Pesquisar este blog

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Leitura obrigatória para Miriam Leitão e toda a gangue corrupta da imprensinha brasileira. Tá dando uma pena danada!

18.11.2011
Do BLOG DO SARAIVA, 17.11.11

Em meio à crise mundial, agência S&P eleva nota de crédito do Brasil

Em meio à crise econômica mundial, agência de classificação Standard & Poor's informou nesta quinta-feira (17) que elevou o risco soberano de longo prazo do Brasil de BBB- para BBB, e o risco de longo prazo da moeda de BBB+ para A. Ao mesmo tempo, reafirmou os "ratings" (notas) de curto prazo para país de A-3 para moeda estrangeira e A-2 para a moeda local. A perspectiva do país é estável. 






A nota de classificação de risco de uma empresa ou país, o "rating", é uma opinião sobre a capacidade desses agentes saldarem seus compromissos financeiros. 



Segundo divulgou em nota a Standard & Poor's, a administração de Dilma Rousseff demonstrou seu compromisso com metas fiscais, alargando o escopo para usar os instrumentos de política monetária para influenciar a economia doméstica. "Esperamos que o governo busque políticas monetária e fiscal cautelosas, combinadas com o resiliente crescimento econômico do país, possa moderar o impacto de choques externos potenciais e sustentar boas perspectivas para o crescimento de longo prazo", diz o comunicado. 



No mês passado, outra agência de classificação de risco, a Fitch, confirmou a nota de risco BBB do Brasil, com perspectiva estável. O rating BBB do Brasil foi obtido em abril, quando a Fitch elevou a nota soberana de crédito do país, que era BBB-. 



No dia 11 de agosto, a agência japonesa R&I Japan também elevou a nota do Brasil. A japonesa não é tida como uma das principais classificadoras de risco, mas a mudança representou o primeiro sinal de que outras agências também poderiam elevar suas notas depois de o país atingir grau de investimento, em 2008. 



ENTENDA 



Para publicar uma nota de risco de crédito, os especialistas dessas agências avaliam além da situação financeira de um país, as condições do mercado mundial e a opinião de especialistas da iniciativa privada, fontes oficiais e acadêmicas. 



O "rating" é sempre aplicado a títulos de dívida de algum emissor. Se uma empresa quer captar recursos no mercado e oferece papéis que rendem juros a investidores, a agência prepara o "rating" desses títulos para que os potenciais compradores avaliem os riscos. 



As agências, portanto, classificam debêntures, "medium-term notes", títulos de dívida conversível, mas não ações. 



As três agências de classificação de risco de maior visibilidade são a Standard & Poor's, a Moody's e a Fitch Ratings. 



Editoria de Arte/Folhapress
GRAU DE INVESTIMENTO 



A nota de países é preparada a partir da iniciativa do emissor ou da empresa de "rating". As empresas de classificação de risco alegam que, mesmo sob encomenda, o "rating" é uma avaliação independente, porque também há preocupação com a credibilidade da própria agência. 



O chamado "rating" global de um país, por exemplo, é sempre a avaliação que uma determinada agência tem sobre o risco dessa nação não pagar os títulos, de longo prazo, que lançou no mercado internacional. 



Esses países também são encaixados em categorias. Se a agência considera um país como "bom pagador", ele é classificado na categoria "grau de investimento". Se é visto apenas como um pagador de risco razoável, fica na categoria "grau especulativo", que também inclui nações que declararam moratória de suas dívidas. 



As agências monitoram constantemente os países ou empresas. Dessa forma, quando lançam um "rating", também avisam quais as chances dessa nota ser revisada no curto prazo. 



Se o panorama é positivo significa que a nota tem maiores chances de ser melhorada. Se é negativo, as maiores chances são de que haja um "downgrade" (seja revisada para baixo, uma nota pior). Se é estável, há poucas chances de que seja mudada nos dois anos seguintes.



