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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O surgimento do Tea Party brasileiro com uma vassoura na mão, na outra uma bíblia

05.12.2011
Do blog OLHOS DO SERTÃO, 04.12.11


O texto de Marcos Coimbra - A oposição na sociedade - é bem alvissareiro sobre a militância anti lulopetismo na sociedade. 

Quando se acessa matérias na internet sobre o PT, Lula  e Dilma, os comentários dessa gente é de arrepiar (falam em matar e em exterminar o lulopetismo no Brasil). 

Na verdade o termo lulopetismo é uma criação dessa midia asquerosa que alimenta esse tipo de gente que não quer saber das conquistas que o Brasil vem ganhando no mundo nos governos Lula e Dilma. 

Eles não querem saber que o país hoje está mais soberano, mais forte para suportar as crises que vêm de fora. 

Eles não querem saber dos milhões de brasileiros que saíram da linha de pobreza. 

Eles não querem saber que o Brasil é um país mais respeitado pelo mundo. 

Por fim, eles não querem saber que o o governo do PT melhorou em muito a vida de milhões de brasileiros porque estão cegos de ódios. 

Eles desejam a morte de Lula. O importante é derrotar o PT a todo custo. 

E é por isso que em São Paulo os tucanos, a despeito a da incompetência na gestão pública, com fracassos e  corrupções vêm se perpetuando no poder. 

Tudo vale para derrotar o PT, mesmo suportando o governo demotucano incompente e corrupto. 

Eles não lutam por nada, não apresentam propostas melhores para o país. A luta deles é para derrotar o PT, a qualquer custo. 

E quem os alimenta? Os noticiários negativos e contra o PT que a mídia abastece todo o dia. Enquanto isso, em São Paulo vamos testemunhando um governo invisível, fazendo o feijão com arroz, com grandes escândalos de corrupções jogados para debaixo do tapete patrocinados por Rede Globo, Folha, Estadão e Veja. 

A oposição na sociedade
Marcos Coimbra - Marcos Coimbra
Correio Braziliense - 04/12/2011

Essa nova militância ainda não conseguiu passar pelo teste da mobilização. Permanece verbal e passiva, com baixa capacidade de se apresentar nas ruas. Os protestos anticorrupção convocados pela internet no segundo semestre, por exemplo, que pareciam significativos, terminaram sendo fracassos de público

Sociólogo e Presidente do Instituto Vox Populi

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CRISE DO CAPITALISMO: Os jovens demitidos de Wall Street

05.12.2011
Do  blog APOSENTADO INVOCADO
Por Kevin Roose, The New York Times


Eles tinham estilo, astúcia e dinheiro. Agora estão desempregados ou têm vergonha de dizer que trabalham no mercado financeiro


No começo deste semestre, Steve Ferdman celebrou à maneira de Wall Street a oferta de emprego recebida do Credit Suisse. Saboreando ostras caras e escuros drinques de rum na mesa de um chique restaurante de Manhattan na companhia dos pais, ele brindou à posição permanente conquistada depois de seis meses de trabalho como consultor, sem receber benefícios. 

Steve Ferdman foi demitido duas vezes - Ruth Fremson / NYT
Ruth Fremson / NYT
Steve Ferdman foi demitido duas vezes

Uma semana depois, Ferdman, de 28 anos, estava sozinho no mesmo restaurante, pedindo um gim tônica para lamentar a própria demissão, a segunda desde 2008. Contou ao bartender sobre sua infelicidade e a rodada seguinte foi por conta da casa.

"Fiz tudo direito. Fui ao trabalho todos os dias, fiquei lá até tarde e ainda assim levei um soco na cara", disse Ferdman. "Não vejo mais motivo para as pessoas pensarem em trabalhar numa indústria como esta."

Houve época em que ser jovem em Wall Street significava ter tudo: estilo, astúcia e dinheiro demais para gastar com sabedoria. Agora, os trabalhadores da indústria financeira que ainda não completaram 30 estão perdendo dinheiro e distinção.

