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sábado, 29 de outubro de 2011

WikiLeaks aponta Wiliam Waack como informante do governo dos EUA patrocinado pela CIA

29.10.2011
Do CORREIO DO BRASIL, 
Por  Redação - de São Paulo



Waak
William Waak, segundo documentos vazados no WikiLeaks, recebe dinheiro da CIA para alinhar o noticiário aos interesses norte-americanos no Brasil
O repórter William Waack, daRede Globo de Televisão, foi apontado como informante do governo norte-americano, segundo post do blog Brasil que Vai – que citou documentos sigilosos trazidos a público pelo site WikiLeakspouco menos de dois meses. De acordo com o texto, Waack foi indicado por membros do governo dos EUA para “sustentar posições na mídia brasileira afinadas com as grandes linhas da política externa americana”.
Por essa razão, ainda segundo o texto, é que se sentiu à vontade para protagonizar insólitos episódios na programação que conduz, nos quais não faltaram sequer palavrões dirigidos a autoridades do governo brasileiro.
post informa ainda que a política externa brasileira tem “novas orientações” que “não mais se coadunam nem com os interesses norte-americanos, que se preocupam com o cosmopolitismo nacional, nem com os do Estado de Israel, influente no ‘stablishment’ norte- americano”. Por isso, o Departamento de Estado dos EUA “buscou fincar estacas nos meios de comunicação especializados em política internacional do Brasil” – no que seria um caso de “infiltração da CIA (a agência norte-americana de inteligência) nas instituições do país”.
O post do blog afirma ainda que os documentos divulgados pelo Wikileaksde encontros regulares de Waack com o embaixador do EUA no Brasil e com autoridades do Departamento de Estado e da Embaixada de Israel “mostram que sua atuação atende a outro comando que não aquele instalado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro”.

As mais acessadas do CdB

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Fonte:http://correiodobrasil.com.br/wikileaks-aponta-wiliam-waack-como-informante-do-governo-dos-eua/319793/

Ator José de Abreu, amigo de Lula, fala sobre descoberta de tumor na laringe do ex-presidente

29.10.2011
Do BLOG DO SARAIVA
Postado por Saraiva 



Lula levou Dona Mariza ao hospital e aproveitou para fazer um check-up, quando descobriu o tumor, contou o ator.

O ator e militante político José de Abreu foi um dos primeiros amigos do ex-presidente Lula a se manifestar sobre a descoberta de um possível câncer de laringe em Lula. Segundo Abreu publicou no Twitter, a descoberta do nódulo foi por acaso, durante um exame de rotina.

- Ainda não se sabe se é cancer. Foi levar D Mariza ontem [28] pra ver uma dor de cabeça e o médico aproveitou pra fazer um check-up.

Na sequência, o ator publicou novos posts:

- Descobriu um nódulo na região da laringe e resolveu tirar um pedaço para fazer biópsia. Estão fazendo. Descoberto sem manifestação, ótimo!

- Lula já saiu da sala de cirurgia, está subindo pro quarto. O bom foi ter descoberto - seja o que for - sem manifestação, em exame de rotina.

- Tranquilidade, vamos esperar o resultado da biópsia. De qq forma, a melhor vitória é ter descoberto antes de qquer manifestação...

O ator também contou como Lula foi parar no hospital e descobriu o tumor:

- Olha o destino: Dona Mariza tem uma dor de cabeça que não passa e Lula a leva ao hospital; como tinha que esperar os exames o médico resolveu aproveitar a presença do Lula lá e fazer um check-up! Sorte danada. Descobrir sem querer é um privilégio para poucos..

Do R7 Notícias.

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Fonte:http://saraiva13.blogspot.com/2011/10/ator-jose-de-abreu-amigo-de-lula-fala.html

