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domingo, 11 de dezembro de 2011

Governador lança hotel e editais para construção de quatro viadutos da Agamenon

11.12.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 09.12.11
Por Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
Divulgação



Atualizada às 11h14
O governador Eduardo Campos participa, na manhã desta sexta-feira, o lançamento da pedra fundamental de um hotel 5 estrelas na Praia do Paiva. À tarde, no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, Eduardo lança os editais para construção dos quatro viadutos na Avenida Agamenon Magalhães.
Os quatro viadutos vão cruzar a Avenida Agamenon Magalhães, entre a Ilha do Leite e o Parque Amorim: um na entrada para a Rosa e Silva (do Português/Mac Donald); um iniciando na Rui Barbosa, em frente ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), e cruzando a Agamenon Magalhães até o Americano Batista; outro do Colégio Contato, na Dom Bosco, até o Hospital da Restauração e o último saindo da Paissandu e indo até o outro lado da pista, no canteiro central.
As obras fazem parte de um plano de mobilidade que está sendo realizado na Região Metropolitana do Recife (RMR) até a Copa do Mundo de 2014. Ao todo, são mais de 100 quilômetros de corredores exclusivos e R$ 1,5 bilhão em investimentos. Entre as intervenções estão o Terminal Integrado Cosme e Damião, em São Lourenço da Mata; a implantação de 52 de corredores exclusivos de Transporte Rápido de Ônibus (TRO) nos eixos Norte-Sul, Leste-Oeste e Ramal Cidade da Copa, dentro do Programa Estadual de Mobilidade (PROMOB). Além dessas intervenções, o plano prevê ainda a implantação de corredores de transporte público na Avenida Norte Miguel Arraes e na BR-101 que serão licitados em outro momento.
Hotel -  O Sheraton Reserva do Paiva Hotel & Convention Center é o primeiro hotel cinco estrelas a ser construído no Paiva. O investimento é de R$ 100 milhões. Uma parceria do grupo Starwood Hotels e Resorts do grupo português Promovalor Investimentos e da Odebrecht Realizações Imobiliárias.
O hotel deve ser inaugurado em março de 2014, receberá a bandeira Sheraton e contará com 289 apartamentos, além de um centro de convenções com 2.800 m2 de área e uma capacidade total para 2.100 hóspedes.
Durante a construção devem ser criados 1.200 empregos diretos e indiretos e outros 700 quando a operação do hotel for iniciada.

























































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Alianças para eleições de 2012 influenciam reforma ministerial

11.12.2011
Do portal ÚLTIMO SEGUNDO,09.12.11
Por Adriano Ceolin, iG Brasília 

Prevista para a segunda quinzena de janeiro, troca de ministros vai levar em consideração formação de palanques nas capitais  


