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sábado, 31 de dezembro de 2011

Consertar um ‘defeito’ em células cerebrais pode curar a esquizofrenia, diz pesquisa

31.12.2011
Do blog G20TOTAL, 28.12.11
Publicado por Marcelo Mesquita

Pesquisadores descobriram que o DNA no cérebro dos esquizofrênicos está muito ‘apertado’, prejudicando a ação de alguns genes. Drogas que estão sendo desenvolvidas para tratar outras doenças podem ajudar a curar a doença


Defeito epigenético no funcionamento de células cerebrais causa a esquizofrenia (Jesper Klausen/Hemera/Getty Images)
Cientistas americanos descobriram que o mau funcionamento de um processo celular no cérebro está intimamente relacionado à esquizofrenia, doença mental que causa alucinações e pode impossibilitar o convívio social dos pacientes. Segundo o estudo, que foi publicado na versão online da revista Translational Psychiatry, drogas que já estão em estágio final de desenvolvimento, voltadas ao tratamento de outras doenças, podem ajudar a bloquear os sintomas da esquizofrenia.O problema, segundo pesquisadores do Instituto de Pesquisas Scripps, na Califórnia, nos Estados Unidos, está no DNA dos doentes, embora a doença não seja genética. A espiral que contém o código genético está ‘muito apertada’ nas células de quem tem esquizofrenia, segundo os cientistas. Trata-se de um defeito epigenético. Isso quer dizer que o DNA não foi alterado, mas funciona de forma errada.
Uma estrutura de proteínas chamada histona dá ao DNA o aspecto espiralado. “Há tanto DNA em cada célula do corpo que ele nunca poderia caber nelas a menos que fosse bem embalado”, explica Elizabeth Thomas, neurocientista que liderou o estudo. As histonas passam por mudanças químicas para relaxar e apertar o espiral e expor ou não genes que precisam ser utilizados.
Se genes que deveriam ser expostos não são, o organismo sofre consequências como as doenças de Parkinson e Huntington ou predisposição para o vício em drogas.
Relaxamento — A equipe de Thomas estava estudando o papel da acetilação das histonas, como é chamado o relaxamento no jargão científico, na doença de Huntington, um mal degenerativo que afeta as capacidades mentais e motoras. Em estudos anteriores, eles haviam mostrado que certos genes em doentes de Huntington e esquizofrênicos eram muito menos ativos do que em pessoas saudáveis. Então os cientistas resolveram pesquisar se o mesmo processo desencadeava as duas doenças.
Eles pesquisaram cérebros de esquizofrênicos e de pessoas saudáveis após sua morte. Em comparação com cérebros saudáveis, as amostras do cérebro de indivíduos com esquizofrenia apresentaram níveis mais baixos de acetilação em porções da histona, o que bloqueou a expressão de certos genes. Em outras palavras, o DNA nessas pessoas estava mais “apertado”. Nos cérebros de vítimas jovens de esquizofrenia, o problema era bem mais acentuado.
Tratamento — Os pesquisadores não sabem o que causa o defeito na acetilação, mas podem conseguir reverter o problema. É o objetivo de drogas que estão em fase final de desenvolvimento em vários laboratórios pelo mundo. Sua aplicação poderá curar a esquizofrenia, sobretudo em pacientes jovens, segundo Thomas. As drogas que existem atualmente tratam apenas de seus sintomas e provocam efeitos colaterais severos, como a diabetes.
As possibilidades podem ser ainda maiores, porque alguns dos déficits cognitivos que afligem os idosos parecem ser bastante similares biologicamente com a esquizofrenia. Os medicamentos devem começar a ser testados em humanos em breve, mas geralmente são necessários vários anos para sua aprovação pelos órgãos de controle governamentais.
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Quatro mentiras encontradas na defesa de Verônica Serra

31.12.2011
Do blgo OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 29.12.11

A tardia defesa da filha de José Serra (PSDB/SP), em nota negando o livro "A Privataria Tucana" (semelhante aquelas negações de Maluf), em vez de melhorar, complicou mais a situação.

Documentos oficiais e públicos, inclusive assinados por ela, além de flagrantes, desmentem pelo menos 4 tópicos de sua defesa em relação à Privataria Tucana.

