sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Da série: ai se o Kamel souber...

11.11.2011
Do blog de Altamiro Borges
Por Luis Nassif, em seublog:

Ontem gravamos uma entrevista especial, em vídeo - a ser disponibilizada aqui em breve - com a professora da Unicamp e cientista social Walkiria Domingues Leão Rego que há cinco anos pesquisa a Bolsa Família. Walkiria tem ido anualmente às regiões mais pobres do nordeste tomando depoimentos dos beneficiários, não questionários frios, mas longas conversas para apreender as mudanças ocorridas.

Um dos episódios narrados é fantástico.

Na casa de uma senhora em Alagoas, outro pesquisador que a acompanhava, italiano, maravilhou-se com alguns quadros, pinturas na parede, sem moldura. Indagaram da senhora o que era aquilo.

Inicialmente, ela relutou em responder. Walkiria contou que no país do seu amigo valorizavam-se muito as pinturas, daí a razão do interesse dele.

A senhora venceu, então, o temor e contou que um de seus netos tem uma grande vocação para a pintura. Na escola, a professora recomendou que recebesse aulas.

Ela reuniu, então, a família e, juntos, discutiram se poderia desviar parte do dinheiro da comida para as aulas de pintura do menino. Todos concordaram. O resultado foram as pinturas que maravilharam o italiano.

Se Ali Kamel souber, haverá denúncias em O Globo sobre o esbanjamento de recursos do Bolsa Familia.

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com/2011/11/da-serie-ai-se-o-kamel-souber.html#more

Dilma visita Lula em São Bernardo do Campo

11.11.2011
Do site do CORREIO DO BRASIL, 10.11.11
Por Agência Brasil



A presidenta Dilma Rousseff visitou, na noite desta quinta-feira, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo a assessoria da Presidência, Dilma chegou à casa de Lula, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, por volta das 19h e permaneceu cerca de 1h20 com o ex-presidente que está em tratamento contra o câncer. O ex-presidente foi diagnosticado no último dia 29 de outubro com um tumor de aproximadamente 3 centímetros na laringe e no dia 1º deste mês começou a fazer um tratamento quimioterápico.
Em seguida, a presidenta foi à casa do médico Roberto Kalil Filho, onde participou de um jantar. Às 21h25, Dilma entrou pela garagem do edifício residencial, que fica na região dos Jardins, Zona Oeste paulistana.
Kalil é um dos médicos responsáveis pelo tratamento do ex-presidente Lula e também cuidou de seu vice, José Alencar, morto no início do ano. Nesta sexta-feira, Roberto Kalil tomará posse como professor titular do Departamento de Cardiopneumologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em uma cerimônia que terá a presença da presidenta Dilma Rousseff.

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Fonte:http://correiodobrasil.com.br/dilma-visita-lula-em-sao-bernardo-do-campo/326966/

MÍDIA QUE ESCONDE A CORRUPÇÃO DA DIREITA: Deputado Alberto Fraga (DEM-DF) contrata empregada doméstica


11.11.2011
Do blog APOSENTADO INVOCADO, 09.11.11


 Alberto Fraga(DEM/DF)

Esse sujeito ligado a Roriz e José Roberto Arruda,rouba o DF há anos,sempre metido com a máfia do transporte no Distrito Federal,quer o impeachement de Agnelo Queiroz para voltar aos bons tempos de enriquecimento ilícito e escondido pela imprensa corrupta brasileira. Os governos do PT estão sendo atacados por todos os lados com o apoio total do braço armado da oposição,a imprensa corrupta. Preparam o terreno para o impeachement da presidenta Dilma Rousseff


Deputado Alberto Fraga (DEM-DF) contrata empregada doméstica

O escândalo

A "Folha" revela que o deputado federal licenciado e secretário de Transportes do Distrito Federal, Alberto Fraga (DEM), pagava sua empregada doméstica com recursos da Câmara.

O deputado afirmou não ver problema em pagar empregada com verba de gabinete.

Em entrevista sobre o assunto para a rede Globo, o deputado se confundiu ao explicar as funções da empregada. Veja abaixo:

O que aconteceu?

Sobrou para a empregada, que perdeu o emprego. O deputado não foi punido nem repreendido. 

Doméstica de deputado é paga pela Câmara Faxineira da casa do licenciado Alberto Fraga (DEM), secretário de Transportes do DF, está registrada como secretária parlamentar

Empregada é funcionária do gabinete do suplente de Fraga, Osório Adriano, que afirmou não saber quem ela era nem onde ela trabalha 

LEONARDO SOUZA
MARIA CLARA CABRAL
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA 

O deputado federal licenciado e secretário de Transportes do Distrito Federal, Alberto Fraga (DEM), paga o salário da empregada doméstica de sua casa com recursos da Câmara.
Izolda da Silva Lima, 30, é contratada como secretária parlamentar, mas cuida da limpeza da residência de Fraga, localizada numa área de 1.875 m2 às margens do lago Paranoá, região nobre de Brasília.

