segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Como identificar e tratar trolls e seus “parentes”

07.11.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha, 05.11.11
Por Whitson Gordon, em Gizmodo Brasil

Como parar de se importar com os trolls e seguir a vida
Você os vê em todo lugar que vai na internet: usuários anônimos que nunca têm nada a dizer além de comentários grosseiros, mal-educados e fora do assunto, cujo único propósito é te deixar com raiva. A única cura é parar de se importar, mas isso nem sempre é fácil na prática. Vejamos algumas dicas.
A palavra “troll” enquanto verbo da língua inglesa, deriva de uma técnica de pesca que consiste em jogar uma isca na esperança de fisgar um peixe – que é exatamente o que os trolls de internet fazem. Eles usam frases grosseiras e outras técnicas para tentar “fisgar” alguém, o que acontece quando a pessoa fica irritada e responde. O único objetivo deles é te irritar, assim como o seu irmão fazia quando te cutucava sem parar ou repetia tudo o que você dizia. Eles frequentemente se associam a pessoas poderosas para sentirem-se também mais poderosos.
A atividade de trollar na internet começou nos newsgroups da Usenet há muito tempo, mas hoje eles estão por todos os lugares. Fóruns, YouTube,  blogs, Twitter, Facebook. O problema é que atualmente todos nós estamos sujeitos aos trolls. Isso significa que ignorá-los se torna cada vez mais difícil, já que você tende a estar mais emocionalmente investido nas coisas que diz, e também que eles têm muito mais mídias por onde atacar. Estas são algumas das coisas que podem te ajudar a criar uma resistência aos trolls e parar de se preocupar com o que os malditinhos estão dizendo na internet.
A regra de ouro: não alimente os trolls
Você provavelmente já ouviu essa frase diversas vezes. Ela é a regra fundamental de participação em qualquer comunidade on-line, e não sem razão. Ignorar é e sempre foi, definitivamente, a melhor estratégia. A maioria dos trolls se alimenta do confronto – afinal, seu objetivo único é chamar atenção –, por isso, quanto menos atenção você der a eles, melhor. Se você estiver em um ambiente que tenha estas funções, dê uma avaliação negativa ao comentário, denuncie e/ou bloqueie, depois siga com a sua vida.
É extremamente tentador, mas resista à vontade de responder. Não responda nem mesmo para desmascará-lo como um troll. Mesmo um comentário simples como “favor, pare” ou “vá embora, troll”, chama mais atenção para os comentários dele, engordando a “conversação”, ou mesmo, no caso dos fóruns, mover o tópico para o topo. Se um troll olha para o seu computador um pouco depois e não vê nenhuma resposta, ele vai procurar chamar atenção em outra freguesias. Demonstrar para ele que você pode ser fisgado, mesmo de leve, é pedir para sofrer mais.
Eles não estão atacando você, mas sim o tédio
Uma das maneiras mais fáceis de identificar um troll é pela sua completa falta de razão. Eles são ofensivos de propósito e sem motivo, apenas para causar uma reação em você, em vez de defenderem um ponto de vista genuíno com argumentos relevantes. Nas suas frases, você perceberá uma atitude forte de “eu estou certo e todo o resto do mundo está errado”. Chris Shiflett, do Swiss Miss, explica melhor do que eu:
“A lição que eu aprendi é estar atento com aqueles que se orgulham de não gostar de algo. Os que pensam que criticar é igual a ter bom gosto. Estas pessoas raramente têm bom gosto, então as opiniões delas não importam.
Então, lembre-se: mesmo que o que você tenha feito não seja a melhor coisa do mundo, quem não conseguir falar isso sem um mínimo de simpatia, quem parecer se orgulhar de criticar você, essas pessoas têm opiniões que não importam. Pode muito bem ser o caso de você ter criado uma obra de arte, e eles serem apenas moleques”.
Ele diz que não é necessária nenhuma sofisticação para ser um crítico escroto, e está completamente certo – se não há nada de valor em uma frase, você não deveria dar a esta frase valor nenhum. Não deixe os “haters” te afetar; eles estão raivosos porque estão entediados e sem o que fazer, não porque você tenha feito algo mal feito.
Eles não valem a energia gasta brigando contra eles
No fim das contas, você realmente precisa gastar a sua energia se preocupando com o que meia dúzia de desocupados estão falando sobre você? Não. O blogueiro Scott Stratten explica o conceito de “moeda emocional” e como ele se relaciona com o trato com os trolls:
“Em resumo, você tem uma quantidade limitada de emoção. Ela deve ser gasta com pessoas que a valorizam, que valorizam você, não com um moleque qualquer que está revoltado por qualquer outro motivo e desconta em estranhos na internet. Há muitas pessoas que valorizam muito mais o investimento do seu tempo”.
Só porque a internet está cheia dessas pestes, não significa que ela não esteja cheia de pessoas incríveis também. O tempo que você passa alimentando trolls com as suas respostas é um tempo que você poderia estar gastando tendo discussões importantes com pessoas melhores, ou mesmo fora da internet. Você quer mesmo gastar a sua energia em algo que não traz absolutamente nada de bom?
Aprenda a rir da situação
Uma atitude positiva pode te fazer suportar quase tudo. Apesar de ser possível aprender a se segurar para não responder aos trolls, é quase impossível ignorá-los completamente — mesmo que você tome atitudes para destrollizar a sua internet. A melhor estratégia para manter a sua sanidade intacta é aprender a ter um senso de humor a respeito disso. Pode ser um pouco insensível te aconselhar a simplesmente ficar mais casca grossa, mas o fato é que funciona. Susannah Breslin, uma colaboradora da Forbes, disse uma vez: “se te baterem com frequência na cabeça, você para de sentir”. É bem verdade. Lembre-se que se você é trollado com uma frequência maior, isso significa que as pessoas estão te percebendo em uma posição de poder maior também. Alguma coisa certo você está fazendo.
Como responder, quando você responder
Eu recomendo que você não responda trolls nunca, em hipótese alguma, mas se você acabar fazendo isso, pode tentar evitar a discussão em si. Se você usar a bondade contra eles, vai confundi-los com maior facilidade. O desenvolvedor de software Shlomi Fish explica como, usando o exemplo de um troll que critica uma linguagem de programação em um fórum:
É bem simples:
1. Pergunte a ele o que ele quer dizer:
2. Concorde com ele (usando linguagem mais suave):
Isso fará o troll perder um pouco do gás e quem sabe até se identificar com você.
Alguns podem discordar deste método – eu pessoalmente acho que é melhor ignorar e pronto –, mas se você já estiver preso em um argumento com um deles, pode tentar essa estratégia de ser legal com ele, tal qual um Ursinho Carinhoso, para escapar.
Aprenda a diferenciar críticas construtivas de trollagens
Por último, é importante mencionar que, como eu disse antes, há alguns casos em que alguém pode ser grosseiro e te criticar fortemente, mas fazer isso não por maldade, apenas por falta de tato. Se você conseguir extrair algo de construtivo, ou argumentos válidos, daquele comentário pode valer a pena responder. Ser desagradável não é exatamente a mesma coisa que ser um troll (apesar de todo troll ser desagradável), então às vezes pode ser o caso de dar um voto de confiança para alguém antes de decidir ignorá-lo completamente. Ele pode estar apenas escolhendo as palavras erradas para te criticar construtivamente.
Isso exige um tanto de prática e condicionamento, mas o objetivo principal é simplesmente parar de se importar tanto com o que os outros pensam, especialmente aqueles que não têm nada de útil para oferecer. Se você tiver mais dicas para lidar com trolls, seja na internet ou na vida real, compartilhe com a gente nos comentários.

