segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Não, FHC, we don't falamos english e nem temos money, OK?

14.11.2011
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 11.11.11

Onde é que Fernando Henrique estava com a cabeça quando sugeriu um slogan em inglês para o PSDB?

Dizem que havia um mendigo que ficava na avenida Atlântica, no Rio, em frente ao Copacabana Palace. Ele costumava abordar os turistas estrangeiros com a seguinte frase: “Laikar, nós laika. Mas money, que é good, nós num have”. Era o mais próximo que ele conseguia chegar da língua inglesa, para tentar explicar aos turistas que gostava de dinheiro, mas não tinha.

É bem provável que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso risse da história. Mas, talvez,ele não se compadecesse dela. A história revela alguns traços da personalidade brasileira. 

Vale ler também:

A primeira, essa imensa admiração tupiniquim que, nós brasileiros, demonstramos por qualquer brilhareco estrangeiro, especialmente norte-americano. A segunda, óbvia: nossa língua nativa é o português. E, num país com baixíssimo nível educacional, não se pode esperar que as pessoas comuns dominem uma língua estrangeira. Com o mendigo da história, Fernando Henrique partilha a primeira característica: também parece se deslumbrar por qualquer brilhareco estrangeiro. Sobre a segunda, ele faz como boa parte da nossa elite: vale-se do seu conhecimento da língua estrangeira para tripudiar de quem não conhece.

Neste nosso Brasil que se esforça para manter o mito da democracia racial, o que não faltam são apartheids. E o apartheid cultural é um deles. E uma das formas pelo qual ele se manifesta é a demonstração arrogante de alguns que fazem questão de mostrar que sabem falar inglês, ou outra língua estrangeira, para os que não sabem. Para entender a humilhação, peça a um motorista de táxi que ele mostre como anotou um pedido de corrida para o Business Towers ou para o Corporate Center, ou qualquer outro desses prédios com nome em inglês que se espalham pelas cidades.

Daí que parece inacreditável que, na discussão que o PSDB fez esta semana no Rio de Janeiro para traçar novas estratégias, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tenha sugerido que o partido adotasse para o seu futuro um slogan em inglês. Na discussão, FHC propôs a adoção do slogan “Yes, we care” (“Sim, nós cuidamos”), uma adaptação da palavra de ordem adotada por Barack Obama na sua campanha nos Estados Unidos, “Yes, we can” (“Sim, nós podemos”).

A intenção de Fernando Henrique era criar uma marca para demonstrar que o PSDB, ao contrário do que costuma dizer o PT, tem preocupações sociais. Daí, o “Yes, we care”. Daquela pesquisa que foi feita por Antônio Lavareda, um dos diagnósticos obtidos foi a constatação de que as pessoas, de fato, não enxergam nos tucanos ações relacionadas com a área social. Nem no governo Fernando Henrique. E uma das conclusões tiradas foi que isso seria, em parte, consequência da estratégia usada por Geraldo Alckmin e José Serra de esconder FHC nas suas campanhas à Presidência. Então, era preciso criar uma tática que reforçasse que coisas como o Bolsa-Escola foram adotadas no governo Fernando Henrique. Que o PSDB, na sua passagem pelo Executivo, “cuidava” ou se “preocupava”, outra possível tradução para “care”.

Agora, dizer que se preocupa com as pessoas mais pobres numa língua que as pessoas mais pobres não dominam? Onde é que Fernando Henrique Cardoso estava com a cabeça? Se o PSDB precisa, pelo diagnóstico feito, fugir da pecha de ser um partido elitista, como é que ele vai conseguir isso a partir de uma frase numa língua que não é a nativa do brasileiro e que só a elite domina? Se a crítica é que o PSDB só fala para os engravatados da Avenida Paulista, na sua primeira opção de estratégia, ele continuará falando somente para os engravatados da Avenida Paulista. E esses já não precisam ser convencidos: eles já preferem votar no PSDB, que há tempos reelegem em São Paulo.

Leia mais:

Porque aqueles para os quais o slogan sugerido por Fernando Henrique deveria atingir, diante dele, vão continuar falando como o mendigo de Copacabana: “Olha, mister FHC, laikar nós laika, mas num have”.

Graças à vida, a Deus e à USP!

14.11.2011
Do blog BRASIL247,10.11.11
Por Everaldo Gonçalves

SERIA MAIS FÁCIL, SE EXISTISSE, ENTRAR UM ATEU NO REINO DO CÉU DO QUE UM SICOFANTA, QUE CENSURA O BLOG DA VEJA. VEJA AQUI NO JORNAL “BRASIL 247” QUEM É ESSE REI DA CENSURA DA PRÓPRIA MÍDIA