Izolda está contratada pelo gabinete do suplente de Fraga, Osório Adriano, também do DEM. Ela confirmou à Folha que trabalha de faxineira de Fraga. Este diz que ela recebe pela Câmara, mas apenas mora em sua casa. Já Osório Adriano diz que nem a conhece.

Coronel da reserva da Polícia Militar, Fraga é conhecido na Câmara como o principal nome da "bancada da bala". Em 2005, presidiu a frente parlamentar contra a proibição do comércio de armas no país. Em 2007, assumiu a Secretaria de Transportes distrital.

Na tarde de quinta-feira, entre 15h30 e 17h, a Folha falou com Izolda duas vezes: pelo telefone da casa de Fraga e pessoalmente -com cerca de 1,50 m de altura, de calção azul e camisa de malha desbotada da seleção brasileira, ela recebeu a reportagem no portão da casa do deputado licenciado.

"Todas. O que precisar, eu tô à disposição dele. Também atividades domésticas, principalmente nos finais de semana", respondeu ela, ao ser questionada pela reportagem que tarefas fazia na casa de Fraga.

"De forma alguma, ela não é. Eu tenho doméstica na minha casa. Agora, se ela [Izolda] disse, problema dela. Agora vai ficar até bom, quem sabe agora eu não vou pedir pra ela fazer, né?", afirmou Fraga.

De acordo com os registros da Câmara, Izolda é servidora desde fevereiro de 2003. No dia 19 do mês passado, ela foi promovida de secretária parlamentar 05 para 06, com vencimento de R$ 480,86. Segundo ela, seu salário total é de R$ 1.080 por mês. Ela disse que trabalha com Fraga há quatro ou cinco anos.

Ao ser procurada no gabinete de Adriano Osório, um servidor informou à reportagem que Izolda exercia atividade externa. Ele então passou o telefone do local de trabalho dela: o número da casa de Fraga.

Osório Adriano disse não saber quem ela era nem onde ela fica. "Sou suplente. A gente mais ou menos divide o pessoal. Tem gente que é do Fraga e tem gente que é minha."

Dantas

Alberto Fraga se reelegeu em 2006 pela terceira vez como deputado federal.
Até 2005, era tido como um congressista do baixo clero. Naquele ano, contudo, ganhou notoriedade ao ser o porta-voz no Congresso da "Frente do não", que empreendeu campanha vitoriosa contra a proibição da venda de armas no país.

Ainda em 2005, Fraga se envolveu num episódio relacionado ao banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity. O deputado fez uma representação ao TCU (Tribunal de Contas da União) para suspender um acordo entre fundos de pensão e o Citigroup em torno do controle da Brasil Telecom, exatamente como queria Dantas.

O instrumento jurídico usado por Fraga era uma "clonagem" de um texto de Luis Octavio Motta Veiga, advogado do grupo Opportunity.
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Fonte:http://aposentadoinvocado1.blogspot.com/2011/11/esse-sujeito-ligado-roriz-e-jose.html

FHC - O CAUDILHO

11.11.2011
Do blog 007BONDE E BLOG , 09.11.11


Fernando Henrique Cardoso é uma das maiores mentiras da história política do Brasil. Eleito presidente da  República graças a propaganda do Plano Real, efetivamente criado no governo de Itamar Franco, se apoderou de sua paternidade. Mas, como governante incompetente que mostrou, ao final de oito anos do seus dois mandatos, o Plano Real fazia água, estava mortinho, mortinho. Para conseguir o seu segundo mandato, FHC não pestanejou em aplicar dois golpes sujos.


O primeiro deles ao manter de forma artificial a paridade do Real com o Dólar. Queimou todas as nossas poucas reservas cambiais na época, e após ser reeleito. liberou o câmbio, provocando o estouro da "boiada inflação". 


Como fazem os caudilhos, FHC rasgou a Constituição e aplicou o golpe da reeleição para si mesmo. Inúmeras denúncias de votos comprados nunca foram investigadas e a imprensa tucana calada ficou e calada continua.


Hoje, FHC, que escancarou o balcão de negócios em que a política se transformou e que vendeu a preço vil as empresas estatais, dilapidando o patrimônio público, numa transferência criminosa para as mãos de empresas privadas, e que, nunca apurou as denúncias de corrupção em seu governo, sufocando todas as CPIs e engavetando na PGR todas as representações que pode, contra membros de seu governo, posa de "arauto da honestidade pública" e se acredita com condições morais, que não tem, de cobrar do atual governo ações de limpeza.