Três anos depois da crise financeira ter levado as firmas de Wall Street à beira do abismo, os maiores bancos americanos veem-se novamente em uma difícil situação. Conforme caem os lucros, as demissões acabam com milhares de postos de trabalho. Os que continuam empregados observam enquanto sua compensação encolhe e o desmoralizante movimento Ocupe Wall Street transforma em vilã uma indústria antes elogiada.

Boa parte do fardo do mais recente golpe sofrido por Wall Street recaiu sobre os jovens financistas. O número de funcionários de 20 a 34 anos de idade nos bancos de investimento e firmas de corretagem caiu 25% do terceiro trimestre de 2008 para o mesmo período de 2011 - 110 mil empregos a menos em decorrência de demissões, atritos e escolhas voluntárias. Em comparação, o número geral de trabalhadores nessa indústria caiu 17% no mesmo período. 

Entre os com mais de 55 anos, a queda foi de 11%, segundo análise do New York Times a partir de dados do Bureau de Estatísticas do Trabalho de Nova York. 

Os jovens financistas já passaram por frustrações antes. Banqueiros e corretores que correram de olhos arregalados para Wall Street nos prósperos dias da década de 80 foram surpreendidos pela quebra do mercado de ações de 19 de outubro de 1987, dia conhecido como Segunda Feira Negra. Em 2000, foram atingidos pelo colapso das empresas ponto.com e, em seguida, pela recessão.

Mas, para os especialistas, os problemas de hoje vieram para ficar, diferentemente dos declínios anteriores. "Muitos dos empregos que estão sendo cortados agora não devem voltar no futuro", disse Leslie Hild, vice-presidente da firma de recrutamento Right Management. "Para os nervos de quase todo mundo, a situação é uma montanha-russa."

Universidades

Os dramas vividos na indústria também afetaram os planos de estudantes de graduação e pós-graduação das melhores universidades americanas. Na Faculdade de Administração de Harvard, onde 39% dos formandos deste ano foi para o ramo financeiro, tem havido "muito mais ansiedade" em relação à temporada de contratações do ano que vem, de acordo com o professor William A. Sahlman.

"As pessoas costumavam pensar em organizações como Morgan Stanley e Goldman Sachs como apostas para uma carreira garantida", disse o professor. "Essa empresas não vão desaparecer, mas contratarão metade do que contratavam antes."

Várias das maiores empresas não estão recrutando novos analistas para as posições iniciais de suas divisões de investimento neste semestre. Na Universidade da Pensilvânia, cuja Faculdade Wharton é aquilo que mais se assemelha a um centro de formação de jovens financistas para Wall Street, o tradicional workshop de recrutamento do Goldman Sachs foi cancelado.

O cenário é ainda mais sombrio fora do círculo das universidade de elite. Matthew Slotnick, que cursa o último ano de economia na Boston College, disse que enviou seu currículo a mais de cem contatos diferentes em Wall Street e foi convocado para várias entrevistas. Mas não recebeu nenhuma oferta de emprego. Slotnick, que sonhava em trabalhar em um banco de investimento desde que entrou na faculdade, está agora se candidatando a empregos em instituições menores, fora de Nova York. "Dizem que o ambiente de contratações está como em 2007 e 2008", disse. "Ainda não desisti, mas a situação é deprimente."

Os financistas mais velhos também enfrentam problemas. Ian C. Horowitz, 40 anos, ex-pesquisador da Rafferty Capital Markets, foi demitido em junho quando a empresa decidiu terceirizar os serviços de pesquisa. Horowitz recebe hoje US$ 400 por semana sob a forma de benefícios aos desempregados. Tem cortado grama e realizado pequenas tarefas nos arredores de sua vizinhança para sustentar a mulher e os dois filhos.

Horowitz, que passou pelo declínio de 2001, disse que os últimos cortes pareceram diferentes. "Já houve momentos em que as coisas iam mal, mas tínhamos a certeza de que o pêndulo acabaria oscilando na direção contrária", disse. "Agora é diferente. O problema é estrutural, e as regras do jogo mudaram."