Prezado Reinaldo Azevedo, você chamou-nos para briga, mas em seu blog não abriga a nossa crítica crítica da sua crítica. Por isso, caso não poste esse texto no blog da Veja utilizaremos o espaço democrático público. Começaremos uma rodada e veremos até onde o crente ex-comuna aguenta. 
O autor de “bípede apenado”, por você citado, era sábio e foi quem deu todo o suporte ao seu idealismo construído por dois Santos os quais, com a escolástica, geraram a ideologia cristã. É um mestre de fôlego diferente do Rei da Vela, papa defunto, pois quando ele falava, todos se calavam. Porém, há perolas do pensamento do estagirita que envergonham, certamente, os carolas cristãos do velho e do novo mundo, qual o trânsfuga do materialismo. Diz ser um iniciado em filosofia, pertenceu ao marxismo (ou materialismo dialético) tornou-se grande líder da esquerda festiva da Libelu, conforme propala com certo orgulho. Nada mais que um exército de 600 combatentes, que nunca pegaram no batente nem levaram muita cana, uma facção da “Quarta Internacional”, composta de meninos ricos, de orientação trotskista, com uma mistura da Rosa. Cedo abandonou a luta, mudando de banda, como se tivesse sido um espião ou vira-casaca, senão um cachorro. Agora você está perdido no campus sem cachorro. Que vergonha usar sua pena de bípede sem pena, para falar mal da USP, mas nos dá pena! No final vai levar uma e o justo apelido. Um pau-mandado ou bate-pau da extrema direita. Filosofia de homem é coisa de gente que usa calça comprida, quando meninos ainda usavam as curtas.
O valente Reinaldo Azevedo desafiou toda a USP nos chamando para a briga. Que nada, não precisa de tanto! Basta um simples geólogo com os pés na terra, de bem com a vida, que sabe fazer seu jogo. De bom humor, vou bater no papudo com carinho. Não leve a mal, nada é pessoal. O importante é discutir ideias que, por força de consequência, idealista não as tem, uma vez que o domínio da mente vem de fora para dentro da cachola. Vai ver que, por isso, mente. Dono de si, com texto demente, contamina, via o éter, muita gente. Mas não espero ganhar o jogo por WO. Vamos terçar armas no melhor estilo da academia, não no de lutas marciais, mas no de classe, inclusive as das salas de aula da USP, com classe.
Um jogo duro, mas limpo. Sem agressão pessoal, como você, infelizmente, tem feito no seu blog. Quem bate esquece, meu caro Reinaldo, digo como se fosse seu amigo e irmão mais velho, no entanto quem apanha lembra-se da surra para o resto da vida. Guarde bem a lição. Um bom combate, cada qual sem título de doutor e na sua linguagem, se estamos fora do Campus e seu campo é o da guerra suja, da qual você está no topo e eu sou simples soldado raso. O general da banda podre da imprensa não é oculto, por isso vou dançar conforme a música.
Minha arma é primitiva, um seixo amarrado num osso ou pedaço de pau, faz par com a alavanca que desloca o mundo. A primeira arma que o ser humano descobriu e com ela fez e se fez, com o trabalho e o pensamento organizado. Vou regredir no tempo e partir para o mano-a-mano, face a face.
Abandonei a USP de livre e vontade própria, quando dava aulas de campo e quando comecei a lecionar a economia mineral no Brasil. Tinha boa experiência adquirida no nordeste, centro-oeste e no norte, na Amazônia, pela Cia. Meridional de Mineração. A empresa descobriu a Serra dos Carajás, maior jazida de ferro e minerais associados do Planeta. A minha amiga Helenira Resende de Sousa Nazareth, das Letras da USP, e o casal baiano de geólogos Antônio Carlos MonteiroTeixeira e a Dina, Dinalva Oliveira, estavam do outro lado das grotas, na selva, incorporados na Guerrilha do Araguaia. Até hoje perdidos na floresta, insepultos.
Docente, um mero auxiliar de ensino, primeiro degrau da escada de dureza da vida universitária. Já você, pelo visto saiu corrido da USP e correu, por fora, no jornalismo bem sucedido.
No reino mineral que, de fato, é o principal, pois os demais vieram depois dele, há mais de três mil minerais. Porém, para pegar um rei somente pelo nome, usarei apenas um mineral, o verdadeiro rei deles. Na verdade dois, pela dialética, que o caríssimo jornalista, idealista metafísico, não usa nas linhas, nas entrelinhas e muito menos nos textos. É um que se transforma em dois e um muda no outro, vai e volta, ambos se interpenetram e se negam. Pela clivagem, um pode dar infinitos. O mais duro e o mais mole. O mais barato e o mais caro, que existe livre e pronto na natureza, um capital primitivo. Há vida e morte por causa da pedra de sangue. O novo no lugar do velho em processo de transformação. Entendeu? A tese, que não fiz, a antítese que é o contra ponto, que seu blog censura, não tem e o contraditório, a síntese. Uma proposta, uma contraproposta e o resultado. Entendeu?
Esta seria a tese, um tesão, não uma tesinha em defesa da USP, no meu trabalho escoteiro, que estou, de graça, fazendo agora, o que nunca fiz. Espero ganhá-la com louvor. Lavando a alma de quem não tem. Meu tema era esse: “o mineral mais simples e mais completo da natureza”. O diamante de um amante da natureza. O mais mole e o mais duro, igual cada um de nós e, no final, vá-se saber quem é quem. Um é límpido, translúcido, transparente, pesado, duríssimo, porém é tenaz, se cristaliza no sistema cúbico, com mínimo de seis faces, sendo comum com oito, o octaedro, varias outras, sendo também muito comum a com doze, o dodecaedro, com faces curvas arestas arredondadas.
Quando puro e límpido, sem jaças, bem cristalino e incolor ou de cor de fantasia, pela raridade e a própria beleza em si, tem simetria, proporção e agrada a vista. Embora não possua valor de uso, é a mercadoria do mais elevado do valor de troca. Devido ao fetiche da pedra e da mercadoria. Na pedra, é o falso brilho que ludibria. No outro, o trabalho incorporado deu mais vida à pedra mercadoria. A pedra encantada exposta nas vitrines, com seu fetiche, ganha vida e sedutora nos olha, nos chamando para ser comprada. Este é o segredo de Karl Marx. Tirou a alma mortal do ser humano e colocou na mercadoria. Mas seu preço não tem preço. Não vale o seu custo efetivo, o trabalho incorporado, como outras mercadorias, e o excedente não pago – a mais-valia – gera o capital que se multiplica. A ponto de o lapidário, meu amigo belga Frankie, que fez a pedra Liz, passar três meses estudando a danada da pedra bruta. Numa noite, igual a você que não consegue dormir e fica escrevendo bobagem, pulou da cama, foi à morsa, ajustou a pedra disforme e deu com a cunha uma pancada só, dura e certeira. Pela clivagem, própria desse cristal único de uma pedra, primeiro, fez duas, depois conseguiu 63 menores. O que vale mais? O amor ou a pedra diamante? O amante Richard Burton, segundo meu confidente, comprou-a na disputa de leilão, falou entre os dentes, ao pagar 3 milhões de dólares por ela no estado bruto: “quero essa f.d.p. de pedra e mulher para mim, a qualquer preço”.