Ilude-se quem pensa que a presidenta Dilma Rousseff irá cortar uma dezena de pastas na reforma ministerial esperada para a segunda quinzena de janeiro. Ao contrário do que foi especulado até agora, não há nenhum estudo na Casa Civil sobre o assunto. As grandes mudanças ocorrerão, sobretudo, por conta dos ministros que deixarão a Esplanada para disputar as eleições de 2012. As trocas farão parte da negociações para formação de alianças e chapas governistas, principalmente, nas capitais.
“Se cortar ministérios, Dilma irá contra o modelo criado pelo presidente Lula”, avalia o ex-ministro e atual vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima (PMDB-BA). A atual estrutura com 38 ministérios foi formada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao longo dos seus oito anos de mandato. “Todos perguntam, mas até agora ninguém sabe como será a reforma”, afirma o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP).
Durante a crise no Ministério do Trabalho, aventou-se que Dilma estaria disposta a fundir a pasta com a Previdência, retomando uma configuração que havia acabado no governo Fernando Collor (1990-1992). “Nunca ouvi falar nisso. Só na imprensa mesmo”, afirma Garibaldi Alves (PMDB), atual ministro da Previdência. Segundo o iG apurou, Dilma está satisfeita com Garibaldi, sobretudo porque ele aceitou manter o secretário-executivo Carlos Gabas no cargo.
Como o iG noticiou na quarta-feira passada, o PDT ainda luta para manter o Trabalho sob o seu comando. O mais empenhado nessa tarefa é o deputado Paulo Pereira da Silva (SP). Ele é presidente da Força Sindical e presidente do diretório regional do PDT paulista. Paulinho enfrenta resistência da Central Única dos Trabalhadores (CUT). No entanto, ele também será procurado para a formação de palanques na capital paulista.
Haddad, PMDB e PSB
Até agora, o nome certo para deixar o governo é Fernando Haddad. Ministro da Educação desde 2005, ele já foi definido como candidato a prefeito de São Paulo pelo PT. Ele tenta fazer seu sucessor na pasta. Mas o ministério pode ser usado como moeda de troca para a formação da aliança de Haddad na disputa da capital paulista. No caso, oferecendo ao PMDB, cujo pré-candidato a prefeito é Gabriel Chalita. "Depois é só o Michel (Temer, vice-presidente) pedir para ele não concorrer", diz um líder peemedebista.
Atualmente, o PMDB é dono de cinco pastas, mas nunca ficou satisfeito com o seu tamanho. Em dois dos cinco ministérios peemedebistas houve mudanças. Mendes Ribeiro (PMDB-RS) entrou na Agricultura no lugar de Wagner Rossi (PMDB-SP), alvo de denúncias na pasta. E Gastão Vieira (PMDB-MA) ficou com a vaga de Pedro Novais (PMDB-MA) no Turismo, após levantadas irregularidades na pasta e no gabinete dele na Câmara.
No mesmo dia em que foi reconduzido ao cargo de líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), ouviu reclamações dos colegas de que partido está “subrepresentado” no governo. Nesse sentido, recompensar o partido com uma pasta como a Educação seria uma forma de acabar com os descontentamentos.
Ministro da Integração Nacional desde janeiro deste ano, Fernando Bezerra Coelho (PSB) também deseja concorrer em 2012. Em outubro passado, ele transferiu seu domicílio eleitoral para Recife, onde poderá ser candidato a prefeito. O caso de Bezerra, porém, depende do aval do seu padrinho político, o governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos. Em 2008, o PSB apoiou João da Costa (PT), atual prefeito de Recife.
Apoio político
Além das questões eleitorais, Dilma fará avaliação da gestão dos ministros. A presidenta nunca engoliu a indicação de Mário Negromonte (PP-BA) para a pasta das Cidades. Segundo o iG apurou, ele manteve uma relação cordial com Dilma, mas não apresentou nenhum projeto específico para a pasta. Outro problema enfrentado por Negromonte é a perda de apoio político dentro da bancada da Câmara, que quer indicar outro nome para as Cidades.

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MÍDIA GOLPISTA: Mídia festeja PIB zero

11.12.2011
Do blog CAFEZINHO, 07.12.11
Por Miguel do Rosário

Ainda bem que o PIB ficou no zero a zero. Se houvesse um sinalzinho de negativo, os jornais de hoje amanheceriam com citações do Apocalipse de São João. Admito que desenvolvi certa implicância com esse pessimismo crônico da mídia nacional. Existem leis não-escritas do marketing midiático, as quais ainda não consegui compreender muito bem (decerto por ignorância minha), que dão às notícias negativas um impacto comercial bem maior que as positivas.

