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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Criticker é uma rede social que recomenda filmes para você

20.12.2011
Do site TECHNINJA, 08.07.2010

criticker 590x275 Criticker é uma rede social que recomenda filmes para você
Se você está buscando uma rede social que lhe traga algo mais útil do que scraps, atualizações de status e seguidores, por que não usar o Criticker?
Criticker é um site que recomenda filmes para os usuários baseado nos gostos deles e nos filmes que eles já viram e avaliaram dentro do site. Basta criar um perfil que você já pode participar. Você ainda pode adicionar amigos (Kumpel, no vocabulário do site), trocar mensagens a respeito de algum filme, escrever resenhas para filmes e ler as de outros usuários.
Ele ainda recomenda usuários com a mesma afinidade que a sua. Conta também com um banco de dados de filmes gigantesco, informações, trailers, links para compras e uma “lista de desejos” pessoal, além de criar suas próprias coleções e avaliar coleções de outros usuários.
Apesar de ser todo em inglês, ele é de fácil manuseio e objetivo: você chega onde quer com um número mínimo de cliques. Se você é cinéfilo e gosta de receber sugestões de filmes, não deixe de conferir Criticker.

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Fonte:http://www.techninja.com.br/internet/criticker-uma-rede-social-recomenda-filmes-para-voc/

FHC não tem moral para falar de Amaury porque é réu por fraude na Privataria Tucana

20.12.2011
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 16.12.11



O ex-presidente FHC tenta desqualificar o autor do livro "A Privataria Tucana", o premiado jornalista Amaury Ribeiro Jr., dizendo que ele é indiciado por quebra de sigilo (*). FHC acha que com isso desestimularia os outros a lerem o livro.

Mas o autor do livro não recorre só ao gogó para contar as roubalheiras na privataria de FHC e Serra,  ele usa farta documentação que pode ser facilmente confirmada a autenticidade.

Além disso, se qualquer indiciamento fosse critério para desqualificar uma pessoa, o que dizer do próprio FHC que é réu por fraude no edital de licitação na privataria da Vale? (quem é réu, ainda nao é culpado, mas está numa fase posterior ao indiciamento, quando um juiz já aceitou a denúncia, abrindo processo, por considerá-la suficientemente fundamentada para ir a julgamento).

Conforme já cansamos de escrever aqui, desde agosto de 2007, e que pode ser conferido no Tribunal Regional Federal da Primeira Região, ...



O "sumiço" de 9,688 bilhões de toneladas em reservas de minério de ferro:

Em maio de 1995, a Vale informou oficialmente à Securities and Exchange Commission - SEC, órgão responsável pela fiscalização do mercado de ações norte-americano - que suas reservas de minério de ferro nas minas do Sistema Sul, todas localizadas em Minas Gerais, totalizavam 7,918 bilhões de toneladas.

No edital de venda da empresa (item 6.5.1), o Sistema Sul aparece com apenas 1,4 bilhão de toneladas, ou seja, 6,518 bilhões de toneladas a menos (e o tucano Aécio Neves ainda defende essa patranha contra o Estado de Minas Gerais).

A Vale informou à SEC que as reservas minerais do complexo de Carajás, situado no Pará, eram de 4,970 bilhões de toneladas. No edital, as reservas de Carajás foram estimadas em 1,8 bilhão de toneladas - 3,170 bilhões de toneladas a menos.


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(*) Ao contrário de FHC que quer abafar o assunto que lhe atinge, o próprio Amaury não foge do assunto e conta a história deste indiciamento em seu livro.


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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2011/12/fhc-nao-tem-moral-para-falar-de-amaury.html

BLOG MOBILIDADE URBANA: Bares nas ruas e calçadas: zero de acessibilidade

20.12.2011
Do BLOG MOBILIDADE URBANA, 19.12.11
Por Tânia Passos




As calçadas já não são mais o limite. Insatisfeitos com o espaço interno dos bares e restaurantes, os donos dos estabelecimentos e os clientes, que antes já invadiam o passeio público, agora tomaram o meio da rua. Em época de confraternização, como é conhecido o mês de dezembro, as infrações dobram, segundo a Dircon. Ontem, esse tipo de comportamento podia ser visto em vários pontos da capital, inclusive em bairros considerados nobres.