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/como-identificar-e-tratar-os-trolls-e-seus-parentes.html

Escolha de Rosa Weber como integrante do STF agrada a ministro oriundo da Justiça do Trabalho

07/11/2011 

Da Agência Brasil
Justiça
Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil


Brasília – O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse hoje (7) que a escolha da ministra Rosa Maria Weber para o Tribunal será um importante passo para fortalecer a Justiça do Trabalho. O ministro é o único integrante do STF que também veio dessa área. Ele começou a carreira como procurador do Trabalho e chegou ao Supremo em 1990, vindo do Tribunal Superior do Trabalho (TST), mesma corte de origem da nova ministra.


“É uma satisfação porque, em primeiro lugar, não serei eu o único oriundo da Justiça do Trabalho, o que é muito bom e fortalece a Justiça do Trabalho, que é responsável pela paz social no conflito entre trabalhador e empregador”, declarou Marco Aurélio, ao comentar a escolha. Ele também destacou o fato de a ministra ser juíza de carreira “com folha de bons serviços prestados”.


Marco Aurélio se disse aliviado com a escolha depois de três meses de espera – a antiga ocupante da vaga, ministra Ellen Gracie, se aposentou em agosto. “Quando há demora na escolha de um ministro, temos sobrecarga maior de processos. Cadeira vaga implica 10% a mais de processos para cada ministro”.


O ministro lamentou, no entanto, a possibilidade de a posse ficar só para 2012. Indicada pela presidenta Dilma Rousseff, Rosa Weber ainda será sabatinada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal. Ela só será nomeada pela presidenta depois de ter o nome ratificado em votação secreta pelo plenário da Casa.


O intervalo de tempo entre a indicação e a posse do integrante mais novo da Corte, Luiz Fux, foi de um mês. O STF entra em recesso em meados de dezembro e só volta aos trabalhos em fevereiro de 2012.