Quando o IBGE divulga recorde na geração de emprego, queda na inflação, elevação recorde no consumo das famílias, anúncio de investimentos bilionários em novas instalações industriais, vemos notinhas ocultas em páginas internas, sem infográficos, sem nada. Quando é o contrário, como aconteceu hoje, a criatividade dos jornais atinge o apogeu. A Folha botou todos seus artistas para elaborar desenhinhos bonitinhos sobre a estagnação do PIB no terceiro trimestre. Claro que todo o foco, em todos os jornais, é exclusivamente para a variação percentual em relação ao trimestre anterior, onde se vêem os piores índices. Quando se compara com o mesmo período do ano anterior, ainda temos um crescimento de 2,1%; e, mais importante ainda, no acumulado do ano, o crescimento é de 3,2%. Em outros termos, a produção nacional de riquezas em 2011 foi 3,2% superior à produção de 2010, que foi um ano excepcional, quando o país cresceu quase 8%. No acumulado dos últimos quatro trimestres, o resultado é ainda melhor: alta de 3,7%.
Além disso, o terceiro trimestre de 2011 mostrou um PIB, pela primeira vez, superior a R$ 1 trilhão, como se pode ver no gráfico abaixo.
Devemos nos precaver contra a linguagem usada pela imprensa. É tanto “PIB parou”, “estagnação”, “para de crescer”, que podemos ter a impressão errada de que a atividade econômica encontra-se paralisada. Muito pelo contrário. O que vemos é um percentual estável em relação ao período imediatamente anterior, ou seja, a locomotiva deixou de acelerar, mas ainda corre em alta velocidade. Fábricas, lavouras e escritórios continuam produzindo e empregando.
Há um outro ponto importante: a base de comparação, o ano de 2010, foi um período de forte crescimento. Se comparássemos o PIB deste ano com o de 2009, por exemplo, teríamos uma ideia melhor do salto dado nesse intervalo. Como exercício podemos fazer o seguinte, o PIB do terceiro trimestre deste ano, fazendo o devido ajuste sazonal (ou seja, descontando a inflação), ficou 9,46% superior ao do mesmo período de 2009.
O crescimento de 3% esperado para 2011 está de bom tamanho. Não se pode comparar a situação brasileira à européia. Aqui, o governo deliberadamente freou o crescimento, sobretudo para conter a inflação, numa estratégia que se revelou exagerada (tanto que foi revertida bruscamente a partir do segundo semestre) porque não se previu a recessão no mundo desenvolvido.
Não custa lembrar qual tem sido o crescimento médio do PIB nos últimos 17 anos (infográfico da Folha):
É instrutivo ainda verificarmos, no gráfico abaixo, como as taxas de crescimento trimestrais são historicamente cíclicas. Elas crescem por um determinado período, depois recuam em outro, e voltam ao subir em seguida.

O mais interessante, todavia, é quando observamos o índice móvel no trimestre.  Por aí, sim, identificamos que o ciclo de estagnação no PIB, na verdade, já foi revertido, e agora encontra-se em recuperação. Para o Natal deste ano, já temos notícias bastante positivas sobre o aumento das vendas, as quais devem crescer ainda mais depois das medidas de incentivo ao crédito e ao consumo anunciadas pelo governo recentemente.