Alheios a qualquer risco de serem vítimas de um atropelamento, os ocupantes de uma mesa do Bar Terraço, na esquina entre a Rua da Hora e a Barão de Itamaracá, no Espinheiro, bebiam divertidamente, na tarde de ontem, em plena via pública, ocupando um pedaço da rua. “Estou tão feliz que não pensei no perigo de atropelamento. Sei que esse cone realmente não me protege”, comentou uma das clientes, referindo-se a um cone colocado na rua pelos funcionários do bar.


O gerente do Terraço, que pediu para não ter o nome publicado, disse que só fazia aquele tipo de evento uma vez por ano. “É nossa confraternização, por isso coloquei as mesas e as cadeiras na rua”, explicou. Questionado sobre a licença da Prefeitura do Recife para usar a via pública, ele disse que tinha obtido autorização. Roberta Valença, da Diretoria de Controle Urbano (Dircon), no entanto, disse que em nenhum momento o órgão permite o fechamento de vias públicas a partir de um pedido particular de um bar. “Ofertamos licença apenas em casos de festas de rua, abertas ao povo”, esclareceu.


Na Rua Mamede Simões, no centro da capital, a situação era a mesma na tarde de ontem. Várias mesas e cadeiras de bares expostas em plena via pública. O espaço para a passagem de carros era mínimo. O endereço já é velho conhecido da Dircon que realiza blitz e, depois, os donos de bares voltam a utilizar a rua de forma particular. “Os donos dos outros estabelecimentos colocam as mesas na rua, então fazemos o mesmo”, disse o gerente do Puxinanã, Alexandre Duarte. Segundo Duarte, essa prática é corriqueira e os clientes apoiam. “Tem cliente que prefere ficar do lado de fora para fumar. Às vezes a gente liga o ar-condicionado e mesmo assim eles não querem ficar dentro”, disse. O gerente disse, ainda, que os donos de bar da via estão se mobilizando para apresentar uma solicitação à Dircon pedindo a liberação da rua para essa prática.


Proibição


Roberta Valença, da Dircon, disse que a colocação de mesas e cadeiras na rua é ilegal e pode ser punida com multa e até fechamento do estabelecimento. “Fazemos rondas todos os finais de semana e sempre alertamos para essa ilegalidade. Esse comportamento é cultural e o próprio cidadão deveria negar-se a sentar em bares e restaurantes que colocam as mesas na via pública”, alertou.


Ainda de acordo com a diretora da Dircon, o problema é comum na periferia do Recife, em bairros como Casa Amarela e Ibura, por exemplo. “Entendemos que o comércio é o meio de vida de algumas pessoas, mas é necessário obedecer a lei”, disse. Denúncias para a Dircon: 3355-2121.


Saiba mais


Irregularidades previstas na Lei das Calçadas, da Prefeitura do Recife


Obstruir ou concorrer, direta ou indiretamente, para a obstrução de valas, calhas, bueiros ou bocas de lobo ou impedir, por qualquer forma, o escoamento das águas pluviais


Utilização de marcos ou quaisquer tipos de barreiras físicas ou arquitetônicas nos passeios sem autorização do órgão competente


Despejo de águas pluviais ou de infiltração, água de lavagem, despejos domésticos e quaisquer outras águas servidas ou de esgotos sobre os passeios


Caixas de inspeção fora das especificações e/ou passeios danificados por concessionárias ou entidades a ela equiparadas

Colocar sobre a faixa exclusiva de circulação de pedestres, material de construção, mesas, cadeiras, banca ou quaisquer materiais ou objetos, quaisquer que seja a finalidade, excetuando-se os casos regulados por legislação específica, e, previamente autorizados pelo município


Passeio inexistente, em desacordo com as especificações ou em mau estado de conservação
Valor das multas


O valor da multa aplicada pela Dircon varia de acordo com a quantidade de mesas e cadeiras disponibilizadas na via pública