Edição: Lana Cristina

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Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-11-07/escolha-de-rosa-weber-como-integrante-do-stf-agrada-ministro-oriundo-da-justica-do-trabalho

VEREADORES: Cursinho para virar político

07.11.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 06.11.11
Por Juliana Cipriani

Material na internet ensina como chegar ao Legislativo. Imagem: GIL VICENTE/DP/D.A PRESS
Passar pelo crivo do eleitor e conseguir uma das mais de 50 mil cadeiras em câmaras municipais do país aparenta não ser tão difícil quanto se pensava. Pelo menos essa é a promessa de cursos online, DVDs, livros e manuais que ensinam como se eleger vereador. E já estão à venda. Passado o prazo para as filiações partidárias, as ofertas se multiplicam na internet como um investimento vantajoso. Para conseguir um emprego no Legislativo, com direito a salário que pode chegar a R$ 9,2 mil, funcionários e verba de gabinete à disposição, os interessados só precisam adquirir kits que variam do custo zero a quantias como R$ 100 ou R$ 599.

Os “especialistas” garantem: eleger um vereador é como vender um produto qualquer, só é preciso trabalhar a “matéria prima”. Autor dos 10 mandamentos para conseguir uma vaga no Legislativo, o professor Tadeu Comerlatto tem seu DVD à venda por R$ 95 em um portal de concursos. Além do vídeo de 58 minutos, o candidato ganha três cursos de brinde. No conteúdo programático estão incluídos temas como mapeamento do território eleitoral e a projeção de votos, execução de campanha, reeleição e evolução política. Se o interessado ainda não tiver certeza da participação no pleito, pode até se convencer lendo o capítulo “conheça o seu potencial”

Em outro site, “receita pronta para ganhar eleição; é só pegar e colocar em prática”, promete o responsável Eliseu Bayer, que dá ainda 12 motivos para aplicar as estratégias oferecidas. Ao adquirir o programa do candidato, o internauta recebe seis bônus “totalmente grátis”. Entre eles, sete segredos para cativar e influenciar eleitores, 10 princípios práticos para ser bem -sucedido na campanha e cinco dicas para falar bem em comícios. Por tempo indeterminado, o autor oferece mais três presentes que prometem ajudar quem ler a se tornar líder, adquirir autoconfiança e vencer a timidez. A promessa de sucesso é tanta que Bayer oferece teste gratuito e a devolução do dinheiro em caso de fracasso. O curso custa R$ 100.

Saiba mais

Os 10 mandamentos

O consultor Tadeu Comerlatto preparou um DVD com as dicas para uma pessoa conquistar uma vaga no Legislativo. Confira:

1.     Escolha bem o candidato a prefeito
2.     Prepare a plataforma eleitoral
3.     Faça um bom orçamento para a campanha
4.     Faça o mapeamento das forças políticas
5.     Faça o mapeamento dos território eleitoral
6.     Monte a estrutura organizacional da campanha
7.     Organize a propaganda eleitoral
8.     Deflagre a mobilização da campanha
9.     Otimize o tempo do candidato
10.     Conquiste e mantenha o voto

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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/11/06/politica8_0.asp

Dilma alisa e FHC morde. Até quando?

08.11.11
Do blog de Altamiro Borges, 07.11.11
Por Altamiro Borges

Um dia antes da queda do ministro Orlando Silva, alvo da cruel artilharia da mídia demotucana e dos ataques histéricos de líderes do PSDB e do DEM, Dilma Rousseff recebeu Fernando Henrique Cardoso para um jantar de gala em Brasília. Passados oito anos, foi a primeira vez que o ex-presidente voltou a desfilar no Palácio do Planalto. O grão-tucano parecia um pavão!

O gesto insólito, talvez orientado por algum marqueteiro ou pelas mentes pragmáticas e acovardadas do governo, foi justificado como mais um ato de “civilidade política”. Dilma parece insistir neste caminho perigoso, seja prestigiando seus algozes da Folha na festa de aniversário do jornalão ou dando entrevistas “intimas” ao Fantástico. Tudo é feito para “pacificar” as relações políticas.

Um “namorico” unilateral

Mas este “namorico”, como já ironizou o ex-presidente Lula, tem sido unilateral. Enquanto a presidenta alisa, a oposição morde! A mídia demotucana está alvoroçada. Segundo Eliane Cantanhêde, a colunista da “massa cheirosa” do PSDB, nunca a imprensa foi tão poderosa. Ela já derrubou seis ministros e a lista macabra dos jagunços midiáticos é grande e implacável. Carlos Lupi e Haddad que se cuidem! 