Abaixo as capas dos jornalões de hoje.
Falta, por parte da nossa imprensa, o esforço em separar as razões desta desaceleração do nosso PIB, induzida pelo próprio governo, com a crise européia, que se dá num contexto de endividamento descontrolado dos Estados. Na Europa, temos razões estruturais para estagnação. Aqui, não. Quanto à indústria de transformação, que na verdade foi quem travou o PIB, trata-se de um setor extremamente concentrado, capaz de puxar o freio do país após um jantar em Higienópolis. Este setor retraiu-se, de fato, este ano, mas não confundamos esse movimento com produção paralisada. Ele continua em forte atividade. Ele parou de crescer, o que é bem diferente.
O perfil da economia brasileira é totalmente diverso da Europa. Nossos investimentos estão crescendo de maneira muito firme. Temos uma população jovem, recursos naturais abundantes, hidroenergia sobrando, descobrimos petróleo, possuímos os maiores reservatórios de água potável do planeta, dívida pública em acelerada queda.
Ah, Brasil cresceu menos que outros países do chamado BRICs. Ok, mas comparemos: a Rússia afundou em 2008 e 2009, e cresceu pouco em 2010, por causa da crise financeira. Ainda está se recuperando; sem contar que é uma sociedade em forte crise democrática, onde a distribuição de renda tem piorado; o Putin mandou prender quase 900 pessoas que protestavam contra o governo esta semana. A China é uma ditadura, e ainda vive um profundo processo de migração do campo para as cidades. O PIB per capita chinês é muito menor que o do Brasil, o PIB industrial per capita também, por isso o país apresenta taxas tão altas de crescimento. A base deles é pequena. A Índia continua daquele jeito, uma elite se ultraeducando e enriquecendo e a maioria da população agonizando na miséria. Prefiro o Brasil e seu crescimento humilde.
Os índices da indústria de transformação, por sua vez, embora realmente tenham apresentado queda, puxados pelo freio na produção siderúrgica, estão fadados, por assim dizer, à recuperação, visto que as maiores jazidas de ferro encontram-se no Brasil e todas as siderúrgicas do mundo estão plantando raízes por aqui para reduzirem seus custos de frete. Além disso, ainda no setor industrial, há investimentos gigantescos em novas bases fabris em todo país, incluindo aí os grandes projetos, como a Comperj e a Abreu Lima, refinarias de petróleo no Rio e Pernambuco. Para quem não sabe, o petróleo é matéria-prima de uma infinitude de produtos industrializados, a começar por todo o tipo de plásticos.
Apenas a título de curiosidade: outra notícia boa trazida pelo IBGE é sobre o aumento da produção da mandioca. Embora sua participação no PIB total seja ínfima, a mandioca, pelo fato de ser cultivada predominantemente por pequenos agricultores, é um grande gerador de empregos no interior, sobretudo nas regiões mais pobres do país. O PIB em alta do segmento, portanto, ajudou a distribuir renda e promover justiça social. Outra razão para falar na mandioca é que O Globo deu a notícia, mas numa matéria onde consta um grave erro de interpretação; cita a queda na produção de café e cana-de-açúcar sem informar que, apesar do recuo na safra, houve aumento muito forte na receita de exportação de ambos os produtos, em virtude dos preços altos. A exportação de café está perto de 9 bilhões de dólares nos últimos 12 meses, mais do que o dobro do registrado há alguns anos, e mais de 52% de aumento sobre 2010! Além disso, a produção do café é bianual, registrando um ano bom e um ano menos bom, tradicionalmente; esse ano foi o menos bom; ano que vem, cresce de novo.

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Jornalista comunista publica livro calunioso

11.12.2011
Do blog PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO,09.12.11
Por Professor Hariovaldo

Livro Privativo
O que todos temiam aconteceu, mais uma vez as calúnias, o acinte e o achincalhe tem lugar no papel, que alvo e ingênuo aceita tudo que os comunas ardilosos publicam, para o mal dos homens de bem da nação. 

Invejosos com o magnifico sucesso que foi a exemplar privatização das telecomunicações no país, as forças do atraso querem enlamear a elegante desenvoltura dos agentes governamentais que efetuaram a gloriosa operação, sem nenhum desvio ou falcatrua.

O livreto ignominioso traz relatos inverídicos e falseados sobre pessoas probas e tenta envolver o mais ilibado e impoluto dos brasileiros, nosso grande comandante José Serra, em supostas ações ilegais, através dos seus, que todos sabem nunca terem havido. 

São, portanto, acusações infundadas, fruto da inveja do sucesso alheio, contra aquele que tem a vida límpida e cristalina, o qual seria aceito em qualquer ordem religiosa como irmão maior em qualquer lugar.

Por isso, tal alfarrábio maldito, bem como seu autor, deve ser recebido pelos homens bons, através da mídia livre e não comprada pelo imprensalão do PT, com um estrondoso silêncio, para que nada dessas mentiras prospere contra nenhum dos nossos, lançando a referida obra maligna no Index Librorum Prohibitorum para todo o sempre, cabendo a excomunhão para quem ler, folhear ou simplesmente pegar nele.