As multas custam entre R$ 100 e R$ 500


No caso de reincidência, o valor da multa é dobrado


As denúncias podem ser feitas para a gerência de apreensão da Dircon, no número 3355.2121


Fonte: Dircon
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CRISE NO DF: O início do fim do coronelismo

20.12.2011
Do OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA, 13.12.11
Por Marcio Varella*,  na edição 672


Como é difícil escrever uma matéria quando não existe democracia por parte dos meios de comunicação. Você acaba se sentindo uma carta fora do baralho e tudo o que escreve parece meio fora de moda. Aí você soma essa situação à sua idade, já avançada, e o termômetro da autoestima vai ao negativo num segundo.
O jornalista é, antes de tudo, um observador e o que mais tenho feito nos últimos meses é justamente isto: observar a cena política do Distrito Federal. E o que mais tem me incomodado nesse exercício é esta onda de denuncismo contra o governador Agnelo Queiroz, sua família e seus secretários de Estado. Desde janeiro, quando ele tomou posse, os meios de comunicação, principalmente a TV Globo e alguns blogs políticos, têm feitos quase sempre as mesmas denúncias, repetidas vezes, propositadamente, como se fosse para não deixar o assunto morrer.
Aos poucos comecei a entender a mola-mestra que impulsiona tais denúncias, não só as feitas ao GDF mas também ao governo federal. Acho que agora, com o lançamento do livro A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., as coisas começarão a ficar mais claras e meus netos já poderão ir à escola sabendo quem são, de fato, os verdadeiros bandidos deste país.
Miséria e doenças
O raciocínio é tão simples, que todos devem saber disso, mas ninguém põe no papel, na tela, nas ondas do rádio. Todos sabem que um grupo de empresários domina os investimentos feitos no Distrito Federal e que essas pessoas, supostamente, têm uma espécie de chefe, de orientador político, que se chama Joaquim Roriz, ele mesmo empresário e milionário. Quatro vezes governador do DF, senador que renunciou duas semanas depois de eleito devido a denúncias de corrupção e acusado pela Justiça de ser um dos chefes do esquema no Banco de Brasília (BRB), que sumiu com R$ 223 milhões. Um doce de pessoa.
Em 1978, quando se elegeu deputado federal pelo estado de Goiás, Roriz deu início à uma estratégia que acabou levando ele e sua troupe aos píncaros da glória. Começou a trazer gente humilde do Norte de Minas Gerais e do Nordeste brasileiro para o entorno do DF. Essa gente foi chegando por aqui de pau-de-arara, se ajeitando nas encostas dos morros, construindo barracos, sem nenhuma infraestrutura, mas com a promessa e a garantia de que iriam, um dia, ter a escritura de suas terras. Para isto, bastava invadi-las. Foi o que eles fizeram e fazem até hoje, só que em escala menor, mas fazem.
Manter indefinidamente a promessa de dar a escritura significava ter a certeza do voto. Fazer obras, mesmo que precárias, em torno desses lotes, significava mais votos ainda. E assim nasceram dezenas de cidades – hoje são 30. De invasões, passaram a regiões administrativas. Tudo feito à base de promessas. Mas aí veio o governo Cristóvam. Houve um breque, mas os tentáculos de Roriz foram mais fortes, e a tomada de lotes teve continuidade. A invasão do cerrado e a miséria trouxeram doenças e transformaram o entorno de Brasília num dos lugares mais pobres do país.
Prato cheio para a mídia
Agnelo Queiroz tomou posse em janeiro deste ano e ainda não teve sossego em relação à onda de denuncismo. Há cerca de um mês, quando ele finalmente transformou a Vila Estrutural em cidade e deu início à entrega de escrituras definitivas dos lotes, tudo ficou explicado. Naquele momento, Agnelo estava retirando os dois principais trunfos de Roriz e de sua turma, conseguidos a “duras penas” (fora do alcance da Justiça) ao longo dos últimos 30 anos. Ou seja, estava colocando um fim no modus operandi do grupo.
Primeiro, interrompeu o meio mais fácil e desonesto de conquista de votos, que é o de manipular a opinião de uma gente que aguardava há anos a entrega de suas escrituras definitivas. Agora, essas pessoas, de posse de seus lotes, terão a liberdade ampliada para escolher em quem votar. Segundo, tirou da mão de políticos e empresários oportunistas o mercado da invasão, da venda do lote ilegal. Agora, todos entendemos melhor o significado do ataque denuncista contra o governador. De uma coisa tenham certeza: todas as denúncias contra governos trabalhistas, como o nosso, têm origem em decisões que beneficiam sempre a maioria.
A mídia tem em mão um prato cheio para reescrever de vez a História do Brasil, e o livro do Amaury vem contribuir para isto. Tem toda a história de corrupção nas privatizações no governo FHC, as denúncias mais que comprovadas contra o Daniel Dantas, enfim, nada que esteja sob a luz da mídia, mas tudo que está por trás da mídia, nas redes sociais, nas poucas revistas e jornais respeitados.
Simples assim, sem segredos.
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[*Marcio Varella é jornalista, Brasília, DF]