Já o ex-presidente FHC, maroto, recebe os afagos de Dilma, mas continua destilando o seu veneno. Ele é o principal estrategista da oposição. Finge-se de “civilizado”, mas é uma víbora. Neste domingo, em sua coluna no Estadão, ele voltou a mostrar seus dentes. No artigo intitulado “Corrupção e poder”, ele insistiu na tese de que as forças de esquerda são autoritárias e corruptas!

A radicalização do discurso udenista

Para o “ético” FHC, as recentes denúncias de corrupção repetiriam o trauma do chamado mensalão petista. “Naquele episódio, já estava presente a ideologia que santifica o Estado e faz de conta que não vê o desvio de dinheiro público, desde que seja para ajudar os partidos ‘populares’ a se manterem no poder”. Mimado por Dilma, ele ainda a apunha-la e acirra o discurso udenista:

“No mensalão desviavam-se recursos públicos e de empresas para pagar gastos eleitorais e para obter apoio de alguns políticos. Agora são os partidos que se aninham em ministérios e, mesmo fora das eleições, constroem redes de arrecadação por onde passam recursos públicos que abastecem suas caixas e os bolsos de alguns dirigentes, militantes e cúmplices”.

Tática pode causa baita indigestão

FHC, o mesmo que foi acusado por desviar dinheiro público para salvar banqueiros, por comprar a sua reeleição e por outros casos de corrupção, não vacila em decretar: “Antes o desvio de recursos roçava o poder, mas não era condição para o seu exercício... O que era episódico se tornou um ‘sistema’, o que era desvio individual se tornou prática aceita para garantir a ‘governabilidade’”.

E a presidenta Dilma ainda convida FHC para jantar. Até quando está tática marqueteira da falsa “civilidade” vai durar. Do ponto de vista pedagógico, ela deseduca a sociedade e confunde a militância. Do ponto de vista político, ela cria cizânia na base aliada e prepara o terreno para novos golpes da oposição demotucana e de sua mídia. Em síntese, esta tática causará uma baita indigestão.
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Chega ao fim projeto Mars500

07.11.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO,06.11.11
Por Max Milliano Melo


Eles não viram o florescer da Primavera Árabe, no Oriente Médio, não acompanharam o site WikiLeaks deixar governos globais de saia justa ou tampouco ficaram sabendo das mortes da estrela da música Amy Winehouse e do gênio da tecnologia Steve Jobs. Isso porque os seis voluntários de diversas nacionalidades estiveram com a mente em Marte. Não, eles não conseguiram viajar além da Lua e chegar ao Planeta Vermelho, mas participaram do projeto Mars500. Em terra firme, durante 520 dias, simularam uma viagem de ida e volta a Marte, com direito a “caminhada espacial” e comunicação dificultada.

Depois de tanto tempo de confinamento, a escotilha que isolava o grupo do resto do mundo foi aberta na sexta-feira, por volta das 7h30 (horário do Recife), em meio aos aplausos dos funcionários da Agência Espacial Europeia (ESA). “É ótimo ver todos vocês novamente”, disse o italiano Diego Urbina, um dos tripulantes. Seu colega francês, Romain Charles, completou: “Um ano e meio atrás, eu estava selecionado pela Agência Espacial Europeia para fazer parte da tripulação Mars500. Hoje, estou orgulhoso de provar que uma viagem humana ao Planeta Vermelho é viável”.

Memso sendo uma simulação, os voluntários trabalharam de verdade. Foram cerca de 100 experimentos, a maioria relacionada à vida em situações de isolamento — um dos principais objetivos do trabalho era verificar a viabilidade da vida humana em um período tão longo de afastamento da Terra.

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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/11/06/mundo1_0.asp

Filme 'Jesus era um comunista' gera controvérsia nos EUA

07.11.2011
Do blog TUDO EM CIMA, 05.11.11



O premiado ator Matthew Modine já participou de filmes de sucesso no cinema e de séries televisivas. No momento ele está envolvido nas gravações do novo filme sobre Batman. Entre uma filmagem e outra, ele produziu um curta-metragem de 15 minutos que mostra o filho de Deus como um líder socialista, oferecendo um argumento convincente em favor dos pobres.

Modine escolheu um título polêmico: “Jesus era um comunista”. Seu filme oferece uma discussão das mensagens do Novo Testamento no contexto da pobreza, da poluição e da agitação política.

Selecionado para participar de vários festivais de cinema em todo o mundo, a discussão que o veterano ator propõe já está chamando atenção. O movimento político direitista Tea Party tem usado a Bíblia como seu “cabo eleitoral e justificativa para mudanças na política”. Sites cristãos como o Truth Vanguard já fizeram pesadas críticas ao curta metragem.

