Educação, e vem sendo execrado por diversos jornalistas e outros moralistas, sob a acusação de que a obra orientaria professores a ensinarem o “português errado” a seus alunos, em detrimento do que consideram o “bom e correto” uso da língua."





Artigo
Data: 23/05/2011
Autor: Dante Lucchesi. Dante Lucchesi é professor associado de Língua Portuguesa da Universidade Federal da Bahia e Pesquisador do CNPq


"Foi o suficiente para que políticos, jornalistas, intelectuais e professores manifestassem toda a sua perplexidade e indignação. Até uma procuradora do Ministério Público Federal, no melhor estilo udenista da Marcha com Deus pela Família, ameaçou com processo os responsáveis pela edição e pela distribuição do livro. Argumentou-se que, sendo a missão da escola ensinar a “forma correta”, não podia admitir o uso da “forma errada”; e que à escola cabia ensinar a norma culta, e não a popular. Chama a atenção, em primeiro lugar, o açodamento e leviandade de alguns posicionamentos, que revelaram que seus autores sequer se deram ao trabalho de ler o livro."





Artigo
Publicação: O Globo
Data: 23/05/2011
Autor: Marcos Bagno. Marcos Bagno é linguista, escritor, tradutor e professor do Instituto de Letras da Universidade de Brasília.


"Ao fazer tanto alarde em torno de algo que para os educadores é uma prática já consolidada, essa falsa polêmica, na verdade, é mero pretexto para os que se empenham em reunir mais munição para desacreditar o governo da presidente Dilma Rousseff: os mesmos que, amparados pela grande mídia (comprometida até as entranhas com os interesses das elites de um país campeão mundial das desigualdades), tornaram a última campanha presidencial um desfile de mentiras grotescas. Por isso, é melhor procurar em outro canto, porque aqui a "culpa" não é deste governo, mas vem de muito antes."





Entrevista 
Publicação: Portal IG
Data: 23/05/2011
Autor: Ataliba de Castilho. Ataliba de Castilho é autor da Nova Gramática do Português Brasileiro, lançado em abril deste ano.


"... os autores do livro didático Por uma vida melhor, que dedica um capítulo ao uso popular da língua, estão empenhados em discutir a amplitude e a criatividade da língua portuguesa, além do conceito de certo e errado estabelecido pela norma culta."





Artigo
Publicação: Estadão Online
Data: 22/05/2011 
Autor: Sírio Possenti - Sírio Possenti é professor do Departamento de Lingüística - Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp e autor de questões para analistas de discurso e a Língua na Mídia (parábola).


"O jornalismo nativo teve uma semana infeliz. Ilustres colunistas e afamados comentaristas bateram duro em um livro, com base na leitura de uma das páginas de um dos capítulos. Houve casos em que nem entrevistado nem entrevistador conheciam o teor da página, mas apenas uma nota que estava circulando (meninos, eu ouvi). Nem por isso se abstiveram de "analisar". Só um exemplo, um conselho e uma advertência foram considerados. E dos retalhos se fez uma leitura enviesada. Se fossem submetidos ao PISA, a classificação do país seria pior do que a que tem sido."





Artigo
Publicação: O Globo 
Data: 21/05/2011
Autor: José Miguel Wisnik - José Miguel Soares Wisnik é professor de Teoria Literária na USP.


"Leio o capítulo do livro em questão e vejo, no entanto, que a autora se dedica nele, a maior parte do tempo, a mostrar a importância da pontuação, da concordância e da boa ortografia na língua escrita. Onde está o erro?"





Artigo
Publicação: O Globo
Data: 20/05/11
Autor: Miguel Conde - Miguel Conde é jornalista.


"Dada a estridência com que se tem desenrolado a discussão, pode ser útil, antes de tomar parte na briga, atentar para alguns trechos do livro até o momento ignorados nas citações que têm sido feitas."





Nota
Publicação: Site da Associação Brasileira de Lingüística (Abralin)
Data: 20/05/2011
Autora: Maria José Foltran, Presidente da Abralin


"Diante de posicionamentos virulentos externados na mídia, alguns até histéricos, a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LINGUÍSTICA - ABRALIN - vê a necessidade de vir a público manifestar-se a respeito, no sentido de endossar o posicionamento dos linguistas, pouco ouvidos até o momento."