Ocupe Wall Street

Graças ao movimento Ocupe Wall Street, a atmosfera social do centro financeiro de Nova York também mudou. Os jovens banqueiros de hoje não se gabam mais de seus empregos. Um funcionário do Goldman Sachs de menos de 30 anos, que falou sob condição de anonimato, disse que não conta mais que trabalha em Wall Street. Diz que é de uma consultoria.

O clima azedou tanto que até os jovens funcionários de Wall Street que ainda têm empregos prestigiados estão pensando em abandonar esse mundo de recompensas. "A atividade perdeu o brilho", disse um ex-analista do Goldman que deixou o setor financeiro este ano. 

Falando sob condição de anonimato por ter assinado um acordo de confidencialidade com a firma, ele disse que além de perderem alguns dos benefícios financeiros, seus amigos que continuaram nas finanças estavam sofrendo com a inveja dos colegas. "Os novos empregos de status não estão no Goldman Sachs, e sim no Google, na Apple e no Facebook."

Para muitos dos jovens profissionais mais talentosos que acabam em Wall Street, ser passado de mão em mão por uma indústria em turbulência pode corresponder ao primeiro fracasso real de suas vidas. "Ainda estou coçando a cabeça", disse uma ex-funcionária do Nomura, grande banco japonês, que foi demitida em 1.º de outubro. "Estudei nas faculdades certas, conheço as pessoas certas e sou boa naquilo que faço. Mas, quando surge a necessidade de cortar gastos, os gastos são cortados."

A ex-funcionária do Nomura disse ter recentemente encontrado um grupo de manifestantes do Ocupe Wall Street na parte baixa de Manhattan. "Eu e estes sujeitos estamos no mesmo barco", disse ela a respeito dos manifestantes, com os quais diz não concordar totalmente. 

"Quero apenas trabalhar.

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A oposição está pastando


05.12.2011
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 03.12.11


A oposição ainda vai pastar bastante antes de tirar casquinha da crise mundial. É o preço de certo "quanto pior, melhor". O pacote de bondades lançado pelo governo na quinta-feira para estimular o consumo mirou as donas de casa. Não foi à toa que a máquina de lavar roupa foi o item mais beneficiado pela redução de impostos. É um bem de consumo durável que beneficia diretamente as mulheres, principalmente as que trabalham.


O pacote anunciado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi concebido com a assessoria de quem entende do riscado: a empresária Luiza Helena Trajano, dona do Magazine Luiza, cotada para entrar no novo ministério a ser anunciado em janeiro pela presidente Dilma Rousseff. As principais reduções do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) são para fogões (de 4% para zero), geladeira (de 15% para 5%), máquinas de lavar (de 20% para 10%) e tanquinhos (de 10% para zero).(Coluna de Luiz Carlos Azedo)
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2011/12/oposicao-esta-pastando.html

A exuberante Chapada Diamantina, Bahia

05.12.2011
Do blog de Luis Nassif
Por Assis Ribeiro

Morro do Pai Inácio
Vista Vale do Pati
Fernanda Brianti
Gruta da Lapa Doce
Cachoeira do Buracão
Serra do Esbarrancado
Cachoeira do Palmital
Cachoeira do Capivara
Cachoeira da Fumaça
Cachoeira da Fumaça vista de cima
Rio Roncador
Cachoeira do Buracão
Ribeirão do Meio com rampa para esquibunda
Cachoeira do Sossego
Poço Encantado

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PSB reelege Eduardo Campos para a Presidência Nacional da legenda