O filme de Modine parece ter um endereço certo. Algumas semanas atrás, o movimento “Ocupar Wall Street” iniciou um debate sobre a relação entre os mais ricos e os mais pobres da sociedade. Rapidamente iniciativas similares se espalharam por vários lugares do mundo.

Vários meios de comunicação compraram a iniciativa com o início do Cristianismo, quando a igualdade entre todos os homens ajudou a desfazer a estrutura social do antigo Império Romano. Imediatamente líderes religiosos e teólogos começaram a debater o tema. Enquanto alguns apoiaram a ideia dizendo que Jesus estaria ao lado dos que ocuparam Wall Street, outros criticaram veementemente, afirmando que a revolução que Jesus queria nada tinha a ver com distribuição de renda.

Embora o filme não tenha sido exibido comercialmente, o site do filme traz a seguinte mensagem: “Sua revolução implicava em uma mudança dramática na forma como as pessoas pensavam. O pensamento progressista e liberal de Jesus se espalhou por todo o Império dominante. Sem exército e sem armas, Ele levou as pessoas a uma nova direção e uma forma mais humana de pensar, com sua filosofia de amor e perdão. Estas são as ideias defendidas neste exato momento pelos protestos em Nova York e por milhares de norte-americano através dos Estados Unidos”.

Falando sobre o curta, Modine explica: “Embora o título seja propositadamente provocativo, é importante às pessoas entenderem que o filme não é um ataque a Jesus ou à fé cristã e nem mesmo uma apologia ao comunismo. Trata-se de um filme com uma mensagem muito positiva, de responsabilidade e de esperança”.

Durante uma entrevista, no lançamento do filme semana passada, Modine foi mais longe: “O movimento Ocupar Wall Street não tem uma só voz, um líder. Essa é uma extraordinária demonstração de liberdade civil e de democracia. Mas acho que se houvesse um homem barbudo, de pés descalços falando sobre paz, liberdade, amor e virasse a mesa dos especuladores de Wall Street acabou ele seria crucificado pela mídia. O prefeito exigiria sua prisão. [Alguns meios de comunicação] iria incitar o ódio contra ele e declará-lo uma ameaça para o capitalismo”.

Vindo de uma família muito religiosa, o diretor explica porque os ensinamentos de Jesus o motivaram: “Estou preocupado com os eventos que ocorrem em todo o mundo. A população chegou aos 7 bilhões. Existe muita fome no mundo. Há escassez de água potável. A poluição ameaça o meio-ambiente. Vemos os dos resíduos nucleares. Mudanças climáticas em todo o mundo… Há tanta confusão, culpa e falta de responsabilidade no mundo de hoje. Muitas guerras e assassinatos usam como justificativa o nome de Deus. Não foi isso o que Jesus ensinou”

Confira um trailer do filme que curiosamente inicia com a declaração do teólogo brasileiro Dom Elder Câmara “Se eu dou comida aos pobres, eles me chamam de santo. Se eu pergunto por que os pobres não têm comida, eles me chamam de comunista”.

Mais informações sobre o filme no site www.jesuswasacommiefilm.com

Fonte: Notícias Gospel

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Fonte:http://tudo-em-cima.blogspot.com/2011/11/filme-jesus-era-um-comunista-gera.html

Em fala de menos de 5 minutos, Ministro diz que Eduardo é 'exemplo da boa política'

07.11.2011
Do BLOG DE JAMILDO, 07.11.11
Postado por Helder Lopes



No evento da assinatura da ordem de serviço das obras de dragagem do porto de suape, e comemoração dos 33 anos do complexo, o ministro dos portos, Leônidas Cristino, não poupou elogios ao governador do estado, Eduardo Campos. Para o ministro, Eduardo é um exemplo da "boa política brasileira":


"Falar é bom, investir é bom. Mas o que convence é o exemplo, o exemplo arrasta. E o governador Eduardo Campos é um exemplo da boa política brasileira. O senhor, governador, dá exemplo a nós todos brasileiros".


Além de Eduardo, Leônidas não deixou de elogiar e atribuir ao ex-presidente Lula, criador do ministério, os notórios avanços nos portos do Brasil.


"Nós sabemos que 95% das nossas riquezas (do Brasil) saem dos portos. Antes do governo Lula, os portos eram administrados por um departamento do ministério dos transportes, enquanto que Lula, vendo a importância que tinha essa estrutura para o desenvolvimento do país, criou uma secretaria específica, a nível de Ministério, para que a gente pudesse fazer os investimentos necessários para colocar o país num lugar importante entre os portos internacionais"


Para o ministro, o Brasil tem se preparado bem para suportar as novas demandas de estrutura portuária "resultantes do bom momento de desenvolvimento econômico que vive". 


