sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

FALÊNCIA DO MCDONALDS NA BOLÍVIA EM 2002 VIRA DOCUMENTÁRIO

30.12.2011
Do blog FAZENDO MEDIA, 19.12.11
Por Gustavo Barreto


“Por qué quebró McDonald’s en Bolivia” conta a história do primeiro país latino-americano que ficou sem o McDonald’s e o primeiro do mundo onde a empresa fechou por manter seus números no vermelho.
© Fernando Martinez
Por completo desinteresse do público, a gigante de ‘fast food’ McDonald’s fechou em dezembro de 2002 todas as suas instalações na Bolívia. Todos os esforços da cadeia de alimentos para se inserir no mercado boliviano foram infrutíferas. ‘Não adiantou usar o molho picante ‘llajwa’, o favorito do altiplano, nem realizar apresentações das melhores bandas locais’, apontou o site LaRed21.
A rede estadunidense decidiu encerrar suas atividades no país após 5 anos. Havia, no total, oito lojas nas três principais cidades (La Paz, Cochabamba e Santa Cruz de la Sierra).
Foi o primeiro país latino-americano que ficou sem o McDonald’s e o primeiro país do mundo onde a empresa fechou por manter seus números no vermelho.
O diretor Fernando Martinez explicou em entrevista ao site ‘TreeHugger’ que, em espanhol, a palavra sabor (que em inglês pode ser também ‘gosto’, ‘taste’) etimologicamente deriva da palavra ‘conhecimento’ (‘saber’): sabor é saber.
“A Bolívia é um país pobre, com pouco acesso a bens materiais, mas sua estreita relação com a terra cria uma forte relação com a comida. A Bolívia celebra a vida com comida e dança. Os sabores intensos e tradicionais são a representação do nosso povo, eles marcam o ritmo da vida. A comida é quase um ritual em ambas as cidades e áreas rurais. Quanto aos alimentos locais, eu amo um prato nativo de Potosi chamado kalapurka”.
Este interessante caso – para quem conhece o povo boliviano é fácil, na verdade, entender – é contado no documentário “Por qué quebró McDonald’s en Bolivia”.

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Denúncias contra Serra são “soco na cara”

30.12.2011
Do blog ESQUERDOPATA,29.12.11

Expectativa é que o livro venda
cerca de 300 mil exemplares

Luiz Fernando Emediato, editor do livro "A Privataria Tucana", anuncia nova tiragem e diz que provas são "irrefutáveis"

“É um fenômeno editorial”. Com estas palavras, acompanhadas de um indisfarçável orgulho, o editor Luiz Fernando Emediato fala sobre o desempenho do livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, que traz denúncias contra pessoas ligadas ao ex-governador de São Paulo, José Serra. “É um soco na cara”, afirma. 

“Para um admirador do Serra e dos tucanos, é decepcionante. É como a revelação dos crimes de Stálin (ex-ditador da antiga União Soviética) para os comunistas". afirma Emediato, dono da Geração Editorial, responsável pelo lançamento, que traz denúncias de suposto pagamento de propina e lavagem de dinheiro durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. 

“Foram 15 mil exemplares vendidos em apenas 48 horas. Mais 30 mil estão saindo da gráfica e já estão totalmente vendidos".  

Com a procura alucinante pelo livro, alimentada sobretudo pela divulgação nas mídias sociais, “A Privataria Tucana” sumiu das livrarias. Mas Emediato promete mais 35 mil exemplares para a próxima semana. “A previsão é que atinja a marca de 300 mil unidades”, analisa. 

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Coreia do Norte abre era do 'líder supremo' Kim Jong-un