Pagou caro ou barato, meu caríssimo jornalista? Ninguém pode afirmar, se cada um de nós tem seu preço. Eu escrevo de graça, já você, muito embora um palhaço faça de graça, não sei. O trabalho do artesão está fora do patrão, não tem preço e quando em bruto, igual a você, produto pronto da natureza, é um capital primitivo. Olha só a coincidência: o diamante é feito de um único átomo, o carbono. Esse elemento, quando se arranja no sistema cúbico – quadrado como você, como verso de pé-quebrado – dá o diamante. Quando a estrutura é mudada, no sistema hexagonal fica lamelar ou amorfo, sem forma, dá a grafita. Na escala de dureza o primeiro e o décimo, isto é, é ultimo. No estado natural de cristal, é o mais belo e duro, no outro, sem atrativo estético é o mais mole e sujo dos minerais, servindo até de lubrificante ou de grafite no lápis, igual sua pena ou tecla, usada para o mal. Olhe a contradição: um é o mais mole, o outro é o mais duro. A luta dos contrários, pois os cristais de diamante podem ser geminados, e se interpenetram, como se copulando. A grafita, apertada sob elevadíssima pressão e temperatura pode virar diamante. Queimado, volta à grafita, ambos carbono puro. É o novo no lugar do velho. O velho no lugar do novo, um vaivém infinito. Um não tem face, é amorfo e possui o traço sujo, preto. O outro, sem traço, risca qualquer mineral, não sendo riscado por nenhum outro, exceto por si próprio.
Olha só a ilusão da visão do mundo na vida, ou seja, a ideologia. O que é a verdade e onde ela está? O professor Reinaldo Azevedo e a unanimidade das pessoas que escrevem, com o lápis, têm certeza absoluta, de que o grafite, interno, risca o papel. Certo? Assim como, quase todos acreditam que Deus existe? Certo? Entretanto, pela fé do meu grau de geólogo, que foi dado pela USP, posso jurar que a grafita do lápis é que é riscada pelo papel. Este é mais duro que a grafita, tanto que esta se desgasta, deixando seu traço no papel. O diamante, sim, risca o vidro. Então independe do número de pessoas crentes, não há uma única prova da existência de Deus. Mas, o ateu, minoria, é, segundo a maioria, quem está errando. A única garantia da existência de Deus é a fé religiosa de cada um, muito diferente da do geólogo. Pensem nisso e também que acreditar ou não em Deus não é crime, nem pecado.
O diamante, belo, em si mesmo, no garimpo igual ao feitiço, chama o olho da gente. Rodado na peneira, se concentra entre os minerais mais pesados e se separa da areia de quartzo. Na virada da peneira, entre milhões de cristaizinhos, a pedra única sobressai. Mas, se já vem bem formado, em cristal qual o motivo da lapidação? É porque a mão do homem faz superar a natureza da pedra bruta e aumentar suas faces e o brilho, que não lhe é próprio, mas reflexo da luz natural ou não. Por isso, na pedra bruta quanto mais faces melhor, ao contrário do ser humano. Em um o martelo, pode consertar; no outro, estilhaça, por não ser tenaz, mas duro. Uma característica do homem, lógico também igual da mulher, é seu caráter forjado (diferente do aço) pela vida que culmina com a formação superior, quer dizer na Universidade. À respeito, muito embora todos os animais, particularmente os humanos, tenham uma cara, com apenas duas faces, a direita e a esquerda, por dentro, quem não tem problema possui uma única e basta. Entretanto, por dentro do indivíduo, a coisa é complicada e há infinitos conflitos muitos relacionados ao capitalismo, simplificando, na luta pelo dinheiro, o verdadeiro deus. A luta do “Diamante de Sangue”, devido ao diamante branco, tirado das minas dos negros por brancos recolocou “minas” na terra durante a guerra suja. É o objeto da “Morte do Caixeiro Viajante”, um demiurgo. Quando o garimpeiro o acha, dá graças a Deus e para encontrá-lo vende a alma ao Diabo. É a verdadeira pedra filosofal, milagrosa maldita. A negação da negação em confronto e em processo de transformação. Entendeu?
Bom seria que todos por dentro fossem ao menos iguais, de uma só cara. Por isso, as pessoas, desde cedo, em casa, na vida, na escola, vão sendo lapidadas por fora e por dentro. O diamante, veja bem, cara da VEJA, independente das faces de origem, é lapidado para aumentar o brilho, que não é seu próprio, Reinaldo. No passado, usavam os bonitos cristais límpidos, em bruto, nas joias. A lapidação aumenta as faces, melhora a forma, aumenta o brilho e o valor, com menor peso. Perde a metade do peso e dobra o preço de pedra acima de um quilate cresce em curva exponencial. Quilate é de pureza no ouro, sendo puro 100 qt e medida de peso no diamante sendo que uma contem cinco quilates.
Brilhante é um homem especial com luz própria. No caso do diamante, um dos tipos de lapidação, em forma de pião, com 57 faces, sendo a de cima a mesa, para aumentar o brilho da pedra que não tem luz própria. Isso mesmo. É falso o brilho da pedra, assim como de meu querelante! A pedra apenas reflete os raios de luz, que não atravessam o cristal. É difícil saber de onde vem a fonte e o cabedal do brilho das ideias. Para o materialista, é certo que o pensamento vem de dentro e, com o trabalho, vai sendo adquirido. Para o idealista, eu confesso que não sei de onde vem essa força mental. Sem dúvida, uma vez que ninguém nasce sabendo, é preciso aprender com outro até que consiga poder ter luz própria, mas dependente de deus. O brilhante é a forma e não conteúdo, a pedra o mineral diamante muitos a confundem consigo e com os outros.
À primeira vista, é difícil saber se uma pedra, igual quando vemos ou lemos um jornalista, é falsa ou verdadeira. Ao geólogo quando experiente e ao garimpeiro que vive dele, mesmo de longe, pelo jeitão da pedra, identifica o diamante bruto. Lapidado, já na no anel, no dedo, no brinco, na orelha, no pingente, no colo é impossível, pois quem legitima a pedra é a mão de quem a usa. Igualzinho página de jornal ou de um blog, o papel aceita tudo, até ser usado na higiene pessoal. Por semelhança com a pedra falsa, a primeira leitura pode ser enganosa.
A quem interessa a mistura? É preciso saber e separar o diamante do cascalho. Tanta gente usa pedra no dedo, alguns até para exibir o grau – o qual tenho e não uso como também o anel – e saber de pronto a legitimidade é difícil, pois é preciso fazer o toque ou recorrer ao laboratório. O fato é que sem o tira-teima tudo é igual fantasia, o mais puro diamante verdadeiro, (dado por um amante, para mostrar ou comprar o amor) e o vidro na mão da madame ganho ou não de um amante. Assim é a vida! Já na mão do pobre, ainda que possa ser uma pedra verdadeira, não passa de imitação. Preciso lapidar o bruto, para mitigar as duas caras, a da esquerda e a da direita. Não se sabe devido à origem qual é a genuína, se um vidro ou diamante. Esquerda no passado e direita assumida no presente.
Coiçado do Libelu, pois levou um coice, um direto na face direita, mas vai ter de ficar caladinho no seu ninho de cobras. Caso contrário, vai ter de responder à altura, sem baixaria, ou como todo idealista cristão, virar a outra face.
Coitado, o ímpio pode ficar, se todas as áreas do conhecimento humano da USP resolverem, cada uma de per si, responderem por seu departamento. Cada um vai usar o seu argumento. Temo que quando cair na Veterinária ... minha nossa! Ninguém chuta cachorro morto, é verdade, mas será que o Totó era inteiro? Agora doeu e até deu dó. Pode soltar seu rabo, preso por ora e a VEJA. Pior vai ser, se o veterinário for lá do campus de Pirassununga e estiver precisando de um rufião para identificar as vacas da fazenda da USP no cio e poder fazer inseminação artificial. Nem posso imaginar! O mesmo pode acontecer, caso o veterinário faça parte do coro da orquestra sinfônica da USP e estiver com falta de soprano para o canto gregoriano. Pode surgir um novo Farinelli, se resolver transformar o transformista em eunuco. Aí, sim, vai afinar a voz e cantar direitinho. Em suma, em tese, que ninguém defendeu na USP, em síntese, no final, meu caríssimo Libelu, eu acho que por semelhança, por um silogismo corriqueiro, qualquer pessoa deste tipinho, seja ou não o grande Reinaldo Azevedo, está daquele jeito e mal pago, ainda que seja bem pago! Os estudantes da USP, nessa briga de cachorro grande, podem assistir ao espetáculo de graça, como ouvinte, sem direito a palavra. Se for o caso de comemoração, quem sabe, a galera criativa aproveite o “judas”, com roupa da grife Libelu, nos feriados da semana santa.