A pedra no calo de Aécio Neves

29.10.2011
Do blog CONTEXTOLIVRE



Blog do jornalista Lucas Figueiredo compra briga com o todo poderoso senador e ex-governador mineiro, e sente na pele o poder da contraofensiva aecista na web; diz o repórter premiado que "em Minas Gerais, é proibido falar de Aécio"
Mal acostumado com a passividade da imprensa mineira, o senador Aécio Neves parece enfim ter encontrado um repórter com o qual se incomodar. A pedra no sapato do senador se chama Lucas Figueiredo, e o jornalista mineiro já vem recebendo, via internet, o troco das críticas que tem publicado contra Aécio em seu blog. Na verdade, o domínio http://lfigueiredo.wordpress.com sofre o que o jornalista gosta de chamar de “forte ataque da guerrilha pró-Aécio Neves na web”.
Jornalista premiado, com passagem pelos principais veículos de imprensa do país, além de autor de livros igualmente bem-sucedidos, Figueiredo resolveu noticiar, de forma crítica, a posição do senador e ex-governador mineiro na votação que define a distribuição dos royalties do pré-sal. Para o jornalista, o tucano Aécio Neves teria defendido os interesses do Rio de Janeiro em detrimento dos interesses de Minas Gerais.
A polêmica se explica: ao dizer que Aécio atuou como “quarto senador fluminense” na questão dos royalties do petróleo, Figueiredo incomodou o ex-governador e político mais popular de Minas por várias razões. A primeira é que há, na imprensa do estado, um quase pacto de silêncio, ou mesmo apoio, em relação a quase tudo que Aécio diz ou faz. A segunda é que as críticas trazem de volta um temor que existia pelo menos desde a campanha eleitoral do ano passado: a de que Aécio não conseguiria, como parlamentar, o mesmo destaque e a quase unanimidade que obteve no executivo mineiro. Por fim, até as fontes que enfeitam a Praça da Liberdade (antiga residência de Aécio quando governador) sabem da sua admiração pelo Rio, para onde viaja frequentemente, sobretudo nos fins de semana – só que os aecistas nem de longe gostam de ouvir falar nisso.
Sobre a votação dos royalties do pré-sal, por sinal, o jornalista Ancelmo Góis voltou a chamar o senador mineiro de “menino do Rio”, em uma notinha na famosa coluna que assina n’O Globo. Em pronunciamento um mês antes da votação dos royalties (veja video abaixo), Aécio afirma na tribuna do Senado: “Não se pode pensar em alterar as regras de distribuição dos royalties promovendo a retirada de recursos de estados e municípios produtores (…)”
Para azar do senador, uma reportagem do jornal Estado de Minas, publicada apenas dois dias depois da votação, diz que o projeto aprovado 19 de outubro fará com que, já no próximo ano, “a fatia de Minas nos recursos do pré-sal seja aumentada de R$ 91,5 milhões para R$ 757 milhões” – um acréscimo de 726%.
Pouco tempo depois da publicação dos primeiros posts, o blog de Lucas Figueiredo começou a receber alguns comentários “inusitados”, como o jornalista diz em tom de brincadeira. Em um dos posts, Lucas tenta identificar internautas que, anonimamente, fizeram comentários críticos ao blog e favoráveis a Aécio. “Percebi ali um esquema organizado nas redes sociais e blogs para conter qualquer crítica”, diz Figueiredo, em entrevista ao Brasil 247.
Nascido em Belo Horizonte há 43 anos, ele trabalhou em jornais como Folha de S. Paulo, Estado de Minas, O Estado de São Paulo e Correio Braziliense, além de ter feito colaborações em revistas como a Rolling Stone, Playboy e Superinteressante, entre outras. Ganhou três vezes o Prêmio Esso, o mais importante do jornalismo brasileiro. Publicou também livros com relativo sucesso – para os padrões brasileiros –, como Morcegos Negros, Ministério do Silêncio e Olho por Olho, pelo qual conquistou o segundo lugar no Prêmio Jabuti, o principal da literatura nacional.
As críticas ao jornalista centram-se em dois pilares: um é de que ele seria um antiaecista convicto e que, por isso, suas posições jornalísticas a respeito deveriam ser recebidas com mais ceticismo. O outro pilar, derivado do primeiro, lembra que Lucas Figueiredo trabalhou na campanha do candidato derrotado ao governo mineiro no ano passado, o ex-ministro e ex-senador Hélio Costa (PMDB) – o vencedor do pleito, como se sabe, foi o ex-vice de Aécio, Antonio Anastasia, que saiu do traço nas pesquisas e, sobretudo graças ao apoio aecista, ganhou no primeiro turno.
Ao 247, o jornalista respondeu às duas críticas: “Em primeiro lugar, trabalhei, sim, alguns meses, como coordenador de imprensa, na campanha do Hélio Costa. E daí? E minhas décadas de jornalismo trabalhando em outros veículos?”. Sobre ser antiaecista, Lucas Figueiredo foi mais enfático: “Não sou, não quero e não serei, até porque tenho outras preocupações no momento”, afirma o jornalista, que está escrevendo um novo livro para a Editora Record. “Escrevo sobre o Sarney, critico a Dilma, o Lula, o FHC, o PCdoB, os tucanos e o PT”, continua Figueiredo. “E ninguém me acusa disso ou aquilo. Sobre o Aécio, ao menos aqui em Minas, parece que é proibido falar.”
Heberth Xavier
No Brasil 247