Com a cumplicidade de grande parte da imprensa que lhe dá espaço, como nenhum caudilho e oportunista político receberia em qualquer outro país onde a imprensa fosse séria, vai "surfando" na onda de estadista, quando não passa de um caudilho da pior espécie que existe.
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Fonte:http://007bondeblog.blogspot.com/2011/11/fhc-o-caudilho.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FNIKX+%28007BONDeblog%29

Culto ecumênico pela conquista do PCCS dos ex-celetistas do ex-Inamps

11.11.2011
Do site do SINDSPREV/PE, 10.11.11

No próximo dia 25 de novembro, no auditório do Sindsprev-PE,acontecerá Culto Ecumênico em Ação de Graças pela conquista do PCCS dos ex-celetistas do ex-Inamps (Processo 1562/89).

O ato religioso está marcado para as 15h e será celebrado por representantes das igrejas católica e evangélica e da doutrina espírita. A cerimônia  terá a presença de servidores constantes no processo e seus familiares, além dos dirigentes e funcionários do Sindicato.

Em setembro, o juiz da 5ª Vara do Trabalho, Hélio Galvão, autorizou a liberação dos créditos do Processo 1562/89. Este processo trata das correções do PCCS no período de janeiro de 1988 a dezembro de 1990.

No despacho do juízo foi determinada a expedição de dois alvarás: o primeiro foi destinado aos servidores que indicaram conta-corrente e constavam na Requisição de Pequeno Valor (RPV) 112/10.  O segundo alvará foi dirigido aos servidores constantes no Precatórios 112/10 que apresentaram as contas-correntes para recebimento dos créditos.

Os alvarás foram entregues ao Banco do Brasil, que durante o mês de setembro e início de outubro concluiu o pagamento dos créditos relativos aos servidores que tinham indicado a conta-corrente para recebimento dos créditos.

Esta é uma vitória histórica resultante da luta conjunta e persistente da categoria, do Sindicato e de sua assessoria jurídica. É uma prova de que foi feita justiça àqueles que durante mais de duas décadas lutaram pelo PCCS.

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Fonte:http://www.sindsprev.org.br/index.php?categoria=noticias_principais_01&codigo_noticia=0000002146&cat=noticias

Gilberto Maringoni: “Brasão da PM paulista é um tapa na cara do povo brasileiro”

11.11.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha, 09.11.11
Por Gilberto Maringoni, em Carta Maior, sugestão de Ze Povinho e Gil Teixeira

Brasão da PM paulista celebra golpe militar e repressão a revoltas sociais
A mobilização dos estudantes da USP coloca em discussão o papel da Polícia Militar no trato das questões sociais. Valeria a pena estender a discussão até ao brasão da PM. Não é mero detalhe. Trata-se de uma exaltação da truculência contra a mobilização social. Na lista de feitos, entre outras coisas, há a exaltação a um golpe de Estado (1964) e louva-se a repressão a três mobilizações populares (Canudos, Revolta da Chibata, Greve de 1917). O artigo é de Gilberto Maringoni.
Nesses dias em que se discute a presença ou não da Polícia Militar no campus da Universidade de São Paulo, por solicitação de seu reitor, João Grandino Rodas, vale a pena levantar uma lebre que poucos conhecem.
Independente da correção ou não da ocupação da reitoria da USP pelos estudantes, o certo é que eles foram vítimas de uma truculência policial desmedida. É mais um entulho da ditadura que volta e meia mostra que está aí acordado.Os alunos da USP poderiam ampliar suas demandas internas e se somarem a inúmeras entidades de defesa dos direitos humanos, familiares e jovens pobres que desde sempre têm sido vítimas da brutalidade das forças de segurança.
Poderiam começar sua ação examinando o brasão da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
O brasão em questão não é coisa pouca. É um tapa na cara do povo brasileiro.
O brasão, como obra de design, é primário. (Atenção, não é o logotipo estampado em uniformes e viaturas). Como símbolo, é uma ode à truculência e à brutalidade das classes dominantes. Trata-se da seguinte peça, conforme descrito no site da PM:
“O Brasão-de-armas da Polícia Militar do Estado de São Paulo é um Escudo Português, perfilado em ouro, tendo uma bordadura vermelha carregada de 18 (dezoito) estrelas de 5 (cinco) pontas em prata, representando marcos históricos da Corporação”.
Aqui vai ele. Eis a descrição da peça, sempre segundo o site:
ESTRELAS REPRESENTATIVAS DOS MARCOS HISTÓRICOS DA CORPORAÇÃO
1ª ESTRELA -15 de Dezembro de 1831,criação da Milícia Bandeirante;
2ª ESTRELA – 1838, Guerra dos Farrapos;
3ª ESTRELA – 1839, Campos dos Palmas;
4ª ESTRELA – 1842, Revolução Liberal de Sorocaba;
5ª ESTRELA – 1865 a 1870, Guerra do Paraguai;
6ª ESTRELA – 1893, Revolta da Armada (Revolução Federalista);
7ª ESTRELA – 1896, Questão dos Protocolos;
8ª ESTRELA – 1897, Campanha de Canudos;
9ª ESTRELA – 1910, Revolta do Marinheiro João Cândido;
10ª ESTRELA – 1917, Greve Operária;
11ª ESTRELA – 1922, “Os 18 do Forte de Copacabana” e Sedição do Mato Grosso;
12ª ESTRELA – 1924, Revolução de São Paulo e Campanhas do Sul;
13ª ESTRELA – 1926, Campanhas do Nordeste e Goiás;
14ª ESTRELA – 1930, Revolução Outubrista-Getúlio Vargas;
15ª ESTRELA – 1932, Revolução Constitucionalista;
16ª ESTRELA – 1935/1937, Movimentos Extremistas;
17ª ESTRELA – 1942/1945, 2ª Guerra Mundial; e
18ª ESTRELA – 1964, Revolução de Março.
Na lista, há a exaltação a um golpe de Estado (1964) e a uma rebelião oligárquica (1932). Louva-se também a repressão a três mobilizações populares (Canudos, Revolta da Chibata, Greve de 1917), ao levante comunista de 1935, a Coluna Prestes (1926) e homenageia-se outras missões cumpridas.
Há soldados e oficiais valorosos na história da Polícia Militar paulista. Há também vários elementos que compõem e compuseram sua banda podre. É da conta, acontece em qualquer agrupamento humano.
Mas manter um símbolo exaltando a repressão sangrenta e covarde a manifestações democráticas é um acinte à democracia.
Leia também:
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/gilberto-maringoni-brasao-da-pm-paulista-e-um-tapa-na-cara-do-povo-brasileiro.html