Com o intento de livrar a humanidade de castigo tão cruel, estabeleceremos um fundo  para comprar todos os exemplares e os queimar, assim que cheguem às livrarias, impedindo-se assim que os incautos os leiam. Todos os homens de bem já podem contribuir com essa ação entre amigos transferindo módicos valores para minha conta bancária nas Ilhas Virgens Britânicas. Obrigado.
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DIETA:Farmácias estão proibidas de vender emagrecedores


11.12.2011
Do portal ÚLTIMO SEGUNDO, 09.12.11
Por Agência Brasil

Proibição passa a valer nesta sexta-feira; farmácias tiveram dois meses para se adaptar mas continuam vendendo os medicamentos

Os remédios para emagrecer à base de anfepramona, femproporex e mazindol, os chamados anfetamínicos, estão, a partir desta sexta-feira, com a venda proibida, conforme decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada em outubro no Diário Oficial da União.
Apesar de dois meses de prazo dado pela agência para a retirada dos produtos das prateleiras, algumas farmácias e drogarias continuam com os medicamentos no estoque para a venda.
Em sete drogarias de redes diferentes em Brasília  foram encontrados remédios com algumas das substâncias proibidas. Apenas em uma farmácia, o funcionário informou que não tinha medicamentos com anfepramona, recolhidos por decisão decisão da Anvisa. Em outro estabelecimento, a funcionária declarou que só venderia os remédios com apresentação de receita médica.
A Anvisa decidiu retirar os medicamentos do mercado em função do risco à saúde dos pacientes. Eles podem causar problemas cardíacos e alterações no sistema nervoso central. A farmácia ou drogaria que descumprir a norma pode sofrer penalidade que vai da advertência à interdição do estabelecimento.
De acordo com a Anvisa, a fiscalização do cumprimento da norma é de responsabilidade dos órgãos estaduais de vigilância sanitária. Caso a agência reguladora receba muitas denúncias sobre o descumprimento da medida, a Anvisa poderá desencadear uma operação para combater a ilegalidade. A agência também proibiu a fabricação e a prescrição médica dos anfetamínicos.
A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) não se manifestou sobre o assunto.
O banimento desses inibidores de apetite provocou críticas da sociedade médica e dividiu opiniões entre os consumidores. Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), os anfetamínicos auxiliam no controle da obesidade e, sem eles, as possibilidades de tratamento ficam reduzidas para quem precisa perder peso.
No caso da sibutramina, o uso foi liberado com restrições. Os pacientes e médicos terão de assinar um termo de responsabilidade, que deverá ser apresentado junto com a receita médica na hora da compra do medicamento. Os médicos são obrigados a notificar à Anvisa casos de reação adversa e os laboratórios têm que apresentar um plano com orientações sobre como lidar com pacientes com efeitos colaterais graves.
A receita médica vale por 30 dias. Desde o ano passado, é obrigatória a venda da sibutramina com a apresentação da receita de cor azul (numerada) e as embalagens de tarja preta. A Anvisa decidiu manter o uso do remédio no país, pois há comprovações científicas de que a sibutramina contribui para a perda de pelo menos 2 quilos de massa corporal em um prazo de quatro semanas. O tratamento com sibutramina é indicado para pessoas obesas que tenham Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou acima de 30 e não sofram de problemas cardíacos, com prazo máximo de dois anos.

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Audiência Pública Parlamento Metropolitano Recife‏

11.12.2011
Do BLOG PAULISTA EM 1°LUGAR, 09.12.11
Postado por FRANCISCO MARQUES DA SILVA JUNIOR 

O Parlamento Metropolitano Recife, em seus seis anos de atividade, tem levado ao debate temas de grande importância para a Região Metropolitana do Recife e que extrapolam os interesses individuais de cada município. Debates sobre resíduos sólidos, abastecimento de água e prédios caixão, por exemplo, não podem ser debatidos município por município, uma vez que seus problemas e soluções atingem, sempre, uma boa parte da Região Metropolitana.