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Fonte:http://contextolivre.blogspot.com/2011/10/pedra-no-calo-de-aecio.html

Documentário mostra palestinos e israelenses lutando juntos (e vencendo)

29.10.2011
Do blog de Rodrigo Vianna,28.10.11
Por Por Juliana Sada


BRUDUS: 



Na Cisjordânia está o pequeno povoado palestino de Brudus. Com apenas 1.400 habitantes, que têm na terra e nas oliveiras a sua sobrevivência, a vila ganhou destaque em 2003 e virou exemplo de resistência e solidariedade.
Brudus estava na rota do muro que o governo israelense constrói para separar Israel da Palestina, a  obra invadiria território palestino e os habitantes de Brudus perderiam cerca de seis acres (em torno de 24 km²) e três mil oliveiras.

A população do vilarejo se organizou e resistiu. Foram dez meses e 55 manifestações pacíficas até o governo israelense recuar e mudar o trajeto do muro. Mas o mobilização não foi simples. A população teve que trabalhar em conjunto superando divisões e preconceitos. 

Membros de grupos rivais se uniram. Mulheres participaram das manifestações e foram fundamentais na mobilização, muitas vezes tomando a frente do conflito. Além disso, esses protestos foram pioneiros em unir palestinos e israelenses em manifestações conjuntas.

Essa é a história retratada pelo documentário Brudus, dirigido por Julia Bacha, que é lançado este mês no Brasil. No entanto, não é só isso. Brudus conta a história do líder local que organizou a resistência dos aldeões e se esforçou para unir membros do Fatah e Hamas nos protestos. Mostra um pouco da vida da jovem que sonha em estudar medicina enquanto lida com seus medos e luta pelo povoado, e se orgulha de ter protegido as oliveiras da escavadeira. Conta como se sente uma jovem militar israelense ao se ver na situação de confronto e, de alguma maneira, se identificar com as palestinas. E expõe como ativistas israelenses de esquerda decidiram lutar ombro a ombro junto com palestinos, no que chamam de “co resistência”.





O documentário consegue mostrar a beleza e leveza que se manifestam mesmo em situações de conflito como essa. Apesar do pano de fundo, são histórias com as quais é possível se identificar e, por isso, se envolver e se emocionar. Julia Bacha conta que é este o objetivo do documentário: sensibilizar através de uma narrativa, fazendo com
A diretora Julia Bacha: "buscamos criar visibilidade para as ações pacíficas que ocorrem" (Foto: Rodrigo Valente)
que se absorva novas informações, mesmo que contraditórias à uma visão já sedimentada. A diretora ressalta a importância de divulgar as ações não violentas, apresentando uma versão distinta da predominante na mídia. É para “cobrir esta lacuna” dos meios de comunicação que trabalha a organização Just Vision, que é a realizadora do documentário e da
qual faz parte Julia.

A primeira exibição de Brudus foi na própria vila e contou com a presença de metade da população. Julia conta que houve muito festejo e que foi a sessão que teve maior dificuldade em conversar com o público, por estar emocionada. Desde então, o documentário passou por diversos festivais de cinema e canais de televisão. Neste mês é lançado no Brasil pela Copacabana Filmes e tem sua última sessão hoje (28) em São Paulo às 18h, na Casa Jaya (Rua Capote Valente, 305, Pinheiros).








