sábado, 22 de outubro de 2011

Refúgio de Canalhas

22.10.2011
Do blog CONTEXTOLIVRE, 21.10.11
Por Theófilo Silva é articulista colaborador da Rádio do Moreno.

“Quem é Charles Augustus Milverton, Holmes? O maior canalha de Londres, Watson”, responde Sherlock Holmes. O maior detetive de todos os tempos não economizou no adjetivo ao qualificar o sujeito, cuja ocupação era achacar pessoas honradas.
Chamo também de canalhas, aqueles que maculam a honra alheia plantando mentiras em veículos de comunicação. A pistolagem moderna – mesmo que ainda existam pistoleiros – chama-se reportagem caluniosa, uma matéria jornalística, imputando um crime a alguém, sem nenhuma prova material. É de pensar que esses textos são feitos apenas por crápulas que escrevem em Blogs de aluguel. 
Mas não é. A prática está disseminada em grandes veículos de comunicação, que estão rompendo com as mais elementares regras do jornalismo. Não estou me referindo ao caso do ministro dos esportes, nem sobre comentários de leitores em artigos e matérias em geral.
Falo dos órgãos de imprensa que estão entrando no mesmo nível de marginalidade dos adversários que combatem; usando os mesmos métodos vergonhosos de seus acusados; a mesma prática suja dos homens públicos envolvidos em falcatruas, e isso é muito ruim. Governo é para apanhar. A imprensa tem que fiscalizar, escarafunchar, desmascarar, bater mesmo. Outra coisa é colocar pessoas honradas no mesmo saco dos sujos, imputando-lhes crimes para atingir outrem. Essa prática é mercenária.
Ninguém é ingênuo, ao ponto de pensar que órgãos de imprensa e jornalistas não têm lado e que, a verdade não seja sacrificada em nome de interesses, sejam eles quais forem. Mesmo nos EUA e Inglaterra, a imprensa age assim. O velho inescrupuloso, Rupert Murdoch, dono de um império de comunicações, é prova disso. A diferença é que, nesses países, a justiça funciona, e os caluniadores pagam caro por suas canalhices.
Costumo dizer em rodas de conversa, debatendo nossos problemas, que, no Brasil, você gira, gira, discutindo coisas e, no final, conclui que nossas desgraças são causadas pela ineficiência do nosso estado de direito. Nossa justiça é ruim, muito ruim. Não temos como deter a corrupção no Brasil, em suas múltiplas formas, se não punirmos as pessoas. A Inglaterra deu certo por isso, e a Grécia está agonizando por que é corrupta.
Difamadores de aluguel sempre existiram, jornais venais também. Há cinco séculos, um caluniador chamado Aretino vendia sua verve a quem pagasse mais. Era contratado por nobres para destruir a reputação de seus inimigos, com seus panfletos difamatórios. Aretino chegou a ser apunhalado e espancado por suas vítimas, várias vezes.
A imprensa é livre e deve permanecer assim. Tudo que for visto de errado deve ser denunciado, principalmente na esfera pública. Mas o que fazer com os caluniadores e defensores de bandidos, contratados para espalhar mentiras, escondidos nas redações? Infelizmente, o refúgio para esses canalhas, como diria o Dr. Johnson, no Brasil, é o poder judiciário, que, na sua incompetência, não os pune como deveria.
Que ninguém pense que estou atacando o trabalho fiscalizador da imprensa séria. Do mesmo jeito que bato em homens públicos corruptos, todas as semanas, neste espaço, é meu dever também acusar o jornalismo nefasto.
Shakespeare nos disse em Medida por Medida: “Nem a grandeza, nem o poder, neste mundo mortal, podem escapar da calúnia que fere pelas costas e ataca a mais branca das virtudes.”. E pergunta: “Que Rei é bastante poderoso para conter o fel de uma língua caluniadora?”. A resposta é, nenhum!
No passado, os ofendidos defendiam sua honra em duelos com pistolas, mas a lei proibiu a prática. Hoje, apenas os caluniadores podem usar pistolas e atirar pelas costas. No Brasil, a justiça garante!