30.12.2011
Do portal MSN NOTÍCIAS, 29.12.11
Por EFE Brasil, EFE Multimedia


Corea del Norte abre la era del 'líder supremo' Kim Jong-un

Corea del Norte abre la era del 'líder supremo' Kim Jong-un
Seul, 29 dez (EFE).- O ato em memória de Kim Jong-il pôs fim nesta quinta-feira a era do 'querido líder' e abriu a de seu filho e sucessor Kim Jong-un, proclamado 'líder supremo' diante de milhares de pessoas na imensa Praça Kim Il-sung de Pyongyang.
Atento e com gesto hierático, o herdeiro do ditador esteve durante toda celebração acompanhando por altas autoridades políticas e militares do regime.
'Kim Jong-un é o líder supremo de nosso partido, do Exército e do povo por personificar as ideias e liderança, a personalidade, as virtudes, a coragem e o valor de Kim Jong-il', disse em seu discurso Kim Yong-nam, líder da Assembleia Popular Suprema, sobre o enigmático jovem que vai liderar o país.
A TV estatal 'KCNA' mostrou insistentemente imagens de Kim Jong-un durante o ato, o que gerou a expectativa por alguns momentos que o novo líder, que tem menos de 30 anos, poderia pronunciar um discurso na cerimônia lançando luz sobre seus planos para governar um país isolado, imprevisível e com capacidade nuclear.
No entanto, se manteve em silêncio da mesma forma que seu pai durante a celebração fúnebre de 20 de julho de 1994, em homenagem ao fundador da Coreia do Norte, Kim Il-sung.
Nessa ocasião, também foi Kim Yong-nam, então vice-primeiro-ministro do regime, quem convocou o público presente na mesma praça a seguir incondicionalmente Kim Jong-il.
'Construiremos uma próspera nação socialista, mantendo em alta estima Kim Jong-un como novo general e líder supremo', proclamou nesta quinta-feira o octogenário Kim Yong-nam, atualmente número dois do regime.
Seu discurso deu indícios de que o Governo de Kim Jong-un poderia seguir a linha 'do Exército primeiro' implementado por seu pai.
A este respeito, Kim Yong-nam assegurou que 'sob a liderança de Kim Jong-un', a Coreia do Norte avançará 'de forma mais dinâmica' no caminho do 'Songun', política desenhada e aplicada pelo falecido Kim Jong-il que consiste em dar prioridade aos assuntos militares no conjunto do Estado.
Por sua vez, o general Kim Jong-gak, considerado uma das figuras emergentes nas elites militares do país comunista, pareceu despejar dúvidas sobre a possível falta de apoio das Forças Armadas ao sucessor, que não tem formação militar.
Nesse sentido, o general, de 70 anos, garantiu que os soldados do Exército Popular da Coreia do Norte 'protegerão com suas próprias vidas Kim Jong-un'.
As forças armadas norte-coreanas, que somam mais de 1,1 milhão de soldados em uma população total de 24 milhões de pessoas e dominam ao redor de um quarto do Produto Interno Bruto do país, são o principal fiador do poder do regime de corte stalinista governado pela dinastia Kim.
Na cerimônia desta quinta-feira, a hermética nação despediu-se de Kim Jong-il com a mesma grandiloquência da homenagem feita pela morte de seu fundador, Kim Il-sung.
Milhares de soldados e civis norte-coreanos se reuniram com ordem militar na Praça Kim Il-sung, de 75 mil metros quadrados, enquanto as autoridades ocuparam o alto do balcão da Casa de Estudo do Povo, em ato que se prolongou por algo mais de 1h, a partir das 11h (1h de Brasília).
A cerimônia conclui ao meio-dia com uma salva de tiros e os presentes guardando 3 minutos de silêncio em memória do ditador, que governou o país por 17 anos. Ele morreu aos 63 anos de ataque cardíaco em 17 de dezembro.
Deste modo, a Coreia do Norte fechou nesta quinta-feira a etapa de Kim Jong-il, que entrará para a história por incluir seu país na lista de estados com armamento nuclear e pela sua incapacidade de superar uma crise econômica que se arrasta desde os anos 90 e que obriga a população a depender da ajuda externa para alimentar-se.
Finalizado o luto e aberta uma era nova sob a mesma dinastia, serão as primeiras decisões políticas de Kim Jong-un as que revelarão o caminho de um regime baseado no desmesurado culto à personalidade dos Kim, golpeado pela escassez, ancorado no isolamento e legitimado pelas armas e a propaganda.

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Gilberto Maringoni: CPI da Privataria pode ser ‘Comissão da Verdade’ do neoliberalismo

30.12.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha, 28.12.11
Por Gilberto Maringoni, em Carta Maior