A primeira mentira

.... já foi apontada em diversos blogs (como aqui e aqui): Verônica Serra disse que não é indiciada, mas não corresponde à verdade. Ela está sim, indiciada na Justiça Federal em São Paulo:
http://www.jfsp.jus.br/foruns-federais/
A segunda mentira

Verônica Serra faz uma ginástica danada para parecer que era apenas uma funcionária burocrática que cumpria ordens e não foi sócia da irmã de Daniel Dantas. Pode até ser que a irmã de Daniel Dantas não tenha sido oficialmente a sócia, e ambas apenas se associaram no Conselho de Administração, porém Verônica Serra cai em contradição em sua versão e documentos desmentem sua explicação.

Ela foi sim sócia na sucursal brasileira, Decidir.com do Brasil S.A. (como comprova ata da A.G.E. publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo):

E quem era sócio na outra ponta, que trouxe R$ 5 milhões em 2000 para a empresa do paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas?

A Decidir.com International Ltd. (empresa off-shore com sede no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas). Segundo a defesa de Verônica Serra dá a entender, quem estava por traz do dinheiro dessa off-shore seria o Citibank e o Banco Opportunity de Daniel Dantas. Assim a situação dela se complica, pois a coloca como sócia do próprio Daniel Dantas e não da irmã dele.

A terceira mentira

Verônica Serra diz que "... Mentem, também, ao insinuar que eu intermediei negócios da Decidir com governos no Brasil. Enquanto eu estive na Decidir, a empresa jamais participou de nenhuma licitação...."

A verdade na afirmação acima está só na parte onde diz SEM LICITAÇÃO.

Vamos aos fatos: quando Verônica Serra estava na empresa Decidir, e seu pai era o todo-poderoso ministro sendo preparado por FHC para sucedê-lo, a empresa conseguiu um convênio com o Banco Central (do governo  do Brasil) para ter acesso ao cadastro de cheques sem fundos. Se algo semelhante acontecesse no governo Lula ou Dilma diriam que era tráfico de influência.
Tela capturada em 10 de novembro de 2000, quando a empresa conseguiu acesso ao cadastro de cheques sem fundos do Banco Central.

Ainda há o caso da empresa SUPERBID, onde Verônica Serra e seu marido foram sócios, e que fazia leilões de venda de equipamentos e bens descartados pelas estatais paulistas no governo tucano Mário Covas, SEM LICITAÇÃO. Esta parte não está no livro Privataria Tucana, mas já foi alvo de inquérito no Ministério Público estadual de SP (engavetado), e gerou um pedido de CPI na Assembléia Legislativa Paulista, devido a reclamações de outros leiloeiros que não tinham "pistolão" político.

A quarta mentira

Ela diz: "...Em 1998, quando houve a privatização, eu morava há quatro anos nos Estados Unidos, onde estudei em Harvard e trabalhei em Nova York numa empresa americana que não tinha nenhum negócio no Brasil, muito menos com a privatização...."

De acordo com seu currículo disponível na internet:
1997-1998 Foi Vice Presidente da Leucadia National Corporation.
1996 - Foi uma associada do Goldman Sachs & Co's NY Fixed Income Group.
1993-1995 Trabalhou no Banco BBA Creditanstalt
1991-1992 Trabalhou na Editora Abril (humm...)

Ao contrário do que ela disse, a Leucadia National Corporation tinha negócios no Brasil.
http://goo.gl/qeGyj


Verônica, em sua defesa, diz ter documentos mas, assim como Maluf, não disponibilizou nenhum para acompanhar seu texto de defesa, o que poderia elucidar mais fatos (ou talvez complicar).

Não faremos nenhum julgamento sumário como faz o PIG. Mas a CPI da Privataria será o lugar certo para ver quem está limpo e quem meteu a mão no dinheiro do patrimônio público durante a roubalheira ocorrida na privataria tucana.
Segue a íntegra da nota de Verônica Serra:
Nos últimos dias, têm sido publicadas e republicadas, na imprensa escrita e eletrônica, insinuações e acusações totalmente falsas a meu respeito. São notícias plantadas desde 2002 — ano em que meu pai foi candidato a presidente pela primeira vez — e repetidas em todas as campanhas posteriores, não obstantes os esclarecimentos prestados a cada oportunidade. Basta lembrar que, em 2010, fui vítima de quebra ilegal de sigilo fiscal, tendo seus autores sido indiciados pela Polícia Federal. E, agora, uma organizada e fartamente financiada rede de difamação dedicou-se a propalar infâmias intensamente através de um livro e pela internet. Para atingir meu pai, buscam atacar a sua família com mentiras e torpezas.