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Fonte:http://contextolivre.blogspot.com/2011/10/refugio-de-canalhas.html

Operação cumpre 20 mandados de prisão e 25 de busca para combater o crack

22.10.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO
Por Adaíra Sene
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR



As polícias civil e militar realizaram, nesta sexta-feira, uma operação conjunta para o combate ao tráfico de drogas, em especial o crack nas cidades de Floresta, Petrolina, Cabrobó, Orocó e Petrolândia, no sertão de Pernambuco. Os trabalhos visavam cumprir 25 mandados de prisão temporária e outros 25 de busca e apreensão.
De acordo com o delegado Oswaldo Morais, diretor de operações da Polícia Civil, todos os mandados de busca e 20 de prisão foram cumpridos. Durante a operação, outras duas pessoas foram presas em flagrante por porte ilegal de arma, mas foram liberadas em seguida, após pagamento de fiança. Os demais foram encaminhados para o Presídio de Salgueiro. Além das armas, uma pequena quantidade de crack foi apreendida.

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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/nota.asp?materia=20111021115749

Campos e Costa mostram unidade

22.10.2011
Do jornal FOLHA DE PERNAMBUCO, 21.10.11
Por Carol Brito


Gestores participaram juntos da entrega de moradias e trocaram elogios



GOVERNADOR ressaltou a parceria entre o Governo e a Prefeitura do Recife
GOVERNADOR ressaltou a parceria entre o Governo e a Prefeitura do Recife
Enquanto na Câmara Municipal e nas movimentações políticas, PSB e PT dão sinais de tensionamento na relação entre as siglas, em cima do palanque, o governador Eduardo Campos (PSB) e o prefeito João da Costa (PT) tentaram afastar os rumores de desgastes e minimizaram os conflitos entre as legendas. Durante entrega de moradias de um conjunto habitacional, no bairro da Imbiribeira, os gestores trocaram elogios e discursaram juntos, ressaltando o projeto político da Frente Popular de Pernambuco.

O governador ressaltou a parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado, além de arriscar elogios à gestão do petista, que classificou como a continuação do projeto de mudança empreendido pelo seu avô, o ex-governador Miguel Arraes, e o ex-prefeito João Paulo (PT). “Nossa pauta real é essa. Nós temos uma parceria que necessita de um trabalho firme do nosso time e da Prefeitura. Temos que jogar juntos com o povo”, colocou.

Procurando criar confiança na Frente governista para sua reeleição, João da Costa colou no governador, ontem. Além da inauguração de moradias na Imbiribeira, o petista esteve ao lado de Eduardo, durante a coletiva sobre a escolha de Pernambuco para sediar a Copa das Confederaços. Já o estremecimento entre o bloco formado por PSB-PSD-PTN e governistas, na Câmara, anteontem, foi minimizado por Costa. Em votação no plenário, o grupo eduardista contrariou a orientação da gestão petista de votar contra a convocação de duas secretárias municipais em uma audiência pública o que endossou os rumores de que a relação entre as siglas teria azedado.

“Em uma votação específica, em algum momento, pode ter divergências. O que a gente tem que tratar é qual é o compromisso com o projeto estratégico do Governo. Não é porque teve uma votação com um posicionamento diferente que vamos tratar isso co­mo um projeto diferente do que estamos tendo na cidade”, apontou. O gestor colocou que o alinhamento com o novo bloco será construído aos poucos. “É natural que se tenha blocos na base do governo. Você vai conversando. Agora, eles são novidade na Casa e estão procurando achar um caminho para atuar. Não somos contrários (ao bloco). Pelo contrário, existem pessoas que antes estavam com a oposição e que agora estão muito mais próximos”, apontou.

Quanto à convocação das secretárias, Costa se mostrou tranquilo. “Nós nunca deixamos de prestar informação à Câmara e nem participar de audiência”, sacramentou. O secretário de Articulação Social e Regional, Sileno Guedes, classificou como naturais as divergências entre o bloco e a base. Para ele, o grupo contribui com o Governo. “O bloco é importante na atuação parlamentar e está restrito as atuações do legislativo, não há intenção eleitoral. Agora é natural que se cobre da gestão aqui e ali alguns ajustes. É um bloco que é bom para a base do Governo”, destacou.