De cara, vou colocar não um bom soco, mas um desafio: dialética versus a metafisica. Você acredita em Deus e eu não. Se Deus não existe, então, tudo é permitido. Independente de você possuir alma mortal ou não e de ter mais de uma cara, meu caro Reinaldo, vou ter de admitir, neste caso, que você possui duas almas. Uma no presente, como você é na VEJA. Ela será incorporada ao magnífico Reitor da USP, com a beca, borla e capelo. Pode dizer tudo, “rodar a baiana”. Outra guardada no tempo em que você “frequentava” a USP. Ela fará você vestir a carapuça no Jovem, que você escolheu para o sacrifício, com a mesma camisa de grife que vocês da Libelu usavam. Vai voltar aos bons tempos e poder, com a galhardia da Libelu, defender a ocupação do Campus. No salão nobre aberto ao público, dois Juízes poderes paritários, Deus e o Diabo. Eu prefiro nem assistir ao debate do seu conflito interno, aceito o veredito.
Alerto uma coisa: não discuto religião, futebol e política, sou democrático respeito a opinião de todos. A USP, assim como o Estado, é laica. Qualquer um pode entrar pela porta da frente e estudante precisa fazer vestibular, enquanto não se resolve a unificação do ENEM. Se perguntar se na USP há alguma capela, sinceramente, não sei. Capela para minha ciência só nos laboratórios, para trabalhar em ambiente fechado. Igrejinha não sabe de onde vem o nome, nós damos quando se formam rodas de professores. Os cultos? Há os professores, alunos e funcionários e os ecumênicos. No Campus, igual ao cemitério, deve haver a paz, mesmo com o conflito das ideias. Que por sinal não leva mais acento, por isso dileto professor, ouça calado e sentado: não insista em manter “idéia”, aquilo que idealista não possui própria.
Então, enquanto não sai o resultado do julgamento, comecemos pelo começo. Sabe lá o erudito de quem é essa máxima: “os homens de pênis grande são inférteis, pois até o esperma chegar à ponta, esfria” que desconsidera os menos dotados. Esse erudito não tinha ideia dos animais homeotérmicos, de sangue quente, o que explica a falta de importância do tamanho da vara. Que era comparada, entre os machos, para ver seu potencial de reprodução. Inclusive vem daí a unidade de medida chamada vara, e, quem sabe, também as da Justiça cega, cujos processos são distribuídos por Varas.
E, a temperatura, muito pelo contrário, quanto mais fria melhor, a ponto de, na evolução, as gônadas deslocarem-se para a bolsa escrotal dos mamíferos. Para os reprodutores bovinos e equinos a medida certa do potencial é aferida pelo tamanho dos bagos, com balança, pois pesa a bolsa escrotal. Mas, na verdade, tamanho não é documento, nem de identidade. Parece que, no caso do pênis, a geração de consumo se preocupa mais com o tênis, o bolsa, a Bolsa e só usa cueca apertada, a qual esquenta os bagos invertendo a função do saco. O tal do capital na capital faz isso, tira o sossego do macho, causa o estresse, o desemprego, o trânsito. Tudo junto deixa o cara duro e frio, com a cabeça e os testículos quentes. O perigo da modernidade é o retorno das gônadas corpo adentro e das gôndolas do supermercado, com o saco cheiro, mas vazio. Sem gozação, mais confortável, até o pênis prefere o lado esquerdo.
Meu prezado Reinaldo, o facebook informa que você esteve clandestino, sou solidário, por motivo político certamente. Portanto, deve saber a lição dada por Guevara aos combatentes no campo. No manual de guerrilha, a lição era não deixar de escovar os dentes e não usar cueca. Para certamente evitar a boca suja (igual a de quem fala barbaridade na Net) e não tirar a coragem dos companheiros, com as pistolas soltas, na busca da liberdade.
Digo isto baseado mesmo, sem baseado, num silogismo do “caralho”, pois as cobras frias (quem já pegou numa sabe) assumem a temperatura do meio em que vivem, se aquecem ao sol e nem todas são venenosas. Sobra veneno para dar aos humanos, mas há muitos que nas palavras atingem os incautos inocentes. As cobras não possuem pênis, porque não tinham pernas e o pênis fica no meio delas. Também achava que as baleias eram peixes e, na teoria dos quatro elementos (terra, ar, água e fogo), tudo na vida depende de uma fonte quente e fria. A bile negra e com a teoria do quente e do frio dá até calafrio, parece tipo pirado. Então dá arrepio de ler que o piolho nasce na cabeça das pessoas por geração espontânea. O fóssil encontrado preso nas rochas, não o pensamento fossilizado igual ao “Rei da Garotada da net”, era natural daquele local recente, não era pretérito.
Deu para entender o autor da façanha? Não faça pergunta estranha, nem sinta em suas entranhas, pois não sou sacana, como faz a cabeça da sua petizada, que o segue no blog e delira com suas sacadas, quase vai ao orgasmo, senão ao nirvana, num troca-troca de mensagem com o tio Reinado. Verdadeira aliciação de menores. É o perigo da Internet, em vez de censurar as mensagens dos maiores, com tanto mau exemplo de vida livre nos sites, desvirtua a juventude, corrompendo com ideias menores os menores, esse é o perigo.
Lembram-se do pai da filosofia grega, já naquele tempo, de túnica alva e sandálias, que em cada esquina dialogava com qualquer um e questionava tudo? Rodeado de meninos, o sabe-tudo foi acusado de corrompê-los com ideias e foi acusado até de pedofilia, mas não tomou do próprio veneno. Teve que tomar cicuta, sem renegar seu idealismo. Fez escolas. A do Ateneu e a do Liceu. Seus diálogos, mesmo sem ter escrito um livro, muita gente escuta, com a alma separada do corpo. Duas coisas distintas e unas. Foi o começo do idealismo e o suporte da religião, antes politeísta, cada um tinha o seu Deus. Logo veio a confusão das ideias que só se resolve na fé do monoteísmo cristão. Já pensou, três coisas no mesmo lugar e ao mesmo tempo? Sabemos pela lei número um da física que dois corpos nunca ocupam o mesmo lugar no espaço. Ter fé é nada mais do que isso desafiar, a física e o físico. O corpo é que comanda a mente, não segue ente de fora.
Quem criou quem? Já imaginou você querer ir para lá e uma força estranha empurrar para cá? Para não duvidar tem que admitir e acreditar no invisível. Deus me livre! Como isso começa em casa, desde menino, reforçado na igreja e só na idade adulta, na Universidade, há possibilidade de poder ter o livre arbítrio. Na sala de aula, nos livros e na Internet a coisa pega.
Alguns tomam consciência, outros deixam para lá e vão levando a vida de sempre. Este é o motivo que leva à reação, ao livre pensamento e que obriga a capar a liberdade da universidade pública. O Estado possui leis feitas pela e para a minoria que controla o capital e faz as maiorias nas casas de lei. Existe democracia? Sim e não, se as leis são feitas segundo o mencionado processo. A escola particular, melhor nem falar, pois ainda que em algumas possa haver qualidade, a regra é lucro.