1. Quais são os fatos?

- Nunca estive envolvida nem remotamente com qualquer tipo de movimentação ilegal de recursos.

- Nunca fui ré em processo nem indiciada pela Polícia Federal; fui, isto sim, vítima dos crimes de pessoas hoje indiciadas.

- Jamais intermediei nenhum negócio entre empresa privada e setor público no Brasil ou em qualquer parte do mundo.

- Não fui sócia de Verônica Dantas, apenas integramos o mesmo conselho de administração.

Faço uma breve reconstituição desses fatos, comprováveis por farta documentação.

2. No período entre Setembro de 1998 e Março de 2001, trabalhei em um fundo chamado International Real Returns (IRR) e atuava como sua representante no Brasil. Minha atuação no IRR restringia-se à de representante do Fundo em seus investimentos. Em nenhum momento fui sua sócia ou acionista. Há provas.

3. Esse fundo, de forma absolutamente regular e dentro de seu escopo de atuação, realizou um investimento na empresa de tecnologia Decidir. Como conseqüência desse investimento, o IRR passou a deter uma participação minoritária na empresa.

4. A Decidir era uma empresa “ponto.com”, provedora de três serviços: (I) checagem de crédito; (II) verificação de identidade e (III) processamento de assinaturas eletrônicas. A empresa foi fundada na Argentina, tinha sede em Buenos Aires, onde, aliás, se encontrava sua área de desenvolvimento e tecnologia. No fim da década de 90, passou a operar no Brasil, no Chile e no México, criando também uma subsidiária em Miami, com a intenção de operar no mercado norte-americano.

5. Era uma empresa real, com funcionários, faturamento, clientes e potencial de expansão. Ao contrário do que afirmam detratores levianos, sem provar nada, a Decidir não era uma empresa de fachada para operar negócios escusos. Todas e quaisquer transações relacionadas aos aportes de investimento eram registradas nos órgãos competentes.

6. Em conseqüência do investimento feito pelo IRR na Decidir, passei a integrar o seu Conselho de Administração (ou, na língua inglesa, “Board of Directors”), representando o fundo para o qual trabalhava.

7. À época do primeiro investimento feito pelo IRR na Decidir, o fundo de investimento Citibank Venture Capital (CVC) – administrado, no âmbito da América Latina, desde Nova Iorque – liderou a operação.

8. Como o CVC tinha uma parceria com o Opportunity para realizar investimentos no Brasil, convidou-o a co-investir na Decidir, cedendo uma parte menor de seu aporte. Na mesma operação de capitalização da Decidir, investiram grandes e experientes fundos internacionais, dentre os quais se destacaram o HSBC, GE Capital e Cima Investments.

9. Nessa época, da mesma forma como eu fui indicada para representar o IRR no Conselho de Administração da Decidir, a Sra. Veronica Dantas foi indicada para participar desse mesmo conselho pelo Fundo Opportunity. Éramos duas conselheiras (e não sócias), representando fundos distintos, sem relação entre si anterior ou posterior a esta posição no conselho da empresa.

10. O fato acima, no entanto, serviu de pretexto para a afirmação (feita pela primeira vez em 2002) de que eu fui sócia de Verônica Dantas e, numa ilação maldosa, de que estive ligada às atividades do empresário Daniel Dantas no processo de privatização do setor de telecomunicações no Brasil. Em 1998, quando houve a privatização, eu morava há quatro anos nos Estados Unidos, onde estudei em Harvard e trabalhei em Nova York numa empresa americana que não tinha nenhum negócio no Brasil, muito menos com a privatização.

11. Participar de um mesmo Conselho de Administração, representando terceiros, o que é comum no mundo dos negócios, não caracteriza sociedade. Não fundamos empresa juntas, nem chegamos a nos conhecer, pois o Opportunity destacava um de seus funcionários para acompanhar as reuniões do conselho da Decidir, realizadas sempre em Buenos Aires.