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Fonte:http://www.folhape.com.br/index.php/caderno-politica/672503-campos-e-costa-mostram-unidade

'Higienizados' esperam ajuda da Veja para impedir instalação de abrigo popular

22.10.2011
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 00.10.11
Por Igor Carvalho, Revista Fórum



Morador de Pinheiros, esperançoso com a reportagem da revista da editora abril, lança a seguinte pérola: “A imprensa é fascista, menos a Veja, ela vai ficar do nosso lado.”
Maquete de Prédio que será construído na rua 
Cardeal Arcoverde, em Pinheiro
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Alguns representantes dos moradores e comerciantes de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, que protocolaram uma representação ao Ministério Público para evitar que um albergue fosse transferido para a sua região, se reuniram ontem (19) com o advogado Luiz Carlos Tucho, que os representa.

Após o encontro, a comissão decidiu aguardar o posicionamento da reportagem da revista Veja, que deve ser publicada no próximo fim de semana, para então decidir sobre a continuidade ou não da demanda diante do Ministério Público Estadual (MPE).

Leia mais:

Para a comerciante Joacy, uma das pessoas que encabeça o movimento, “o mais correto neste momento é aguardar a repercussão da matéria da Veja, que, acreditamos, será favorável a nós”. A preocupação com a rejeição da opinião pública preocupa os signatários do documento que, segundo o promotor Mauricio Antonio Ribeiro Lopes, "é de provocar inveja a qualquer higienista social do Terceiro Reich”.  Um dos comerciantes da região, que não quis se identificar, criticou a cobertura da mídia e também se mostrou esperançoso com a possível reportagem favorável da semanal da Abril. “A imprensa é fascista, menos a Veja, ela vai ficar do nosso lado.”

Mesmo antes da matéria da edição impressa, o colunista da revista, Reinaldo Azevedo, saiu em defesa dos moradores em seu blogue, adiantando o que pode ser um posicionamento da revista. Em um trecho de seu texto, o colunista compara os albergues a instituições prisionais, que abrigam criminosos. “Bairros costumam rejeitar albergues; cidades costumam reagir mal a presídios ou a casas que abrigam menores infratores. Será que isso tudo é só preconceito? Não haveria aí a expressão de um problema real, que afeta mesmo a vida das pessoas?”.

Azevedo segue em sua argumentação com estereótipos de usuários de albergues, o que justificaria a preocupação com violência, explicitada na representação. “O promotor pode pesquisar um pouco e vai constatar que muitos, talvez a maioria, têm problemas psíquicos graves — é a comunidade mais atingida pelo crack. Isso tudo implica, obviamente, distúrbios e ameaça à segurança”.

Carta gera incômodo entre signatários

“Quando passaram o documento pedindo assinatura, não tinha aquela carta, era outra coisa, depois que eu vi o conteúdo na internet”. A alegação é de Roseli Bauduíno, comerciante da região próxima ao local para onde o albergue pode ser transferido. A proprietária da loja concorda com a causa, de que o abrigo não deve ir para perto de seu estabelecimento, porém discorda do teor da carta. “Ninguém é idiota de achar que isso é uma coisa boa para a região, mas a carta ficou muito forte, agora estão todos contra nós por causa do documento”. 

Ainda na rua Cardeal Arcoverde, outro comerciante, Jason Franco, teve o mesmo problema. “Quando recebi o documento não tinha a carta, aliás, ainda não vi, trabalho muito aqui, não tive nem tempo de entrar na internet para ver”. 

Leia também:

Somente na segunda (24), o advogado Luiz Carlos Tucho ou algum representante da comissão que encaminhou a petição deve se pronunciar. A reportagem de Fórum encaminhou no último dia 19 um e-mail com cinco perguntas para a comerciante Joacy, porém, até o fechamento da matéria não obteve retorno.

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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2011/10/higienizados-esperam-ajuda-da-veja-para.html

Portugal: A crise não acabou

22.10.2011
Do blog CONTEXTOLIVRE, 10.04.2010
Por Luis LeiriaPágina Um


Governo do PS abandona promessas eleitorais e apresenta à União Européia um plano de redução do déficit que segue o receituário neoliberal. Medidas correm o risco de matar qualquer princípio de recuperação econômica.
 