Quando as universidades se rebelam ou é por salário ou liberdade de dentro ou fora do campus. A crise da policia no Campus é mais complicada, mas a violência não tem sido bem enfrentada na rua e menos agora com os “crimes” crescentes nos campi, cuja própria vigilância ficou defasada e impotente. Não pode é um indivíduo num blog de revista sensacionalista, como está se tornando a Veja, controlar de fora do campus a situação, transmitindo mensagens e manifestos deturpados, nem sempre mostrando a realidade da situação ou provocando e mesmo insuflando movimentos perigosos ao livre funcionamento da USP. Isto não interessa a ninguém. Problema da Universidade deve ser resolvido pela Universidade, livre.
Vamos lá, retomemos o campus e a querela. Cautela, chá, caldo de galinha e reza, diz o velho ditado que se não faz bem, mal não faz. O último aos vivos pode fazer, pois aliena o indivíduo crente igual àquele que trabalha e não possui o produto, seja por força de expressão o tijolo da casa, o pão da padaria, a carne do boi ou o carro, sem ter onde morar, dormir, comer e andar. Há alienados patológicos e que jogam pedra nos outros, mas, no geólogo isso é perda de tempo, devido ao grande estoque de pedras que tem. Para tanto, pode devolvê-las tal e qual as pancadas do martelo que o culto curto de ideia deve saber de quem se trata. Batia com ele tão duro na filosofia para ver se abria a mente embotada. É o caso daquele que acredita no ser supremo que lhe domina a mente, criada pelo ser humano e não o contrário. Tenha em mente: o ser humano é quem cria o supremo na cabeça, não contrário. A matéria orgânica foi se transformando até chegar ao homem, que no trabalho e na linguagem pensante se fez, reproduzindo-se e às mercadorias, com ajuda da mão, da fala e do falo. Ademais, se tivesse tido um Deus criador do homem à sua imagem e semelhança, por simples dedução não seria um idoso de barcas brancas como é pintado, mas um negro, uma vez que o homem e a mulher, ainda que não tivesse sido por evolução dos primatas, surgiu na África, de pele negra. Este é o cerne da questão filosófica que o enganador, enganado, que filosofa como idealista, quer nos chamar para briga. Nossas bíblias agora são diferentes. A sua idealista da trilogia do pai, do filho e do espírito santo, unos. A minha igual em número: o materialismo, o socialismo e a teoria econômica do capital. Do primeiro, nada mudou e não retiro uma só vírgula. Dos outros dois, o que era utopia, com o fracasso experimentado, permanece um sonho, mas enquanto houver diferença de classe – desigualdade – a luta continua. Siga o aforismo do filósofo daquela cidadezinha que o tinha como relógio, de vida frugal. Ele escreveu tudo do juízo e da razão, além de outras coisinhas mais. A vida se resume em: “faça o bem, evite o mal”.
O currículo público do notável autointitulado professor, que não tem o título de mestre, consta-nos que ele é jornalista. Reinaldo Azevedo não está disponível no sistema Lattes do CNPQ. Duvido que seja por motivo de censura. Na Internet é curto sem ser grosso, mas parece que o cara do charuto explica bem isso, igual ao Carlos Marques, vai ver também entrou pelas portas dos fundos da USP. O Mouro, meio em surdina, entrou com o Seminário de Marx, na Maria Antônia, com meia dúzia de corajosos professores, liderados pelo Arthur Giannotti e o Fernando Henrique Cardoso, no tempo da ditadura. Há que conferir como entrou e saiu o estranho invasor da USP, para entender o motivo da gana com que ataca a fonte em que bebeu da sapientia alheia, pois não é coisa racional.
Esquisito alguém ter “frequentado disciplinas” na FFLCH da USP, que hoje tanto combate, sem ter feito vestibular. Foi aluno de curso vago, simples ouvinte ou, então, nossa, minha santa, era estudante pirata, total invasor das salas de aula da USP. Ou estudante profissional nos tempos da Libelu. Lembram-se deles? Meninos riquinhos, quase todos filhos da burguesia, de cujo ninho tinham que voltar. Estereotipados, de uniforme, trajando sandálias, mas não as da humildade; capangas a tiracolo, que alguns agora, por medida de segurança, mantém ao lado; óculos redondos, que a idade deve ter mudado, sem enxergar a realidade da vida; rabo de cavalo, usado agora no lugar dos “culhones”; boina não podia faltar, com a estrela. Eles agora se sentem as próprias estrelas e defendem os “boinas verdes”; donos da verdade ainda hoje. Achavam que a revolução permanente era mundial e para o dia seguinte, com vitória certa. Especialistas em assembleias e na ocupação dos campi e prédios da USP eram os primeiros a chegar e sair. Não sobrou um Libelu, como também qualquer documento sério de seu projeto político. Todavia, fizeram ocupação da USP. Então Reinaldo é o tipo de que dizem os padres. Faça o que eu mando e não o que faço ou fiz. Diga lá seu invasor da USP, qual é a sua? O CRUSP era seu quartel general? Agora quer mudar de tropa. Veja bem como o filósofo de botequim da Veja trata a USP e seus pesquisadores das ciências humanas, qual um desumano insano.
Compara sem o saber, não conhece nada de “A Ideologia Alemã”, escrita em 1845, obra clássica do primeiro e do segundo violino do “Manifesto de 1948”, que contem a parte principal da filosofia materialista e o abandono da filosofia idealista do maior filósofo alemão, da Universidade de Jena, com assunção da sua dialética. Também é nesta obra (publicada tardiamente, relegada até 1926 ao consumo dos ratos) que há a total incorporação do materialismo, excluiu-se dela a metafísica do grande criador da “Filosofia do Futuro” e sobre ele é que foi escrito um rabisco, dos mais discutidos entre os iniciados. XI teses! A principal diz: “os filósofos já decifraram o mundo, agora, há que transformá-lo!”. É a práxis! Se o sábio da Libelu não sabe, já leu, não aprendeu, esqueceu ou renegou, frustrou-se.
O rato roeu a roupa do rei do rato! Voltei menino. O mequetrefe ficou com a parte que o rato comeu. Não sabe de que e quem se trata e se soube, ao dar o sumiço da USP, fugiu com a parte podre da filosofia clássica alemã. Levou, enganado ou não, seu idealismo metafisico, o entulho da raspa do tacho. Enquanto eu entrei e saí de cabeça erguida da USP pela porta da frente, o pirata entrou e saiu pelas portas do fundo, repito, sem galhardia.
Então, como podemos chamar o indivíduo que faz péssimo jogo de palavras, usando a erva maldita, como se fosse solta no campus, alimentada pelo fértil pensamento criminoso da esquerda, contaminada pela ideologia alemã? Porém, não é essa “bíblia”, que comanda os novos vermelhos. O interesse é no fundo o sujo dinheiro. Sempre vem com uma face suja de sangue. O Reinaldo Azevedo escreve que: o narcotráfico na USP é controlado pela “IDEOLOGIA ALEMAMÃ e o MORRO DO ALEMÃO”. Vejam só: o CV – Comando Vermelho, carioca, agora liga-se umbilicalmente a Universidade de São Paulo, com o Morro do Alemão. O cara está maluco, está ferrado! Caiu agora na desgraça do PCC – Primeiro Comando da Capital, paulista da gema, que, segundo a própria Veja, é facção contrária. Agora, sim, você entrou em um fogo cruzado.