Por isso, sempre levando em consideração a chamada “Cidade Metropolitana”, na próxima segunda-feira, 12 de dezembro, o Parlamento Metropolitano Recife estará promovendo a Audiência Pública “Ciclovia: Modal Essencial para a Mobilidade Urbana”.

O debate baseia-se na premissa do incentivo do uso da bicicleta como meio de transporte alternativo, dentro do contexto urbano existente, atendendo às necessidades reais dos ciclistas.

O tema será abordado pelo arquiteto MARCELO DIONE, coordenador do programa Ciclovias nas Cidades, da Secretária Estadual das Cidades.

Será feita uma abordagem sobre o que o estado de Pernambuco vem fazendo em relação às ciclovias e apresentação da  proposta do Plano Cicloviário  do Estado, com ênfase na Região Metropolitana.

O Plano consiste em duas etapas: infra-estrutura e educação da população.

A Audiência pública acontecerá no PLENARINHO DA CÂMARA MUNICIPAL DO RECIFE, das 9h às 12h.
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BLOG MOBILIDADE URBANA: Faixa elevada para pedestres


11.12.2011
Do BLOG MOBILIDADE URBANA,09.12.11
Por Tânia Passos


Diversas cidades já adotaram a elevação da pista de rolamento dos veículos até a altura da calçada na área onde se encontra a faixa de travessia de pedestres. Ela existe na prática mas não possui regulamentação, tanto que está disponível no site do DENATRAN (www.denatran.gov.br) a minuta de uma Resolução que tem a finalidade de regulamentá-la e aguardando sugestões.

Louvável a iniciativa do DENATRAN de colher opiniões populares, que somada a qualidade dos integrantes das Câmaras Temáticas integradas por especialistas nomeados justamente para isso. Esperamos que a iniciativa se estendesse a todas as demais regulamentações, e de duas uma: ou se aproximará da perfeição ou nada mais sai do debate.

Mas, voltando a `Faixa Elevada `. Atualmente é uma mistura de lombada (ondulação transversal) na elevação e descida, com faixa de pedestre pois possui a central plana. A sinalização também é problemática, pois a uma distância o motorista pensa tratar-se de uma faixa de pedestre e acaba por chocar-se com piso em seu ângulo de elevação. A falta de regulamentação faz com que as cidades adotem diferentes critérios de sinalização, elevação, dimensão entre outras, o que pode se constituir num fator de risco pois pode projetar um veículo sobre a calçada como uma rampa.

Sua finalidade é permitir que o pedestre não necessite mudar o nível que se encontra, o que facilita a mobilidade de pessoas com restrições físicas, crianças e idosos, cadeirantes pois ao invés do ser humano ter que descer ao nível da pista e depois retornar ao da calçada é o veículo que se vê obrigado a diminuir a velocidade pelo obstáculo que é colocado a sua frente.

Alguns municípios exageram e acabam elevando toda a área do cruzamento, formando quase que uma praça que veículos podem circular, como é o caso de Balneário Camboriu, fazendo com que a perca sua finalidade pois faz com que uma área muito expressiva coloque veículos e pedestres no mesmo nível, o que compromete a segurança dos pedestres. Fica aí a primeira sugestão, de limitar a largura do dispositivo, pois na minuta consta apenas a largura mínima, mas se não for estabelecida a máxima haverá prefeitos que farão a elevação em toda a via, obrigando a criar degraus nas calçadas.

Fonte: Do blog do Trânsito
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Fonte:http://blogs.diariodepernambuco.com.br/mobilidadeurbana/index.php/2011/12/faixa-elevada-para-pedestres/

REINALDO AZEVEDO E VEJA: A TORPEZA COMO POLÍTICA


11.12.2011
Do blog ESQUERDOPATA, 09.12.11
Por Márcio Sotelo Felippe






Reinaldo Azevedo postou em seu blog violento ataque à Associação Juízes para a Democracia. O motivo foi a nota em que a entidade de juízes fez críticas à conduta da reitoria da USP e das autoridades nos recentes episódios envolvendo aquela Universidade.