Quem são as “socialites” do vídeo?

11.11.2011
Do blog de Altamiro Borges
Por Altamiro Borges




O vídeo acima, produzido curiosamente pela TV Folha, causou impacto na internet. Os ativistas digitais se divertiram com as idéias “brilhantes” das socialites – com suas teses conspirativas, seu apoio à repressão na USP e sua visão colonizada sobre os EUA, entre outras babaquices. O vídeo despertou minha curiosidade para conhecer as senhoras que participaram desta reunião tão chique.

No encontro, que parecia tão espontâneo, nenhuma delas é inocente. Todas elas têm longa trajetória. A psicanalista Maria Cecília Parasmo, que coordenou a reunião do grupo de mulheres batizado de “Ação em Cidadania”, tem forte ligação com os tucanos de São Paulo. Já em 2002, ela organizou uma badalada recepção à Mônica Serra, esposa do candidato derrotado José Serra.

A jornalista Gisele Vitória, do portal Terra, fez um relato divertido daquele encontro:

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A casa da psicanalista Maria Cecília Parasmo no Morumbi, em São Paulo, foi transformada num auditório. A bancada do bar de estilo tradicional na sala ganhou ares de palanque para uma platéia de 80 senhoras elegantes e cuidadosamente penteadas. Tudo preparado para a chegada da psicoterapeuta Monica Serra, mulher do candidato do governo à Presidência da República. 

O objetivo: multiplicar votos para o tucano. Servidas com taças de prosecco e canapés de shitake, entre outros do Buffett Márcia Faccio, todas se apresentaram entre si. Eram socialites, médicas, psicanalistas, donas de escola, advogadas, decoradoras e esposas de empresários. A elas foi distribuída a letra do Hino Nacional, que não chegou a ser cantada.


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Ana Paula Junqueira, uma das mais falantes na reunião da “Ação em Cidadania”, é bem conhecida nas colunas sociais, que vive bajulando a distinta senhora. Ela também é veterana na política. Dirigente da Liga das Mulheres Eleitoras do Brasil (Libra), ela já disputou três eleições para deputada federal, mas nunca conseguiu transformar a sua fortuna em votos e só colheu derrotas.

Segundo reportagem da Veja de abril de 2008, a socialite é uma expressão quase perfeita da elite nativa:

Não que Ana Paula seja perfeita, ao contrário. Dois defeitinhos ela assume: sonha em fazer carreira política (já se candidatou, em vão, duas vezes a deputada e pretende tentar de novo) e tem uma relação maleável com os fatos quando se trata da data do nascimento. "Às vezes a gente mente a idade, sim", diz, com seus 37 anos declarados. As intervenções estéticas também são tratadas em termos vagos. "Fiz uma lipozinha há muito tempo. E é claro que já coloquei Botox e já fiz preenchimento", resume.