Nesta Primavera que finalmente parece ter chegado a Portugal, depois de um Inverno particularmente chuvoso, as notícias no front econômico não são nem um pouco animadoras. Depois de uma recuperação muito diminuta, que nem chegou para inverter o catastrófico crescimento do desemprego (que já atinge os 10%), o país voltou ter uma contração do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,2% no 4º trimestre de 2009, e o temor de um regresso à recessão voltou a ganhar forma.

Foi uma má notícia para o governo do primeiro-ministro José Sócrates, do Partido Socialista, que se vangloriava de Portugal estar entre os países europeus que mais cedo saíram da “recessão técnica”.
 
No final de Março, o Banco de Portugal reviu em baixa as previsões de crescimento da economia portuguesa. O banco central português prevê agora um crescimento de 0,4% do PIB em 2010, quando a previsão anterior era de crescimento de 0,7%. Para 2011, a previsão é de um crescimento de 0,8%, contra os 1,4% da projecção anterior.
 
Pior, o banco prevê que "o ritmo limitado do crescimento da atividade econômica permite antecipar que a destruição líquida de emprego deva perdurar durante 2010”. Isto é, o desemprego vai continuar a aumentar, e o banco só espera uma ligeira redução do desemprego no decurso de 2011.
 
Cansados de receber más notícias, os portugueses não divisam qualquer luz no final do túnel. Depois de ter gasto rios de dinheiro para impedir a falência de bancos envolvidos em operações financeiras fraudulentas, como o Banco Português de Negócios (BPN), que foi nacionalizado no apogeu da crise financeira, o governo voltou agora à obsessão do controlo do déficit.
 
Tirar dos pobres e dar aos ricos
 
Como, desde as últimas eleições gerais de Setembro do ano passado, o Partido Socialista não tem maioria absoluta no Parlamento, optou por fazer uma aliança com os partidos à sua direita, o PSD e o CDS, para aprovar o Orçamento de Estado e agora o tão falado Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC). O PEC é uma declaração de intenções, apresentada à União Européia, em que o governo português se compromete a baixar o seu défice público dos actuais 9,3% do PIB para os 2,8% até 2013. A fórmula para isto é o estafado receituário neoliberal.
 
O plano do governo de José Sócrates – que foi aprovado apenas com os votos do PS mas recebeu a abstenção cúmplice do PSD – abandona o combate à pobreza, corta nos apoios sociais aos mais desfavorecidos, impõe a redução dos salários reais, manterá altíssimos níveis de desemprego.
 
A par disso, estende as parcerias público-privadas, uma forma de entregar de mão beijada mais-valias ao capital privado; despreza o combate à fuga ao fisco por parte das empresas e promete maior entrega de bens públicos aos privados.
 
Para resumir, não é um plano de redução de despesas, é um plano para tirar aos pobres e dar aos ricos. Para capitular às pressões externas e dos setores econômicos e financeiros mais poderosos, o PS fez uma escolha: a do abandono das promessas eleitorais, o abandono de ideais defendidos, como o combate à pobreza e às desigualdades sociais.
 
Privatizações: venda ao desbarato
 
O caso das privatizações anunciadas é particularmente escandaloso. Diz o governo que pretende realizar, com a venda de cerca de 20 empresas, cerca de 6 bilhões de euros, “uma venda ao desbarato, qual feira onde tudo se pode comprar a preços de saldo”, como denunciou o deputado Heitor de Sousa, do Bloco de Esquerda – o partido mais à esquerda do arco parlamentar, que teve 9,8% nas últimas eleições.
 
O Bloco de Esquerda denunciou que a maior parte das empresas que surge na lista das privatizações é lucrativa. Fazendo as contas, as empresas lucrativas que o governo quer privatizar tiveram resultados líquidos positivos em 2009 no valor de 350 bilhões de euros, "que é mais do dobro do que o governo pretende poupar" privatizando-as.
 
Mas não se trata apenas de maus negócios. Pela primeira vez, o governo pretende privatizar diretamente empresas que prestam serviço público, que até agora eram providos exclusivamente pelo Estado – como os transportes ferroviários ou os Correios.
 