05.12.2011
Do site do jornal CORREIO DO BRASIL, 03.12.11
Por Redação, com agências de notícias - de Recife

PSB
Eduardo Campos, reeleito presidente do PSB, é um dos principais aliados de Dilma no Nordeste
O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, foi reeleito hneste sábado presidente nacional doPSB, durante o 22º Congresso Nacional do partido, que está sendo realizado desde a véspera, em Brasília. Também foram eleitos por unanimidade o novo Diretório Nacional e os Conselhos de Ética e Fiscal.
Para a presidência de honra foi eleito Ariano Suassuna. “Sou um contador de história, e esse é um cargo político de muita honra. Nesta oportunidade, encerro a minha vida política neste cargo”, disse o escritor autor de obras como O Auto da Compadecida. Ao anunciar os novos dirigentes partidários, o vice-presidente da legenda, Roberto Amaral, declarou que Eduardo Campos é a pessoa que norteia o congresso do partido.
Campos defendeu, no congresso dos socialistas, a desoneração do preço das passagens do transporte público, como uma alternativa para solucionar o problema da mobilidade urbana nos grandes centros urbanos. “A gente vê desoneração de impostos para carro, para passagem de avião. Temos que discutir a isenção das passagens de ônibus, 50% do valor delas são de impostos”.
O governador pernambucano disse ainda que o partido está discutindo as alianças para as eleições municipais do ano que vem e que acredita que o PSB vai crescer muito. Segundo ele, é enfrentando os problemas sociais e urbanísticos das cidades que o partido vai se preparar para as próximas eleições. “É preciso reconhecer, o que o PSB sabe fazer é governar. E não vamos para as ruas disputar poucas prefeituras. Vamos disputar mais de 1.500”.
Fonte: Agência Brasil
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Fonte:http://correiodobrasil.com.br/psb-reelege-eduardo-campos-para-a-presidencia-nacional-da-legenda/337320/

MÍDIA GOLPISTA ESCONDE ESCÂNDALOS DA OPOSIÇÃO:Folha omite relações Faustino-Serra

05.12.2011
Do blog Altamiro Borges, 04.12.11
Por Altamiro Borges


A seletividade da mídia é algo impressionante. A Folha de ontem (3) publicou uma matéria sobre o indiciamento de João Faustino como integrante da quadrilha que fraudou a inspeção veicular no Rio Grande do Norte. Mas ela simplesmente omitiu que o indiciado foi subchefe da Casa Civil do ex-governador José Serra e que participou do comando da sua campanha presidencial no ano passado. 

Se os envolvidos neste “malfeito”, que desviou milhões dos cofres públicos, fossem da base aliada do governo Dilma, seria o maior escândalo – com direito a capa da Veja, manchete nos jornalões e comentários raivosos nas TVs. Só mesmo os ingênuos ainda acreditam na propalada neutralidade e imparcialidade da chamada “grande imprensa”. Abaixo, a matéria da Folha serrista:

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Promotoria denuncia diretor da Controlar

Executivo é suspeito de formação de quadrilha no Rio Grande do Norte; procurado pela Folha, não comentou o caso

34 pessoas foram denunciadas ontem, incluindo também dois ex-governadores e um suplente de senador

FÁBIO GUIBU - DE RECIFE

O Ministério Público do Rio Grande do Norte denunciou ontem 34 pessoas sob a acusação de participar de fraudes na implantação da inspeção veicular no Estado.

Entre os denunciados estão os ex-governadores do Estado Wilma de Faria e Iberê Ferreira, ambos do PSB, o suplente de senador João Faustino (PSDB) e o diretor-presidente da Controlar, consórcio responsável pela inspeção veicular em São Paulo, Harald Peter Zwetkoff.

Os ex-governadores e o suplente foram denunciados sob acusação de envolvimento em crimes de formação de quadrilha, peculato, corrupção passiva, tráfico de influência e fraude em licitação.

Zwetkoff é acusado de formação de quadrilha, peculato e fraude em licitação. Troca de e-mails obtidas com autorização judicial revelam que ele repassou ao consórcio Inspar, do RN, as bases usadas em São Paulo para a implantação da inspeção.

Segundo a Promotoria, com as informações, o grupo fraudou a licitação, que renderia até R$ 1 bilhão em 20 anos. O consórcio pretendia implantar o esquema em outros dez Estados.

Além denunciar as 34 pessoas, os promotores apresentaram à Justiça mais dez pedidos de prisão preventiva. A suposta fraude já havia levado 13 pessoas à prisão. Ontem, cinco foram soltas. Entre eles, está João Faustino.