12. Outra mentira grotesca sustenta que fui indiciada pela Polícia Federal em processo que investiga eventuais quebras de sigilo. Não fui ré nem indiciada. Nunca fui ouvida, como pode comprovar a própria Polícia Federal. Certidão sobre tal processo,  da Terceira Vara Criminal de São Paulo, de 23/12/2011, atesta que “Verônica Serra não prestou declarações em sede policial, não foi indiciada nos referidos autos, tampouco houve oferecimento de denúncia em relação à mesma.”

13. Minhas ligações com a Decidir terminaram formalmente em Julho de 2001, pouco após deixar o IRR, fundo para o qual trabalhava. Isso ressalta a profunda má fé das alegações de um envolvimento meu com operações financeiras da Decidir realizadas em 2006. Essas operações de 2006 – cinco anos após minha saída da empresa – são mostradas num fac-símile publicado pelos detratores, como se eu ainda estivesse na empresa. Não foi mostrado (pois não existe) nenhum documento que comprove qualquer participação minha naquelas operações. Os que pretendem atacar minha honra confiam em que seus eventuais leitores não examinem fac-símiles que publicam, nem confiram datas e verifiquem que nomes são citados.

14. Mentem, também, ao insinuar que eu intermediei negócios da Decidir com governos no Brasil. Enquanto eu estive na Decidir, a empresa jamais participou de nenhuma licitação.

Encerro destacando que posso comprovar cada uma das afirmações que faço aqui. Já os caluniadores e difamadores não podem provar uma só de suas acusações e vão responder por isso na justiça. Resta-me confiar na Polícia e na Justiça do meu país, para que os mercadores da reputação alheia não fiquem impunes.

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Aposentadoria do servidor volta à pauta só em 2012

31.12.2011
Do BLOG DA FOLHA,29.12.11
Publicado por José Accioly


Agência Senado – Com um deficit estimado em R$ 42 bilhões neste ano, a previdência social dos servidores públicos deverá voltar à pauta do Congresso Nacional no primeiro semestre de 2012. A mais recente tentativa de votação do projeto de lei (PLC 1992/2007), enviado pelo Executivo em 2007 com a finalidade de regulamentar o tema, fracassou na Câmara dos Deputados em 14 de dezembro de 2011, por falta de acordo.
Como o governo conta com a mudança nas regras para reduzir o deficit da Previdência Social no longo prazo, deverá insistir na mudança no próximo ano. No curto prazo, como estima o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, a transição deverá acarretar um aumento pequeno na despesa da União. Mas a previsão é de que, em meados da década de 2040, a União começará a ter um ganho.
Desde 1999, o Executivo quer fazer valer o dispositivo constitucional que permite à União instituir regime de aposentadoria complementar para seus servidores e limitar o valor pago com dinheiro público ao teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), atualmente em R$ 3.691,74.
Na época, a regulamentação foi tentada por projeto de lei complementar (PLP 9/99), cuja votação não se concluiu porque os partidos que se encontravam então na oposição não aceitavam que o fundo de pensão a ser criado para assegurar a aposentadoria complementar operasse na modalidade exclusiva de contribuição definida.

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IRINEU MESSIAS: Um 2012 de muita paz e muito sucesso para todos e todas!

31.12.2011
Por Irineu Messias*


Hoje, daqui a pouco se finda 2011. Nele todos nós tivemos sofrimentos, dificuldades. Mas nele também tivemos muitas alegrias, sucessos e alguns sonhos realizados e outros ainda não.

Que em 2012 tenhamos menos dificuldades, sofrimentos e que as alegrias, o sucesso e a paz  sejam  perenes durante todo o novo ano  que se inicia.

Feliz Ano Novo para todos e todas que durante o ano de 2011 acessaram o BLOG DO IRINEU MESSIAS.

Espero contar com a visita de todos vocês durantes todo o ano de 2012.

Meu muito obrigado!


*IRINEU MESSIAS, editor do Blog
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O PSDB não tem líder. Nem a mulher defende o Cerra

31.12.2011
Do blog CONVERSA AFIADA, 29.12.11
Por Paulo Henrique Amorim


Ligo logo cedo ao Oráculo de Delfos:

- Oráculo, você já leu o livro do Amaury ?

- Vi.

- Ver não é ler, Oráculo ..