Finalmente, as medidas anunciadas pelo plano correm o risco de matar qualquer princípio de recuperação econômica. O próprio governo já admite um cenário econômico pífio para a economia (com um crescimento do PIB sempre inferior aos 2 por cento (0,7% em 2010, 0,9% em 2011, 1,3% por cento em 2012 e 1,7% em 2013), a previsão mais baixa de crescimento entre os países da União Européia.
 
A oposição política e social a este PEC já começou, pela apresentação de alternativas e o voto contra no parlamento, pelas greves e protestos sociais dos funcionários públicos e dos trabalhadores de outras empresas e sectores. A Primavera promete esquentar.

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Fonte:http://contextolivre.blogspot.com/2010/04/portugal-crise-nao-acabou.html

Paulo Varejão diz que, como forasteiro, Elias Gomes não dá o amor que Jaboatão merece

22.10.2011
Do BLOG DE JAMILDO, 21.10.11
Postado por Jamildo Melo



O ex-procurador Geral do Estado Paulo Varejão quer deixar de ser pedra para virar vidraça.

Afirmando seguir um sonho de criança, vai disputar mesmo o cargo de prefeito de Jaboatão dos Guararapes, nas próximas eleições municipais, pelo PRB.

Quando questionado qual seria o maior problema da cidade, a ser atacado, na campanha, não pensa duas vezez. “É a falta de amor. Todos os invasores são saqueadores. Elias (ex-prefeito do Cabo) não é diferente. Ele prometeu muito e não fez nada. Por isto é tão odiado aqui. Hoje, o melhor prefeito que Jaboatão já teve foi o governador Eduardo Campos, que está realizando obras aqui”, descreve.

Paulo Varejão observa que existem 28 secretários e não há um que seja natural da cidade. “Como filho da terra, vejo isto como uma humilhação. Será possível que não tenhamos gente competente em um milhão de habitantes?”

No caso, as pretensões eleitorais são animadas por pesquisas internas de opinião que estariam apontando elevada rejeição do prefeito Elias Gomes.

“Já fui pai, professor, promotor, só me resta o sonho de ser prefeito da minha cidade!”

Ele conta que já falou de suas pretensões com o governador Eduardo Campos e ele lhe recomendou tocar a campanha, sem ligar para o que dizem os jornais.

“Faça a sua campanha!, foi o que ele me disse”.
Na sua avaliação, a aproximação de Elias e Eduardo não é política, mas administrativa. “Eduardo investe em Jaboatão não é por Elias. É a retribuição da excelente votação que ele teve na cidade”, avalia.

Ao longo da caminhada, ele espera contar com os votos dos eleitores de Cleiton Collins, caso o PSCV não lhe dê a legenda. O problema é que Cadoca, o cacique do partido, conta com diversos cargos de confiança na gestão Elias, impedindo o rompimento e fragilizando o discurso de oposição do parlamentar religioso.

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Fonte:http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/10/21/paulo_varejao_diz_que_como_forasteiro_elias_gomes_nao_da_o_amor_que_jaboatao_merece_116671.php

Exército do Quênia entra na Somália e toma cidade foco da Al Qaeda e de piratas

22.10.2011
Do portal OPERA MUNDI, 00.10.11
Por Agêcia Efe | Nairóbi


O Exército do Quênia entrou no território da Somália nesta sexta-feira (21/10) e ocupou a cidade portuária de Ras Kamboni, que nos últimos anos se tornou um reduto de piratas e onde também suspeita-se que haja campos de treinamento da rede terrorista Al Qaeda.


Segundo o jornal local "Daily Nation", os soldados quenianos, que contam com o apoio das forças de segurança do Governo Federal de Transição da Somália (TFG, sigla em inglês), têm como objetivo avançar até Kismayo, reduto dos radicais islâmicos do grupo Al Shabab.

"Ras Kamboni é um lugar privilegiado para as Forças de Defesa avançarem sobre os rebeldes do Al Shabab e os piratas", disse à imprensa o comandante queniano Emmanuel Chichir.

As tropas quenianas entraram na Somália por Kiunga, no litoral, em vez de Liboi, no interior do Quênia, como tinham feito até o momento.