Segundo Leônidas Cristino, depois do porto de Santos e do Rio de Janeiro, Suape é porto do Brasil que mais recebe investimentos federais, e disse ainda que as obras estruturadoras no porto de Suape são fundamentais para a consolidação do desenvolvimento nacional.


"A cada mês, a cada ano, este porto (Suape) se torna mais importante para o país", finalizou.
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Fonte:http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/11/07/em_fala_de_menos_de_5_minutos_ministro_diz_que_eduardo_e_exemplo_da_boa_politica_118163.php

Porto do Recife inicia obras para receber turistas para Copa

07.11.2011
Do BLOG DA FOLHA
Postado por Valdecarlos Alves 



Receber o turista que chega pelo mar num verdadeiro complexo que reúne serviços, cultura, agilidade e segurança no mesmo padrão dos grandes aeroportos mundiais. Esse será o papel do Terminal Marítimo de Passageiros (TMP) do Porto do Recife, que teve nesta segunda-feira (7) o início das obras de requalificação. Outros seis portos brasileiros também passarão por requalificação para atender à demanda da Copa de 2014.

Com a presença do governador Eduardo Campos e do ministro dos Portos, Leônidas Cristino, a solenidade ocorreu no armazém 7. O custo total do projeto é de R$ 25, 7 milhões, sendo R$ 21,8 milhões através do convênio com o governo federal. A previsão de término é fevereiro de 2013 - dez meses antes do prazo máximo estipulado pela União.

“A presidenta determinou investimentos em sete terminais (Amazonas, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo) que precisam estar prontos em dezembro de 2013. E o Porto do Recife nos dá esse presente de sair na frente dos outros. Isso demonstra a importância que o Governo de Pernambuco está dando ao projeto da Copa do Mundo”’, elogiou o ministro.

Atualmente, todos os serviços de embarque e desembarque de passageiros são feitos no Armazém 7. Para manter o porto operando durante as intervenções, foi elaborado um plano de trabalho que estabelece primeiramente a construção do novo prédio da Sala Pernambuco. Numa área de 900 m2 divida em três pavimentos, a Sala Pernambuco ofertará vagas de estacionamento coberto para 30 carros na área térrea.

Já no primeiro andar do espaço, os passageiros poderão realizar procedimentos de check-in e, ao mesmo tempo, conhecer a cultura pernambucana num espaço reservado a exposições culturais. “Queremos receber bem os nossos passageiros, para que o nosso estado fique na lembrança dessas pessoas não só pelos lances bonitos do futebol, mas pelo seu acervo cultural e um lugar de uma gente trabalhadora”, ressaltou Eduardo.

O pavimento superior do prédio ainda abrigará as instâncias dos órgãos de fiscalização e segurança, a exemplo da Polícia Federal, Anvisa, Receita Federal, além da administração local. É também no último andar que se dará o acesso ao armazém 07, por meio de uma passarela suspensa. Já o antigo armazém de cargas de número 7 passará por uma grande reforma, passando a funcionar como espaço de lazer e de serviços em gerais, com praça de alimentação e lojas. A sala de embarque e desembarque com esteira rotativa vai permanecer no local.

O Porto do Recife ainda será reformado e terá ampliado 500 metros de cais, para aumentar de um para três a capacidade de acomodação de navios transatlânticos. Com isso, a oferta de leitos na cidade durante a Copa poderá subir em cerca de 10 mil leitos. O investimento de 60 milhões é uma parceria dos governos estadual e federal.

Secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio lembrou dos esforços feitos nos últimos cinco anos para que o Porto pudesse retomar sua operação. “Temos trabalhado para devolver a força que ele já teve em outros momentos. E esse ato contribui para isso, quando somos o primeiro porto a nos adequar, fincado pronto, Inclusive, para a Copa das Confederações”, comemorou.

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Fonte:http://www.blogdafolha.com.br/index.php/materias/26737-porto-do-recife-inicia-obras-para-receber-turistas-para-copa

MÍDIA DESRESPEITOSA: Quantos adjetivos a mídia demotucana criou para se referir a esse homem do povo?

07.11.2011
Do blog OS OLHOS DO SERTÃO, 04.11.11


Nessa imagem mais importante do que o olhar do Lula, que não vemos, são os olhares do povo. Quem consegue fazer o povo sonhar dessa forma? 

Olhe o rosto de cada pessoa que está olhando e acenando para o Lula. Alguns falam com os olhos, outros com os seus sorrisos. 

Percebe-se uma relação de admiração, de amor entre Lula e seu povo. Não é uma relação de adoração, como prega a midia, como se Lula fosse um "D. Sebastião" do sertão, um ou populista como essa mesma mídia tem propagado. 

É uma relação de respeito e principalmente de afeto, onde a essencialidade humana está estampada no rosto desse povo brasileiro. 