"A rainha das amazonas"

Ana Paula já foi chamada pela revista Veja de “A rainha das amazonas”. Seu marido, o empresário sueco Johan Eliasch, dono do grupo Head, de materiais esportivos, e que tem uma fortuna calculada em 700 milhões de dólares, comprou 160 mil hectares de terra no Amazonas, um latifúndio “maior do que Londres”. O projeto, segundo a aduladora Veja, teria fins ecológicos.

Depois se descobriu a existência de uma madeireira no local. A compra foi, inclusive, motivo de investigação por crime ambiental. O empresário foi acusado pelo governo de explorar e transportar madeira nobre da floresta. Mesmo assim, Ana Paula Junqueira se apresenta como ecologista. No ano passado, ela se engajou de corpo e alma – e grana – na campanha de Marina Silva. 

Numa entrevista à jornalista Cláudia Jordão, da revista IstoÉ, ela tentou explicar essa contradição: 

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Você acredita que, com tantos contatos no Brasil e no Exterior, pode agregar algo à candidatura de Marina Silva à Presidência?

Tenho certa humildade em relação a isso. Acho que ela é a grande estrela. Mas no que eu puder agregar e realmente acho que posso, no sentido de levá-la a pessoas que não sabem a mulher que ela é, vou fazer. Acho que posso fazer isso por ela. Para você governar um país, isso é muito importante. Não dá para ficar concentrada em uma só classe.

Você e Marina Silva fazem parte do mesmo partido, mas são de mundos completamente distintos. O que têm em comum?

Eu admiro muito a Marina Silva, pela própria história de vida que ela tem. Ela é uma mulher lutadora, honesta, que se preocupa com o outro. Apesar de a gente vir de mundos diferentes, temos algo em comum. Nosso ponto de encontro é a preocupação com o próximo, é o nosso ideal que é muito parecido. Além disso, a honestidade, o fato de querer ter um País sustentável, de querer ter um mundo sustentável. Nos preocupamos com o mundo, com o próximo.

A experiência de seu marido, de comprar uma madeireira e terras na Amazônia, não foi das melhores. Qual era o objetivo dele?

Ele comprou a área para proteger. Era e continua sendo o intuito dele. Apesar de ser algo muito complicado, o desejo dele é mostrar para a população local que isso é possível.

Se a intenção era preservar, por que seu marido comprou uma madeireira na região?

Não, a madeireira ficava dentro da terra. A madeireira veio com a compra das terras, entende? Inclusive, essa madeireira foi comprada de um fundo americano, não de um brasileiro. Ele comprou porque tinha um projeto ambiental. Ele é dono de uma empresa chamada Head, uma multinacional de produtos esportivos, e um dos principais segmentos dela é o de produtos voltados para a prática de esqui.

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Outra madame que aparece no vídeo também é conhecida nos meios políticos. A advogada Raquel Alessandri integra a Liga das Mulheres Eleitoras e costuma promover jantares anuais no Jockey. Em 2005, por exemplo, ela comandou uma festa para 150 convidados, que homenageou a ex-senadora Heloísa Helena e Mônica Serra, segundo relato e fotos no sítio do Jockey. Já Márcia Kitz dirige a Associação Mulheres de Negócios e atua a quatro décadas no mercado financeiro.

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com/2011/11/quem-sao-as-socialites-do-video.html

Cinco linhas têm itinerários alterados por causa de obra no Viaduto Capitão Temudo

11.11.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 09.11.11
Por Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR


Cinco linhas de ônibus que trafegam no Viaduto Capitão Temudo, em Joana Bezerra, serão alteradas a partir deste sábado (12). A mudança acontecerá por causa da interdição do acesso entre o viaduto e a Rua Capitão Temudo, para a construção da alça de avesso ao viaduto. A previsão da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), responsável pela interdição, é de que a obra seja concluída em seis meses. Após este período, as linhas voltarão ao itinerário normal.

De acordo com o Grande Recife Consórcio de Transporte, as mudanças serão feitas por grupos de linhas. O primeiro, com três linhas, deixará de trafegar pela Avenida Manhãs de Matos, Rua General Estilac Leal, Rua Escritor Souza Barros, Avenida Sul e Rua da Paz, passando a seguir pela Rua Imperial para ter acesso ao Largo da Paz. Este grupo será composto pelas linhas 132-UR-02 - Ibura (Conde da Boa Vista), 152-Jordão Baixo e 243-Vila Dois Carneiros (Cais de Santa Rita).

Já o segundo grupo contará com as linhas 123-Três Carneiros Baixo (Monte Verde) e 138-Zumbi do Pacheco, que farão o seguinte itinerário: após descer do Viaduto Capitão Temudo, os veículos terão trafegar pelas avenidas Herculano Bandeira, Engenheiro Antônio de Góes retornando no Cabanga para chegar à Rua Comandante Antônio Manhãs de Matos, de onde segue seu roteiro normalmente.

Informações: 0800 081 0158.