Chirchir destacou que suas tropas não encontraram nenhum tipo de resistência ao avançar rumo a Ras Kamboni, onde chegaram nesta sexta-feira, depois que aviões bombardearam a região durante vários dias.

A tomada de controle de Ras Kamboni aconteceu no mesmo dia em que o Quênia comemorava o Dia dos Heróis, momento que o presidente do país, Mwai Kibaki, aproveitou para confirmar que defenderá "a integridade de seu território com todas as medidas necessárias para garantir a paz e a estabilidade".

Durante a ofensiva militar queniana, denominada "Operação Linda Nchi" (Operação Proteger a Nação, em swahili) e que começou no fim de semana passado, o Exército tomou também o controle de Qoqani, Tabda e Afmadow, no sul da Somália.

O ataque do Exército queniano na Somália começou após o sequestro na quinta-feira passada de duas voluntárias espanholas da organização não- governamental Médicos sem Fronteiras no campo de refugiados de Dadaab, a 100 quilômetros da fronteira somali, o quarto em pouco mais de um mês, todos eles supostamente cometidos por Al Shabab.

Já a Polícia do Quênia deteve em Nairóbi dois médicos quenianos, acusados formalmente de pertencer ao Al Shabab, segundo informou nesta sexta o site da emissora local "Capital FM".

Apesar de Ali Omar Salim e Ali Hassan Hilow negarem as acusações, eles terão que permanecer sob custódia policial até o dia 25, quando voltarão a comparecer a um tribunal.

Fontes policiais garantiram a "Capital FM" que os dois médicos estão sendo acusados de ajudar o Al Shabab a prestar socorro médico a diversos de seus membros.

O Al Shabab combate desde 2006 o Governo Federal de Transição somali e as tropas da Amisom (Missão da União Africana na Somália) para fundar um Estado muçulmano de corte wahhabista no país.

A Somália vive em estado de guerra civil e caos desde 1991, quando o ditador Mohamed Siad Barre foi derrubado, o que deixou o país sem governo e nas mãos de milícias islâmicas, senhores da guerra tribais e grupos de delinquentes armados.

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Fonte:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticia/EXERCITO+DO+QUENIA+ENTRA+NA+SOMALIA+E+TOMA+CIDADE+FOCO+DA+AL+QAEDA+E+DE+PIRATAS_16124.shtml

Programa da TV dos Trabalhadores debate mídia e política

22.10.2011
Do BLOG DA CIDADANIA, 21.10.11
Por Eduardo Guimarães
Há cerca de um mês participei da gravação da edição do programa “Melhor e Mais Justo” que foi ao ar ontem à noite (quinta-feira, 20 de outubro) na TV dos Trabalhadores (TVT). Abaixo, 

A sociedade contemporânea convive com grande quantidade e variedade de meios de comunicação que manejam e produzem um sem número de informações, notícias, opiniões e análises.

Mas será que essa variedade de veículos e de conteúdos representa, necessariamente, a democratização da mídia?

Será que temos ampliado, na cena midiática, o espaço para a presença de vozes diversas e diferentes, capazes de expressar a multiplicidade brasileira em suas várias dimensões, social, política, econômica e cultural?

Será que os grupos de comunicação cumprem com isenção, entre outros, o papel de fiscalizar governos, de informar, de formar opinião e de promover cidadania?

O Melhor e Mais Justo quer aprofundar estas e tantas outras questões que envolvem o chamado Quarto Poder da nossa democracia e provocar uma reflexão sobre a necessidade de manter uma mídia livre, porém menos concentrada por poderes econômicos e políticos, mais responsável, transparente e consistente.
Para essa conversa convidamos Eduardo Guimarães, blogueiro progressista, Marcelo Branco, que coordenou a campanha da presidente Dilma nas mídias sociais e Paulo Donizeti de Souza, editor da Revista do Brasil.

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Assista abaixo, em três partes, a edição do programa “Melhor e Mais Justo”, da TVT, que foi ao ar às 19:30 de 20 de outubro de 2011 e que versou sobre o tema “Mídia e Política”.



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Fonte:http://www.blogcidadania.com.br/2011/10/programa-da-tv-dos-trabalhadores-debate-midia-e-politica/