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Hemobrás inaugura primeira fábrica de hemoderivados

20.12.2011
Do BLOG DA FOLHA, 19.12.11
Publicado por José Accioly,

A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), estatal vinculada ao Ministério da Saúde, inaugurou, na manhã desta segunda-feira (19), a primeira etapa de sua fábrica de medicamentos derivados do sangue, no Polo Farmacoquímico de Pernambuco, em Goiana, a 63 quilômetros do Recife. Esta fase, cujas obras tiveram início em junho de 2010, ao valor de R$ 27,4 milhões, tem como prédio principal o bloco B-01. Com área construída de 2,7 mil metros quadrados, a edificação é uma das mais importantes da planta industrial, por abrigar uma câmara fria a -35° C destinada à recepção, triagem e armazenamento do plasma, matéria-prima dos hemoderivados.
A solenidade ocorreu com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha; do governador de Pernambuco em exercício, João Lyra Neto (PDT); do senador Humberto Costa (PT); do prefeito do Recife, João da Costa (PT); do presidente da Hemobrás, Romulo Maciel Filho; além de outras autoridades. Todo o empreendimento deverá entrar em operação em 2014.
“Com a inauguração da primeira etapa da Hemobrás, o Brasil entra em uma nova era e Goiana, mais uma vez, escreve parte da história deste País. Esta não é uma fábrica qualquer, não queremos apenas estocar plasma e fabricar hemoderivados. Queremos ser autossuficientes neste setor. E para mim é um orgulho saber que muito em breve iremos poder fabricar hemoderivados para atender aos pacientes do SUS, e que em cada frasco estará escrito made in Goiana (feito em Goiana, em português)”, afirmou Padilha.
O bloco B-01 possui 19 metros de altura, equivalente a um prédio de seis andares. Sua câmara fria, que tem capacidade para armazenar 1 milhão de bolsas de plasma, será a primeira das Américas, para esta finalidade, totalmente automatizada. Sua operação será feita por dois transelevadores, equipamentos que funcionarão com um programa específico para armazenamento considerado um dos mais modernos do mundo.