Com Valor

****
Fonte:http://saraiva13.blogspot.com/2011/11/leitura-obrigatoria-para-miriam-leitao_17.html?spref=tw

Vai adquirir um imóvel usado? Confira os cuidados a tomar antes da compra

18.11.2011
Do portal UOL NOTÍCIAS, 17.11.11

  • Mulher segura chaves de imóvel. Para pegar as suas, veja dicas de como fechar o negócio
    Mulher segura chaves de imóvel. Para pegar as suas, veja dicas de como fechar o negócio
São Paulo - Com o intuito de fugir dos metros quadrados reduzidos e localizados em áreas mais distantes, características marcantes dos novos imóveis, muitos consumidores são atraídos pelos apartamentos e casas usados. Afinal, geralmente eles são mais amplos e ficam em bairros com melhor infraestrutura.
Porém, quem deseja esse tipo de bem precisa ter a atenção redobrada. "Se o proprietário possui dívidas, por exemplo, isso pode inviabilizar o negócio ou, na pior das hipóteses, levar à anulação da venda posteriormente", alerta o sócio do escritório Sant'Anna & Cedeño Advogados, José Fernando Cedeño de Barros.
Documentos
Para ajuda a evitar dores de cabeça, o especialista listou os documentos que o consumidor deve exigir do vendedor antes de comprar um imóvel usado.
"São documentos públicos, que estão disponíveis a qualquer pessoa que os solicite nos órgãos competentes. O próprio comprador, se tiver tempo e quiser arcar com os custos, pode solicitá-los diretamente ou contratar uma empresa que preste esse serviço", orienta o advogado. "A melhor solução é mesmo exigi-los do vendedor. E se ele se recusar a apresentá-los, já é um mau sinal". Confira!
1 Certidão Negativa de IPTU e taxas
Saiba que as dívidas referentes a tributos imobiliários e taxas passam a ser responsabilidade do novo proprietário, que pode até ter seus bens confiscados para o pagamento. "É possível entrar na Justiça para exigir que o antigo dono pague, mas será uma discussão onerosa e longa", ensina Barros. Por isso, o ideal é verificar antes se há débitos. "Se for o caso, entre em acordo com o proprietário para pagar a dívida e descontar do valor de compra do imóvel. E, claro, tudo o que for decidido precisa ser registrado na escritura de compra e venda".
2 Certidões de quitação de serviços essenciais
Por mais que estejam no nome do antigo proprietário, as contas atrasadas de água, luz e telefone podem levar as concessionárias a interromper o serviços até a quitação do débito. "Como será pouco provável que o antigo dono queira pagar essas contas depois que vendeu a propriedade, é melhor chegar a um acordo antes da compra", orienta o advogado.
3 Certidão Negativa no INSS, nas justiças Federal, Cível e Criminal, e nos Cartórios de Protestos da cidade
Os problemas do antigo proprietário - como títulos protestados, dívidas trabalhistas e pagamento de indenização - podem anular a venda do imóvel. Isso porque, conforme explica Barros, "a Justiça pode pedir a penhora dos bens alegando que o antigo dono se desfez de má-fé, para não pagar o que deve". Se isso ocorrer, o consumidor perde o imóvel, o valor investido e, ainda, terá que processar o vendedor para reaver o dinheiro.
4 Matrícula do imóvel no Cartório de Registros da região
O documento vale por 30 dias e nele estão registrados todos os dados do apartamento ou casa, como: metragem, descrição dos vizinhos e nome do último proprietário. "É uma certidão de nascimento da propriedade. Somente na Matrícula o comprador pode verificar quem é o verdadeiro dono do imóvel e quem está em condições de transferi-la", explica Barros. Ela não deve ser confundida com a escritura de compra e venda, que é o documento que regula a negociação entre o vendedor e o comprador, com o preço, forma de pagamento etc.
5 Convenção de condomínio
Esse documento é o que rege toda a relação dos condôminos entre si e com o espaço comum e o privado, e é válido para apartamentos ou lotes que ficam em condomínios. "Para ter uma boa convivência, é importante analisar essas regras antes de adquirir o bem", explica. "Se você não se enquadra nelas, talvez seja mais fácil encontrar outro imóvel do que convencer os vizinhos a mudar alguns itens da Convenção".
O que observar além da documentação...
O advogado ainda orienta que há outros pontos importantes a serem observados além da documentação. A vizinhança, por exemplo, deve ser avaliada. "Geralmente, imóveis usados ficam em áreas bem estabelecidas, com moradores que estão no local há anos", diz. Por isso, ele sugere pedir ao corretor que facilite uma aproximação, para ver se há possibilidade de uma boa convivência. "Os vizinhos são parte integrante do imóvel", destaca.
Outro mecanismo de averiguação é passar pelos quarteirões adjacentes em diferentes horários. Segundo o advogado, dessa forma, "você percebe se existe muito barulho, se há sujeira nas ruas e, até, se há vagas para estacionar nas proximidades, o que é útil quando se recebe visitas".
Ele ainda salienta que são, de fato, muitos pontos para levar em conta. Mas "é importante dar atenção a eles e evitar problemas futuros".