- E precisa ler, rapaz ? Basta ver os documentos.

- E daí ?

- São indefensáveis. A denúncia é fortíssima !

- Tem explicação possível ?, pergunto.

- É uma reportagem com documentos anexos. Não tem defesa. É um tiro no peito.

- Então, o PSDB vai mal …

- Não tem liderança, meu filho.

- Mas, e o Aécio … digo assim como quem não quer nada.

- Não saiu de Minas.

- Mas foi para o Senado.

- Aécio parou. Não sai de Minas.

- E ainda tem o bafômetro.

- É uma bobagem mas só faz atrapalhar. O problema é outro.

- Qual ?

- O aumento do patrimônio.

- Mas, isso está com o Gurgel.

- Não basta. Um dia um Amaury vai lá …

- Quer dizer que o PSDB não tem liderança.

- Tem uma.

- Qual?

- A única !

- Quem, Oráculo ?

- Fernando Henrique.

- Mas esse tá fora do jogo.

- Sim, meu filho … Mas ele está defendendo o Governo dele até hoje, a biografia dele …

- O que o Cerra nunca fez.

- Nem fará.

- Você viu o comentário de um leitor do Conversa Afiada … por que o PSDB não manda o Cerra embora ?

- Sente-se que ele está isolado.

- Mas, de que adianta o Fernando Henrique se manter como o líder absoluto do PSDB ?

- Se o Cerra desaba, se o PSDB desaba, isso respinga na biografia dele. Não tenha dúvida. Outro dia, num programa de televisão, ele se saiu muito bem. Elogiou o Lula, elogiou a Dilma..

- E a Dilma vai bem ?

- Dilma vai bem !

- Então o Fernando Henrique elogiar ela não quer dizer muita coisa … Ele e a torcida da Flamengo.

- Quer, meu filho. Ele elogia a Dilma para se proteger, também.

- E nesse programa que você viu o Fernando Henrique defender o Cerra ?

- Nem a mulher do Cerra defende o Cerra, meu filho …


Paulo Henrique Amorim

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Justiça Federal proíbe venda de aparelhos que pirateiam sinal de TV paga

31.12.2011
Do blog INFORME PE, 00.12.11
postado por Paulo Fernando 

A ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura) acaba de anunciar que a Justiça Federal informou a proibição da importação, venda ou propaganda dos aparelhos que permitem a pirataria do sinal de TV a cabo. No processo, o juiz Marcelo Mesquita Saraiva, deu seu parecer proibindo a comercialização e o uso dos conversores de sinal Azbox, Azamerica e Lexusbox por se tratar de crime contra a Lei Geral das Telecomunicações. 

Estima-se que são comercializados entre 500 mil e 700 mil equipamentos do tipo no país, responsáveis por um prejuízo mensal estimado em R$ 100 milhões. Pelo parecer da Justiça Federal, as operadoras de TV por Assinatura enfrentam concorrência “ilegal e desleal advinda da massiva importação, divulgação e comercialização dos decodificadores”. 

Para Antonio Salles, a proibição é uma vitória inicial. “Agora temos a esperança, como já foi feito recentemente em países como Alemanha e Chile, de que esse tipo de crime seja combatido seriamente e quem desrespeitar será punido exemplarmente”, complementa. 

O juiz também determinou às associações de despachantes aduaneiros e importadores de produtos populares que informem seus associados sobre a proibição. O mesmo pedido foi feito à Associação dos Comerciantes do Bairro da Santa Ifigênia (ACSI) e às empresas de internet que veiculam propagandas sobre este tipo de serviço ilegal. Quem desacatar as ordens impostas pelo juiz poderá responder por crime de desobediência prevista no Código Penal.