A mídia ganhou e perdeu em 2011. Agenda de 2012 depende da privataria
Meios de comunicação buscaram impor orientação conservadora ao país. Ganharam, apesar de derrotados nas eleições de 2010. Embate pela agenda política de 2012 passa pelo destino que se dará à CPI da privataria. Ela pode ser uma espécie de “Comissão da verdade” do neoliberalismo. Tudo depende de existir pressão popular.
Teste seus conhecimentos e ganhe uma viagem de ida ao Iraque!
Lá vai: a mídia brasileira ganhou ou perdeu politicamente neste ano?
A) Perdeu;
B) Ganhou;
C) Quem perdeu foi o Santos;
D) Todas as anteriores estão corretas;
E) Nenhuma das anteriores está certa. O Santos é um eterno campeão.
Dando um desconto aos santistas, a coisa pode ser vista de duas maneiras.
Os entusiastas do governo marcarão sem dúvida a alternativa “A”. E terão um argumento insofismável, que é mais ou menos o seguinte:
A grande mídia brasileira perdeu em 2010 e em 2011. Em 2010, jogaram todas as fichas na candidatura de José Serra. Manipularam, distorceram e correram riscos. Não deu. Em 2011, fizeram o gigantesco jogo de “vaca amarela”, para abafar o sucesso editorial e político do livro A privataria tucana, de Amaury Ribeiro Jr. Se lascaram e ficaram com a ridícula pecha de censores privados.
Opositores à esquerda do governo marcarão “D”. Poderão contra argumentar, num raciocínio menos linear:
A indústria midiática perdeu a batalha eleitoral, mas ganhou politicamente em 2011. Ela conseguiu impor sua agenda quase integralmente ao governo Dilma Rousseff. Perdeu na embalagem, mas ganhou no conteúdo.
É como se a derrota nas urnas tivesse se transformado em uma vitória quando se examina o tipo de governo capitaneado pelo Partido dos Trabalhadores.
A disputa de agenda
A grande disputa que os meios de comunicação fazem não se restringe a ganhar ou perder uma eleição, a vender mais jornais ou revistas e a aumentar a audiência, o que resulta em maiores receitas publicitárias. Isso já é muita coisa.
Os monopólios da mídia querem mais. Investem para definir a agenda dos debates nacionais, para que os grupos econômicos que os sustentam sigam dominando a situação. Impor os temas mais importantes e influir nas decisões oficiais vale mais do que saber se fulano ou sicrano foi o eleito pelas urnas.
A grande agenda de 2011, logo no início do governo, era definir os rumos da política econômica. Era preciso manter quem ganhou muito nos anos anteriores ganhando mais ainda.
As últimas semanas de 2010 e o início do ano que agora termina foram marcados por saber se o governo daria um fim ao que chamam de “gastança” do governo Lula e se teríamos uma gestão mais “responsável”. E nisso tiveram amplo sucesso.
O editorial principal do jornal O Estado de S. Paulo, de 13 de janeiro de 2011 já dava o tom no noticiário de todos os grandes meios de comunicação nos meses seguintes:
“O governo prepara cortes definitivos no Orçamento de 2011, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao sair de reunião com a presidente Dilma Rousseff, na terça-feira.
(…)
Uma política mais séria a partir de agora será uma condição de segurança para todo o mandato da presidente Dilma Rousseff.
(…)
O ajuste do Orçamento de 2011 será, na melhor hipótese, apenas o começo de uma arrumação muito mais ampla e cada dia mais necessária. A gastança populista esgotou suas possibilidades. A presidente Dilma Rousseff tem de seguir outro rumo”.
Não deu outra. Em 9 de fevereiro, o governo anunciou um corte  em suas despesas. O valor do salário mínimo, anunciado em abril, limitou-se a repor perdas inflacionárias, não incorporando nenhum ganho real. E todo o primeiro semestre do ano foi tomado por cinco elevações seguidas nas taxas de juros do Banco Central.
Desenvolvimentismo e PIB zero
Quem esperava um desabrochar da política desenvolvimentista levemente esboçada no segundo mandato do presidente Lula teve a clara sensação de que apesar da vitória eleitoral de Dilma, o programa aplicado era o dos ultraliberais do PSDB.
Ao longo do ano, o ajuste recessivo continuou. Para baixar as taxas de juros em 0,5%, o governo anunciou, em 29 de agosto, a elevação da meta de superávit primário em R$ 10 bilhões, alcançando a fantástica soma de R$ 127,9 bilhões, ou 3,3% do PIB. As sucessivas quedas da taxa de juros no segundo semestre nem de longe reverteram a trombada recessiva das medidas anteriores.
O esforço fiscalista contou ainda com a aprovação da Desvinculação das Receitas Orçamentárias (DRU), no início de dezembro. O mecanismo, como se sabe, faculta ao governo desviar até 20% do orçamento de qualquer área para o pagamento das dívidas financeiras.
A opção ultraliberal não ficou nisso. No meio, houve o anúncio da privatização dos aeroportos mais rentáveis.
Todo o esforço governamental – amplamente apoiado pela grande imprensa – teve seu coroamento na divulgação do crescimento do PIB do terceiro trimestre: zero por cento!
O orçamento do aperto
E o ano termina com a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2012, a partir de projeto enviado pelo governo ao Congresso. O gráfico com a divisão de verbas para o orçamento do ano que vem, preparado pelo movimento pela Auditoria Cidadã da dívida pública circula na internet. Quem ainda não viu e deseja tomar contato com os números, basta assessar esse endereço.
Os dados são baseados no relatório final da LDO.
O gráfico fala mais do que mil discursos: o governo petista destina nada menos do que 47,19% de todo o orçamento de 2012 ao pagamento de juros e amortizações da dívida pública. Banqueiros e especuladores agradecem tamanha bondade.
Resumo da ópera: a agenda central do país em 2011 foi preenchida pela pauta conservadora e liberal. Exatamente o que os meios de comunicação em uníssono propagaram ao longo do ano.
Privataria embola o jogo
Apesar da agenda do ano que vem já estar em grande parte definida pela aprovação da LDO, ela não está fechada.
O impacto do livro A privataria tucana deu uma embolada no jogo. A mídia, apanhada de surpresa, reagiu de duas maneiras. Primeiro, tentou ignorar o assunto. A repercussão da obra na blogosfera – que se traduziu numa explosão de vendas – não pôde ser contida pela censura corporativa. A segunda reação se deu pela via da desqualificação do autor e do volume.
O que está em questão não é o livro ou as possíveis liberalidades com a coisa pública tomadas por José Serra e seus seguidores. O que está em tela é um dos pilares centrais do modelo neoliberal, a privatização de ativos públicos. Se é para se falar em escândalos, a privatização em si – com os danos estratégicos causados ao país – é muito mais escandalosa que as propinas eventualmente cobradas.
Ao abrir essa caixa Pandora, Amaury Ribeiro Jr. vai muito além do que buscar falcatruas cometidas por uma turma de larápios do patrimônio público. Ele coloca em questão o centro de gravidade do governo FHC e de parte das ações dos governos petistas.
A instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o tema será o grande embate dos próximos meses.
Comissão da verdade do neoliberalismo
A CPI da privataria, caso instalada, pode tomar rumos inesperados e inaugurar uma nova agenda para o país. Ela pode se tornar uma espécie de “Comissão da verdade” sobre as ilegalidades cometidas por membros de governo e dirigentes de megacorporações globais, todas anunciantes das grandes empresas de comunicação. Sua viabilidade depende de um clamor nacional, com os setores populares à frente.
Setores do governo, parte da cúpula petista, a chamada “base aliada”, a velha direita (PSDB-DEM-PPS), a mídia, o capital financeiro e seus seguidores devem jogar pesado e de forma articulada para inviabilizar a instalação da Comissão.
Entre tais extremos, há múltiplas nuances. A disputa pela viabilidade da Comissão será briga de cachorro grande. Se ela vingar e conseguir, mesmo que timidamente, colocar em questão o processo de liquidação do Estado, representará uma derrota para os setores neoliberais de alcance internacional. E teremos uma saudável disputa sobre os fundamentos de um novo projeto de desenvolvimento para o país.
Nisso tudo, apenas uma coisa parece certa: todo esse imbróglio será muito mal coberto pela grande mídia nacional.
Gilberto Maringoni, jornalista e cartunista, é doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP) e autor de “A Venezuela que se inventa – poder, petróleo e intriga nos tempos de Chávez” (Editora Fundação Perseu Abramo).
Leia também:

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A sinuca de bico do PSDB no caso da "Privataria"

30.12.2011
Do blog de Luis Nassif, 29.12.11
Por Luis Nassif

O livro "A Privataria Tucana" tem tucana no nome. Mas investiga especificamente o chamado "esquema Serra".

As acusações são inidividualizadas e se referem objetivamente a Serra. Amaury o acusa diretamente de corrupção. Se inocente, caberia a Serra buscar a reparação na Justiça. Não o fará porque um eventual processo certamente esmiuçaria sua atuação desde a Secretaria do Planejamento de Franco Montoro, passando pelo relatório Bierrenbach, pelo caso Banespa e pelas privatizações, além de enveredar pelos negócios da filha no mundo offshore. Só faltava a Serra, a esta altura do campeonato, uma ordem judicial para abrir as contas da filha nas Ilhas Virgens.

Se autor da ação, o PSDB pouparia Serra da exceção da verdade. Mas de qual acusação o PSDB pretenderá se defender? Provavelmente do fato de Amaury Ribeiro Jr ter imputado a todo o partido os atos obscuros de Serra.

O PSDB poderá alegar que em nenhum momento as provas apontam para uma ação orquestrada de partido. Se for por aí, será uma tática esperta, porém falsa. Espera-se que o juiz reconheça que não há provas de ação de partido nas maracutaias denunciadas. Depois, dá-se ampla cobertura à sentença, como se fosse condenação do conteúdo do livro como um todo.

Ocorre que, se a lógica da ação for por aí, o PSDB trará para si o cálice do qual Serra foge qual o diabo da cruz. Aí se entrará de cabeça na politização do episódio, no questionamento não das propinas supostamente pagas, mas de todo processo de privatização. O partido entregará de bandeja sua bandeira e, principalmente, sua única referência política; FHC.

O mais lógico seria PSDB e velha mídia "realizarem o prejuízo" - como se diz no mercado do ato de vender ações que estão dando prejuízo sabendo que, quanto mais o tempo passar, maior será o prejuízo incorrido.
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