“O Brasil ainda se orgulhará muito deste complexo fabril que produzirá, com qualidade internacional, os seis tipos de hemoderivados de maior consumo no mundo”, afirmou Romulo Maciel Filho. “Integra a missão da Hemobrás reduzir – e zerar – a dependência externa a que o Brasil hipoteca anualmente quase R$ 1 bilhão com importações de medicamentos. Falamos, portanto de reafirmação de soberania”, acrescentou. O secretário de Saúde de Pernambuco, Antônio Figueira, lembrou que um dos motivos de o Estado ter sido escolhido para abrigar a Hemobrás foi o fato de possuir capacidade técnica, a exemplo do primeiro serviço de hemoterapia do Brasil, que é o Hemope. “Hoje Pernambuco recupera a inserção no cenário nacional, crescendo mais do que qualquer outro estado. Se antes muitos consideravam o Nordeste um problema, hoje esta região com certeza é parte da solução”, salientou.
A previsão é que o plasma coletado nos hemocentros do País comece a ser estocado na câmara fria da Hemobrás a partir de julho de 2012. Até lá, será necessário que a área passe por um procedimento técnico de refrigeração, para chegar a -35° (no momento da inauguração, estará a 10°); qualificação de maquinário por parte do consórcio responsável pela construção (TEP/Squadro/Mendes Júnior); inspeção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a autorização do funcionamento e, por fim, validação da Hemobrás nos procedimentos industriais que serão realizados no local.
Uma vez em operação, a câmara fria recepcionará o plasma, que será transportado dos hemocentros para a fábrica em caminhões refrigerados. Na medida em que as caixas forem colocadas nas esteiras da câmara fria, os códigos de barra serão lidos e os transelevadores automaticamente conduzirão o material para o local exato nos porta-pallets (estruturas metálicas semelhantes a estantes), garantindo total segurança no processo de armazenamento e rastreamento de cada bolsa de plasma durante todo o ciclo do processo.
Até 2014, esse plasma será remetido ao Laboratório Francês de Biotecnologia (LFB), na França, onde serão transformados em hemoderivados e retornarão ao Brasil para serem distribuídos no Sistema Único de Saúde (SUS). O LFB é parceiro da Hemobrás na transferência de tecnologia para produção de hemoderivados. Depois de 2014, quando os demais blocos entrarem em operação, esta etapa passará a ser feita em solo nacional e País será uma das 15 nações no mundo a possuir uma fábrica para a produção de diversos hemoderivados – lá serão fabricados albumina, imunoglobulina, fatores de coagulação VIII e IX, complexo protrombínico e fator de von Willebrand, medicamentos essenciais a milhares de portadores de doenças como hemofilia, câncer, aids, imunodeficiências primárias, entre outras.
Além da câmara fria, o bloco B-01 dispõe de três salas para recepção do plasma; uma sala para registro e triagem do plasma; cinco salas classificadas (as chamadas salas limpas, ou seja, com ar filtrado para reduzir a possibilidade de contaminação ambiental); duas salas para preparação dos lotes de exportação de plasma; três escritórios; três salas para máquinas e manutenção e três vestiários. Nestas áreas de B-01 irão trabalhar, inicialmente, 25 profissionais, entre farmacêuticos e técnicos de laboratório. E, afora o B-01, a primeira etapa da fábrica da Hemobrás abrange os blocos B-17, que abrigará uma subestação com quatro geradores de 500 KVA (quilovolts-ampère) cada um, responsáveis por garantir que não faltará energia na câmara fria; e parte do B-14, com o reservatório enterrado com capacidade para armazenar 450 mil litros de água.
Segunda fase
Desde junho de 2011, está em andamento a segunda etapa das obras da fábrica, ao valor de R$ 269 milhões e englobando 12 blocos, que, juntos, somam 45 mil dos 48 mil metros quadrados do que será a área construída da unidade, situada em um terreno de 25 hectares no Polo Farmacoquímico de Pernambuco, de onde é âncora. Entre os prédios, estão dois dos principais blocos: o B-02, considerado o coração da fábrica, que será instalado em uma área de 13 mil metros quadrados onde ocorrerá o fracionamento do plasma sanguíneo e sua transformação em medicamentos; e o B-03, espaço de 10,7 mil metros quadrados destinado ao envase dos produtos. Atualmente, 450 operários trabalham nestas construções. A expectativa é que esse número chegue a 800 profissionais no primeiro semestre 2012.
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Fonte:http://www1.folhape.com.br/blogdafolha/?p=2145#more-2145

10 ferramentas para você navegar na Internet anonimamente

20.12.2011
Do site TECHNINJA, 13.07.11

internet 10 ferramentas para você navegar na Internet anonimamente
Quando sua reputação e segurança na Internet estão em jogo, é bom contar com ferramentas que possam ajudar para que nada escape sem seu consentimento. Os servidores proxy permitem que informações privadas sejam preservadas e que sites bloqueados sejam acessados.
Ao navegar na Internet através de web proxies, você terá o endereço do seu computador ocultado. Essa representação oculta é que permite os usuários navegarem anonimamente.
A ideia não é incitar o uso incorreto da Internet, mas, sim, defender o acesso consciente de informações que estão na rede.
Confira a lista de 10 excelentes serviços de proxy gratuitos que você pode usar para navegar na Internet de forma anônima e segura:

HideMyAss

Com o HidemyAss, você pode navegar na web anonimamente, esconder seu IP, proteger a conexão com a Internet e ocultar o seu histórico. Tudo o que você precisa fazer é colar a URL do site que deseja visitar e clicar no botão HideMyAss.
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Confira o HideMyAss: http://www.hidemyass.com/

Tor 
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Tor é um software gratuito para Windows que permite aos usuários melhorar a sua privacidade e segurança quando estão navegando na Internet. Os usuários do Tor podem evitar sites que rastreiam o IP e outras informações pessoais. Ele, ainda, ajuda os usuários a publicar sites e outros serviços online, sem revelar a localização do site.

Guardster

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Servidores Guardster permitem a ocultação do IP e de outras informações pessoais. Vem com suporte para Javascript e cookies. Há, ainda, um serviço pago que possibilita a navegação em sites criptografados sem que haja a identificação de dados.
Conheça o Guardster em: http://www.guardster.com/

MegaProxy

Como o Guardster, o Megaproxy é outro site de proxy gratuito que permite aos usuários navegar na Internet sem deixar nenhum vestígio.
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O Megaproxy está disponível em: http://www.megaproxy.com/freesurf/
Fsurf

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O usuário do Fsurf poderá visitar sites que são restritos pelo seu ISP ou por organizações, como escolas , universidades, etc. O serviço é fácil de usar e tem uma interface bem simples.
Aproveite o Fsurf: http://www.fsurf.com/

Privoxy

O Privoxy permite a modificação dos dados da página acessada e de cabeçalhos HTTP. Vem com controle de acesso e com a opção de remover anúncios e outros itens indesejáveis.
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Online Anonymous Proxy

Cansado de sites bloqueados e proibições tolas? O Online Anonymous Proxy propicia o acesso irrestrito de sites como o Facebook e Twitter, em instituições e organizações.
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Conheça o Online Anonymous Proxy em: http://zend2.com/

TryCatchMe 
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Mais uma opção de liberação de sites bloqueados, o TryCathMe, também,  oferece aos usuários a oportunidade de navegar na web sem deixar vestígios ou qualquer informação pessoal.
Teste o TryCatchMe em: http://www.trycatchme.com/

Heeky

Com o Heeky, você, também, poderá ignorar os filtros que bloqueiam determinados sites. Conseguirá, ainda, a ocultação do seu IP e de informações pessoais ao navegar na Internet.
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Conheça o site: http://www.heeky.com/

Web4Proxy 
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Capaz de proceder como os demais, o Web4Proxy é de fácil acesso e navegação.
Acesse o site em: http://www.web4proxy.com/
(via smash!ngapps)

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Santayana: Hora de rever as privatizações