Do Olhar Digital 

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Pastora evangélica participa do programa Esquenta da Rede Globo

31.12.2011
Do portal NOTÍCIAS GOSLPEL, 30.12.11

 Ana Lúcia ficou conhecida através de um vídeo postado no Youtube


Pastora evangélica participa do programa Esquenta da Rede Globo
O programa Esquenta, da Rede Globo, que irá ao ar no próximo domingo, 1º de janeiro, terá a participação de representantes de diversas religiões e entre eles a pastora Ana Lúcia, uma carioca de 42 anos que ficou conhecida através de um vídeo postado no Youtube.
O convite para sua participação partiu da própria apresentadora, Regina Casé. “Eu estava apaixonada por ela há uns dois meses, só via isso no Youtube”, conta Regina se referindo ao vídeo da música pentecostal “Vem comigo dando glória”.
Assim como no vídeo Ana Lúcia conseguiu esquentar a plateia do programa. “Eu via os programas deTV e falava para minha mãe que um dia ia estar lá. Digo que o programa não esquentou, explodiu. Todo mundo que estava lá – candomblecistas, um padre e a bateria da Unidos da Tijuca – amou”, diz a pastora.
O programa, que já foi gravado, festejou a entrada de 2012 com uma festa ecumênica. Além da pastora estavam presentes o padre Renato, o rabino Nilton Bonder e baianas de várias religiões de matrizes africanas.
Sobre sua conversão Ana Lúcia conta ao jornal Extra que aceitou Jesus quando seu filho Leandro, hoje com 23 anos, teve leucemia ainda bebê e para tentar salvá-lo ela procurou ajuda da igreja. Seu esposo não gostou da mudança de religião e a abandonou. Hoje a pastora está noiva e já prepara o casamento.
O programa vai ao ar no próximo domingo a partir da 13h50.
Com informações Extra

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O cordel da "privataria tucana"

31.12.2011
Do blog de Altamiro Borges,29.12.11
Por Silvio Prado, no blog As árvores são fáceis de achar:


"Caiu a casa tucana
Do jeito que deveria
E agora nem resta pó
Pois tudo na luz do dia
Está tão claro e exposto
E o que ninguém sabia
Surge revelado em livro
Sobre a tal privataria.

"Amauri Ribeiro Junior
Um jornalista mineiro
Em mais de 300 páginas
Apresenta ao mundo inteiro
A nobre arte tucana
De assaltar o brasileiro
Pondo o Brasil à venda
Ao capital estrangeiro.



"Expondo a crua verdade
Do Brasil privatizado
O livro do jornalista
Não deixa ninguém de lado
Acusa Fernando Henrique
Gregório Marin Preciado
Serra e suas mutretas
E o assalto ao Banestado.

"Revelando em detalhes
Uma quadrilha em ação
O relato jornalístico
Destrói logo a ficção
De que político tucano
É homem de correção
Mostrando que entre eles
O que não falta é ladrão.

"Doleiros e arapongas
Telefone grampeado
Maracutaias financeiras
Lavagem por todo lado
Dinheiro que entra e sai
Além de sigilo quebrado
Obra de gente tucana
Na privatização do Estado.

"Parece mas não é
Ficção esse relato
Envolvendo tanta gente
E homens de fino trato
Que pra roubar precisaram
Montar um belo aparato
Tomando pra si o Estado
Mas hoje negam o fato.

"Tudo isso e muito mais
Coisas de uma gente fina
Traficantes de influência
E senhores da propina
Mostrando como se rouba
Ao pivete da esquina
E a cada negócio escuso
Ganhando de novo na quina.

"Se tudo isso não der
Pra tanta gente cadeia
Começando por Zé Serra
Cuja conta anda cheia
O Brasil fica inviável
A coisa fica mais feia
Pois não havendo justiça
O povo se desnorteia

"Com CPI já pensada
Na câmara dos deputados
Não se fala outra coisa
No imponente senado
Onde senhores astutos
E tão bem engravatados
Sabem que o bicho pega
Se tudo for investigado.

"Por isso, temos tucanos
Numa total caganeira
No vaso se contorcendo
Às vezes a tarde inteira
Mesmo com a velha mídia
Sua indiscreta parceira
Pelo silêncio encobrindo
Outra grande roubalheira.

"São eles amigos da Veja
Da Folha e do Estadão,
Da Globo e da imprensa
Que distorce a informação
Blindando tantas figuras
Que tem perfil de ladrão
Mostrando-os respeitáveis
Como gente e cidadão.

"Pois essa mídia vendida
Deles eterna parceira
E que se diz democrática
Mas adora bandalheira
Ainda não achou palavras
E silenciosa anda inteira
Como se fosse possível
Ignorar tanta sujeira.

"Ela que tanto defende
A liberdade de imprensa
Mas somente liberdade
Pra dizer o que compensa
Não ferindo interesses
Tendo como recompensa
Um poder exacerbado
Que faz toda a diferença.