*****
Fonte:http://casaeimoveis.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/11/17/vai-adquirir-um-imovel-usado-confira-os-cuidados-a-tomar-antes-da-compra.jhtm

Luisa Paiva e Lira Alli: A fascistização oculta da sociedade

18.11.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha
Por Luisa Paiva e Lira Alli, em Brasil de Fato, sugestão de Ricardo Musse

A Universidade de São Paulo é conhecida internacionalmente pela excelência acadêmica. Todos os anos, rankings internacionais situam a USP na lista das melhores do mundo. Se houvesse, no entanto, um ranking que apontasse o caráter antirepublicano e antidemocrático das universidades brasileiras, a USP certamente ficaria em primeiro lugar.
A USP é a universidade mais antidemocrática do Brasil. Antidemocrática porque é dirigida por um pequeno círculo de poder, que se perpetua nas instâncias de decisão na base da troca de favores.
Antidemocrática porque restringe o acesso a milhares de jovens que vêm da escola pública, aptos a estudar na USP tanto quanto os jovens de classe média que nela estudam. Antidemocrática porque, salvo exceções, a pesquisa atende demandas privadas, alheias às reais necessidades da população. Antidemocrática porque nela o ensino é alienante e despolitizador.
Há quem argumente que uma universidade não pode ser democrática por causa do mérito acadêmico. No entanto, na USP, a eleição para Reitor não tem nada a ver com mérito acadêmico, mas sim com interesses pessoais de poder e prestígio. A eleição ocorre num colegiado onde têm direito a voto menos de 1% da comunidade universitária. O atual Reitor, João Grandino Rodas, sequer foi eleito nesse colegiado. Em 2009, ele ficou em segundo lugar. Tornou-se Reitor porque o então Governador José Serra o nomeou. Rodas é um interventor, representante de um partido político na Reitoria da USP.
Na condição de Reitor, Rodas teve a proeza de superar o autoritarismo de seus antecessores. Vale lembrar que Gama e Silva, Ministro da Justiça na ditadura e autor do AI-5, também havia sido Reitor da USP. Assim como Gama e Silva, Rodas foi diretor da Faculdade de Direito, cuja Congregação esse ano o agraciou com o título inédito de persona non grata, por todo o desserviço prestado e pelos atos arbitrários, tanto na diretoria da Faculdade como na Reitoria. Nem Gama e Silva recebeu tal título.
A lembrança de Gama e Silva é oportuna neste momento, na abordagem dos acontecimentos recentes. Ao contrário do que os grandes veículos de imprensa têm maliciosamente noticiado, a causa do protesto estudantil não é pelo direito de fumar maconha. Estigmatizar o movimento dessa maneira é mais do que antiético; é ridículo. A revolta surgiu de um sentimento de indignação contra os abusos e as arbitrariedades de uma estrutura de poder antidemocrática e antirepublicana, e que nas últimas semanas materializou-se para os estudantes, docentes e trabalhadores na prática dos “enquadros” policiais.
Como comprova a pesquisa de Denise Carvalho dos Santos Rodrigues, feita no âmbito do Núcleo de Estudos da Violência da USP, a abordagem policial “reproduz um padrão arcaico e discriminatório de classificação dos indivíduos”. Além de arbitrária, a abordagem policial é uma forma de tortura psicológica e é também a ante-sala da corrupção policial.
Embora a imprensa insista em apresentar dados manipulados, o fato é que, desde que a PM passou a fazer rondas ostensivas no campus Butantã, a única coisa que mudou é que os “enquadros”, sempre truculentos e arbitrários, tornaram-se recorrentes. Enquanto isso, a insegurança persiste no campus, porque as reais causas de insegurança não foram resolvidas: o campus permanece fechado à comunidade, com áreas desertas e mal iluminadas; a Guarda Universitária e a guarda terceirizada sucateadas e desarticuladas.
A greve estudantil tem demandas e reivindicações concretas. Mas, se olharmos bem, veremos que existe algo na revolta dos estudantes que vai além das reivindicações. No fundo, o foco do protesto estudantil é o caráter inconcluso da transição democrática no Brasil. São as estruturas mesmas da sociedade que estão sendo questionadas.
Saímos da ditadura, mas as relações e as estruturas da ditadura não saíram da universidade, da sociedade e das consciências. Esse é o ponto. Afinal, se estamos num regime democrático, por que a estrutura de poder da universidade concentra as decisões nas mãos de um pequeno círculo de poder?
Por que não há participação nas decisões? Por que o Reitor da USP é imposto por um partido político? Por que os conflitos são encarados como caso de polícia? Por que ainda existe a prática da abordagem policial? Por que a polícia é militar?
Essas questões apontam para o que Florestan Fernandes chamou em fins da década de 80 de “fascistização sem fascismo” da sociedade brasileira. Os estudantes tomaram consciência disso. Foram empurrados a questionar as estruturas arcaicas da sociedade e do Estado, da qual as maiores vítimas são os jovens pobres e negros que vivem nas periferias urbanas. Cabe agora ao movimento estudantil manter viva e levar adiante essa luta, em aliança com os movimentos sociais.
Luisa Paiva é estudante de Direito da USP e Lira Alli,  de Artes Cênicas.
Leia também:

*****
Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/luisa-paiva-e-lira-alli-a-fascistizacao-oculta-da-sociedade.html

MANIPULAÇÃO DA MÍDIA: Datafolha sobre o apoio à PM na USP é uma aberração estatística

18.11.2011
Do BLOG DA CIDADANIA, 16.11.11
Por Eduardo Guimarães
No último domingo, o jornal Folha de São Paulo publicou matéria que, além de mau jornalismo, pode ser considerada uma farsa revoltante e uma legítima aberração científico-estatística. Pesquisa do instituto Datafolha, que pertence ao grupo que controla o jornal, foi estampada em sua primeira página sob um título que distorce os fatos e que se baseou em uma grosseira manipulação da base de dados da pesquisa.
Dizem que a melhor forma de esconder alguma coisa é fazê-lo à vista de todos, sobretudo em países em que a opinião pública majoritária, a de classe média – que é a parcela da sociedade que lê jornais – é tão pouco atenta, de cultura geral tão baixa e tão facilmente manipulável como ocorre no Brasil. Foi assim que a Folha deixou ver no próprio título de sua matéria a distorção mal-intencionada e estarrecedora que cometeu.
Vejamos a principal manchete de primeira página que estampou a edição da Folha de São Paulo de 13 de novembro de 2011:
58% dos alunos da USP apoiam a PM no campus”.
A grande má fé nessa matéria, nessa manchete e na própria pesquisa que apurou esse dado saltam aos olhos por várias razões, todas incontestáveis. E o que preocupa não é apenas a ousadia dos autores dessa farsa, mas confiança deles na incapacidade da opinião pública de pensar por si mesma e de enxergar o óbvio, uma confiança que se vê justificada ao se analisar manifestações dessa “opinião pública” que a imprensa expõe em colunas de leitores em jornais e revistas ou em comentários de internautas em sites ou blogs corporativos da grande mídia.
A primeira razão é a que deveria saltar mais aos olhos, mas que quase passa batida. A presença da polícia na USP é uma questão de Segurança Pública e que, portanto, de forma alguma afeta só os alunos da USP, mas a todos aqueles que trabalham na Cidade Universitária, como professores e outros funcionários da instituição, sem falar em quem não trabalha ou estuda por lá, mas que tem que ir ao local pelas mais variadas razões.
A segunda razão é a de que a pesquisa não ouviu só os estudantes que freqüentam a Cidade Universitária, na Zona Oeste da capital paulista, mas outras unidades da Universidade de São Paulo até em outras cidades do Estado, pessoas cujas opiniões sobre o que acontece no campus paulistano têm a mesma validade que as de quaisquer outros cidadãos de qualquer outra parte do país porque essas pessoas não estão expostas ao que se passa por lá.
A terceira razão é a minimização escandalosa da contradição que a pesquisa também revelou à vista de todos e que, aí sim, deveria ter sido a manchete principal de primeira página da Folha de domingo passado se o jornal não tivesse tentado manipular a informação distorcida que seu instituto de pesquisa apurou: apesar de a maioria (58%) do universo pesquisado apoiar a PM na Cidade Universitária, maioria similar (57%) acha que a presença da polícia por lá não adianta nada, sendo que apenas 27% dos pesquisados acha que adianta.
A matéria da Folha e a própria pesquisa Datafolha em tela, além da farsa, também encerram valiosas informações sobre a mentalidade elitista e excludente não só da própria USP, mas da grande imprensa.
Antes de prosseguir, leitor, analise, na foto logo abaixo deste parágrafo, a contraposição das imagens de manifestações dos estudantes que apoiam a PM na USP e dos que são contra.
Certamente o leitor já intuiu o que vem a seguir.
Somem-se as imagens a outros fatos: a matéria da Folha revela que o apoio à PM detectado pelo Datafolha é majoritário entre os alunos de Exatas (77%) e Biológicas (76%), mas é amplamente minoritário entre os alunos de Humanas (54% contra e apenas 40% a favor).
Somemos, finalmente, esse dado sobre as áreas que apóiam ou não a PM à informação que a ombudsman da Folha, Suzana Singer, ofereceu no último domingo, de que “Os alunos de maior poder aquisitivo estão, em geral, nos cursos de engenharia, economia e medicina [exatas e biológicas], não em filosofia, ciências sociais, história e letras [Humanas]”.
Fica perfeitamente claro, portanto, como é ridículo dizerem “filhinhos de papai” os estudantes da USP contrários à PM no campus. Eles pertencem, como se vê, àquela minoria do corpo discente da universidade composta por jovens que muitas vezes são pobres e chegaram com esforço hercúleo à universidade gratuita apesar da falta de condições financeiras, como mostram a pesquisa, os fatos e as fotos.
Este post chega ao fim deixando o leitor com uma reflexão: alguém acredita seriamente que os estudantes que apóiam a PM na USP fumam menos maconha do que aqueles que são contra?