Nota
Publicação: Site da Associação Brasileira de Linguística Aplicada do Brasil (Alab) 
Data: 20/05/2011
Autora: Paula Tatianne Carréra Szundy, Presidente da ALAB, biênio UFRJ 2009-2011


"O grande incômodo, relacionado ao fato do livro relativizar o uso da norma culta, substituindo a concepção de “certo e errado” por “adequado e inadequado”, retrata a incompreensão da imprensa e população em relação ao escopo de atuação de pesquisadores que se ocupam em compreender e analisar os usos situados da linguagem."





Artigo
Publicação: Site Terra Magazine
Data: 19/05/2011
Autor: Sírio Possenti - Sírio Possenti é professor do Departamento de Linguística / Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp e autor de questões para analistas de discurso e a Língua na Mídia (parábola).


"Como se sabe, houve época em que dizer que a Terra gira ao redor do sol dava fogueira. Semmelveis foi escorraçado pelos médicos que mandavam em Viena porque disse que todos deveriam lavar as mãos antes de certos procedimentos (por exemplo, quem viesse de uma autópsia e fosse verificar o grau de dilatação de uma parturiente). Não faltou quem dissesse "quem é ele para mandar a gente lavar as mãos?





Artigo
Publicação: Gazeta do Povo (PR)
Data: 19/05/2011
Autor: Carlos Alberto Faraco - Carlos Alberto Faraco, linguista, foi professor de português e reitor da UFPR.


"Pior ainda: jornalistas respeitáveis e até mesmo um conhecido gramático manifestam indignação claramente apenas por ouvir dizer e não com base numa análise criteriosa do material. Não podemos senão lamentar essa irresponsável atitude de pessoas que têm a obrigação, ao ocupar o espaço público, de seguir comezinhos princípios éticos."





Artigo
Publicação: Blog do professor Marcos Bagno
Data: 18/05/2011
Autor: Marcos Bagno - Marcos Bagno é é linguista, escritor, tradutor e professor do Instituto de Letras da Universidade de Brasília.


"Já faz mais de quinze anos que os livros didáticos de língua portuguesa disponíveis no mercado e avaliados e aprovados pelo Ministério da Educação abordam o tema da variação linguística e do seu tratamento em sala de aula. Não é coisa de petista, fiquem tranquilas senhoras comentaristas políticas da televisão brasileira e seus colegas explanadores do óbvio."





Artigo
Publicação: Folha de São Paulo 
Data: 16/05/2011 
Autor: Hélio Schwartsman - Hélio Schwartsman é bacharel em filosofia articulista da Folha de São Paulo.


"Os mais espevitados já viram aí um plano maligno do governo do PT para pespegar a anarquia linguística e destruir a educação, pondo todas as crianças do Brasil para falar igualzinho ao Lula."



ARTIGOS COMPLETOS





Artigo
Publicação: Folha de São Paulo

Data: 06/06/2011
Autor: Ricardo Semler. Ricardo Semler é empresário. Foi scholar da Harvard Law School e professor de MBA no MIT, ambos nos EUA. Escreveu dois livros ("Virando a Própria Mesa" e "Você Está Louco") que venderam juntos 2 milhões de cópias em 34 línguas.

Última flor do laço

Exigir o domínio da língua culta, desenvolvida por, e para, as elites, é fator formador de castas NA EXPOSIÇÃO "6 Bilhões de Outros", no Masp, em São Paulo, há o depoimento de um soldado americano, que passou semanas conversando com dois afegãos, pai e filho -sem idioma comum, mas com alta compreensão mútua. 

Na moral -sabe q tem dicionário irado com essas parada aí neles- demorô! "Irado" e "demorô" constam do Caldas Aulete. E tá prvdo q n prcsa de tds as ltrs pa entdr qq frase. 

Conclui-se que a questão antropológica de comunicação não está em jogo quando um livro, como o "Por uma Vida Melhor", é assediado pelo patrulhamento multi-ideológico.  