Bem, o líder faz o povo brasileiro sonhar com todas as pontencialidades e oportunidades que esse país oferece aos seus cidadão.

No entanto, a mídia vende um pais de fracassos através de suas lentes negativas, de seus colonistas e jornalistas vendidos como William Waak, Fernando Rodrigues, Diogo Manaid, Reinaldo Azevedo, Boris Casoy, mas  o povo sente no seu seu que o Brasil encontro o sue caminho de desenvolvimento e prosperidade. 

Que Deus nos abençoe sempre e nos livre desses fariseus. 

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Fonte:http://olhosdosertao.blogspot.com/2011/11/quantos-adjetivos-midia-demotucana.html

ELITE ANTINACIONAL: Cidadão honrado alerta contra copa do mundo no Brasil

07.11.2011
Do blog do PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO, 06.11.11
Postado por 


Amigos da comunidade Hariovaldiana, protegida por São Serapião.

Surge um patriota na teia mundial.

Um bom filho da pátria cumpre seu dever cívico de cidadão do círculo dos homens bons e adverte estrangeiros para os enormes perigos e a total impossibilidade de uma copa do mundo em 2014 nestes tristes trópicos governado pelos cleptos-marxistas do Partido Búlgaro.

Muito antes dessa campanha do honrado e tenaz filho da pátria, o professor-doutor Hariovaldo, PhD., como clarividente que é, antevendo essa problemática sem solução, já havia proposto a transferência desse torneio tão ao gosto do populacho, mas que pode gerar bons lucros aos homens de bens, para Honduras, país conhecido por sua moderna e eficiente infraestrutura, agora governado por gente de bem e benz, depois da derribada do comuno-populista Zelaya.

Como podem os búlgaros, os lullistas, os populistas, os diferenciados, querer fazer competições internacionais??

Quem eles pensam que são?

Sabemos há muito que o Brasil não está preparado para isso, basta verificar o estado de nossos aeroportos e de nossas estradas, excetuando as estradas suíças do estado bandeirante é lógico.

Eles querem nos fazer passar vergonha junto aos estrangeiros, o que vão pensar de nós quando pedirem informações nas ruas em alemão, francês ou inglês ao populacho analfabeto?  O que vão pensar de nós???

Alvíssaras irmãos e proteção dos santos a nossa causa justa!
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Fonte:http://www.hariovaldo.com.br/site/2011/11/06/grande-filho-da-patria-faz-campanha-na-web-para-boicote-da-copa-de-2014-no-brasil-por-estrangeiros/

A derrota norte-americana no Iraque

07.11.2011
Do blog ESQUERDOPATA, 06.11.11



Amargo regresso dos EUA 
Outras Palavras
Por Immanuel Wallerstein
Tradução: Daniela Frabasile
Agora é oficial. Todas as tropas norte-americanas — com uniforme dos Estados Unidos — serão retiradas do Iraque em 31 de dezembro de 2011. Podemos interpretar essa decisão de duas maneiras. Uma delas segue a visão do presidente Barack Obama: é o cumprimento de uma promessa eleitoral feita em 2008. A segunda é a interpretação dos candidatos republicanos à Presidência. Eles condenaram Obama por não ter feito o que dizem que o Exército dos Estados Unidos queria, que é manter alguns soldados depois de 31 de dezembro para treinar o exército iraquiano. De acordo com Mitt Romney, a decisão de Obama é “o resultado de um cálculo político ou simplesmente inaptidão nas negociações com o governo iraquiano”.

As duas explicações não têm sentido, e são meras justificativas para os eleitores. Obama tentou ao máximo — e em total conjunção com os comandantes do exército e com o Pentágono — manter as tropas norte-americanas depois de 31 de dezembro. Mas falhou, não pela inaptidão, mas porque os líderes políticos do Iraque forçaram os Estados Unidos a sair. A retirada marca o final da derrota americana, que pode ser comparada à derrota dos Estados Unidos no Vietnã.

O que realmente aconteceu? Nos últimos dezoito meses, as autoridades de Washington realmente tentaram negociar um acordo com os iraquianos. Esse acordo iria se sobrepor ao termo assinado pelo presidente George W. Bush, que se comprometia com a retirada total das tropas em 31 de dezembro de 2011. Eles falharam — e não é que não tenham se esforçado.

No Iraque, os grupos mais favoráveis aos Estados Unidos são os grupos sunitas liderados por Ayad Allawi, um homem com relações notoriamente próximas à CIA, e o partido de Jalal Talebani, o presidente curdo do Iraque. Os dois homens disseram — relutantes, sem dúvida — que seria melhor as tropas americanas deixarem o país.