Os acusados também foram flagrados em escutas telefônicas, supostamente negociando acordos ilegais.

As informações foram posteriormente cruzadas com dados bancários, obtidos com ordem judicial. A promotoria apura ligações entre essas negociações e doações de campanha feitas em Estados de interesse do grupo.

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Mauricio Dias: A “fortaleza tucana” na mira de Lula

05.12.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha, 0412.11
Por Mauricio Dias, em CartaCapital

A eleição municipal de 2012 tornou-se um pouco mais a preliminar da batalha eleitoral para a Presidência em 2014. Embora a escolha de prefeitos e vereadores tenha impacto reduzido na disputa presidencial, dois competidores, PT e PSDB, travam um confronto iniciado com a vitória de FHC em 1994, que completará duas décadas no fim do atual mandato de Dilma Rousseff.
Para os tucanos, na vanguarda de uma oposição debilitada eleitoralmente, o resultado da competição municipal pode ter um efeito desastroso caso o PT, ou até mesmo um aliado dos petistas, conquiste a prefeitura paulistana. Em consequência, o PSDB se enfraqueceria muito para a disputa do governo estadual e poderia, assim, perder a principal base político-eleitoral do partido, cujo poder se projeta nacionalmente. Sem ela só restará, como expressão política influente, o enclave mineiro comandado por Aécio Neves.
Lula tem trabalhado firmemente na preparação desse assalto final, em 2014, ao governo paulista. É uma “fortaleza tucana”, guarnecida por poderoso batalhão de prefeitos vitoriosos na última eleição municipal, em 2008. Dos 645 municípios paulistas, o PSDB domina mais de 31%, seguido de longe pelo DEM e pelo PMDB. E, mais distante ainda, pelo PT (tabela). Esses números ainda não refletem a revoada de tucanos para o PSD do prefeito Kassab.
Esse sólido reduto eleitoral, no entanto, possui pontos vulneráveis. O mais importante deles é o desentendimento entre o governador Geraldo Alckmin e o ex-governador José Serra. Eles têm visão diferente quanto à melhor maneira de enfrentar os petistas em 2012.
Serra tem especial preferência pelo nome de Guilherme Afif Domingos. Só que ele é vice-governador de São Paulo, foi articulador da campanha vitoriosa de Kassab à prefeitura em 2008 e, mais complicado ainda, é coautor do PSD.
Na segunda-feira 28 de novembro, Alckmin acabou com essa conversa. Reunido com os pré-candidatos tucanos à prefeitura da capital, o deputado federal Ricardo Tripoli, os secretários estaduais Andrea Matarazzo, José Anibal e Bruno Covas, ele não só reafirmou que o PSDB terá candidato próprio como marcou para março as prévias para a definição do nome.
Como Lula se prepara para as eleições municipais
de 2012 contra o PSDB fragilizado
Vereadores eleitos em 2008 por partido
Mas a disputa em São Paulo ainda tem algumas incógnitas: Serra não quer participar diretamente da eleição? Com que finalidade o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles se filiou ao PSD?
Ainda convalescendo do tratamento de quimioterapia para combater um tumor maligno na glote, o ex-presidente Lula deve estar inquieto para voltar à ativa e terminar a costura que começou.
Depois de incentivar a candidatura de Gabriel Chalita (PMDB), abrindo caminho para aliança no quase inescapável segundo turno, Lula afastou a desgastada candidatura de Marta Suplicy e, mais uma vez, “inventou” um candidato novo: Fernando Haddad.
Ao falar da eleição para a prefeitura paulistana, o ex-presidente mostrou o objetivo que tem com uma frase, quase uma palavra de ordem eleitoral: “Precisamos tirar mais musculatura deles”.
Para isso pretende botar o pé na estrada, em 2012, para reforçar algumas candidaturas estratégicas considerando fortalecer o PT e aliados e enfraquecer os adversários em algumas capitais e em várias cidades no ranking das que formam os maiores colégios eleitorais do País.
Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/mauricio-dias-a-fortaleza-tucana-na-mira-de-lula.html