20.12.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha, 19.12.11
Hora de rever as privatizações
Se outros efeitos não causar à vida nacional o livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., suas acusações reclamam o reexame profundo do processo de privatizações e suas razões. A presidente da República poderia fazer seu o lema de Tancredo: um governante só consegue fazer o que fizer junto com o seu povo.
Se outros efeitos não causar à vida nacional o livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., suas acusações reclamam o reexame profundo do processo de privatizações e suas razões. Ao decidir por aquele caminho, o governo Collor estava sendo coerente com sua essencial natureza, que era a de restabelecer o poder econômico e político das oligarquias nordestinas e, com elas, dominar o país. A estratégia era a de buscar aliança internacional, aceitando os novos postulados de um projetado governo mundial, estabelecido pela Comissão Trilateral e pelo Clube de Bielderbeg. Foi assim que Collor formou a sua equipe econômica, e escolheu o Sr. Eduardo Modiano para presidir ao BNDES – e, ali, cuidar das privatizações.
Primeiro, houve a necessidade de se estabelecer o Plano Nacional de Desestatização. Tendo em vista a reação da sociedade e as denúncias de corrupção contra o grupo do presidente, não foi possível fazê-lo da noite para o dia, e o tempo passou. O impeachment de Collor e a ascensão de Itamar representaram certo freio no processo, não obstante a pressão dos interessados.
Com a chegada de Fernando Henrique ao Ministério da Fazenda, as pressões se acentuaram, mas Itamar foi cozinhando as coisas em banho-maria. Fernando Henrique se entregou à causa do neoliberalismo e da globalização com entusiasmo. Ele repudiou a sua fé antiga no Estado, e saudou o domínio dos centros financeiros mundiais – com suas conseqüências, como as da exclusão do mundo econômico dos chamados “incapazes” – como um Novo Renascimento.
Ora, o Brasil era dos poucos países do mundo que podiam dizer não ao Consenso de Washington. Com todas as suas dificuldades, entre elas a de rolar a dívida externa, poderíamos, se fosse o caso, fechar as fronteiras e partir para uma economia autônoma, com a ampliação do mercado interno. Se assim agíssemos, é seguro que serviríamos de exemplo de resistência para numerosos países do Terceiro Mundo, entre eles os nossos vizinhos do continente.
Alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos- entre eles Federico Mayor Zaragoza, em artigo publicado em El País há dias, e Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia – constataram que o desmantelamento do Estado, a partir dos governos de Margareth Thatcher, na Grã Bretanha, e de Ronald Reagan, nos Estados Unidos, foi a maior estupidez política e econômica do fim do século 20.
Além de concentrar o poder financeiro em duas ou três grandes instituições, entre elas, o Goldman Sachs, que é hoje o senhor da Europa, provocou o desemprego em massa; a erosão do sistema educacional, com o surgimento de escolas privadas que só servem para vender diplomas; a contaminação dos sistemas judiciários mundiais, a partir da Suprema Corte dos Estados Unidos – que, entre outras decisões, convalidou a fraude eleitoral da Flórida, dando a vitória a Bush, nas eleições de 2000 -; a acelerada degradação do meio-ambiente e, agora, desmonta a Comunidade Européia.
No Brasil, como podemos nos lembrar, não só os pobres sofreram com a miséria e o desemprego: a classe média se empobreceu a ponto de engenheiros serem compelidos a vender sanduíches e limonadas nas praias.
É o momento para que a sociedade brasileira se articule e exija do governo a reversão do processo de privatizações. As corporações multinacionais já dominam grande parte da economia brasileira e é necessário que retomemos as atividades estratégicas, a fim de preservar a soberania nacional.
É também urgente sustar a incontrolada remessa de lucros, obrigando as multinacionais a investi-los aqui e taxar a parte enviada às matrizes; aprovar legislação que obrigue as empresas a limpa e transparente escrituração contábil; regulamentar estritamente a atividade bancária e proibir as operações com paraísos fiscais.
É imprescindível retomar o conceito de empresa nacional da Constituição de 1988 – sem o que o BNDES continuará a financiar as multinacionais com condições favorecidas.
A CPI que provavelmente será constituída, a pedido dos deputados Protógenes Queiroz e Brizola Neto, naturalmente não se perderá nos detalhes menores – e irá a fundo na análise das privatizações, a partir de 1990, para que se esclareça a constrangedora vassalagem de alguns brasileiros, diante das ordens emanadas de Washington.
Mas para tanto é imprescindível a participação dos intelectuais, dos sindicatos de trabalhadores e de todas as entidades estudantis, da UNE, aos diretórios colegiais. Sem a mobilização da sociedade, por mais se esforcem os defensores do interesse nacional, continuaremos submetidos aos contratos do passado. A presidente da República poderia fazer seu o lema de Tancredo: um governante só consegue fazer o que fizer junto com o seu povo.
Mauro Santayana é colunista político do Jornal do Brasil, diário de que foi correspondente na Europa (1968 a 1973). Foi redator-secretário da Ultima Hora (1959), e trabalhou nos principais jornais brasileiros, entre eles, a Folha de S. Paulo (1976-82), de que foi colunista político e correspondente na Península Ibérica e na África do Norte.
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EUA avaliam próximos passos após morte de Kim Jong-il

20.12.2011
Do portal TERRA, 19.12.11


O Governo dos Estados Unidos reagiu com cautela à morte do líder norte-coreano Kim Jong-il

enquanto avalia os próximos passos e os efeitos da notícia nas negociações sobre o 

programa nuclear de Pyongyang.