O líder iraquiano que se trabalhou duro para chegar a um acordo que mantivesse as tropas norte-americanas foi o primeiro-ministro Nouri al-Malaki. Obviamente, ele acreditava que a pouca habilidade do exército iraquiano em manter a ordem levaria o país a novas eleições, nas quais sua posição política estaria muito enfraquecida e ele, provavelmente, colheria maus resultados nas urnas. Enfim, deixaria de ser primeiro-ministro.

Os Estados Unidos fizeram concessão atrás de concessão, reduzindo constantemente o número de soldados que manteriam no Iraque. No fim das contas, o ponto de atrito foi a insistência do Pentágono em garantir a imunidade jurídica dos soldados americanos (e dos mercenários), liberado-os da acusação de qualquer crime que cometessem no país. Maliki estava pronto para concordar com isso, mas ninguém mais estava. Os sadristas chegaram a dizer que iriam retirar seu apoio ao governo, se Maliki aceitasse as condições de Washington. Sem os votos dos sadristas, Maliki não obteve a maioria necessária no parlamento.

Então, quem ganhou? A retirada foi a vitória do nacionalismo iraquiano. E a pessoa que veio para encarnar o nacionalismo iraquiano é Muqtada al-Sadr. É verdade que al-Sadr lidera um movimento xiita que sempre foi violentamente contrário ao partido de Saddam Hussein, o Baath — o que, para seus seguidores, costuma significar ser contra muçulmanos sunitas. Mas al-Sadr afastou-se de sua posição inicial, para converter a si próprio e a seu movimento nos grandes defensores da retirada dos Estados Unidos. Ele estendeu uma mão para líderes sunitas e líderes curdos na esperança de criar uma frente nacionalista pan-iraquiana, centrada na restauração total da autonomia do Iraque. Foi ele quem ganhou.

É certo que al-Sadr — assim como Maliki e outros políticos xiitas — passou uma grande parte de sua vida exilado no Irã. Sua vitória seria o triunfo do Irã? Sem dúvida, Teerã ampliou sua credibilidade no Iraque. Mas seria um erro analítico enorme acreditar que o Irã substituiu o domínio dos Estados Unidos sobre o cenário político iraquiano.

Existem tensões fundamentais entre os xiitas iranianos e os xiitas iraquianos. Por um lado, os iraquianos sempre consideraram o Iraque — e não o Irã — como centro espiritual do mundo xiita. É verdade que, nos últimos 50 anos, as transformações no cenário geopolítico permitiram que os aiatolás do Irã parecessem dominar o universo do xiísmo. Mas isso é parecido com o que aconteceu na relação entre os Estados Unidos e a Europa Ocidental depois de 1945. A força geopolítica dos Estados Unidos provocou um deslocamento na relação cultural entre dois lados do Atlântico. A Europa Ocidental teve que aceitar o novo domínio dos Estados Unidos — mas nunca gostou disso. E agora tenta retomar a hegemonia cultural. O mesmo acontece com o Irã e o Iraque. Nos últimos 50 anos, os xiitas iraquianos tiveram que aceitar o domínio cultural do vizinho, mas nunca gostaram disso. E agora irão trabalhar para retomar o predomínio cultural.

Apesar das declarações públicas, tanto Barack Obama quanto os republicanos sabem que os Estados Unidos foram derrotados. Os únicos norte-americanos que não acreditam nisso encontram-se entre o pequeno grupo marginal de esquerda que de algum modo não pode aceitar que os Estados Unidos não são capazes de ganhar sempre, em todos os lugares. Esse pequeno grupo, atualmente em declínio, está tão obcecado em denunciar os Estados Unidos que não tolera o fato de que o país está em sério declínio.

Para esse grupo marginal, nada mudou. Agora, o representante dos interesses dos Estados Unidos no Iraque não é mais o Pentágono, e sim o Departamento de Estado, que está fazendo duas coisas: deslocando mais fuzileiros para providenciar segurança à Embaixada dos Estados Unidos e contratando especialistas para treinar as forças policiais iraquianas. Mas levar mais soldados é um sinal de fraqueza, não de força. Significa que até mesmo a bem guardada embaixada norte-americana não está suficientemente segura dos ataques. Pela mesmíssima razão, os Estados Unidos cancelaram os planos de abrir mais consulados no país.

Quanto aos especialistas, estamos falando em aproximadamente 115 conselheiros policiais que precisam ser “protegidos” por milhares de seguranças privados. Eu garantiria que os conselheiros policiais serão muito cautelosos ao sair do território da embaixada — e que isso irá dificultar a contratação de seguranças privados em número suficiente, dado que não terão mais imunidade jurídica.

Ninguém deve se surpreender se, depois das próximas eleições no Iraque, o primeiro ministro for Muqtada al-Sadr. Nem os Estados Unidos nem o Irã vão gostar.

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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com/2011/11/derrota-norte-americana-no-iraque.html