****
Fonte:http://www.blogcidadania.com.br/2011/11/datafolha-sobre-o-apoio-a-pm-na-usp-e-uma-aberracao-estatistica/

MOBILIDADE/TRÂNSITO: 18 meses para o trânsito mudar

18.11.2011
Do jornal FOLHA DE PERNAMBUCO



Os corredores viários Norte-Sul e o Leste-Oeste parecem que, enfim, vão sair do papel. Ontem foram assinadas as ordens de serviço para a construção das duas obras que prometem melhorar a mobilidade urbana na Região metropolitana do Recife (RMR). Com essa iniciativa vão ser beneficiadas cerca de 335 mil pessoas por dia, todas usuárias do sistema de transporte público de passageiros. Os projetos estão orçados em quase R$ 300 milhões e devem ficar prontos em 18 meses. Com a conclusão dos serviços, além da diminuição dos congestionamentos, estima-se que os passageiros conseguirão poupar tempo, já que completarão seus percursos mais rapidamente.

De acordo com o secretário das Cidades, Danilo Cabral, a assinatura das ordens de serviço fecha um ciclo do Programa Estadual de Mobilidade (Promob), que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa do Mundo de 2014. Além dos corredores, fazem parte desse projeto o acesso à Cidade da Copa e a construção do Terminal Integrado (TI) Cosme e Damião, na divisa entre Recife e São Lourenço da Mata, que receberam a autorização para serem feitas, respectivamente, em 1º e 21 de outubro deste ano. “Estamos dando a solução para os problemas na velocidade que a população merece”, disse Cabral.

O corredor Leste-Oeste, que vai da praça do Derby até o TI de Camaragibe, terá as obras iniciadas no próximo dia 17 de dezembro, com a requalificação da avenida Caxangá, na altura do Caxangá Golf Club. Nesse percurso de quase 13 quilômetros serão investidos R$ 145 milhões. Além das 22 estações, que serão os novos pontos de embarque e desembarque de passageiros, serão feitos na via elevados e até um túnel, na praça João Alfredo, ao lado do Museu da Abolição. Essas intervenções têm como objetivo garantir a fluidez do trânsito, já que naquela área, com a conclusão do serviço, devem circular diariamente 155 mil usuários do transporte público.

Já o corredor Norte-Sul, que irá passar pelos municípios de Igarassu, Abreu e Lima, Paulista, Olinda e Recife, deve começar a ser feito na primeira semana de janeiro de 2012 e custará R$ 151 milhões. Essa via terá início no Terminal Integrado de Igarassu e seguirá até a Estação Central do Metrô, no Recife, passando pela PE-15, pelo Complexo de Salgadinho, em Olinda, e avenida Cruz Cabugá. Por esse trecho, que terá 33 quilômetros e contará com 33 estações de passageiros, devem circular mais de 180 mil pessoas.