"Mas neste livro a figura
Praticamente central
Sujeito rei das mutretas
Um defensor da moral
É o impoluto Zé Serra
Personagem que afinal
Agora aparece despido
Completamente venal.

"É o próprio aparece
Sem retoque nem pintura
Tramando nos bastidores
Roubando na cara dura.
É o Zé Serra que a mídia
Esconde e bota censura
Para que o povo não veja
A sua trágica feiúra.

"E ele sabe e faz tudo
No reino da malandragem
Organiza vazamentos
Monta esquema de lavagem
Ensina a filha e o cunhado
As artes da trambicagem
E como bandido completo
Tenta preservar a imagem.

"Mas agora finalmente
Com a casa já no chão
E exposta em detalhes
Tão imensa podridão
Que nosso país invadiu
Com a privatização
Espera-se que Zé Serra
Vá direto pra prisão.

"E pra não ficar sozinho
Que ele vá acompanhado
Do Fernando ex-presidente
Mais o genro dedicado
Marido da filha Mônica
E outro homem devotado
Ricardo Sergio Oliveira
E também o Preciado.

"Completando o esquema
Deixando lotada a prisão
Ainda cabe o Aécio
Jereissati e algum irmão
Nunca esquecendo o Dantas
Que só rouba de bilhão
E traz guardado no bolso
O tal Gilmar canastrão.

"Como estamos em época
De Comissão da Verdade
Que se investigue a fundo
E não se tenha piedade
Dos que usaram o Estado
Visando a finalidade
De praticar tanto crime
E ficar na impunidade.

"Tanto roubo descarado
Provado em documento
Não pode ser esquecido
E ficar sem julgamento
Pois lesou essa nação
Provocando sofrimento
A quem sofre e trabalha
Por tão pouco vencimento.

"Que o livro do Amauri
Maior presente do ano
Seja lido e comentado
Sem reservas nem engano
Arrebentando o esquema
Desse grupo tão insano
Abrindo cela e cadeia.
Pra todo bandido tucano."

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Poder de compra do salário mínimo será o maior desde 1979


31.12.2011
Do BLOG DE JAMILDO, 29.12.11
Postado por Helder Lopes
Da Carta Maior

Ao passar a valer R$ 622 em 1º de janeiro, o salário mínimo brasileiro equivalerá a 2,25 cestas básicas, com valor unitário estimado em R$ 276,31. É o maior poder de compra desde 1979, de acordo com estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O reajuste do salário mínimo será de 14,13% diante dos atuais R$ 545, vigentes desde março de 2010. O aumento real atinge 9,2%. Para chegar a esse valor, o governo segue o acordo negociado em 2007 com as centrais sindicais, quando foi regulamentada a política de valorização do salário mínimo.

Essa política, que deve ser mantida até 2023, tem como critérios o repasse da inflação do período entre as correções, o aumento real pela variação do PIB, além da antecipação da data-base de revisão – a cada ano – até ser fixada em janeiro, o que aconteceu em 2010.

A política prevê que, em janeiro de 2012, o reajuste reponha a inflação segundo o INPC do período mais a variação do PIB de 2010. O crescimento do PIB em 2010, em dado que ainda será revisado, foi de 7,5%. Desde 2002, o aumento real acumulado do salário mínimo é de 65,9%.

O Dieese estima ainda que o novo valor do mínimo trará uma série de impactos positivos na economia brasileira. Entre eles: 48 milhões de pessoas que têm rendimento referenciado no salário mínimo serão beneficiadas; R$ 47 bilhões será o incremento de renda na economia; R$ 22,9 bilhões correspondem ao incremento na arrecadação tributária sobre o consumo. Os efeitos serão sentidos especialmente no Norte e no Nordeste do país.

“No setor público, o número de trabalhadores que ganham até 1 salário mínimo é pouco expressivo nas administrações federal e estaduais. Nas administrações municipais, a participação destes trabalhadores é maior, especialmente na região Nordeste. Quando se observa o impacto do aumento de 14,13% sobre o salário mínimo na massa de remuneração dos trabalhadores do setor público, verifica-se a mesma tendência: maior impacto nas administrações municipais no Nordeste e Norte”, diz a nota técnica do Dieese.
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