Detalhamento das mudanças de itinerário: 

Grupo I:
132-UR-02/Ibura (Conde da Boa Vista)
152-Jordão Baixo
243-Vila Dois Carneiros (via Cais de Santa Rita)

Alteração do Itinerário: Sentido Cidade / Subúrbio - ...Viaduto Capitão Temudo, Alça de acesso a Rua Imperial, Rua Imperial, Largo da Paz...

Grupo II:
123-Três Carneiros Baixo (Monte Verde)
138-Zumbi do Pacheco

Alteração do Itinerário: Cidade / Subúrbio - ...Viaduto Capitão Temudo, Ponte Gov. Paulo Guerra, Av. Herculano Bandeira, Rua Nogueira de Souza, Av. Eng. Antônio de Góes, Ponte Engenheiro Antônio de Góes (Ponte do Pina), Retorno do Cabanga, Av. Cais José Estelita, Rua Capitão Temudo, Rua Comandante Antônio Manhãs de Matos...

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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/nota.asp?materia=20111109182605

Quem matou o cinegrafista da Band ?

11.11.2011
Do blog CONVERSA AFIADA, 07.11.11
Por  Paulo Henrique Amorim
Jornalista não é policial

O primeiro suspeito é a empresa, a Band, que autoriza seus profissionais a assumir riscos que nenhum jornalista deve assumir.

Jornalista não é policial.

O segundo suspeito é o diretor de jornalismo da Band, que, provavelmente, não fez seguro de vida para a família do cinegrafista.

O terceiro suspeito é, de novo, o diretor de jornalismo da Band, que permite transformar jornalistas em protagonistas: jornalista não compete com policial nem com traficante pelo protagonismo de uma reportagem.   

Além do mais, para o espectador, que diferença faz se as imagens de um tiroteio com traficantes são do cinegrafista da Band ou da própria polícia ?

E mais: por que novas imagens de tiroteio com traficantes ?

Que novidade têm ?

Que informação adicional dá ao espectador ?

Qual a diferença entre o tiroteio de ontem e o tiroteio de hoje ?

Por que os cinegrafistas só filmam da perspectiva da polícia para os traficantes e, não, dos traficantes para a Polícia ?

Porque o jornalismo brasileiro não sobe o morro.

Só entra na favela com a cobertura da Polícia.

O que se passa lá dentro – para o bem ou para mal – não interessa.

O quarto suspeito é o policial que autorizou três equipes de televisão a acompanhar um tiroteio com traficantes.

O quinto suspeito é o Comandante da PM que permitiu que um policial admitisse que três equipes de televisão acompanhassem um tiroteio com traficantes.

O sexto suspeito é o Secretário de Segurança do Rio, que permite que uma ação policial se transforme numa reportagem espetaculosa.

Para o Bom (?) Dia Brasil, porém, num mau passo do Chico Pinheiro, a morte do cinegrafista da Band é uma restrição à liberdade de imprensa.

O tom da cobertura do Bom (?) Dia Brasil foi o de incriminar a política de segurança do Rio.

Como se sabe, a política de segurança do Rio é exemplar.
Combate o tráfico como nenhuma outra do Brasil – como se sabe, São Paulo consome mais carro, geladeira e viagens a Disney que o Rio, mas, cocaína, isso o Rio consome mais. 

O projeto pioneiro das UPPs é um sucesso.

Mas, a política de segurança do Rio tem um grave defeito para o jornalismo dirigido pelo Ali Kamel, esse baluarte da liberdade de imprensa para divulgar atentados com bolinhas.

A segurança do Rio não é a do Governo Carlos Lacerda.

Nos bons tempos do Lacerda, o Secretário de Segurança Ardovino Barbosa mandava bater em jornalistas.

Como os do jornal A Noite, na Cinelândia, em 1961, na crise da Legalidade.

(O ansioso blogueiro era foca da Noite e testemunhou a “liberdade de imprensa” dos lacerdistas.)

Paulo Henrique Amorim
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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/11/07/quem-matou-o-cinegrafista-da-band/

Anúncios no g-mail mostram quanto o Google sabe sobre você

11.11.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha, 09.11.11
Por James Gleick, no New York Review of Books
Tradução de Pedro Germano Leal