Evanildo Bechara, da embolorada ABL, defende, na "Veja", que a norma culta da língua continue cobrando pedágio de acesso ao mundo superior. Sem dúvida, negar o aprendizado da língua culta é inaceitável. Caberia só discutir o que é suficiente. 

Convém lembrar que a quantidade de unidades lexicais do português demandaria o aprendizado de 350 delas por dia letivo, por cinco anos -são 350 mil no total!

Por outro lado, exigir o domínio da língua culta, desenvolvida a esse alto nível por, e para, as elites, é fator formador de castas. É assim na Inglaterra, onde o "Queen"s English" é ensinado nos internatos, na Alemanha, com seu "Hoch Deutsch" e, naturalmente, na Índia, onde só os brâmanes "falam direito". 

É só observar como os médicos se protegem com um linguajar intransponível, os advogados começam frases com "priscas eras" e os engenheiros falam em "senoidal" para descrever um arco. Ninguém penetra nesses clubinhos sem passar na prova de compatibilidade tribal -e tem elitismo sim. 

Li o livro aprovado pelo MEC e o achei bom -que exista e seja distribuído. Os alunos contemporâneos têm que discutir como se faz a adaptação de uma linguagem para que seja acessível e democrática, como os EUA fizeram com o inglês, que tem apenas 25 mil palavras cotidianamente usadas, contra 49 mil empregadas na Inglaterra. 

O livro "Por uma Vida Melhor" aceita a concordância "errada", mas defende a norma culta e explica que o significado é compreensível mesmo com "equívocos". 

Se nóis falemo errado, não é só questão de exigir melhores professores e policiamento intelectual; é também preciso reduzir as regras e as complicações para flexibilizar a língua. Isso permitiria maior acesso às profissões, bem como ascensão social, sem o preconceito do uso da linguagem exata. 

Em vez de ficar em mãos de eruditos empoeirados, as novas normas linguísticas deveriam ser editadas por comissões paritárias do país. 

Nada impede que os interessados continuem levando as preciosidades a patamares olímpicos, como forma de arte ou mesmo por masturbação mental. 

O Mussolini era torcedor da Lazio, que é a região da Itália de onde saiu a última flor do latim a que o Bilac se refere, o português. 

Como sabemos desde Mussolini e Stálin, sabedoria e norma culta não têm quase nada em comum. Isso seria bem lembrado nos chás das academias de vosmecês. 

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PARAGUAY.COM: Para reducir el déficit, Hungría despide a 6.300 empleados públicos

12.01.2012
Do portal PARAGUAY.COM

El Gobierno húngaro despedirá a 6.300 empleados de la Administración del Estado a partir del 18 de enero dentro de la política de reducción del déficit público, informó hoy el Boletín Oficial Húngaro.

Budapest. Hungría. EFE.- Este despido afectará principalmente a los ministerios, pero también a otros organismos como la Oficina Central de Estadísticas o la Oficina de Impuestos.
La medida se debe al "cumplimiento de la meta de déficit presupuestario para 2012" (del 2,94 %) y a la creación de un "Estado de funcionamiento eficaz", indica el decreto publicado hoy.
Al mismo tiempo se anunció un programa de ayuda a los despedidos, aunque no se especificó su consistencia.
El Gobierno anunció en 2010 varios programas de ajustes para mantener el déficit presupuestario por debajo del 3 % en 2012.
Ya el pasado septiembre, el Ministerio de Economía anunció el despido de 5.500 empleados públicos, como parte de una plan de ahorro de 3.400 millones de euros para este año.
La Comisión Europea (CE) advirtió ayer de que podría sancionar a Hungría por considerar que el país no ha aplicado las medidas necesarias para reducir el déficit. EFE

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NÚCLEO DE NOTÍCIAS: Coca-cola Zero é proibida nos EUA. E no Brasil, sete refrigerantes têm substância cancerígena