Para Eduardo Campos, a construção dos corredores vai contribuir com a qualidade de vida dos pernambucanos. “Estamos qualificando o transporte público. O fato de conseguirmos reduzir em 30 minutos a permanência de uma pessoa dentro de um ônibus no trecho Leste-Oeste, por exemplo, significa que o trabalhador terá economizado um dia de seu tempo ao final do mês. Isso melhora seu bem-estar. Por trás da Copa de 2014, existe a intenção de melhorar a vida dos cidadãos”, explicou o governador.

*****
Fonte:http://www.folhape.com.br/index.php/edicao-de-hoje/677765-18-meses-para-o-transito-mudar

ELITE COLONIZADA E ENTREGUISTA;Com o slogan “yes, we care”, massa cheirosa escolherá candidato no clube da elite paulistana

18.11.2011
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 17.11.11

A massa cheirosa do PSDB está sendo convocada a comparecer no Clube Espéria, (clube frequentado pela  elite paulista.),para o debate entre seus quatro pré-candidatos à prefeito de São Paulo:Os secretários Andrea Matarazzo (Cultura), Bruno Covas (Meio Ambiente) e José Aníbal (Energia), além do deputado Ricardo Trípoli. FHC já escolheu o slogan da campanha;"yes, we care", imaginando assim aproximar-se do povo.Sentiram o padrão da massa cheirosa?
*****
Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2011/11/com-o-slogan-yes-we-care-massa-cheirosa.html

Governo assina ordem de serviço para implantação dos corredores Norte-Sul e Leste-Oeste

18.11.2011
Do BLOG DA FOLHA, 16.11.11
Postado por José Accioly


Assista ao projeto elaborado pelo Urbana-PE para o corredor Norte-Sul


 
O governador Eduardo Campos assina nesta quinta-feira (17), às 11h, no Palácio do Campo das Princesas, as Ordens de Serviço para a construção dos Corredores exclusivos de ônibus dos eixos Norte-Sul e Leste-Oeste. As vias serão operadas com veículos do modelo TRO (Transporte Rápido por Ônibus) ligando as áreas norte ao sul da cidade e ainda a região leste ao oeste da Região Metropolitana do Recife.


As obras fazem parte do conjunto de intervenções do Programa Estadual de Mobilidade – PROMOB, que vai mudar a realidade do transporte público da RMR até a Copa do Mundo de 2014. Serão investidos R$ 151 milhões na construção do Corredor Norte-Sul  e R$ 145 milhões no Corredor Leste-Oeste.


Leste-Oeste


Será responsável pelo transporte dos passageiros que vai da Praça do Derby até o Terminal Integrado de Camaragibe, atravessando a Avenida Caxangá, onde as paradas serão substituídas por estações. Com 12,5 km de extensão, o corredor passará por 22 estações e atenderá aos Terminais Integrados da Terceira Perimetral, que será construído no cruzamento da Avenida Caxangá com a General San Martin; de Camaragibe; e da Quarta Perimetral, na BR-101.


Também serão construídos três elevados: um próximo ao Bompreço, da Benfica; outro na Terceira Perimetral, próximo ao Hospital Getúlio Vargas; e mais um no Engenho do Meio. Na Praça João Alfredo, ao lado do Museu da Abolição, na Segunda Perimetral, vai ser construído um túnel e um viaduto será erguido próximo à UPA da Caxangá.


Norte-Sul


O corredor Norte-Sul passa pelos municípios de Igarassu, Abreu e Lima, Paulista, Olinda e Recife. Terá início no Terminal Integrado de Igarassu e segue até a Estação Central do Metrô, no centro do Recife, passando pela PE-15, pelo Complexo de Salgadinho e pela Avenida Cruz Cabugá. O percurso de 33,2 km vai ter 33 estações interligadas a quatro terminais também integrados: Igarassu, Abreu e Lima, Pelópidas Silveira e PE-15. Além disso, um viaduto e um elevado serão construídos nos Bultrins.  Outro elevado será erguido em Ouro Preto. A obra do Norte- Sul será concluída em 18 meses
****
Fonte:http://www.blogdafolha.com.br/index.php/materias/26991-governo-assina-ordem-de-servico-para-implantacao-dos-corredores-norte-sul-e-leste-oeste