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Fonte:http://www.rodrigovianna.com.br/vasto-mundo/documentario-mostra-palestinos-e-israelenses-lutando-juntos-e-vencendo.html

MENSALÃO TUCANO: GERALDO ALCKMIN ADIA DIVULGAÇÃO DE DADOS SOBRE AS EMENDAS PARLAMENTARES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO

29.10.2011
Do blog NINHO DA VESPA



Geraldinho Trambiqueiro garantiu que até o início desta semana seriam publicadas as informações referentes ao ano passado, mas MENTIU OUTRA VEZ

Depois de a base do governo enterrar as investigações do Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo, agora é o próprio governo que tenta esfriar o caso da venda de emendas parlamentares ao protelar a divulgação, na internet, dos dados referentes às indicações feitas pelos deputados entre 2007 e 2010.
Na terça-feira da semana passada, o secretário-chefe da Casa Civil, Sidney Beraldo (PSDB), assegurou que até o início desta semana o governo publicaria, pelo menos, as emendas relativas ao ano passado. "Penso que, em mais uma semana, no máximo, nós vamos disponibilizar isso. (As de) 2010 pelo menos eu garanto que poderemos ter em mãos", afirmou no dia 18.
Antes disso, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), pressionado pela bancada de seu próprio partido, que havia enviado um ofício à Casa Civil exigindo que a secretaria divulgasse as emendas tucanas desde 2007, sustentou, em 12 de outubro, que o governo publicaria todas as indicações já feitas no Estado.
 Até agora, no entanto, nenhuma emenda paga de 2010 para trás foi divulgada. Trinta e seis dias depois de o Estado ter publicado a acusação do deputado Roque Barbiere (PTB) de que cerca de 30% dos colegas de Assembleia vendiam emendas, tudo o que o governo tornou público são os restos a pagar de 2010 e as emendas pagas em 2011 - 11% do valor total que o governo reservou nos dois anos somados para o pagamento das indicações.
Questionada, a Casa Civil não quis informar o novo prazo para a divulgação dos dados. Limitou-se a dizer que "os convênios firmados pelo governo de São Paulo entre 2007 e 2010, oriundos de indicação parlamentar, serão divulgados de forma conjunta no site da Secretaria da Fazenda".
Desorganização. O deputado Ênio Tatto, líder do PT na Assembleia, sustentou que a demora se deve a problemas na base do governo e à desorganização da Casa Civil. "Gerou muito problema a divulgação da primeira lista, por causa dos privilégios a alguns partidos", disse. "E também a Casa Civil não tem controle disso"

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Fonte:http://ninhodavespa.blogspot.com/2011/10/geraldo-alckmin-adia-divulgacao-de.html

Fátima Mello: Sobre o perigo de demonizar as ONGs

29.10.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha, 28.10.11
Por Fátima Mello, sugestão de Igor Felippe


O joio e o trigo no mundo das ONGs


As recentes notícias sobre desvios de recursos públicos envolvendo ONGs convidam a opinião pública a conhecer melhor estas organizações e suas motivações.  Entre as mais de 300 mil ONGs existentes no país existem algumas que foram criadas para servir a interesses particulares e que se beneficiam da ausência de um claro marco regulatório que balize a atuação das ONGs para agirem a serviço de interesses privados. O guarda-chuva difuso do termo não-governamental abriga interesses diversos e muitas vezes contraditórios e opostos. Tudo que não é governo nem empresa pode ser uma ONG.  Assim como no mundo empresarial e governamental também no mundo das ONGs existem perfis e interesses heterogêneos.
As denúncias de corrupção e malfeitos de algumas delas, no entanto, não devem ofuscar o valioso papel que a atuação de grande parte das ONGs brasileiras exerce na defesa do interesse público e da cidadania.  Enquanto as denúncias de desvios no Ministério dos Esportes têm sido usadas para acusar e condenar todas as ONGs à guilhotina, o mundo das ONGs ligado a defesa da democracia, dos direitos humanos e da justiça social e ambiental está em festa, comemorando o aniversário de 50 anos da FASE – Solidariedade e Educação. 
Eis uma ONG que junto com centenas de outras ONGs parceiras têm construído a história da luta por políticas públicas que universalizem direitos e cidadania no país. Há anos este conjunto de organizações tem insistido na necessidade de criação de um marco regulatório para a atuação das ONGs visando a transparência e o controle público.
A FASE e seus parceiros têm orgulho de serem ONGs que ao longo das últimas décadas atuaram para fortalecer o tecido social através da formação de um sem-número de grupos de agricultura agroecológica, de mulheres, jovens, quilombolas, pescadores, agroextrativistas, grupos urbanos em defesa da moradia, saneamento ambiental, cultura e arte, democratização da informação e educação para a cidadania.  Este tecido organizativo é responsável por conquistas memoráveis, como a contribuição decisiva que as ONGs deste campo deram às lutas pelo fim da ditadura e redemocratização, pelo rico processo de mobilização social que resultou na Constituição de 1988, e pelos árduos esforços até hoje em curso pela desprivatização do Estado e constituição de políticas públicas que universalizem direitos e reduzam desigualdades sociais.  
As experiências que estas ONGs realizam em todos os cantos do país têm servido de referência para a elaboração de programas e políticas inovadores em diversos setores, como foi o caso do Orçamento Participativo, das lutas da agricultura familiar e camponesa que deram origem ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), às lutas das populações tradicionais e organizações da Amazônia que deram origem a um novo ciclo de políticas sócio-ambientais, e às lutas pelo bem comum e em defesa de nossas florestas onde as ONGs buscam defender o Código Florestal dos ataques dos ruralistas.
Memorável também tem sido a atuação das ONGs brasileiras nos temas de política internacional. O Brasil deve creditar às suas ONGs a realização do histórico Fórum Global no Aterro do Flamengo durante a Eco92, que se repetirá no ano que vem por ocasião da Rio+20. Nossas ONGs e parceiros nos movimentos sociais criaram o Fórum Social Mundial que teve o mérito de quebrar a hegemonia do neoliberalismo e de inaugurar um novo ciclo político na América Latina.  Nossas ONGs pressionaram e conquistaram o direito de serem consultadas nas negociações internacionais do Brasil sobre mudanças climáticas, comércio e integração regional, algo que historicamente foi monopólio do grande empresariado.
Ao incluírem na disputa por políticas públicas nacionais e internacionais os interesses dos que sempre foram excluídos, nossas ONGs contribuem decisivamente para a democratização do Estado brasileiro.  Por isso o Brasil precisa de suas ONGs.
Fátima Mello é do Núcleo Justiça Ambiental e Direitos da FASE
Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/fatima-mello-sobre-o-perigo-de-demonizar-as-ongs.html