O que tem a ver o Libelu sem a calça? Não, não é delírio meu não, parece que quem fuma maconha é o algoz da sapientia! Ora, o meio universitário tem história com altos e baixos, mas sempre esteve presente na história, não apenas do Brasil. Sem ir muito longe, recordo-me de Getúlio Vargas, com os Sindicatos e as Universidades, os quais começaram com alguma liberdade, as manifestações. O “Onze de Agosto” é a data de comemoração da fundação dos cursos de Direito. A festa virou tradição, já quase esquecida, mas caiu na “galhofa” há muito tempo, com os estudantes fazendo o pendura.
Na campanha de “O Petróleo é Nosso” os estudantes foram importantes e se manifestaram de mãos dadas com militares e demais militantes da esquerda. Nas ditaduras, o campus era o termômetro e celeiro de militantes políticos. Durante a ditadura militar (1964/85), (combatida, segundo as palavras do “Rei da Libelu”, por ele , de forma aguerrida) os estudantes da USP, principalmente, em São Paulo deram seu sangue e a vida, inclusive, meu aluno, o DCE – Alexandre Vanucchi Leme.
Reitero, o campus é um bom termômetro da evolução da água quente da sociedade, que não deve entrar em ebulição. Está em moda no mundo todo. Estudante, nem em 68 fez a Revolução no mundo. Apesar disso, ele começa o barulho e quando ganha as ruas complica para todos os lados. O caso dos estudantes (três) presos com maconha e soltos pela polícia militar (ostensiva na vigilância do campus e a par da ocupação da Faculdade e da Reitoria) e a prisão e indiciamento de 70 estudantes é um assunto sério demais e precisa ser analisado como tal. Mas nada melhor que o diálogo. Incomoda a insegurança, não apenas no campus, como também a polícia ostensiva para proteger a Universidade. Acredito que na democracia, respeitada a autonomia universitária, um plebiscito, com peso proporcional aos votantes, ou outro método justo, pode definir rapidamente a questão, evitando-se assim o impasse.
Quanto à maconha, não tenho conhecimento da causa. Cigarro? Há anos não fumo, depois de um princípio de pneumonia, que mata. Comecei quando a gente se sente homem e abandonei para mostrar que sou. Parece brincadeira, mas o Reinaldo Azevedo aponta o dedo, coloca até fotos e acusa a USP como antro do narcotráfico. Tenho certeza absoluta de que na Escola de Agronomia da USP, entre seus experimentos, não entra o plantio, melhoria genética, desenvolvimento autossustentado ou variedade ecológica da cannabis sativa. Também nos departamentos da Química, da Farmácia, Botânica, Biologia e da Engenharia, não há pesquisa da destilação ou outra forma de melhorar o produto. Como também no Departamento da Economia, onde há muito capital. As pessoas que estudam Economia odeiam dinheiro, não é mesmo? Elas não se preocupam em avaliar e melhorar o mercado e como tráfico traz “muito prejuízo”...
Ora seu renegado, ou melhor um rei negado, nem o filósofo italiano, que escreveu suas memórias no cárcere foi tão longe quando falou que valia tudo para destruir a sociedade vigente. Não sabe nem o que é a reificação em forma de mercadoria e fetiche.
A FAPESP também não dá apoio às pesquisas de melhoria e estímulo ao consumo de droga. Incrível: não foi construído um convênio com o narcotráfico nem pela área de convênios, extensão e apoio à comunidade da USP (mesmo a área de cooperação com a indústria e a iniciativa privada, que anseia acabar com o ensino público). Não, nenhuma patente desse assunto (cuja finalidade é o lucro) das tragadas da erva maldita corre nos campi da USP.
Nas áreas médicas, há muito tempo há trabalhos pioneiros na USP exatamente na busca de soluções de como deve ser tratado o problema. Na História, Antropologia e Sociologia é bem possível que existam estudos sobre o tema da droga, uma vez que no continente americano os nativos usavam livremente produtos naturais alucinógenos e na sociedade moderna não pode ser desconhecido o “problema”.
É difícil, sabemos. O que leva uma pessoa à droga? Prazer? Um problema qualquer? No fundo, a droga é outra forma de alienação do indivíduo, como também alienam a religião e o trabalho. Já fui longe demais, mas no meu tempo de aluno não havia “fumeta” na geologia e no, de professor, os meninos alegres da esquerda festiva da Libelu aprontavam no campus. Alegres pirotécnicos que eram, começaram a festejar antes da hora a queda da ditadura e assim já soltavam fumaça no campus. Havia chacota de um grupo que compunha a esquadrilha da fumaça. Nunca se soube do Reinaldo Azevedo, se não fazia parte, já poderia ter denunciado, se é que não estava próximo ou também foi o rei do fumo e apenas agora mete o “bedelho” onde não é chamado. Quem vê a cara não vê o coração, passa-se por tiozinho conselheiro e fomenta a discórdia no campus. Do tipo da que o panaca mostra que também ocorre no campo, com os MST e outras siglas. É o Rei da língua solta contra o sem terra Zé Rainha, preso.
Há na USP gente que fuma maconha? Usuário de droga, não maconheiro, como o politicamente incorreto e maldoso, erroneamente, denomina nas suas criticas o pessoal da USP. Para o Reinaldo Azevedo a USP é um “antro de maconheiros”, não uma fonte do saber. Sem dúvida deve haver em igual ou maior número do que na sociedade. O que fazer? Todos, inclusive os usuários, devem ajudar a resolver essa questão, que não é maior e menor do que as outras questões sociais.
Mas vamos de volta ao nosso Rei do picadeiro, para quem a USP é um circo.
O Libelu Reinaldo Azevedo (sim, uma vez Libelu, igual ao Flamengo, sempre Libelu) parece uma causa perdida. Lembra o caipira rico, tipo o jacu, que sai do mato, mas o mato não sai dele. Este pobre de espírito, na base da gozação faz sucesso e reina na Net, é um rei cujo reinado tem uma galera apenas, do lado errado do campus, da democracia e da vida. Uma apenas, somente só.
O grego, pai da dialética, tem toda razão, o homem depois que atravessa um rio, na outra margem não é mais o mesmo, nem o rio. Pura verdade e em movimento. O pândego saiu do antigo lado da fonte da sabedoria das águas limpas e chegou à direita poluída de ideias, esgoto, lixo humano e da mídia. A mente embotada não o foi por ter lido muito, mas por embaralho e perda da opinião própria, como bem disse o nosso filósofo do Cambuci, o imexível Magri. Perdido na vida, não sabe dizer hoje para que lado corre o rio, nem qual sua margem (direita ou esquerda) deste caldo de cultura com suas águas sujas, que também não são mais as mesmas.
É possível que toda pessoa do tipo do nosso livre atirador, de tanto falar mal do livro do “nóis pega o pêxe” e do Ministro de Educação, professor da USP, sem ter lido o livro, sente-se o bagre ensaboado. Mas também não precisa exagerar e sair correndo ou corrido da USP e cruzar o Rio Pinheiros a nado. Foi isso o que o pescador de peixes de águas turvas fez, igual uma viandeira do mal. Saiu da margem certa e foi ao outro lado do rio, no extremo da margem direita, totalmente poluído. Desculpe a verdade do termo, entretanto, as águas se parecem com a figura, nada mais que uma lama de merda.
O professor falou que iria tirar 0,25 pontos de cada erro de algum escrito de professor da USP, mas também na mensagem da qual tenho cópia - como o roto falando do rasgado - uma vez que não é infalível, há erros ou pecados. Alguns na lei dele são pecados mortais, por impropérios ditos de tanta gente boa que fuzilou moralmente, todavia reza e faz o sinal-da-cruz antes do tiro fatal, com palavras venenosas.