SABOTAGEM DA MÍDIA: Belo monte de inúteis

18.11.2011
Do BLOG DA CIDADANIA, 17.11.11
Por Eduardo Guimarães

A contragosto – porque o assunto é chato e inútil – e a pedido de um amigo virtual assisti a uma peça publicitária que circula na internet. No vídeo, um bando de playboys e socialites militontos –  autoproclamados “artistas”, mas que não passam de arroz-de-festa – destilam baboseiras sobre a futura usina hidrelétrica de Belo Monte.
Por falta do que fazer, abraçaram causa pseudo “ecológica” e doaram um tiquinho do tempo que passam torrando dinheiro em shoppings para gravar um vídeo em que o bando de branquinhos, loirinhos de classe média alta se atira à defesa de “índios” em uma peça que, se tirarem som e legendas, facilmente pensarão que foi produzida na Noruega.
Gente que provavelmente, em boa parte, nunca viu um índio de perto defendendo “índios”. Gente que só conhece por fotos a região da futura usina dando ao governo a receita “brilhante” de que, em vez de construir hidrelétricas, aumente o parque energético do país com energia “eólica” ou “solar”. Um país que tem, “apenas”, 8.514.876 km²…
O bando de “atores” e “atrizes” da Globo, porém, não teve nenhum surto de consciência social. Está apenas “trabalhando”, porque a mesma grande mídia golpista, racista e de ultradireita que vive tentando inventar um “apagão” como o que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deixou acontecer, é contra Belo Monte.
O vídeo é uma empulhação do começo ao fim porque deixa a sensação de que a usina hidrelétrica destruirá uma região que deve ser preservada, sim, mas que tem que dar ao país ao menos essa tão necessária fração das riquezas naturais que encerra. Fizeram o mesmo com as obras no Rio São Francisco, pois são obras que colocarão o Brasil no século XXI.
Apesar de Lula ter investido pesadamente em geração de energia elétrica de forma a reverter o desastre energético que herdou de FHC, este país está no limite de sua capacidade de geração de energia. Em uma década, se tanto, sem uma matriz energética ampliada este país para. Não haverá energia eólica, solar ou nuclear que baste, sem novas hidrelétricas.
Onde vamos construí-las? Na Barra da Tijuca ou nos Jardins, onde habitam as socialites e playboys da tal peça publicitária que me consumiu preciosos minutos da vida mortal?
Com a pujança econômica que este país vem exibindo em um mundo embasbacado com ela por estar atravessando a pior crise econômica desde o início do século passado, não construir hidrelétricas capazes de sustentar esse crescimento, sobretudo em um país tão carente de redução da pobreza, seria um crime de lesa-pátria igual ao que cometeu FHC.
Que fique claro: para um país deste tamanho, energia hidrelétrica é a única alternativa de curto prazo, sendo as energias nuclear, eólica ou solar um legítimo delírio, porque jamais haveria como suprir dessa forma uma demanda energética que cresce em escala geométrica e que deve crescer ainda mais rapidamente nos próximos anos.
Não precisam acreditar em mim. Busquem informação com qualquer especialista e perguntem se há como suprir com energia nuclear, vento ou luz do sol a demanda descomunal por energia que tem hoje o país. É uma farsa, pois, acenarem com moinhos de vento ou com caríssimos painéis solares equipando casas, fábricas, comércio, hospitais etc.
O que revolta mesmo, porém, é usarem “os índios”. Será que um país deste tamanho não tem condições de oferecer outro local para as populações daquela região? Claro que se fosse verdadeira essa empulhação dos empregados da Globo de que o governo pretende jogar “os índios” no meio da rua, eu estaria entre os primeiros a cobrar consciência social. Mas é mentira.
Toda essa farsa se explica porque, ao lado do fracasso da Copa de 2014 ou de uma recessão causada pela crise internacional, um “apagão” energético neste governo, de preferência igual ou pior do que o produzido pela inépcia de FHC, está entre os objetos de desejo dessa direita insana que tenta recuperar o poder ao custo da literal sabotagem do país.
Se alguém quiser perder algum tempo de sua vida, eis, abaixo, essa peça patética que me fizeram assistir. Mas não deixe de ler, também, Belo Monte e o pensamento binário

*****
Fonte:http://www.blogcidadania.com.br/2011/11/belo-monte-de-inuteis/