12.01.2012
Do portal NÚCLEO DE NOTÍCIAS, 09.01.12

Coca-cola Zero. Sukita Zero. Fanta Light. Dolly Guaraná. Dolly Guaraná Diet. Fanta Laranja. Sprite Zero. Sukita. Oito bebidas e duas substâncias altamente nocivas ao ser humano. Na Coca-cola Zero, está o ciclamato de sódio, um agente químico que reconhecidamente faz mal à saúde. Nos outros sete refrigerantes, está o benzeno, uma substância potencialmente cancerígena.Essa é a mais recente descoberta que vem sendo publicada na mídia e que só agora chega aos ouvidos das maiores vítimas do refrigerante: os consumidores. A pergunta que vem logo à mente é: “por que só agora isso está sendo divulgado?”. E, pior: “se estes refrigerantes fazem tão mal à saúde, por que sua venda é permitida?”.
Nos Estados Unidos da América, a Coca-cola Zero já é proibida pelo F.D.A. (Federal Drugs Administration), mas sua venda continua em alta nos países em desenvolvimento ou não desenvolvidos, como os da Europa Oriental e América Latina. O motivo é o baixo custo do ciclamato de sódio (10 dólares por quilo) quando comparado ao Aspartame (152 dólares/Kg), substância presente na Coca-cola Light. O que isso quer dizer? Simplesmente que mesmo contendo substância danosa à saúde, a Coca Zero resulta num baixo custo para a companhia, tendo por isso uma massificação da propaganda para gerar mais vendas.
Não basta o cigarro?
E a ironia não para por aí. Para quem se pergunta sobre os países desenvolvidos, aqui vai a resposta: nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na maioria dos países europeus, a Coca-cola Zero não tem ciclamato de sódio. A luta insaciável pelos lucros da Coca-cola Company são mais fortes nos países pobres, até porque é onde menos se tem conhecimento, ou se dá importância, a essa informações.
No Brasil, o susto é ainda maior. Uma pesquisa realizada pela Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – verificou a presença do benzeno em índices alarmantes na Sukita Zero (20 microgramas por litro) e na Fanta Light (7,5 microgramas). Já nos refrigerantes Dolly Guaraná, Dolly Guaraná Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita, o índice de benzeno estava abaixo do limite de 5 microgramas por litro.
Só para se ter uma idéia, o benzeno está presente no ambiente através da fumaça do cigarro e da queima de combustível. Agora, imagine isso no seu organismo ao ingerir um dos refrigerantes citados. Utilizado como matéria-prima de produtos como detergente, borracha sintética e náilon, o benzeno está relacionado a leucemias e ao linfoma. Contudo, apesar de seus malefícios, o consumo da substância não significa necessariamente que a pessoa terá câncer, pois cada organismo tem seu nível de tolerância e vulnerabilidade.
Corantes e adoçantes
Na mesma pesquisa da Pro Teste, constatou-se que as crianças correm um grande risco, pois foram encontrados adoçantes na versão tradicional do Grapette, não informados no rótulo. Nos refrigerantes Fanta Laranja, Fanta Laranja Light, Grapette, Grapette Diet, Sukita e Sukita Zero, foram identificados os corantes amarelo crepúsculo, que favorece a hiperatividade infantil e já foi proibido na Europa, e o amarelo tartrazina, com alto potencial alérgico.
Enquanto a pesquisa acusa uma urgente substituição dos corantes por ácido benzóico, por exemplo, a Coca-cola, que produz a Fanta, defende-se dizendo que cumpre a lei e informa a presença dos corantes nos rótulos das bebidas. A AmBev, que fabrica a Sukita, informou que trabalha “sob os mais rígidos padrões de qualidade e em total atendimento à legislação brasileira”.
Por fim, a Refrigerantes Pakera, fabricante do Grapette, diz que a bebida pode ter sido contaminada por adoçantes porque as duas versões são feitas na mesma máquina e algum resíduo pode ter ficado nos tanques.
Quando será o fim dessa novela e da venda dos refrigerantes que contém substâncias nocivas à saúde, ninguém sabe. Mas enquanto os fabricantes deixam a ética e o respeito ao cidadão de lado em busca do lucro exacerbado, você tem a liberdade de decidir entre tomar esse veneno ou preservar a qualidade do seu organismo. Agora, é com você!

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