Um mentiroso conta um conto e aumenta um ponto. Se tirar 0,25 centavos por erro ou ponto de cada mentira que sai da boca do crente cretino, sentirá no bolso o mesmo que ele propõe de castigo aos uspianos, o de ler obras selecionadas a seu bel prazer. Será isso algum sinal de sadismo, masoquismo ou hedonismo? Pura masturbação mental!
Errou o rumo e perdeu o destino. A incauta grande liderança da Libelu,- com a língua solta, era militante firme, inocente útil ou, pelo comportamento atual, uma reles espiã na esquerda? Parece um biruta que muda conforme a direção do vento. Tão perdido, não sabe identificar sequer onde fica a USP. Mas é perto do Itaim Bibi, que “gozou” a troca de nome, no improviso do Fernando Haddad vestibulando em política, e ao lado das suas colegas do serpentário do Butantã. Duvido e faço pouco deste esperto acertar no ato, sem informante, se o campus da USP fica do lado esquerdo ou direito do Rio Pinheiros. Posto que é igual ao pervertido invasor da USP, mudando de rumo, o Rio teve antes de ser invertido e também recalcado, para gerar a luz, quais os iluminados da nossa melhor academia. O Rio precisou ser dragado. Dragada – não se leia, escreva ou se entenda drogada – também foi a raia da USP para dar o cascalho para as construções, da qual o “fujão” correu, sem volta. Recalcado, sem ter diploma da USP, em vez da raposa dizer que as uvas estão verdes, afirma que virou o império da droga, onde corre outro cascalho. Nem em filme de ficção é possível a lógica desta droga de fofoqueiro, com tantos tontos olheiros.
Bobo alegre, da esquerda festiva, virou um fiel servidor feroz da direita, um cachorro pitbull. Olhe lá o fio da meada e não é piada. O Rio transformou-se pela mão do homem, foi invertido, já o outro se inverte pelo avesso, virou a cabeça, que gera as ideias não o contrário, pelo reino do supremo. Pode esperar sentado. Não passa de um vira-lata de luxo do lixo coletado na USP e age como um entreguista, tipo cachorro dedo-duro.
Do “nome da Rosa”, vermelha, que decepção, ficou só com o luxo e o burgo.
Abram seu blog na VEJA, e leiam os absurdos que comete contra a USP, com seus próprios olhos. Enxerguem, mesmo que aumente o IBOPE, contestem, ainda que ele censure. Em 30 de outubro de 2011, o “pimpão” se vangloriava de ter sido acessado por 290 mil internautas, mas há apenas mensagens favoráveis, é a unanimidade nacional. Não há espaço para o contrário. O solilóquio faz perder a seriedade de qualquer blog e o resto de credibilidade, que possa ter. Isto é a dialética, contraposta pela metafisica do dono da verdade. Digo isso sem medo e certo de que Reinaldo Azevedo não é qualquer um, pois tem o verbo fácil e estilo. Homem, muito gozador. Sínico! Sabe jogar com as palavras, mas a versão não pode atropelar os fatos. Ou seja, estou na margem certa do rio.
É um urubu em busca de carniça para matar sua fome intelectual e o ego ferido, comido pela vaidade, maior que o corpo. Na verdade, possui, como se pode ler no site, um quadro de informantes no Campus, com transmissão online, pior que no tempo da ditadura assassina. O pândego, daquela turma que andava na moda, por causa de uma foto de invasor do prédio da Reitoria da USP, usava uma camiseta e óculos de marca de grife – aquela que o gaito autor está vestindo lá no debate inicial com o rei-tor –, já deu para notar que era coisa da burguesia, sem saber se era, de fato, produto importado ou imitação. Pirata igual a ele, legítimo invasor e pirata na USP. A vida imita a arte!
Parece propaganda subliminar, marketing, “jabá”, de marca que, por escrúpulo, não vou dizer. Veja, no blog da Veja, que na chamada da matéria, diz “estudante da USP com camisa da ... e óculos da ...”
A coisa é muito séria. O jornalista mostra a foto do jovem de frente, com a camisa e a marca no peito, sem poder provar se é legítima ou não, exceto se um espião comprovou a etiqueta, o que quer dizer pequena ética. Os óculos escuros são o acessório da mesma pessoa que veste a camisa da burguesia, ao menos por fora. Produtos corriqueiros da sociedade de consumo, e não é possível saber de longe a marca. Como é possível saber a marca por uma fotografia? Mas o ínclito Ricardo Azevedo, lídimo guardião da moral alheia, fez a gozação do usuário ou de seu leitor, igual às besteiras, que incute na mente de incautos. Ganha dinheiro para divulgar uma marca e modelo de óculos de invasor da USP!
Boa ideia! Faz lembrar o modelo Libelu. Está batizado, sem água benta. Isso é um crime que se enquadra na falta de ética, na moral e no código do consumidor e nas relações comerciais da Veja. Quem sabe essas marcas famosas são anunciantes da revista? E não poderia o Reinaldo ter mandado um modelo lá e ter tirado a foto junto com o pessoal na Reitoria da USP para depois fazer o marketing? Neste mundo do dinheiro tudo é possível. Por isso há que mudar o mundo.
Usando as fotos dos “invasores” o articulista está fazendo um papel que certamente fere o direito das pessoas. Deveria ser processado! Será que há gente que acredita nesta patacoada do ilegítimo peripato. As sebes, não sebos do Campus não permitem que jejunos possam acompanhar paripassu, quem anda na contramão da história.
Diga lá, meu bom cristão, de que lado você está? Não me venha querer mudar o bom ensino da USP, reconhecido no mundo todo e trocar os iluministas materialistas, assim como Karl Marx e Charles Darwin, pelo seu mirabolante criacionismo cristão. Chega de Adão e Eva e intelectual bufão!
O amigo está triste e com toda sinceridade, disso não tiro a razão, pela morte do seu dileto, fiel amigo e guardião. Lembra o filósofo já citado, cuja obra não pode ser colocada no rodapé. Não sou disso, a cultura de rodapé. Interessa-me é pegar no pé do moleque e comparar com quem dizia que cachorro também é humano. Mas, caso seu cão de guarda tivesse alma, não gostaria de ser chamado por seu apelido maldoso. Onde já se viu nomear seu melhor amigo exatamente com seu pior defeito e manifestação da alegria? Vá ver é, por isso mesmo, que tem o rabo preso.
Coitado, alguém tirou o rabo do bicho e boto-o no único animal sem rabo. Como é possível um desalmado, que diz que chorou a morte do amigo, chamar um cachorro aleijado pelo seu defeito, não pela sua qualidade? Abanar o rabo sempre ao dono. Meus sinceros pêsames pela morte do seu Totó, apelido de gente, pois me nego a dar o nome politicamente incorreto ao canino. É igual a chamar o amigo manco de “Cocho”, o que usa óculos de “Quatro Olhos” e o estrábico de “Zarolho” e por ai vai a ingratidão humana. Gostava de tal modo do cão que o chamava pelo defeito, por isso, nunca lhe abanou o rabo.
Um chute bem dado seria uma rima, mas não uma solução. E olha que o Ministro usa 45, no pé. À desmoralização do farsante, inclusive sua ironia e deboche, cabe o troco no igual para igual. Não estranhem meu trato. Sei ser fino com quem não é grosso. O mesmo já deveriam ter feito antes todos os ofendidos. Estou tendo de tomar as dores da USP e da sociedade organizada como um intelectual orgânico, sem compromissos, exceto com a verdade.
Os professores da USP são pessoas de bem, mas ofendidos com as mentiras torpes, preferem ficar feridos calados. Mas este ex-professor, geólogo de campo, abandonou a vida acadêmica do campus em 1976, para cuidar da vista, da vida e poder ver e enxergar melhor o mundo a seu redor, o franco-atirador não vai tacar pedras, pois meu estoque é infinito. E, não tenho medo de assombração, já montei em cavalo bravo e carrego o meu na vista.