"Ainda é muito cedo para determinar" se haverá uma melhora nas relações com a Coreia do 
Norte, declarou nesta segunda-feira o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, em sua 
entrevista coletiva diária.

"Esperamos que a nova direção do país tome as medidas necessárias para apoiar a paz, a 
prosperidade e um futuro melhor para os norte-coreanos, principalmente atuando de acordo 
com suas obrigações em relação à desnuclearização", afirmou Carney.

Em qualquer caso, ressaltou o porta-voz, os EUA continuarão pressionando o regime para que 
cumpra seus compromissos internacionais e ponha fim a seu programa nuclear.

Anteriormente, a secretária de Estado, Hillary Clinton, frisou que seu país deseja uma transição 
pacífica e estável na Coreia do Norte após a morte de Kim Jong-il, que havia designado como 
sucessor seu filho Kim Jong-un, sobre o qual se conhece muito pouco.

Em declarações ao lado do ministro das Relações Exteriores do Japão, Koichiro Gemba, com 
quem se reuniu hoje em Washington, Hillary afirmou que os EUA esperam melhores relações 
com o povo norte-coreano e está preocupado com seu bem-estar.

O país está em contato com Rússia e China e se "coordena muito de perto" com Japão e 
Coreia do Sul, os países envolvidos nas conversas de seis lados sobre o programa nuclear 
norte-coreano, destacou a secretária de Estado.

Por sua parte, Gemba ressaltou a necessidade de uma coordenação muito de perto entre os 
países participantes das conversas de seis lados, uma iniciativa que busca o fim do programa 
nuclear norte-coreano, mas que atualmente está em ponto morto desde 2008.
Em 2009 os inspetores internacionais foram expulsos da Coreia do Norte.

O mote da coordenação e da prudência foi repetido hoje em todas as reações oficiais 
americanas após uma morte que cria várias dúvidas sobre o futuro do país mais hermético do 
mundo.

O Departamento de Defesa dos EUA indicou que o estado de alerta de suas tropas na 
península coreana permanece inalterado após o anúncio da morte do chefe de Estado que os 
norte-coreanos chamavam de "querido líder".

Em declarações à imprensa, o porta-voz do Pentágono, George Little, indicou que o secretário 
de Defesa, Leon Panetta, falou hoje por telefone com seu colega sul-coreano, Kim Kwan-jin, e 
reiterou o compromisso de seu país com a estabilidade na península e a aliança bilateral.
Os dois ministros da Defesa se mostraram de acordo sobre a necessidade de uma atitude 
prudente no que diz respeito à segurança, acrescentou o porta-voz.

"Tanto o secretário como o ministro compreendem que nos encontramos em um momento 
delicado e devemos acompanhar de perto os eventos na Coreia do Norte e na península", 
comentou Little.

A morte de Kim, ocorrida no sábado e divulgada no domingo, aconteceu em decorrência de 
um ataque cardíaco, segundo os meios oficiais norte-coreanos.

O fato, que abriu um período de luto no país até o próximo dia 28, quando acontecerá o funeral 
oficial, acontece em um momento-chave, quando Washington e Pyongyang travavam 
negociações sobre a provisão de ajuda humanitária a Coreia do Norte e tentavam reiniciar as 
conversas de seis lados.

O enviado especial dos EUA na Coreia do Norte, Glyn Davies, acabava de retornar de uma 
viagem por Coreia do Sul, Japão e China para estudar as possibilidades de retomar essas 
negociações.

Funcionários americanos e norte-coreanos também mantiveram contatos em Genebra em 
duas ocasiões nos últimos meses para tentar reavivar as conversas multilaterais.

Embora sem resultados concretos, a simples existência das reuniões já representou um 
avanço, após as tensões do ano passado depois que Seul acusou o regime de Pyongyang de 
estar por trás do naufrágio do navio Cheonan.

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