Como o Google nos domina*,
O negócio do Google não é pesquisa, mas publicidade. Mais de 96 por cento de seus 29 bilhões de dólares em receita no ano passado vieram diretamente de publicidade, e a maior parte do resto veio de serviços relacionados a publicidade. O Google recebe mais com publicidade do que todos os jornais do país [Estados Unidos] juntos.  Vale a pena entender como isso funciona. Levy relata o desenvolvimento dessa máquina de publicidade: uma “fantástica conquista na construção de uma máquina de fazer dinheiro através de truques virtuais (8), a partir da Internet.” Em The Googlization of Everything (and Why Should Worry), livro que pode ser lido como uma referência sóbria e admonitória, Siva Vaidhyanathan, um estudioso da mídia na Universidade da Virginia, coloca a questão da seguinte maneira: “Nós não somos clientes do Google: nós somos o seu produto. Nós, nossas fantasias, fetiches, predileções e preferências, somos o que o Google vende para os anunciantes.”
A evolução desta incomparável máquina de fazer dinheiro produziu uma rápida sequência de inovações brilhantes:
1. No início de 2000, o Google vendeu “premium sponsored links”: anúncios de texto simples associados a certos termos de pesquisa. Uma fornecedora de bolas de golfe poderia ter seu anúncio mostrado a todos que buscassem por “golfe” ou, melhor ainda, “bolas de golfe.” Outros mecanismos de busca na internet já faziam isso. Seguindo a tradição, eles cobravam de acordo com o número de pessoas que viam cada anúncio. Os anúncios eram vendidos para grandes clientes, um a um.
2. Mais tarde, naquele ano, engenheiros desenvolveram um sistema de auto-atendimento, chamado AdWords. O ponta-pé inicial foi: “Você tem em 5 minutos e um cartão de crédito? Obtenha seu anúncio no Google hoje”, e de repente milhares de pequenas empresas estavam comprando seus primeiros anúncios na internet.
3. A partir de uma outra iniciativa, que teve curta duração, chamada GoTo (até 2003 Google era sua proprietária) vieram duas novas ideias. Uma delas foi a cobrar por clique, ao invés de visualização. Pessoas que clicam em um anúncio de bolas de golfe são mais propensas a comprá-las do que aqueles que simplesmente vêem um anúncio no site do Google. A outra idéia era deixar os anunciantes darem lances uns contra os outros por palavras-chave – como “bola de golfe” – em rápidos leilões online. Leilões de pay-per-click [‘pague-por-clique’] abriram uma torneira de dinheiro. Um clique significava um anúncio bem sucedido, e alguns anunciantes estão dispostos a pagar mais por isso do que um vendedor humano poderia imaginar. Advogados especializados em compensações buscando clientes fariam lances tão altos quanto 50 dólares por um único clique na palavra-chave “mesotelioma”, uma forma rara de câncer causada pelo amianto.
4. O Google – monitorando sistematicamente o comportamento de seus usuários – tinha conhecimento instantâneo de quais anúncios eram bem sucedidos, e quais não. Era possível usar o click-through rate [‘proporção de cliques’] como uma medida de qualidade dos anúncios. E para determinar quem seriam os vencedores dos leilões, começou-se a considerar não apenas o dinheiro oferecido, mas o apelo do anúncio: um anúncio mais eficaz, recebendo muitos cliques, iria receber uma vantagem na disputa.
Agora, o Google tinha um sistema de ciclos lucrativos em ação, um feedback positivo por incentivar anunciantes a fazer anúncios publicitários mais eficazes (oferecendo dados para ajudá-los nessa tarefa), e por aumentar a satisfação dos usuários em clicar em anúncios, por evitar ruídos e spam. “O sistema reforçou a insistência do Google de que a publicidade não deveria ser uma transação entre um publicitário e um anunciante, mas uma relação de três vias que também incluía o usuário”, escreve Levy. No entanto, dificilmente esta é uma relação de igualdade. Vaidhyanathan vê aí uma relação de exploração: “A Googlização de tudo abrange a coleta, cópia, adição, e classificação de informações e contribuições feitas por cada um de nós.”
Em 2003, o AdWords Select estava servindo centenas de milhares de anunciantes e fazendo tanto dinheiro que o Google estava deliberadamente escondendo seu sucesso da imprensa e dos concorrentes. Mas este foi apenas o trampolim para o que estava por vir.
5. Até o momento, os anúncios eram exibidos em páginas de busca do Google, com tamanho discreto, com limites claros, no topo ou no lado direito das páginas. Agora, a empresa ampliou sua plataforma. O objetivo era desenvolver uma forma de inteligência artificial que poderia analisar pedaços de texto – websites, blogs, e-mail, livros – e combiná-los com palavras-chave. Com dois bilhões de páginas-web já indexadas, e com o seu sistema de rastreamento do comportamento de usuários, o Google tinha, na palma da mão, todas as informações necessárias para resolver este problema. Dado um site (ou um blog, ou um e-mail), ele poderia prever que anúncios seriam eficazes.