O amigo da onça incorporou-se no meu dia-dia e sou grato por desopilar meu fígado e dar boas risadas com suas besteiras. Tive que abandonar o hilário macaco, pois já o considero parte de minha família. Veja a coincidência. É como se fosse meu dileto irmão mais velho, muito embora, seja mais novo que ele, seu xará. A estrela da Net parece ser a que ilumina o universo, meu cotidiano, o nome da minha querida irmã, Dalva. O ego é a imagem especular invertida do meu saudoso pai, homem sem orgulho, um celeiro artesão, em cuja profissão, como poucas, com sua arte literalmente trabalhava e cantava. Seu nome era Narciso, sem ser o próprio. O bruto, com a truculência dos textos, traz a lembrança inversa, da minha meiga filha mais velha, Bárbara, (a qual fez direito o curso de alemão na USP), inclusive, como eu e o provocador da Libelu, teve de participar de ocupação de prédios, em busca de melhor ensino e liberdade, mas vejam só, ela tem o nome da santa dos mineiros, mas me faz lembrar do bárbaro; do jornalista lembro-me da segunda filha, Maria, mas se soubesse rezar, faria tudo para ela não seguir a linha da escola desse mau exemplo. Ainda bem que ele é um cristão, por isso, mariano, Filho de Maria, mas lógico, não por milagre da minha filha muito mais nova.
O resto, na querela, são detalhes de um processo político em um crítico e curto período do mundo em transformação. Sempre falando de igual para igual, sem ofender à pessoa como o recalcitrante costuma fazer. A religião cristã tem mais de dois mil anos e não colocou ninguém no céu, este não existe. Já o inferno, com o individualismo, próprio do capitalismo, prova a existência: é aqui mesmo. Diabo não falta. O socialismo com bases científicas possui menos de dois séculos, pouco menos que o capitalismo, que gerou o proletário, cuja diferença do trabalho clássico não pago gera a ‘mais-valia” ou o capital excedente. Karl Marx não morreu. Até o ex-professor da USP, Delfim Neto, que nunca teve nada do barbudo, agora deu de citar professoralmente Karl Marx. Os ratos são os primeiros a pular do navio antes do naufrágio. As tentativas fracassadas de seus princípios, ainda incompletos e em transformação, estão hibernando na espera de seguir seu curso na superação da etapa desumana do capitalismo na sociedade de consumo, na qual vale o ter ou parecer ter, não a sociedade como um todo.
Mas, o potoqueiro valentão nos chama ao debate, que precisa ser civilizado, cordial, elegante, democrático e, sendo de direita ou já está para lá da direita, não pode ser levado com ofensas pessoais a torto e a direito, na fala bruta e métodos antidemocráticos. Primeiro crie coragem e pare de censurar seu blog. Depois, como meu bom pai dizia, cresça e apareça.
O nosso epitáfio, por tudo que já fizemos em vida, já pode ser escrito. Pela lógica, talvez da mesma causa perdida, uma vez que nascido no final da guerra e o meu antípoda, três anos antes da derrubada de um governo democrático - início do justo motivo da luta pela liberdade e da revolução tão sonhada, assim é a vida - vou ter de partir primeiro. Que os mortos enterrem seus mortos foi o dito na Comuna de Paris!
As minhas cinzas depois do corpo ser cremado, para não dar o prazer aos vermes de me comerem, sem choro nem vela, muito menos padre, com uma singela placa de granito vermelho estarão junto com as cinzas de meus pais, ao som da Internacional. Quem passar na frente vai poder ler: “era um ateu, que voltou para seu lugar de origem, a terra, aqui jaz um feliz geólogo que filosofou com seu martelo!”.
O epitáfio do idealista, no belo ritual cristão ao som de profunda música da marcha fúnebre, sagra cantada pelos melhores arcanjos, anjos, querubins, numa campa com a placa de fino mármore branco: “subiu ao Céu. O Rei da Libelu não morreu”.
Gracias a la vida que nos ha dado tanto!
No final vamos ao veredito dado, por unanimidade, em favor da Universidade. Venceu a LIBERDADE, com o libelo do Libelu! Nada mais que o Libelu pedir por ela, que interessa tanto a Deus como ao Diabo. A universidade continua laica e um território livre do pensamento. Os alunos voltam às aulas e os professores ao ensino.
Há um porém, o idealista foi condenado. Agora é “bípede penado”. Precisa ser rebatizado. Uma vez que fala como garganta, com língua solta e repete o pensamento alheio. Agora com a pena e sendo um legítimo invasor da USP, passa a ser chamado de Papagaio Pirata, mas da USP.
Em complemento da pena deverá o condenado:
Primeiro pedir desculpas públicas à USP, como entidade com notórios serviços prestados ao saber universal.
Segundo, como penitência, para o resto da vida, antes de dormir, rezar todo dia um Padre Nosso, em prol de cada um dos ofendidos, conforme a lista dos apontados pelo Libelu.
Alvissaras, amém! Salve a democracia!
Aguardo a liberação da mensagem ou, como já virou costume, vou colocar em outro meio de comunicação. A verdade da filosofia está do meu lado, muito embora, nós, materialistas, sejamos em menor número e recursos. Quem viver verá! Até sempre, um cordial abraço do Everaldo Gonçalves.
*geólogo, ex-professor da USP – Universidade de São Paulo e da UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais; foi presidente da Cia. Paulista de Força Luz.
PS: Aos não iniciados que tenham lido meu texto e não entendido os filósofos deixados de citar para aguçar a mente e testar o Libelu, segue as incógnitas da charada:
A Morte do Caixeiro Viajante: peça clássica de teatro do consagrado autor Arthur Miller, que no final há uma grande trama por um diamante.
Bípede sem pena: termo usado pelo grande filósofo da Estagira, Aristóteles, para distinguir o ser humano dos demais bípedes. É o maior dos filósofos, mas nem tudo dele era verdadeiro.
Cara do charuto: o pai da psicanálise Sigmund Freud.
Dois santos: Santo Agostinho e santo Tomas de Aquino.
Farinelli: filme sobre o cantor de ópera famoso, um Castrati.
Filósofo do Cambuci: o líder sindical Rogério Magri, que trabalhou na unidade da Eletropaulo, no Bairro do Cambuci, em São Paulo.
Filosofia do Futuro: Ludwig Feuerbach, filósofo materialista e metafísico, que deu o primeiro como o suporte a teoria de Marx e Engels.
Filósofo de Jena: Georg Wilhelm Hegel, o grande filósofo da dialética, mas idealista, que a primeira deu a base do “marxismo”.
Liz: é o diamante lapidado em forma de gota, que a atriz Elizabeth Taylor, ganhou do noivo, o também ator Richard Burton.
O filósofo do martelo: Nietsche.
O que tomou sicuta: Sócrates, pai da filosofia grega, não escreveu nenhum livro e deixou a escola de Platão e Aristóteles.
O do rio e o homem: Heráclito, pré-socrático e pai da dialética.
Primeiro e segundo violino: Karl Marx e seu leal amigo Friedrich Engels, os coautores do materialismo dialético ou, erroneamente, vulgarizado como marxismo.
Rosa: Rosa de Luxemburgo, filósofa e economista polaca-alemã, marxista cuja linha teve influência do ativo grupo de política estudantil Libelu – Liberdade e Luta.
Trotskista: seguidores do “marxismo” de Leon Trotsky, líder, com Lenin, da Revolução Russa de Outubro, 1917, fundador da Quarta Internacional Comunita, que propunha a revolução permanente, que teve influência do grupo de política estudantil Libelu – Liberdade e Luta.

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Fonte:http://brasil247.com.br/pt/247/midiatech/23697/Gra%C3%A7as-%C3%A0-vida-a-Deus-e-%C3%A0-USP!.htm