A nota da AJD também motivou matéria da Veja. Ilustrada com uma foto da suástica nazista. Inacreditável.

No texto de Reinaldo Azevedo há dois aspectos que merecem atenção das pessoas razoáveis e lúcidas do país.

O primeiro – que foi também o mote da Veja - é a desonesta manipulação de um conceito básico das democracias contemporâneas.

A nota da AJD diz, em certa passagem, que a lei, seja em si mesma, seja na sua aplicação, deve ser recusada se contrariar princípios constitucionais.

Acontece todos os dias nas sociedades democráticas. Nas decisões dos tribunais, juízes ou administradores públicos. Do ponto de vista dos cidadãos, relaciona-se com o conceito de desobediência civil, tal como praticado por Gandhi e Martin Luther King, filosoficamente consolidado, ainda que de escassa repercussão prática. No conflito entre uma regra positiva e a moralidade, prevalecem a moralidade e os princípios constitucionais.

Mas o colunista pinça a frase para dizer que os juízes estão atacando o Estado de Direito e a idéia de supremacia da lei. Os juízes da AJD fizeram rigorosamente o contrário. Defenderam o Estado de Direito, a ordem constitucional e a moralidade.

Isto se chama delinquência intelectual. Mostra a inacreditável má-fé e desonestidade do colunista. Podia ser burrice, mas não parece ser o caso de se atribuir burrice a Reinaldo Azevedo. É o porta-voz das trevas, simplesmente.

O segundo aspecto. Após conduzir, maliciosamente, seus leitores à conclusão de que a AJD é uma perigosa entidade subversiva que pretende destruir a democracia, nomina, um a um, os dirigentes da entidade.

Isto se chama delinquência política. Que também atende pelo nome de fascismo.

Neste momento o colunista ingressou na infame galeria em que figuram, entre outros, Joseph McCarthy e o jornalista Claudio Marques.

McCarthy, como os leitores devem lembrar, foi o senador norte-americano responsável pela “caça às bruxas” nos anos 50, que perseguiu e destruiu a vida de milhares de pessoas sob a acusação de esquerdismo, fazendo da delação instrumento de ação política.

Claudio Marques foi o jornalista que denunciou Vladimir Herzog como perigoso esquerdista infiltrado na TV Cultura. Herzog foi preso após a infame campanha movida por Cláudio Marques, e o fim do episódio todos conhecemos.

Reinaldo Azevedo vem numa escalada de violência verbal. Perdeu a noção de limites. Embriagado pelo sucesso de sua retórica ultradireitista em certo segmento social, criou um círculo vicioso em que ele e seus leitores alimentam-se reciprocamente de ódio. Sua linguagem incita o ódio dos leitores, e o ódio dos leitores o incita a tornar-se mais violento e permissivo.

Quem lê “A Chegada do III Reich”, do historiador inglês Richard Evans, identifica esse mesmo mecanismo na República de Weimar. Figuras semelhantes a Reinaldo Azevedo pululavam. O conceito clássico de fascismo é o uso da violência como instrumento politico. Nenhuma violência política se viabiliza sem uma etapa anterior anterior de ódio e violência verbal. Este o papel em que Reinaldo Azevedo e Veja se comprazem.

O fascismo não surge por geração espontânea. Germina pouco a pouco com semeadores desse tipo.

Conflitos políticos resolvem-se, em uma democracia, por procedimentos antecedidos por diálogos em que os sujeitos agem racionalmente e submetem-se a tais procedimentos independentemente de seu resultado. Quem, como a Veja ou Reinaldo Azevedo, aventura-se no caminho da infâmia e da torpeza recusa esse diálogo racional e recusa os mecanismos democráticos. Não se importa mais com a política democrática, fazendo falsas profissões de fé na democracia. Vislumbra apenas o ódio como meio de ação política. Se o ódio não for suficiente, vai recorrer a outro tipo de violência.
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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com/2011/12/torpeza-como-politica.html