Esta era a “publicidade voltada ao conteúdo”, para usar o jargão. O Google chamou seu programa de AdSense. Para qualquer um que esperasse “rentabilizar” o seu conteúdo, ele era o Santo Graal. As maiores publicações digitais, tais como The New York Times, rapidamente aderiram ao AdSense, deixando o Google lidar com parcelas crescentes de seus contratos de publicidade. E assim o fizeram as menores publicações, aos milhões – fazendo crescer a “cauda longa” (9) de possíveis anunciantes até blogueiros individuais. Todos eles aderiram porque os anúncios eram extremamente produtivos e mensuráveis. “O Google conquistou o mundo da publicidade com nada mais do que matemática aplicada”, escreveu Chris Anderson, editor da Wired. “Ele não fingiu saber coisa alguma a respeito da cultura e das convenções da publicidade – apenas assumiu que dados melhores, com melhores ferramentas analíticas, iriam prevalecer. E o Google estava certo.” Jornais e outras mídias tradicionais têm reclamado de tempos em tempos sobre a apropriação do seu conteúdo, mas é através da absorção de publicidade mundial que o Google tornou-se seu concorrente mais destrutivo.
Como todas as formas de inteligência artificial, a publicidade voltada ao conteúdo produz erros e acertos. Levy cita um erro clássico: a sangrenta história publicada no site do New York Post – sobre um corpo que foi desmembrado e colocado em um saco de lixo – que foi acompanhada por um anúncio do Google sobre sacos de plástico. No entanto, agora qualquer um pode adicionar algumas linhas de código ao seu site, exibir automaticamente os anúncios do Google e começar a descontar cheques mensais, ainda que pequenos. Vastas extensões da Web que até agora estavam livres de publicidade tornaram-se parceiros do Google. Hoje, os anúncios do Google não estão apenas em sua página de busca, mas toda a Web e, além disso, em grandes volumes de e-mail e, potencialmente, em todos os livros do mundo.
Pesquisa e publicidade tornam-se assim os dois gumes de uma espada afiada. O motor de busca perfeito, como Sergey e Larry imaginam, lê sua mente e produz a resposta que você quer. O motor de publicidade perfeito faz o mesmo: mostra os anúncios que você deseja. Qualquer coisa além disso desperdiça sua atenção, o dinheiro do anunciante e a largura de banda da internet mundial. Sonha-se com uma publicidade virtuosa, unindo compradores e vendedores para o benefício de todos. Mas a publicidade virtuosa neste sentido é uma contradição em termos. O anunciante está pagando por uma fatia da nossa atenção, que é limitada: nossas mentes poderiam estar em outro lugar. Se os nossos interesses estivessem perfeitamente alinhados aos dos anunciantes, não seria necessário pagar. Não existe uma utopia da informação. Os usuários do Google são partes de uma transação complexa, e se há uma lição a ser tirada de todos esses livros é que nem sempre somos partes conscientes.
Os anúncios ao lado do seu e-mail (se você usa o serviço de e-mail gratuito do Google) podem servir como lembretes, às vezes surpreendentes, do quanto esta empresa sabe coisas que dizem respeito à sua vida privada. Mesmo sem o seu e-mail, seu histórico de pesquisa por si só já revela muita coisa, como diz Levy, “seus problemas de saúde, seus interesses comerciais, seus hobbies, e seus sonhos.” Sua resposta à publicidade revela ainda mais, e com seus programas de publicidade, o Google passou a rastrear o comportamento de usuários individuais de um site da Internet para outro. Eles observam cada um dos nossos cliques (onde possam) e medem quanto tempo levamos para tomar nossas decisões, em milisegundos. Se não fosse assim, os resultados não seriam tão assustadoramente eficazes. Eles não têm rival na profundidade e amplitude de sua mineração de dados. Eles fazem modelos estatísticos para tudo o que sabem, conectando pequenas e grandes escalas, desde o resultado de consultas e cliques, até informações relativas a moda, à estação, ao clima e a doenças.
É para seu próprio bem – esta é a crença que Google nutre. Se queremos os melhores resultados possíveis para nossas buscas, e se queremos anúncios adequados às nossas necessidades e desejos, temos que deixá-lo entrar em nossas almas.

* Este texto foi publicado originalmente como uma análise das seguintes publicações:
In the Plex: How Google Thinks, Works, and Shapes Our Lives
por Steven Levy
Simon and Schuster, 424 p.
I’m Feeling Lucky: The Confessions of Google Employee Number 59
por Douglas Edwards
Houghton Mifflin Harcourt, 416 p.
The Googlization of Everything (and Why We Should Worry)
por Siva Vaidhyanathan
University of California Press, 265 p.
Search & Destroy: Why You Can’t Trust Google Inc.
por Scott Cleland, com Ira Brodsky
Telescope, 329 p.
Notas da tradução:
(8) No original, “virtual smoke and mirrors”.
(9) No original, “long tail”. É uma configuração estatística na qual maior parte da população concentra-se na cauda de uma distribuição de probabilidade.
PS do Viomundo: Parte da publicidade do Viomundo é determinada pelo AdSense, do Google.
 

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/anuncios-no-g-mail-mostram-quanto-o-google-sabe-sobre-voce.html