Governo reduz Cide da gasolina e do óleo diesel para evitar elevação de preços

29.10.2011
Da Agência Brasil,28.10.11
Por Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A partir de terça-feira (1º), a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) incidente sobre a gasolina e o óleo diesel será reduzida por sete meses, anunciou há pouco o Ministério da Fazenda. O objetivo é impedir que as flutuações da cotação internacional do petróleo tenham impacto no preço dos combustíveis cobrados nos postos.
De 1º de novembro de 2011 até 30 de junho de 2012, as alíquotas da gasolina passarão de R$ 0,192 por litro para R$ 0,091 por litro, redução de 52,6%. Para o óleo diesel, o tributo cairá de R$ 0,07 para R$ 0,047 por litro, queda de 32,8%. O decreto da presidenta Dilma Rousseff com a desoneração será publicado na próxima segunda (31) no Diário Oficial da União.
De acordo com a Fazenda, ao diminuir o peso dos tributos sobre os combustíveis, a equipe econômica está mitigando os efeitos da variação do petróleo cumpre o objetivo de estabilizar o preço dos combustíveis no mercado interno. “O governo está neutralizando a elevação dos custos desses produtos, mantendo o preço ao consumidor inalterado”, destacou o ministério em nota.
Com a diminuição da Cide, o governo deixará de arrecadar R$ 2,051 bilhões – R$ 282 milhões em 2011 e R$ 1,769 bilhão em 2012.
É a segunda vez em 30 dias que o governo reduz a Cide. No fim de setembro, o tributo sobre a gasolina teve a alíquota diminuída em R$ 0,04. Na ocasião, o governo também diminuiu de 25% para 20% a mistura de álcool anidro na gasolina, e a Cide foi ajustada para evitar que o preço subisse para os consumidores.
Cerca de uma hora depois do anúncio da redução da Cide, a Petrobras divulgou, em comunicado, a elevação em 10% do preço da gasolina e, em 2%, o preço do óleo diesel nas refinarias. O reajuste garante à empresa um aumento de caixa, mas a desoneração evita a alta no valor final do combustível para o consumidor. Mais cedo, o diretor de Abastecimento da companhia, Paulo Roberto Costa, havia negado que a empresa tivesse sugerido a diminuição da Cide ao Ministério da Fazenda.
Edição: Aécio Amado

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Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-10-28/governo-reduz-cide-da-gasolina-e-do-oleo-diesel-para-evitar-elevacao-de-precos